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Purifique seu coração e seja reconciliado com Deus. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A doutrina da reconciliação.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, October 12th, 2015

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
“Bem-vindo às Lições Bíblicas da Ciência Cristã!

Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda Sua criação. Esse fato e nosso amor por Ele, por nosso próximo e por nós mesmos, constituem a essência das Lições bíblicas. Elas proporcionam um mergulho profundo nesse amor, e isso tem trazido cura, conforto, reforma e regeneração às pessoas há várias gerações.
Portanto, mergulhe profundamente você mesmo [no estudo] das Lições Bíblicas e no amor de Deus! À medida que o fizer e, especialmente, na proporção em que viver esse amor, dia após dia, até mesmo, momento a momento, você verá a cura e os benefícios que dela resultam, ajudando não só a você mesmo, mas a todos que cruzarem seu caminho” (Livrete Trimestral da Ciência Cristã, p1).

Purifique seu coração e seja reconciliado com Deus.

O Acampamento dos Cedros preparou este Estudo Metafísico da LB para auxiliar na sua compreensão do estudo bíblico para o tema:
“A Doutrina da Reconciliação”

Este tema é estudado diariamente em 17 línguas, em todo o globo, de 12 a 18 de outubro, 2015.
Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB.
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Você alguma vez já pensou sobre reconciliação? Basicamente significa fazer uma reparação de um mal feito. Num contexto religioso, inclui a expiação do pecado com o propósito de trazer de volta a humanidade ao relacionamento harmonioso com Deus. Algumas culturas raciocinaram que a melhor maneira de renovar sua relação com Deus seria pela oferta de algum tipo de sacrifício a fim de apazigua-Lo. Essas cerimônias, ainda que bem intencionadas, pouco realizaram no sentido de impedir que as pessoas continuassem a pecar; e por isso as cerimônias precisavam ser repetidas regularmente. Na teologia Cristã tradicional, a vida de CJ e particularmente sua luta no Getsemane e sua crucificação, eram consideradas como a suprema e última oferta pelos pecados de toda a humanidade ao longo do tempo, abrindo-se assim o caminho para a reconciliação de todos os que aceitam Jesus como o Salvador.
A palavra “doutrina” significa: “aquilo que é ensinado…um principio ou uma posição que é proposta em toda ciência...” (Student’s Reference Dictionary). A lição desta semana explora o que a CC ensina sobre reconciliação como estabelecido pelo mestre CJ e nossa líder M. B. Eddy. Uma pesquisa online sobre a palavra “reconciliação” inclui uma interessante definição do ponto de vista da CC. Diz: “a experiência da união da humanidade com Deus exemplificada por Jesus Cristo” (http://dictionary.reference.com/browse/atonement). Essa definição é muito parecida com a citação CS4 em nosso livro texto: “A reconciliação exemplifica a unidade do homem com Deus, segundo a qual o homem reflete a Verdade, a Vida e o Amor” (CeS, p. 18). Por essas definições, podemos ver que a CC ensina que a reconciliação de Jesus foi mais do que algo que ele fez por nós. Em vez disso, Jesus mostrou por seu exemplo o verdadeiro caminho para a reconciliação.

