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Beba das águas da Vida! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Vida.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, July 13th, 2015

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
“Bem-vindo às Lições Bíblicas da Ciência Cristã!
Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda a Sua criação. Esse fato e nosso amor por Ele, por nosso próximo e por nós mesmos, constituem a essência das Lições Bíblicas. Elas proporcionam um mergulho profundo nesse amor, e isso tem trazido cura, conforto, reforma e regeneração às pessoas há várias gerações.
Portanto, mergulhe profundamente você mesmo [no estudo] das Lições Bíblicas e no amor de Deus! À medida que o fizer e, especialmente, na proporção em que viver esse amor, dia após dia, até mesmo, momento a momento, você verá a cura e os benefícios que dela resultam, ajudando não só a você mesmo, mas a todos que cruzarem seu caminho.” (Livrete Trimestral da Ciência Cristã, p1)
O Acampamento dos Cedros preparou este Estudo Metafísico da LB para auxiliar na sua compreensão do estudo bíblico para o tema: Vida
Beba das águas da Vida!
Este tema é estudado diariamente em 17 línguas, em todo o globo, de 13 a 19 de julho de 2015.
Abreviações: Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB; Bíblias: King James – KJV;
J.F.Almeida Revista e Atual. – JFA; A Mensagem – MSG; Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;

Com que frequência você pensa em água? Quando a tem em abundância, provavelmente quase nunca. Mas quando está escassa, provavelmente bastante. A água é um recurso importante. Tudo o que é vivo precisa de água. Ela nutre, refresca e limpa. É claro que a qualidade da água também é um fator importante para sua utilização. Para ser potável, ela deve ser livre de agentes contaminantes. Mas, pode a água em si ser ou estar contaminada?
Eu tinha um amigo que foi curado do vício de drogas quando percebeu, enquanto olhava para um córrego lamacento, que, embora a água parecesse suja, toda molécula de água continuava pura. A lama parecia estar misturada com a água, mas as moléculas de água nunca deixaram de ser água pura. Ele considerou que embora pudesse parecer que estivesse maculado pelo uso de drogas, ele também era, num nível básico, um filho puro de Deus. Ele disse que seu desejo por drogas terminou com aquela percepção.
Por todas as Escrituras, a água simboliza inúmeros conceitos. A água pode simbolizar a vida, a purificação, a limpeza, a cura, a bênção, a santificação, o batismo, a iluminação, a regeneração, o renascimento, a redenção ou a salvação.

Texto Áureo – Apocalipse 22:17 – “Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” É um convite a qualquer um que desejar tomar parte completa e livremente das águas da Vida. Disponível em abundância para todos, não há restrição quanto a quem pode beber ou à quantidade que podem usufruir. A água da Vida está sempre ao alcance de todos nós.
Na Leitura Alternada, Êxodo 15:22–25, 27; Salmos 36:7–9, - os filhos de Israel tiveram alguns desafios no aprendizado desta lição. Eles foram salvos do cativeiro no egíto, embora ainda não tivessem aprendido a confiar totalmente em Deus. Terem ficado três dias sem água deixou-os decepcionados. Eles encontraram água em Mara, mas não se podia beber. Em vez de se volverem a Deus, eles se revoltaram contra Moisés. E Moisés, por sua vez, volveu-se diretamente a Deus e as águas ficaram doces e limpas. Talvez as águas amargas refletissem a atitude amarga dos filhos de Israel. De acordo com Êxodo 15:26, que não está na Lição, depois de adoçar as águas, o Senhor estabeleceu um estatuto exigindo que os filhos de Israel ouvissem a Deus e fossem obedientes à Sua Lei, para evitar as doenças que caíam sobre os egípcios por sua desobediência. Provavelmente, suas atitudes hostis suavizaram um pouco, pois na parada seguinte eles encontraram doze poços de água potável, representando as doze tribos de Israel, juntamente com um bônus de palmeiras proporcionando muita sombra.
A qualidade da nossa percepção é um fator importante. Se ficarmos reclamando e choramingando de nossas condições, não reconhecendo as bênçãos que recebemos, estaremos menos receptivos às àguas correntes da Vida. O salmista tem a ideia correta, reconhecendo totalmente o amor e a compaixão de Deus e confiando nEle para toda e qualquer necessidade. Essa percepção nos dá um pronto acesso às "torrentes das tuas [dEle] delícias" e ao "manancial da vida".

