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Pense e viva no Espírito e supere a carne. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Os mortais e os imortais.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, November 9th, 2015

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
“Bem-vindo às Lições Bíblicas da Ciência Cristã!
Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda Sua criação. Esse fato e nosso amor por Ele, por nosso próximo e por nós mesmos, constituem a essência das Lições bíblicas. Elas proporcionam um mergulho profundo nesse amor, e isso tem trazido cura, conforto, reforma e regeneração às pessoas há várias gerações.
Portanto, mergulhe profundamente você mesmo [no estudo] das Lições Bíblicas e no amor de Deus! À medida que o fizer e, especialmente, na proporção em que viver esse amor, dia após dia, até mesmo, momento a momento, você verá a cura e os benefícios que dela resultam, ajudando não só a você mesmo, mas a todos que cruzarem seu caminho” (Livrete Trimestral da Ciência Cristã, p1).

Pense e viva no Espírito e supere a carne

O Acampamento dos Cedros preparou este Estudo Metafísico da LB para auxiliar na sua compreensão do estudo bíblico para o tema:
Os mortais e os imortais
Este tema é estudado diariamente em 18 línguas – A LB em chinês está agora disponivel -- , em todo o globo,
de 9 a 15 de novembro, 2015.
Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB.
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Qual a diferença entre um mortal e um imortal? A grosso modo, parece óbvio: os mortais morrem e os imortais não. Mas vamos aprofundar um pouquinho. Faça estas perguntas a si mesmo: Como eu penso? Como um mortal ou como um imortal? O que predomina em meus pensamentos: as coisas da carne ou as do Espírito?

Texto Áureo: Romanos 8:9: - Vós,...não estais na carne, mas no Espírito, se, de fato,
o Espírito de Deus habita em vós...
Segundo John Calvin, o objetivo de Paulo era incitar os cristãos de Roma a fazer uma autoanálise para saber se estavam vivendo a renovação que pregavam. Ele escreve: "É a marca determinante pela qual os filhos de Deus são distinguidos dos filhos do mundo, quando, pelo Espírito de Deus, são renovados em pureza e santidade."
Se achamos que estamos focados mais na carne do que no Espírito, como podemos corrigir isso?
Leitura Alternada: Efésios 4:7, 13, 17, 18, 20 – 24
Ela começa com a promessa de que a graça possibilita a cada um de nós espiritualizar nosso pensamento. Como aprendemos na Lição "A doutrina da reconciliação", a graça é a influência divina sobre o coração e seu reflexo na vida (segundo Strong). Assim, podemos dizer que a graça não cessa com nosso pensamento, ela opera em nós para amadurecer nossas naturezas espirituais. Ser o "homem perfeito" não significa tornar-se um ser humano sem defeitos, mas sim, tornar-se espiritualmente amadurecido. Na Ciência Cristã, esta é uma possibilidade verdadeiramente aceita.
O texto em Efésios contrasta com o pensamento cristão dos gentios, que os caracteriza como sendo vaidosos e alienados de Deus, que vivem na escuridão causada pelo pecado. A maior parte dos cristãos diria que o homem é salvo do pecado através da ação da graça, enquanto que alguns acham que a graça precisa ser merecida. O calvinista escocês Alexander MacLaren, contemporâneo de Mary Baker Eddy e um excelente pensador, afirma que a graça é um presente dado a todos e que nos leva a viver vidas cristãs em vez de uma recompensa dada a nós como o resultado desta vida." Isso é semelhante à declaração de Mary Baker Eddy de que "nossa vida atesta nossa sinceridade" (CS 15:23). Vidas renovadas são o efeito da graça.
MacLaren também salienta que, na versão King James, o texto diz que somos "ensinados por ele" - pelo próprio Cristo -, indicando que o caminho do Cristo pode ser aprendido. Porém, no original, está escrito que somos ensinados "nele". Isso, diz MacLaren, indica que "a menos que nos mantenhamos em união com Jesus Cristo, Sua voz não será ouvida em nossos corações e a lição não será aprendida."
Para aprendermos nossa lição, precisamos "nos despojar do velho homem [...] e sermos renovados no espírito de nosso entendimento". Até que ponto você está se despojando do velho homem? Ao se despojar do velho, você poderá se revestir do novo homem "criado segundo Deus, em justiça e retidão, procedentes da verdade." A passagem indica que já que Deus é o único poder criador, o novo homem não é o produto do esforço ou do raciocínio humanos. Mas a mera realização de rituais e cerimônias representantes da renovação não são o bastante. A graça de Deus nos renova e transforma nossas vidas.

