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Despir-se do mortal e vestir-se dos valores espirituais é o passo para o SUCESSO. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Os mortais e os imortais.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, May 11th, 2015

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
“Bem-vindo às Lições Bíblicas da Ciência Cristã!
Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda a sua criação. Esse fato e nosso amor por Ele, por nosso próximo e por nós mesmos, constituem a essência das Lições bíblicas. Elas proporcionam um mergulho profundo nesse amor, e isso tem trazido cura, conforto, reforma e regeneração às pessoas há várias gerações.
Portanto, mergulhe profundamente você mesmo [no estudo] das Lições Bíblicas e no amor de Deus! À medida que o fizer e, especialmente, na proporção em que viver esse amor, dia após dia, até mesmo, momento a momento, você verá a cura e os benefícios que dela resultam, ajudando não só a você mesmo, mas a todos que cruzarem seu caminho.” (Livrete Trimestral da Ciência Cristã, p1)
O Acampamento dos Cedros preparou este Estudo Metafísico da LB para auxiliar na sua compreensão do estudo bíblico para o tema: Os mortais e os imortais
Despir-se do mortal e vestir-se dos valores espirituais é o passo para o SUCESSO.
Este tema é estudado diariamente em 17 línguas, em todo o globo, de 11 a 17 de maio de 2015.
Abreviações: Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB; Bíblias: King James – KJV;
J.F.Almeida Revista e Atual. – JFA; A Mensagem – MSG; Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;

Como você se veste? O que usamos pode indicar algo sobre nossa atitude, nosso trabalho ou status. Dizem-nos que devemos nos vestir de acordo com o trabalho que desejamos obter. Com isso mostramos nosso desejo de progredir em nosso campo de ação. Às vezes, a aparência pode ser decepcionante, mas qualquer que seja o motivo, ela sempre causa impressão nas outras pessoas. À parte da indumentária, também podemos pensar “usar” em termos do que externamos, ou como nos sentimos ou no que estamos “usando” em termos de pontos de vista. Independente de nossa aparência exterior, o que estamos realmente usando é o que acalentamos no pensamento. Escritos cristãos dos primórdios muitas vezes empregam o imaginário da vestimenta como símbolo para virtudes e traços de caráter. O apóstolo Paulo fala de sermos “revestidos” de imortalidade (B1, 2 Coríntios 5:4).
Texto Áureo Jó 29:14 - Eu me cobria de justiça, e esta me servia de veste. Ou ainda:
A minha justiça e a minha honestidade faziam parte de mim; eram como a roupa que eu uso todos os dias (NTLH).

Leitura Alternada 2 Timóteo 1:1-5, 7-10
Paulo escreve uma carta de encorajamento a Timóteo. Chama sua atenção que a fé de Timóteo é algo real; relembra a fé demonstrada pela família dele. Podemos concluir que Timóteo “vestia” sua fé. Paulo lembra que ele pode usar sua fé com orgulho e não vergonha. Podemos dizer que a qualidade de nosso pensamento determina as qualidades que nos envolvem. Deus não nos veste com medo, cobiça e inveja, mas com força, amor e mente sã. Nosso trabalho sagrado não é algo que nós preparamos sozinhos. Deus nos chama para este trabalho para levar adiante Seu propósito. Cristo Jesus é o mais puro exemplo do que significa usar nossa fé. Por sua demonstração sem igual, ele aboliu a morte e revelou a vida imortal. Paulo insiste com Timóteo e todos os crentes para que usem sua fé com dignidade e confiança. Quando usamos/vestimos nosso caráter genuinamente
cristão, podemos confiar em que Deus nos ordenou e ungiu com a autoridade para desenvolver nossa missão com êxito e provar, dessa maneira, nossa imortalidade.

Seção 1: Uma reforma no guarda-roupa mental
O apóstolo Paulo começa lamentando o fardo da carga da carne. Os teólogos cristãos tradicionais geralmente aceitam o ponto de vista de que habitamos no corpo e, como este é mortal, aquilo que chamam de “alma”, ou “espírito”, de um homem será libertada após a morte para se tornar imortal. A Ciência Cristã não lê as palavras de Paulo da mesma maneira. A Ciência toma as palavras de Paulo ao pé da letra e corrobora com o fato de que já somos imortais e que o que se chama “corpo” não é uma habitação temporária para uma alma aprisionada, mas é a mente mortal pretendendo ser o homem criado por Deus.
