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Ao sermos santos - somos salvos. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Doutrina da Reconciliação.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, April 13th, 2015

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

“Bem-vindo às Lições Bíblicas da Ciência Cristã!

Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda a Sua criação. Esse fato e nosso amor por Ele, por nosso próximo e por nós mesmos, constituem a essência das Lições bíblicas. Elas proporcionam um mergulho profundo nesse amor, e isso tem trazido cura, conforto, reforma e regeneração às pessoas há várias gerações.
Portanto, mergulhe profundamente você mesmo [no estudo] das Lições Bíblicas e no amor de Deus! À medida que o fizer e, especialmente, na proporção em que viver esse amor, dia após dia, até mesmo, momento a momento, você verá a cura e os benefícios que dela resultam, ajudando não só a você mesmo, mas a todos que cruzarem seu caminho” (Livrete Trimestral da Ciência Cristã, p1).
O Acampamento dos Cedros preparou este Estudo Metafísico da LB para auxiliar na sua compreensão do estudo bíblico para o tema: A Doutrina da reconciliação

Ao sermos santos - somos salvos

[Este tema é estudado diariamente em 17 línguas, em todo o globo, de 13 a 19 de abril de 2015.]
Abreviações: Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB; Bíblias: King James – KJV; J.F.Almeida Revista e Atual. – JFA; A Mensagem – MSG; Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
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Você está salvo? Você acha que precisa de salvação? Para muitos, a oportunidade de ser salvo é exclusiva, e muitas vezes tem a ver com aceitar um certo ponto doutrinal, fazendo uma declaração de fé e passando por uma cerimônia para significar sua intenção de manter lealdade à sua declaração. Aquele que não é salvo, presume-se condenado ao castigo eterno. Segundo Adam Clarke (Ca. 1760-1832), havia uma tradição judaica de que quando viesse o Messias, todas as outras nações do mundo seriam destruídas. Parece mais uma visão imatura do desejo de destruir os que têm pontos de vista diferentes dos nossos.

Texto Áureo João 1:17 : ...Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.
João nos diz que Jesus corrigiu essa crença, declarando que sua missão não era destruir, mas salvar.

Leitura Alternada João 12: 1, 5, 6, 19-23, 26
Os versículos da LA nos dão uma ideia de como Jesus se propunha levar a cabo sua missão. As citações são partes do que é muitas vezes chamado de “oração de despedida”. Contudo, segundo Barton Johnson’s Peoples New Testament, tal oração deveria, na verdade, chamar-se de “a verdadeira oração do Senhor”. Esta observação está baseada no fato de que o que chamamos a “Oração do Senhor” em Mateus é mais uma oração para os discípulos do que para Jesus. Nessa oração Jesus está por encarar a culminação de sua missão de vida. Está por enfrentar uma brutal condenação, maus tratos e crucificação, e sua oração era para ele mesmo, para seus discípulos e para todos que viessem a crer no futuro.
Quando Jesus começou a orar, diz o texto que “levantou os olhos ao céu”. Isto pode ter sido literal, mas figuradamente, suscita a pergunta: “Quando oramos, para onde olhamos? Para cima? Para baixo?” Por meio de sua missão Jesus nos ensinou quem é Deus. A NTLH usa as seguintes palavras: “Eu mostrei quem tu és para aqueles que tiraste do mundo e me deste.” Ele pede para ser santificado para que nós sejamos santificados. Jesus não tem vontade ou interesse à parte de Deus. Seu exemplo supremo nos mostras o que precisamos para sermos salvos—alcançar a comunhão com Deus.
Jesus também orou para que todos os que creem amem uns aos outros, e seu amor e obediência seria um sinal para o mundo de que são verdadeiramente seus seguidores. Essa oração levada à sua conclusão lógica eliminaria todos os limites denominacionais e facções. “Como o Filho e o Pai são um, têm o mesmo trabalho, um reino, um espírito, um interesse, assim devem ser todos os que são de Cristo”.
O resto desta Lição nos mostra como Jesus desenvolveu sua missão, e explica que ao seguirmos seu exemplo, adquirimos o direito a ser salvos.