Seção 1: Os filhos de Deus são imortais.
Com muita frequência, esta frase é usada em nossa lição-sermão como uma declaração da origem espiritual do homem. Outros teólogos usaram essa passagem de modo parecido. John Gill (1697-1771) vê essa passagem como uma declaração de que o Espírito de Deus é o único agente que reconstrói os homens ou os transforma em "novas criaturas". Isso se encaixa perfeitamente com um dos temas desta Lição - de que a graça de Deus é o agente ativo que despoja o velho homem e reveste o novo.
A citação B2 é, na verdade, um trecho de uma oração feita antes de sair em batalha. Deus é o único poder na batalha e a confiança absoluta em Deus substitui qualquer confiança no homem. O suplicante pede que para ficar livre dos inimigos e que o seu povo tenha futuro próspero. Ele conclui dizendo: "Feliz da nação que tem tudo isso" (NTLH). Esse "isso" é um estado de abundância e segurança - onde os inimigos não podem entrar e onde os habitantes não precisam sair para a batalha. Acima de tudo, não há "tumulto" neste lugar - nenhuma reclamação, vociferação, nem queixas. Isso descreve o estado de santidade exemplificado por Enoque (B3).
Podemos deduzir que a conduta de Enoque foi-lhe ensinada anteriormente. Ele amava Deus e era, por sua vez, protegido por Ele. Independente da corrupção ao seu redor, Enoque viveu de modo correto. O fundador metodista John Wesley escreve sobre Enoque: "Caminhar com Deus é determinar que Deus está sempre diante de nós e agir como aqueles que estão sempre sob Seus olhos." Essa visão espiritual fez com que Enoque ascendesse para Deus.
Você acredita que isso seja possível? Elias e Cristo Jesus também ascenderam. Sendo assim, não é um milagre único, mas a prova de que podemos vencer a mortalidade. Aprendemos na LB de algumas semanas atrás que a morte não é a porta de entrada para a vida eterna. O caminho para a imortalidade começa, antes de mais nada, com o reconhecimento de que não somos mortais. Somos os "filhos da luz" (B5).
Eddy concordava totalmente. Ela compreendia que o homem é imortal, "o progênito de Deus" (CS1). Ela diz que a razão de pensarmos que somos materiais e espirituais é porque interpretamos mal nossa verdadeira natureza (CS2).
Somos matéria e Espírito? Como seria possível que opostos como matéria e Espírito se misturem? Mais uma vez, Eddy nos diz que somente o "erro impotente" poderia acreditar em tal coisa (CS3). O testemunho do erro é o produto do senso material que nos dá apenas um senso temporário das coisas (CS4). Para que Enoque ascendesse, ele deve ter recusado o testemunho do senso material e exercido seu senso espiritual. Até que ponto você está refutando o testemunho do senso material e aceitando somente a visão espiritual? Até que ponto você está caminhando com Deus?
Para a maioria de nós, é difícil abrir mão de algo que gostamos muito, mais ainda, afastar-se do senso material. O que precisa acontecer? Primeiramente, precisamos reconhecer que mortais e imortais não são a mesma coisa. Um nunca se torna o outro. Precisamos reconhecer a totalidade do Espírito. Não, não quero dizer a "parcialidade", mas literalmente a "totalidade". A consciência mortal deve "ceder ao fato científico e desaparecer" (CS6). Isso não significa que deve ser deixada "guardada". Significa que deve ser dissolvida por completo. Assim, o senso real do existir aparecerá. Você está disposto a despojar-se completamento do homem velho?

