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Mude você a sua vida por uma melhor compreensão de Alma. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Alma.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, February 9th, 2015

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

“Bem-vindo às Lições Bíblicas da Ciência Cristã!

Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda a sua criação. Esse fato e nosso amor por Ele, por nosso próximo e por nós mesmos, constituem a essência das Lições bíblicas. Elas proporcionam um mergulho profundo nesse amor, e isso tem trazido cura, conforto, reforma e regeneração às pessoas há várias gerações.
Portanto, mergulhe profundamente você mesmo [no estudo] das Lições Bíblicas e no amor de Deus! À medida que o fizer e, especialmente, na proporção em que viver esse amor, dia após dia, até mesmo, momento a momento, você verá a cura e os benefícios que dela resultam, ajudando não só a você mesmo, mas a todos que cruzarem seu caminho.” (Livrete Trimestral da Ciência Cristã, p1)

O Acampamento dos Cedros preparou este Estudo Metafísico da LB para auxiliar
na sua compreensão do estudo bíblico para
o tema: A Alma

Mude você a sua vida por uma melhor compreensão de Alma.

Este tema é estudado diariamente em 17 línguas, em todo o globo, de 09 a 15 de fevereiro de 2015.

Abreviações: Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB; Bíblias: King James – KJV;
J.F.Almeida Revista e Atual. – JFA; A Mensagem – MSG; Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;

