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Resplandeça a vossa luz...Sois filhos do Dia. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Denunciadas a necromancia antiga e a moderna, aliás, o mesmerismo e o hipnotismo.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, May 26th, 2014

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Resplandeça a vossa luz...Sois filhos do Dia

Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros

Uma ajuda para o estudo da Lição Bíblica

Tema: Denunciadas a Necromancia Antiga e a Moderna, aliás o Mesmerismo e o Hipnotismo.

De 26 de maio a 01 de junho de 2014

Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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É provável que o mais antigo conto de conflitos nos mitos, na literatura e na psique humana seja a continuada batalha da luz versus as trevas. Isto simboliza o conflito entre o bem e o mal, a pureza e a impureza, a inteligência e a ignorância, a realidade e a irrealidade. Ao senso humano esse contínuo conflito parece quase natural--as trevas da noite são apagadas pelo raiar do sol da manhã, e quando o sol se põe as trevas retornam--num ciclo infindável.

Muitas vezes, as trevas são figuradas como uma entidade em si mesma e de si mesma, ou como sobrepujando a luz. Quando raciocinamos logicamente, isso não faz sentido porque as trevas não são uma presença; são, apenas, a ausência da luz. Dizem-nos que, em verdade, até o céu da noite está cheio de luz e que tudo o que precisamos para ver que a luz está aí é de um objeto onde ela possa ser refletida.

Texto Áureo: “ A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela” (João 1:5)
No Texto Áureo temos uma tradução desafiadora que põe outra conotação à tradicional versão inglesa King James: "A luz resplandece nas trevas e as trevas não a compreenderam". Isto soa que a luz, que aqui simboliza o Cristo, está presente nas trevas, mas que as trevas ou consciência mortal ignorante simplesmente é incapaz de compreende-la. Mas a tradução de João F. de Almeida diz: "A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela."
A versão da NTLH põe do seguinte modo: "A luz brilha na escuridão, e a escuridão não conseguiu apagá-la" [absorve-la ou apropriar-se dela, e a luz não é impressionável pelas trevas].
É lógico que a escuridão não tem nenhuma relação com a luz. Ela simplesmente não existe. Na Ciência Cristã, ao  invés de atribuir igual poder às trevas, como faz a mitologia e a literatura, a luz tem todo o poder e é toda a presença, e as trevas são impotentes e ausentes, sempre. As trevas só constam como crença de  haver poder oposto a Deus ou que possamos ser separados dEle.
          
Leitura Alternada: Miquéias 7:8;   Salmos 119: 105, 111,113, 115,117, 121, 125, 130, 133, 135.
Na Leitura Alternada quando o salmista se sentiu perdido e só, ele confiou em Deus para lhe iluminar o caminho. Confiou que sob a luz ele seria capaz de ver todos os desvios e obstáculos perigosos que poderiam atrapalhar sua jornada. Resolveu distanciar-se dos malfeitores e de apoiar-se sempre na lei de Deus. Ele confiou na lei de Deus para mantê-lo a salvo e dedicou-se ao serviço do Senhor.
O Salmista declara que a luz de Deus o ajudará mas não só a ele; está confiante de que ajudará toda e qualquer pessoa que procure essa ajuda. “A explicação da tua palavra traz luz e dá sabedoria às pessoas simples” (NTLH). David declara especificamente que a Palavra de Deus está aí para ser lida por todos, sem exceção. Eis um ponto a considerar quando somos tentados a pensar que a CC é difícil demais para compreender. A luz da verdade pode ser abraçada e compreendida por todos, desde uma criança até as pessoas eruditas. Ninguém é excluído.

