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Canta louvores por tua libertação graças a Misericórdia de Deus. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O castigo eterno.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, October 27th, 2014

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Canta louvores por tua libertação graças a Misericórdia de Deus

Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros
Uma ajuda para o estudo da Lição Bíblica

Tema: O CASTIGO ETERNO
De 27 de outubro a 02 de novembro de 2014

Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB; MSG – Bíblia A Mensagem
Você já pensou sobre o inferno? Provavelmente não. Nos dias atuais, mesmo havendo uma grande variedade de filmes e livros a respeito de demônios e do diabo, a maioria das pessoas imagina que não existe um lugar abaixo da superfície terrestre onde os pecadores sejam condenados ao fogo eterno. Mas por muitos séculos, a teologia escolástica cristã ensinava exatamente isso, sendo que usava a ameaça do inferno para manter os adeptos alinhados com as leis da igreja. A maioria das imagens que fazemos sobre o demônio e o inferno têm sua origem nas obras O Inferno, de Dante, e O Paraíso Perdido, de Milton, e são todas fictícias. O inferno não é um lugar real, ele não existe, não há um lugar para onde os pecadores vão após a morte. Deus não fez um inferno, por isso não temos de ter medo dele.
De acordo com Mary Baker Eddy, uma pesquisadora da Bíblia que escreveu o best-seller Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, o inferno é um estado de crença na qual o indivíduo se sente totalmente separado de Deus. É muitas vezes um estado de sofrimento autoimposto devido ao pecado ou o estado de separação de Deus que alguém pode sentir enquanto convive/aceita o mal/pecado. Pode também descrever um anseio desesperado que alguém sente em meio ao sofrimento por doença. Esta visão de inferno, sendo um estado do pensamento e não uma localidade poderia parecer um tanto real para nós em nossa experiência humana. A maioria das pessoas que estuda esta Lição Bíblica tem uma vida razoavelmente confortável e baixa tolerância para desconfortos de qualquer natureza, de modo que, a menos que esteja lutando com algum desafio, não dá muita atenção para o que pode vir a acontecer após a morte.

Texto Áureo: Salmo 86:12,13 – “Dar-te-ei graças, Senhor, Deus meu, de todo o coração, e glorificarei para sempre o teu nome. Pois me livraste a alma do mais profundo inferno”.
Os estudiosos bíblicos, desde há muito, viram na Bíblia intensas e profundas conexões nas lutas com a condição humana. No Salmo 86, David agradece por sua libertação e diz: “eu te louvarei de todo o meu coração e anunciarei a tua grandeza para sempre” (NTLH).
Você está desesperado? Está lutando com algum pecado mais sério ou algum de menor seriedade? Por acaso você sente que seu sofrimento físico, seu insucesso financeiro, um relacionamento rompido, seja um castigo por algo que você tenha pensado ou feito? Ou tem a impressão de ser vítima do pecado, inveja, cobiça, ciúme, injustiça, por parte de alguma pessoa? Caso imagine estar em águas profundas, esta Lição traz luz para você.

Leitura Alternada: Lamentações 3:22,23,26,31,33,39-41,55,57,58.
A mensagem neste Salmo nos assegura que, em vez de Deus ficar nos vigiando e punindo, Sua grande misericórdia nos livra do pecado e seus efeitos: “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim” (Salmo 3:22).
Se fizemos algo errado ou estamos mergulhados/enrolados no mal fazendo algo que não devíamos fazer, talvez nos sintamos separados daquele cuidado amoroso do Pai divino; mas por mais escura que seja a noite cada manhã traz novas oportunidades para redenção e salvação. MBEddy escreve: “O amanhã começa hoje, e está um dia além, e veste o futuro com as cores do arco-íris” (Misc. 339:7).
Deus não nos aflige, nem cria obstáculos em nosso caminho rumo a Ele. Mas se consentimos em pecar, não nos queixemos se encontrarmos dificuldades. O sofrimento é o resultado normal do pecado, e muitas vezes nos força a buscar por algo melhor, mais puro ou ético. O profeta Jeremias insiste em que invoquemos o Senhor e “levantemos o coração, juntamente com as mãos, para Deus nos céus”. Jeremias sentiu que Deus o salvara da “mais profunda cova”. Este tema é repetido algumas vezes nesta LB ao mostrar o poder do Amor para nos redimir, por mais dolorosa ou penosa que seja a condição. Ninguém está fora do alcance das misericórdias do querido Pai-Mãe, Deus, sempre presente.
Por pior que fosse a condição de Jeremias ele sabia que Deus o havia salvado antes, e confiava que Deus o salvaria novamente. Quando as coisas parecem ser as piores, não deixemos o mentiroso [o diabo] nos induzir a abandonar o caminho que mais convém seguir. É fácil estarmos alegres e felizes quando estamos indo encosta abaixo e o vento nos é favorável. Mas quando as coisas ficam difíceis, pois temos de ir para o alto e enfrentar o vento de frente, é quando temos a oportunidade de mostrar nosso valor, nossa coragem e perseverança. Não importa o que fazemos ou se estamos lutando entre a tentação e a santidade; podemos ter a certeza de que Deus está sempre por perto e pronto para nos apoiar e salvar. Sua misericórdia dura para sempre.

