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Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Deus.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, December 31st, 2012

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA (LB)
Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros
Tema: “Deus”
de 31de dezembro de 2012 a 06 de janeiro de 2013

Exercite sua compreensão acerca de Deus e demonstre o Seu poder

Você acha que Deus ouve as suas orações? O Texto Áureo (TA) (Salmos 66:19) diz que sim. Essa declaração, apesar de incentivadora, também pode dar uma impressão errônea. A maneira tradicional de pensar é que o homem tem uma necessidade, e que então ora a Deus por uma solução ou ajuda, e então Deus ouve o pedido e responde...ou não. Não é assim que funciona. Na verdade, nunca estamos necessitados e nunca estamos separados de Deus. Ao reconhecermos os fatos espirituais, parece aos sentidos humanos que Deus ouviu a nossa oração e que a atendeu. Conforme Ciência e Saúde diz: “A oração não pode modificar a Ciência do ser, mas contribui para pôr-nos em harmonia com essa Ciência” (CeS 2:14-15). Em A Unidade do Bem, p. 4, Mary Baker Eddy explica: “Conseguir uma consciência temporária da lei divina é sentir, de certa forma humana finita, que Deus vem a nós, e Se compadece de nós; contudo, alcançar a compreensão de Sua presença, mediante a Ciência de Deus, destrói nosso senso de imperfeição, ou seja, de Sua ausência, e nos dá um senso mais divino de que Deus é toda consciência verdadeira; e isso nos convence de que, à medida que nos chegamos ainda mais a Ele, temos de perder para sempre nossa própria consciência do erro”. Ganhar a compreensão de “que Deus é toda a consciência verdadeira”: é sobre isso que essa LB trata. Quanto mais compreensão tivermos acerca de Deus, melhor será nossa habilidade de demonstrá-la.

Na Leitura Alternada (LA) (Salmos 107: 8-10, 14, 15, 20, 42, 43  e Jeremias 9:23, 24), o salmista escreve com a expectativa de que seus leitores serão humildes o suficiente para aprender com suas experiências difíceis. Ele enfatiza que Deus não apenas supre os homens com cortesias, mas lhes dá aquilo de que necessitam. Ele lhes dá o que é bom para eles, não apenas o que desejam. O refrão com que os homens louvam a Deus por Suas obras maravilhosas é verdadeiro em todos os tempos, e especialmente quando se enfrenta desafios difíceis. São essas horas sombrias que geralmente permitem as maiores inspirações.

Isso me lembra de uma época em que eu passei por um grande sofrimento físico, literalmente lutando pelo suspiro seguinte e para permanecer consciente. Eu também estava literalmente na escuridão, num chão frio de madeira, enquanto minha família estava lá embaixo arrumando as coisas do jantar, sem saber da minha aparente condição extrema. Eu mal podia pensar, quanto mais orar. Mas me veio o pensamento muito claro de que, apesar de eu sentir, naquele momento, como se eu não soubesse nada acerca de Deus, Ele certamente sabia tudo sobre mim, e isso me confortou. A cura final levou meses de oração, mas eu nunca vou me esquecer da paz que senti sabendo que Deus era a única Mente, e isso foi o suficiente para mim.

Naquela hora, abandonei qualquer noção preconcebida de sabedoria humana. Percebi que nenhum atributo ou vantagem humana tinha qualquer utilidade. Vi que apenas a compreensão de Deus tem valor. Precisamos de demonstração prática que seja compatível com a teoria. Essa semana, ao explorarmos como a compreensão acerca de Deus traz cura às nossas vidas, façamos um esforço para aplicar as verdades que estão em cada uma das seções.