Seção 1: Reconhecer Deus como a verdadeira fonte e a única Vida
Embora os filhos de Israel já tivessem um histórico de serem cuidados por Deus, eles duvidavam com frequência de Seu cuidado e orientação. Da mesma forma, nós, hoje, nos sentimos vulneráveis e temerosos com frequência. Se acharmos que estamos sozinhos aqui na terra, separados de Deus, criados pela matéria, não será à toa que nos sentiremos intimidados pelas condições da experiência humana. A saúde do meio-ambiente parece estar sob constante ameaça; a estabilidade política e econômica parece oscilar, como estando à beira de um colapso; e todos os dias parecem ter notícias de ataques cataclísmicos em potencial, de asteroides errantes enormes a vírus microscópicos causadores de pandemias. Mas pense em como seria diferente se você soubesse que Deus é realmente a fonte de seu ser e que Deus é, de fato, sua vida. Isso não mudaria sua percepção?
No nosso contexto, a declaração de Eliú a Jó (B1) foi feita para provar que Eliú era digno de fazer parte da conversa de Jó com seus amigos. Ele estava reconhecendo que tanto ele quanto Jó foram criados por Deus e que o que ele tinha a dizer não era resultado do conhecimento humano, mas sim uma inspiração dada por Deus. A abertura da LB com estas palavras estabelece que, como Cientistas Cristãos, nós também estamos falando a partir do ponto de vista da autoridade espiritual. Podemos abordar de forma inteligente o conceito de Deus como Vida, porque o Espírito de Deus nos criou e Seu fôlego nos deu a vida. O profeta Isaías também expressa a totalidade e a amplitude do poder de Deus de prover a vida. Essas concessões não vêm como escassas gotas. Elas são abundantes e uma torrente de bênçãos nos nutre, assim como a chuva renova a grama (B2).
Essas fortes declarações nos colocam em uma base firme. Quando nos atemos a esses fatos espirituais, ficamos prontos para enfrentar o que cruzar o nosso caminho. Em vez de sermos pegos de surpresa, sempre reagindo aos desafios inesperados, ficamos atentos e alertas, seguindo em frente de forma proativa, prontos e dispostos a provar nossa unidade com Deus. Dizemos com o salmista "O Senhor é a fortaleza da minha vida" (B3).
Nosso livro-texto usa a mesma forte posição que o salmista e declara categoricamente: "A vida e o existir são de Deus" (CS1). Pense que a nossa vida não se origina simplesmente de Deus. Deus é, na verdade a única Vida, a nossa vida, a sua e a minha. O livro-texto segue declarando que Deus é a "única inteligência do universo" (CS2). Para alguns, isso poderia inferir que Deus está ciente de tudo o que acontece no universo material, tanto das coisas boas quanto das ruins. Mas na Ciência Cristã, isso significa que nada acontece que seja ou esteja separado de Deus. Ele é o bem onipotente e, portanto, as únicas coisas que acontecem são boas e procedem dEle.
Assim, não precisamos pedir (e nem é possível fazer isso) a Deus que faça algo, porque Ele já está fazendo tudo, e mais um pouco, do que poderíamos imaginar. Como as torrentes de água a que Isaías se refere, Deus está constantemente nos banhando com bênçãos infinitas (CS3). Valorizar esse cuidado ilimitado nos leva a um estado de receptividade e expectativa. Quanto mais compreendemos que Deus é Vida, mais rapidamente compreenderemos que a Vida é imortal (CS4). Quando aprendemos que estamos sujeitos apenas ao poder de Deus, percebemos que não temos nada a temer. Todo o testemunho da evidência do sentido material; todas as supostamente intermináveis ameaças são delusões (CS5). Esse é um motivo para regozijo.

