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Não se deixe enganar! Se não vem de Deus, é irreal. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Irrealidade.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, March 31st, 2014

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Não se deixe enganar! Se não vem de Deus, é irreal.

Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros
Uma ajuda para o estudo da Lição Bíblica
Tema: A IRREALIDADE
De 31 de março a 6 de abril de 2014
Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB

Na sua introdução ao livro de Sofonias, O Comentário Abingdon da Bíblia afirma: “Onde quer que exista o espírito de infidelidade, de orgulho, de opressão, de egoísmo esse livro está inteiramente atualizado.” Sofonias, vivendo em meio ao que entendia ser uma sociedade intoleravelmente corrupta, prediz uma total varredura de toda ordem de vida existente ao seu tempo. “[...] tu já não verás mal algum [...]” promete o Texto Áureo. O mal seria deslocado pelo poder do Deus Todo-poderoso.
Há os que pensam que nosso mundo moderno também esteja precisando uma limpeza geral. Uma das maneiras de alcançar tal reforma é começar com nosso pensamento. O mal que vemos no mundo parece formidável. Mas a compreensão espiritual revela que o mal é um engano. A Leitura Alternada nos oferece coragem. Esse encorajamento começa com a admoestação do Deuteronômio: “Tenham cuidado, não deixem que o seu coração seja enganado” (Deut. 11:16, NTLH).
Alertas contra o engano se desenvolvem em cada seção desta Lição sobre a Irrealidade. Neste primeiro caso o aviso pode significar “não seja tolo, ingênuo ou facilmente seduzido.” O mundo está competindo por nosso consentimento de muitas maneiras, nenhuma das quais nos aproxima de Deus. Não temos nenhuma obrigação de seguir esses pseudopoderes. A compreensão espiritual de Deus traz-nos total liberdade da maliciosa influência, e o poder Deus reverte cada pretensão do mal contra nós. Na frase: “O Senhor afastou as sentenças” (Sofonias 3:16), a palavra “sentenças” refere-se ao inteiro processo judicial. Segundo Strong, inclui “o ato, o local, o processo, o crime, e a penalidade”. Nenhum vestígio do embuste do inimigo contra nós é deixado para trás. Não precisamos ter medo porque nosso poderoso Deus nos salvará com júbilo. Tudo o que nos aflige será removido.
Seção 1 - Nossa base para superar o engano - Deus é Tudo e Bom
Como sempre, começamos com Deus. A única maneira de perceber a irrealidade é ter total conhecimento da realidade das coisas. A única realidade, a única causa, é Deus, o Criador de todas as coisas. Isaías não deixa nenhuma dúvida de que não existe nenhum outro além de Deus (B1). Embora não o saibamos ou reconheçamos isso, Deus está nos dando tudo o de que precisamos. Ele está no controle de tudo o que existe. Ele também não é sovina em Seu amor: Ele nos dá a graça para superarmos nossos pecados e nada é negado àqueles que servem a Deus com sinceridade (B2). Servir a Deus sinceramente é buscá-Lo e não a outro – procurar e amar tudo o que é bom, e odiar o mal (B3, B4). Isso inclui ter aversão ao mal que diz que é parte de nós. Não podemos sair por aí dizendo que não fazemos coisas erradas e que, portanto, somos os cães de guarda do mundo. Aceitamos a responsabilidade de eliminar o mal onde quer que ele tente aparecer; até mesmo – se não principalmente – em nosso coração. A fim de honestamente buscar o bem, devemos evitar e abominar o mal. Paulo também nos adverte para não sermos enganados, ou desviados do caminho verdadeiro (B5). O mal, sendo uma mentira, sempre engana ao fingir ser bom e até tenta nos fazer acreditar que nossos esforços são vãos. Aqui Paulo nos encoraja a permanecermos firmes e inabaláveis diante das instigações do mundo. Por quê? Porque tais males não têm nada a ver com Deus. O Criador de todas as coisas fez tudo bom (B6).
