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Quanto tempo dura a felicidade? Alguns minutos? Uma hora? Um dia, uma semana ou um mês? Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Deus, a causa única e o único criador.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, December 1st, 2014

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA


“Bem-vindo às Lições Bíblicas da Ciência Cristã!

Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda a sua criação.  Esse fato e nosso amor por Ele, por nosso próximo e por nós mesmos, constituem a essência das Lições bíblicas.  Elas proporcionam um mergulho profundo nesse amor, e isso tem trazido cura, conforto, reforma e regeneração às pessoas há várias gerações.
Portanto, mergulhe profundamente você mesmo [no estudo] das Lições Bíblicas e no amor de Deus! À medida que o fizer e, especialmente, na proporção em que viver esse amor, dia após dia, até mesmo, momento a momento, você verá a cura e os benefícios que dela resultam, ajudando não só a você mesmo, mas a todos que cruzarem seu caminho.“ (Livrete Trimestral da Ciência Cristã, p1.)
E, como complemento, o Acampamento dos Cedros preparou este Estudo Metafísico da LB para auxiliar na sua compreensão. Vivencie o poder do júbilo!.
 
Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros
Uma ajuda para o estudo da Lição Bíblica

Tema: DEUS, A CAUSA ÚNICA E O ÚNICO CRIADOR
De 01 a 07 de novembro de 2014

Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; 
Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB; MSG – Bíblia A 

Mensagem
Quanto tempo dura a felicidade? Alguns minutos? Uma hora? Um dia, uma semana ou um mês? 

No Texto Áureo, Isaías (65:18): “[…] vós folgareis e exultareis perpetuamente  no que eu crio.” 
Esse texto nos diz para exultarmos sempre na criação de Deus. Será que podemos dizer que regularmente encontramos razão para alegrarmo-nos? Ou passamos a maior parte do tempo lamentando as miseráveis condições do mundo, e talvez de nossas próprias vidas? As pessoas acham todo tipo de coisas para lamentar-se. O meio ambiente, a mortalidade, a doença, a agitação social, o suprimento, para citar alguns — sendo que cada um será abordado nesta lição. O que precisamos é uma reforma de atitude.
Leitura Alternada: Neemias 9:6; Salmos 149:1-5; 150:1, 2, 6. 
A citação de Neemias traz a proclamação de Esdras atribuindo bênção, honra e glória a Deus como criador de tudo. Isto é feito como uma introdução à leitura do Livro da Lei. Ele chama a nossa atenção para a onipotência de Deus com intenção de acrescentar ênfase à autoridade, peso e influência ao que o povo estava para ouvir. É um bom lembrete para que também nós, ao iniciarmos esta Lição, recordemos que o que estamos para ouvir não é uma filosofia ou tradição humana, mas é a Palavra de Deus e que somos chamados a celebrar esse fato indiscutível com júbilo. 
O salmista comunica essa alegria com um “novo cântico” de louvor. Esse louvor é mostrado de muitos modos, através da voz, da dança, de instrumentos musicais, porém todos reconhecem que Deus é o criador de tudo e se agrada de Seu trabalho. O salmista conclama toda a criação para louvar a Deus pelo que Ele cria e reconhecer Sua grandeza.
Embora pareça algo natural regozijar-se e louvar a Deus, será que nós realmente nos regozijamos em Deus e Sua criação? Será que realmente reconhecemo-Lo em todos Seus caminhos e atribuímos a Ele todo o poder? Lemos regularmente estes salmos e sentimos o lampejo ocasional de felicidade quando as coisas se desenrolam suavemente para nós, ou quando descortinamos uma paisagem fora do comum que faz nos lembrar da imensidade da criação. Mas regozijo/júbilo é muito mais do que um passivo momento de prazer, de felicidade. Regozijo é um sentimento de grande satisfação e conscientização ativa e constante da sempre-presença de Deus. É uma atitude vibrante que enxerga Deus expresso em toda parte, sabendo que Deus é a fonte de tudo o que é bom e de tudo o que realmente existe. Regozijo é viver conscientemente no reino do céu.

