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Reconheça a Deus como o poder Único! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: É o universo, que inclui o homem, evoluído pela força atômica?

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, June 15th, 2015

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
“Bem-vindo às Lições Bíblicas da Ciência Cristã!
Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda a Sua criação. Esse fato e nosso amor por Ele, por nosso próximo e por nós mesmos, constituem a essência das Lições Bíblicas. Elas proporcionam um mergulho profundo nesse amor, e isso têm trazido cura, conforto, reforma e regeneração às pessoas, há várias gerações.
Portanto, mergulhe profundamente você mesmo [no estudo] das Lições Bíblicas e no amor de Deus! À medida que o fizer e, especialmente, na proporção em que viver esse amor, dia após dia, até mesmo, momento a momento, você verá a cura e os benefícios que dela resultam, ajudando não só a você mesmo, mas a todos que cruzarem o seu caminho.” (Livrete Trimestral da Ciência Cristã, p1)
O Acampamento dos Cedros preparou este Estudo Metafísico da LB para auxiliar na sua compreensão do estudo bíblico para o tema:
É o universo que inclui o homem, evoluído pela força atômica?
Reconheça a Deus como o poder Único!
Este tema é estudado diariamente em 17 línguas, em todo o globo, de 15 a 21 de junho de 2015.
Abreviações: Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB; Bíblias: King James – KJV;
J.F.Almeida Revista e Atual. – JFA; A Mensagem – MSG; Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
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O que teria trazido o universo à existência? Foi algum acontecimento espontâneo, tipo um big-bang? O que o mantém em movimento? Será que um dia voltará ao seu estado original? Estas questões continuam a motivar tanto a física como as religiões. Os humanos têm um anseio irresistível de saber como as coisas funcionam, e então esforçar-se ao máximo para usar esse conhecimento para dominar a coisa e obter resultados favoráveis. Não é de admirar que há pouco mais de um século, a mais notável pensadora espiritual desde o tempo de Jesus Cristo colocasse a questão da força atômica como um tópico de Lição Sermão a ser examinado por sua igreja e pelos pensadores, duas vezes ao ano, ad infinitum.
Confesso que sei muito pouco sobre física, mas pelo que entendo, força é uma influência exercida por um objeto ou corpo sobre outro. Exemplos comuns de força são a gravidade, o atrito e o magnetismo. De cara, a questão de força implica uma dualidade—uma coisa agindo sobre outra. No Antigo Testamento da Bíblia há uma variedade de palavras hebraicas traduzidas como força, e a maioria das aplicações da palavra força têm conotações que implicam conflito, resistência e violência. Muitas vezes uma opção para a palavra traduzida como força é poder. Mas poder tem um sentido diferente. Ambas as palavras força e poder são empregadas nas definições respectivas, mas poder num ponto-de-vista da física é a taxa de trabalho realizado. Na Bíblia, poder é a habilidade de realizações. Além do mais, não há dois poderes, mas só um—que é Deus.

Texto Áureo: [...] Graças te damos, Senhor Deus, Todo-Poderoso, que és e que eras, porque assumiste o teu grande poder e passaste a reinar (Apocalipse 11: 17).
Neste texto está estabelecido que Deus é o Todopoderoso e único poder para todo o sempre e eternamente, “que és e que eras”.
Com as descobertas da física alguns tentam relegar o poder de Deus ao passado, ou até ao reino da fantasia. O autor do Apocalipse viu o poder de Deus transcendendo tempo e espaço. Os que têm consciência de Deus agora, têm plena fé que Ele sempre existiu e sempre existirá. O teólogo Albert Barnes (1798-1870) escreveu: “O fato de que Deus permanece sempre imutavelmente o mesmo, é a única razão pela qual Sua igreja está a salvo, ou porque todo membro individualmente é mantido e salvo.”

