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Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda a sua criação. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Deus.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, December 29th, 2014

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

“Bem-vindo às Lições Bíblicas da Ciência Cristã!

Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda a sua criação.  Esse fato e nosso amor por Ele, por nosso próximo e por nós mesmos, constituem a essência das Lições bíblicas.  Elas proporcionam um mergulho profundo nesse amor, e isso tem trazido cura, conforto, reforma e regeneração às pessoas há várias gerações.
Portanto, mergulhe profundamente você mesmo [no estudo] das Lições Bíblicas e no amor de Deus! À medida que o fizer e, especialmente, na proporção em que viver esse amor, dia após dia, até mesmo, momento a momento, você verá a cura e os benefícios que dela resultam, ajudando não só a você mesmo, mas a todos que cruzarem seu caminho.” (Livrete Trimestral da Ciência Cristã, p1)
O Acampamento dos Cedros preparou este 

Estudo Metafísico da LB para auxiliar na sua compreensão do estudo bíblico para o tema: Deus?

Alinhar o pensamento com Deus por meio da Oração.

Este tema é estudado diariamente em 17 línguas, em todo o globo, de 30 de dez 2014 a 04 de jan de 2015

Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; 
Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB; MSG – Bíblia A Mensagem

Como você ora? Será que a sua oração é exercício técnico, ou repetição de regras ou afirmações de fatos espirituais verdadeiros? Será que a sua oração é uma lista de pedidos a um poder que está fora de você mesmo? Ou será que ela é uma forma de você lembrar-se de que existe algo que está além do seu controle, governando o mundo?
 Gosto da maneira como John Calvin a coloca:
 “Aqueles que acreditam não oram com a visão de informar a Deus o que está acontecendo e que Ele não tem consciência, ou para incitá-lo a fazer Seu dever, ou para convencê-Lo, como se Ele estivesse relutante. Ao invés disso, eles oram, para elevarem-se a si mesmos e para que possam buscar a Deus e possam exercitar sua fé ao meditar em Suas promessas e assim libertar-se de suas ansiedades ao se colocaram nos braços de Deus; em uma palavra, para que possam declarar que somente em Deus eles esperam e têm expectativas de coisas boas, para eles próprios e para outros.”
Orar é alinhar nosso pensamento com Deus. Na Ciência Cristã, aprendemos que a oração precisa começar e terminar com Deus – com a Verdade. Assim, é certo começarmos o Ano Novo, um novo ciclo das Lições Bíblicas, os sermões e o Texto Áureo com a declaração da excelência e glória de Deus.

TEXTO ÁUREO: Salmo 148:1, 13 – “Aleluia louvai o Senhor, [...] só seu nome é excelso; a sua majestade é acima da terra e do céu.

LEITURA ALTERNADA João 12: 44, 49; Mateus 6:6, 8 – 13.
O evangelho ensinado por Jesus não era o que ele próprio havia preparado ou produzido de sua capacidade intelectual. Tudo o que Jesus ensinou veio diretamente de Deus e também tudo o que aprendemos na Ciência Cristã, veio por revelação. Como Cientistas Cristãos algumas vezes enfatizamos o procedimento ou o raciocínio científico da oração, mas precisamos nos lembrar de que tudo está centralizado em Deus.
Jesus instruiu aos que o ouviam e a seus discípulos, com algumas diretrizes específicas sobre a oração. Primeiro de tudo, devemos abordar a oração com sagrada reverência. Não precisamos dar a Deus uma lista de problemas. Jesus passou para os que o ouviam os ensinamentos que vieram do Antigo Testamento. Que diz que Deus responde às nossas necessidades antes mesmo de pedirmos. A sra, Eddy nos diz: “O desejo é oração” (Ciência e Saúde 1:11), e “Deus conhece nossas necessidades antes de as contarmos a Ele ou aos nossos semelhantes” (ibid.13:14-16).
Portanto, se Deus já está respondendo às nossas necessidades, então, por que orar? Oramos para colocar nosso pensamento em linha com o que Deus conhece. Jesus estava constantemente alinhando seu pensamento com o de Deus. Na verdade, tudo o que Jesus fez e disse veio diretamente de Deus: “Porque eu não tenho falado por mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, esse me tem prescrito o que dizer e o que anunciar” (João 12:49). Jesus deu a seus discípulos o que chamamos “A Oração do Senhor”. A maioria dos estudiosos protestantes concordam que a Oração do Senhor não tem o objetivo de ser uma repetição/ritual litúrgica mas, ao invés disso, uma diretriz geral sobre a maneira e atitude necessárias para a oração. A Oração do Senhor é um modelo para alinhar nosso pensamento com Deus. A Lição desta semana nos leva através dessa oração linha-a-linha.