Seção 1: Misericórdia Eterna
A Bíblia nos ensina que Deus é bom e Sua bondade é mostrada na Sua misericórdia e verdade, tanto que dura para sempre (B1). Tão mutável quanto a humanidade parece ser, Deus é cem por cento consistente em todas as situações, e por todo o tempo. Como Deus poderia ser nada menos do que bom? A maioria das pessoas tende a pensar em Deus como se estivesse observando e julgando, assim como os homens fazem. Mas Deus não é influenciado por qualquer circunstância humana, porque ele não vê a cena humana, nem sabe nada sobre isso (B2). A lei de Deus é automática. Ela apoia e auxilia a todos em suas necessidades. Sua lei é tão distante da nossa maneira de fazer as coisas quanto os céus são da terra, portanto, Deus separa o homem do pecado.
É comum nos Salmos, o autor recordar momentos de grave angústia. Ele está preso como um animal coberto por uma rede e instintivamente clama a Deus por ajuda (B3). O salmista também usa a imagem de estar emaranhado em algas sob a água. Não importa se nos emaranhamos nessas algas de propósito, através de um comportamento imprudente; ou se nós acidentalmente mergulhamos onde não deveríamos, o resultado é o mesmo: ­Deus nos tira do emaranhado, o Pai divino cuida de nós. A teologia tradicional muitas vezes aponta para o Salmo 139 (B4) como evidência de que Deus está ciente de tudo o que estamos fazendo. Isto serve para manter as pessoas “na linha”, porque uma vez que Deus está observando, não se pode fugir/esconder os fatos irregulares. Mas isso me parece como a história do Papai Noel. O fato é que Deus sabe exatamente o que somos, e nós somos a Sua ideia sem pecado. Deus só pode nos indicar o caminho que Ele nos traçou. Sempre que lembramos o que somos, estamos nEle, sãos e salvos. O desejo de buscar Deus e nos conhecer realmente é o nosso compromisso com Deus de que vamos examinar a nós mesmos, e buscar nEle a ajuda para alinhar todos os nossos pensamentos e atos conforme Seu conhecimento de nossa perfeição.
MBEddy argumenta de forma clara e lógica que Deus nunca poderia se comportar como os humanos (CS1). Ele não faria experimentos em nós nem nos testaria como se imaginava que os deuses da mitologia grega e romana faziam. Eddy aponta o fato óbvio de que o bem e o mal não cooperam de nenhuma maneira e, portanto, Deus sendo bom nunca criou algo mau (CS2). Ela também adverte que só porque o pecado é irreal e não feito por Deus não significa que possa ser tolerado e cultivado sem consequências. "O erro se exclui por si mesmo da harmonia. O pecado é seu próprio castigo "(CS3).
Aqui é onde somos chamados a viver de maneira coerente com a teologia exposta em CeS. Temos de reconhecer que, apesar de Deus não ver o pecado e mesmo que o pecado na realidade espiritual das coisas seja irreal, aqueles que se entregam ao pecado ainda sofrerão por suas atividades equivocadas (CS4). Vimos anteriormente o ponto de vista de Eddy sobre inferno e a definição completa está em CeS, p.588:1: “Inferno. Crença mortal; erro; luxúria; remorso; ódio; vingança; pecado; doença; morte; sofrimento e autodestruição; angústia autoimposta; os efeitos do pecado; aquilo que pratica abominação e mentira.”
Viver em pecado é viver no inferno. Mas Deus não fez o inferno nem Ele nos envia para lá. O pecado traz "agonia autoimposta". Essa é uma distinção importante entre a Ciência Cristã e a teologia cristã tradicional. Na CC o homem não “nasce pecador”, mas tem que provar isso. Se pecarmos, o pecado ainda será punido, não porque Deus o vê, mas porque se pecamos é porque acreditamos que estamos separados de Deus, e se pensarmos que estamos separados de Deus, estaremos em perigo.
Felizmente não estamos condenados a ser pecadores, nem a sofrer. Uma vez que Deus não fez o pecado, podemos optar por viver em retidão e quanto mais o fizermos, mais celestial é a nossa vida, e a crença do pecado finalmente desaparecerá (CS6).