Às vezes ouvimos as pessoas falando da “trilha sonora de sua vida”. A finalidade de uma trilha sonora de um filme é dar destaque ou ampliar a ação e as emoções que acompanham determinadas cenas. Além do teor geral de um filme, há ainda as cenas de temas recorrentes. Qualquer fã da série “Guerra nas Estrelas” reconhece a chegada de problemas quando ouve o tema de Darth Wader. Similarmente, as duas primeiras notas do filme “Tubarão” são reconhecidas quase que universalmente como um prenúncio de perigo. Como soaria a trilha sonora de sua vida? Seria em escalas de tom menor cheio de acordes lamentosos?
Texto Áureo – Salmo 69:30: Louvarei com cânticos o nome de Deus, exaltá-lo-ei com ações de graças.
A canção desse Salmo de Davi magnifica a Deus e não os problemas que estava enfrentando. Nem todos os salmos começam com esperanças. Alguns são até deprimentes, mas conseguem reencontrar seu caminho de volta à glorificação de Deus, mesmo quando escritos em meio a desafios e sérios problemas.
Na vida das pessoas, às vezes ocorrem temas indesejáveis. Esses tons podem aumentar falsos traços de caráter, repetidos ataques do pecado, da doença e de morte, ecoando como tons indesejados em nossa cabeça. Mas sempre temos a oportunidade de trocar os tons discordantes, aprofundando a nossa compreensão de Alma.
Leitura Alternada – Salmo 34:1-4, 8, 10, 15, 17, 18, 22
O salmista faz do louvor a Deus seu objetivo contínuo. Ele não quer encher sua cabeça ou sua boca com palavras deprimentes, expressando raiva, queixa ou dúvida. Louvar a Deus e reconhecer Sua bondade é o único assunto que lhe interessa, e a única música que deseja ouvir e cantar.
Ele espera que os outros, ao ouvirem sua música, aceitem cantar juntos. Você alguma vez já sentiu o impulso incentivador que ocorre quando um indivíduo inspirado se sobressai em algum momento numa situação? Ele consegue levantar o ânimo de todos. O salmista baseia seu louvor em um registro comprovado do cuidado de Deus, e ele encoraja outros a “experimentar e ver” – tentar por si mesmos. Ele promete que os que se voltarem a Deus terão tudo o que realmente precisarem para seu êxito – “o Senhor os escuta e os livra de todas as suas tribulações”.
Deus está sempre pronto a ajudar, não importa o que estejamos enfrentando. Mesmo os que se sentem rejeitados, os de coração quebrantado, todos podem ser redimidos de seus apuros, e ninguém fica esquecido ou fora dessa ajuda divina.
Seção 1: Troque o cativeiro por liberdade
Tal como nos Salmos, o livro de Levítico já registrava a inquebrantável relação entre Deus e o Seu povo (B1). Deus tirou os filhos de Israel do cativeiro para que pudessem ser livres. Nosso direito de sermos santos e livres vem diretamente de Deus (B2).
Há diversos tipos de “jugo” que nos amarram e limitam. Nós podemos trocar essas cangas da crença mortal, como aquelas músicas indesejáveis que trocamos por canções de louvor (B3). Quando louvamos a Deus, somos guiados para fora do senso material das coisas porque nosso coração está sintonizado com o Deus Todo-Poderoso (B4).
Os acordes opressivos da crença mortal estão em fluxo crônico, mas as melodias celestiais assinalam a permanente harmonia da Alma (CS1). A compreensão de que Deus é a Alma, transforma a visão a nosso respeito de um mortal preso à terra para a imagem de sermos livres em Deus. Pontos de vista que nos ligam à terra não apenas reivindicam domínio sobre nós, mas exigem que sirvamos e paguemos tributo a esses elementos materiais. Mas nós nunca devemos nada ao senso material. Somos tributários apenas de Deus (CS2). E nossa relação com Deus nos traz liberdade, não cativeiro. Nosso livro-texto nos diz que: “O ser de Deus é a infinidade, a liberdade, a harmonia e a felicidade ilimitada”. O único meio de alcançar essa compreensão da Alma é pelo senso espiritual.
Pelo senso comum, a alma seria uma identidade humana residindo no corpo. Mas na Ciência Cristã, a Alma é Deus. Há apenas uma Alma, e nunca está confinada na matéria (CS3,4). A crença de que o corpo tenha vida e sensação é uma dessas falsas músicas populares aceitas pela crença mortal. O homem à imagem da Alma, pode substituir tal música por autoridade divina (CS5).
Ao senso humano, parece que os contínuos desafios da experiência sejam os “fatos duros da vida”. Acontece que não são fatos, de jeito nenhum. Como Deus é a única Mente, o homem só pode saber o que Deus sabe, e Deus só conhece o que é bom. Tudo o mais é irreal. Deus nunca o criou. Quando começamos a dar ouvidos a essa canção harmoniosa usando nosso senso espiritual, os sombrios quadros do senso material se dissolvem e o verdadeiro quadro harmonioso aparece (CS6). Percebemos então que a canção não se origina em nós. Deus é o único cantor, alegre, vibrante, inspirativo, e nós somos Sua linda canção.
Seção 2: Do Desespero à Esperança
