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Mova-se em direção a um senso mais elevado do existir como já abençoado por Deus de tal modo que isso previna/dissipe o desejo de pecar. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O castigo eterno.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, October 26th, 2015

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
“Bem-vindo às Lições Bíblicas da Ciência Cristã!
Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda Sua criação. Esse fato e nosso amor por Ele, por nosso próximo e por nós mesmos, constituem a essência das Lições bíblicas. Elas proporcionam um mergulho profundo nesse amor, e isso tem trazido cura, conforto, reforma e regeneração às pessoas há várias gerações.
Portanto, mergulhe profundamente você mesmo [no estudo] das Lições Bíblicas e no amor de Deus! À medida que o fizer e, especialmente, na proporção em que viver esse amor, dia após dia, até mesmo, momento a momento, você verá a cura e os benefícios que dela resultam, ajudando não só a você mesmo, mas a todos que cruzarem seu caminho” (Livrete Trimestral da Ciência Cristã, p1).

Mova-se em direção a um senso mais elevado do existir como já abençoado por Deus de tal modo que isso previna/dissipe o desejo de pecar

O Acampamento dos Cedros preparou este Estudo Metafísico da LB para auxiliar na sua compreensão do estudo bíblico para o tema:
O Castigo eterno

Este tema é estudado diariamente em 17 línguas, em todo o globo, de outubro 26 a 1º de novembro, 2015.
Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB.
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É lógico que as Lições Bíblicas foram estabelecidas, e assim continuam hoje, para o propósito de aprofundar nossa compreensão de Deus. “Para alcançar o céu, a harmonia do existir, temos de compreender o Princípio divino do existir” (CS6, p. 6). O tema teológico do castigo eterno nos dá uma nova oportunidade de descobrir algo mais sobre o único Deus que é um criador amoroso e misericordioso. Oferece-nos uma chance de vislumbrar mais claramente o fato de que Deus é o criador do bem eterno. Sua criação é uma criação isenta de pecado, é perfeita (plena, completa). Este fato nos dá a base para depor a sugestão de que pecar seja uma parte natural das pessoas, uma parte normal do ser do homem. Também nos dá a chave, por meio dos ensinamentos de Cristo Jesus e da Ciência Cristã, de encontrar libertação das tendêcias opressivas formadas por um modelo de homem como pecador material, manipulado por produtos químicos, nervos, cérebro ou qualquer outro tópico que não provêm de uma fonte espiritual.

TEXTO ÁUREO – Salmos 100:5: “... o Senhor é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a sua fidelidade.”
Acompanhem a expressão “para sempre” vejam como está ligada não à “punição”, mas sim ao ` bem’, à ‘misericórdia e à, ‘vida’. Esta é a herança real e verdadeira que Deus nos deu, e não punição. De onde vem essa aparente punição? Vem do próprio pecado. Se você parece sofrer por algo que não exija de você a reforma, pode descartá-lo como sem origem ou poder. Nós só sofremos pelo pecado porque apreciamos os frutos do viver na matéria, um estado instável, não-espiritual e francamente sem poder. Se você está fazendo da matéria e da existência “material” uma realidade, então o resultado final será o sofrimento e o desparecimento. O Espírito e a criação do Espírito gozam de existência permanente e efervescente.