Seção 2: Não precisamos sofrer pelos pecados dos outros
Os noticiários recentes estão repletos de histórias de violência contra as mulheres. Atletas profissionais têm sido acusados de abusar de suas namoradas e esposas; organizações criminosas internacionais têm sido perseguidas e expostas por fazerem tráfico de seres humanos para o comércio do sexo e, de acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças, uma em cada cinco mulheres sofreram estupro em algum momento de sua vida. Homens também sofrem abusos, mas a uma taxa muito mais baixa. Estas atrocidades ocorreram e foram relatadas na Bíblia também. Esta semana temos a história de Amnon estuprar sua irmã Tamar (B6). Vários comentaristas veem este incidente como resultado, em parte, do pecado de Davi contra Urias e Bate-Seba. O profeta Natã, previu que o mal seria levantado a Davi de dentro de sua própria casa.
A maldade de Amnon foi agravada pelo fato de que uma vez que ele se entregou à sua luxúria brutal, sua crueldade foi multiplicada por se voltar contra Tamar com ódio, e causando um escândalo público, expondo-a à humilhação e desprezo. É difícil imaginar a profunda tristeza e vergonha que ela deve ter sentido depois de tal abuso. As vítimas muitas vezes tendem a culpar a si mesmas, tal como Tamar “cobrir-se de cinzas”. Mas para aqueles que foram vítimas de abuso ou violência, há esperança porque não são culpados e não estão condenados a sofrer pelos pecados de outros. O profeta escreve: “[…] ainda que eu tenha caído, levantar-me-ei; se morar nas trevas, o Senhor será a minha luz"(B7). Mesmo que pareça que o mundo inteiro está contra nós, as Escrituras prometem que Deus trará o inimigo à completa ruína (B9). Como Jó, podemos manter nossa inocência, apesar de toda opinião humana. “O Espírito de Deus me fez e o sopro do Todo-Poderoso me dá vida.  Estou limpo, sem transgressão; puro sou.”    (B10).
Eddy assegura que Deus é um socorro bem presente sempre que estivermos em apuros (CS7), com estas palavras de encorajamento: "O mal não é supremo; o bem não é impotente” (CS8); e "O perverso não domina seu próximo que se comporta com retidão […] o êxito no erro é derrota na Verdade” (CS9). Isso não é reconfortante? Apenas contemplar esses fatos nos ajuda a sair da autocondenação, vergonha e culpa. Muitas vezes parece que o mal está em vantagem e que pessoas inocentes são impotentes para detê-lo. Mas "O certo é bom, pois Deus é Deus; E há de triunfar” (Hino 86). Sim a bondade irá anular e eliminar todo o mal, mas não do ponto de vista de vingança. Mas do ponto de vista da justiça divina. É certo que o mal não fica impune. Eddy tem certeza do reinado justo de Deus sobre tudo o que existe. Nem todas as consequências de más ações, nem as recompensas completas para a bondade são recebidas em nossa experiência presente (CS11). Estas verdades nos ajudam a passar pelos momentos difíceis nos trazendo uma sensação de paz (CS12). Ciência e Saúde promete: “A Verdade eterna destrói o que os mortais parecem ter aprendido do erro, e a existência real do homem, como filho de Deus, vem à luz”(CS13).

