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Dar e receber abundância. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Substância.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Sunday, March 8th, 2015

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

“Bem-vindo às Lições Bíblicas da Ciência Cristã!

Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda a sua criação. Esse fato e nosso amor por Ele, por nosso próximo e por nós mesmos, constituem a essência das Lições bíblicas. Elas proporcionam um mergulho profundo nesse amor, e isso tem trazido cura, conforto, reforma e regeneração às pessoas há várias gerações.
Portanto, mergulhe profundamente você mesmo [no estudo] das Lições Bíblicas e no amor de Deus! À medida que o fizer e, especialmente, na proporção em que viver esse amor, dia após dia, até mesmo, momento a momento, você verá a cura e os benefícios que dela resultam, ajudando não só a você mesmo, mas a todos que cruzarem seu caminho.” (Livrete Trimestral da Ciência Cristã, p1)

O Acampamento dos Cedros preparou este Estudo Metafísico da LB para auxiliar na sua compreensão do estudo bíblico para o tema: A Substância
Dar e receber abundância.
Este tema é estudado diariamente em 17 línguas, em todo o globo, de 09 a 15 de março de 2015.
Abreviações: Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB; Bíblias: King James – KJV;
J.F.Almeida Revista e Atual. – JFA; A Mensagem – MSG; Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
O que você valoriza? Que quantidade é suficiente? Existe muita preocupação com "porções" hoje em dia. Qual o tamanho ideal de uma porção de comida? Quanto do meu tempo deveria ser dividido entre trabalho, sono, exercícios, recreação, adoração, etc.? O valor de uma porção pode variar, dependendo da qualidade ou escassez de algo específico ou das circunstâncias dos beneficiários.

Texto Áureo, Salmos 16:5 – “O Senhor é a porção da minha herança e o meu cálice; tu és o arrimo da minha sorte”
O salmista faz alusão à quantidade a ser recebida como herança. Embora outros dessem mais valor a terras e bens, o salmista não busca bens mundanos. Ele deseja aquilo que nunca perde o valor; ele busca a verdadeira substância que vem de Deus. A Bíblia na NTLH traduz assim: “Tu, ó Senhor Deus, és tudo o que tenho. O meu futuro está nas tuas mãos; tu diriges a minha vida. Como são boas as bênçãos que me dás! Como são maravilhosas!” (Salmo 16:5,6).
Muitas das preocupações no mundo hoje estão centradas na falta ou na desigualdade. Na ansiedade se haverá ou não bem suficiente para todos. Tudo isso se baseia na premissa do suprimento limitado ou dos recursos finitos.

Leitura Alternada Salmo 107:31, 32, 35-38; 92:13; 2 Coríntios 9:8,11
Os versículos da LA contornam essas preocupações mudando a premissa da limitação e carência para a abundância, estabelecendo Deus como a Fonte de todo o bem. Deus não fragmenta nada, nem escolhe aleatoriamente dar para alguns e não para outros. Deus transforma completamente a escassez em suficiência. Os que estão em necessidade são supridos através da Mente divina. Em vez de reduzir o suprimento, há bênçãos multiplicadas. A verdadeira substância nunca diminui; ela só aumenta.
Os que confiam estão firmemente enraizados em Deus; eles não sobrevivem apenas, eles florescem. Como o salmista, o apóstolo Paulo também reconhece a graça abundante de Deus. Não há nem mesmo um vestígio de limitação aqui. A superabundância do bem nos possibilita fazer não apenas algumas boas obras, mas toda a boa obra "enriquecendo-vos, em tudo, para toda generosidade". Isso nos enche naturalmente com gratidão por tudo o que Deus dá.