Seção 1: Ser Santos
O que faz alguém ser santo? As escrituras fazem da santidade um mandamento (B1). O livro Levítico implica que o chamado para serem santos exortava os israelitas a conscientemente abandonarem os caminhos/meios impuros e idólatras. A palavra traduzida por “santo” também quer dizer “sagrado”. Vem de uma palavra que significa “ser limpo” (Comentário Strong). A maior parte dos antigos israelitas, como a vasta parte do mundo de hoje, é qualquer coisa, menos o que poderíamos dizer “limpa”. Os antigos israelitas estavam conscientes de sua necessidade de serem limpos, e tinham sacrifícios específicos com sangue de animais, realizados pelos sacerdotes, para o fim da purificação (B2). Acreditavam que isso restauraria sua relação com Deus. O termo teológico para isso é “reconciliação”. A cerimônia da reconciliação repetia-se anualmente, pois ao longo do ano haveria inevitavelmente mais pecados para expurgar com sacrifícios. Mesmo fazendo todo o esforço para manter esse evento como sagrado, ficou claro aos profetas que o ato de sacrifício sanguíneo, mesmo que bem intencionado, não era suficiente para mudar a vida das pessoas. Com o tempo, os profetas previram que algo totalmente diferente precisava acontecer (B3). Começaram a perceber que obedecer a Deus e ouvir Sua palavra era mais eficaz do que o sacrifício de animais (B4). O sacrifício nada mais era que um cerimonial, enquanto a obediência era um dever moral.
Os primeiros cristãos estavam convictos de que nada, além da estrita obediência à lei de Deus, era suficiente para alcançar a reconciliação (B5). Relembrando a palavra dos profetas, eles diziam que, na nova aliança, a lei seria escrita nos corações e nas mentes. Para os cristãos, o ato do autossacrifício de Jesus tornou obsoleto o ritualismo para a reconciliação deles. Também rompeu as barreiras entre Deus e o homem comum.
Como mencionado acima, o ritual israelita de reconciliação em favor do povo, era realizado pelo sumo-sacerdote. Ocorria no Santo dos Santos—um ambiente cercado por cortinas, no local mais interior do templo e continha, segundo a crença, a Arca da Aliança. Imaginava-se que este era o único local onde Deus tinha contato direto com a humanidade, e que o sumo-sacerdote era o representante do povo. Segundo a tradição, quando Jesus foi crucificado, o véu do templo—a cortina do Santo dos Santos—rasgou-se em duas partes. Isto simbolizava que a barreira entre Deus e Seu povo havia sido rompida para sempre, sendo Jesus o sumo sacerdote que realizou a reconciliação, de uma vez por todas. John Gill (1697-1771) escreve: “Cristo é um ‘modo vivo’: em contraposição às carcaças de animais abatidos e da fria e morta letra da lei; Cristo dá vida a todo povo; e quem anda nele, o caminho, vive; e ninguém nesse caminho jamais morre...”
Mary Baker Eddy previu outra “grande mudança” ocorrendo na convulsionada doutrina cristã da reconciliação, desenvolvida ao longo de séculos (CS1). Eddy ensina que “o infinito” não pode ser aprendido por meio de doutrinas humanas (CS2). Como a lei está escrita em nossos corações, ela entendia que a demonstração era o único caminho para a santidade e a compreensão espiritual, e que o derramamento do sangue de Jesus “não foi mais eficaz para purificar do pecado” do que era o sangue de bodes e carneiros (CS3). Eddy ensinou que não só o sacrifício de Jesus, mas o trabalho de toda sua vida, exemplificava a reconciliação. Ao longo de toda sua experiência ele sacrificou todo desejo humano a fim de mostrar-nos o que realmente significa a santidade (CS4). Nosso livro-texto define a reconciliação: “A reconciliação exemplifica a unidade do homem com Deus, segundo a qual o homem reflete a Verdade, a Vida e o Amor” (CS6). A verdadeira santidade é viver de acordo com Deus, em tudo o que fazemos (CS7). A reconciliação não é um mero abandonar simbolicamente o pecado e achegar-se a Deus, mas é, isso sim, um deixar o pecado de lado e demonstrar a santidade na prática diária.