Você já se sentiu como se alguém tivesse “puxado o seu tapete”? Que tudo o que você planejou lhe foi tirado? Se sim, você pode ser tentado a cantar tristes canções sobre coisas boas perdidas. Essas melodias melancólicas de desespero podem ser substituídas por um hino de esperança (B5). Os projetos humanos e as relações entre os seres humanos nem sempre se desdobram como gostaríamos. Mas Deus nunca nos decepciona. Deus é a fonte de todas as bênçãos. Tudo o que Deus tem é nosso e tudo o que temos é dEle (B6). Jeremias nos diz que Deus fica tão feliz em ajudar-nos como ficamos nós por ser ajudados. O teólogo do século XVIII, John Gill escreve sobre a relação de Deus para a humanidade: "Deus lhes faz bem e com muita alegria e prazer; ele se deleita em mostrar misericórdia para com eles, os embeleza com a salvação, e tem prazer em sua prosperidade" (B8). A prosperidade que não é encontrada em circunstâncias humanas, mas em nossa unidade com Deus. Como outro teólogo John Calvin observa: "tudo aquilo que buscamos nas coisas mundanas pode nos submeter a coisas que não são boas, a não ser que estejamos reconciliados com Deus."
Isto nos traz à história de Rute (B9). Rute, perdera seu marido e havia deixado sua terra natal. Naquela época, isso poderia ter sido um evento catastrófico. Sua cunhada Orpah, estava na mesma situação, e decidiu voltar para sua terra natal e como a história indica, "de volta para os seus deuses". No entanto, Rute permaneceu perto de sua sogra, Noemi que era viuva. Noemi decidiu voltar para a sua terra e seus parentes e Rute a acompanhou para não deixar que ela fosse sózinha. Rute deixou tudo para trás e prometeu devoção ao Deus de Israel. A história indica que Rute não estava vendo Naomi seu apoio, mas confiando em Deus por segurança e sustento. Rute também não ficou sentada esperando pelo suprimento. Ela era trabalhadora e diligente e partiu para o campo para colher espigas de trigo.
Sua disposição e boa vontade não passaram despercebidas a Boaz, em cujo campo ela fora colher as espigas. Ele poderia tê-la tirado do campo uma vez que, de acordo com as normas dos Hebreus, os moabitas não estavam aptos para entrar na "congregação do Senhor". Ao invés de a rejeitar, ele reconheceu sua bela atitude, dizendo: “Bem me contaram tudo quanto fizeste a tua sogra, depois da morte de teu marido e como deixaste o teu pai e a tua mãe, e a terra onde nasceste e vieste para um povo que dantes não conhecias” (B9).
A história de Rute ilustra que, "Na Ciência divina, o homem é sustentado por Deus” (CS8). Se somos tentados a entoar uma canção lamuriosa de desespero, podemos mudá-la para uma canção de esperança sabendo que "A Alma tem recursos infinitos para abençoar a humanidade, e seria mais fácil alcançar a felicidade e conservá-la em nosso poder, se a buscássemos na Alma” (CS9). Ciência e Saúde explica que a genuína filantropia é alimentada por nossos relacionamentos espiritualmente fraternos com os outros. Esses atos de amor fraternal abençoam a todos (CS10).
É importante que não deixemos a imagem humana ditar a nossa perspectiva. Só porque as coisas não parecem boas no momento não quer dizer que Deus não quer ou não pode nos curar e salvar (CS11). Nosso livro texto diz que o entendimento correto de Deus restaura a harmonia. Precisamos parar essa música da discórdia e sofrimento. Ao olharmos para as coisas do ponto de vista da totalidade de Deus, nos é permitido ver as coisas como elas realmente são harmoniosas. Deus é harmonia.
Rute não chorou no ombro de Noemi. Ela demonstrou todas as qualidades mencionadas em Ciência e Saúde como sendo "orações constantes" – a saber: "o desprendimento do ego, a pureza e o afeto" (CS12). E, como veremos na próxima seção, essas qualidades lhe trouxeram bênçãos infinitas.
Seção 3: Sensualidade deslocada pelas qualidades estáveis da Alma
Rute manteve uma canção de oração em seu coração e em sua mente, o que lhe permitiu afastar os pensamentos de medo e perda, ligados ao passado. Buscando em Deus proteção e orientação, ela foi levada a Boaz que a tomou como sua esposa (B11). Em Isaías, há uma bela descrição de Deus cuidando de nós como um noivo cuida de sua noiva (B10). O "manto de justiça" não é apenas um cobertor. Ele simboliza uma peça de vestuário de proteção, bem como de ornamentação. O noivo realmente adorna a si mesmo como um sacerdote; e a noiva, depois de ter sido recebida pelo noivo, "brilha com incrível brilho".
O salmista nos lembra novamente de cantar louvores a Deus com a promessa confiante de que Deus faz com "que o solitário more em família" (B12). E Isaías ousadamente declara que Deus é como um marido ao seu povo, ninguém é deixado de fora (B13, 14). Isto é tanto uma promessa quanto um lembrete. Esta seção inclui instruções sobre o efeito da Alma em nossos relacionamentos.
Nos tempos modernos, a trilha sonora dos relacionamentos é repleta de sensualidade, decadência, cobiça, ciúme, inveja, traição e sexo. Essas não são as músicas que queremos para uma união harmoniosa e duradoura. As definições de "noiva" e "noivo" (CS13) em Ciência e Saúde têm uma visão radicalmente diferente das coisas. Em vez de promover as tendências culturais mutáveis, ela enfatiza as qualidades que resistem ao teste do tempo e da eternidade: a pureza, a inocência e a compreensão. Ela passa a descrever o benefício de qualidades individuais que suprem as necessidades de nossos parceiros. Enquanto as qualidades femininas mais dominantes ajudam a elevar e purificar o masculino, as qualidades masculinas fortalecem as femininas. Qualidades masculinas e femininas não são mutuamente excludentes. "Ambos os sexos," escreve Eddy: "deveriam ser afetuosos, puros, ternos e fortes" (CS14).