Seção 1: A verdadeira substância vem do Espírito
O bem que Deus, o Espírito, dá é obviamente espiritual. Deus fez tudo o que foi feito (B1), mas não criou objetos materiais sujeitos à limitação, cobiça, furto e à decadência. Deus criou pequenas e grandes ideias espirituais. A criação de Deus não precisa de um "big bang" ou de bilhões de anos para evoluir. Tudo o que existe veio do "sopro de sua boca" e assim tem sido sempre. Observe também que existe um sentido de amplidão na criação de Deus - "a terra está cheia da bondade do Senhor". O salmista incentiva todos os homens a reconhecer e louvar a Deus por Suas maravilhosas obras (B2). Paulo nos lembra que as coisas que vemos apenas sugerem a imensidão da criação espiritual (B3). Isso indica que por trás das coisas que vemos está a verdadeira substância - a essência, ou ideia de uma coisa que existe na eternidade. Jesus francamente declara "o que é nascido do Espírito é espírito" (B4). Até mesmo a ciência material ensina que o semelhante produz o semelhante. Tudo o que Deus cria deve ser semelhante a Ele.
Mary Baker Eddy levou essa lógica à conclusão de que Deus não só fez tudo semelhante a Ele, como somente Deus, o Espírito é a verdadeira substância (CS1). As coisas espirituais são reais e eternas: elas não têm início nem fim. As coisas materiais não têm substância e são temporais, finitas, elas são medidas pelo tempo. Eddy ainda fala que conforme surge a verdadeira substância da criação, "a nulidade da matéria é reconhecida" (CS2). Seu argumento é tão claro que desafia a contradição. O essencial é se aceitamos ou não sua premissa: que Deus é Espírito e Ele criou tudo "em Si mesmo e de Si mesmo". Eddy tem tanta confiança em seu argumento que faz uma pergunta ao leitor: "O que é que deveríamos considerar como substância?" (CS3). Tire um tempo para pensar sobre como você pode responder honestamente esta pergunta. A maneira como você responder terá impacto em como você aborda toda decisão que tomar e em todo desafio que você enfrentar.

Seção 2: De que somos feitos?
Se formos pela maioria das teorias ensinadas na escola, parece que o homem não é muito mais do que uma coleção de partículas microscópicas que em conjunto abrangem a vida orgânica. O problema é que, às vezes, tudo funciona corretamente e noutras isso não acontece. Embora os estudiosos ou teóricos, apresentem leis que parecem determinar como tudo funciona, nenhuma dessas descobertas nos protege de condições hostis. Além do mais, quanto mais profundamente se olhar para o que se chama matéria, menos matéria se encontra. Segundo o site physics.org, se comprimirmos todo o espaço de cada átomo na raça humana, toda raça humana caberia "no volume de um cubo de açúcar." A questão de fundo é que mesmo por meio de medições mortais, a matéria não tem substancia. Mas isso não é o fato espiritual. O fato espiritual é que nós não somos feitos de matéria não importa o quão minúsculas as partículas possam ser. Somos gratos porque "assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obras são admiráveis" (B5). Somos ideia e tudo de bom que temos vem de Deus. Reconhecemos Deus como a fonte de todo o bem. Deus é o único poder criador e Sua criação é perfeita.
Tudo o que Deus faz é formado à sua imagem e tudo o que existe é o reflexo do ser de Deus (CS4). Deus, o Espírito, é a única substância, e esta é a única que podemos ter. Parece que somos substância material, mas nós somos "imagem" ou "ideia" (CS5). O que parece ser a substância material e o pecado, a doença e a morte que a acompanham não são condições reais, mas visões distorcidas da verdadeira substância do Espírito. O homem real nunca existiu na matéria, nem está sujeito às crenças de pecado, de doença e de morte. O homem verdadeiro que Deus criou está "sempre além e acima" das ilusões de vida na matéria (CS6). Deus é sempre perfeito, por isso o homem é sempre perfeito. Nós não somos feitos por leis materiais; somos feitos pelas leis de Deus e governados por Suas leis, não parcialmente, mas completamente. “Regozijemo-nos por estarmos sujeitos às divinas “autoridades que existem” (CS7).