Seção 1: A Unidade de Deus é Totalidade (exercite a Onipresença)
O versículo que abre a seção (B1) é conhecido como Shemá. É uma expressão enfática da unidade de Deus. O teólogo Albert Barnes escreve: “Esse texto momentoso contém muito mais do que uma mera declaração da unidade de Deus contra o politeísmo; ou da autoridade única da revelação que Ele fez a Israel contra outras supostas manifestações de Sua vontade e de Seus atributos. O texto afirma que o Senhor Deus de Israel é absolutamente Deus, e não há outro. Ele, e apenas Ele, é Jeová (Yahweh) o absoluto, o Deus sem antecessores...”

Quando passamos por períodos de necessidade extrema ou de angústia extrema, pode parecer ou que Deus nos abandonou ou que existem forças aparentes que trabalham em oposição a Ele. Mas a própria essência de Deus é Sua suprema singularidade e totalidade. Num sentido humano, é difícil imaginar um ser capaz de estar em todos os lugares ao mesmo tempo. A avó da minha mulher costumava se lamentar: “Deus está muito ocupado para ter tempo para a pobre e velha ‘euzinha’. Ele tem de se preocupar com todas aquelas pessoas lá da China”. Como isso está longe de ser verdadeiro! Deus nunca está ocupado demais para ninguém, e nunca estamos longe ou separados de Seus cuidados porque Deus é tudo o que há; e nós estamos nEle. Ele preenche todo o espaço (B2, B3). Isaías nos lembra de que, mesmo quando não estamos pensando, Deus está presente e sempre estará nos fortalecendo, guardando e guiando (B4). Como Deus é UM, não há “nenhum outro”. Esse é um fator chave a considerar. Não precisamos temer nenhuma circunstância porque Deus é a única presença que existe. Sempre estamos completamente cuidados e a salvo. A carta de Paulo aos Romanos (B5) desenvolve o tema: “por meio dele, e para ele são todas as coisas...” ou seja, Deus é nossa Fonte, nossa Causa contínua, e nosso Destino final. Nós viemos dEle, agimos nEle e permanecemos nEle.
O Livro texto da CC declara que nada menos que a totalidade pode expressar Deus (CeS 1). Mas aqui, é preciso ter cuidado. Alguns podem assumir que essa declaração significa que Deus é tudo, como por exemplo a natureza e a totalidade do universo. Isso é panteísmo. Há uma distinção que deve ser feita na Ciência Cristã. Deus é tudo, mas tudo o que aparece aos sentidos não é Deus. Deus é incorpóreo, divino, supremo, Mente, Espírito, Alma, Princípio, Vida, Verdade e Amor infinitos (CeS 2). A maioria dos leitores reconhecerá esses sete sinônimos para Deus. O único lugar por onde começarmos nossa compreensão acerca da realidade e do ser verdadeiro é captar que Deus é o Princípio de tudo o que existe (CeS 3). Observe atentamente a passagem da página 275: 10-27. Essa declaração fala por si mesma, muito claramente, entãod eleite-se com o enorme significado de cada frase. Absorver e compreender verdadeiramente esses conceitos mudará completamente sua visão da vida. Quando começamos a fazer isso, não precisamos nem nos preocupar em debater a questão, e não teremos mais nada a fazer, a não ser nos alegrar (CeS 4).

Seção 2: Deus é todo o bem
De um modo geral parece bastante claro que se considera Deus supremamente bom. Porém, há argumentos filosóficos que desafiam o bem Onipotente na base de que o “bem” só pode ser compreendido quando relacionado com o “mal”. Em outras palavras, o “bem” é inerentemente medido em comparação àquelas coisas que não são “boas”. Mas é aqui que encontramos a distinção entre a razão humana e a realidade divina. A compreensão espiritual da declaração de que Deus é o bem, quando levada à sua conclusão lógica, tem de conduzir a uma consistência da bondade em que tudo procede de Deus.