O Texto Áureo(1 Coríntios 8: 6: “... para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as cousas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as cousas, e nós também, por ele”) contém uma afirmação de fé Cristã. Primeiro reconhece Deus como Pai de todos “de quem são todas as cousas e para quem existimos”. A palavra “de” reconhece Deus como a fonte de todo ser. A segunda parte da frase afirma Cristo Jesus como aquele “pelo qual são todas as cousas, e nós também por ele”. A palavra “pelo” indica CJ como o agente por meio do qual Deus e o homem são reconciliados.
No esforço de reconciliarem-se com Deus, os judeus muitas vezes contam muitos dos eventos ao longo de sua história que demonstraram que Deus cuidava deles. Os versículos de Neemias na Leitura Alternada (Neemias 9: 5-7, 9, 13, 14) são um bom exemplo. A pedra fundamental da prática religiosa israelita era, e é, a lei de Moisés. Esse código de posturas serve para elevar o gênero humano, e prover um parâmetro por meio do qual a santidade pode ser alcançada/garantida. Essas leis são “leis verdadeiras; não como algumas leis pagãs, que ensinavam a falsidade, a superstição, a idolatria e outros erros; mas leis que descobrem/desvelam a verdade e a verdadeira mente e vontade de Deus e o verdadeiro e único caminho para a vida” (Poole’s English Annotations on the Holy Bible).
As citações de Provérbios (Provérbios 4: 1, 2, 4), ilustram quanta importância é dada à prática de tais leis. Adam Clarke (1760-1832) parafraseia: “Vinde, meus alunos, e ouvi como um pai instrui seu filho. Assim como eu recebi do meu pai e a dou a vocês, e eram ensinamentos de um pai sábio e amoroso a seu filho, objeto especial de sua atenção, e também de u’a mãe carinhosa.”
Clarke diz que esse preâmbulo é para “para mostrar que o ensinamento que recebera, e que estava prestes a compartilhar com eles, era da mais alta excelência/qualidade. Com isso captou sua atenção e abriu caminho aos seus corações. Ensinar por preceito é bom; ensinar por exemplo é melhor; mas ensinar por preceito e por exemplo é o melhor de tudo.” Essas palavras se aplicam a nós quando abrimos nosso pensamento a um entendimento mais profundo de reconciliação.
Por mais útil e bem-intencionada que seja a Lei de Moisés, como o são outros códigos de conduta/posturas, eles correm o perigo de se tornarem excessivamente técnicos ou prescreventes. Enfocar o pecado com regras que reprimem o comportamento é tanto como dar atenção ao topo de um iceberg e ignorar a montanha de gelo sob a superfície. O gelo acima da superfície representa o comportamento—mas a verdadeira mudança vem quando enfocamos o sistema de crenças que está abaixo da superfície. Para que haja reconciliação com Deus e expiação pelo pecado, é necessária uma mudança de coração. É aqui que entra o ensinamento de Jesus. João diz: “…a lei foi dada por intermédio Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo” (João 1: 17).
A Concordância Bíblica Exaustiva de Strong define graça como a “divina influência sobre o coração e seu reflexo na vida”. Eis a chave. Para realmente expiar pelo pecado e ser reconciliado com Deus a mudança tem de ser de coração—com o âmago de nosso ser. Foi isso o que Jesus exemplificou e o que aspiramos fazer.

Os fariseus se satisfaziam com uma lista de regras, que raramente eram levadas a sério. Jesus impulsionou a observação religiosa de um mero apego à letra para vivenciar o espírito, e escrever/gravar a lei no coração: ama o Senhor de todo teu coração, alma e força.

Seção 1: Reconciliação -Primeiro Passo: "O Princípio e sua ideia é um”
A primeira seção é aberta com o Shema (B1). O Shema é o coração do judaísmo-a declaração de fé sobre a qual tudo é construído. Esta afirmação, muito mais do que uma declaração da unicidade de Deus em oposição ao politeísmo da época, estabelece que Deus é "o Ser dos seres, um Ser auto-existente, eterno e imutável; e ele é apenas um em natureza e essência; isto resulta da perfeição da sua natureza, sua eternidade, onipotência, onipresença, o infinito, a bondade, a auto-suficiência, e perfeição; pois não pode haver, mas de um eterno, um onipotente, um onipresente, um infinito, que é originalmente o próprio bem; um só, todo suficiente e perfeito Ser "(Gill’s Exposition of the Whole Bible). “Goteje a minha doutrina como a chuva, destile a minha palavra como o orvalho, como chuvisco sobre a relva e como gotas de água sobre a erva.”(B2) A doutrina de Deus nutre tudo o que toca. E como o orvalho, torna-se perceptível com o amanhecer, revitalizando a terra depois do frio da noite.
O ato de fazer uma oferta a Deus não se supõe ser mera formalidade. Deus diz a Moisés que as ofertas devem ser dadas de boa vontade, com o coração (B3). Até mesmo o altar sobre o qual o presente deve ser apresentado, deve ser purificado e santificado (B4).
A sinceridade e o significado desses ritos de purificação gradualmente foram se tornando mais cerimoniais do que santos. O teólogo João Calvin escreveu: "O espírito estava de fato escondido pelas sombras da Lei ..." Executar esses rituais não assegurava firmeza de caráter nem santidade, e quando Jesus entrou em cena, ele elevou o patamar da espiritualidade de forma significativa. "Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade" (B5). Para Jesus, o novo padrão de adoração é o simples oferecimento de uma oração pura, sem pompa e esplendor. A oração de Daniel de agradecimento, é simples e doce (B6) tipificando uma conexão sincera que é forte, e pura.
Enquanto Moisés trouxe a teologia de uma nação para além do paganismo e do politeísmo a um culto mais espiritual (CS1), a Líder da Ciência Cristã, Mary Baker Eddy, foi ainda mais longe. Ela viu o homem e Deus – o divino Princípio e a ideia - como um, ligados indissoluvelmente como Criador e criação (CS3). Para alguns, a ideia de Deus como princípio pode parecer fria e sem vida. Mas o Princípio é a própria origem do nosso ser-vivente e amado. Mary Baker Eddy deliberadamente usa o verbo no singular "é" para caracterizar a verdadeira relação do homem com Deus. O homem é ligado indissoluvelmente a seu Criador. A citação 4 em Ciência e Saúde é uma definição muito concisa da expiação: "A reconciliação exemplifica a unidade do homem com Deus, segundo a qual o homem reflete a Verdade, a Vida e o Amor divinos.” Nesta unidade, o homem não tem mente ou vontade à parte de Deus (CS5 ). "O homem é a expressão daquilo que Deus é." Pense em como isso é significativo. O homem não tem de lutar para expressar Deus, o homem é a expressão do ser de Deus. Deus está nos expressando! Quanto mais perto de Deus podemos estar?
A citação CS6 tem o tom de uma declaração de fé muito parecida com a da Shema. É uma chamada para dar à Mente, Deus toda a "glória, a honra, o domínio e o poder devidos ao seu santo nome”. O primeiro passo para alcançar a reconciliação/expiação é estabelecer uma relação direta e eterna entre Deus e Sua idéia.