Na Ciência Cristã, acreditamos que Deus fez tudo o que foi feito. No entanto, afirmamos, também, que tudo o que Ele fez deve ser bom e perfeito, como Ele é (CS1). Deus não é um de uma série ou o mais forte de todos os deuses. Deus é o ÚNICO Deus. Além disso, Ele preenche todo o espaço. Por definição, não há espaço para nada mais além de dEle (CS2). Qualquer coisa contrária a Deus, o bem, é irreal porque se não é boa, não é de Deus; e, se não é de Deus, não existe. O bem e o mal são opostos; o bem é real, o mal é irreal (CS3). A bondade de Deus também não deixa lacuna para que surja alguma coisa diferente Dele, pois Deus é Mente, Ele é a única Mente. Raciocinando de maneira lógica, se Deus é a única Mente infinita e tudo o que Ele fez é bom, o mal não tem espaço para existir.  Se pensamos que o mal pode encontrar uma maneira de se introduzir na criação de Deus, contradizemos a lógica divina (CS4). A essa altura, alguém pode ser tentado pelo antigo enigma filosófico: se Deus é tudo, e Deus é bom, de onde vem o mal? Aqui, a Ciência Cristã mantém sua lógica e afirma que qualquer coisa diferente de Deus é irreal, e o mal só parece real se dermos realidade ao irreal (CS5). Ao invés de aceitar o mal como real, até mesmo temporariamente, a lógica divina nega qualquer poder ou presença ao mal, porque Deus é o bem infinito e Deus é Tudo (CS6).
Seção 2: “Viva para doar” e nada te faltará
O tema deste verão no acampamento dos Cedros é “Viver para doar”. [Mais detalhes em http://www.cedarscamps.org/metaphysical/theme]. Às vezes parece que mal temos para nós mesmos, quanto mais para dar algo aos outros. Mas, ”Não se deixe enganar” (B7). Nunca podemos perder algo de bom por dar aos outros. A epístola de Paulo menciona o Salmo 112 no qual a generosidade traz prosperidade aos que a praticam. Cada bênção possível vem aos que são magnânimos e doam de mão aberta sem qualquer pensamento ansioso (B8)
Considerem a viúva de Sarepta (B9). Segundo as aparências, ela mal tinha o suficiente para si mesma. Com a expectativa de morrer de fome ela preparava a última refeição para si e o filho. Mas este homem de Deus pede a ela que lhe traga um pouco de água e lhe faça primeiro um bolo pequeno. O que você faria? Olharia para sua panela quase vazia e diria: “Desculpe amigo, mas tenho que cuidar primeiro de minha família”. Por que alguém na sua situação iria compartilhar algo? Talvez estivesse tão mesmerizada pelo quadro da escassez que poderia ter pensado que partilhar sua última refeição não faria muita diferença. Elias avança na questão anunciando que seu pedido tinha a autoridade da promessa de Deus de que não haveria falta de suprimento. Talvez a mulher estivesse acreditando na declaração do profeta. Qualquer que fosse o motivo, ela atendeu à necessidade de Elias antes da sua e foi abençoada por isso. Ela não só teve suficiente para si e seu filho, mas toda sua família foi alimentada durante a seca.
Essa história me recorda algo do filme O impossível—a história de Maria Belón e sua família por ocasião do tsunami de 2004 no Oceano Índico. A certa altura, após o tsunami, e por estar separada de seu esposo e demais filhos, ela e seu filho mais velho encontraram outro menininho perdido de sua família. O instinto maternal de Maria se impôs e ela acolheu o menino embora pouco tivesse para ela mesma e seu filho. Ela foi recompensada também, reencontrando-se com sua família no que parecia uma situação impossível.
O salmista tinha a pura expectativa de que Deus o supriria em qualquer necessidade e em qualquer circunstância por pior que o quadro parecesse (B10).