Seção 1: Tudo é Luz; Não há Trevas
Esta primeira seção é muito simples e vai direto ao ponto. Nenhuma sabedoria, compreensão ou conselho humano tem qualquer simpatia de Deus. Não se pode discutir com Deus, nem tirar-lhe a importância ou negar Deus. Ele é tudo o que existe. Deus não é "uma luz" (B2). Deus mesmo é luz--toda a luz do  universo. Nada diferente de Deus existe. Ele é o que é. Como Albert Barnes escreve: "Deus é perfeitamente puro, sem nenhuma mistura com o pecado. Deus é todo conhecimento, e não tem mistura com a ignorância...Deus é infinitamente verdadeiro, nunca afirmando ou favorecendo o erro; Ele é abençoado em todos os Seus caminhos..."  Aqueles que reconhecem isso são os que caminham na luz resplandecente da face de Deus (B3). Eles não podem senão rejubilar-se pois a consciência dessa luz onipresente os abençoa. Deus é a origem de sua força, poder, proteção e governo.
Tomando essas passagens bíblicas pelo seu valor real, fica claro que nada existe em oposição a Deus. Mas para o senso humano parece haver outro poder em jogo. Essa crença em outro poder são as trevas, que mencionamos há pouco, mas não são mais do que um "senso mortal da ausência de luz" (CS1).  Quando a luz está presente, as trevas se vão. Raciocinando da base de que Deus é Tudo-em-tudo, podemos concluir logicamente que o mal é "uma mentira hipotética" (CS2). Mary Baker Eddy usa um termo específico para a mentira do mal--"magnetismo animal". Temos que lembrar-nos que isso é apenas um "termo/palavra". Ele é a crença coletiva das mentes dos mortais que afirmam que a mente está na matéria, que é boa e má, e que o mal "seja tão real como o bem e mais poderoso". Essa é a falsa crença de que falamos acima--o drama mitológico e tradicional--uma dualidade de bem versus mal, luz versus trevas.  Eddy declara: "Esta crença não tem uma única qualidade da Verdade" (CS2). Isso é tocar direto no assunto, não é mesmo? Quando vivemos no poder e reconhecimento da luz perfeita de Deus, deixamos o senso material para trás e crescemos constantemente rumo à ininterrupta compreensão dessa luz (CS3). Essa é a base da prática e da demonstração da CC. Deus é luz, a luz é Tudo. “Na Mente eterna não há noite" CS4).

Seção 2: Deus é Tudo: Não há outro
Se Deus realmente é Tudo-em-tudo, por que buscaríamos noutro lugar a salvação? As Escrituras nos advertem para não sermos tentados a desviar-nos e servir a outros poderes que estão disputando nossa atenção (B4). A crença de que há outros poderes que não Deus, é totalmente equivocada, e é o resultado do magnetismo animal acima mencionado. O magnetismo animal "falsa crença de que a mente está na matéria, e é ao mesmo tempo boa e má; que o mal é tão real quanto o bem e mais poderoso" quer nos fazer crer no contrário do que é verdadeiro. Com efeito, o magnetismo animal nos leva a acreditar que o mal é bom, e o bem é  mau (B5). Ele tenta nos confundir totalmente. Mas o salmista nos exorta a orar para nos libertarmos de tal confusão (B6). No meio de toda a evidência dos sentidos materiais, e oposição a Deus e a espiritualidade, somos encorajados a nos agarrar firmemente em Deus e suas leis. As leis de Deus proporcionam estabilidade e segurança. Aqueles que confiam em Deus não se agitam ou se amedrontam quando surgem desafios. Eles intuitivamente olham para a luz na escuridão e se tornam o reflexo da luz (B7).
A parte mais forte da crença de vida na matéria é que temos um futuro desconhecido – que mesmo que tudo esteja indo bem, a dificuldade pode se apresentar em qualquer hora e lugar. Ou se as coisas estão difíceis, o resultado é incerto, e as coisas podem piorar. Para a mente mortal, essas preocupações são praticamente "dados/circunstâncias" que são inevitáveis​​. Mas, para aqueles que confiam em Deus, o futuro está vestido com a esperança e a expectativa do bem. As pessoas com mentes espiritualizadas não têm medo de doar o bem que eles têm, por medo do que pode acontecer amanhã; distribuem boas dádivas livremente, porque sabem que Deus está sempre suprindo todo o bem. No Cedars neste verão o tema é: Live 2 Give (Viver para doar). Isso é o que fazemos, como cristãos, seguindo a luz. Damos livremente sem reservas.
Deus ordena que toda a terra se volte para Ele em todos os sentidos. Ele não reserva Seu cuidado a uma raça, religião, nacionalidade ou região (B8). Procurar ajuda em qualquer lugar que não seja em Deus é inútil, porque Deus é Tudo. Não há outro.
É claro que Deus não pode criar nada diferente de Si mesmo. O mal nunca foi criado; é uma ilusão (CS5). Os filósofos antigos questionavam: se Deus é tudo, e Deus é bom, de onde vem o mal? A Ciência Cristã não se prende em linhas de investigação . Em vez disso, ela começa com Deus e estabelece o seu caminho  na seguinte proposição: "Se Deus, ou bem, é real, então o mal, a dessemelhança de Deus, é irreal" (CS6). A CC não tenta explicar como Deus permite o mal porque ela mantém a lógica clara de saber que só a bondade emana de Deus, e que tudo o que representa o mal está errado (CS7). O único poder que o mal parece ter é o poder que lhe damos.  O mal não é uma inteligência independente andando à procura de alguém para seduzir. O mal é não-inteligência que requer um crente que aceite a falsa alegação de que ele existe. Aqueles que entendem Deus não fazem falsas alegações sobre o mal, com algum crente (CS8). "Na Ciência" -- que é outra maneira de dizer "na realidade" – Deus é o Tudo e o Único, e o mal não tem mais presença do que uma sombra (CS9,10). É realmente muito simples.

