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Para que a vida de nossa gente seja útil [cheia] de boas obras. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Doutrina da Expiação.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, April 14th, 2014

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

“Para que a vida de nossa gente seja útil[cheia] de boas obras”

Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros
Uma ajuda para o estudo da Lição Bíblica

Tema: A DOUTRINA DA EXPIAÇÃO
De 14 a 20 de abril de 2014

Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB

Algo que realmente gosto na Ciência Cristã é que a obra, ou seja a cura, fala por si mesma. A CC não se baseia fortemente sobre alguma lei doutrinária; ao contrário, a cura que resulta de sua demonstração prova a presença do Cristo entre nós. Esta lição bíblica toma a doutrina cristã da expiação e nos encoraja a ver o que ela é: uma exigência para fazer a vontade de Deus, a de nos “alegrarmos por causa daquilo que Deus fez por meio de nosso Senhor Jesus Cristo...” (NTLH, Rom. 5:11) e de firmar-nos na demonstração de nossa unidade com Deus que Jesus revelou.

Texto Áureo: Romanos 5:11 – [...] também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem recebemos, agora, a reconciliação.
     O TA nos urge a agir e a agir com alegria em Deus, que é o enfoque da lição desta semana. Somos instruídos “para que assim a vida de nossa gente seja útil” (NTLH) cheia “de boas obras” (Tito 2:14), para demonstrar nossa unidade com Deus por meio de nossa “vida prática” (CS4, p. 202), e de ser “[inspirados] por Deus, pela Verdade e pelo Amor, em tudo que [dizemos e fazemos]” (CS12, p 51), ou seja, de fazer a vontade de Deus.

Leitura Alternada: 1.Pedro 1:3,4;  Tito 2:1,7,8,11 - 14
     Fazendo a vontade Deus, verificamos que não somos seres separados vivendo na matéria e gozando uma existência material que será seguida por outra espiritual. Pelo contrário, demonstrando nossa unidade com nosso Pai-Mãe, como Jesus mostrou, verificamos que nossa harmonia e poder brotam do modelo de um Pai-Mãe perfeito e espiritual e filho perfeito e espiritual—cada um de nós! Como diz: “...Deus...nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, sem mácula e imarcescível ...” ou “Por isso,  o nosso coração está cheio de uma esperança viva” (NTLH) (1 Pedro, 1:3,4).

SEÇÃO 1 - O Cristo brilha “... em nossos corações...”
     Nesta seção 1 Jesus defende-se no templo dos que queriam vê-lo destruído.  Pediram-lhe que lhes dissesse “francamente” se era ou não o Cristo. Sua resposta é de que já o havia dito. Na verdade, de modo direto ele só havia dito isso à mulher samaritana junto à fonte de água. Assim, parece que ele estava dizendo que suas obras sanadoras falavam por si e que essas obras provavam sua identidade. Ele esperava que suas obras provassem sua Cristandade.
     Jesus é um exemplo consumado de uma pessoa que só faz a vontade de Deus. Ele nunca dava ouvidos à sugestão de uma vontade separada do seu Pai. Pouco antes de sua crucificação declarou: “não seja feito o que eu quero, mas o que tu queres” (NTLH, Mat. 26:39). Isso é demonstrar nossa unidade com Deus, essa é a expiação ou “[...] a exemplificação da unidade do homem com Deus[...]” (CS3, p.18).
     Se não estamos “separados”, seguindo nosso caminho, então somos um com Deus. Quando em cursos separados vivemos o sonho material, uma existência que às vezes parece convincente, mas é sempre sem substância ou realidade e conduz, no mínimo, ao desgosto. Será que isso nos leva à mesmice ou chatice? De jeito nenhum! As boas aventuras que temos quando nos submetemos à vontade de Deus são incontáveis, satisfatórias e compensadoras. O Cristo brilha “... em nossos corações...”; ele nos é revelado como uma luz nas trevas da materialidade. Não é algo muito além de nós ou transcendental demais para ser compreendido.