Leitura Alternada: Jeremias 10:10,12,13; Salmos 89:5,6,11,13,15
A seleção de versículos começa com uma clara afirmação da existência de Deus e de Sua onipotência: “[...] o Senhor é verdadeiramente Deus; ele é o Deus vivo e o Rei eterno.” Deus não tem começo nem fim, por isso, Ele é autoexistente—não derivado de ninguém—e é a fonte/origem de tudo o que foi criado. Esses versículos de Jeremias visavam refutar as crenças pagãs e superstições religiosas daqueles dias. Aquelas antigas crenças eram tão reais aos pagãos como são as modernas teorias sobre a criação do universo físico aos físicos atômicos.
Ao explicar os versículos de Jeremias, João Calvin (1509-1564) demora-se em argumentar a favor de Jeremias, desmantelando sistematicamente a ciência e a filosofia de sua época. O raciocínio dele estava baseado na certeza de que Deus é o único poder causador no universo. Diz ele que até um cego é capaz de encontrar a saída de uma sala pelo tato, e assim os físicos teóricos, cegos para existência de Deus, precisam reconhecer Sua supremacia e existência, pois como o profeta declarou: Deus é a verdade e a vida. Calvin conclui seu argumento: “sem dúvida há vida em nós e, como há vida, há evidência da divindade; ou quem seria tão insensato de afirmar que vive por si mesmo?” Talvez Calvin estivesse refutando os antigos ateus. Segundo o recente Dicionário Webster o termo “ateísmo” foi cunhado em 1546. Pontos-de-vista ateus ainda estão girando em torno da crença de que o “big-bang” não precisou de uma causa anterior, sendo Deus, por isso, desnecessário e irrelevante. Convém apontar aqui que a CC ensina que Deus não é a causa da matéria e, de fato, nada tem a ver com ela. A matéria é um produto da crença mortal não de Deus. A criação de Deus é espiritual.
Os versículos dos Salmos são paralelos a Jeremias, mas indicam a continuidade da criação. A criação, por sua própria existência, nos orienta para o louvor ao Criador, e nos assegura que tudo é evoluído e mantido continuamente por esse mesmo poder. É novamente Calvin que argumenta: “Seria absurdo supor que os céus tendo sido criados por Deus, devam agora evoluir erraticamente (por acaso) e que tudo venha a ser lançado na confusão sobre a terra por vontade humana ou por acaso, quando se considera que é da alçada de Deus manter e governar o que Ele criou...”

Seção 1: Todo o poder pertence a Deus
Começamos a primeira seção com a confirmação do poder supremo de Deus (B1). É conveniente que nós reconheçamos esse poder e O louvemos por Sua onipotência. Nós não devemos manter esse reconhecimento para nós mesmos, mas declará-lo corajosamente à toda a humanidade. O Deus de Israel não é visto como sendo exclusivo de uma localidade ou de um grupo de pessoas. Ele fez e governa tudo, e anula qualquer poder imaginário que as pessoas possam inventar. A Bíblia nos diz "todos os deuses dos povos são ídolos" (B2). A palavra "ídolos" significa "bom para nada”. Isaías representa a Deus como pronto, capaz e disposto a atender a todas as necessidades. Há um debate sobre se a frase: "Quereis, acaso, saber as coisas futuras? Quereis dar ordens acerca de meus filhos e acerca das obras das minhas mãos?” deve ser uma pergunta ou uma declaração.
Alguns colocam como Deus perguntando ao povo: "Vocês tem a coragem de me perguntar o que eu estou fazendo e dar-me ordens?" Enquanto outros, como na versão King James, tornam essa pergunta em uma declaração de Deus mostrando Sua onipotência, e convidando as pessoas a utilizarem Seu poder. Isaías continua com outra afirmação de que Deus é a única autoridade e é o único responsável por tudo o que acontece em Seu universo.
Em relação à citação B4, Joseph Benson (1749-1821) assinala que a palavra "mente" não está na versão hebraica de Jó. Benson explica que os versos significam: "Ele está em todos, ou seja, nas formas, nos propósitos, nas intenções." Nada influencia Deus de forma alguma. Tudo o que é feito é assim porque Deus comanda.
Como que para responder à questão colocada no tema da lição, o nosso livro texto diz claramente: "Deus cria e governa o universo, que inclui o homem" (CS1). Em completo acordo com as Escrituras, Eddy proclama a completude e singularidade de Deus. Conhecer a Deus como "Tudo-em-tudo" é o "ponto de partida da Ciência divina" (CS2). "Tudo-em-tudo" não significa que Deus está "em" tudo. "Tudo-em-tudo" quer dizer que “Ele significa tudo para uma pessoa, ou tudo o que ela possa desejar" (Student’s Reference Dictionary).
Teorias científicas modernas geralmente deixam Deus fora das discussões, ou se eles aceitam a Deus plenamente, eles dizem que Deus fez as leis da física que governam a evolução da criação. Na Ciência Cristã a matéria e as leis materiais estão fora de cogitação. A criação de Deus não começa com um big bang e a combinação de elementos. A criação de Deus é o desdobramento de ideias no pensamento (CS3).
Como os ídolos dos povos são "bons para nada", assim as teorias materiais são inadequadas para explicar a verdade da criação e são, de fato, prejudiciais para a compreensão do universo criado por Deus (CS4, CS5). Eddy afirma que essas teorias não têm legitimidade na presença da lei espiritual e são consumidas por ela. Ela evita completamente qualquer noção de evolução material, e apresenta a criação como um "emanar da Mente divina ao homem e ao universo" (CS6).