Seção 1: Deus é Tudo
Começamos esta seção com o fato indiscutível de que Deus é tudo, e “não há outro” (B1). Vários tradutores e comentaristas colocam a passagem de Isaías 45:11 como uma pergunta que tem a aparência de que Deus está sendo afrontado pelo fato de que os homens têm a coragem de reclamar sobre o que Ele fez e ousam questionar Sua vontade. Mas a versão King James, em inglês, e a nossa versão João ferreira de Almeida,fazem  dessa sentença uma afirmação, quase como se Deus estivesse oferecendo Seu serviço à humanidade, como se estivesse dizendo: “Não olhe à volta, e nem se dirija a qualquer outra pessoa para descobrir o que está acontecendo. Eu criei tudo, portanto, venha a mim para ver o que estou fazendo”. Em resumo, um convite aberto para nos volvermos a Deus, o Criador de tudo, e a procurar compreender diretamente dEle. Deus é distinguido como onipotente e sem um igual ao reconhecermos Seu domínio sobre o céu e a terra (B2). Joseph Benson, um contemporâneo do Metodista John Wesley, destaca que a frase “Nosso Pai que estás no céu” coloca Deus à parte daqueles que chamados de pai, na terra, e daqueles que chamamos deuses mas que não estão no céu. Ele também menciona que santificar algo é mostrar a mais elevada veneração por esse algo.
 Adam Clarke nos faz lembrar de que santificamos o nome de Deus com nossos lábios, falando as coisas que oferecem graças / bênçãos aos nossos ouvintes; com nossos pensamentos, quando suprimimos o mal e deixamos nosso temperamento ser regulado pelo Espírito; com nossa vida, quando mantemos tudo o que fazemos para a glória de Deus; em nossa família, na proporção em que ensinamos nossos filhos a seguir ao Senhor; em nossos negócios, à medida que praticamos a honestidade e a justiça. O Profeta Isaías expande a visão tradicional de Deus como Pai e a amplia para incluir a Maternidade de Deus. Tudo o que somos, e tudo o que temos, devemos a Deus (B3).
 Mary Baker Eddy também introduziu o conceito da Maternidade de Deus, aos discursos teológicos nos tempos modernos (CS1). Embora o conceito de um aspecto feminino da Deidade tenha estado por séculos dentro e fora do âmbito das discussões teológicas. A ideia, o conceito, de Eddy, ao apresentar a Deus como “Pai-Mãe”, foi bastante estressante para um mundo dominado pelo cenário religioso masculino do século dezenove. As visões tradicionais também relegavam Deus a um céu distante, longe dos limites terrenais dos mortais, os quais foram ensinados a acreditar serem pecadores sem valor. Eddy enfatizou a “Totalidade” de Deus (CS 2, CS3). Isto colocou o homem na união e unidade com Deus e elevou o homem acima da condenação mortal. Eddy elevou o conceito de homem ao nível de filho/herdeiro/filiação com seu Criador. O pensamento dos puritanos era de que somente aqueles que foram salvos, poderiam ser incluídos nas comunidades religiosas, mas a Ciência Cristã revela o homem, todos os homens como uma família universal e todos salvos, pela virtude do Pai-Mãe divino, que temos em comum (CS4).  Ver a Deus como a Mente, a Vida, a Verdade e o Amor (CS5), em invés de vê-Lo como um humano magnificado. Isso abre a porta para as possibilidades infinitas da cura e da regeneração.
Ninguém é deixado/colocado fora do reino de Deus, e a oração começa com este reconhecimento. Não é somente “meu pai”, é “Nosso Pai-Mãe Deus” (CS6). Ao incorporarmos o espírito das primeiras linhas da Oração do Senhor, sentimos o efeito regenerativo em si mesmo. É o fundamento para tudo mais que vem a seguir.