Seção 3: Vigie seu Pensamento
Depende de nós mesmos provarmos nossa natureza pura e sem pecado, ao nos arrependermos do pecado, e vivermos uma vida correta (B11). O viver correto começa com o pensar correto. O Sermão do Monte nos ensina como fazer isso. Cristo Jesus veio para cumprir a lei, nos ensinar a vigiar não somente nosso comportamento, mas a maneira como pensamos, e para assimilarmos o espírito da lei divina em nosso coração (B12). A única maneira de reconhecer e apreender totalmente o reino do céu é fazer a limpeza da neblina densa do pecado que deve ser removida de nossa vida.
As pessoas que tentam ser boas, geralmente são difamadas e deturpadas. Podemos pensar que seria compreensível e até mesmo desculpável, se inocentes vítimas de abusos desejassem vingança, de algum tipo, contra seus perseguidores. Mas Jesus nos ensina a amar os nossos inimigos. Ele esperava consistência em todas as circunstâncias e condições. Nós podemos racionalmente esperar que o reino do céu seja livre de perpetradores e, portanto, livre de vítimas também. Assim, neste reino não há necessidade de vingança ou retaliação. Tentar viver dessa maneira antes de alcançar o reino do céu pode parecer difícil de conseguir. No entanto, quando Jesus nos pede para sermos perfeitos como o Pai no céu é perfeito, ele não está pedindo o impossível, nem está ele nos pedindo para sermos perfeitos humanos. A perfeição – viver sem pecado – é nossa meta.
Apesar do fato de que as pessoas podem ser cruéis, Jesus nos admoesta a não temer a destruição potencial do nosso corpo e, ao invés disso, nos preocuparmos com a segurança de nossa alma (B13), porque não há nada que alguém possa nos causar/fazer, que tenha o poder de afetar nosso verdadeiro ser ou existência. Mas o pecado procura obscurecer a visão de quem realmente somos e fechar a porta ao céu. “Temei [...] aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo”, falou Jesus. [...] Esse mandamento foi uma advertência para estar em guarda, [...] contra o pecado. [...] O pecado faz seu próprio inferno, e a bondade, seu próprio céu” (CS14). Eddy destaca o ponto de que Deus não cria o inferno, o pecado o cria. Ela também gostava de observar que Jesus dava valor à qualidade de nosso pensamento. Precisamos vigiar nossos pensamentos, e evitar contemplar o mal (CS15). Todo o mal, se alimentado ou tolerado, levará à vergonha, sofrimento e punição (CS16).
Exploramos essas ideias antes e agora deveríamos estar familiarizados com elas. Tradicionalmente, os ministros religiosos, esforçavam-se para mostrar àqueles que os ouviam a terrível astúcia e engano do [diabo] o  mal. Isso teve o feito de fazer com que o mal parecesse muito real e pessoal; e na proporção em que o mal se tornou personificado, as pessoas conceberam imagens de um demônio inteligente, oposto ao Deus onipotente. Eddy nos ensina a estarmos cientes das imposições do mal e a expor e a denunciar as mesmas; mas não devemos dar inteligência, realidade ou poder ao pecado, como capaz de fazer alguma coisa (CS17). Novamente, isso não significa que estamos livres e podemos pecar, sem consequências. Isso significa que o único poder que o pecado tem, é o poder que damos a ele. O pecado não é um poder inteligente em si mesmo, ou de si mesmo.
Outro ponto chave é que a Ciência Cristã separa o pecado do assim chamado pecador. O pecado é, sem dúvida, condenado à destruição, mas a pessoa é salva. Sua alma nunca está perdida (CS18). CeS  declara: “Se o pecado faz pecadores, somente a Verdade e o Amor podem desfazê-los” (CS19).
Vocês veem como tirar as garras da besta? O homem de Deus não é um pecador. O “homem perfeito” está focalizado em ser governado por Deus. Portanto o homem real, governado por Deus, é sem pecado e eterno (CS20).