Seção 3: "Você gostaria de uma porção dupla de batatas fritas como acompanhamento?"
Uma enorme atenção está voltada para os alimentos que comemos. Conselhos sobre o controle das porções, da qualidade, o que evitar, e o que comer mais, são todos determinados pela crença de que somos orgânicos e regidos por química e genética.
Recentemente, até mesmo estações de televisão religiosas começaram a promover dietas e exercícios baseados na Bíblia. Nutrição e exercício são enormes indústrias na cultura ocidental.
O salmista nos convida a "provar e ver" as coisas de uma perspectiva diferente. Deus é a fonte de toda a bondade e confiar nele traz bênçãos (B9). Ao comentar sobre o convite do salmista para "provar e ver", o teólogo John Gill (1697-1771) aponta que o indivíduo não regenerado muitas vezes tem gostos corrompidos e prefere alimentar os seus apetites pecaminosos da carne, enquanto os convertidos têm novos gostos e estão dispostos a serem nutridos somente por Deus.
A história de Daniel e seus companheiros em recusarem as iguarias do rei (B10) é geralmente considerada como um exemplo de como o alimento em si não tem nenhum poder especial para beneficiar a saúde em comparação com a capacidade de Deus para sustentar o homem, independente do quanto um alimento específico possa ter ótimas qualidades. João Calvino aponta outro aspecto interessante. Os reis vitoriosos frequentemente usavam o luxo como uma maneira de suavizar a resistência dos cativos. Os alimentavam e cobriam de regalias para apagar qualquer saudade de sua antiga casa e costumes. Eles até mesmo mudavam os nomes de seus cativos. A abstinência de Daniel a uma dieta luxuosa, não foi apenas com relação à comida, mas para manter viva sua origem, e não se esquecer de que ele era um prisioneiro e para evitar de se deixar seduzir pelas atrações sensuais que seus captores lhe ofereciam. Ele estava rejeitando não apenas a comida mas todo o modo de vida dos captores e protegendo-se de ser atraído pelas mesmas.
Jesus Cristo também ensinou que as tentações da carne eram prejudiciais ao crescimento espiritual. Espírito e carne são opostos, e só o Espírito é benéfico (B11).
M B Eddy, Descobridora da Ciência Cristã, entendeu claramente o choque entre o Espírito e a carne (CS8). O Espírito, Deus, é definido como "a única substância" (CS9), e a carne como “um erro da crença física; uma suposição de que a vida, a substância e a inteligência estejam na matéria; uma ilusão; uma crença de que a matéria tenha sensação” (CS10). Ela não tinha expectativa de que parássemos de comer e beber, mas ela manteve a sua convicção de que o homem vive no Espírito, não na matéria (CS11). Ela sabia que através do progresso espiritual nós, passo a passo, nos daríamos conta de que não é o alimento que nos sustenta. A fim de chegar a esse ponto de vista precisamos começar partindo da premissa correta de que Deus é a única substância verdadeira (CS12).
Eddy fundamentou esta questão logicamente. A crença mortal sempre trabalha a partir de dois pontos de vista. Ela diz que, por vezes, a comida é boa para nós e em outros momentos que a comida pode ser prejudicial. O pêndulo de opinião mortal, vai e vem constantemente (CS13). Grãos passam por esse ciclo, assim como certos vegetais, carnes, ovos e outros alimentos. Cada método tem seus defensores e detratores.
A questão fundamental é que somos espirituais e os alimentos não desempenham nenhum papel na determinação de nossa saúde ou espiritualidade. A Mente divina governa tudo e a matéria não tem nada a ver com isso (CS14). Calvino escreveu: "[…] devemos considerar nossa vida sustentada, nem por pão, nem por qualquer outro alimento, mas pela bênção de Deus." Eddy nos diz para apoiar-nos "no infinito sustentador e o dia […] será repleto de bênçãos" (CS15). À medida que nosso apetite por coisas espirituais superar o apetite por coisas e alimentos materiais, iguarias, ou qualquer dieta humana, encontraremos a nossa verdadeira substância no alimento espiritual sentiremos que estamos satisfeitos.

