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Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: “Cristo Jesus”

Rick Stewart, C.S., Dresden, Germany
Posted Monday, December 17th, 2012

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA (LB)
Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros
Tema: “Cristo Jesus”
de 17 a 23 de dezembro de 2012
Cristo Jesus e “nossas mais caras esperanças”

Natal? Qual é a melhor maneira de celebrar e comemorar o nascimento de Cristo Jesus? Para mim é simplesmente um estudo profundo, completo e inspirador da Lição Bíblica sobre Cristo Jesus. Eu estou me divertindo com todas as festividades e celebrações que acontecem nessa época do ano aqui na Alemanha, mas com o foco na proclamação do evangelho anunciado pelos anjos: “Paz na terra, boa vontade aos homens.”

É tempo de lembrar também daqueles que sofrem, que estão de luto, angustiados e magoados. É hora de aprofundar nosso compromisso de vivermos a vida que nosso mestre, Cristo Jesus, desejou para nós. Conforme está no evangelho de João :  “É chegada a hora de ser glorificado o Filho do Homem. Se alguém me serve, siga-me”. Segui-lo e compartilhar sua Luz e Amor com aqueles que mais precisam. Ao regozijar na promessa que os anjos de antigamente proclamaram nos campos de Belém, eu oro para reconhecer que aqueles mensageiros angelicais do amor de Deus ainda continuam próximos.

Em Ciência e Saúde, Mary Baker Eddy escreve sobre “nossos mensageiros angelicais”, p.229: “Meus anjos são pensamentos sublimes, que aparecem à porta de algum sepulcro no qual a crença humana tenha enterrado suas mais caras esperanças terrenas. Com alvos dedos apontam para cima, para uma confiança nova e glorificada, para ideais mais elevados da vida e de suas alegrias.”

Que lugar seria melhor para depositarmos a confiança das nossas “mais caras esperanças terrenas” do que na mensagem do evangelho que o nascimento de Jesus nos oferece? Será que aquela celebração, aquela esperança, aquela confiança têm de acontecer apenas em 25 de dezembro? Eu penso que nosso Mestre, Cristo Jesus, gostaria que seus ensinamentos trouxessem inspiração e a Luz do Amor de Deus para nós todos os dias.

Um amigo nos Estados Unidos me escreveu recentemente sobre sua preocupação de que, de alguma forma, a particularidade da época de natal estava enfraquecendo em seu país por causa de decisões sobre onde e como podemos celebrar o Natal. E ele até mesmo lamentou o fato de que se ouve mais “Boas Festas” do que “Feliz Natal”. Ele me perguntou como é que o natal é celebrado na Alemanha? Essa é uma longa resposta, que inclui “Bazares de Natal”, “Guirlandas do Advento”, os quatro domingos que antecedem o Weinachten (véspera de Natal), o Niklaus Day (Dia de São Nicolau) e as igrejas que ficam muito mais cheias nos domingos que antecedem a noite de Natal. É realmente uma época especial aqui. Mas no meio de toda a celebração, ainda pode ser difícil encontrar o verdadeiro espírito do Natal.

É exatamente aí que você pode fazer a diferença. A LB dessa semana sobre o tema Cristo Jesus pode lhe trazer a inspiração que vai finalmente deixar a luz do Cristo vir à sua vida diária. E suas orações podem trazer a mensagem de “Paz na terra, boa vontade aos homens”, para todos aqueles que mais precisam.
Texto Áureo (TA) Salmos 45:7: “Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria, como a nenhum dos teus companheiros.”
O TA dá a essência ou tema central da LB. Esse Salmo é tido como uma canção de casamento, ou salmo de amor. Inclui referências ao Messias prometido, e esse é o versículo que contém as palavras que estão no TA: “Amas a justiça e odeias a iniquidade, por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria, como a nenhum dos teus companheiros.”