O salmista declara: “O SENHOR é bom para todos, e as suas ternas misericórdias permeiam todas as suas obras” (B6). Nas palavras de Adam Clarke: “Não há uma só alma do inferno que não esteja continuamente sob Seus mais misericordiosos cuidados...O âmago de Sua compaixão está sobre todas as Suas obras”. Apesar de podermos compreender e gostar de seu ponto de vista, Clarke ainda não vai a fundo o suficiente na metafísica. O salmista dá a dica, ao declarar que Deus não se compraz na iniquidade, e “contigo não subsiste o mal” (B7), mas é o apostolo Tiago que acerta em cheio: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança” (B8). Em Deus não há sequer a possibilidade de uma “alma do inferno” conforme Clarke sugere. Deus é completa, inequivocamente e absolutamente, bom. Não há oposto com o qual se possa medir o bem. Tudo é só bom. Conforme o livro de Gênesis declara: “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom” (B9).

Eddy seguiu corajosamente essa linha de raciocínio até a conclusão, bem diante do dilema escolástico e filosófico de tentar explicar de onde é que o mal surgiu se Deus é todo o bem. Ela mostra que Deus é simplesmente definido como “o bem”, e que em muitas línguas também é sinônimo de “bem” (CeS 5). Apesar das aparências humanas, Eddy se atém à lógica divina de que se o bem está sempre presente, o bem não deve estar nunca ausente (CeS 6). Ela sustenta sua posição desmantelando o argumento humano de que o mal é tão natural quanto o bem. Eddy pergunta: “Por que devemos aceitar o mal e duvidar do bem? Por que não fazer o contrário? Aceitar o bem e duvidar do mal? (CeS 7). Ela afirma claramente que é nossa ignorância acerca de Deus que produz a discórdia, em primeiro lugar. A solução simples é que “compreendê-Lo corretamente restaura a harmonia” (CeS 8).

Então, pergunte a si mesmo: “quanto me falta para “compreendê-Lo corretamente”? Você sente que existe uma possibilidade de que o mal, de alguma forma, consiga chegar até a realidade? Ou você acha que ocasionalmente Deus age mais como um humano do que como Princípio divino, e aplica um castigo justo àqueles que cometem o mal? Se é assim, não estamos compreendendo a Deus como Ele realmente é. Dê o primeiro passo e siga todo o caminho, seguindo o bem onipotente até a sua conclusão lógica. Mais uma vez, a sua visão mudará completamente.

Seção 3: Deus é o único poder (exercite a Onipotência)
Apesar de Deus ser o bem onipotente e onipresente, a experiência humana sugere o oposto. Nós parecemos nos deparar seguidamente com desafios que tentam afirmar que existem outros poderes além de Deus atuando na nossa vida. Esses assim chamados poderes parecem ameaçar e fazer oposição não apenas ao poder de Deus, mas à nossa habilidade de nos voltarmos a Ele em momentos de necessidade. Para o salmista, o homem está constantemente envolvido pela proteção de Deus. O autor dos Salmos se volta a Deus com confiança em busca de força, coragem e segurança (B10). Na história de Daniel na cova dos leões (B11) há diversas forças atuando e clamando para usurpar o poder de Deus e o direito que o homem tem de utilizar esse poder.

Na sua própria área de influência, Daniel tinha uma boa parcela de poder, mas aqueles que estavam abaixo dele tinham ciúmes e elaboraram um plano para pegá-lo por descumprir a lei, forçando assim o rei a eliminar Daniel. Eles começaram fazendo lisonjas ao rei e apelando para sua vaidade, propondo um decreto pelo qual quem fosse encontrado orando ou fazendo petições a qualquer outro que não fosse o rei, por trinta dias, deveria ser jogado na cova dos leões. Conforme narra o desenrolar da história, o rei não pensou muito profundamente a respeito desse decreto, e aprovou a lei. Como seus inimigos haviam planejado, Daniel não respeitou a proibição.