Seção 4: A doença é uma punição?
Muitos sofredores podem se identificar com esta pergunta: “Por que minha dor não passa?” (B14) Assim pode parecer que o pecado nos coloca nas profundezas, algumas vezes, pode parecer o mesmo com a doença (B15). Mas, em ambos os casos, Deus está sempre presente para nos salvar (B16). A teologia cristã tradicional sempre supõe que nosso sofrimento é a maneira pela qual Deus está nos punindo. Até mesmo os filósofos orientais aceitam a ideia de carma, que basicamente é a crença de que nosso futuro é determinado pelas ações do passado. Independente da causa de nossos problemas físicos, as Escrituras nos prometem que não ficaremos abandonados no inferno, “nem permitirás que o teu Santo veja a corrupção”; a versão NTLH tem esta versão: “não deixarás que eu desça ao mundo dos mortos” (Salmo 16:10). Os estudiosos da Bíblia presumem que essa passagem se refere à corrupção/desintegração do corpo na sepultura, e especificamente às profecias de Jesus de vencer o túmulo devido à sua natureza pura e isenta de pecados. Mas, podemos aplicar essas palavras confortantes a qualquer situação que parecer nos colocar na “maior das profundezas”.
A mulher encurvada com o espírito de enfermidade por 18 anos pode muito bem ter sentido que ela se achava em uma situação de desesperança e que nunca mais seria capaz de recuperar sua saúde e se erguer (B17). Mas Jesus não começou por procurar no passado dela, para descobrir o que havia causado a enfermidade; ele de imediato a curou. Para Jesus não havia passado, nem causa legítima para o pecado ou a doença. Ele não viu a vida humana definida pelo que fizemos no passado; ao contrário, ele viu nossa experiência como determinada pelo que somos como filhos de Deus.
Tanto a doença como o pecado são curados pelo mesmo processo (CS21). MBEddy nos anima para governar o corpo por meio da “compreensão mais elevada de que a Mente divina cria a perfeição”. Aqui, novamente, temos a ideia da perfeição como nosso objetivo. “Esse processo de compreensão espiritual mais elevada melhora o gênero humano até o erro desaparecer, sem nada sobrar que mereça perecer ou ser punido” (CS22). Essa compreensão mais elevada não é manipular uma condição humana; mas tirar-nos  completamente do paradigma humano. Eddy nos diz que é “absurdo” pensar que podemos destruir alguma coisa que Deus tenha planejado ou criado (CS23). Se Deus estivesse nos punindo por pecados cometidos ao ficarmos doentes, nós nunca poderíamos reverter essa condição. Atentem para o fato de que é o pecado que nos prende às doenças do corpo, não Deus.
Deus nos liberta das doenças. Todas as doenças são falsas, e é somente a mente mortal que inventa nomes para doenças e tenta nos fazer pensar que uma é pior ou mais difícil de curar do que outra (CS24). Se a doença é aguda ou crônica, ela continua sendo uma mentira sem história ou causa e, portanto, irreal. Saber que Deus nunca pune nada, a não ser o pecado, nos dá uma plataforma sólida, para apoiar nossa compreensão mais elevada de que a Mente divina cria a perfeição (CS25). “O sublime fato de que Deus governa tudo com amor, sem jamais castigar nada a não ser o pecado, é o ponto de onde deves proceder para destruir o medo humano da doença” (CS25). Note que Deus não pune “nada, a não ser o pecado”. Eddy não diz que Deus pune o pecador. Portanto, não precisamos temer o antigo ensinamento da teologia escolástica de que Deus pune as pessoas por seus pecados, causando-lhes doenças, porque isso simplesmente não é verdadeiro.

Seção 5: Encontrando os perdidos
              Jesus esforçou-se ao máximo para salvar pecadores e trazê-los de volta ao reino. A aristocracia religiosa da época de Jesus se opunha com veemência aos ensinamentos de Jesus sobre este assunto. Eles achavam que os pecadores eram corruptos e deveriam ser marginalizados. Julgaram Jesus tão arduamente quanto fizeram com os pecadores pelo fato dele estender a mão aos pecadores. Jesus repreendeu os fariseus e os escribas com a parábola de uma mulher que varre a casa para encontrar uma moeda de prata que havia perdido (B20). Vamos considerar que a substância prata representa pessoas boas e corretas e que a moeda de prata perdida identifica o chamado pecador, mas ela continua sendo uma moeda de prata, tendo o mesmo valor das outras moedas. O único problema é que o pecador está perdido. É preciso que a luz do Cristo, a compreensão mais elevada do pensamento cristão, o recupere. Efésios nos diz que Deus é “rico em misericórdia” (B21). Isso significa que Ele nos ama até mesmo quando estamos “espiritualmente mortos por causa da nossa desobediência”.
A Ciência Cristã enfatiza que Deus não quer punir, mas reformar o pecador (CS26). Essa reforma precisa ser genuína, precisamos querer realmente ser transformados de dentro para fora e perder toda a fé ou crença no erro. Como já vimos antes, dizer que não existe o mal/o pecado, e, então, se entregar a ele, não funciona. Da mesma forma que conseguimos ver Deus através da pureza, conseguimos ver a irrealidade do mal se nós realmente renunciarmos a ele (CS27). Isso significa que precisamos ter em mente que não há nada remotamente atraente ou benéfico no pecado. Precisamos amar o bem mais do que qualquer outra coisa e ter o conhecimento de que a matéria não tem capacidade de sentir ou relatar prazer, dor, apetite ou paixão. Precisamos exercitar o raciocínio mais elevado que compreenda o nada do senso material (CS28). Ser salvo não significa ser perdoado pelos nossos pecados simplesmente porque aceitamos Jesus. Ser salvo significa que estamos livres de todas as crenças terrenas e dos desejos da carne; e que estando livres da carne/do pecado, estamos livres para a realidade espiritual do existir na companhia do Pai-Mãe, Deus.
Pode parecer que essa purificação seja um longo processo para nos elevar, mas isso não precisa ser assim. Ciência e Saúde nos diz: “Se acreditas no que é errado e o praticas conscientemente, podes, de imediato, mudar teu proceder e fazer o que é certo” (CS29, 253:19-20). Mas lembre-se, apenas falar “sinto muito, me perdoa” e pretender se corrigir, não significa que estamos perdoados. “O pecado só é perdoado quando destruído pelo Cristo – a Verdade e a Vida” (CS30,5:24).