SEÇÃO 2 - Deus é a lei do bem que está sempre operando
     Fazer a vontade de Deus na Seção 2 é comparável às ovelhas seguindo o pastor. Em troca de tal obediência a ovelha recebe amor, proteção do perigo, comida e abrigo. Na analogia, humanamente orientada, sentimos nossa unidade com Deus, quando escutamos a orientação vinda de Deus. E se cometermos um erro? Bem, lembram-se da luz que brilha/irradia de dentro de nós, em nossos corações?  Essa luz é o nosso farol natural e ilumina o nosso caminho de volta ao nosso estado natural de retidão espiritual (B10).
     Quando eu estava no ensino médio, havia uma produção musical “Gilbert e Sullivan” a cada primavera. Eu gostava de cantar, (ainda gosto de cantar), e fiz o teste em ambas as séries 6ª e 7ª para uma das vozes de liderança, mas apenas consegui cantar no coral. Eu tinha grandes esperanças de talvez conseguir um papel principal no meu último ano do ensino médio, mas fui tremendamente desapontada pois não fui chamada para retornar, depois da audição. Eu realmente lutei com essa decepção, uma vez que essas produções eram de alta qualidade e essa, ao que me parecia, seria minha última oportunidade. Descobri que uma das minhas melhores amigas tinha recebido uma chamada para retornar. Sabendo que a inveja estava errada, a partir de tudo o que eu tinha aprendido na escola dominical, eu me voltei de todo coração a Deus para reverter a minha decepção e ser capaz de alegrar-me sinceramente com o sucesso de minha amiga. Para minha surpresa, dentro de um curto espaço de tempo, compreendi que eu era realmente capaz de estar feliz porque ela fora escolhida!
    Não muitos dias depois, eu estava ajudando a limpar a sala de música depois da escola e o professor de música me perguntou por que eu não tinha aparecido para os ensaios. Eu respondi que meu nome não constava na lista e ele disse que tinha havido um erro. Ele havia me colocado na lista para ensaiar. Me pediu para fazer um teste no ato. Eu nem sequer tive tempo para ficar nervosa! No dia seguinte, foi me foi dado um dos dois papéis femininos principais para a produção. Eu não quero dizer aqui que Deus "deu-me” esse papel porque eu entreguei o meu próprio desejo e consegui realmente me alegrar com o sucesso de minha amiga. Deus não perde tempo nessas coisas, Ele não é um "super-humano" intervindo quando necessário.
    Deus é a lei do bem que está sempre operando. Penso no entanto, que o meu próprio desejo de alegrar-me em Deus, em vez de no meu desejo pessoal por algum tipo de bem humano, deu-me a liberdade de sentir e experimentar a paz e a alegria que abriu a porta para um bem maior. Atuar nesse papel foi maravilhoso, divertido e uma memorável experiência, mas fazer a vontade de Deus é uma atividade contínua, gratificante, realizadora e duradoura.

SEÇÃO 3 - As leis da cura são estabelecidas por Deus e acessíveis a todos
     Na seção 3 , “Estava ali um homem enfermo há trinta e oito anos. Então lhe disse Jesus: Levanta-te, toma o teu leito e anda”. O homem não pediu para ser curado e nem perguntou quem era Jesus! Isto comprova a citação anterior (B12, Atos 10:38): [Jesus] “[...] fazendo o bem e curando a todos os oprimidos [...]". Talvez ele não  tenha perguntado por que o homem poderia ter se contentado com a mendicância, uma ocupação, por vezes, bastante lucrativa, ou talvez por que nunca ocorreu ao homem que ele poderia ser curado. A resposta do homem certamente indicava que ele pensou que não havia nenhuma opção para a cura.
     Jesus provou que uma pessoa nem sequer precisa ter fé no sanador para receber a cura. Em outras palavras, as leis da cura são estabelecidas por Deus e acessíveis a todos. Os judeus estavam descontentes com essa cura, não só porque o homem, após ter sido curado, estava carregando sua cama, mas também porque a cura havia acontecido no sábado. Uma nova versão da Bíblia aponta que estar carregando sua cama não seria estritamente contra as leis mosaicas sobre o sábado, mas que os sacerdotes tinham certas interpretações tradicionais da lei mosaica, e muitas vezes essas eram apenas benéficas para eles.
     Esse tipo de interpretação humana, ao invés da interpretação espiritualmente inspirada, é o que faz da expiação uma doutrina a ser considerada de forma passiva entre os cristãos de hoje, e não como um chamamento ativo para fazer o que Jesus fez. Se considerarmos as obras de Cristo Jesus como milagrosas, então seu ministério torna-se "desprovido da força-Cristo [...]" (CS14). Um milagre deixa todos os que vêm depois de Jesus, impotentes. São as próprias demonstrações de Jesus que mostram a nossa união com Deus e ilustram as infinitas possibilidades que vêm de entender essa unidade. Essa demonstração não vem sem aprimorarmos nosso senso espiritual. A ilusão material pode ser bastante convincente (CS15), mas ela não tem poder divino.