Durante muitos dias eu li o Salmo 45, por inteiro. Eu o li em cerca de 20 diferentes traduções da Bíblia. E percebi que eu estava tropeçando na frase: “te ungiu com o óleo de alegria, como a nenhum dos teus companheiros.” Não é que eu não queira ver que Jesus fosse realmente ungido em sua missão. Eu não quero deixar de compreender que o cumprimento de sua promessa de ser o Messias, o Cristo, se realizou. Mas eu estava lutando com a frase: “como a nenhum dos teus companheiros”. O próprio Jesus nos disse que estava aqui para servir. Aí me veio uma imagem simples. Quando alguém cai num poço, precisa de ajuda para sair de lá. Não precisa que alguém pule lá dentro e o anime, mas de alguém que esteja “acima” e o ajude de cima. Com amor, com compaixão, bem ao seu lado, mas sem sair da parte de cima. Como minha mãe costumava dizer: “Jesus nunca trocou os céus pela terra”. Sua unidade com o Pai (“Eu e o Pai somos um”) não o separava de nós, como Filho de Deus e nosso Salvador. O fato de Jesus ser o cumprimento da promessa do Messias, o Cristo, não o separava de nós. Pelo contrário, ele permaneceu aqui para nos salvar.
Leitura Alternada (Isaías 52:7; 7:11, 14 e Mateus 1:18-21)
De Isaías e Mateus ouvimos as promessas maravilhosas da vinda do Messias e depois a promessa de que uma virgem dará à luz Emanuel. José é encorajado a tomar Maria como esposa, pois a criança é do Espírito Santo. E fica sabendo que o nome do menino será Jesus. Portanto, Jesus cumpre a predição de Emanuel.

Seção 1: A visita dos Magos, os sábios do oriente
Há quantos natais nós lemos essa história maravilhosa sobre os sábios do oriente que vieram procurar o recém-nascido “rei dos judeus”. Os presentes que trouxeram, “ouro, incenso e mirra” são coisas valiosas dignas de um rei. Apesar de em imagens ou encenações sobre a natividade vermos esses homens visitando o estábulo, na verdade o que lemos é que eles: “Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra”(Mateus 2:11). E eles certamente eram “sábios”. Não foram enganados pela falsa devoção do rei Herodes de vir e adorar o recém-nascido. Quando chegou a hora de dizer adeus, tomaram um caminho diferente na volta para casa (B2): “Sendo por divina advertência prevenidos em sonho para não voltarem à presença de Herodes, regressaram por outro caminho a sua terra” (Mateus 2:12).

Será que chegou ao fim o tempo em que precisamos de “sábios” para adorarem ao Cristo? Eu amo o que Mary Baker Eddy diz em Ciência e Saúde (CeS 1) p.482:19: “Jesus era o mais alto conceito humano do homem perfeito. Ele era inseparável do Cristo, oMessias – a ideia divina de Deus, fora da carne. Isso habilitou Jesus a demonstrar o seu domínio sobre a matéria. Anjos anunciaram aos Magos de outrora essa aparição dual, e anjos sussurram-na pela fé, ao coração faminto em todas as épocas”. Que promessa maravilhosa de que ainda há uma necessidade por aqueles que discernem a singularidade tanto de Jesus quanto do Cristo eterno ou Messias que ele personificou.
(CeS 2, 95:25): “Guiados por uma estrela solitária através das trevas, os Magos de outrora predisseram o messiado da Verdade. Acredita-se porventura no sábio de hoje, quando ele avista a luz que anuncia a aurora eterna do Cristo e lhe descreve o fulgor?”
Um desses “magos” (sábios) que seguiu o Cristo eterno foi o reverendo Phillip Brooks. Ele foi um dos pregadores mais famosos de seu tempo. É também o autor do amado hino e canção de coral “Aldeia de Belém” (Hino 222 do Hinário da Ciência Cristã). Ele era natural de Boston. Descendente de uma linhagem de clérigos da igreja Congregacional, serviu na Igreja Episcopal na Filadélfia. Ao final de sua vida, retornou a Boston e foi eleito Bispo do Templo da Trindade. Durante o tempo que passou na Filadélfia, tirou um ano de férias (sabatical) durante o qual estudou e viajou pelo oriente e pela terra santa. Ele escreve: “Depois de jantar mais cedo, pegamos nossos cavalos e fomos até Belém” – assim ele disse na carta que enviou para casa na semana de Natal, em 1865. “Levou apenas cerca de duas horas para chegarmos à cidade, que fica na margem de uma cadeia de montanhas, cercada por jardins em terraços. É uma bela cidade, melhor construída do que todas as outras que vi na Palestina. Antes de escurecer, saímos da cidade e fomos para o campo onde se diz que os pastores viram a estrela. É um pedaço de solo fechado com uma cerca, que tem uma caverna (aqui, todos os Lugares Sagrados são cavernas)  na qual, por mais estranho que pareça, eles puseram os pastores. A  história é absurda, mas os pastores devem ter estado em algum lugar daqueles campos pelos quais passamos. Ao passarmos, os pastores ainda “cuidavam de seus rebanhos e os guiavam para o aprisco”. (Veja mais no site em inglês: http://www.hymnsandcarolsofchristmas.com/Hymns_and_Carols/Notes_On_Carols/o_little_town_of_bethlehem.htm)