Seção 6: A compaixão misericordiosa de Deus é algo magnífico — Louve a Deus com alegria e gratidão!
Pela leitura do Antigo Testamento, a maioria das religiões acredita que Deus sabe o que está acontecendo no cenário humano e julga nossas ações, seja recompensando-as ou punindo-as. A compreensão mais elevada de um Deus que nos separa do pecado é um ensinamento distinto da Ciência Cristã. O profeta Miqueias diz que Deus “esquece” nossas transgressões (B22). Ou seja, Deus promete não ir atrás de nossas ofensas. Deus tem compaixão de nós e, embora nossos pecados possam ser grandes, Ele os reduz a nada. Deus também lança todos os nossos pecados “nas profundezas do mar” para que nunca mais os vejamos. É bom que saibamos disso porque a tendência humana é sempre se lembrar dos erros que cometemos assim como daqueles cometidos contra nós. O Amor divino elimina o pecado completamente e, por fim, até mesmo a punição do pecado é apagada. Na primeira carta de Paulo aos Coríntios, vemos que o pecado trás a morte e vemos em Apocalipse que até mesmo a morte e o inferno serão eliminados (B23). Isso não deixa nada além do Deus perfeito e homem perfeito — sem pecado, completo, inocente, saudável e imortal. Certamente essa é uma razão para louvar a Deus com alegria e gratidão (B24).
A LB conclui que: “A destruição do pecado é o método divino de perdoar. A Vida divina destrói a morte, a Verdade destrói o erro, e o Amor destrói o ódio. Uma vez destruído, o pecado não necessita de outra forma de perdão. Porventura o perdão divino, ao destruir um determinado pecado, não profetiza e implica a destruição final de todo o pecado?” (CeS31,339:1).
Este é o senso perfeito. Assim como a luz acaba com a escuridão, o pecado é destruído pela sempre presença da bondade suprema de Deus. Por definição, Deus deve ser completamente consistente. Não pode haver um único aspecto de Seu caráter divergente de outro. Isso também implica que se um pecado for destruído, todos os pecados serão destruídos. Sabemos como é bom obter uma vitória contra o pecado e a Bíblia e o Ciência e Saúde, o nosso Pastor dual e impessoal, preveem a jubilosa inevitabilidade de nossa vitória sobre todo o pecado (CS32). Esta LB examinou várias situações extremas. Podemos, ou não, nos sentir como se estivéssemos no fundo do poço, mas não importa a dificuldade da situação, Deus consegue tirar a cada sofredor de seu inferno. Mais do que isso, devido ao contínuo desdobramento do bem, Deus já tirou você do buraco, e está mantendo você perfeito em Seu Amor, intocado por qualquer tipo de mal. Podes “de imediato, mudar teu proceder e fazer o que é certo” (CeS 253:20). Não há nada que possa parar você e isto é um motivo perfeito para você estar alegre e feliz.
“Louvai o Criador,/ Mente que tudo fez;/ glória, poder, são só de Deus;/ [...]
Eterno é Seu poder,/ nós o chamamos Pai,/ [...] alegres nos tornou,/
e Deus, o Amigo, veio a nós. (Hino 275 do Hinário da Ciência Cristã)
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Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S. Glen Ellyn, Illinois (Bartlett) craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683
A equipe de tradução para o português é composta por Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB.
Visite o saite www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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