Seção 4: A Substância de uma Ideia Correta abre as Portas às Divinas Possibilidades que Existem
O apelo de Jeremias: “Cura-me, Senhor, e serei curado” (B12) se destaca como um exemplo do que significa confiar plenamente em Deus. Essa fé de toda a nossa mente é uma força poderosa na cura. Paulo compara o poder do Cristo como a luz que brilha na escuridão (B13). A luz é uma presença que tem substância. A escuridão não é uma presença, mas uma ausência. Portanto, a escuridão não pode resistir à luz.
O Evangelho de Lucas registra a cura de dez leprosos (B14) efetuada por Jesus. O teólogo metodista Adam Clark (1760-1832) liga a crença da lepra ao pecado. Ele escreve: "O pecado é a pior de todas as lepras; ele não só separa aqueles a quem estão unidos, mas os separa de Deus; e nada, a não ser o coração compassivo e a mão poderosa de Cristo Jesus pode nos libertar.”
Quando os leprosos apelaram pela ajuda de Jesus ele lhes disse para mostrarem-se aos sacerdotes. A lei judaica exigia que para ser declarado limpo pelo sacerdote e, portanto, capaz de se reintegrar à sociedade, a pessoa tinha que já estar curada. Isso significava que os dez tinham que ter uma firme expectativa de que a sua cura estava completa antes de chegarem lá. Confiaríamos tanto assim? Algumas pessoas não acreditam até ver os resultados do laboratório, mas Jesus exigiu que procedessem em plena expectativa de que a cura havia sido realizada. Um dos dez, um samaritano que os judeus consideravam um povo iníquo e indesejável, pode não ter tido conhecimento do protocolo apropriado. No entanto, o que lhe faltava no conhecimento da letra da lei lhe sobrava no espírito de gratidão. Antes de chegar aos sacerdotes, ele parou e voltou para dar graças e glória a Deus por sua cura. A gratidão que ele expressou tinha mais substância do que a doença e foi a chave para sua cura.
As citações nesta seção, do livro Ciência e Saúde enfatizam a gratidão como um ponto-chave em toda a cura. Gratidão tem muito a ver com o reconhecimento do bem que Deus está fazendo e do exercício do senso espiritual. O comentário do teólogo Clark sobre a cura dos leprosos mencionou o pecado como um impedimento para a cura. Alguém que está envolvido no senso humano pode ter dificuldade em ver o que Deus está fazendo de bom e consequentemente, ter dificuldade de ser grato. Como nosso livro texto diz, um falso senso de substância "encobre as possibilidades divinas" e a percepção espiritual correta "traz as possibilidades do existir" (CS17, 18). Gratidão é focar no bem e depois utilizá-lo. Quando estamos realmente gratos, nossa perspectiva é transformada e nossa vida entra em conformidade com a nossa nova visão. “A gratidão é muito mais do que a expressão verbal de agradecimento. Os atos expressam mais gratidão do que as palavras” (CS19).
Às vezes hesitamos em voltar-nos totalmente a Deus porque temos medo de abrir mão de nossas crenças materiais, mas nunca podemos perder nada volvendo-nos a Deus. Nossa verdadeira identidade, aquela que é verdadeiramente substancial, sempre resulta em mais bênçãos e uma completa compreensão de nosso relacionamento com Deus. Quanto mais espirituais nos tornamos, menos sentiremos os apelos e impulsos de desejos terrenos (CS20).
É importante que nossas expressões de gratidão não sejam superficiais. Essa transformação mencionada acima realmente precisa ser confirmada em nossa vida. Os leprosos foram completamente transformados e embora possamos não estar em suas condições, o argumento de Adam Clark sobre a "lepra do pecado" está bem posto. Estejamos dispostos a abrir mão de traços falsos de personalidade e de apetites pecaminosos para sermos purificados. Deixemos o nosso verdadeiro senso de substância brilhar através do frágil nada da materialidade, e abramos nossos corações para as possibilidades divinas.