Na parte inicial do livro Mary Baker Eddy, Uma vida dedicada à cura, está a seguinte citação de Phillip Brooks: “Deus não nos deu um vasto conhecimento para resolver todos os problemas, nem sabedoria infalível para dar orientação a todos os descaminhos da vida de nossos irmãos; contudo, Ele deu a cada um de nós o poder de sermos espirituais e, através de nossa espiritualidade, elevar, enriquecer e iluminar a vida daqueles com quem temos contato”. Logo depois dessa citação, está a resposta de Eddy: “O segredo da minha vida está contido nas palavras acima.”

Seção 2: Jesus sempre serve a Deus
(B4) Lucas 2. O segundo capítulo do evangelho de Lucas traz a história de Simeão reconhecendo no pequeno Jesus o “Cristo do Senhor”. E também a história de quando, aos 12 anos, Jesus foi para o templo em Jerusalém. Um capítulo cheio de conteúdo, não é?

Eu acho interessante que Simeão foi guiado pelo Espírito Santo a ir ao Templo naquele dia. Não seria essa uma importante mensagem de que nós temos de permanecer alerta para ir aonde o Espírito nos guiar?

Segue um pequeno exemplo, e a bênção que ele me trouxe. Em janeiro de 1986 eu estava em Boston trabalhando para preparar uma conferência. Eu ainda não havia sido eleito para o Quadro de Palestrantes. Nós éramos, na verdade, um grupo de cerca de 12 pessoas. Pediram-nos para que não nos manifestássemos em público até que fôssemos oficialmente nomeados.

No domingo de manhã, porém, eu acordei com uma fome incrível do Espírito para ir a uma igreja. Eu orei, procurei nas páginas amarelas, com a pergunta: “em que igreja eu deveria ir?” E me lembrei que Eddy havia feito uma palestra em Tremont Temple, uma igreja batista. Então, procurei o endereço e fui para lá. No caminho, vi uma construção arredondada muito interessante, e observei as muitas pessoas que entravam. Ao chegar mais perto, vi a placa “Igreja de todas as nações”. Isso pareceu interessante. Eu entrei e estava olhando o quadro de avisos, quando um clérigo de roupas coloridas passou e me cumprimentou. Ele me disse que o serviço principal da igreja aconteceria mais tarde, mas que eu era bem vindo se quisesse participar de uma aula da Escola Dominical, que já havia começado. Eu aceitei a oferta.

Fui acolhido por um grupo de mais ou menos 10 pessoas. Um jovem ministro conduzia a aula para os adultos. Nós tivemos um interessante debate sobre uma das parábolas de Jesus. Pediram-me para ler a parábola, e houve vários comentários como: “você certamente sabe ler a Bíblia” (senti como um presente de reconhecimento por meu estudo regular da LB!). Nosso debate foi muito inspirador. Foi um dos mais animados debates sobre as escrituras de que eu já participei. Entre os participantes dessa escola dominical, estava um senhor mais velho, seus comentários foram muito inspiradores. Eu percebi que ele era verdadeiramente uma pessoa com a mente espiritualizada. Depois da aula, ele me chamou e disse que gostaria que eu conhecesse um jovem casal do Zimbabue. Era seu sobrinho e a esposa. Eu conheci o homem que me fora apresentado apenas como Abel. Naquele momento eu me lembrei que alguém o chamara de “bispo”. E pensei: “Abel”, “Bispo”, “Zimbabue”. E num sobressalto de alegria eu perguntei: “Abel, você não é o Bispo Abel Muzorewa, é?”

