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Despertemos à semelhança de Deus e encontraremos uma paz segura. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Deus, o Preservador do homem.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, June 9th, 2014

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Despertemos à semelhança de Deus e
encontraremos uma paz segura

Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros
Uma ajuda para o estudo da Lição Bíblica

Tema: Deus, o preservador do homem
De 09 a 15 de junho de 2014

Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB

Ao ler essa LB me ocorreu que existe uma lógica no tema dessa lição, seguindo o tema da semana passada “Deus a causa única e o único criador”. Havendo Deus criado um universo de harmonia, beleza, ordem e assim por diante, é natural que Ele também deseje preservar e manter salva e segura essa Sua criação!
O que ou qual é a criação que Deus está preservando?  Será que é um monte de lindas paisagens, edifícios, árvores, o físico! Ou será que é a nossa identidade espiritual, a nossa substância, o nosso verdadeiro senso do existir! Sim, é isso exatamente que está seguro em Deus eternamente e governado em harmonia. Nosso relacionamento com Deus, nossa coexistência com Deus,  a maneira como nós expressamos o existir em Deus, essas coisas estão para sempre preservadas, protegidas e seguras no amor gentil de Deus.
É quase certo que cada um de nós será desafiado a enfrentar tormentas de algum tipo - literal e figurativamente - seremos desafiados por tormentas que vêm como sugestões de doença, de injustiça, de medo, de violência agressiva, etc.. Mas temos a promessa:

TEXTO ÁUREO – […] o amado do Senhor habitará seguro com ele; todo o dia o Senhor o protegerá, e ele descansará nos seus braços (Deuteronômio 33:12).
Outra versão diz: […] e eles viverão debaixo de sua proteção (NTLH).

LEITURA ALTERNADA – Salmos 121:2,3;  17:1, 5-9, 15;    Romanos 8:35,37.
“O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra. Ele não permitirá que os teus  pés vacilem” (Salmos 121:2,3).
Quando nos tornarmos conscientes de nossa verdadeira natureza, estaremos em paz. Necessitamos apenas mudar nossos pensamentos. E esse é um esforço prático de nossa parte.  Mesmo que pareça que reconhecemos nossa segurança por meio de uma maneira de pensar, isso não quer dizer que só podemos  sentir essa segurança no “reino do pensamento”.  Jesus acalmou a tempestade do mar; curou a mulher enferma;  David  enfrentou e derrotou o Golias. Em cada situação, houve o reconhecimento do poder e do governo de Deus atuando no humano e trazendo segurança, saúde, e vitória sobre o mal.

Seção 1: A excelente relação com Deus
Esta seção inicia com um reconhecimento da confiável relação que temos com nosso Pai-Mãe—“Como é preciosa , ó Deus, a tua benignidade!” (B1, Sal 36:7). "MyBibleLesson" destaca a tradução hebraica da palavra "gentileza"--Hesed--que descreve a relação de aliança ou acordo que Deus tem com Seu povo). Você verá essa "gentileza" evidente ao longo da lição, sob diversas formas, trazendo uma nova dimensão ao nosso vínculo com Deus. Ele não só ama Sua criação, como Seu amor é baseado numa promessa ou aliança confiável e inquebrável com Sua criação—“...tu cuidas das pessoas e dos animais” (NTLH).  Isto é frequentemente representado pela ideia da paternidade de Deus. O profeta Isaías introduz o termo maternidade—“Como alguém a quem sua mãe consola, assim eu vos consolarei” (B4, Isaías 66:3). Assim, introduzida a ideia de aliança avançamos ainda mais, indo além do forte sentimento do infindável amor de uma mãe por seus filhos até a divinamente inquebrável lei do Amor que Deus tem por você e por mim. (Mas, falando francamente, há inúmeros exemplos por aí, em que a bela analogia humana da maternidade ou paternidade não é vivida na prática pelo ser humano e apresenta falhas.) Em outras palavras: a Paternidade-Maternidade de Deus nunca nos falha, é plenamente confiável, nos dá o terno afeto e gentil nutrição que nós todos necessitamos, além da poderosa proteção e segurança que almejamos.