Seção 2: Deus está sempre presente
Como mencionado acima, grande parte da teologia tradicional separou o homem de Deus. O homem era visto como caído sobre a terra lutando contra o pecado, a doença e a morte; enquanto Deus estava lá em cima no céu, ocasionalmente condescendente para nos ajudar se andamos pelo caminho certo e se nos comportamos corretamente. Mas a ideia bíblica de Deus como estando no céu é indicativo de Sua poderosa soberania. Ao contrário de monarcas terrestres que vêm e vão, Deus é estável, Ele é o Deus vivo, e nada pode destruir o seu domínio (B4). Além do mais, Deus não está longe. Ele está sempre presente, o Bem está exatamente aqui. (B5). Mesmo aqueles que tentam negar Deus não podem se esconder de Sua lei, ou serem separados do Seu amor. Cristo Jesus tinha plena consciência da presença de Deus, e essa consciência alimentou sua vida e seu ministério de curas (B6). Jesus era tão consciente da presença de Deus que ele disse: "o reino de Deus está dentro de vós" (B7). Essa é uma declaração abrangente. Nenhuma condição externa pode determinar ou interferir com o reino celestial. Ele está dentro de nosso coração, e nós podemos encontrá-lo onde quer que estejamos, quando nosso coração está alinhado com Deus.
Na interpretação espiritual sobre essa parte Mary Baker Eddy acrescenta: "Tu estás sempre presente" (CS7). Esta é outra característica fundamental da oração de cura. Não só nós reconhecemos que Deus existe e é soberano, mas que o seu governo está presente, aqui e agora. Muitas vezes, a oração é motivada por alguma situação considerada perigosa quer seja doença, uma dificuldade financeira, contrariedades em nossas atividades, ou qualquer outra preocupação iminente. Basicamente, se e quando os fiéis rezam, eles tendem a fazê-lo quando entram em apuros ou se sentem ameaçados. 
Mas realmente a compreensão de que Deus é infinito, Espírito sempre presente, não só nos salva do desafio, mas elimina toda a crença na matéria, seja ela qual for (CS8). Se Deus é verdadeiramente "Tudo-em-tudo," não há nada que possa se opor a Ele (CS9). Não pode haver mais do que Tudo. Jesus sabia que exatamente onde um mortal pecador parecia estar, o verdadeiro homem da criação de Deus lá estava. Ele viu o homem da maneira que Deus o fez: “infalível e eterno". Eddy diz: "Jesus ensinou que o reino de Deus está intacto" (CS10). "Intacto" significa "intocável". Então, qualquer que seja a circunstância humana aparente, o fato espiritual do que Deus fez e está fazendo prevalece inalterado, intacto, e isso traz a cura.