“Sim, sou eu”. Não posso lhe dizer o quanto eu fiquei emocionado. Abel e eu tivemos uma longa conversa. Eu compartilhei com ele que naquele exato momento eu estava trabalhando numa palestra sobre irmandade: “A promessa do cristianismo: a verdadeira irmandade”. De repente, eu senti como se tivesse vislumbrado um pouco do alcance mundial das nossas orações, e a unidade da atividade do Cristo. Abel, um bispo metodista, foi o Primeiro Ministro durante a transição de seu país. (A Rodésia passou a se chamar Zimbabue. (veja mais no site em inglês http://en.wikipedia.org/wiki/Abel_Muzorewa)

Eu geralmente me pergunto: “Eu estou orando a respeito da frequência na igreja?” A oração pode nos levar à exata presença do Cristo expresso. Foi um momento muito inspirador aquele com Abel. Ele até me convidou a voltar na semana seguinte para outro serviço religioso. Seria em homenagem ao aniversário de Martin Luther King. E Abel explicou que Dr. King havia visitado essa igreja algumas vezes quando morou em Boston. Então, por meio da oração, eu tive uma igreja por duas semanas. E foi como estar em família.

Imagine se, num sábado em particular, você estivesse pensando em ir ou não ir à igreja (ou templo). Finalmente, você é guiado e quem é que está lá, por acaso? Jesus aos 12 anos? Essa história também está nessa seção, quando Jesus visita o templo em Jerusalém, Lucas 2:46: “Três dias depois, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os”. Quando seus pais finalmente o encontraram, você se lembra do que ele disse a eles? “Por que me procuráveis? Não sabíeis que me cumpria estar na casa de meu Pai?” (Lucas 2:49)
Não é uma alegria saber que nós também podemos descobrir o Cristo esperando por nós na igreja quando oramos sobre onde estamos indo? E quando esperamos achar o que precisamos na igreja? Como Eddy escreve: “O Cristo era o Espírito ao qual Jesus se referia nas suas próprias declarações: ‘Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida’; ‘Eu e o Pai somos um’. Esse Cristo, ou divindade do homem Jesus, era sua natureza divina, a santidade que o animava” (CeS 9, 26:10-14). E o Cristo espera por nós na igreja o ano inteiro, não apenas no Natal!

Seção 3: A fé nos ensinamentos e na origem de Jesus cura
Nessa seção, lemos sobre a pregação de Jesus, uma pregação com autoridade, um ensinamento espiritual. Ele compartilha a parábola do grão de mostarda (B5, Mateus 13). Os ensinamentos de Jesus atraíram uma multidão tão grande que ele teve de entrar num barco para que todos pudessem ouvi-lo. “Fé como um grão de mostarda”. Os grãos de mostrada têm só 1 a 2mm. Mas isso é o suficiente! Ele fala de fé e depois nessa mesma seção declara onde a fé deve ser colocada – (B7, João 12:44): “E Jesus clamou, dizendo: ‘Quem crê em mim crê, não em mim, mas naquele que me enviou’.”

Na citação (CeS14), Eddy repete as palavras de Jesus sobre saber quem enviou o Mestre: “Em uma época de despotismo eclesiástico, Jesus apresentou o ensino e a prática do cristianismo, dando a prova da verdade e do amor do cristianismo; mas para conseguir igualar-lhe o exemplo e por à prova a Ciência infalível desse exemplo, segundo a regra de Jesus, mediante a cura da doença, do pecado e da morte, é necessária antes uma compreensão melhor acerca de Deus como Princípio divino, Amor, do que uma personalidade, ou o homem Jesus.”(CeS p.473:16).