Seção 2: Orar com um coração puro
John Calvin escreve: "Deus é um só, porque ele sempre continua a ser como ele é, e com regularidade invariável, mantém fixa e inalterável a finalidade do que ele fez." A frase "Deus é um só", também indica que na realidade, não há necessidade de um mediador porque, como foi discutido na Seção 1, "O Princípio e sua ideia é um." Mas aqueles que acreditam que se separaram de Deus certamente exigem um mediador. A necessidade de um mediador entre Deus e o homem é devida à desobediência do homem.
Ficou claro para os Judeus que Jesus não tinha recebido a sua doutrina, ou ensinamento, através dos canais habituais de instrução, portanto, eles duvidaram da validade da mensagem de Jesus. Jesus no entanto, não fez nenhuma tentativa para autenticar o seu ensinamento através de canais humanos. Ele declarou corajosamente que sua doutrina veio diretamente de Deus (B8). O ensinamento de Jesus não era um exercício intelectual; foi incorporado nele devido a sua relação com Deus. Seus seguidores também, não podem esperar encontrar Deus por intermédio de meios mundanos. Só os puros de coração verão a Deus (B9).
Longos ritos e cerimônias religiosas não são caminhos para Deus. Jesus introduziu a oração sincera como a maneira prática de reconciliar o homem com Deus, que começa mantendo-se fora de toda interferência mundana (B10). Além dos benefícios de nenhuma distração, entrar no seu quarto também implica que a própria oração não é influenciada ou motivada por espectadores. Não é "para mostrar"; é do coração, exatamente entre você e Deus.
A Oração do Senhor é um modelo para as nossas próprias orações. Observe quão profunda e honesta ela é. É uma oração em que tudo é incluído, não para o peticionário sozinho, mas para todos. Ele começa com Deus, reconhece sua onipresença, majestade, domínio, poder, a onisciência, a pureza e a santidade; em seguida, olha para Deus para cada necessidade, e convida-nos a viver de acordo com a nossa oração. Conclui-se como começa, com uma afirmação de que Deus é a fonte e o governador de todos.
Jesus ensinou que aqueles que honestamente seguem a Deus teriam de saber intuitivamente que Deus é a fonte de seu ensino (CS7). Um coração honesto reconhece a veracidade da Palavra através do seu próprio parentesco com a Verdade. Quando estamos em sintonia com Deus, nosso sentido espiritual entra em ação, e nós só podemos ser o homem que Deus o fez (CS8). Na Ciência Cristã, a oração é uma forma comprovada de exemplificar nossa unidade com Deus (CS9). As linhas iniciais da Oração do Senhor são preenchidas com o senso de unidade e amor. O termo "Pai-Mãe" denota um forte vínculo familiar com o nosso Criador, e este é o Criador "Adorável Um e Uno" (CS10). Nos dicionários modernos "adorar" na verdade significa "falar ou orar", mas, no The Student’s Reference Dictionary, adorar vem do significado Latino "para levar para a boca, como, a fim de beijar a mão." Ambas as definições evocam sentimentos do coração, uma proximidade íntima que só pode ser alcançada através de afeto honesto. Se há um Deus, não há mais nada para ter afeição. "Deus é uno. Ele é uno porque é Tudo" (CS11)