Algumas pessoas têm uma visão equivocada de usar o casamento por razões egoístas, enquanto outros acham que o casamento é totalmente ultrapassado e um obstáculo para as nossas inclinações naturais e materiais. Eddy sentiu claramente o contrário. Ela diz que a verdadeira felicidade é encontrada na “ambição isenta de ego, os nobres motivos de vida e a pureza – esses elementos do pensamento, unidos, constituem, individual e coletivamente, a verdadeira felicidade, força e permanência. Existe liberdade moral na Alma” (CS15). Substituir a balburdia mortal pelas canções bem ritmadas da Alma tem o efeito de elevar a tudo o que fazemos para um nível superior. Nós também queremos ter certeza de que estamos no mesmo comprimento de onda que nosso parceiro(a). Se cada um sentir e manifestar os tons mais elevados e sublimes de Alma, o relacionamento tem uma base forte, resultando em uma forte ligação. Elevar o nosso entendimento sobre o casamento beneficia ambas as partes e melhora a sociedade em geral (CS16).
Ciência e Saúde usa a analogia do ouvido desafinado que toma a dissonância por harmonia, porque não aprecia a consonância. Isso está em linha com o nosso tema de manter as nossas melodias sagradas, trazendo assim alegria, ritmo e harmonia para a nossa experiência.
Seção 4: Da discórdia à harmonia
Como anteriormente, o salmista nos lembra de mantermos nossa canção de louvor continuamente, "dia após dia" (B15). A gratidão por Deus deveria ser a primeira coisa a pensarmos pela manhã e a última coisa à noite. Mas sabemos que, às vezes, a fraude estridente da carência, da doença e do pecado tenta roubar a nossa paz.
Mesmo quando nossos corações estão prostrados e submersos pelo peso da mágoa, da dor, da lamentação, o salmista nos oferece sua inspiração para mudar nossa melodia. O teólogo Albert Barnes escreve que estar "perturbado" (B16) significa literalmente "rosnar como um urso". Ele disse que Davi viu que "havia um lado mais brilhante e que ele deveria se voltar a esse lado, e ter uma visão mais alegre a situação. Daví havia permitido que sua mente, em sua condição, ficasse no lado escuro e olhasse para as coisas com desânimo. Ele agora sentia que isso era um erro: que era apropriado a um homem como ele buscar conforto nas visões mais claras". Em outras palavras, ele deveria parar de olhar para o lado escuro das coisas e de ficar paralisado pela mentira. Nós sempre temos a escolha de sermos alegres e industriosos; isto também é nosso dever como filhos de Deus. Por Deus estar sempre presente, não existe nada que pode nos deprimir.
Cristo Jesus certamente nunca deixou que os parasitas da tristeza da crença mortal enfraquecessem sua visão centrada na Alma. Quando foi abordado por um leproso (B17), Jesus deve ter sentido bem forte em si a canção gloriosa de perfeição em seu coração a tal ponto que a imagem da doença diante dele não teve realidade. A condição da lepra era temida e considerada nojenta, contagiosa e incurável. O leproso enfrentava um prognóstico horrendo e era excluído da sociedade e afastado de todos a quem amava. Ele deve ter ficado tremendamente tentado a entoar um lamento de desespero. Mas ele buscou um caminho melhor. Quando Rute encontrou Boaz, ela ajoelhou-se na terra em humildade. O leproso abordou Jesus de modo parecido e Jesus respondeu-lhe instantaneamente com o toque sanador do Amor – “[Jesus] estendeu a mão, tocou-o e disse-lhe: Quero, fica limpo!” (Marcos 1:41).
Os sentidos materiais interpretam a realidade de modo errado. Eles não conseguem compreender a Alma de modo algum, e a Alma, Deus, não tem nada a ver com as imagens mortais imperfeitas (CS17). Ao sentido material, parece que a alma está impregnada na matéria, mas esta visão é uma ilusão. A Alma infinita nunca está na matéria finita. Sintonizado com a realidade da Alma, Cristo Jesus demonstrou o efeito sanador da Verdade eliminando o pecado e a doença (CS18). As condições materiais são as crenças mortais que desaparecem na presença do sagrado. Os ensinamentos da Ciência Cristã nos dão a compreensão da Alma que cura o pecado, a doença e a morte "como nenhum outro sistema pode curar" (CS20).
Seção 5: Rompendo o ciclo da hereditariedade com nossa herança espiritual
Isaías nos fala que o servo de Deus não designa a si mesmo. Deus escolhe Seu servo, Ele o sustenta e o mantém com a autoridade divina através do Espírito que descansa sobre ele. O servo de Deus está sempre cantando um cântico novo de inspiração e louvor. Barnes chama a atenção de que o "cântico novo" não é apenas uma repetição litúrgica de bênçãos passadas. Tampouco é um tipo ingênuo de felicidade que é acionada para demonstração ou usada para mascarar medos ocultos. É um dia novinho em folha todos os dias – um cântico "até então não cantado" em reconhecimento genuíno ao bem onipotente (B18). Cristo Jesus não foi apenas um cara com uma visão positiva. A luz da esperança que Jesus trouxe era e é uma expressão direta de Deus (B19). Esta luz é capaz de salvar o mundo inteiro da escuridão, porque ela carrega consigo todo o peso da autoridade divina.