Aqueles que estão “neste tabernáculo” (B1, 2 Cor. 5:4) são os que acreditam viver na carne. Paulo diz que os cristãos estão cansados da existência mortal e não esperam ser “despidos” – serem almas que deixam seu corpo para trás –, mas “revestidos” e adotando uma ideia espiritual de corpo verdadeiro e vida imortal. Ele sustenta que isso não é morrer, mas revestir-se com a imortalidade por meio da compreensão da Vida. Paulo diz algo parecido na primeira epístola aos Coríntios (15:51-53, B2): “nem todos dormiremos (morreremos) mas transformados seremos todos (despertaremos para existência espiritual)”. Isto se parece mais com ascender do que morrer. A chave para esse despertar é “revestir-se” de imortalidade. Paulo escreve: “Portanto, abandonem a velha natureza de vocês, que fazia com que vocês vivessem uma vida de pecados e que estava sendo destruída pelos seus desejos enganosos. Vistam-se com a nova natureza, criada por Deus, que é parecida com sua própria natureza e que se mostra na vida verdadeira, a qual é correta e dedicada a ele” (Efésios 4:22,24-NTLH). A metáfora de vestimenta é empregada em várias cartas de Paulo com a conotação de que devemos usar ou vestir o pensamento espiritual. Metaforicamente, o que pensamos é o que usamos. “Porque o pendor da carne dá para a morte, mas o [pendor] do Espírito, para a vida e paz” (B4, Rom. 8:6).
Mary Baker Eddy fazia uma clara distinção entre o que é chamado mortal e o imortal. Para ela, a imortalidade não tinha nada a ver com a mortalidade, nem poderia Deus participar na criação de um homem mortal. “O imortal nunca produz o mortal. [...] Deus é o bem e é o Espírito, o bem e a espiritualidade têm de ser imortais” (CS1, 277:6). A crença na mortalidade é um mal e é irreal, e “não pode ser a manifestação de um Deus infinito, o bem” (277:11-12). Na Ciência Cristã o homem não é um imortal residente temporariamente no corpo mortal. O único homem real é imortal, e esse é o único homem que é ou será para sempre. Aquele que acredita ser mortal só precisa “unir seus pensamentos […] com o espiritual”. Então a luz da verdade brilhará, e toda tendência a continuar pensando como mortal cairá. Assim como Paulo insistiu com os cristãos para deixarem do velho homem, deixarem de ser mortais, a descobridora da CC ensina: “Para sermos imortais, temos de abandonar o senso mortal das coisas, volver-nos da mentira da crença errônea para a Verdade, e colher da Mente divina os fatos sobre o existir” (CS 3, 370:2-5).
Eddy aceita plenamente o ponto de vista de Paulo de que quando soar a “última trombeta” o despertar para a imortalidade se dará num instante. Mas ela lembra que antes disso acontecer precisamos começar a despir os pensamentos e hábitos errôneos, e vestir o manto de um verdadeiro “caráter cristão” (CS5, p.291). Ela afirma categoricamente que “Os mortais não são como os imortais” (CS6, 295:10). Os imortais são criados à imagem de Deus e nunca deixam esse estado do existir imortal. A mortalidade é apenas uma crença que desaparece quando o homem compreende seu verdadeiro existir. Eis aqui um ponto-chave: os mortais não se transformam em imortais. E os imortais não são misticamente libertados dos grilhões da matéria. Desde o começo, os mortais são irreais. Os imortais são os únicos filhos verdadeiros de Deus.

Seção 2: Você não pode se esconder de Deus
Jonas tinha um trabalho a fazer, mas recusou-se a fazê-lo (B5). Deveríamos dizer que ele falhou em vestir o manto de responsabilidade e dever que lhe fora dado para vestir. Ele era o filho de Amittai, que significa “verdade”. Como filho da “verdade”, ele sabia o que deveria fazer, mas ao invés de ir para Nínive, foi na direção oposta. Há diversas teorias para explicar o porquê dele ter desobedecido a vontade de Deus. De acordo com o teólogo John Gill (1697-1771), alguns pensam que Jonas estava mais preocupado com a glória de Israel do que com a de Deus e que não gostava da ideia de apresentar a Palavra de Deus aos gentios. Ele pode ter ficado preocupado com o fato de que, se os ímpios de Nínive se arrependessem, isso poderia fazer com que os Filhos de Israel não arrependidos parecessem maus. Independentemente de qualquer razão, a desobediência de Jonas não foi aceitável, nem ele poderia ter sucesso ao tentar escapar da ordem de Deus.