Seção 1: Vede as maravilhosas obras de Deus 
Outro dia estava almoçando com um clérigo perto de meu escritório, quando um amigo muçulmano disse: “quando contemplo a magnificência da criação, não posso deixar de saber que tem que haver um Deus.” Enquanto ele falava, não pude deixar de pensar na citação de abertura da Lição Bíblica: “Para e considera as maravilhas de Deus” (B1, Jó 37:14). No contexto do livro, Jó estava sendo lembrado a deixar de argumentar com Deus e reconhecer Sua supremacia. O autor, então, coloca Jó no seu lugar: “Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra?” (B2, Jó 38:4). Esta é uma pergunta que poderia ser colocada a cada pessoa que pensa que sabe como o universo veio a existir. O fato é que ninguém estava lá, então não sabe. Logicamente as religiões abraâmicas (cristãs) aceitam o relato da criação de Gênesis 1, mas como cientistas cristãos fazemos uma leitura espiritual. A intenção da história é acentuar o poder criador de Deus e reconhecer que toda a realidade existe por vontade de Deus, e não como um processo evolutivo, e que tudo quanto Ele fez era e é bom (B3, Genesis 1:31). O salmista usa novamente uma linguagem forte. As obras de Deus não estão apenas “OK”, mas elas são GRANDIOSAS, estupendas, esplêndidas, maravilhosas, admiráveis e profundas (B4, Salmo 92:5). O teólogo John Calvin reconheceu que o governo e poder criador de Deus estão além da avaliação humana, e se “as coisas estivessem sob nosso governo, estaríamos invertendo a ordem que Deus observa”. A mesma citação continua enumerando a abrangente natureza da obra de Deus, e declara enfaticamente que toda a criação exulta na maravilhosa obra de Deus com cantos e hinos. 
De modo geral, as pessoas estão mais inclinadas a queixar-se sobre o estado das coisas do que rejubilar-se com elas. Quando você pensa sobre isso, como poderia alguém queixar-se das coisas se soubesse que Deus é o autor de tudo? A chave para um júbilo genuíno e constante é olhar para as coisas, mas não pelos sentidos materiais; o começo é reconhecer Deus como todo o Bem. “Só Deus, o Espírito, criou tudo, e o achou bom” (CS1, p.339). Não há aí nenhuma marca de mal, deterioração, fome, guerra ou fragilidade. Assim como o salmista diz para toda a criação exultar em Deus, a autora de CeS diz: “Tudo no universo de Deus, expressa Deus” (CS2, p.331). O título marginal do parágrafo diz “A causa universal”. Isso explica a natureza toda-inclusiva de Deus e a impossibilidade de qualquer outra autoexistência. Deus não criou a matéria, mas criou tudo por meio da Mente; e a criação de Deus nunca é frágil ou vulnerável, com um equilíbrio dependente do comportamento humano, mas é perfeita e eterna (CS3, p. 205). Este ponto é importante. Há tanta preocupação com nosso mundo devido ao temor de que a raça humana teria o potencial de destruir o meio ambiente, mas quando percebemos que a criação de Deus é invulnerável e perfeita, tais temores perdem o pé de apoio. 
A matéria não criou a si mesma, nem governa a si mesma. A matéria não é a realidade da Criação.        Deus cria a realidade, e Sua criação é Sua ideia. Ele idealiza, e está feito (CS4, 513). Isto significa que nada pode destruí-la ou ameaçá-la. A crença mortal tenta reivindicar que tudo seja material, governado por leis materiais e sujeito a falhas catastróficas. A mente mortal é, simplesmente, incapaz de criar algo. 
Nada existe “fora da infinidade que tudo inclui”.  Podemos parar de ficar assustados, e confiar firmemente no fato de que tudo o que está feito é obra de Deus — e é boa (CS5, p.521). Essa compreensão não significa que descuidemos do nosso meio ambiente — ao contrário, quando reconhecemos realmente que tudo o que está feito é ideia e tem sua permanência em Deus, podemos alegrar-nos sobremaneira e zelar pelo nosso meio ambiente como se fosse a mais preciosa dádiva que podemos ter. Se gostamos de um presente, nós cuidamos dele. Regozijemo-nos, pois, nessa dádiva divina. 