Secção 2: Uma família unificada
As pessoas que têm uma relação com Deus têm a tendência a pensar que seu grupo ou nação em particular é especial, ou escolhido. Tradicionalmente estes versos de Isaías (B5, B6) são pensados ​​como que destacando os Filhos de Israel que foram dispersos na terra. Alguns sentem que isso significa todos os crentes, e outros pensam que significa aqueles que são pré-ordenados para serem salvos. No contexto desta Lição, o profeta está se dirigindo a toda a criação.
Humanamente, grande ênfase é colocada na ascendência, linhagem e genética. Será que Deus tem favoritos? Não se Deus é universal. Há muitos pontos problemáticos no mundo de hoje e parece que certos grupos são uma ameaça para os outros. Será que Deus salva um grupo de outro? Como seremos resgatados? E do que precisamos ser resgatados?
Não precisamos todos nós sermos resgatados da crença do nacionalismo, da hereditariedade, do extremismo, e linhagens sanguíneas? O medo é a causa de muitos conflitos. Mesmo aqueles que desejam impor o seu modo de vida e religião aos outros estão com medo, em algum grau, de que seu modo de fazer as coisas está sob ataque. Então, eles se lançam em um ataque de limpeza étnica. Isaías exorta a todos nós para não temer. Cada um de nós é honorável e precioso na visão de Deus .
Deus convida cada homem e mulher em cada nação para se unirem em Seu louvor. Todos nós somos chamados pelo Seu nome, e as formas e métodos dos homens perecem na presença do Amor divino. O paradigma humano está em desordem, de cabeça para baixo. A verdade divina é que Deus fez o homem, e nos fez espirituais.
Para levar isso um passo adiante, além de resgate de crenças de nacionalismo e linhagens, há a necessidade para toda a humanidade de se libertar da crença de que o homem é o produto de milhões de anos de evolução. Precisamos ver que toda a imagem humana é uma teoria errônea baseada na crença de matéria inteligente. Faríamos bem em nos alinhar com a declaração de Eliú: "O espírito de Deus me fez; e o sopro do Todo-Poderoso me dá vida" (B7).
Nosso livro-texto indica a direção correta. “O universo do Espírito está povoado de seres espirituais, e seu governo é a Ciência divina” (CS7). Nós não somos um bando de guerreiros, servindo a clãs, ou indivíduos que lutam pela sobrevivência do mais apto. Somos inteligentes e saudáveis, cooperativos, pacíficos descendentes da Mente infinita. Ninguém é excluído da família de Deus. Cada indivíduo deve agir apenas de acordo com a direção de Deus (CS8).
Idéias inteligentes, vívidas, verdadeiras, e amáveis vindas da única e verdadeira Fonte espiritual. O mal, a doença, o ódio, e as noções de pecado, não têm nenhuma fonte, e não podem interferir com o homem real. É impossível que o homem possa se originar de dois poderes e premissas opostas (CS9). Como Eddy escreve, afirmações contrárias não podem ser verdadeiras. "Se uma é real, a outra deve ser irreal" (CS10). Temos de perceber que há apenas um poder trabalhando ou em ação.
Não era pouca coisa para Mary Baker Eddy enfrentar o Darwinismo. Era a teoria de vanguarda de sua época. Ele balançou o Cristianismo tradicional no seu âmago e começou um debate que ainda continua. Mas Eddy de forma imparcial explica que a teoria de Darwin e da Ciência Cristã trabalham a partir de dois pontos de vista completamente opostos. A Ciência Cristã explica que a Mente, Deus, nunca produz a matéria nem entra nela (CS11). A teoria da evolução não afeta o desenvolvimento do homem, porque o homem nunca nasceu na matéria. A única "verdadeira teoria sobre o universo, que inclui o homem, não está na história material, mas no desdobramento espiritual" (CS12). A explicação espiritual e imortal sobre o homem elimina todas as teorias de origens e linhagens humanas, incluindo a genética e a evolução.