Você já deixou de fazer algo que sabia que deveria fazer?, Não podemos desobedecer a Deus e continuar sem uma reprimenda. No caso de Jonas, uma grande tempestade açoitou o navio em que ele tentava fugir do cumprimento a ordem divina. Marinheiros supersticiosos frequentemente atribuem tempestades e perigos a poderes sobrenaturais, e, neste caso, todos à bordo rezavam para o deus que cada um adorava. Eles também realizavam ações humanas para aliviar o navio, a fim de mantê-lo flutuando. Mas todos os esforços humanos falham. Jonas, entretanto, estava dormindo. Sua capacidade de dormir em meio à turbulência indica que ele está em um estado de torpor induzido por um estado intencional de negar-se a cumprir a ordem divina. O responsável pelo navio encontra Jonas e o questiona como ele é capaz de dormir quando eles estão prestes a afundar. Por que ele não está rezando como os outros? Aqui encontramos um profeta que deveria estar entregando uma mensagem para uma das mais importantes e poderosas cidades do mundo daquela época, sendo repreendido pelo responsável pelo navio! Algumas vezes nosso chamado para despertar se origina de uma fonte inesperada.
Ainda assim, Jonas está relutante em assumir sua desobediência a Deus, e a tripulação tira a sorte, numa última tentativa, para descobrir quem é o culpado pela perigosa condição. A sorte caiu sobre Jonas, que admitiu sua negligência, acrescentando que se eles o lançarem ao mar a tormenta diminuirá. A tripulação, espantada ficou com medo de jogar ao mar o desobediente Jonas. Mas acabaram por lançá-lo ao mar e a tormenta parou. Mas Jonas ainda precisava se arrepender de seu ato antes de poder estar absolvido. Um “grande peixe” engole-o e por três dias e três noites ele fica na barriga deste peixe. A história de Jonas caracteriza o comportamento mortal. Muitas pessoas conhecem a diferença entre certo e errado, mas ainda assim, com frequência elas fazem a coisa errada. Pensam que podem fugir do comando de Deus, até mesmo esconder-se em algum lugar distante onde a lei de Deus não os vá encontrar. Mas esse comportamento não é natural para um homem de Deus, um profeta. Assim, como foi mencionado anteriormente, a teologia tradicional ensina que o homem é uma entidade mantida em uma forma material, cuja única forma de alcançar a liberdade é escapar do corpo. Mas este não é o homem real. “O homem reflete a infinidade, e esse reflexo é a verdadeira ideia de Deus” (CS7).
Independente da posição social ou status – se integrante de uma sociedade pecadora ou um profeta desobediente – o mal será revelado e derrotado (CS8). O conflito entre o bem e o mal, o real e o irreal, o imortal e o mortal segue individual e coletivo. “O erro mortal se dissipará numa quimicalização moral” (CS9). Eddy usa o termo “quimicalização” para descrever a “efervescência que se produz quando a Verdade imortal está destruindo a crença mortal errônea” (CS10). Eddy compara a quimicalização moral com o ato de misturar um ácido com uma base alcalina (CS, 401:7-11). Há poucos anos, vi a analogia em ação quando estava neutralizando um pote de ácido de bateria e misturei nele bicarbonato de sódio. A reação foi quase impossível de conter dentro do pote. Introduzir as verdades da Ciência Cristã em vidas humanas pode produzir uma reação ou quimicalização. O resultado final é a cura, regeneração, fortalecimento espiritual e purificação (CS11). A mortalidade e a imortalidade são incomparáveis e cada erro mortal “têm de desaparecer para dar lugar às realidades que dizem respeito ao homem imortal” (CS12).