Seção 2: Pensamentos angelicais acalmam o turbilhão da carne.
Não há dúvidas de que "o homem nascido de mulher, vive breve tempo, cheio de inquietação" (B6). Gill explica que o homem nascido de uma mulher é "cheio de comoção, inquietação e preocupação, como um mar turbulento". Esse homem vive constantemente preocupado com sua vida - inseguro com sua saúde, segurança, suprimento e sem confiança em Deus: Tudo em sua experiência está sujeito à perda repentina. Ele, que é nascido da carne, é consumado pelos desejos carnais e medos, mas aqueles que renasceram no Espírito elevaram seus desejos (B) e, como dito na LA, são felizes e contentes devido à sua confiança em Deus e não no homem.
Há uma solução para as constantes preocupações que assolam esses nascidos da carne - os que habitam "No esconderijo do Altíssimo" estão envoltos pela segurança e pela paz (B8). O salmista promete que aqueles que habitam no "esconderijo" serão protegidos por anjos quando o mal parecer nos rodear. Quando os anjos de Sua presença estiverem por perto, o redemoinho das dúvidas assustadoras, turbulentas e carnais e dos medos não terá nenhum poder para nos influenciar.
Precisamos abraçar a santidade - nos manter santificados e longe das pressões carnais (B9). Isso exige que façamos uma escolha quanto ao que buscamos para nosso conforto e satisfação. Se nos deleitarmos com as coisas da carne, negligenciaremos as coisas do Espírito. O desafio é que as coisas da carne são nossas velhas conhecidas. Hesitamos em nos afastar daquilo que conhecemos. Mas o perigo de nos devotarmos à carne é que ela leva à morte (B10). O único caminho verdadeiro que leva à vida e à paz é prestar atenção às coisas do Espírito e ir em busca delas.
Felizmente, não estamos sós nesta batalha. Os anjos de Sua presença estão sempre por perto para nos fortalecer, guardar e guiar. Nosso livro-texto define os anjos como "Pensamentos de Deus que vêm ao homem" (CS8). Ficamos cientes destas mensagens divinas quando nos despimos da maneira antiga e mortal de pensar (CS9). Embora a crença mortal faça parecer ser mais natural buscar as atividades carnais em vez das espirituais, o fato é que somos realmente espirituais desde o princípio. A Ciência Cristã ensina que Deus nunca criou um pecador mortal (CS11). O pensamento mortal limitado não pode compreender as "glórias da Vida e do Amor incorpóreo e ilimitado" (CS11). Aqui mais uma vez, para que possamos ouvir os pensamentos dos anjos, não podemos deixar que os desejos carnais nos afetem ou influenciem. Nossos pensamentos precisam ser elevados "a desejos mais puros" (CS12).
Onde estão seus pensamentos na maior parte do tempo - no Espírito ou na carne? Ao seguirmos o exemplo de Enoque e caminharmos com Deus estaremos demonstrando o verdadeiro existir que Ciência e Saúde define como santidade, harmonia, [e] imortalidade" (CS13).