Nossa Líder também sabia que o “Amor divino sempre satisfez e sempre satisfará toda necessidade humana” (CS7). Por mais forte que o amor maternal seja, o Amor Maternal de Deus por nós é muitíssimo maior. Muito mais do que apenas entrar em ação quando esgotamos nossos suprimentos duramente economizados com nosso esforço, Deus é a própria fonte de todo suprimento, sempre (CS8). Tudo o que temos vem sempre de Deus. “Os mortais”, escreve nossa Líder, “têm visão limitada de todas as coisas” (CS9). Olhando as coisas de um ponto de vista material, somos enganados a crer em limitação. Se não olhamos para Deus por satisfação e suprimento, verificamos que nunca ficaremos satisfeitos, pois a única fonte verdadeira para nossa satisfação é Deus (CS10).
Eddy escreve: “O homem reflete a infinidade”. Esta ideia infinita está sempre se desenvolvendo e procede de uma “base ilimitada”. Quanto melhor compreendermos a Deus e a verdadeira relação do homem com Ele, tanto mais capazes seremos de ver a irrealidade passar para a realidade do cuidado onipotente de Deus. Nosso livro-texto nos diz: “Dominas a situação quando compreendes que a existência mortal é um estado de autoengano e não a verdade do ser” (CS11). Notem que a existência mortal não é um nós” enganados, mas é a mente mortal enganando-se a si mesma. Vocês e eu não podemos ser enganados porque Deus é nossa Mente, a única Mente.
Toda desarmonia é irreal (CS12). À medida que percebermos isso, começaremos a ver as coisas como elas realmente são. Toda desarmonia, escassez, ou perigo aparente são o irreal—nulidade. Harmonia, abundância e segurança são o real—o algo mais. Quando tentados a acreditarem num quadro de limitação lembrem-se: todo erro é irreal, enquanto que a “Verdade é ilimitada” e real (CS13).
Seção 3: Não sejam enganados por ameaças nem arrebatados pela sedução
Nesta seção, a admoestação para não sermos enganados (B11) assume uma nuance diferente: “Não sejam persuadidos ou seduzidos”. Como mencionado, existe uma multidão de filosofias, passatempos, atividades, disciplinas e outras distrações competindo por nossa atenção. Alguns são muitos sutis, outros mais agressivos.
Sadraque, Mesaque e Abednego foram postos diante de um ultimato: inclinai-vos e adorai a imagem de ouro, ou morrem. Muitas das várias influências de nossos tempos não parecem tão urgentes nem de consequências tão severas, todavia somos, como os jovens hebreus, forçados a uma opção. Albert Barnes observa que para a maioria da sociedade babilônica, não tinha importância adorar uma variedade de deuses. Até onde a gente pode perceber, Nabucodonosor não estava proibindo alguém de servir seus deuses; ele queria assegurar-se que a adoração ao seu ídolo de ouro estivesse incluída. Algo parecido ocorre em nossos dias, pois a maioria das pessoas não liga para misturar oração com medicina, ou praticar seu próprio padrão de moral enquanto tolera uma porção de atividades imorais. Tornamo-nos uma sociedade muito permissiva. Mas aqueles jovens eram devotos de servir o Deus de Israel—o único Deus verdadeiro e não há outro além dEle. Para eles, adorar qualquer outra coisa, incluindo aquele ídolo de ouro, equivalia a desonrar seu Deus.
Como isso se aplica aos Cientistas Cristãos? Pelo que entendo, nós nos comprometemos a servir um Deus, além do qual não há outro. Qualquer coisa que nos seduza a dividir nossa lealdade a Deus com qualquer outra atividade, filosofia, desejo ou meios de subsistência, é uma demanda a adorar algo separado de Deus e é uma espécie de idolatria. De todas as possíveis crenças que possam demandar nossa obediência, a de sujeitar-se às leis da medicina material é a mais ameaçadora. Sempre penso que o som dos instrumentos do relato bíblico representa os sintomas físicos do corpo. Quando eles começam a tocar, nós, supostamente, devemos nos ajoelhar e adorar a matéria médica. Se não o fizermos somos ameaçados de perder nossa vida.