Seção 3: Experiência aguda compele à obediência
O salmista está ciente de que o homem nunca pode estar em um lugar fora do cuidado de Deus (B6). Não é porque Deus nos segue através de uma existência mortal; mas sim porque nós realmente vivemos em Deus, o homem é imortal e deixaria de existir se estivéssemos separados de Deus.
Alguns entendem que os três dias de Jonas no ventre do peixe (B7) prefiguram os três dias de Jesus no túmulo. Para os efeitos desta lição, isso tem alguma relevância, pois Jonas é jogado ao mar revestido de pensamentos mortais e surge depois de três dias com uma visão muito mais elevada. Contudo, ao olhar para ele, os três dias representam o tempo necessário em um lugar muito escuro para realizar a transformação necessária. Jonas diz: “Quando, dentro de mim, desfalecia a minha alma, eu me lembrei do Senhor, e subiu a ti a minha oração" (B6). Das profundezas, Jonas ora, reconhecendo sua necessidade de mudar e se arrepende mentalmente, e seu pedido é atendido. A oração de Jonas é um símbolo da profunda oração de arrependimento que se eleva do coração de todo aquele que já percebeu o seu erro e anseia reconciliar-se com Deus. Essa experiência não o deixa onde o encontrou, no meio de um mar revolto, mas o traz com segurança de volta para o rumo que Deus planejou para ele desde o início.
Aqueles que voluntariamente se desviam da direção de Deus e enxergam sua necessidade de arrependimento podem identificar-se plenamente com a oração de Jonas. Ciência e Saúde esclarece: “As duras experiências provenientes da crença na suposta vida na matéria, bem como nossos desenganos e sofrimentos incessantes, levam-nos como crianças cansadas, aos braços do Amor divino. Então começamos a compreender a vida na Ciência divina” (CS13, p 332:27). Ela diz que essas experiências nos ajudam a abandonar o pecado. Eddy também aponta que é relativamente mais fácil "desejar a Verdade do que nos livrar do erro”. Não há atalhos para entender e praticar a Ciência Cristã. As duras experiências nos preparam para nos cobrir com justiça abandonando todo o pecado. Temos que "gravitar para Deus [...]para que o pecado e a mortalidade possam ser descartados” (CS14). Isto pode parecer difícil, mas é o único caminho para a imortalidade.
Alguns podem hesitar porque estão preocupados que abrir mão de crenças mortais irá privá-los de sua individualidade. Isso porque pensam que a sua personalidade humana é o que eles realmente são. Mas a chamada personalidade humana nada mais é que a falsa e material maneira de pensar – inteiramente mortal. Nós só podemos encontrar quem realmente somos "abandonando a matéria pelo o Espírito" e portanto, chegaremos a níveis de pensamento e ação muito além de qualquer esperança material. Não temos que fazer tudo isso em um salto. Mesmo Eddy disse aos alunos que às vezes é melhor dar dois passos para chegar a um lugar do que tentar dar um passo enorme e arriscar se desequilibrar e cair. Ela nos diz "Emerge suavemente da matéria para o Espírito" (CS15). Isso significa que precisamos efetivamente mudar nosso pensamento e demonstrar mais espiritualidade "por meio de melhor saúde e melhor moral", provando assim a nossa imortalidade. Jonas pensou que poderia acabar com tudo para evitar a responsabilidade, mas isso simplesmente não funciona. O único caminho para a paz e a imortalidade é através da compreensão e demonstração da Vida.

Secção 4: O vestuário do Arrependimento
A missão de Jonas era convencer o povo de Nínive de se arrepender. Tendo admitido sua própria necessidade de arrependimento, estava pronto para realizar plenamente a sua tarefa. Jonas corajosamente exorta os ninivitas a mudar suas maneiras de viver ou enfrentariam a destruição certa de sua cidade em 40 dias (B8). Os moradores aceitaram imediatamente a correção e começaram a se arrepender. Não só todos na cidade, mas até mesmo o rei e sua corte tiram suas vestes reais decadentes e cobrem-se de saco e cinzas! Roupas de saco eram geralmente feitas de pelo grosseiro de cabra e davam a sensação de estar vestindo saco de juta. Era um símbolo de arrependimento que os lembrava do efeito abrasivo do pecado com cada movimento que eles faziam. É evidente que estas pessoas estavam trocando, figurativa e literalmente, as peças de vestuário de pensamentos de luxo para o tecido áspero, desconfortável do arrependimento. Eles jejuaram de muitas outras coisas além de alimentos.