Seção 2: Novidade de vida
Podemos ver como o reconhecer Deus como o Criador de toda a realidade infere a perpetuidade da natureza e do meio ambiente. Mas, o que acontece com o homem? Será que ele está tão fixo na criação como está a natureza e o meio ambiente? Muita gente diria que a vida é uma coisa passageira. Em comparação com as montanhas, rios e florestas, o tempo do homem parece bastante breve. Idade e declínio parecem ser aspectos inevitáveis da existência humana. Alguns acham isso um pouco decepcionante. Mas não precisamos nos desesperar. Deus nos dá, ou melhor, Deus é nossa vida. O profeta nos diz que Deus conhece a Sua criação. Não há realmente nunca a necessidade de afligir-se sobre a crença de envelhecimento. A criação de Deus é sempre nova e nós também. Deus nunca se desgasta, ou fica sem ideias; e, como Seu reflexo, também nós temos infinitas oportunidades para novas ideias e uma esperança renovada a cada dia (B6). Como podemos ser menos que felizes quanto a isso? Alguém me disse uma vez que "idade é o acúmulo de problemas não resolvidos”.  A novidade de vida que vem de compreender Deus elimina toda a memória, ou registro de qualquer coisa desagradável. "[...]e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas” (B7, Isaías) . Manter o frescor, sem acumular decepções, mágoas e ressentimentos, nos mantém otimistas e num ritmo de alegria. 
A glória de Deus não se limita a um número finito de anos. Ele permanece para sempre (B8). O homem é criado para glorificar a Deus e Deus se alegra em nós também. Nós não desejamos ficar presos em um estado de  angústia. Queremos flutuar com esperança e vivacidade (B9). Precisamos reconhecer conscientemente a maravilha da nossa relação com Deus e abraçar a alegria de ser Seu reflexo. O salmista abençoa (louva) a Deus com todo o seu ser (B10).
Nosso livro texto nos diz que "A Verdade faz uma nova criatura, na qual as coisas antigas passam; 'eis que se fizeram novas’" (CS6). Não há nada que nos amarre a uma história material falsa e que possa nos arrastar para baixo. Mary Baker Eddy nos diz diretamente "Nunca leves em consideração a idade" (CS7). Isto é importante porque se aceitarmos um cronograma material, sem querer, aceitamos todas as crenças e limitações que vêm com ele.   Mary Baker Eddy nos diz: "Homens e mulheres de idade mais madura e de maior experiência devem, pelo amadurecimento, adquirir saúde e imortalidade, em vez de resvalar para as trevas ou para a tristeza. A Mente imortal alimenta o corpo com frescor e beleza supernos, suprindo-o de belas imagens de pensamento e destruindo as aflições do senso material, as quais o passar de cada dia leva para mais perto do túmulo" (CS8).  Esta lição trata realmente de remodelar nossos pontos de vista. O ponto de vista espiritual substitui trevas e escuridão com "frescor e continuidade" (CS78). Não estamos sujeitos ao falso poder da lei material. Estamos sujeitos apenas ao poder divino. Somos exortados a sentir a energia divina do Espírito, que nos traz a uma vida nova e que não reconhece nenhum poder mortal ou material, capaz de produzir destruição.  “Regozijemo-nos por estarmos sujeitos às divinas autoridades que existem” (CS9). Isso não é algo maravilhoso para se sentir? Se aceitarmos essa visão superior ela certamente irá nos trazer "novidade de vida" (CS10). Acho isso realmente emocionante.