Seção 3. O Cristo sereno acalma a confusão e o medo.
Há momentos em que o pensamento agitado da crença material parece não ter sossego. Mas o salmista declara que, independente de nossas circunstâncias “[...]o Senhor não há de rejeitar o seu povo, nem desamparar a sua herança. Mas o juízo se converterá em justiça, e segui-la-ão todos os de coração reto” (Salmo 94:14,15). A Bíblia NTLH tem esta versão: “O Senhor não abandonará o seu povo; ele não deixará desamparados aqueles que são dele. Assim haverá justiça nos tribunais, e todos os que são honestos estarão a favor dela.”
O teólogo Albert Barnes (1798-1870) confirma que “a certeza disso traria calma à mente humana em dias de agitação. O evangelho de João, nos diz: “[...] E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade”( João 1:14, B12). A definição grega para a palavra “o Verbo” significa “aquilo que expressa o pensamento interior”. Ou seja, o pensamento, ou ideia do homem perfeito foi expressa ou manifesta na vida de Cristo Jesus. Os estudiosos da Bíblia, de um modo geral, entendem que isso significa que Jesus veio sob uma forma humana para queo Cristo pudesse se comunicar com a humanidade.
O Evangelho de Marcos (6:34, B13): "Viu Jesus uma grande multidão e compadeceu-se deles, porque eram como ovelhas que não têm pastor", mostra que o Cristo estava se acomodando à situação humana de uma forma que as pessoas pudessem entender. No Evangelho de João, é esclarecido que Jesus era a plena expressão da graça e da verdade. Essa graça foi manifestada na habilidade de Jesus de curar. Marcos ainda esclarece que quando Jesus viu a multidão de pessoas e suas grandes necessidades Jesus “compadeceu-se deles”. Isso significa que ele foi tocado de um modo profundo e internamente, e isso o compeliu a agir.
Alguns estudiosos da Bíblia comentam que Jesus havia chegado de uma longa viagem e estava a fim de buscar um pouco de tempo para si mesmo. Mas, vendo as necessidades da multidão, ele pôs as suas necessidades de lado em favor de cuidar de atender as necessidades dos que vieram em busca de ajuda. Essa é uma boa lição para seguirmos ainda hoje. E Jesus não jogou para a multidão apenas algumas migalhas, mas dedicou tempo e a atenção, como continua o relato: “E passou a ensinar-lhes muitas coisas”. Ajudar outras pessoas sempre traz descanço.
Jesus havia acabado de chegar do monte da transfiguração e estava claro que estava pronto para lidar com qualquer situação de tumulto e agitação. Os discípulos tinham falhado em curar o menino que sofria de ataques que produziam convulsões violentas. O pai estava muito preocupado e com medo.
A multidão foi atraída para a cena (como quando acontece um acidente e as pessoas vão chegando e ficam observando, e esperando para ver o que vai acontecer). Mas Jesus não se impressionou com a agitação à sua volta e “repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: espírito mudo e surdo Eu te ordeno: Sai deste jovem e nunca mais tornes a ele.” E o mal fez uma última tentativa “clamando e agitando-o muito, saiu do menino deixando-o como se estivesse morto, a ponto de muitos dizerem: Morreu” (Mc 9:25). Mas Jesus permaneceu calmo “e tomando [o menino] pela mão, o ergueu, e o menino se levantou [curado].” Entendo que a lição que podemos aprender dessa experiência é a de que nunca devemos desistir, mesmo que pareça tarde demais.
O poder de curar de Jesus se baseava em que todo o quadro material é falso e nada tem a ver com o homem real e imortal que Deus criou. Jesus compreendia que a carne e o Espírito não ocupam o mesmo espaço. Eddy também compreendeu isso e nos alerta para o fato de que Jesus compreendia essa verdade, mas os humanos (a crença mortal) não sabiam disso, e precisavam aprendê-lo por meio do exemplo de Jesus que agia por meio da graça e da verdade que constituiam a sua força e motivação (CS16).
Jesus agia na base de Deus perfeito e homem perfeito “como base do pensamento e da demonstração” (CS, 18, p. 259:12). Assim, nós também podemos escolher não nos deixar impressionar pelo cenário agitado, mas permanecer na calma e no poder da Verdade, tal como Cristo Jesus. A Verdade destrói o tumulto da crença mortal e passamos a ver a nossa existência real e verdadeira se tornar mais harmoniosa a cada dia.