SEÇÃO 4 - Nossa demonstração da força-Cristo está em curso (B14).
     Essa seção revela que a crucificação de Jesus não pode impedir o Cristo de viver e curar para sempre. A definição de ressurreição em CS19 nos ajuda a ver que a crucificação não aponta para nós uma vida após a morte. Pelo contrário, nos deu uma "maior idéia da imortalidade", ou seja, a vida no Espírito, e não na matéria. A crucificação representa o exemplo mais hediondo da vontade humana, por parte daqueles que exigem e fazem a crucificação, e também o exemplo mais elevado de ceder à vontade de Deus por parte de Jesus. Que justaposição! A vontade humana, a crença de que estamos separados de Deus e uns dos outros, levaram ao horror de assassinar brutalmente um homem divinamente ungido. Jesus cedeu e aceitou passar pelo sacrifício da crucificação e isso o levou à ressurreição, e, finalmente, à ascensão. Esse é o nosso verdadeiro objetivo – o de deixar esse senso material da vida para trás, sem evidência de matéria!

SEÇÃO 5 – O ministério de Jesus Cristo precisa de nós
      A Seção 5 não nos dá nenhuma folga quanto ao chamado à ação de Jesus. Seu reaparecimento após a crucificação deu-lhe a oportunidade de provar a seus discípulos que seu ministério não poderia ser interrompido pela crença na morte. A necessidade de seguir provando que o homem é uno a Deus era contínua. Era e é também uma necessidade divina, não material nem humana. É propósito da criação de Deus de atender à vontade de Deus, de expressar e refletir Seu poder, harmonia e bondade. Somos divinamente ungidos nessa missão Crística.
     A crucificação e ressurreição de Jesus e, por fim, sua ascensão, mostraram-nos “que um homem mortal não é a essência real do homem” (CS23, p.292). É interessante ver como esse tema evoluiu ao longo das três últimas lições bíblicas. Tivemos “A realidade”, “A irrealidade” e “São reais o pecado, a doença e a morte?” Vemos agora esses tópicos resumidos na vida de Cristo Jesus e na mensagem de Páscoa: que a matéria não pode impedir que a realidade da vida eterna e o amor de Deus transpareçam. [Li numa edição do CSJournal (Novembro 2011, Nathan Talbot: “Alternativa para a morte” ) um artigo que me auxiliou realmente a elevar meu pensamento a respeito da morte e clarear minha compreensão sobre o que a bíblia diz sobre a morte.]

SEÇÃO 6 - “…[correr], com perseverança, a carreira que nos está proposta” (B22, Heb. 12:1).
Esse é mais um chamado à ação, para fazer as obras que Jesus fez. Assim procedendo somos chamados em “[...] um só corpo” (novamente a unidade) (B24, Col 3:15). Na mesma citação somos chamados a que “Seja a paz de Cristo  o árbitro em vosso coração”, assim como a luz brilha em nossos corações da Seção 1. Aqui Paulo está falando de nossa ressurreição individual. Pela elevação do pensamento espiritual para fora da matéria e para dentro do Espírito, Deus. Eis como reconhecemos nossa inseparabilidade de Deus!

    As duas citações finais de CeS nos encorajam a “guardar os mandamentos de nosso Mestre e seguir-lhe o exemplo” (CS29, p.4). Isso é detalhado na última citação do CS (p. 21) em termos de progresso mensurável. Está a Verdade vencendo o erro na sua vida diária? Está você avançando espiritualmente? Está você “porfiando por entrar”? Para fazer isso, diz-nos a Sra. Eddy, “[devemos] constantemente [desviar-nos] do sentido material”. E, à medida que avançamos cada dia um pouco ao ceder à vontade de Deus, chegaremos por fim ao  ponto de partida: com “alegria em Deus”!
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Este estudo metafísico foi preparado por Kerry Jenkins, CS, House Springs, MO (314) 406-0041
A equipe de tradução para o português é composta por Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB.
Visite o saite www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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