O efeito dessa lei foi privar os homens do conforto e da liberdade de se voltarem ao seu Deus. Você pode imaginar como seria se fôssemos proibidos de orar por um mês? Estranhamente, há milhões de pessoas hoje em dia que oram muito mais raramente do que isso. Mas para aqueles que estão acostumados a se voltarem a Deus, até mesmo um dia sem orar parece impensável. Você ignoraria uma lei que proibisse a oração? Tenho certeza que sim. Quando eu era criança, eu me lembro do medo de que a União Soviética atacasse os Estados Unidos, e da preocupação que houve de que, se os invasores chegassem, nossa liberdade religiosa estaria seriamente ameaçada. De fato, há aqueles que sentem, hoje em dia, que a atual legislação de saúde nos Estados Unidos é também uma tentativa disfarçada de desencorajar a cura espiritual por ordenar seguros de saúde que cobrem apenas tratamentos médicos. Esquecendo os motivos daqueles que são contra ou a favor das leis de saúde atuais, não há dúvidas de que a mente mortal está sempre encontrando maneiras de nos desencorajar a curar e de nos voltarmos a Deus.

Daniel orou apesar do decreto do rei, e parecia que o poder da “lei” prevaleceria. Mas as orações de Daniel não eram uma ameaça para o rei. Daniel era inocente, e o poder de Deus fechou a boca dos leões. Nós também não precisamos temer qualquer lei ou legislação injusta que pareça restringir nosso direito de orar porque nenhuma lei humana pode substituir ou suplantar o poder de Deus.

Nosso livro texto nos assegura que “Na Ciência não podes ter poder algum oposto a Deus” (CeS 9). Não importa que forma o mal assuma para abreviar nossa liberdade de orar ou para desafiar a eficácia das nossas orações, nós podemos ter coragem porque o mal não tem poder, e o bem é o único poder. Assim como Daniel, a Ciência, e aqueles que a praticam, não fazem “caso da baioneta em riste” e marcham para a vitória (CeS 10). A crença mortal nunca concorda conosco, porque apenas o sentido espiritual pode compreender a relação de Deus com o homem (CeS 11). Se parecemos estar algemados ou aprisionados pela doença ou pelo pecado, ou sob o controle de aparentes forças opostas a Deus, podemos descansar seguros de que o poder de Deus pode e vai nos libertar (CeS 12). Todas as histórias bíblicas de proteção memorável sob circunstâncias extremas servem como exemplos para fortalecer nossa determinação e nos dar coragem de avançar na nossa jornada espiritual (CeS 13). Esses contos fabulosos de salvação ainda estão sendo reescritos hoje em dia na vida de pessoas como você e eu, quando nós, sem medo, deixamos nossas janelas abertas e oramos ao nosso Pai-Mãe Deus onipotente, e nada pode nos acontecer!

Seção 4: Autoridade do Cristo
“Poder” é a habilidade de fazer algo; “autoridade” é o direito adquirido, conferido ou herdado de exercer esse poder. Daniel não desistiria de seu momento de oração, nem Jesus. Como anteriormente mencionado, muitas pessoas passam bastante tempo sem orar. Mesmo em nossa igreja, a congregação parece ficar impaciente quando a oração silenciosa é longa. Porém, o Mestre, Cristo Jesus, com frequência passava uma noite inteira em oração. Podemos deduzir que essa oração focada deu a ele grande confiança no poder de cura de Deus. Nesse estado elevado, ele estava pronto e autorizado a demonstrar o poder divino de cura. Depois da noite em oração, ele curou multidões que buscavam ajuda dele (B14).