Não permita que a boca sozinha jejue; mas também os olhos, os ouvidos, os pés, as mãos, e todos os órgãos do corpo. Deixe as mãos jejuarem livres da rapina e da avareza! Permita que os pés jejuem sem irem aos pontos de atração da sensualidade e outros ilegais! Desvie o olhar de enredar-se por objetos bonitos, nem olhe com curiosidade possessiva sobre a beleza dos outros, ou para o carro ou os bens de consumo que o olho está vendo. Entenda que o ouvido não é para ouvir calúnias, impropérios e fofocas. Vigie para não saírem de sua boca palavrões, críticas e censuras. Este é apenas o começo do que significa verdadeiramente jejuar.
Os ninivitas inequivocamente, consertaram imediatamente seus pensamentos e seus caminhos e sua cidade foi poupada. O perdão de Deus tem lugar logo que o pecado é abandonado. Ciência e Saúde nos diz que a resposta dos ninivitas à pregação de Jonas é como todas as pessoas reagiriam se conhecessem sua verdadeira origem espiritual (CS16). A oposição à espiritualidade depende de quão profundamente estamos submersos em pensamento errôneos. Mas a boa notícia é que a resistência irá diminuir à medida que crescermos espiritualmente. “Para nos certificarmos de nosso progresso, precisamos saber onde estão nossos afetos e a quem reconhecemos e obedecemos como Deus. Se o Amor divino está se tornando mais próximo, mais querido e mais real para nós, então a matéria está se submetendo ao Espírito” (CS17). Servimos o que nós amamos e se amamos a Deus mais do que ao erro, isso se refletirá em nossos afetos e ações, e conduzirá ao sucesso.
Eddy sabia que o processo de abandonar o velho não é fácil. Ela incentiva exercitar paciência, mas quanto mais cedo começarmos, melhor será (CS18). A parte importante é começar a trabalhar, não importa onde estamos. É útil lembrar-nos de que não importa se a existência material parece ser real, nós não somos mortais e nunca fomos. "O homem real é espiritual e imortal" (CS19). Quando entendemos o fato científico de que somos imortais, as crenças de mortalidade perderão seu poder (CS20). Uma esperança fraca para alcançarmos a vitória sobre a mortalidade não é suficiente. Devemos tomar uma posição ousada, e colocar sobre nós a roupa da espiritualidade com confiança que traz consigo a autoridade espiritual que nos leva ao bom êxito, ao sucesso.

Seção 5: A veste da cura
Cristo Jesus sempre usou a "veste da cura". Ele era motivado pela compaixão e trouxe o poder de seu pensamento santo a toda circunstância. As multidões se concentravam em torno dele buscando a cura. Do Evangelho de Mateus: “Então muitas pessoas levaram doentes a ele, pedindo que deixasse que os doentes pelo menos tocassem na barra da sua roupa. E todos os que tocavam nela ficavam curados” (14:35,36 - NTLH). A barra não era exatamente uma bainha, como dá a impressão. [Na Israel antiga, os homens vestiam túnicas com quatro pontas e com franjas. Esta veste acabou dando origem ao manto de orações, o talit. As franjas serviam para lembrar cada judeu de sua responsabilidade de cumprir com os mandamentos de Deus. As franjas eram amarradas em um determinado número de nós que representavam as leis de Moisés e eram uma lembrança constante para que andassem sempre na lei de Deus.] Embora Jesus sempre estivesse revestido “do manto da cura”, ele ensina que não podemos sobrepor a nova veste da imortalidade sobre os farrapos mortais (B10). As duas parábolas sobre a nova roupa e dos “odres de vinho” mostram que não podemos pegar nossa nova maneira de viver e tentar remendá-la sobre os hábitos antigos, nem tentar inserir as ideias imortais nos antigos modos mortais da vida. “Quem está unido com Cristo é uma nova pessoa; acabou-se o que era velho, e já chegou o que é novo” (2 Coríntios 5:17-NTLH).