Seção 3: Deus é onipotente
A presença do reino de Deus não é uma coisa passiva. Deus está trabalhando ativamente, sem interrupção Ele mantém a Sua lei sempre ativa. Como o Profeta Jeremias diz: "Nada é impossível para ti [...] Tens sido bondoso para milhares de pessoas, [...]Tu és o grande e poderoso Deus; o teu nome é Senhor, o Todo-Poderoso" (B8, NTLH). O reino de Deus é muito mais do que um conceito agradável para ponderar. Deus está realmente trabalhando em nós o tempo todo (B9). Jesus não se limitou a falar sobre Deus. Ele demonstrou o poder de Deus através da cura (B10). Isso não quer dizer que Jesus não enfrentou desafios. Pelo contrário, ele enfrentou mais desafios do que qualquer outra pessoa na história, enfrentou ou enfrentará. Mas Jesus fez isso para nos mostrar que Deus é mais do que um conceito teórico. Mesmo que pareça haver um diabo com o poder de nos destruir, mas  essa mentira, o diabo, pode ser expulsa através da compreensão da onipotência de Deus (B11). 
Quem não gostaria de saber que "Deus é onipotente, supremo"? (CS11). Isso é uma parte integrante da oração. Se pensamos que Deus não é capaz de fazer qualquer coisa, por que então oramos? Frente ao mal, pode parecer que um poder diferente de Deus está comandando o show, por isso é natural para nós pedirmos a Deus ajuda para compreendê-Lo melhor. Eddy não tinha dúvida da presença ou poder de Deus, e ela sabia que isso excluía qualquer outro poder (CS12). Ela nos diz, a fim de orar com eficácia devemos reconhecer a supremacia de Deus exatamente onde estamos (CS13). Ela aponta para o exemplo de nosso Mestre: “Jesus nunca perguntava se a doença era aguda ou crônica e nunca recomendava obediência às leis de saúde, nunca dava drogas[...]. É interessante também, que a autora de Ciência e Saúde nos lembra que Jesus "nunca orava para saber se era da vontade de Deus que um homem vivesse" (CS14). Isso é importante para nós, porque muitas vezes as pessoas têm a impressão equivocada de que Deus não só envia a doença, mas que há momentos em que sofrer e mesmo morrer sejam da "vontade de Deus". Como pode doença ou morte ser a vontade do Deus vivo, da eterna Vida? É impossível. 
Eddy destacou o ponto de que para orar corretamente, temos que estar absolutamente convencidos de que o poder de Deus é onipotente e “é realmente capaz de romper as amarras e destruir a doença, o pecado e a morte” (CS15). Não podemos ficar satisfeitos apenas em falar sobre isso. Precisamos provar isso. Ciência e Saúde nos dá algumas "obrigações" aqui. “A unidade científica que existe entre Deus e o homem tem de ser posta em prática na vida, e a vontade de Deus tem de ser universalmente feita" (CS16). Abraçando e compreendendo qualquer um dos três primeiros conceitos da Oração do Senhor: a existência de Deus, a onipresença de Deus, e o poder de Deus pode ter um efeito notável sobre a nossa oração. Tendo estabelecido o fundamento firme de compreender Deus, nós estamos prontos para aplicar isso a nossa experiência atual.

Seção 4: Deus é a fonte de todo bem
Quando nossas orações mudam para a compreensão do que Deus significa para o homem, percebemos que as Escrituras primeiro nos instruem a reconhecer e louvar a Deus pelas coisas boas que Deus tem feito até agora (B13). Deus nos fornece todas as coisas necessárias. Toda a sabedoria, compreensão e graça que necessitamos estão sempre à mão. O Novo Testamento nos lembra que não devemos nos concentrar em coisas meramente materiais. Devemos olhar para Deus e buscar as coisas celestiais primeiro (B14). É fácil ficar à deriva em complacência quando temos confortos materiais. Para ter certeza, podemos começar por reconhecer a Deus como a verdadeira fonte de tudo o que precisamos, mas se ficar muito confortável, nosso foco pode começar a se afastar das atividades celestiais. 
Ao longo da Oração do Senhor as petições não estão no singular, mas sim no plural. Ela inicia com "Pai Nosso", e à medida que avançamos em petições específicas, nós oramos: "O pão nosso de cada dia dá-nos hoje." O apóstolo Paulo nos alerta: “Deus pode dar muito mais do que vocês precisam para que vocês tenham sempre tudo o que necessitam e ainda mais do que o necessário para fazerem todo o tipo de boas obras. E Deus que dá a semente para semear e o pão para comer, também dará a vocês todas as sementes que vocês precisam. Ele fará com que elas cresçam e deem uma grande colheita, como resultado da generosidade de vocês” (B15, 2 Coríntios 9:8,10-NTLH). A palavra-chave aqui é "suficiência", ampla suficiência. A tendência da mente mortal é se agarrar em tudo o que se tem e manter todo mundo longe do que é nosso. Basicamente, as pessoas estão muito ligadas às suas "coisas". Mas a Bíblia nos diz para não ter medo de compartilhar. Na verdade, tentando acumular e segurar as coisas, às vezes, isso é feito por medo de que Deus nem sempre supre as nossas necessidades. O suprimento de Deus é consistente e constante (B16). Não há déficit no Espírito. O Teólogo Benson salienta que somos chamados, ricos e pobres, para buscar em Deus nosso sustento e provisão. Não confiar em riquezas materiais ou na providência dos homens, nem em uma só fonte física na vida, mas confiar no suprimento contínuo que nos dá o Pai-Mãe, divino para atender a cada uma das nossas necessidades no dia a dia. A Oração do Senhor nos ensina a não pedir mais do que aquilo de que precisamos para o momento, e a interpretação espiritual leva um passo mais longe, mostrando-nos que a necessidade real é: “Dá-nos graça para hoje” (CS17). Nosso livro texto promete que Deus ternamente abastece toda a Sua criação exatamente com o que é necessário (CS18). Se estamos conscientes do nosso parentesco com a natureza de Deus, e realmente vemos que a necessidade de todos é atendida somente por Deus, não teremos medo de dar o que temos. Ainda mais importante, Mary Baker Eddy aconselha: “O pobre coração sofredor necessita da nutrição apropriada, tal como a paz, paciência na tribulação e o precioso senso do carinho e do amor do Pai querido” (CS19). Tudo o que necessitamos, o Amor divino sempre tem e sempre terá para atender a cada uma de Suas ideias. Eddy estava convencida disso, ressaltando que "[…] para toda a humanidade e a todo o momento o Amor divino propicia todo o bem” (CS20). As coisas espirituais têm potencial ilimitado para dar frutos. Espiritualizar nossos desejos, abre as comportas do Espírito para abundantes bênçãos. Confiar no potencial divino que é infinito, abre possiblidades infinitas para colher muitos frutos bons (CS21).