Ciência e Saúde confirma que a autoridade de Jesus para curar vinha diretamente de Deus (CeS 14). Jesus ensinou as verdades que hoje são familiares aos Cientistas Cristãos - um Deus e um homem à imagem e semelhança de Deus (CeS 15). Da mesma forma que Daniel não deu atenção à lei que buscou restringir sua liberdade de orar, Jesus exerceu a lei de Deus para superar todas as leis materiais da saúde (CeS 16). Como observado acima, os Cientistas Cristãos ficam geralmente muito preocupados se o direito deles de orar da maneira como escolheram parece ameaçado. Acaso nós tomamos uma posição assim tão forte contra as leis materiais em geral? Fazemos oposição às crenças que insistem que o homem “adoece e se torna inútil, sofre e morre” (CeS 16). Se não fazemos isso, por quê não o fazemods? Analisando do ponto de vista do Deus perfeito e homem perfeito, podemos logicamente concluir que é impossível que o homem adoeça. Se a doença fosse real, ou verdadeira, seria impossível mudá-la (CeS 17). O raciocínio de que o homem é espiritual e perfeito é o produto do Cristo agindo na consciência. Cristo pode ser usado como um termo para Verdade, assim como para o homem real na imagem e Semelhança de Deus. Cristo nos mostra quem realmente somos e nos autoriza a exercer nosso domínio dado por Deus (CeS 18). A única maneira de ficarmos totalmente conscientes de nossa autoridade cristã é através da “oração, vigilância e trabalho”  (CeS 19) sinceros e consagrados.   O ingrediente final é a “imolação de si próprio”. Isso significa auto-sacrifício. Essa é a chave, porque o poder de curar não é pessoal. Até mesmo Jesus disse “o Filho nada pode fazer de si mesmo...” (João 5:19).   Exercitar o poder de cura de Deus é entregar todo o sentido pessoal e permitir que nossa verdadeira individualidade, nossa natureza cristã, governe. Entregar-se ao Cristo é entregar-se aos fatos espirituais da criação e essa é a autoridade da cura em ação.

Seção 5: Compreendendo que a fé é mais forte do que a crença (Exercitar a onisciência).
De acordo com Marcos, foi depois de outra experiência profundamente espiritual - a transfiguração - que Jesus participou de uma cena em que seus discípulos eram envolvidos em um debate com os escribas. Aparentemente, os discípulos falharam em curar uma pessoa com necessidades e estavam sendo desafiados por isso. A pessoa com necessidades era um jovem com “espírito mudo” (B16). O pai dele estava muito angustiado com essa condição crônica e até mesmo mais ansioso porque os discípulos não conseguiram curá-lo. O pai explica a situação a Jesus e roga por compaixão. A compaixão por aquele com necessidades era uma qualidade que Jesus tinha em abundância. Ele responde que “Tudo é possível ao que crê”. Ao que o pai exclama: “Eu creio! Ajuda-me na minha falta de fé!” Jesus cura o garoto e, em seguida, os discípulos questionam por que eles não conseguiram curar o menino. Jesus diz a eles que a cura só pode ser obtida através de “oração [e jejum]”. A instrução é contínua em Mateus (B17) onde Jesus nos ensina a entrar em nosso quarto e orar em secreto. Em outras palavras, quem ora precisa fechar qualquer entrada aos sentidos e voltar-se com toda a confiança a Deus.

Todos nós, em um momento ou outro, tivemos situações onde oramos, mas não tivemos os resultados que gostaríamos. Os discípulos tinham boas intenções, mas aparentemente não conseguiam elevar-se acima da figura humana perante eles. Talvez tenham ficado mesmerizados pela figura humana. Possivelmente, também estariam constrangidos com a natureza pública da solicitação de ajuda. De qualquer forma, estavam além da compreensão de si próprios. O pai do garoto também estava realmente deprimido com a situação. Queria acreditar, mas sentia que não tinha a fé necessária. Jesus não estava preocupado com nada disso. Ele exerceu o domínio e a autoridade de cura com confiança total.