Seção 4: O tempo não toca a imortalidade
Outra das reivindicações da mortalidade é de que nós, necessária e inevitavelmente, envelhecemos. Os jovens crescem e ficam muito entusiasmados com a ideia de se tornarem homens e mulheres fortes e bonitos. Mas, então, há um ponto de inflexão em que a força e a beleza parecem desaparecer. De repente, ser mortal não parece ser tão atraente afinal. O salmista os convida a reconhecerem que Deus, "o poderoso" é a fonte de suas forças (B15). Adorar o Senhor "na beleza da santidade" é considerado por alguns como uma referência para se adornar com vestes sacerdotais ao se aproximar de Deus, isto é, ao aproximar-se dEle com reverência, santidade e respeito. Mas Barnes acrescenta que a roupa externa é apenas um emblema e que "nenhuma beleza externa, charme pessoal ou aspecto, nem adorno de vestes dispendiosas" podem ser comparados com aqueles cujos corações estão vestidos de verdadeira santidade.
O profeta Isaías nos lembra que Deus nunca se desgasta e que todo o poder vem dEle (B16). Observe também a palavra "esperar". Aqueles que "esperaram no Senhor" não ingressam em um comportamento agitado, se precipitando em uma situação. Tal abordagem é o método mortal, perturbado por cada fase dos acontecimentos. A abordagem piedosa é de calmo domínio e paciência. E, quando a chamada para a ação chega, as crianças imortais de Deus não labutam em se erguer arrastando seus pés e mãos quando algo precisa ser feito. Eles erguem-se à oportunidade com liberdade, regozijo, prazer, alegria e entusiasmo. Em vez de se esgotar, este dinamismo se renova a cada dia. Este vigor espiritual não é o produto do exercício humano ou estimulantes artificiais. É o resultado do Cristo trabalhando em nós – tornando-nos uma "nova criatura" (B17). John Wesley escreveu: "Só o poder que cria um mundo é capaz de criar um cristão." Precisamos de um renascimento estimulado pelo poder criativo imortal do Amor divino para impulsionar-nos para além da atração magnética da carne.
Mary Baker Eddy estabeleceu uma clara distinção entre a beleza desvanescente e a saúde do sentido material com a "radiância da Alma" “isenta de velhice e decrepitude" (CS21). As normas da crença mortal estão em constante mudança, vêm e vão. Estamos nos dedicando a imitar um modelo mortal de força e de beleza? Eddy escreve que, se parássemos de medir nossas vidas pelo calendário, iríamos manter nosso frescor e vigor independentemente da idade. Isso significa sem rodeios que devemos parar de comemorar aniversários. Nós nunca nascemos e nunca morremos. O homem é imortal, "sempre belo e sublime" (CS22). Precisamos reorientar nossas opiniões para reconhecer este fato.
Nosso livro-texto oferece muitos exemplos de como a crença na idade é uma ilusão mortal e, quando não prestamos atenção a ela, somos libertados de seus efeitos negativos (CS23). O ator citado no livro-texto provavelmente nem sequer orou sobre isso. Ele simplesmente se desfez das suas limitações e seguiu em frente. Se for esse o caso de alguém que não estava particularmente ciente dos fatos imortais do ser, você não acha que também devemos estar livres dos efeitos da idade? Paulo observou que a energia do Espírito é o único combustível que nos impulsiona em direção a essa comprensão e demostração espirituais (CS24). Quanto mais compreendermos que a Vida é Deus, tanto mais seremos capazes de demonstrar nosso domínio sobre a idade e provar nossa imortalidade (CS25).