Seção 3: A Luz traz cura
A validade dessa lógica simples é comprovada através da cura . O mundo em geral acredita em mais de um poder; e na maioria das vezes, a abordagem do mundo é para combater o mal com o mal, ou, em qualquer caso, buscar a ajuda em todas as direções, exceto em Deus.  Nós já vimos que Deus, o bem, é representado pela luz, e qualquer coisa  contrária a Deus é representada pela escuridão. Os mortais, acreditando em um poder que não seja Deus, e numa existência à parte dEle, vivem no escuro. Mas Cristo nos mostra a luz da Verdade (B9). Enquanto o mundo tenta combater a escuridão com  mais trevas, a CC utiliza a luz da Verdade para superar todas as trevas, todos os males.
Cristo Jesus trouxe luz à humanidade, figurativa e literalmente. Ele curou todas as enfermidades, e provou o poder da Verdade pela demonstração. Mas o mundo ainda não acreditava nisso, em parte porque a mente carnal se opõe a qualquer coisa que não entende. Os que difamavam Jesus fizeram a afirmação absurda de que a sua capacidade de expulsar demônios era porque ele próprio estava alinhado com Belzebu, o príncipe dos demônios (B11). Jesus habilmente explicou que a lógica deles não fazia sentido e provou isso através de sua capacidade de curar. Os cristãos não se voltam para os meios do mundo, porque tais meios nada  fazem além de fortalecer as concepções mundanas falsas. O raciocínio  espiritual do Cristo, desmantela e anula tudo o que se opõe ao conhecimento de Deus (B12).
As explicações de Jesus incluíram o exemplo de primeiro "amarrar o homem valente” antes de entrar em sua casa e depois saquear seus bens. Essa explicação fornece uma indicação do que faz a cura espiritual se destacar de outros métodos. O método material iria se concentrar sobre o indivíduo e o problema físico e, em seguida, tentaria erradicá-lo através de meios físicos – escuridão expulsando escuridão. Jesus ensinou que não era o indivíduo ou o corpo que precisava ser tratado, mas a crença radical, a mente mortal – “o homem valente” - precisava ser "amarrado”  a fim de eliminar as crenças no pecado e na doença (CS12). A CC cura da mesma forma que Jesus curava. "Um paciente sob a influência da mente mortal só é curado quando dele se afasta a influência dessa mente..." (CS13). A suposta atividade da mente mortal é o magnetismo animal. Nós destruímos as crenças no pecado e na doença através da compreensão do Espírito. O efeito do tratamento na CC é como a luz solar que brilha através da escuridão. Ele instiga "a mente humana a uma mudança de base, sobre a qual possa ceder à harmonia da Mente divina" (CS14). A CC não tem relação com qualquer outro método ou prática humana. É totalmente espiritual e as mudanças resultantes que ela traz à consciência são irreversíveis (CS15). Aplicando as verdades do Cristo introduz um poder que supera tudo o mais.