Como podemos fazer isso? M.B.Eddy abre o primeiro capítulo do CeS com a resposta: “A oração que reforma o pecador e cura o doente é uma fé absoluta em que tudo é possível a Deus — uma compreensão espiritual acerca dEle, um amor abnegado” (CeS 20). Essa fé absoluta só pode surgir quando passamos nosso “tempo no quarto” e realmente comungamos com Deus e O compreendermos. Isso vai além da fé. A fé é mais forte do que a crença. É uma total confiança e segurança em um Princípio compreendido baseado em uma clara compreensão de Deus. No artigo “Princípio e Prática”, Eddy enumera os perigos de confiar em uma crença sem compreensão. Eu recomendo que você dê uma olha nele se ainda não o conhece. A cura da Ciência Cristã não é mera crença. Eddy esperava que fôssemos capazes de nos elevar acima das dúvidas e medos que acompanham a simples crença, como Jesus fez, e responder aos desafios com poder e cura (CeS 21). A crença cega não é o suficiente para curar, nem é a compreensão humana o suficiente para fazer o trabalho. As orações de Jesus são descritas como “profundos e conscienciosos protestos da Verdade” (CeS 22). “Conscienciosos” significa “governado por um respeito rígido que dita a consciência ou pelas conhecidas... regras do certo e do errado” (Student's Reference Dictionary). Isso significa que temos uma compreensão ativa do que é real e do que não é. Essa atitude é descrita na citação CeS 24: Nós nos “apegamos à verdade do ser...” e mantemos “uma percepção clara”. Encontramos esse ponto de vista em nosso “quarto” (CeS 23). Às vezes é preciso algum esforço para chegarmos a esse ponto de suprema confiança. É, então, que usamos os argumentos - negações do erro e afirmações correspondentes da verdade - mas precisamos lembrar que as negações e afirmações não são o tratamento. Como diz CeS, eles são “apenas auxiliares humanos para ajudar” a colocar nossos pensamentos em linha com a realidade das coisas (CeS 25). Quando vemos a realidade - esse é o tratamento.

Seção 6: Dê glória a Deus
Como temos dito, o poder de cura não é o resultado do processo humano ou de uma habilidade pessoal. Sim, e precisamos compreender isso, mas é a Verdade que cura e Deus é o sanador. Assim, damos todo o poder, glória e graças a Deus (B18, 20). Então, Deus ouve nossa oração? Poderíamos dizer, “sim”. Mas seria mais correto dizer que é nossa compreensão de Deus e nossa sintonia com a supremacia absoluta dEle é que traz a figura humana alinhada com a realidade espiritual. Tem mais a ver com compreendermos Deus do que com Ele nos ouvir. Ele responde às nossas necessidades antes mesmo de pedirmos, o que é a mesma coisa que dizer que não há necessidades quando compreendemos Deus.

A Ciência Cristã guia o caminho quando se relaciona a dar glória a Deus (CeS 26). É como curamos. Muitos outros sistemas honram Deus, mas somente a Ciência Cristã rejeita toda a lei humana, médica e material e essa total obediência e confiança apenas em Deus demonstra o Seu poder de cura  (CeS 27). A Descobridora da Ciência Cristã percebeu que a teologia tradicional não era suficiente para curá-la, mas que o sentido espiritual das coisas - obedecer somente a Deus, reconhecer o bem como supremo, exercer autoridade e poder para curar - era um socorro eficaz sempre presente (CeS 28). Parafraseando o argumento lógico de Eddy, novamente: se Deus está em todo lugar e tem todo o poder, o mal não está em lugar algum e nem tem poder (CeS 29). Somente a Ciência Cristã permite que a relação do homem com Deus e o poder de cura de Deus sejam uma possibilidade presente. A última afirmação na LB dessa semana (CeS 30) é uma ótima culminação de qualquer tratamento.  “A profundidade, a largura, a altura, o poder, a majestade e a glória do Amor infinito enchem todo o espaço. Isso é o bastante!"

Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S. Glen Ellyn, Illinois, USA craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683

[Comentários entre colchetes: Warren Huff, Diretor do Acampamento dos Cedros e Editor dos estudos metafísicos]

A tradução para o português é gentileza de Leila Kommers e Martha Samary, e leitura final por Orlando Trentini, CSB. E-mail: trencsb@gmail.com

Visite o saite  www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ª. feira. 
http://www.cedarscamps.org/metaphysical/articles/2012/12/

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