Seção 2: Trata-se da presença e força de Deus, e não de "Golias"
Golias é um ícone simbólico de agressão, um poder humano amedrontador. Golias se apresenta a cada um de nós na forma de tentação para pecar (dizendo-nos que somos inferiores ou fracos), ou de termos medo em presença da doença, ou simplesmente termos medo diante de alguma situação que temos de enfrentar. Quando Eddy nos dá sua tradução espiritual do Salmo 23 no CeS (p.578), ela traduz a frase "...habitarei na casa do Senhor para todo o sempre" para "...habitarei na casa [a consciência do Amor] para todo o sempre". Assim, quando olho a citação B7, início do Salmo 91, e leio: "O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente", tenho como imediata a visão desse santo lugar que é estar na presença de Deus, como um lugar da consciente percepção do poder e governo do Amor divino. É a esta consciência que me refiro no comentário do TA a respeito do despertar na semelhança de Deus. Eddy escreve que devemos conhecer-nos a nós mesmos, saber quem realmente somos e, então, Deus suprirá tudo o que precisamos para vencer o mal. “Em todos os tempos e em todas as circunstâncias, vence tu o mal pelo bem. Conhece-te a ti mesmo, e Deus te dará a sabedoria e a ocasião para conseguires a vitória sobre o mal” (CS11, p.571).
Há algum tempo, meu esposo e eu, havíamos ido com um amigo a uma área de terras que haviam sido destinadas a ocupação no Alaska. Eram terras que o governo queria passar para a propriedade privada para terem um melhor uso. O nosso amigo já tinha construído a sua cabana rústica no meio do nada. Saímos dela às 4h da manhã (no Alaska, os dias de verão são muito compridos, tem poucas horas de obscuridade). Era uma área sem trilhas, sem nada, caminhamos com vegetação até a cintura ou acima, chuviscava, e a temperatura estava ao redor de 7 graus C. Era difícil de seguir caminhando, mas para mim a parte mais difícil foi a travessia do rio Chulitna, um rio de águas geladíssimas vindo do ártico, logo abaixo do Parque Denali. Não havia ponte. Sobraram dois cabos de aço paralelos, com uns 50 cm entre eles, presos em torres, uma de cada lado do rio. Subi nessa torre e coloquei meus braços por cima de cada um desses cabos, e meus pés sobre outro cabo e aos poucos fui me movendo para frente. O vão para passar era de uns 50 metros, e estava a muitos metros acima da água, lá embaixo. Era assustador olhar para frente e mais ainda olhar para baixo. Finalmente consegui chegar do outro lado do rio. Uma vez tendo atravessado “a ponte” seguimos em frente, meu marido e eu, caminhando no meio da vegetação molhada, até chegarmos à área designada. Então, caminhamos mais para escolher a área para ser demarcada por nós, e que viria a ser nossa. Isso levou umas 8 horas ou mais. Começamos, então, a caminhar de volta para cruzar “a ponte”, e ao chegar à ela eu estava “acabada”. Eu não tinha mais forças, e agora atravessar esse rio!  Mas não tinha outro jeito. Eu também lutava com uma crença de medo de altura.  Os cabos estavam muito altos sobre a correnteza do rio. Era um daqueles medos “Golias”, irracional na maioria das vezes, mas que era um desafio para mim. Acalmei-me e comecei, em silêncio, a árdua tarefa de pouco a pouco ir me equilibrando para chegar ao outro lado. Eu já tinha atravessado 2/3 da ponte quando me veio o pensamento: ”é mais fácil pular dentro do rio e nadar e sair numa praia mais abaixo”. O rio Chulitna, tem águas muito frias e ondas da altura de uma pessoa (devido a pedras no fundo do rio). Essa não era uma opção ou alternativa para chegar à outra margem. Agora, reconheço que eu estava apresentando sintomas de hipotermia (o corpo fica gelado) e o cérebro não funciona de modo correto e toma decisões erradas. (Ouvi falar de pessoas que passaram por essa situação, e sentindo que precisavam se aquecer tiveram “a ideia de tirar toda a roupa e deitar na neve para dormir”!) O meu corpo estava molhado há muitas horas, e mais agora pendurado nos cabos de aço, o vento pegava mais forte e causou esses sintomas de hipotermia.
Felizmente a poucos metros à minha frente, no fim da ponte, estava o nosso amigo, que é cientista cristão.  Ele viera ao nosso encontro. Ele estava observando eu atravessar “a ponte”, mas quando ele viu que eu comecei a olhar para as águas do rio, viu que eu precisava de ajuda. Ele começou a falar para me dar ânimo e fazer funcionar o meu cérebro. Era preciso que eu saisse do torpor mental e puzesse em ação o “conhece-te a ti mesmo”. Eu precisava declarar minha identidade espiritual como ideia perfeita e completa da Mente divina, para sair do “medo Golias” e terminar de atravessar “a ponte”, pois essa era a melhor e única solução.
Despertada desse torpor mental consegui atravessar bem o resto da “ponte”. Eu não lembro das palavras que meu amigo  falou, mas lembro de pensar, enquanto descia a torre: “Uau, eu estava mesmo considerando pular no rio. Como eu pude pensar isso?” Ficou claro para mim que esse tipo de pensamento não era o meu pensamento verdadeiro. Não era o meu eu consciente. Meu amigo, ao falar comigo, interrompeu o pensamento mesmérico. Com sua gentileza, ele interrompeu essa atração hipnótica o suficiente para que eu tomasse consciência de minha identidade e me conhecesse a mim mesma como sendo espiritual e tendo domínio. Esse é um exemplo muito inspirador da necessidade de que preciso conhecer a mim mesma, e Deus me suprindo do que eu precisava para atravessar aquela “ponte” e vencer o medo.  Meu amigo estava ali com sua voz calma transmitindo coragem e ânimo para vencer os poucos metros até a minha segurança completa. É sempre nós que temos de fazer  o trabalho, mas a força é toda de Deus. As palavras de David para Saul: “O Senhor [Deus] me livrou das garras do leão e das do urso; ele me livrará das mãos deste filisteu” (1 Samuel 17:37, B9).