Eddy vislumbrou a importância de saber onde está depositada a nossa fé. Quando Mary Baker Eddy descobriu a Ciência Cristã e começou a pregar em Boston, aquela não era uma época em que as mulheres eram geralmente aceitas como pregadoras. Mas Eddy havia sido, ela mesma, curada por meio da compreensão do Evangelho do Cristo, e ela sabia que tinha de compartilhar o que havia vislumbrado. Então, foi isso o que ela fez. Quando começou a pregar, muitas vezes ela enfrentou resistência, mas perseverou em sua fé e compreensão que estavam produzindo resultados maravilhosos, como o que segue:

“Bertha Reinke era uma jovem alemã que viera aos Estados Unidos para estudar medicina, em busca da cura de seus problemas físicos. Ela foi ouvir uma “senhora pregadora” apenas “por curiosidade, porque não se ouvia falar em seu país de mulheres que pregassem. Ela nunca ouvira falar sobre a CC e não sabia de seu foco na cura”. Ela conta sobre sua experiência como segue: “Acompanhada por um senhor, a “senhora pregadora” apareceu no palco. Por alguns momentos, ela contemplou silenciosamente a plateia. Eu senti uma atmosfera como eu nunca conhecera antes. Ela falou com uma voz gentil e baixa, mas muito clara. Como eu não estava acostumada a ouvir discursos em inglês, não compreendia as palavras. Mas ao ouvi-las, eu vivenciei um sentimento inexpressável de alívio e as dores e a penúria haviam desaparecido. Sem saber a quem eu estava escutando, eu perguntei a uma pessoa que cuidava da entrada o nome daquela Senhora Pregadora. Num total assombro ele olhou para mim e respondeu: “O quê? Aquela é a Sra. Eddy!” Sra. Eddy?! Eu nunca ouvira aquele nome antes, quando terminou a palestra, saí me sentindo livre e bem.” (Christian Healer 128–129).

Segue o que Eddy disse a seus alunos, numa carta: “A cura será mais fácil e mais imediata quanto mais vocês perceberem que Deus, o Bem, é tudo, e que o Bem é Amor. Vocês têm de ganhar Amor, e perder o falso sentido de amor. Vocês têm de sentir o Amor que nunca falha, aquele sentido perfeito do poder divino que faz da cura não mais um  poder, mas graça”.

Seção 4: “A tua fé te salvou.”
Um dos aspectos notáveis do trabalho de cura de Jesus foi sua habilidade em restaurar as faculdades da visão e da audição. E foi também uma de suas claras demonstrações de que ele estava aqui como cumprimento da vinda prometida do Messias.  “Porventura, dentro em pouco não se converterá o Líbano em pomar, e o pomar não será tido por bosque? Naquele dia, os surdos ouvirão as palavras do livro, e os cegos, livres já da escuridão e das trevas, as verão.” (B8, Isaías 29:17,18).

Na citação bíblica (B9, Marcos 10), lemos sobre a cura do cego Bartimeu. Gosto muito do fato de que através dessa cura, Jesus demonstra dois pontos chaves. Um deles, de que Bartimeu não era um mendigo, alguém sem visão e portanto que precisava pedir esmolas para viver. Essa era a “tua fé”, a fé de Bartimeu fora eficaz.

“Perguntou-lhe Jesus: Que queres que eu te faça? Respondeu o cego: Mestre, que eu torne a ver. Então, Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E imediatamente tornou a ver e seguia a Jesus estrada fora.”

Gosto muito de como Bartimeu aproximou-se de Jesus, ele fora audaz. Não deixou que os “shhhs” do decoro silenciassem seu pedido de ajuda ao Cristo. Ele exigiu, ele buscou, ele se aproximou e ele não se deixou calar. Jesus não apenas o curou com um movimento de sua mão. Jesus engajou Bartimeu e o encorajou dizendo: “Vai, a tua fé te salvou.” A fé de Bartimeu!

Tive essa demonstração de fé por parte de uma jovem na Costa Rica. Eu chegara tarde da noite para uma conferência que aconteceria em dois dias. Eu estava num hotel quando recebi um telefonema de alguém que frequentava a Igreja da Ciência Cristã. Ela era nova na CC. Ela explicou que conhecera uma jovem que estava desesperada por uma cura. Essa jovem descobrira um caroço no seio. E um médico a quem consultara, lhe dissera que era câncer. Ela estava na Costa Rica de férias e seu companheiro de viagem fora criado na CC. Por isso, eles contataram a Igreja e foram informados: “Há um sanador a caminho. Chegará logo e você pode encontrar-se com ele.” Era eu.