LEITURA ALTERNADA – Salmos 119: 67,68,77,80,92,93, 98, 133,142, 159, 160.
Seção 1 e Seção 2: Deus nos criou sem pecado. Aprenda a amar a divina correção!
Talvez o título lhe soe contraditório? Se somos sem pecado, por que a necessidade da correção? Acho que podemos concordar em que a verdade do ser do homem está estabelecida, mas que somos confrontados com uma mentira que parece nos opor a Deus. A mentira apresenta o homem como doente e pecaminoso. Com nossa consciência temos que mirar nessa mentira a fim de ver a harmonia e a excelência da criação de Deus. Este é o caminho da cura científica. Alinhamos com a Verdade contra as sugestões do senso material, e este é revelado como o mentiroso. Alcançando uma compreensão de nossa natureza e que Deus governa nossa verdadeira natureza, teremos uma sólida base sobre a qual demonstrar cientificamente nossa excelência/bondade natural. Essa compreensão é alcançada pondo-se de lado o testemunho do senso material—por reforma. Quando pomos a compreensão de Deus como centro de vida, estaremos permitindo que o amor de Deus por nós nos guie para fora de caminhos improdutivos ou pecaminosos. Esses pecados não precisam ser os taxados como pesados, embora possam ser. Talvez sejam apenas pensamentos de ansiedade sobre dinheiro, carro, escola, amigos—qualquer coisa que ponha a matéria em primeiro lugar e Deus no segundo (ou terceiro...). Reconhecendo que temos coisas a serem corrigidas pode ser um modo de abrir nosso pensamento a ouvir a orientação de Deus. Isso não quer dizer uma “caça às bruxas” em nossa consciência—não precisamos ficar procurando algum pecado oculto para descartá-lo. Isso seria como buscar um diagnóstico de uma doença para poder curá-la. Embora seja verdade que o pecado goste de ficar escondido, caso não tenha sido detectado, ninguém gosta que seus erros venham à tona (B7, Hebresu 12: 11). “O desígnio do Amor é reformar o pecador” (CS5, p. 35). O objetivo não é o consolo, mas a compreensão de Deus e do homem.
Quando purificamos nossa consciência de qualquer coisa incorreta sobre nós e sobre Deus, vemos que a correção vem com menos resistência e vergonha, duas coisas que atrapalham a visão clara de nossa bela natureza. A citação B2, (Salmo 139: 24) parece implorar a Deus para que mostre qualquer coisa que precise ser corrigida. Quando foi a última vez que honestamente fizemos isso (implorar a Deus por correção)? Por acaso nosso objetivo de vida é proteger e amparar um frágil senso do que somos. Ou será de elevar-nos acima desse frágil senso a uma compreensão do ser poderosa, radiante, precisa e verdadeira. Deve estar claro para nós que não estamos tomando mortais pecadores e transformando-os em filhos de Deus. Por meio de nossa compreensão mais profunda de Deus e Sua criação, começamos a ver-nos como Deus sempre nos viu: sem pecado e perfeitos. Por meio dessa compreensão temos cura e alegria regular e confiável. Também descobri, ao longo dos anos, que a menos que abracemos a reforma por conta própria, usualmente seremos forçados a buscar oportunidades de crescer por meio de desafios que nos cruzam o caminho. Esses desafios não vem de Deus, aparecem do senso material que precisa elevação e purificação.

Seção 3: Jesus nos mostrou o desejo de Deus para a reforma não condenação.
As pessoas têm uma estranha tendência a engrandecer as leis que se destinam a dar-nos maior liberdade, mas gradualmente as transformam em algo que tolhe esta intenção original. Moisés veio para trazer o conceito espiritual de Deus para o povo hebreu,, para dar-lhes maior liberdade. (“Moisés fez progredir uma nação até a adoração de Deus em Espírito, em vez de na matéria, e mostrou as grandiosas capacidades humanas do existir, outorgadas pela Mente imortal” CS p. 200). Os Dez Mandamentos são um exemplo de leis que ajudaram a construir uma sociedade que não apenas usa castigo físico como uma vara de medição para a justiça. Ele ajudou seu povo a olhar abaixo da superfície das coisas e promover ideias mais espirituais que nos elevam para uma vida mais espiritual. (Ele criou leis abrangentes que expuseram a inveja e a cobiça!) Gradualmente a lei judaica se tornou uma lei que foi muitas vezes usada para espancar e apedrejar uns aos outros em vez de elevar a sociedade.
Muitos dos ensinamentos mais contundentes de Jesus estavam centrados em alguns momentos em que os homens, educados na lei judaica, tornaram-se indignados e ofendidos quando as curas de Jesus revelaram o vazio da lei que, executada de forma inadequada, não tem amor pelo povo que ela deve proteger. A história (B11) da mulher adúltera que os escribas e Fariseus lhe trouxeram é um exemplo. Estes santos, homens educados, não foram motivados pelo amor para ajudar esta mulher para ter um conceito melhor de si mesma. Eles foram motivados pelo desejo de "pegar" Jesus infringindo a Lei Mosaica.
Eles queriam encontrar algo que eles pudessem usar contra Jesus. Não para o multar ou coisa parecida, mas queriam ter a oportunidade de dizer “te pegamos”, ou algo assim por um impulso imaturo. Por que? A condenação de outros tende a nos fazer sentir temporariamente melhores sobre os nossos próprios defeitos. Enquanto estes homens supostamente tivessem uma compreensão superior da lei, eles sentiam que sua própria falta de amor de alguma forma, não seria tão duramente aparente. A única maneira de realmente sentir a alegria e satisfação vinda do nosso verdadeiro eu é através da reforma da nossa consciência. Isto é o que Jesus revelou quando ele sugeriu que quem não tivesse pecado se sentisse livre para lançar a primeira pedra contra a mulher.
Esperemos que estes homens que reconheceram suas deficiências e as deixaram, aproveitem a oportunidade para superar a sugestão de que as leis de Moisés foram feitas como oportunidades para julgar em vez de reformar e crescer. Talvez eles enxergaram que, como diz Eddy na citação CS16: "O ser de Deus é a infinidade, a liberdade, a harmonia e felicidade ilimitada." Quando reconhecemos que "O homem é a expressão daquilo que Deus é" (CS 470: 23-24), então podemos ir para a próxima etapa para ver que "O ser [do Homem] é a infinidade, a liberdade, a harmonia e felicidade ilimitada." Esse é o poder real ou potência da graça e da verdade (CS11). O poder de nos conceder a liberdade para vencer a mentira e a atração do pecado!