Seção 3: O Amor a Deus e ao Homem.
Começamos a terceira seção com uma repetição do texto áureo lembrando-nos mais uma vez de que Deus é a fonte de todas as coisas, enquanto Jesus é o agente pelo qual somos reconciliados com Deus (B11). Como já mencionado, a instituição religiosa não aceitou amavelmente os ensinamentos de Jesus. Ele evidentemente não tinha sido ensinado na forma tradicional. Os escribas e os fariseus exigiam autoridade paroquial, mas ele reivindicava a autoridade divina (B12). Quando os escribas o enfrentaram questionando sobre qual era "o primeiro de todos os mandamentos," Jesus inicia sua resposta citando o Shema ou a declaração de fé judaica (B13). Em seguida, ele acrescenta-lhes a componente essencial que é tão necessário em uma honesta atitude sobre o amar a Deus com toda a alma, bem como amar ao próximo. Jesus é conhecido como tendo sido o primeiro a vincular esses dois mandamentos. Ele estava claramente exortando a uma convicção mais profunda do que simplesmente seguir estas regras.
Nossa líder levou ao âmago esses mandamentos e esperava que seus seguidores também o fizessem (CS12). Ela compreendeu a missão de Jesus ao nos mostrar como atingir uma experiência mais sagrada, mas não para fazê-la para nós. Você percebe que a teologia tradicional acredita que Jesus, através da crucificação, fez todo o trabalho necessário para nossa expiação. Mas o fato é que ainda temos de seguir o exemplo de Jesus e também fazer o nosso próprio trabalho (CS13). Assim como na última seção, vemos que somente os puros de coração podem ver (entender) a Deus, e neste ponto, Jesus reitera que as coisas profundas de Deus não podem ser alcançadas através da letra da lei. A menos que o coração esteja aberto à bondade de Deus, pois a letra sozinha é insuficiente (CS14). Os homens resistem em abandonar suas cerimônias em prol da regeneração sincera porque isso exige mais do que estão dispostos a dar. Na Ciência Cristã, realmente temos pouca escolha. Devemos seguir o mandamento de Jesus de amar a Deus com todo o nosso coração e amar os outros como a nós mesmos (CS15).