Quando ela primeiramente falou sobre esse compromisso iminente, eu fiquei surpreso de ser apresentado como um sanador. “Bem, não sei. Um sanador?” Nunca me descrevera dessa forma. Parecia uma expressão intimidante. Mas comecei a visualizar e aceitei falar com a jovem. Eu tinha o que pode ser chamado de pequena cegueira simbólica para curar. A jovem apareceu às nove da manhã. Falamos brevemente e concordei em orar por ela. Também concordei em encontrar-me com ela na Sala de Leitura mais tarde. Ela chegou para o encontro e batemos um bom papo. Ela foi na conferência no dia seguinte. E, ao término da palestra ela me disse: “Estou curada.” Foi um momento comovente. Mas lembro de ser totalmente honesto ao dizer e em reconhecer como nosso Mestre: “A tua fé te salvou.” Eu não trouxera nenhuma santidade externa para mover-se sobre as águas do pensamento. O Cristo estivera ativo em todos o tempo todo. O namorado dela crescera na Ciência, mas não praticava seus ensinamentos. A pessoa da Igreja era nova na Ciência mas partilhou. E a jovem aberta e receptiva e com total fé no poder curativo do Cristo. E o Praticista da Ciência Cristã, ou melhor, o “sanador”. Todos estivemos envolvidos no Cristo sanador em ação. A jovem aceitara e respondera ao Cristo através da própria fé dela. (Aprendi desde então, a confiar na 'fé' daqueles que pedem pela cura!)

Essa citação de CeS mostra a autoridade que vem do Cristo, a Verdade: “A Mente exerce autoridade sobre os sentidos corpóreos e pode vencer a doença, o pecado e a morte. Exerce tu essa autoridade conferida por Deus. Toma posse de teu corpo e governa-lhe a sensação e a ação. Eleva-te na força do Espírito para resistir a tudo o que é dessemelhante do bem. Deus fez o homem capaz disso, e nada pode invalidar a faculdade e o poder divinamente outorgados ao homem. Mantém-te firme na compreensão de que a Mente divina governa e de que na Ciência o homem reflete o governo de Deus.”(CeS 19, p.393:9-19,26.)

Seção 5 - O Cristo eterno e a Vida eterna.
Você percebeu que essa seção abre com um verso do Livro de Jó, no Antigo Testamento, e conclui com versos de Tito e Gálatas no Novo Testamento? O Cristo não está limitado a uma vida útil mortal. Não começou com o nascimento de Jesus e não terminou com a morte dele. Jesus resurgiu depois da crucificação, mas o Cristo eterno que Jesus personificou nunca se alterou em sua total expressão. O Cristo eterno fica evidente nas palavras de Jó 19:25 (B10): “eu sei que o meu redentor vive e por fim se levantará sobre a terra.” Jó vislumbrou seu Redentor, seu Salvador. Da mesma que forma Paulo, autor de Tito e Gálatas.

Nas citações correlativas de CeS: “Jesus ajudou a reconciliar o homem com Deus, dando ao homem um conceito mais verdadeiro do Amor, o Princípio divino dos ensinamentos de Jesus, e esse conceito mais verdadeiro do Amor redime o homem da lei da matéria, do pecado e da morte, pela lei do Espírito — a lei do Amor divino. Jesus insistia no mandamento: "Não terás outros deuses diante de mim", que pode ser interpretado como: Não terás crença alguma de que a Vida seja mortal; não conhecerás o mal, porquanto há uma só Vida — a saber, Deus, o bem.”(CeS 21, p.19:7,31-1.)

Gosto muito da promessa de que através do Cristo, a Verdade, Jesus viveu, ensinou e personificou um exemplo incomparável de que também podemos escolher a Vida como um fato. Podemos escolher a quem ouvimos e aceitá-lo como a fonte da Vida.