A cura do homem que nasceu cego (B20) é simbólica e ao mesmo tempo literal. Os discípulos perguntam a Jesus: "Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?" Não é parecida com a pergunta que todos fazemos: "Como nos tornamos mortais? Fui eu que pensei nisso? Ou foi culpa dos meus pais?" Jesus diz que nosso único propósito é realizar as obras de Deus que se manifestam em nós. Jesus nos mostra que ele tinha um desprezo completo pela crença da vida na matéria. Ele pede para eliminarmos as trevas do pensamento material e aproveitarmos a visão clara do ser espiritual. Da mesma forma que a luz penetra na noite mais escura, o Cristo penetra em toda a tristeza e desesperança possibilitando-nos sentir e ver a verdade.
A pergunta dos discípulos em um sentido mais literal estava ligada à crença prevalente naquela época da transmigração das almas. Muitos acreditavam que as aflições eram produto dos pecados cometidos em uma vida anterior ou uma punição pelos pecados dos pais. Era, em muitos aspectos, equivalentes à crença atual de gens/ genética e hereditariedade. A resposta sanadora de Jesus rejeitava qualquer crença de hereditariedade, porque ele sabia que o homem é a descendência do Espírito (CS22). Acaso somos obrigados a cantar um cântico triste de sofrimento de hereditariedade como uma música indesejável que não conseguimos tirar de nossa cabeça? Não. "A hereditariedade não é lei" (CS23). A hereditariedade é apenas uma sugestão mental e a luz do Cristo brilha através dela dissipando-a (CS24). Em vez de repetir um cântico de lamento por uma doença herdada, podemos quebrar o ciclo cantando um "cântico novo" da relação do homem eterno com seu Criador. Toda faculdade e capacidade que temos vem diretamente de Deus e não pode ser perturbada nem destruída. Deus vê, Ele enxerga, e como Seu reflexo, nós também estamos do dom de ver, de enxergar (CS25). Os fatos da Alma "transformam as sombrias visões do senso material em harmonia e imortalidade" (CS26). Podemos nos libertar do laço eterno da hereditariedade. Podemos trocar o CD do materialismo e levar o CD de um cântico novo – cheio da luz do Cristo – para nossos corações.
Seção 6: Substituindo a tristeza da morte pela alegria da Vida
Talvez o cântico mais indesejável no pensamento material seja o aparentemente inevitável réquiem da vida na matéria que leva à morte. Parece que este cântico fala que este fim é inevitável e, em alguns casos, está próximo e que não há nada que possamos fazer. Talvez esta declaração nos faça entoar um lamento, porém, a verdadeira compreensão da imortalidade da Alma nos possibilita cantar um cântico alegre de gratidão.
Não devemos nunca concordar em cantar nem ouvir esta infeliz composição da morte. Deus nunca nos colocou no caminho da decomposição e dissolução. O caminho da vida está cheio de alegria e esperança (B21). Como um tema recorrente na música, o salmista lembrava regularmente aos Filhos de Israel de como Deus os salvou dos egípcios. Nós também compomos nosso cântico da Vida com as melodias celestiais de demonstração anterior (B22). Podemos usar o que sabemos sobre a Alma para substituir o desespero com a confiança, a segurança e a proteção (B23).
Os chamados prazeres materiais, sentir-se bem na matéria, não importa o quanto pareçam seguros, estão destinados a cessar. Nossa verdadeira segurança e felicidade estão nos prazeres eternos da Alma, Deus. Perda, frustração, privação, doença, pecado e morte são desconhecidos no reino da Alma. A Alma divina inclui progresso eterno, perfeição pura e felicidade ilimitada.
Quando nos libertamos da falsa crença de que a alma está no corpo, conseguimos começar a compreender o que a Vida é de fato. Se vivemos na Vida, vivemos em Deus. Não temos uma "alma" que precise de redenção. A compreensão de que realmente vivemos na Alma é a nossa redenção (CS27). Esse estado celestial é harmonioso, belo, bom, perfeito e sem pecados; e conforme vamos compreendendo através de um reconhecimento da consciência cristã de que sabemos somente aquilo que Deus sabe, descobriremos ser esta a única condição em que podemos nos encontrar (CS28). Embora possamos parecer estar cercados por um mar de medo, escuridão e desespero, o Cristo nos tirará do senso material guiando-nos para a realidade gloriosa da Alma onipotente e onipresente (CS29).
Então, que tipo de música estamos aceitando como trilha sonora em nossa vida? A Verdade nos leva a mudar os temas da escravidão, desespero, sensualidade, doença, pecado e morte para as deliciosas melodias da Alma cheias de liberdade, esperança, alegria pura, saúde e vida eterna. Esta é uma trilha sonora que vale a pena ouvir e cantar junto com entusiasmo.
“Tu me mostras o caminho que leva à vida.
A tua presença me enche de alegria e
me traz felicidade para sempre” (Salmo 16:11, NTLH).

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Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S. Glen Ellyn, Illinois (Bartlett), EUA, craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683
A equipe de tradução para o português é composta por Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB.
Visite o saite www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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