Seção 3: "imperturbável embora o depoimento dissonante dos sentidos materiais…"
O sentido espiritual está sempre se desdobrando em harmonia, de modo que você pode ter certeza que quando somos confrontados com manifestações aterradoras da "natureza", estamos em presença apenas da dissonância material. Essas situações não são causadas por Deus, e à medida que despertamos para este fato espiritual nos sentiremos impelidos pacificamente a negociar com esses mares revoltos. A citação: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. Portanto, não temeremos ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem no seio dos mares; ainda que as águas tumultuem e espumejem e na sua fúria os montes estremeçam” (B12,Sal 46:1-3) é uma homenagem poética à presença de Deus, face aos elementos da natureza, e como esta presença divina tras calma. Através de nosso conhecimento da CC, a citação CS17 nos diz que alcançamos uma compreensão mais elevada da verdade de Deus quando paramos de procurar a verdade na matéria. A Ciência Cristã revela-nos como podemos demonstrar o nosso domínio sobre o medo e todos os tipos de caos induzidos pela matéria e curar, como Cristo Jesus curou. E a citação—“A profundidade, a largura, a altura, o poder, a majestade, e a glória do  Amor infinito enchem todo o espaço. ...O Princípio e sua ideia, o homem, são coexistentes e eternos” (CS18), com sua enorme amplitude, não deixa espaço para "ferocidade bestial", doença, agressão, qualquer manifestação de poder na matéria. Somos lembrados aqui, de novo, de nossa coexistência com Deus. Nunca habitaremos separados de Deus, na matéria. Pode ser útil, quando confrontados com circunstâncias assustadoras, lembrarmos que somos cada um a criação intencional de Deus. Temos um objetivo pela frente que não pode ser frustrado pela matéria ou suas imposições, por ser um objetivo/propósito que está no plano de Deus. Eu acho que Jesus, como homem, certamente tinha consciência de seu próprio lugar especial, e nós também, como expressão de Deus, temos um propósito divinamente necessário para cumprir.