Seção 3: Cura e renovação
Outro aspecto da experiência humana que dá origem a um cenário sombrio é a expectativa de que a doença é inevitável e uma vez dela acometido, o seu destino está selado.  Ah, se isso fosse verdade, teríamos uma boa razão para esmorecer. Mas, felizmente, Deus faz grandes coisas e podemos nos alegrar (B12). Não há nada que Deus não possa fazer.  Nunca há um momento em que estejamos afastados do seu carinho.  Deus é "poderoso" (B13).  Não só isso. Ele se alegra em nós com cânticos! Você consegue imaginar isso?  Nós pensamos em nós mesmos cantando louvores a Deus, mas aqui o profeta diz que Deus regozija-se em nós com alegria! Que linda imagem. Jesus estava ciente dessa alegria, e Deus o encheu com o Espírito Santo (B13).
Esta semana temos a história de Jesus curando uma mulher que andava encurvada, tão mal que ela não conseguia se endireitar (B15). Além do ônus de qualquer doença que estava enfrentando, não é difícil imaginar como ela deve ter se sentido. Ela estava provavelmente consciente acerca de sua aparência e pode ter pensado que nunca iria endireitar-se novamente. Vinha sofrendo há 18 anos. Depois de curá-la, Jesus foi repreendido por curar no sábado. Sem dúvida esta mulher, ao ouvir as repreensões, sentiu outra onda de vergonha e talvez até mesmo questionasse se ela, sobretudo, merecia ser curada. Jesus não permitiu que a arrogância crítica da teologia escolástica impusesse nenhum deles. Ele defendeu o direito dela ser livre como uma filha de Abraão.
Não é tão incomum a resistência levantar a cabeça quando nós fazemos progresso espiritual ou tomamos uma posição contra a lei material. O ciúme e inveja tentam nos derrubar, mas podemos afirmar nossa verdadeira herança e nos manter fortes e altaneiros.
Jesus não deixou as instituições religiosas ou a lei material perturbá-lo. Ele corajosamente enfrentou toda oposição pela gloriosa liberdade do homem (CS12). Você consegue imaginar Jesus tendo uma visão pessimista? Ele sabia que nós não temos nunca que aceitar o erro de qualquer espécie. Ele tinha a lei divina ao seu lado, e ele sabia que é o único lado que existe. A Verdade destrói o erro (CS13). Crenças médicas e resistência religiosa não controlam as coisas. Deus o faz (CS14). As instituições religiosas da época de Jesus entendiam que a doença era a maneira de Deus punir o pecado. Eles eram rápidos para justificar a doença e todo o mal. Mas nosso Mestre amoroso tinha uma visão maior. Ele inverteu essa noção com o conhecimento de que Deus nunca envia a doença, mas a destrói.