Seção 5: A substância da Igreja
John Gill escreve que o amor ardente invocado em 1 Pedro (1:22, B15) é “marca característica do Cristianismo […] sem o que toda profissão da religião é algo vão e vazio”. A NTLH dá esta versão: “Agora que vocês já se purificaram pela obediência à verdade e agora que já têm um amor sincero pelos irmãos na fé, amem uns aos outros com todas as forças e com um coração puro.” Isto implica em que a substância da igreja é o amor de uns para com os outros. A palavra “ardente” vem do grego ektenos que se relaciona à metáfora de arco. Quanto mais se curva o arco tanto maior a força da flecha lançada; assim quanto mais forte nosso amor para com os outros, tanto mais abundante seus benefícios. Quão forte é nosso amor para com os outros? Acaso retemos algo para nós, ou esticamos nosso arco ao máximo para garantir o máximo impacto? Os Cristãos pioneiros necessitavam de trabalhadores fervorosos. Notem que em Atos dos Apóstolos é relatado que multidões de “crentes” se afiliavam à igreja. Pessoas de coração puro, sinceras e devotas. O teólogo Albert Barnes (1798-1870) observa que um pequeno número de fervorosos adeptos era preferido do que grande número de membros de interesse não aquecido (B16). Os que haviam sido chamados para serem santos são os chamados para servir a Deus. Significava separarem-se dos objetivos mundanos e dar total devoção a sua causa (B17). Tal como Pedro, o apóstolo Paulo também lembra os cristãos romanos: “amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal” (B18). Este amor não era insincero ou obrigatório. Era pleno e genuíno. A frase “amai-vos cordialmente” vem do grego philostorgos, que é uma palavra composta por philos e storgeh significando a afeição terna e prazerosa entre mãe e filho. Eles tratavam cada um como membro da família, até ao ponto de porem suas vidas em risco pelos outros (B19). “Estamos nessa”, como se diria hoje. Suas igrejas não eram prédios, mas comunidades de crentes fervorosos.
Para Eddy a substância da devoção era, de fato, o amor, que incluía a demonstração de amor por meio da cura da doença e destruição do pecado (CS 23). Ela nos insta para irmos além da fé para, de fato, trilharmos o caminho da santidade. “Amor despojado de ego” é a chave (CS24). O que faz a diferença não é o que dizemos mas o que fazemos. Para nós, como para os primeiros cristãos, isto significa separar-nos das atrações do mundo. Eddy escreve: “O desprendimento do ego, a pureza e o afeto são orações constantes” (CS25). Assim como um arco retesado lança uma flecha com maior força, assim nossos afetos firmes e espiritualizados produzem fruto abundante (CS26).
Como crentes e demonstradores da Verdade, somos uma família; e naturalmente amamos uns aos outros quando percebemos que temos um mesmo Pai. O mundo está sofrendo sérias ameaças à paz e à segurança. Cristãos estão novamente sendo perseguidos e mortos por causa de sua fé. Até parece que a violência e o radicalismo destruiriam o desejo de paz. Mas o poder da Verdade neutralizará o aparecimento da influência do mal em todos os cantos do mundo. O amor é mais forte do que o ódio, e o amor vencerá. A pergunta é: Amamos com fervor suficiente a ponto de dissolver o ódio? Nós não podemos conhecer todos os motivos daqueles que se movem para subjugar o mundo acreditar no que eles querem por meio da força e muita violência. É verdade que muitos dos combatentes são nada mais do que criminosos mercenários. Mas de qualquer modo, sabemos que “o perfeito amor lança fora o medo” (1 João 4:18). A igreja da Ciência Cristã é a igreja do Amor, e cabe a nós esticar nossos arcos ao extremo para que as flechas do amor fervoroso atinjam seu alvo -- resgatar e salvar o confuso e o perdido.