Seção 4: A verdadeira lei é de Deus / Princípio.
Nós nunca precisamos nos sujeitar a uma lei que não é genuinamente boa. Apenas as leis de Deus têm o verdadeiro poder, nenhuma outra lei tem. A mulher nesta seção é uma prova disso. [Veja PS] Mais uma vez temos o líder da igreja, educado na Lei Mosaica, de pé contra a cura, e usando a "lei" como um porrete para mantê-la ligada no corpo e no pensamento material.
Através do exemplo de dar de beber aos seus animais no sábado, Jesus revelou a desumanidade de ignorar as necessidades físicas desta mulher, perversamente seguindo a letra da lei, mas negando a lei do Amor que jamais condena Seus filhos. Aqui está um modelo para todos nós, para todos os tempos (de "geração em geração"!), contradizer as sugestões de que o homem é uma criação material sujeito a leis de doença e pecado que prejudicam e nos limitam. Podemos aceitar as promessas da Bíblia a bondade, a misericórdia de Deus e amar superando às chamadas leis da matéria. Jesus fez, e nós podemos fazer.

Seção 5: Crescimento, trabalho, desejo profundo, luta diária --- sim, é um trabalho duro…
Isso não significa que não vale a pena! Alguma vez você já sentiu a verdadeira alegria de um avanço espiritual, uma cura ou talvez você já sentiu a vitória de ter tido sucesso em uma empreitada que exigiu um grande esforço, estudo, prática, suor. Não há nenhum sentimento como esse! Às vezes é difícil lembrar disso quando estamos no meio de uma luta. A citação B17 vem de um Salmo que foi escrito após a revelação do profeta Natã à Davi sobre seu pecado e ordenou que lhe trouxessem Bate-Seba, que assim foi roubada de seu marido (e depois o marido foi assassinado para encobrir o adultério de David). A Bíblia “A Mensagem” expõe desta forma nestes dois versículos: "Ó Deus, cria em mim um coração puro e dá-me uma vontade nova e firme! Ó Deus, o meu sacrifício é um espírito humilde; tu não rejeitarás um coração humilde e arrependido."
Deus criou o homem com um propósito e declarou eloquentemente em Jeremias (B20, Jeremias 29:11): "Só eu conheço os planos que tenho para vocês: prosperidade e não desgraça e um futuro cheio de esperança. Sou eu, o Senhor, quem está falando" (NTLH). Isso seria uma declaração do nosso ser eterno, não de uma condenação ao pecado e a morte. Às vezes é preciso que o coração que está completamente "quebrado" não mais se apoie em qualquer resquício de um senso de si mesmo que obstrui uma visão abrangente do nosso verdadeiro eu. Ao se apoiar firmemente em um sentido material de ego (especialmente naquele em que acreditamos ser "humanamente bom") pode nos impedir de avançar em direção a um senso maior de nós mesmos como abençoados por Deus que impede a vontade de pecar. Esse é um bom lugar para se habitar !

Seção 6: Deus não tem que repensar/reformar Sua criação: nós é que temos que repensar/reformar nosso conceito acerca de Deus, o Espírito.
Quando estamos doentes e cansados ​​das sugestões do homem como material, doente ou pecaminoso, podemos repensar o nosso senso de ego e de Deus. Como ele nos diz na citação B21, podemos encontrar Deus sendo um "refúgio", um lugar seguro, e, quando "caímos" ou ficamos aquém deste ideal por causa do pecado ou qualquer coisa que nos tenta, Seus "braços eternos" estarão "embaixo" para nos apanhar. Eu sei que é cliche, mas eu nunca vi essa afirmação tão bem quanto dessa maneira. Nunca estaremos "caídos" -- um homem pecador, porque Deus está debaixo de nós para elevar a nossa consciência para a luz pura da Verdade. A verdade da nossa natureza está sempre lá para substituir essa falsa imagem, para purificar a falsa sensação, para re-formar a falsa imagem que poderíamos ter entretido. Esta verdade é poderosa porque é verdade que provém de Deus. E embora o pecado conduza ao sofrimento e à morte, ele não é um "castigo" dispensado por um Deus vingativo, ele é apenas o resultado da crença de que vivemos na matéria e cuja destruição final está assegurada somente por causa de sua falsidade. O dom de Deus para nós é a vida eterna, não a vida na matéria e, seguramente, sem morte ou punição, dentro ou fora da matéria!
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Este estudo metafísico foi preparado por by Kerry Jenkins, CS, House Springs, MO(314) 406-0041 kerry.helen.jenkins@gmail.com A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB. Visite o site www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos
.Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical

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