Seção 2: Santidade viabilizada através da Cura
Santidade é mais do que apenas ser uma pessoa boa, moral. Santidade está especificamente ligada ao poder de Deus. Todas as referências ao santo braço de Deus, ou o braço do Senhor indicam a habilidade de Deus para manifestar-se em nossa experiência (B6). A oportunidade de ver o braço de Deus revelado está aberta a qualquer pessoa - "Todos os confins da terra verão a salvação do nosso Deus”.
Infelizmente, nem todo mundo desejou ver isso. O profeta diz: "e como um de quem os homens escondem o rosto", e "dele não fizemos caso" (B7). Isto poderia estar aludindo à angústia que nos leva a refletir e fugir, ou de que o Messias prometido seria o contrário do que se esperava e que iríamos esconder nossos rostos no desprezo, sem nenhuma consideração. O profeta é claro ao prever os sofrimentos que o Messias passaria, devido a relutância do mundo, em aceitá-lo.
Jesus não foi dissuadido pela indiferença do mundo. Ele pregou o evangelho, a boa nova do reino, e convidou seus ouvintes a se arrependerem e crerem. Seu ensinamento não era a repetição fria da velha doutrina. Era vibrante, com vida, poder e autoridade divinas. Suas palavras foram acompanhadas por provas de cura. Havia um homem "possesso de espírito imundo" (B8), que não tinha interesse na mensagem de Jesus. O homem gritou: "Que temos nós contigo, Jesus Nazareno? Vieste para perder-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus.” Jesus silenciou o espírito imundo com uma repreensão forte. De acordo com John Wesley "O Cristo não sofreu por aqueles espíritos malignos terem se oposto a ele, ou mesmo se falassem em seu favor. Ele não precisava do testemunho deles, nem de incentivo para que alguém deduzisse que ele agira em conjunto com eles." O homem foi curado instantaneamente. Ficou claro que Jesus estava atuando em um nível muito acima do dogma religioso da época.
Paulo considerou a reconciliação que acompanhou o evangelho como sendo uma nova criação, a mudança total do coração, da alma, da mente e do corpo, afetados pela graça de Deus. Ele apelou a todos os que acreditavam a se converterem do orgulho, da sensualidade e da desobediência à salvação da amizade e de acordo com a lei de Deus (B9).
Jesus não destruiu os pecadores; curou-os através do Amor, trazendo-os para a redenção e a salvação (CS8). Ele não estava despejando doutrina. Ele estava vivendo a missão redentora em tudo o que fazia (CS9). Quando pensamos em expiação, redenção e reconciliação, muitas vezes tendemos a pensar nisso, em termos do nosso ponto de vista, de não podermos ser privados de Deus. Mas o nosso livro-texto define a doutrina da Ciência Cristã, do ponto de vista de Deus: "O amor divino não pode ser privado de sua manifestação, ou objeto ..." (CS10). Para o meu senso, colocando tudo na base da lei de Deus, não das necessidades do homem mortal, dessa forma o senso carrega um peso de autoridade, que não pode ser negado.
Eddy diz que há dois pontos fundamentais e cruciais que armaram Jesus com Amor: "que a vida e a inteligência material são o nada, e que Deus, o bem o qual inclui tudo, é a poderosa realidade" (CS11). Quando aceitamos esses pontos, vemos o "braço do Senhor", revelando-se em nossa vida. Então, também nós, estaremos vivendo em total conformidade com a lei de Deus. É o que Jesus fez e o que nós temos de fazer (CS12).
Não temos "maus espíritos" em nós, mas nós temos de enfrentar nossa resistência interna que diz: “Deixa-nos; o que temos nós contigo?” "Nós temos de "nos livrar" desses pensamentos resistentes e "obedecer somente o Princípio divino, a Vida e o Amor "(CS13). M B Eddy diz: "Esse é o grande ponto de partida para todo o verdadeiro crescimento espiritual." É o ponto central na nossa salvação. Então, não vamos esconder nosso rosto do nosso salvador. Abandonemos tudo o que nos puxa para trás, todo o tipo de resistência que nos segura e abramos nossos corações para a boa notícia.