Seção 4: Renovação de Abastecimento
Parece que o tema de cada seção desta Lição é tomado dos noticiários. Problemas no meio ambiente, problemas associados com o envelhecimento, fitness e beleza, problemas de saúde, e nesta seção, economia. Diariamente somos inundados com imagens sombrias de um mundo conturbado. Mas se entendemos Deus como a única causa e criador, podemos nos alegrar sabendo que a lei de Deus está sempre à disposição para atender a nossa necessidade.
 As escrituras dizem que nosso Deus nos ama "com amor eterno" (B16). Como poderíamos deixar indicadores econômicos manchar a nossa paz ou felicidade quando Deus nos ama tanto? Os profetas não dependeram das condições do solo e clima para afirmar a nossa prosperidade. Eles sabiam que Deus era a causa de todo o crescimento e suprimento (B17). O salmista mais uma vez nos lembra de cantar uma nova canção em reconhecimento ao poder criativo infinito de Deus (B18). Com Deus, nós nunca precisamos ficar preocupados que os nossos recursos diminuirão. “Porque assim diz o Senhor Deus: Eis que eu mesmo procurarei as minhas ovelhas e as buscarei. Apascentá-las-ei de bons pastos, e nos altos montes de Israel será a sua pastagem.” (B19). Deus além de nos buscar e achar, nos sustenta com abundância, não apenas com o suficiente.
Jesus não buscou em Deus apenas a saúde, mas também buscou nEle o suprimento. Nós todos conhecemos a história da alimentação dos cinco mil. Consideremos alguns pontos principais de como nos imaginamos na mesma situação. O primeiro impulso dos discípulos foi mandar a multidão embora, mas Jesus queria alimentá-los. Se estivéssemos diante de uma grande necessidade, ou mesmo de uma necessidade menor, qual seria nosso primeiro impulso? Teríamos a mesma reação dos discípulos, pensando primeiro em nossas próprias necessidades antes de pensar nos outros? Depois que Jesus diz aos discípulos para alimentar a multidão eles protestam imediatamente citando seus recursos escassos. Oferecemos o “copo meio vazio”? Temos alguma desculpa para não fazer do jeito compassivo? Jesus não estava preocupado com o pouco que estava disponível, na mão. Ele deu graças por aquilo que ele tinha e começou a compartilhar. Será que estaríamos tão confiantes de que o Amor supriria a necessidade de todos, sem medo de ficar sem, quer para os outros ou para si mesmo? Quando o povo estava terminando de comer Jesus disse aos discípulos para recolher as sobras, não permitindo que nada fosse para o lixo. Depois que a multidão foi alimentada, nos daríamos ao trabalho de recolher as sobras? Ou talvez não nos preocupássemos com elas, assumindo que desde que tivemos o suficiente desta vez, a mesma coisa iria acontecer no futuro?
 Jesus sabia que Deus sustenta o homem (CS18). Ele olhou para o pai para suprir cada necessidade. Jesus não acumulou o que ele tinha. Ele sabia que Deus supre a todos igualmente e sempre esteve disposto a compartilhar sem medo (CS19). Se olharmos para as coisas através de uma perspectiva biológica, podemos pensar que os recursos e o alimento em potencial, dependem de sementes e da criação de animais. Mas mesmo aqui, a Ciência Cristã se eleva acima da visão humana, compreendendo que Deus é a única fonte. As plantas são governadas por Deus, porque são ideias de Deus. Elas representam o sustento e o amor inesgotável. Plantas, árvores, flores, plantações, tudo é governado por Deus, não como matéria, mas como ideia espiritual (CS21-23).   O Amor Divino atende todas as necessidades humanas (CS24). Portanto, nós nunca devemos nos desesperar sobre o estado de abastecimento de alimentos do mundo, assim como sobre o suprimento de qualquer coisa que precisamos. Sem lamúrias ou choradeiras, apenas regozijo e seguindo o exemplo de Jesus, louvando a Deus mesmo pelo pouco que temos. A gratidão abre o nosso coração e os olhos para ver o potencial ilimitado do magnífico amor de Deus.