Esses rapazes se mantiveram firmes. Estavam resolvidos a não adorar nada a não ser Deus, independente das consequências. Tenho para mim que esta resolução foi a salvação deles.
Todas as influências separadas de Deus que prometem nos beneficiar são ilusões. Não se deixem enganar! Elas não fazem nenhum bem. Especialmente as ameaças da matéria médica de que se não inclinarmos e seguirmos suas regras, estaremos em maus lençóis. Isto é pura idolatria (CS14). A decisão espiritual e sagrada inspiração exemplificada por esses três jovens pode salvar-nos também (CS15). Podemos nos libertar das influências escravizadoras das crenças materiais se afirmarmos nossa liberdade e aceitarmos nosso domínio. Podemos lançar de nós todas as mentiras que nos amarram a dependências materiais e ver além das falsas promessas. Há duas linhas no livro texto que são minhas favoritas: “Não há poder separado de Deus. A Onipotência tem todo o poder e reconhecer qualquer outro poder é desonrar a Deus” (CS17). Acaso desejamos desonrar a Deus? É lógico que não. Obedeçamos ao Primeiro Mandamento—o texto favorito de Eddy (CS18). Este Mandamento amado e obedecido resolveria qualquer problema que jamais tivéssemos. Por que ousaríamos pensar em fazer menos do que isso? Não se deixe enganar! Deus é a resposta.
Seção 4: Não se deixe enganar pelos impostores
“Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (B13). Para ser honesto, no primeiro momento, eu não tinha certeza de como essa citação se encaixava na história do joio e do trigo (B15). O conceito de ceifar o que você semeia parece mais uma questão de responsabilidade pessoal pelas consequências das ações cometidas. Mas na parábola do joio e do trigo, não era culpa do semeador o fato de alguém ter semeado joio em seu campo. Sendo assim, o que isso tinha a ver com ser responsável pelas próprias ações? A explicação da Bíblia Ampliada para a expressão “zombar de Deus” diz, “Deus não deixará que escarneçam (desprezem, desdenhem ou zombem através de meras pretensões ou profissões) dEle. Aquele que tentar iludir a Deus, inevitavelmente iludirá a si mesmo.” A parábola é sobre o reino dos céus em que somente a boa semente é semeada. O mentiroso - o erro - semeia o joio furtivamente. O joio representa uma tentativa de iludir a Deus - escarnecer dos altos padrões de Seu reino e introduzir algo que, a princípio, pareça ser uma boa semente, mas que na verdade não é. Quando começa a colheita, o grão desse joio fica escuro e mostra o que ele realmente é - um impostor. A ideia aqui é que você não pode fingir ser bom e ainda assim ser perverso de coração. Deus não tolera isso e você vai, inevitavelmente, ceifar o erro que plantou. Daí a necessidade de arrepender-se e acreditar no evangelho (B14).
Além disso, o joio, como definido em Ciência e Saúde (CS19) é a “mortalidade; o erro; o pecado; a doença; a moléstia; a morte” que fingem ser parte do plano de Deus e, assim, parte do homem de Deus. Mas o joio é um impostor, não é real. A Vida nunca se mistura com nenhum tipo de erro e os impostores que tentam nos iludir e nos levam a pensar que o bem e o mal colaboram entre si, são expostos conforme progredimos em nossa compreensão espiritual (CS 20,21). Sempre que vivenciamos algo, nos tornamos melhores em reconhecer os erros. É mais provável que um dançarino ou um músico profissional detectem passos errados ou notas erradas do que um amador. Da mesma forma, quanto mais crescemos espiritualmente, mais óbvio se tornará o joio da crença mortal, e mais perceberemos a impossibilidade do mal e do bem compartilhando o mesmo espaço (CS22). O mal é irreal, ponto final. O Espírito é real e não pode ser invertido nem distorcido. E esses opostos nunca se tocam (CS23). Um joio nunca será um trigo e o trigo nunca será um joio, não importa o quanto sejam parecidos. Nós não podemos ser levados a pensar o contrário.
