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Deixe a depressão e a diversão temporária pela alegria eterna e a superabundância do existir! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O Castigo Eterno.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, April 27th, 2015

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
“Bem-vindo às Lições Bíblicas da Ciência Cristã!

Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda a Sua criação. Esse fato e nosso amor por Ele, por nosso próximo e por nós mesmos, constituem a essência das Lições bíblicas. Elas proporcionam um mergulho profundo nesse amor, e isso tem trazido cura, conforto, reforma e regeneração às pessoas há várias gerações.

Portanto, mergulhe profundamente você mesmo [no estudo] das Lições Bíblicas e no amor de Deus! À medida que o fizer e, especialmente, na proporção em que viver esse amor, dia após dia, até mesmo, momento a momento, você verá a cura e os benefícios que dela resultam, ajudando não só a você mesmo, mas a todos que cruzarem seu caminho.” (Livrete Trimestral da Ciência Cristã, p1)

O Acampamento dos Cedros preparou este Estudo Metafísico da LB para auxiliar na sua compreensão do estudo bíblico para o tema: O Castigo Eterno

Deixe a depressão e a diversão temporária pela alegria eterna e a superabundância do existir!

Este tema é estudado diariamente em 17 línguas, em todo o globo, de 27 de abril a 3 de maio de 2015.
Abreviações: Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB; Bíblias: King James – KJV;
J.F.Almeida Revista e Atual. – JFA; A Mensagem – MSG; Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;

Esta é uma das muitas lições de Eddy que lida com os conceitos em que o cristianismo se apoia com veemência e totalidade. Poderíamos garimpar uma série de documentos cuidadosamente pesquisados que explicam o porquê desta crença de que podemos ser eternamente punidos por nossos pecados, será que ela se baseia na Bíblia ou em um erro na tradução do grego (e assim por diante). Mas, daí, corremos o risco de sermos como os fariseus e os escribas que, em sua ânsia por seguir a Palavra literalmente, ficavam tão aquém de seu real significado, que acabaram tentando matar o melhor homem, Jesus, que já existiu.

O que gosto bastante nesta lição é que ela pega a premissa de que somos pecadores que precisam ser punidos e a transforma. O homem existe como o reflexo sem pecado de Deus. O fato de que parece que pecamos é apenas uma aparência e não a realidade. Isso permite que o homem supere qualquer desafio de pecado através da compreensão não de como somos horríveis, mas que somos maravilhosos – cada um de nós – como a criação de Deus. A discussão da doutrina do castigo eterno praticamente não é necessária quando reconhecemos que este ponto é o poder sanador que ele contempla. Através das ilustrações bíblicas contidas nesta lição, podemos ver o verdadeiro panorama que Jesus revelou a nós através das curas e das parábolas.
Alguns pontos que são belamente enfatizados no Texto Áureo: “Responde-me, Senhor, pois compassiva é a tua graça; volta-te para mim segundo a riqueza das tuas misericórdias” (Salmos 69:16).

Leitura alternada: Salmos 77:1, 2, 6-8, 13-15; 145:8, 9.
Estes textos são orações de um coração que está ansiando pelo senso de conforto da presença e do poder de Deus. São também afirmações de Sua misericórdia, benignidade e atenção. Adoro a imagem de "de noite indago" que representa para mim a declaração de nossa fé, amor e gratidão, até mesmo em nossos momentos mais sombrios. E a ideia de comunhão "o meu íntimo" que sincroniza com a ideia nesta lição de ser honesto conosco mesmos sobre o que precisamos melhorar para progredir. Misericórdia, benignidade, ternura – são qualidades que pertencem a um Deus perdoador e que não deseja uma punição duradoura para Sua criação.

Seção 1: O homem não peca
"[…]chamei-te pelo teu nome, tu és meu" (B3). Como já foi mencionado, "nome" na Bíblia refere-se à identidade real de alguém. Deus te chamou da maneira que Ele te conhece, você pertence a Ele. Você não pode ter uma identidade que não esteja à altura, que seja de alguma maneira detestável. Sei que há uma dicotomia aparente entre o que parecemos ser e o que somos. "O homem imortal era e é a imagem ou ideia de Deus[…]" (CS1). Não existem dois "homens", um imortal e o outro mortal, nem estão os dois misturados. É nossa tarefa jubilosa diferenciar aquilo que parece ser daquilo que realmente é. A leitura dos trechos de Ciência e Saúde desta seção revela por que o homem da criação de Deus não tem como ter pecado e é adorável. Não há nada para ser punido.