Seção 3: Todas as coisas são possíveis a Deus
Não há nada excluído da lei de Deus. Não importa quão arraigadas possam estar as assim chamadas leis da matéria, a lei de Deus triunfa sobre todas elas (B8). Talvez Ezequias recebeu a notícia de sua morte eminente da mesma forma como seria se um reconhecido médico tivesse dito a um paciente que ele teria apenas algumas semanas de vida. Isso teria parecido como um decreto de uma lei imutável. Mas é Deus quem fez as leis para os homens, o único legislador. A lei de Deus é 100% duradoura: “Ele é grande em justiça”. (B9).

Após ouvir as palavras de advertência do profeta, Ezequias volta-se a Deus e entrega seu coração (B10). Ele teve uma clara iluminação de alguma forma, já que o profeta retorna e lhe diz que suas orações foram efetivas e que ele seria curado. Foi difícil a Ezequias crer nisso, tal que ele pediu um sinal. Quando lhe foi dada a opção para escolher, ele escolheu algo que parecia impossível de ser realizado – que a sombra do relógio solar retrocedesse dez graus. O ponto importante a a considerar aqui, é que Deus governa todas as coisas, e tudo é possível a Deus.

Mesmo que algo pareça humana ou fisicamente impossível, isso é possível a Deus, porque a realidade de Sua lei anula o quadro material. Se deixarmos as evidências materiais ditarem a habilidade de Deus para curar, poderíamos pensar que Deus possa ser subordinado completamente as leis da física e da saúde. Mas a Ciência Cristã se interessa apenas pelo governo infalível de Deus (CS13). Até mesmo os “sóis e os planetas” estão sujeitos ao Princípio divino (CS14). Além disso, acho interessante Eddy usar o termo “sóis”. Ela estava à frente de seu tempo em todos os sentidos. A história de Ezequias é uma das diversas histórias bíblicas que incluem espetaculares eventos inexplicáveis pelas convenções humanas. Eddy descobriu que tais eventos não eram contrários, mas estavam de acordo com a harmoniosa ordem da lei de Deus (CS15).

Assim como a posição dos planetas não têm poder sobre o homem (CS16), da mesma forma também a doença não é uma inteligência humana capaz de criar leis errôneas para a humanidade (CS17). Algumas vezes falamos da doença como se ela fosse uma inteligência em si mesma, que está sobre nós, ou um castigo pessoal contra nós. Mas, a doença não é inteligente. Ela não é uma entidade, uma coisa, ou uma idéia. Ela é apenas um nome criado para caracterizar uma observação material. É o resultado de uma mentira. Deus nunca deu-lhe poder e não estamos sujeitos à obrigação de acreditar ou aceitá-la. Deus e o homem são inseparáveis e têm uma relação indestrutível (CS18). O homem nunca deixa a harmonia ou retorna a ela. Ele é mantido para sempre em perfeita harmonia e saúde, de acordo com a lei invariável de Deus. Isso é tudo o que sempre existiu e que sempre será real, verdadeiro e comprovável por ser o fato divino.

Seção 4: Poder moral
Comentaristas bíblicos chamam a atenção para o fato de que Jesus começou seu ministério após o retorno vitorioso de sua luta – as três tentações -- no deserto. Sua experiência fortaleceu-o em determinação e provou sua autoridade espiritual. Assim, Jesus estava cheio do poder do Espírito e pronto para sua missão (B11).