Seção 5: Visões mais corretas revelam glórias escondidas
Uma das razões pelas quais as pessoas ficam atormentadas com relação às condições humanas, tanto em termos pessoais quanto em termos gerais, é que as visões mortais limitadas são compostas pelo fato de que não sabemos o que o futuro traz. Tudo é incerto. Os especialistas passam mais tempo nos alertando sobre como as coisas estão ruins do que nos pedindo para relaxar porque tudo está bem.  É da nossa natureza querer saber das coisas que ainda estão por vir, assim, temos expectativas tanto para o bem quanto para o mal, e tentamos nos preparar para qualquer uma delas. Manter uma atitude alegre, quando não conseguimos realmente ver o que está por vir pode parecer um pouco assustador para alguns. Pode até mesmo parecer mais difícil devido às tensões raciais e a injustiça judicial que anda acontecendo nos EUA.
Como consequência dos atuais acontecimentos (tumultos do público), muitos estão confusos, atemorizados e frustrados, e sentem-se levados a juntarem-se aos protestos contra esta injustiça. Esta situação merece uma oração profunda e muito mais atenção do que nosso espaço aqui nos permite, mas reconhecer Deus como o Criador de tudo e que todas as ideias de Deus são boas, dignas, valiosas, honestas, confiáveis, inocentes, seguras, protetoras e imortais poderia nos ajudar a nos elevar acima da figura humana para vermos claramente o que Deus está fazendo. Um ponto de vista espiritual sempre traz a cura. Podemos protestar contra a injustiça, mas, como Cientistas Cristãos não podemos parar por aqui. A oração sanadora vai além da circunstância humana em direção à realidade espiritual. Isso não significa negligenciar ou ignorar as necessidades legítimas, mas sim, procurar com todo seu coração por uma solução com base na lei de Deus que rejeita todos os estatutos inadequados.
 As Escrituras são consistentes com a mensagem de estarmos alegres o tempo todo e cantar louvores a Deus por toda Sua bondade (B21, B22). Estabelecemos que a gratidão abre a janela de nosso pensamento e nos coloca em um estado mental para reconhecer o bem quando ele surge; e procurar por ele caso não esteja visível. Um enorme benefício de ter uma perspectiva espiritual que pratique o regozijo regularmente é que esta ideia espiritual promete revelar-nos coisas que não estão ainda visíveis por aqueles que estão mais propensos à matéria. A visão de São João sobre o Apocalipse talvez seja a quintessência do ver espiritual. Ele ainda estava na terra, mas via coisas que os outros não conseguiam ver. Sua visão incluía a confirmação de que Deus é verdadeiramente onipotente e que o mal está condenado à destruição (B24). Ele convoca a todos para regozijar sobre esta compreensão.
 A Ciência Cristã confia na veracidade da visão de São João. Ela toma todos os hinos de louvor proféticos e das escrituras como uma ordem direta a ser seguida, se desejarmos perceber a totalidade do poder de Deus. Na Ciência Cristã, não estamos sujeitos às tendências variáveis dos mercados financeiros, condições ambientais, leis de saúde, injustiça social ou qualquer coisa que seja vista através dos sentidos materiais. Damos toda a glória a Deus, reconhecendo que Deus foi o único criador de todas as coisas (CS25, CS26).
 A única maneira de ver isso é olhar além da evidência do senso material em direção à realidade das coisas (CS27). No Acampamento dos Cedros, aprendemos que guiar um cavalo é mais do que simplesmente puxar as rédeas na direção certa. Os vaqueiros nos dizem que os cavalos podem sentir até mesmo se estamos olhando em uma direção diferente e eles tenderão a seguir na direção que estamos olhando. Eddy nos diz: “Temos de olhar para onde queremos caminhar[…]” e, em seguida, “[…]temos de agir como possuidores de todo o poder dAquele em quem existimos.” Isso significa tomar a atitude correta neste exato momento, mesmo antes de se manifestar. Esta atitude de alegria e expectativa nos leva a alcançar o que estamos procurando. Quando nossa visão de Deus e de Sua criação for aprimorada, veremos coisas que não víamos antes. Com essa habilidade, nunca precisaremos ser cínicos nem ficar preocupados, nem mesmo ter uma visão pessimista. A única consciência que teríamos seria uma percepção permanente da bondade sempre-presente de Deus.
 Isto é mais do que pensamento positivo – simplesmente esperar que tudo fique bem. Significa abraçar a autoridade espiritual da lei de Deus e livrar-se de tudo o que se opõe a ele. Não existe nada parecido com a Ciência Cristã neste sentido. É reconhecer e ver a criação de Deus como ela é – contemplando “todas as glórias da terra e do céu e do homem” e, definitivamente, isso é razão suficiente para um regozijo contínuo.
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Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn, Illinois (Bartlett) craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683
A equipe de tradução para o português é composta por Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB.
Visite o saite www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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