Seção 2: O valor do progresso sobre o castigo.
Seria ótimo se nós simplesmente estivéssemos dispostos a "deixar o velho pelo novo" (CS 13). Isso é natural ao homem. Mas parece como se nós, às vezes, tivéssemos que experimentar o sofrimento, ou o castigo, que o pecado traz à nossa experiência para podermos deixá-lo. Esta é a história do filho pródigo. Há muitas belas metáforas inseridas que traduzem exemplos diários atuais. O filho escolheu ir para "uma terra distante". Isso poderia representar não apenas algum lugar que seria normalmente um local de banimento, mas poderia ser visto como uma escolha que difere fortemente do que aprendeu. Poderíamos dizer que ele estava tentando "desprezar" de propósito as coisas que seu pai o ensinara e fizera acreditar. Mais tarde, ele "caiu em si". Essa é uma maneira de dizer que ele vê sua identidade pelo que ela realmente é. Se não fosse assim, ele não saberia voltar para seu pai, não é? Ele está, obviamente, cheio de remorso e humildade, mas sabia que não estava condenado para sempre a cuidar e de alimentar porcos. Este é o Pai que Jesus retratou. Um pai de amor, misericórdia, perdão, ternura. Nesse Pai não há raiva, vingança nem aplicação de castigo e sofrimento.

Seção 3: Podemos todos ter um existir superabundante!
O que o filho encontrou quando viajou para longe de casa e viveu de maneira extravagante, não foi um existir jubiloso nem superabundante, mas sim, um existir vazio e diversão temporária. Qualquer castigo que poderíamos receber pelo pecado origina-se do fato de que qualquer alegria aparente derivada de viver uma vida que não está fundamentada no Espírito, não pode durar, não tem substância. Quando acreditamos que podemos ter alegria de uma vida exclusiva na matéria, aceitamos o fato de que podemos obter a miséria através da mesma fonte. Isso acontece porque a matéria não é confiável, ela é finita e desaparece. É como uma deliciosa torta de sorvete que, gulosos, a comemos inteira, apenas para acabarmos enjoados, ou sofrendo com um desconforto mental e físico e um ganho de peso. Parece sempre haver um aspecto negativo com algo que seja unicamente matéria fundamentado nas alegrias materiais. Mas Eddy nos diz que "a superabundância do existir está do lado de Deus, o bem" (CS14). O filho conseguiu encontrar o sentido real da vida por renunciar à sua vida longe do Pai-Mãe, Deus. Um verdadeiro reflexo só fica visível se o espelho estiver limpo. Se estiver tentando esconder seus pecados você está olhando para um espelho turvo e só verá um reflexo turvo. Quando nós nos voltamos ao Pai e nos distanciamos da visão sombria do eu, redescobrimos o senso vibrante que é nosso e vem de Deus.

Seção 4: "as comparações têm odor desagradável"
E aqui temos o filho mais velho. Ele era fiel e sempre cumpria com suas obrigações com seu pai, certo? Ele não merecia uma festa, algum reconhecimento? Não importava que tivesse ganho o dobro de herança que seu irmão mais novo. Que ótimo exemplo de miséria que vem com a desobediência do Mandamento de não cobiçar. Nossa alegria e satisfação devem vir de nossa própria relação com Deus, não de uma relação que se apoia na comparação com outra pessoa. O farisaísmo do filho foi exposto quando o irmão voltou. Suas próprias deficiências e necessidades de progresso foram trazidas à tona por sua fúria com a festa dada para seu irmão caçula. É o "viver e a felicidade espirituais" que nos revelam o que realmente é viver com júbilo (CS25). Às vezes podemos nos acalmar pensando que "basta ser bom". O progresso é provavelmente a mais implacável das leis de Deus. O progresso exige um movimento para avançar constantemente que não é medido com relação a outra pessoa. Mas como todas as exigências de Deus, as bênçãos e a paz que Ele derrama sobre nós valem o desafio.

Seção 5: Sempre uma oportunidade para ver.
Devemos sempre pedir a Deus que "abra nossos olhos" para vermos mais do Seu reino ao nosso redor. Bartimeu vestia capa de mendigo. Mas quando Jesus apareceu, ele pediu a visão. E, quando Jesus chamou, ele livrou-se dessa capa – das armadilhas de um homem que estava amarrado pela matéria. Ele ergueu-se, elevou seu pensamento e aproximou-se de Jesus, o Cristo sanador. O progresso exige que abandonemos nosso senso limitado do eu, que larguemos os pecados que nos enganam e que sigamos o caminho que Jesus trilhou para nós. Isso abre perspectivas de discernimento espiritual e compreensão. É interessante observar que a mente mortal vai criar um alvoroço contra o progresso. No caso de Bartimeu, era a multidão ao redor dele pedindo que silenciasse. É de fato a mente mortal impessoal que não concorda em ser marginalizada, ignorada e, finalmente, desaparecer.

Seção 6: "Eterna consolação e boa esperança, pela graça"
Esta frase da citação B18 nos assegura o calor confortador que Deus tem por nós. Também está inclusa nesta seção a "eterna consolação" que o Amor produz e ouvimos, à medida que deixamos o pecado desaparecer de nós – conforme vamos progredindo. Há um "cântico novo" que podemos cantar. É aquilo que vem do cerne do Amor e não tem nada a ver com as teorias humanas doutrinais que veem o homem como fundamentado na matéria e separado de Deus. Podemos ver Sua salvação aqui e agora, pois Deus é “bom e amoroso [...] é grande a Tua compaixão” (Salmo 69:16, NTLH).
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Este estudo metafísico foi preparado por Kerry Jenkins, CS, House Springs, MO (314) 406-0041 kerry.helen.jenkins@gmail.com
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB.
Visite o saite www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB.
O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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