Seção 4: A Luz da Verdade anula as falsas influencias
A influência da mente mortal, ou magnetismo animal tornou-se tão enraizada no pensamento humano que ela parece normal e, em alguns aspectos impenetrável. Essas influências são aceitas pelos sentidos materiais, que não têm origem divina e não compreendem o que é verdadeiro (B13). Em Gênesis, quando a luz desponta na escuridão, ela representa uma luz espiritual abrangente que preenche todo o espaço. Essa luz não tem origem em uma fonte de matéria: Ela simplesmente existe, completamente independente. Da mesma forma, a luz de Cristo não é um desdobramento ou conseqüência de qualquer progressão material. É nova, e supera qualquer oposição. É o poder do infinito, eterno, invisível, que dissolve o lodo temporal do pensamento material (B14). Os cientistas cristãos não estão impressionados ou perplexos com a densidade aparente da crença material. Temos total confiança de que a luz da Verdade eterna vai dissipar todo o mal (B15).
Albert Barnes fornece uma visão instigante sobre 2 Coríntios 4:06. Além de apontar a referência ao Gênesis como acabamos de fazer, ele dá a entender que a escuridão em que o homem mortal está mergulhado, é aprofundada pela ignorância sobre Deus, e é agravada pelo "curso da vida que as pessoas levam; por sua educação; ou por sua condescendência com o pecado ..."   Eddy conta, a história de Kaspar Hauser (CS17) e ilustra o ponto de Barnes em que as chamadas leis da mente mortal são o resultado de crenças ensinadas. Eddy também menciona que os hipnotizadores são exemplos de como uma influência falsa pode fazer as pessoas acreditarem exatamente o oposto do que realmente está acontecendo. O sentido material é um estado hipnótico em que a evidência sensual parece real e torna muito difícil determinar o que é real ou irreal, certo ou errado, bom ou mau. Na verdade, toda a evidência sensorial é questionável, e não há verdade inerente ou realidade na existência material.
As influências da crença material são infundidas em nós diariamente por meio da educação, publicidade e notícias, para citar alguns. Tire alguns momentos para se perguntar o que está influenciando os seus gostos, idéias, desejos, ou medos. Há possibilidade de que em algum momento, você foi impactado de uma forma ou de outra por essas influências enganosas do magnetismo animal. A CC nos ajuda a ver através do pântano da incerteza material com a luz da Verdade (CS19). A realidade espiritual é fixa e intrinsecamente real. Ela não depende de correntes de pensamento ou  teorias vacilantes. É verdade agora e para sempre .

Seção 5: A Luz Brilha Sempre
Barnes explica que a palavra “noite” usada em Romanos 13:12 tem conotação com um estado de ignorância e crime e é sinônimo de trevas.  Representa a obscuridade do pecado em contraste com o pleno esplendor do evangelho do Cristo cujos raios enchem o céu eterno.
Estamos considerando a maneira de vencer a escuridão por meio da luz do Cristo, a Verdade. O choque entre a luz e as trevas é chamado de campo de batalha. Por isso, o apóstolo Paulo nos aconselha a que “deixemos as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz” (B16), para estarmos bem protegidos no campo de batalha. Revestidos nessa luz podemos compreender que não há poder que se possa opor à ordem de Deus, ou impedir o Seu querer (B17). Cristo Jesus confiou  plenamente em Deus, era dEle que procedia a sua autoridade e sua força. Jesus se identificava tanto com Deus que a luz da Verdade se manifestava em cada atividade dele, e cada um que aceitar o Cristo recebe a bênção dessa luz (B18).
Jesus prometeu que quando ele não estivesse mais aqui, que poderíamos esperar um confortador, “o espírito da verdade” (B19).  A autoridade do confortador procede diretamente de Deus. Da mesma forma como “das trevas resplandecerá a luz” (B14), lembra o cenário da primeira criação, que não dependia de uma origem material, assim, sucede com “o Espírito que vem de Deus” (B19). “Nós temos a mente de Cristo” (B20).  Em outras palavras nós nos esforçamos para ver as coisas como Jesus via, em sua verdadeira luz, em sua realidade.
A teologia tradicional, como mencionei antes, de modo geral aceita a crença da existência mortal e considera a dualidade da luz e das trevas,  o bem e o mal, sempre em guerra. Mas Eddy descobriu que não tinha que continuar dessa forma. Na CC, Deus é Tudo, como a Bíblia o declara, e por isso, o mal é nada.  Ao senso humano, isso parece uma afirmação incomum. Eddy defende o fato de que a sua descoberta da Ciência do Cristianismo foi o resultado do poder divino (CS20). Ela explica que a revelação consiste de duas partes:  A descoberta, e a comprovação da mesma por meio da demonstração (CS21). Em vez de conceder poder ao mal e ao bem, a CC exige que o erro seja destruído por meio do poder de Deus, o bem.
Jesus Cristo foi chamado “o Verbo, formado por Deus”. O Cristo é a atividade de Deus em nossa vida.  Ao senso humano, parece como se cada coisa tivesse o seu oposto – para cada ação haveria uma ação igual em direção oposta, e essa é a suposta ação do mal (CS23). A CC desafia esse falso ensinamento de crenças opostas.
Quando eu era criança, minha mãe costumava ler para mim de um livro que ela tomara emprestado da Sala de leitura da CC, chamado Elisabete e André. O livro contava a história de duas crianças e os desafios que elas enfrentaram durante sua fase de crescimento. Numa das histórias eu lembro da criança sentada com seu pai num pomar de maçãs, bem cedinho antes do sol nascer. O pai estava falando sobre o amanhecer que estava chegando e como era impossível impedir ou atrasar o nascer do sol.  Da mesma forma a luz da Verdade não pode ser impedida ou atrasada.  Ela precisa vir e virá. A luz da CC está aqui agora mesmo.  Não há nada que possa impedir a CC de dissipar as trevas, de curar a doença e o mal.