Seção 4: Um sentido material da identidade é vulnerável
"Despertar" é outra palavra para dar vida a algo ou alguém. A citação B16 começa por pedir a Deus para vivificar. Talvez nós também possamos pedir uma melhor compreensão da nossa vida como divinamente outorgada em base espiritual. E aqui, novamente, temos a "misericórdia" da promessa da aliança entre Deus e Seu povo, para salvar e defender. Um sentido material de vida habitando na matéria é frágil. Há muitos erros intrusos que indicam essa vulnerabilidade. A mulher, nesta seção, afligida por “...uma hemorragia, e a quem ninguém tinha conseguido curar...” estava lutando intensamente com esse sentido de vida na matéria, governado pela matéria. Cristo Jesus, mais do que qualquer outra pessoa, mostrou que a nossa segurança, saúde, vida, são realmente confirmadas por Deus, por Seu imenso e gentil amor. Por isso Deus enviou Jesus para fazer todas essas grandes obras de cura. A humanidade necessitava muito da evidência do poder de Deus para curar, dar segurança e proteger. E agora podemos tomar o exemplo de Jesus e aprender com ele que a matéria não é o verdadeiro poder ao qual estamos sujeitos e sim ao Deus amoroso e gentil com quem convivemos. Se buscarmos a cura fora de Deus ou fora do Amor divino estaremos buscando "tudo", onde nada é real! O que há lá? Bem, nada! Não existe nada "fora" do Tudo-em-tudo.

Seção 5: Onde podemos encontrar a nossa própria segurança?
Nós só podemos encontrar a nossa identidade verdadeira e segura na Ciência divina, na elevação espiritual, na compreensão espiritual inspirada encontrada na CC. Eddy nos diz que a única garantia real que temos para as reivindicações que fazemos sobre a harmonia do homem, encontra-se na Ciência divina (CS28). Esta garantia não é encontrada na matéria ou em “elaborados” pontos de vista científicos, sobre a matéria. Mas elas são encontradas na "Ciência divina", que habita dentro das leis de Deus. A Ciência divina opera sem cessar, sustentando o homem. Nós entramos num círculo vicioso quando  declaramos que o ser humano depara-se com as sugestões da matéria como sendo feroz, destrutiva, agressiva e assim por diante.  Somente estamos seguros e protegidos quando nos vemos  imersos no Amor divino. Não há matéria que nos possa "convencer" que somos seres separados do Amor, como citação B24. Podemos afirmar a nossa segurança e harmonia como sendo o que todos nós queremos e que é bom. Mas para encontrar isso, temos de demonstrar a CC diariamente até que nossa compreensão se torne mais profunda e repleta de inspiração divina. Nessa maturidade espiritual, nos encontraremos "imperturbáveis ante o depoimento dissonante dos sentidos materiais…", ou como “Jesus [que] estava dormindo ... com a cabeça numa  almofada" (Marcos 4:38), enquanto a tempestade ruge enfurecida sem nos envolver. Isso traz à mente algumas palavras do poema de Mary Baker Eddy:
"Cristo o meu refúgio" (Hino 253):
"Avisto sobre o bravo mar / o Cristo andar, /e com ternura a mim chegar, / e me falar. /
Na rocha da Verdade vim / a Vida achar; / Ali, nem vento ou onda a mim / vem abalar.”
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Este estudo metafísico foi preparado por Kerry Jenkins, CS, House Springs, MO (314) 406-0041    Aequipe de tradução para o português é composta por Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB.
Visite o saite www.trentinicsb.com. Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB. http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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