Ainda ouço as palavras poderosas da declaração de uma amiga de quatro anos de idade, a Mimi. Eu tinha 15. Foi quando Mimi estava no meio de uma maravilhosa demonstração da Vida. Mimi entrara na piscina em nossa casa, sem ninguém perceber, e entrou na parte funda e ela não sabia nadar. Quando a encontrei ela estava inconsciente. Carreguei-a até o pátio superior, orando enquanto caminhava. Não gritei por socorro, mas minha mãe, uma alerta praticista da CC, percebeu a gravidade da situação imediatamente. A casa estava cheia de visitas. Mamãe percebeu que precisava tirar a Mimi da atmosfera mortal e pediu que meu pai levasse as duas de carro até a casa de um praticista ali perto. Enquanto ele dirigia, papai e mamãe oravam. Mimi recobrou a consciência momentaneamente. Ela falou: “Glatha (o nome de minha mãe), estou ouvindo Deus.” E voltou a perder os sentidos e, então, voltou a falar: “Glatha, não estou ouvindo o erro.” Essa pausa mental de uma menina de quatro anos para ouvir Deus, a Vida e não ouvir ao erro continua muito forte em mim. E, em seguida, o praticista fez a simples declaração de que tudo está bem. Quando Mimi voltou para casa, ela disse simplesmente, “Ricky, você precisa me ensinar a nadar, porque da última vez eu afundei.” A cura foi sagrada. Mimi estava de volta à água no dia seguinte, sem nenhum medo. E ela teve mais tarde uma carreira bem sucedida como nadadora.

O Cristo estava vivo para Jó: “Eu sei que meu Redentor vive.” O Cristo estava vivo para Paulo, “aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus; O Cristo estava vivo para Eddy: “Jesus ajudou a reconciliar o homem com Deus, dando ao homem um conceito mais verdadeiro do Amor, o Princípio divino dos ensinamentos de Jesus, e esse conceito mais verdadeiro do Amor redime o homem da lei da matéria, do pecado e da morte, pela lei do Espírito — a lei do Amor divino.” (CeS, p.19:7.)

Não é uma celebração de Natal que vale a pena ser repetida? O Cristo que cura está presente, agora, curando e confortando?

Seção 6 - As obras declararão o Cristo, presente hoje e sempre.
(B13, João 10:24,25) “Até quando nos deixarás a mente em suspenso? Se tu és o Cristo, dize-o francamente. Respondeu-lhes Jesus: Já vo-lo disse, e não credes. As obras que eu faço em nome de meu Pai testificam a meu respeito.”

(B15, Marcos 16:15, 17, 18) “Ide pelo mundo todo e pregai o evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado. Estes sinais hão de acompanhar aqueles que creem: em meu nome, expelirão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e, se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados.”
(B16,Isaías 5:12) “Saireis com alegria e em paz sereis guiados.”
Um belo poema de Natal que nos inspira na época do Natal, é de autoria do poeta norte-americano, Henry Wadsworth Longfellow. “Ouço os sinos no dia de Natal.” Foi, evidentemente, uma árdua batalha para Longfellow encontrar a certeza, a segurança e a paz de que o Natal valia realmente a pena ser celebrado. Em 1861, ele perdera a esposa, Fanny em um trágico acidente. No Natal seguinte, Longfellow escreveu “Que inexprimivelmente triste são todas as festas.” Um ano depois do incidente, ele escreveu: “Não consigo fazer um registro desses dias. Melhor deixar envolto no silêncio. Talvez, algum dia Deus me dê a paz.” A anotação no diário de Longfellow de 25 de dezembro de 1862, diz: “Feliz Natal, dizem as crianças, mas não há mais nada para mim.” “Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu”(Salmo 42:5). Quase um ano depois, Longfellow recebeu a notícia de que seu filho mais velho, Charles, tenente do Exército do Potomac, havia sido gravemente ferido. O Natal de 1863, não contem registro algum em seu diário.  Finalmente, no dia do Natal de 1864, ele escreveu as palavras do poema:

Sinos do Natal
Ouvi os Sinos do Natal
lembrando um cântico sem igual
Que repete com mansidão palavras da eternidade
De paz na Terra aos de boa vontade.

Mais uma vez indicava o calendário,
Que a cristandade deveria em seus campanários
Repicar constante a canção em credulidade
De paz na Terra aos de boa vontade.