Seção 3: Jesus compreendia e cumpriu sua missão
Cada cultura tem um estilo particular de aprender. Por exemplo, de acordo como o website Educação Transcultural de Hunan, (http://hunancce.com/2010/differences-in-western-and-eastern-teachinglearning-styles/) há um contraste distinto entre os estilos de aprendizado no Ocidente e na China. Para os estudantes ocidentais, o professor é um facilitador; o indivíduo é o mais importante; os estudantes fazem perguntas e expressam suas próprias ideias. Já no oriente, o professor é a autoridade; o indivíduo é o menos importante; os estudantes hesitam em questionar e falam o que acham que o professor quer ouvir. Na cultura Judaica, há também uma forma de aprendizado que pode ser mal interpretada por não judeus. O rabino e doutor Rabbi David J. Zucker, explica que em uma conversa, os palestrantes tendem a interromper-se uns aos outros. Isso pode parecer rude para quem não está participando, mas nesta cultura as interrupções indicam que eles estão “engajados e estão participando ativa e respeitosamente” (http://www.davidjzucker.org/djzNEWW/neww13.htm).
Isso traz-nos alguma luz sobre quando Jesus foi questionado e discutiu sobre tantos problemas doutrinários. Zucker também fala sobre o aprendizado, em que é muito comum aos Judeus olhar ambos os lados de uma questão, apontando como um exemplo o acontecimento em que Abraão discute com Deus, sobre a destruição de Sodoma e Gomorra. Jesus não foi contra o tradicional sistema educacional Judeu, de forma que os Judeus não foram capaz de encontrar onde se originava sua forma de ensino (B10). Jesus disse que sua doutrina não se originava dos homens, dos livros ou de uma criação pessoal, mas diretamente de Deus. Não somente isso, mas também ele agia com autoridade, tal qual um pastor protegendo seu rebanho (B11). Ele declarava que Deus era o autor de tudo o que fazia. Conforme a cultura Judaica já havia observado, as pessoas continuavam a questionar Jesus, e ele indicava suas palavras como a evidência de sua união com Deus. Em seguida, ele afirmava sem rodeios: “Eu e Pai somos um”. Isso foi demais para o que eles podiam compreender, tanto que se prepararam para apedrejá-lo por atos de blasfêmia.
Jesus destruiu todas as convenções de seu tempo. Ele também deixou claro que ele não era uma vítima das circunstâncias, mas era um espontâneo seguidor dos passos que Deus lhe havia designado. Eddy destaca a profunda consciência que Jesus tinha de sua unidade com Deus, e que o movia em cada um de seus atos (CS14). A firme convicção de Jesus de que “Eu e o Pai somos um”, enfureceu a susceptibilidade rabínica. Ele trabalhava em uma perspectiva que eles não compreendiam. Deus foi sua Mente, e ele provou que a crença de que um corpo e mente mortais capazes de adoecer e morrer, não têm nenhuma ação no plano de Deus (CS15).
Jesus sabia de seu propósito e o aceitou com alegria. Eddy chamava Jesus de “o mediador entre a carne e o Espírito, entre a Verdade e o erro”. Ao invés de seguir em acordo com a teologia da época, Jesus nos ensinou sobre o que a vida verdadeiramente é. Ele nos mostrou como escapar do mal ao volver-nos completamente a Deus e demonstrou as bênçãos disso.
A teologia cristã tradicional realça a crença errônea de que Deus tornou-se homem, e cedeu em estar em uma existência mortal, permitindo a Si mesmo sofrer e ser morto, tudo em propósito da expiação dos nossos pecados. A Ciência Cristã explica que Jesus não é Deus encarnado, mas Jesus foi o exemplo vivo do homem real e sem pecado. Ele sofreu com o propósito de levar o homem a uma compreensão completa de Deus (CS17). A mentalidade do pensamento material está sempre em contradição com a verdade, e a partir da sua perspectiva limitada, ela simplesmente não compreende. O Cristo remove todos os obstáculos à nossa fé e compreensão (CS18). Nós poderíamos nos perguntar o que se pareceria o mundo, se Jesus não tivesse vindo. Mas, ele de fato veio e não há nenhuma dúvida de que ele é o nosso Salvador.