Seção 6: Retorno de investimento
Como mencionado anteriormente, há muita preocupação com recursos e quem irá ter sua parte. Governos e legisladores debatem essas questões constantemente, e as pessoas ou são assustadas pelas previsões, ou tratam de burlar o sistema para abocanhar a fatia maior do bolo. Parece haver carência em todas as direções que olhamos, falta de alimento, saúde pública, educação, falta de segurança, etc.
Em qualquer época, tem havido organizações de caridade competindo por doações para organizações de caridade, entre as quais está a igreja. Dos antigos israelitas esperava-se uma doação de um décimo de suas colheitas para sustento dos clérigos e dos levitas. Havia os que sonegavam uma parte de suas contribuições ao templo. O profeta fala ao povo que ao contrário de sofrer alguma escassez por levar seu dízimo, isto resultaria em bênçãos tão abundantes que nem haveria lugar para guardar tudo. “Trazei todo os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida” (B20, Malaquias 3:10). A verdadeira substância que sustentava os levitas não eram os grãos dados a eles, mas a generosidade, gratidão e confiança na provisão de Deus. Nunca podemos perder por confiar em Deus. A verdadeira doação é expressar gratidão, e por fazerisso nunca podemos sofrer falta. Na verdade, tudo o que Deus dá nunca pode ser esgotado (B21). A bondade divina sempre vem em abundância. Deus é a fonte de toda substância—nunca escassa, estagnada ou reciclada—mas sempre fresquinha e abundante (B22). Como já foi dito, é muito importante saber que a verdadeira compreensão de Deus não é o resultado de raciocínio ou entendimento humano. Vem diretamente de Deus e é discernida por meio do senso espiritual (B23). Saber que as coisas são “livremente dadas a nós por Deus”, isso evita a dúvida. Vemos também aqui o benefício de lançar todo nosso peso na balança. Os cristãos pioneiros punham suas vidas em risco, não só para si mesmos mas para benefício das gerações futuras. “Porque todas as coisas existem por amor de vós” (B24).
Nós agora temos que fazer nossa parte para gerações por vir. Que porção de nosso tempo dedicaremos à igreja? Ao nosso crescimento espiritual? A orar pelo mundo? A definição de “Dízimo. Contribuição; décima parte; homenagem; gratidão”(CS29, p.595). Eddy inclui gratidão—que já foi discutida. Será que estamos dispostos a empenhar a vida a nosso Senhor? É algo a ponderar.
Portanto, tudo o que o mundo chama de substância é, no final das contas, sem valor. Nosso livro texto define substância como “aquilo que é eterno e incapaz de manifestar desarmonia e sofrer deterioração” (CS30). Toda a substância pertence a Deus; assim como toda “a inteligência, a sabedoria, a existência, a imortalidade, a causa e o efeito” (CS31). De acordo com a física (physics.org) só 2% do universo é visível, e 98% não são perceptíveis aos nossos sentidos. Enquanto os físicos continuam pesquisando e teorizando a respeito da substância da matéria, Eddy deu um grande passo rumo à substância do Espírito. Ela nos diz que à medida que avançamos na compreensão de Deus, “inumeráveis objetos da criação, que antes eram invisíveis, se tornam visíveis” (CS32). Cada coisa tem sua verdadeira substância no Espírito. A Vida nunca está na matéria. Em vez de ver uma fração da criação, veremos finalmente o quadro inteiro por meio da compreensão da Ciência Cristã, “todas as glórias da terra e do céu e do homem.”
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Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S. Glen Ellyn, Illinois, EUA (Bartlett) craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683.
A equipe de tradução para o português é composta por Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB. Visite o saite www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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