Em desespero, a cabeça inclinei
“Não há paz na Terra” bradei.
Pois forte é o ódio e pai da inimizade
Sem paz na Terra aos de boa vontade.”

Incansáveis badalaram mais forte ainda:
“Deus não está morto, tampouco dormita;
O erro sucumbirá à força da verdade:
De paz na Terra aos de boa vontade.”

Cantando e tocando sem cessar,
O mundo fez a noite dia virar,
Foi uma voz, um soar, um cântico de bondade,
De paz na Terra aos de boa vontade!

Eddy aceitou o chamado de seguir nosso Mestre em palavras e ações. Ela escreve (CeS 27 - 52:23), “O mais alto representante terrestre de Deus, ao falar da faculdade humana de refletir o poder divino, disse profeticamente a seus discípulos — referindo-se não apenas à época deles, mas a todos os tempos: "Aquele que crê em mim, fará também as obras que eu faço"; e "Estes sinais hão de acompanhar aqueles que creem.”

Esse chamado para celebrar o Natal em obediência ao Mestre Cristo não é para seguir seus passos e compartilhar a vinda do Cristo com todos que ouvirem? Eddy escreveu no jornal New York World, o seguinte:
“O  significado do Natal

Determinadas ocasiões, consideradas coletiva ou individualmente, e observadas adequadamente, tendem a apresentar o escopo do homem infinito; mas a simples festividade ou a falta de necessidade de dar presentes não é o que as capacidades humanas acham mais apropriado e um exercício adequado.

O Natal respeita muito o Cristo para afundar-se em meios e fins temporários. Ele representa a Alma eterna reconhecida apenas na harmonia, na beleza e generosidade da Vida eterna - na verdade que é a Vida, a Vida que cura e salva a humanidade.

Um Natal eterno tornaria a matéria o resgate de um alienígena como fenômeno e a matéria retiraria com reverência a si mesma perante a Mente. O despotismo do sentido material ou carnal escaparia perante tal realidade, para dar espaço à substância e a sombra da frivolidade e a imperfeição do sentido material desapareceriam.

Na Ciência Cristã, o Natal significa o real, o absoluto e eterno - para as coisas do Espírito e não da matéria.

A Ciência é divina; não tem parceria com os meios e fins humanos, nenhuma estação parcial. Nada condicional ou material pertence a ela. A razão e a filosofia humana podem perseguir caminhos tortuosos, o caminho do instável, o brilho do ouro, o sentido duvidoso que está aquém da substância, as coisas esperadas e a evidência não vista.

A base do Natal é a rocha, Cristo Jesus; seus frutos são inspiração e compreensão espiritual da alegria e regozijo - não devido à tradição, uso ou prazeres corpóreos, mas devido à verdade fundamental e demonstrável, devido ao céu dentro de nós.

A base do Natal é o amor, amar nossos inimigos, pagar o mal com o bem, o amor que “é sofredor, é benigno”. O verdadeiro espírito do Natal eleva a medicina à Mente; expulsa demônios, cura os doentes, desperta as faculdades adormecidas, suplica a todas as condições e satisfaz todas as necessidades do homem. Deixa a higiene, a medicina, a ética e a religião para Deus e Seu Cristo, que é o Caminho, na palavra e na ação - o Caminho, a Verdade e a Vida.

Só há um Jesus Cristo. Cristo é incorpóreo. Nem você nem o eu na carne podem ser ou são o Cristo.

Este estudo metafísico foi preparado por Rick Stewart, C.S. de Dresden, Alemanha
(+49 351 312 4736)  rickstewartcs@aol.com
[Comentários entre colchetes: Warren Huff, Diretor do Acampamento dos Cedros e Editor dos estudos metafísicos]

A tradução para o português é gentileza de Leila Kommers e Martha Samary, e leitura final por Orlando Trentini, CSB. E-mail: trencsb@gmail.com

Visite o saite  www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ª. feira. 
http://www.cedarscamps.org/metaphysical/articles/2012/12/cherish-christ-jesus-our-fondest-earthly-hopes/

 

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God is Knowable! - ...the word God is the only way I know of to describe the infinite and...
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