Seção 6:  “Vós todos sois filhos da luz e do dia”
Escrevi um canto que está sendo usado no encerramento do video que promove as atividades do Acampamento dos Cedros para este verão (julho e agosto, nos EUA). O título é “Filhos do Dia”.  Quando escrevi a letra, eu estava pensando no versículo de 1 Tessalonicenses (B21).  Nós não temos de ser obscurecidos pelas trevas do pensamento do mundo, e não temos de aceitar o pensamento da humanidade de haver oposição.
Nós somos filhos do dia.  Jesus ensinou: “Vós sois a luz do mundo” (B22). O propósito da luz é de iluminar o caminho, e nos habilitar a ver o que há à nossa volta. O pensamento material nos cega para não ver o Reino dos Céus. Mas temos o grande privilégio de sermos Cristãos que compreendem a Bíblia de uma forma científica e aceitamos o chamado de provar isso para o mundo.  Tal como uma cidade que está edificada num monte, assim nossa forma de pensar se destaca da maneira do pensar materialista.  Se alguém aceitar o pensamento predominante do mundo não será uma testemunha muito eficiente do Cristo.
Jesus ordenou aos seus discípulos para curar, expulsar demônios, e até mesmo ressuscitar os mortos (B23). Isto significa tomar ação contra todo tipo de crença das trevas e a favor da luz.  A última citação da Bíblia (B24) declara que: “as trevas se vão dissipando, e a verdadeira luz já brilha” (1 João 2:8). Está escrito no estilo “profético perfeito”. Está declarando o fim desde o princípio, o que nos é familiar, pois quando oramos começamos com a perfeição e terminamos com a perfeição.  O Comentário “Cambridge Greek Testament” destaca um ponto interessante ao comentar esse versículo: “As trevas nunca são algo pessoal; não provém de Satanás, da mesma forma que a luz provém de Deus ou do Cristo. As trevas são o resultado, não da presença do maligno, mas da ausência de Deus.”  Isso reforça o que temos apresentado desde o início. O mal não é uma presença e sim é uma suposta ausência. E vamos nos lembrar de que o mal nunca é pessoa. Há ocasiões em que sentimos que o mal está querendo nos pegar. Mas o mal não tem mente.  O mal não conhece você, e nem a mim, e nem conhece a si mesmo.  O mal é todo ele uma mentira.
Na Ciência, as únicas realidades são a Vida, a Verdade e o Amor (CS25).  Como na história do livro Elisabete e André, nada pode obstruir a luz da Ciência de amanhecer na consciência humana. Você e eu temos uma obrigação de provar que a luz da Verdade dissipa todo tipo de escuridão (CS26).  Recebemos da parte de Eddy a tarefa de enfrentar e dissipar todo tipo de erro. Fazemos isso, por sermos uma lei para nós mesmos, e ter a certeza de que não seremos tentados pelas mentiras negras de que haja uma força oposta ao bem (CS27). Uma vez que o nosso pensamento esteja purificado, podemos ir para ajudar ao nosso próximo com a base de que o que vencemos em nós mesmos podemos ajudar outros a vencerem também (CS28). Só falar não é suficiente. Temos de viver o que falamos. Eddy confirma as palavras do Mestre Cristo Jesus quando diz : “Vós sois a luz do mundo” (CS29). Vós sois os filhos do dia. As trevas não são uma presença e nem mesmo um obstáculo para o bem.  A luz do Cristo, o Espírito da Verdade, é a única presença.  Nada pode apagar o Cristo. Por isso:
“Deixe a luz brilhar através de você, / dissipe as tristezas. /
Alegres sejam os seus corações, / vocês são os filhos do dia.”
Autor Craig L. Ghislin  poema – “Filhos do Dia”
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Este estudo metafísico foi preparado por Craig L.Ghislin, C.S. Glen Ellyn, Illinois (Bartlett), EUA craig.ghislincs@icloud.com, telefone +001(630) 830-8683 A equipe de tradução para o português é composta por Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB.
Visite o saite www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ª feira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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