Seção 5: Deus cura os pecados e a doença
Na seção anterior, vimos que Deus fornece todo nosso suprimento. Nesta seção, somos lembrados de que todo benefício que recebemos para nossa saúde moral e física também vem de Deus (B17). Um grande obstáculo ao nosso reconhecimento da habilidade de Deus para nos salvar e nos curar é o pecado. Sendo assim, faz todo sentido que em nossa oração, se desejamos sentir o benefício do poder e presença de Deus, tomemos a atitude de abandonar tudo o que procura nos impedir de abraçar a nossa verdadeira natureza, como filhos de Deus.
 A vida de Cristo Jesus era uma oração constante. Ele não só reconhecia continuamente a presença e o poder de Deus, como demonstrava-os continuamente. O próprio Jesus foi comprovadamente a pessoa mais pura e sem pecado que já andou neste mundo. Isso deu a ele uma clara vantagem de ser capaz de curar os outros. Na história do paralítico (B19), Jesus provou a sua onisciência através da percepção precisa que ele teve da necessidade do homem doente, assim como por conhecer o que seus caluniadores pensavam a respeito. Ele também ilustrou a onipotência de Deus mostrando que a pureza tem o poder e a autoridade para curar.
Ao orarmos: "E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores"  (Mateus 6:12), indica uma promessa em nome do suplicante para que seja feito todo o esforço para que suas próprias ações sejam as mais divinas possíveis. O cristão não pede nada a Deus que não esteja querendo praticar com os outros. A interpretação de Eddy "E o Amor se reflete em amor" (CS22) ressalta a importância da nossa responsabilidade para viver de acordo com Deus e de que todo ato de bondade do homem é um reflexo da própria bondade de Deus.
Comentaristas e estudiosos da Bíblia salientam que para os judeus na época de Jesus, a cura do pecado precedia a cura da doença. Na verdade, achava-se que a maioria das doenças eram consequência de pecados. Esse pensamento perdura até hoje, já que os que sofrem geralmente tendem a olhar para dentro de si mesmos quando estão com algum distúrbio físico. Todos conhecemos histórias em que as pessoas começam a fazer promessas grandiosas de reforma para Deus, caso Ele os livre da enfermidade. Mas este tipo de oração circunstancial é ilusória. Eddy nos lembra de que "Deus é Amor". Sendo este o caso, não podemos realmente pedir nem esperar mais nem menos de Deus (CS23).
Alinhar nosso pensamento com Deus, renunciando ao pecado é parte necessária para ser perdoado, mas pedir a Deus que nos perdoe não basta. Para que o pecado seja perdoado, ele deve ser destruído (CS24). Como mencionamos no início, a oração alinha nosso pensamento com Deus e nos faz ver as coisas sob a perspectiva dEle. Nosso livro-texto nos diz que a maneira de fazer isso é "voltar-se em direção oposta ao pecado e desprender-se do ego mortal". Parece bem fácil, não é? Jesus provou que viver o Cristo de maneira ativa tem o poder de curar a doença e o pecado, e colher muitos frutos bons, portanto, vamos incorporar este comprometimento com a pureza em nossa oração.