Ciência e Saúde também usa a metáfora da roupa. A tradição diz que Jesus usava um manto da mais alta qualidade – era tecido sem costuras. É claro que isso também simboliza sua qualidade de pensamento. Devemos ter a mesma consistência como objetivo para a nossa vida, da mesma forma que vestimos nossas vestes cristãs. Nosso livro texto também é claro a respeito de não podermos caminhar em duas direções diferentes ao mesmo tempo. Precisamos esvaziar nossos pensamentos do mal "tiremos as roupas do erro"(CS22). Não queremos nos agarrar à mortalidade se esperamos ser bem sucedidos em vestir o manto da imortalidade. Temos de nos revestir de nossa natureza espiritual e provar nosso progresso na vida prática com sucesso.
Contaram-me, certa vez, que havia uma praticista que estava fazendo um trabalho de cura fantástico e que representantes dA Igreja Mãe foram visitá-la para saber qual o seu segredo para que tivesse tanto sucesso. Ela respondeu dizendo: Eu uso "O Tratamento pelo Cristo": “Jesus nunca perguntava se a doença era aguda ou crônica e nunca recomendava obediência às leis de saúde, nunca dava drogas, nunca orava para saber se era da vontade de Deus que um homem [mulher ou criança] vivesse. Ele compreendia que [a pessoa] cuja vida é Deus, é imortal, e sabia que [a pessoa] não tem duas vidas, uma para ser destruída e a outra para se tornar indestrutível” (CS, 369;17-23).
Essa praticista sabia que não havia duas vidas – uma mortal e uma imortal – mas somente uma, a imortal. Ela não só usava a veste de cura, mas via que os outros também já estavam revestidos desta veste. Na Ciência Cristã, é impossível que a matéria esteja entrelaçada com a mente, resultando em um mortal. O único homem genuíno é imortal e é "indestrutível e eterno." (CS25).

Seção 6: Vestido por Deus
Como já dissemos, podemos falar muito sobre o que uma pessoa está vestindo. Geralmente as pessoas querem que seu vestuário signifique seu status, atitude, posição e intenção. Porém, as aparências externas podem ser enganadoras. Verdadeiro ou falso, independente do que o outro vê, ela ativa uma resposta de algum tipo e inicia uma opinião imediata correta ou incorreta. Consideramos os conceitos de que os pensamentos e qualidades que entretemos sobre nós mesmos são como uma veste que todos podem perceber. Quando descrevemos as qualidades de Deus, que os olhos não conseguem ver, o salmista também usa o vestuário como uma forma de ilustrar a supremacia e o poder de Deus (B12). O profeta Isaías amplia essa linha de raciocínio para descrever as qualidades espirituais que Deus transmite à pessoa como vestimenta (B13). Deus veste o homem dos pés à cabeça com suas melhores vestes de salvação, justiça e estatura sacerdotal para as ocasiões mais elevadas. Apocalipse louva a Deus, enumerando sete qualidades que deveríamos vestir: louvor, glória, sabedoria, ações de graça, honra, poder e força. Ao reconhecê-las como divinas, adotamos o poder que nos leva a discernir o dom supremo da vida eterna (B15).
Embora a teologia tradicional comece com a premissa do homem como mortal pecador, a Ciência Cristã começa com a premissa de que o homem "é, não que será, perfeito e imortal". Entretanto, isso só se evidenciará quando abandonarmos o pensamento material e admitirmos "fatos imortais quanto ao existir" (CS26). Os "homens e mulheres imortais" da criação de Deus são "modelos do senso espiritual" (CS27). Estão sempre vestindo as vestes da justiça e os mantos de cura que transcendem a aparência externa. Queremos nos revestir de pensamentos sagrados, espiritualmente evoluídos, que irradiam a glória da Alma. A luz da Ciência divina penetra sob a superfície das vestimentas materiais sob as quais está a verdadeira ideia de Deus (CS28). Quando cedermos a este senso verdadeiro de nós mesmos, permitiremos que nossas vestes cristãs nos cubram em todos os momentos. Pensamos neste processo de despir o velho e vestir o novo como um desafio. Eddy ensina que não podemos deixar de ser imortais. A Ciência Cristã explica o porquê e nosso papel é conscientemente abandonar o velho homem que declara ser nós e nos vestirmos para o sucesso, deixando que Deus nos revista de justiça e imortalidade.
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Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S. Glen Ellyn, Illinois, EUA,
craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB.
Visite o saite www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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