Na cura do paralítico (B12), Jesus estava pronto para provar o domínio tanto sobre a doença quanto sobre o pecado, dirigindo-se às necessidades físicas e morais do homem. Adam Clarke (1760-1832) escreve sobre esta cura: “Os males morais têm sido a causa de todos os flagelos do mundo. Cristo vai até a origem da doença, a qual é o pecado…” Clark também destaca que “Era uma máxima entre os judeus que nenhuma pessoa doente poderia ser curada enquanto todos os seus pecados não fossem destruídos.” Tal forma de pensar poderia ter o efeito, não intencional, de nos fazer crer que sempre que estamos doentes, estamos sendo punidos por algo. Mas isso não é necessariamente verdade. A doença frequentemente nada mais é do que um ataque flagrante ao governo de Deus. Clarke, entretanto, tem uma opinião legítima quando escreve: “Deve ser observado também que a maioria das pessoas está mais próxima de seus valores quando doente do que quando está saudável, logo, estão mais receptivas à oração que cura.” Nesse caso particular do paralítico, a maioria dos comentaristas sente que, não obstante a crença dos judeus de que o pecado e a doença estavam sempre interligados, o homem precisava ter necessitado de alguma regeneração moral ou Jesus não teria começado abordando sobre os seus pecados. Livremo-nos disso, pois nem o pecado e nem a doença têm qualquer lugar no universo de Deus. Novamente citando Clarke: “… pois Deus examina e reprova tudo o que não se origina dEle, e que não leva a Ele mesmo”.

Jesus questionou se era mais fácil dizer: “Seus pecados estão perdoados” ou “Levanta-te e anda”. As duas opções eram igualmente possíveis a Jesus, pois ele sabia que o homem de Deus não era nem enfermo e nem pecador (CS19, CS20). A ação do Princípio divino dissipa tanto o pecado quanto a doença, tão certo como a luz elimina a escuridão, porque a doença e o pecado não são uma presença, mas uma suposta ausência de saúde ou retidão, exatamente como a escuridão não é mais do que a ausência de luz (CS21).

Na Ciência Cristã reconhecemos o domínio sobre o pecado e a doença assim como fez Jesus. Sabemos que a chamada enfermidade nunca é física – ela é sempre uma sugestão mental. Quando oramos, estamos nos apoiando na perfeição do homem de Deus e quando percebemos que não há legitimidade nos males físicos, reconhecemos também que o homem é inocente, puro e reto. Isso beneficia o paciente em todos os sentidos (CS22). Compreender a verdadeira ideia do homem e que ele é governado apenas pelo Princípio divino destrói qualquer indício de pecado ou doença (CS23).