Seção 5: Não se deixe enganar pela evidência do corpo
Cristo Jesus, sendo mais espiritualmente avançado do que qualquer pessoa que já pisou na terra, nunca se deixou enganar. Ele enxergava através da irrealidade do sentido material melhor do que qualquer um. Tinha consciência de que os que sofriam com doenças e moléstias eram enganados e levados a pensar que as doenças e outras maledicências pertenciam a eles e tinha compaixão deles (B16). Uma doença que especialmente virulenta era a lepra. Embora parecesse uma doença tropical que afetava a pele, acredita-se que começasse internamente. As pessoas com lepra provavelmente seriam tentadas a pensar que a doença fazia parte de si e que não seria possível separar-se dela. Jesus, sem se deixar impressionar com a imagem, via a doença como irreal e a curava (B17).
Não só as pessoas tinham tendência a acreditar que a doença fazia parte delas, como também acreditavam que estava inextricavelmente entrelaçada com seus corpos. Precisamos realmente viver no corpo? De acordo com Paulo isso não é nada mais do que outra ilusão (B18). Nós realmente vivemos no Espírito. Alguns podem pensar que expressão de Paulo “o vosso corpo é santuário do Espírito Santo” significa que de alguma forma o corpo material está infundido em algum tipo de santidade espiritual. Mas nosso corpo - onde vivemos - é, na verdade, o templo do Espírito Santo. O corpo não é uma moradia material para um espírito habitar. Somos espirituais, vivemos no templo do Espírito Santo. Nossa verdadeira moradia não é nossa, é de Deus.
Na Ciência Cristã, tudo se baseia na perfeição de Deus e de Sua criação e Deus fica com toda a glória (CS25). Quando somos governados por Deus, sabemos que todas as coisas são possíveis para Ele. Não há outro ensinamento com essa abordagem. Tudo o mais deixa Deus de fora e supõe que a matéria cria, governa e destrói a si mesma, ou que Deus quer que o mal seja parte da existência, ou que, pelo menos, nos ensine algumas lições. Na Ciência Cristã, todo o mal é irreal - uma ilusão. Enxergar a verdade expõe a irrealidade da doença e da moléstia, trazendo a cura (CS26). Jesus podia curar com eficácia porque via a irrealidade da doença. Ele conseguia fazer isso porque conhecia a realidade completa e incontestável de Deus. É o que precisamos fazer - compreender a irrealidade da doença (CS27). A verdade é o remédio de Deus para todo o erro. Funciona hoje da mesma maneira que funcionava na época de Jesus (CS28,29). As curas de Jesus não eram milagres, nem um dom misterioso em uma era passada. A cura espiritual é o resultado natural de enxergar através da irrealidade. Quando sabemos como um truque de mágica é feito, nunca mais nos iludimos com ele. Quando sabemos que alguém está mentindo, não acreditamos na mentira. Quando compreendemos o poder do Amor divino, não somos enganados por nada que tente opor-se a ele.
Como na época de Sofonias, nós também enfrentamos uma multidão de maldades pretendendo serem reais. Mas não precisamos temer, nem sermos enganados. Não podemos ser levados a acreditar que há mais de um Deus ou que não há nenhum. Não podemos nos deixar levar pelas imagens de carência e limitação. Não podemos ser seduzidos, ameaçados ou forçados a servir qualquer coisa além de Deus. Nem podemos enganar Deus, nem ninguém, fingindo sermos algo que não somos. Toda farsa é revelada e destruída. Por fim, não podemos acreditar que vivemos em um corpo, que estamos confinados a ele ou que estamos sujeitos à doença. Vivemos no Espírito. Nossa autoridade de ver através da irrealidade é a onipotência de Deus (CS30). Não podemos acreditar que exista outro poder além de Deus, porque não há. Se não vier de Deus, é irreal. Como podemos nos deixar enganar sabendo de tudo isso? Não podemos.
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Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S.  Glen Ellyn, Illinois (Bartlett) craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683
A equipe de tradução para o português é composta por Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB.
Visite o saite www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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