Seção 6: Deus nos livra do mal
Às vezes, as pessoas acham que Deus coloca obstáculos e provações no caminho deles para os testar. As Escrituras são consistentes a respeito disso, de que Deus não tem participação no mal. Pelo contrário, Deus nos livra de todos os desafios que possamos encontrar (B20). O livro de Tiago reforça isso, lembrando-nos de que as tentações são o produto da crença humana; pois “Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta” (B21, Tiago 1:13).
O salmista pede orientação para ser mantido no caminho da retidão. Ele sabe que Deus o salvará de seus inimigos e, como o Espírito de Deus é totalmente bom, ele será guiado à libertação de toda a tribulação (B22). Na carta de Paulo a Timóteo, ele não pede que seja libertado do cativeiro nem mesmo da morte. A grande preocupação de Paulo é que ele seja libertado de todo tipo de mal — não importa o que caia sobre ele, ele manterá o caminho reto e a visão espiritual (B23). John Calvin fala deste versículo como "…uma passagem notável para manter a comunicação ininterrupta da graça de Deus."
 Eddy transforma o pedido para ser liberto do mal em uma declaração positiva do fato: "E Deus não nos deixa cair em tentação, mas livra-nos do pecado, da doença e da morte" (CS26). Ela confirma que a verdadeira natureza do homem está realmente livre do pecado, da doença e da morte (CS27). Como ela poderia ter tanta certeza de que Deus não tem nada a ver com o mal e que o homem real está livre dos ataques do mal? Ela via isso tudo registrado através da história e em suas próprias experiências (CS28). A história relatada na citação (CS29) é um dos incontáveis exemplos de como corrigir uma falsa crença sobre Deus e o homem traz a cura. Tudo o que está relacionado à Oração do Senhor alinha o pensamento com Deus. Ao usarmos a Oração do Senhor como modelo, podemos chegar à firme convicção da onipresença, onipotência e onisciência; e podemos aplicá-lo à toda necessidade humana.
 O parágrafo bem conhecido na página 495:16 (CS30) de Ciência e Saúde nos dá instruções específicas que seguem o padrão da Oração do Senhor. Ela começa com "agarra-te firmemente a Deus e Sua ideia". Não devemos deixar que nada além de Sua semelhança entre em nosso pensamento. Devemos banir qualquer coisa que possa obscurecer nossa "clara compreensão e calma confiança". Quando estabelecermos firmemente nossa confiança em Deus, devemos deixar que a compreensão espiritual nos apoie e substitua toda crença errônea com a Verdade.

Seção 7: Louvado seja Seu nome
A Oração do Senhor termina com uma doxologia de louvor pela bondade de Deus (B24, B25). Muitos acham que a última linha foi acrescentada por tradutores, mas ela faz todo sentido quando pensamos no sentido de ser um modelo para oração. Começamos com a verdade e terminamos com a verdade. É como aprendemos a orar. E o ato de louvar e reconhecer a grandiosidade de Deus é também uma forma de gratidão e uma forte pontuação para nossa oração.
Alinhar nosso pensamento com Deus é "conhecer" Deus. É reconhecer Sua presença, poder e sabedoria infinitos. Inclui compreender a relação inseparável do homem com seu Criador e nos dá a coragem e a convicção de confiar em Deus para satisfazer todas as nossas necessidades, o que inclui transformar a nossa vida e mantê-la livre do pecado, da doença e da morte.
A frase final da interpretação espiritual é por si só uma declaração sólida do fato espiritual e elimina qualquer coisa que possa se opor a Deus ou nos fazer duvidar de Sua presença. "Pois Deus é infinito, todo o poder, toda a Vida, toda a Verdade, todo o Amor; está acima de tudo, e é Tudo." Isso basta! A   g r a ç a divina enriqueça sua fidelidade à Mente divina e multiplique sua saúde e sua provisão para sempre.
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Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn, Illinois (Bartlett) craig.ghislincs@icloud.com / (60) 830-8683.
A equipe de tradução para o português é composta por Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB.
Visite o saite www.trentinicsb.com  Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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