Seção 5: Os imortais não morrem
Por definição, um mortal está sujeito à morte. A demonstração final da imortalidade é a vitória sobre o túmulo. Quando Pedro respondeu à chamada para ir até Dorcas, ele pode ter se lembrado da vez quando Jesus foi ressuscitar a filha de Jairo. Naquela ocasião, Jesus conduz a todos para fora do recinto. Diante de uma situação semelhante, Pedro igualmente rejeita tudo o que sustenta a imagem humana opressiva habilitando-o a encontrar a paz que revela a verdade.
As palavras de 2Timóteo (B19) asseguram-nos que nada pode desencorajar o cristão, porque o poder do Amor prevalece sobre todo o medo (B19). A "mente sã" capacita-nos a permanecermos calmos e firmes, não importa quantas distrações e medos tentarem nos assolar. O teólogo metodista britânico Adam Clarke reforça o significado de "sanidade" como "toda a alma harmonizada em todos os seus poderes e faculdades; e completamente regulada e influenciada de forma a pensar, falar e agir corretamente sobre todas as coisas." Nossa "santa vocação" é o mandado de Deus. Portanto, não podemos falhar. O exemplo de Jesus ilumina nosso curso até a imortalidade, assim como o fez para Pedro. Barnes estende o significado de imortalidade na seguinte passagem: "A palavra ‘imortalidade’ significa, propriamente, ‘incorruptibilidade, incapacidade de decadência’" Isso aponta para a necessidade de manter-nos livres de todos os tipos de corruptibilidade a fim de superar a mentira da sepultura.
“Na Ciência,” Eddy escreve, “a imortalidade do homem depende da de Deus, o bem, e é uma consequência inevitável da imortalidade do bem” (CS26). Nossa incorruptibilidade é possível porque Deus é incorruptível. De forma muito simples, não podemos morrer de nenhum jeito, porque a matéria não tem vida para começar. Só as coisas do Espírito são reais e eternas (CS27). Manter a tranquilidade da realidade espiritual em meio a um aparente tumulto permite-nos despertar na "verdade do ser" e, portanto, banir o sonho mortal (CS28).

Seção 6: A imortalidade é o estado presente do ser.
A última seção desta semana começa (B20) com o texto correlativo da Bíblia à declaração científica sobre o existir. MacLaren destaca um fato interessante sobre a palavra "vejam". A fim de se ver alguma coisa, você tem que estar atento a ela, sem distração. No contexto da passagem bíblica, isso significa que, se estamos contemplando o amor de Deus, o qual nos faz nos considerarmos Seus filhos, não podemos permitir que perseguições carnais desviem nossa atenção para além de nossa filiação dada por Deus. Ele também assinala, segundo a versão Latin Vulgata e também em diversas outras, que a frase "e nós somos" foi adicionada ao texto indicando que João não queria dizer apenas que fomos "chamados" filhos de Deus, mas que em realidade somos os filhos de Deus agora mesmo. Temos que manter o tempo todo esse fato em primeiro lugar em nossos pensamentos. Assim, apoia sustenta a auto-purificação necessária a fim de perceber esta santa condição. MacLaren resume esta passagem: "deponha ao coração isso como o resultado de toda a questão: Primeiramente, voltemo-nos a Ele, o qual provê toda a pureza; e, em seguida, a cada momento, lembre-se que é o nosso trabalho purificar-nos pela força e o poder que nos é dado pelo Mestre".
Eddy "comprou" a palavra de João sobre isso. Somos filhos (e filhas) de Deus agora mesmo. Deus é o nosso Princípio ou origem. Não podemos ser mortais, pois somos sempre a ideia imortal de Deus. Quando percebemos esta grande verdade, a crença de que somos mortais desaparecerá (CS29). Nosso livro-texto diz-nos repetidamente que temos de manter-nos firmes aos fatos espirituais verdadeiros (CS30), e que, para isso, temos que abandonar o velho homem (CS31). Este é o processo de purificação do qual fala João.
É importante também, como já dissemos antes, lembrar que não somos mortais tentando se tornar imortais. A imagem mortal é uma falsa visão do homem. O homem mortal é ilusão. À medida que abandonamos essa falsa visão despertaremos para aquilo que sempre temos sido - "a expressão infinita da Mente infinita" (CS32), e isso é tudo o que sempre fomos. Assim, nosso caminho para a imortalidade está claro. Deixe a graça de Deus enchê-lo com o Espírito da Verdade e os pensamentos conturbados da carne desaparecerão. Então você estará pensando como um imortal e acordará para perceber que isso é tudo o que você realmente é.
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Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S. Glen Ellyn, Illinois (Bartlett) craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB. Visite o site www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical

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