Seção 4: Devemos reconhecer e seguir o exemplo de Jesus
Os teólogos usam a história que Pedro conta da condenação injusta de Jesus, sua crucificação e sua ressurreição (B13) como uma justificativa para ensinar que Deus não só tinha conhecimento do fato, como predeterminou o sofrimento de Jesus. Ainda hoje, alguns usam isso como argumento para a predestinação. Mas, independentemente do motivo por que a citação seja usada, Pedro deixou uma coisa bem clara, temendo que a oposição ousasse reivindicar uma vitória: Jesus não foi capturado nem crucificado devido a alguma fraqueza, erro de cálculos ou incapacidade própria ou da parte de Deus para salvá-lo. Por todo seu martírio, o propósito de Deus estava sendo trabalhado de forma que Jesus pudesse provar que a morte não tinha poder em vista à Vida eterna e ao Amor. Jesus padeceu na cruz para que sua meta final de salvar até mesmo seus perseguidores (B14) e desviá-los de suas perversidades ficasse evidente. Jesus surgiu vitorioso através de sua demonstração do poder divino. Aqueles que verdadeiramente creem provam sua devoção resistindo aos desejos do mal até metaforicamente pregarem os falsos desejos na cruz, subjugando-os, assim, até que estejam finalmente destruídos (B15).
Eddy escreve: "Precisamos do 'Cristo e este crucificado'. Temos de ter provações e momentos de renúncia ao ego, como também alegrias e vitórias, até que todo o erro seja destruído" (CS19). Não podemos esperar que a agonia e o sacrifício de Jesus signifiquem que não temos nossas próprias provações. Precisamos provar nossa reverência, devoção e aceitação de seu sacrifício também fazendo alguns sacrifícios nós mesmos. Jesus provou a necessidade de superarmos o pecado e o benefício eterno de nos atermos firmemente à verdade.
Às vezes ouvimos a pergunta: Você foi salvo? Como Cientistas Cristãos, podemos dizer com confiança "Sim, fomos salvos", se tivermos de fato aceitado a reconciliação de Jesus e seriamente nos empenhado em moldar nossa vida de acordo com seu exemplo (CS20). Não evidenciamos esta devoção através de cerimônias ritualísticas, assim como o sangue de bois e cabras não têm o poder de remover o pecado. Fica evidente através de nossa devoção à cura (CS21).
A cura espiritualmente científica envolve muito sacrifício de crenças mundanas. É trabalhosa. Às vezes é até mesmo dolorosa. A palavra "angústia" significa "dor extrema ou aflição". Eddy indica que teremos "angústia[s] de arrependimento e sofrimento (CS22). Isto nos ajuda a compreender o comprometimento de Jesus com a unidade com Deus. A antiga visão teológica era de que, como Jesus sofreu por nossos pecados, sua experiência levou nossos pecados embora da mesma forma que se acreditava que o sacrifício das cabras retirava os pecados dos Israelitas Não é bem assim. Não podemos nos arrepender verdadeiramente se continuamos a pecar. Jesus não foi um substituto à nossa reconciliação. Ele foi o exemplo do que é preciso para alcançar a reconciliação com Deus.
Nosso livro-texto mostra que não podemos alcançar essa reconciliação de uma só vez. São necessárias algumas provações e sacrifícios. Um único sacrifício não basta (CS23). Na Ciência Cristã, precisamos chegar ao cerne dele, eliminando a causa do pecado, ou o que o livro-texto chama de "dureza adamantina do erro — a vontade do ego, a justificação do ego e o amor ao ego" (CS24). Esta tríade é a inimiga da reconciliação. A única maneira de se reconciliar com Deus é dispensando toda a mortalidade e o pecado (CS25). Mais uma vez, não é algo que Jesus fez por nós; é o que ele nos mostrou como fazer e o que nós devemos fazer por nós mesmos.

Seção 5: Seja um discípulo melhor
Começamos a última seção dando graças (B16). Como não poderíamos ser gratos, quando consideramos onde estaríamos sem a compreensão do Cristo? A seguir, temos algumas instruções? negar "a impiedade e as paixões mundanas" e viver "no presente século, [de forma] sensata, justa e piedosamente" (B17). Reconciliação significa que eliminamos nosso pecado e nos reconciliamos ou nos alinhamos com Deus. Para fazermos isso, precisamos negar tudo o que não é bom em nossa vida - o que inclui atitude irreligiosa que pode fazer com que posterguemos nossa salvação até um momento mais propício. Alguns podem professar religião, mas durante seu dia a dia, buscam o vazio do mundo. Não é melhor buscar as coisas de Deus? Estas buscas abençoam a nós e ao nosso próximo.
Sem a demonstração da reconciliação de Jesus, não teríamos um caminho até o sagrado. Jesus superou o pecado, a doença e a sepultura, e nós temos de ficar felizes com isso (B18).
Eddy nos anima para que, de uma maneira ou de outra, todos nós devemos "ancorar em Cristo, a verdadeira ideia de Deus" (CS26). Essa era a essência do sacrifício de Jesus. Como anteriormente mencionado, não deveríamos nos desencorajar porque não conseguimos realizar a transição total do pecado para a santidade de uma única vez. Leva tempo. Mas precisamos começar de algum ponto e cada pouquinho de bem que fazemos tem seu efeito. Ser uma pessoa melhor a cada dia é participar da reconciliação (CS27). Conseguiremos, finalmente, alcançar nossa meta e ver que somos de fato um com Deus, "inseparáveis, harmoniosos e eternos" (CS28). Então, você está salvo? A resposta é comprovada na prática da reconciliação feita individualmente..
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Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S. Glen Ellyn, Illinois (Bartlett), EUA craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB. Visite o saite www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

“Eu sou o Senhor. Dediquem-se a mim, o Deus de vocês,
e sejam completamente fieis a mim, pois eu sou santo” (Levítico 11:44, NTLH).

“Deus enviou o Seu Filho ao mundo, [...] para que o mundo fosse salvo por ele” (João 3:17).

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