Seção 5: Nada está além do controle de Deus.
O poder da oração – de ver as coisas como Deus as vê – quando aplicado à doença ou ao pecado é algo plausível para a maioria de nós porque concordamos que temos um determinado controle sobre nosso próprio pensamento; mas, e quanto aos desafios que parecem estar além do nosso controle? E quanto aos desafios ambientais, geológicos ou meteorológicos? Precisamos nos lembrar de que não é nosso controle que faz a diferença, mas o reconhecimento do controle de Deus. Deus, como o Criador de toda a realidade nunca renuncia à Sua própria ideia. Consequentemente, não há nada além da ideia da lei imutável de Deus (B13, B14). Os israelitas vivenciaram muitas vezes este governo divino, inclusive a separação do Mar Vermelho e o comando dos elementos durante o confronto de Elias com Ahab e Jezebél, quando fogo desceu do céu.
Jesus estava absolutamente certo do poder supremo de Deus. De acordo com os comentaristas bíblicos, o temporal que se formou quando Jesus e seus discípulos estavam no mar foi uma tempestade repentina com ventos fortes (B16). Os discípulos estavam compreensivelmente preocupados e temerosos pela vida deles: Jesus, entretanto, não estava nem um pouco preocupado. Pois, as tempestades não fazem parte do plano de Deus. É por isso que Jesus a reprimiu. Jesus sabia que Deus governa tudo sozinho, incluindo as condições atmosféricas. Há várias histórias de Mary Baker Eddy também dissipando tempestades através da compreensão da totalidade de Deus.
Como afirma nosso livro-texto: "Na Ciência divina, as supostas leis da matéria cedem à lei da Mente" (CS24). Recentemente percebi que Eddy iguala a "mente mortal" com tudo o que se opõe a Deus. Nesta LB, ela escreve: "A força física e a mente mortal são uma e a mesma coisa." Em outra LB recente, ela equipara o magnetismo animal com o "termo específico para o erro, ou seja, a mente mortal" (CeS 103:18-19); e escreve mais adiante: "O corpo material, a que chamas eu, é mente mortal […]" (CeS 416:16). Em todos os seus escritos, o erro básico é a mente mortal. Essa mente acredita que a matéria criou e governa a si mesma, ou que Deus criou a matéria – essas duas afirmações são falsas porque a matéria nunca foi criada.
Jesus foi despertado meio ao que parecia ser uma situação perigosa e caótica, mas ele não deixou que a agitação do vento e o medo ao seu redor o envolvessem. Ele permaneceu em perfeita paz e com uma palavra, acalmou o mar e o vento. Esta palavra era verdadeiramente o Logos ou a Palavra de Deus que trouxe todas as coisas à vida. Logos é o pensamento e a expressão do pensamento. A Palavra de Deus é Sua lei e tem supremacia absoluta. A Ciência Cristã declara esta mesma lei (CS25). É a mesma lei que Jesus aplicou a toda condição desagradável que ele enfrentou. As leis da física não governam a terra e o universo. Toda a assim chamada lei deve ceder à lei de Deus. A Ciência Cristã é a prática dessa lei (CS 26, CS 27). Da mesma forma que Jesus ficou imperturbável com o tumulto ao seu redor, a Ciência Cristã permanece sem se impressionar pelas imagens materiais e continua a manter o governo de Deus (CS28).

Seção 6: Deus reina supremo em Seu reino.
O Texto Áureo começa com um reconhecimento do grande poder de Deus. Terminamos com três expressões de louvor de diferentes períodos da história. Elas têm em comum a magnificência inigualável de Deus e sua supremacia absoluta sobre tudo o que Ele criou. O salmista salienta que a obra de Deus não é simplista, mas maravilhosa (B17); o Cronista proclama que Ele é grandioso, poderoso, glorioso, vitorioso e majestoso (B18); e Paulo louva Sua natureza eterna, imortal, invisível e exalta Sua sabedoria. Deus é o regedor incontestável de Sua criação.
O reino deste Regedor Supremo é o Reino dos Céus (CS29). Nesse reino divino, não há nada que se oponha ou contradiga a lei divina. Ela é totalmente unilateral. Eddy defendia com firmeza que o reino dos céus é tudo o que realmente há. O Espírito e seu oposto, a matéria, não podem coexistir, mesmo que temporariamente. Toda teoria que tentar unir esses opostos é mitológica (CS30). Quando compreendemos que Deus é a única Mente e controla tudo completamente, todas as crenças materiais se desvanecerão. Ciência e Saúde declara: "A Mente perfeita e infinita, entronizada, é o céu" (CS31). A força atômica não tem nada a ver com a criação de Deus. "Evoluir" significa "desdobrar-se, abrir-se ou expandir". Não existem forças opostas no reino do céu para atrasar, contradizer ou reverter o desdobramento eterno da criação espiritual de Deus. A relação do homem com Deus está estabelecida porque o poder de Deus existe hoje, sempre existiu e sempre existirá.
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Este estudo metafísico foi preparado por by Craig L. Ghislin, C.S. Glen Ellyn, Illinois (Bartlett), EUA. craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB.
Visite o saite www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.


“Ó Senhor, Deus Todo-Poderoso, não há ninguém que tenha tanto poder como Tu! Em todas as coisas Tu és fiel, ó Senhor! O céu é Teu, e a terra é Tua; Tu criaste o mundo e tudo o que nele existe. Feliz o povo que te adora com canções e que vive na luz da Tua presença.” Salmo 89

“Ó Senhor, meu Deus, eu gritei pedindo ajuda, e tu me curaste. […] Eu estava entre aqueles que iam para o mundo dos mortos, mas tu me fizeste viver novamente. Cantem louvor a Deus, o Senhor, vocês, o seu povo fiel! Lembrem do que o Santo Deus e lhe deem graças.” Salmo 30

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