Seção 4: Permanecendo firmes em nossas bases
No evangelho de Lucas, os comentaristas consideram digno de nota que a volta de Jesus "no poder do Espírito" (B14) foi o resultado de sua luta no deserto. Ao invés de sentir-se fatigado por sua árdua vitória no deserto, isso reforçou sua determinação e aperfeiçoou suas sensibilidades espirituais. Jesus precisava ser mais forte devido ao contínuo "retrocesso" que estava enfrentando desde o estabelecimento da instituição religiosa. Ele estava ciente de que, aos olhos dos escribas e fariseus, violar o sábado era um crime grave. Assim, ele antecipa as críticas deles por apresentar a questão perguntando-lhes se é melhor fazer o bem ou o mal no sábado (B15). A Bíblia comentada de Abingdon destaca que a pergunta de Jesus "não se refere apenas ao que sabe que está prestes a fazer, mas também sobre a conspiração contra sua própria vida, que ele sabe que seus inimigos estão no mesmo dia de sábado contemplando!" Por seu puro amor, ele passa a curar a mão ressequida de um homem, apesar do que os escribas e fariseus estivessem pensando; e não surpreendentemente, em direta oposição à fúria de seus detratores. Jesus sabiamente retira-se para as montanhas para orar.
Jesus sabia que sempre há resistência à atividade espiritual. A mente carnal se opõe a tudo o que contribui para sua destruição inevitável. Nós também encontramos resistência à cura. Um artigo entitulado "Ainda não curado? Silencie o Anti-Cristo" por Nate Talbot publicado no Journal de fevereiro de 2015 aborda esta questão. A mente carnal concorda com todo tipo de bondade humana e atividades de caridade, mas define o caminho quando se trata de cura. A carta de Paulo a Timóteo (B16) reconhece a luta e o sacrifício que Jesus suportou ao trazer o Cristo curativo à humanidade. Sem o seu ensinamento e exemplo não teríamos a cura. Sobre o mesmo espírito do trabalho de Jesus, Paulo recomenda a todos os crentes a orar sem desculpas, não para exibição, ou para serem vistos pelos homens, mas para permanecer com confiança em face a toda oposição.
Esta oração deve ser, da mesma forma como a bem-aventurança sugere, pura de coração, “sem ira nem contenda”. De acordo com Gill, o levantar das mãos é “um emblema da elevação do coração em oração a Deus... E essas mãos devem estar santas e puras; deve haver pureza de coração,... ou uma liberdade de qualquer forma de pecado governante o qual poderia tornar inaceitável a oração a Deus.”
A Sra. Eddy concorda com a avaliação de Paulo sobre o papel de Jesus como "o mediador entre Deus e os homens" (CS16 ). Jesus provou através de seu trabalho de cura que Cristo é o agente ativo em toda a cura espiritual e avanço religioso. Ele foi o Caminho. Os fariseus mantiveram suas formas materiais de pensar e rejeitaram a doutrina de cura de Jesus (CCS17 ). A Sra. Eddy assinala que o sistema de cura de Jesus não está ainda totalmente aceito.
Mas Jesus não deixou que as leis humanas de limitação reprimissem sua atividade de cura. Ele vivia somente para Deus e conclamou seus seguidores a fazerem o mesmo (CS18). Jesus não se comoveu com os obstáculos que enfrentou. Ele arcou o ônus da prova e abriu o caminho para que todos possam seguir no percurso para fora da carne (CS19). Ele incorporou a primeira linha no capítulo A Oração (Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras): Ele tinha uma “fé absoluta em que tudo era possível a Deus, uma compreensão espiritual acerca dEle, um amor isento de ego” (CS20). O coração novamente está aqui, o coração receptivo ao amor altruísta.

Seção 5: Ponham o Amor à prova!
O amor altruístico é posto à prova no julgamento e crucificação de Jesus. Calvin chama a atenção de que Jesus não foi caçado e capturado. Ele voluntariamente se entregou (B17, Mateus 26: 1-4). Os fariseus estavam trabalhando às escondidas, procurando e prendendo-o à noite. Pode parecer que Jesus estivesse sem ajuda nas mãos de perseguidores cruéis, mas ele tinha o controle. Suas ações não eram de cuidados e preservação própria. Eram de auto-imolação para salvação de toda a humanidade.
O frenético esforço que a mente carnal emprega para justificar seus atos expõe a profundidade de sua depravação. Apoiados em números, os sacerdotes e escribas escarnecem de Jesus e sua missão impunemente. Pilatos, contudo, não tendo interesse particular na questão, e atuando de modo objetivo “nada verificou contra” Jesus (B18, Lucas 23: 14). Embora não conste na lição, Pilatos tenta salvar Jesus, mas verdade seja dita, as massas preferiram salvar um sedioso bandido do que permitir que Pilatos salvasse o melhor homem que já pisou na terra. Poole escreve: “Rigor e santidade de doutrina e vida é o que enraivece os homens do mundo contra pregadores e professores do evangelho.”
É difícil de imaginar tanto ódio contra um homem tão bom. Mas parece ser o modo de ação da mente mortal. Os fariseus queriam a todo custo possível acabar com Jesus. Adam Clarke observa: “As paixões malignas traem os que são escravos delas. Uma atuação moderada teria trazido a esses acusadores menos suspeição, teria dado mais probabilidade às acusações e posto em menos evidência sua inveja do que sua veemência; mas a inveja raramente ou nunca consulta a prudência...”.
Em meio a tudo isso, Jesus os perdoa. Seu verdadeiro caráter é revelado no que fez pela humanidade, trazendo cura a todos os oprimidos da mente ou do corpo (B19, Atos 10: 38). A missão de Jesus era, e é, o ponto central de toda a profecia. Ele preencheu sua missão com domínio e graça. Os homens se alienaram de Deus pela desobediência às leis de Deus, buscando para si o orgulho, a vaidade, a sensualidade e a rebelião. Cristo Jesus veio para reconciliar o homem a Deus (B20, 2 Cor 5: 18).
Isto só poderia ser alcançado pelo Amor. A maioria das denominações acham que para ser salvo o homem só precisa reconhecer seus pecados e aceitar Jesus como o Senhor. Os cientistas cristãos geralmente sentem que não há pecados a serem admitidos, pois o homem é feito à imagem de Deus e, por isso, nós, de fato, não precisamos reconhece-los. Mas isso é um engano. Nós temos que reconhecer o pecado, e repeli-lo vivendo conscientemente uma vida melhor.
Jesus foi o modelo de reconciliação. Ele demonstrou a união do homem com Deus em tudo o que fez e, isso, com certeza, nos mostra o caminho para salvação (CS21, p. 497). Reconhecemos que Jesus reconcilia o homem com Deus (CS22, p. 18) e ele o faz mostrando, pela demonstração, o que é o verdadeiro amor a Deus e ao homem (CS23, p. 19). Eficácia significa: “a força de produzir um efeito desejado”. A crucificação demonstrou supremo amor pela humanidade de modo tangível, o qual nenhuma verbosidade poderia explicar (CS24, p. 24).
Que sacrifícios somos solicitados a oferecer? Alguns são grandes, outros são pequenos, mas se formos honestos começaremos a compreender pela demonstração e experiência prática o que significa a reconciliação — o que significa abrir o coração e purificar o caráter em reconciliação com o divino. O velho ciclo de pecar e pedir perdão, não atinge o alvo (CS25, p.19). Na verdade, o significado do pecado é exatamente isso —“errar o alvo”. O livro texto diz: “a expiação exige a constante imolação do ego por parte do pecador” (CS26, p. 23). A antiga teologia ainda mantém o ciclo pecar, sofrer arrepender, no entanto, compreender que nosso estado natural é impecável e puro nos possibilitará
abdonar o pecado de uma vez por todas. Isto eleva a força da crucificação de um evento confinado ao sofrimento, para o portal da vitória eterna (CS27, p. 200).

Seção 6: O milagre da Graça
Paulo escreve “não anulo a graça de Deus” (Gálatas 2: 21). Como já mencionado , Strongs define graça como: “a divina influência sobre o coração e seu reflexo na vida”. A chave aqui é que a divina influência não reside apenas no raciocínio intelectual, ela tem de tocar nosso coração e ser refletida em nossa vida. Tem que haver algum efeito no nosso modo de viver para que a reconciliação seja autêntica. Assim como parecia morto ao mundo antes de sua ressurreição, assim Paulo disse estar “morto” aos sentidos e ao pecado. Ele vivia apenas por meio do Cristo.
Os hebreus eram instados a terem seus corações estabelecidos com a graça de Deus (B22, Hebreus 13: 9) e a não deixarem os ventos de teorias humanas os levarem em direções diferentes. O coração humano é muitas vezes visto como instável, mas na verdade o coração do amor está tão solidamente arraigado e fundamentado que nada o pode alterar. Essa divina influência da graça jorra sobre todos qual uma chuva torrencial (B23, Efésios 4: 4-7). O profeta Joel invoca o louvor a Deus por tudo o que Deus fez a Seus filhos (B24, Joel 2: 26). Cada um em são juízo e em obediência à lei de Deus, amando a Deus e a humanidade, é algo digno de louvor.
Ciência e Saúde dá pleno reconhecimento ao significado da reconciliação. Depois de séculos de obscurecimento da velha teologia quanto ao pecado e o ensinamento da separação do homem e Deus, o Cristo limpou o caminho para a possibilidade da reconciliação com Deus (CS28, p. 45). O efeito de tal doutrina é demonstrado pela regeneração e novidade de vida (CS29, p. 24). Os antigos ensinamentos teológicos começam com separação, enquanto a doutrina do Cristo tem um poder transformador (CS30, p. 134). A doutrina de um só Deus e Pai de todos, que é a origem de todas as coisas; e de um Cristo, como agente divino pelo qual somos reconciliados a Deus, já não é mais uma abstração teológica. É uma possibilidade atual. É de fato um “milagre da graça” (CS31, p. 494).
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Este estudo metafísico foi preparado por by Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn, Illinois (Bartlett)craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB. Visite o site www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB.
O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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