Seção 2: Imerso em Segurança
Qual é a condição mais segura que se possa imaginar? O salmista compara seu anseio pela presença de Deus a um cervo ofegante em busca de ribeiros de água (B4). Inicialmente, esse evoca imagens de uma corça sedenta correndo em direção ao ribeiro. O Teólogo metodista Adam Clarke (c. 1760-1832) amplia essa imagem citando, do século XVIII, o naturalista Tuberville que relata que quando um cervo está sendo perseguido e está quase completamente esgotado, ele fervorosamente procura um rio ou riacho. Seu último refúgio é a água, e nada até o centro do córrego tomando cuidado para não deixar qualquer vestígio de cheiro. Ele pode permanecer quase completamente submerso como um último recurso. Assim, o salmista está dizendo que quando ele está na extrema necessidade, ele busca a segurança de Deus. As passagens de Isaías também falam dos cuidados abundantes de Deus para os mais necessitados de Seu rebanho (B5). Eles são recolhidos e levados com segurança ao seu destino. Não importa quão extremas sejam as circunstâncias Deus é capaz de reverter a situação. O caminho da segurança de Deus não está escondido ou é difícil de encontrar. É como uma autoestrada, em linha reta, clara e aberta para todos seguirem (B6). Em Atos, Paulo deixa claro que não podemos deixar o reino da segurança e apoio porque nós vivemos, nos movemos e temos o nosso ser em Deus (B7). Essa ideia tem implicações imensas. Deus não se limita a vir até nós quando precisamos Dele. Estamos sempre nEle. Nós não poderíamos ficar longe de Deus, mesmo se tentássemos.
Ciência e Saúde nos lembra que somos a própria geração de Deus (CS6). Nós somos um com Deus assim como uma gota de água é uma com o oceano (CS7). Novamente, vivemos, nos movemos, e existimos n´Ele. Nada pode estar mais perto do que isso.
Assim como o pastor cuida incansavelmente e infalivelmente do rebanho, Deus sustenta o homem sem medida (CS8). Como poderíamos querer mais alguma coisa? Basta tomar algum tempo para contemplar o quão maravilhoso é isso tudo. Estamos sempre protegidos, sempre nutridos, sempre guiados por Deus. As reivindicações materiais de carência, solidão, perigo, doença, pecado e assim por diante, são obsoletos quando percebemos que estamos envoltos na "Vida Divina" (CS9). Ao invés de sermos náufragos assustados em um mundo desolado, vemos que temos domínio sobre todas as condições. Não nos pode faltar nada, porque temos tudo o que Deus dá. O cervo busca intuitivamente a segurança do rio. Não buscamos o apoio da "sustentação infinita" com um desejo fervoroso? Se o fizermos, o nosso livro-texto promete uma recompensa "repleta de bênçãos" (CS10).

Seção 3: Lave-se e fique limpo
A história de Naamã (B8) é muito familiar para a maioria de nós. É evidente que este grande homem de guerra, precisava aprender a ser humilde. Enquanto você pensa sobre essa história, pondere e considere as ações dos personagens periféricos. A pequena criada deve ter sido muito forte em sua fé, e pura de coração para sugerir que seu apreensor poderia ser curado. Ela poderia ter pensado: "Esse cara merece tudo o que recebe. Como ele ousa me escravizar!
Mas a pureza de seu pensamento encontrou um lugar de graça e perdão que abriu o caminho para a cura. A esposa de Naamã também deve ter tido alguma medida de humildade, pois até mesmo ouviu a sugestão de uma escrava. O servo de Eliseu tinha que ter alguma medida de confiança nas instruções de seu mestre, pois não seria fora do comum para um guerreiro como Naamã abater um mensageiro se ele não gostasse do que estava sendo dito.
Eliseu também deve ter sido guiado unicamente por Deus, a fim de saber exatamente o que era necessário para efetuar a cura. Os oficiais de Naamã devem ter amado muito seu comandante para encorajá-lo a seguir a orientação de Eliseu, e o fato de que ele atendeu à sugestão significava que ele tinha um bom relacionamento com eles. Naamã certamente precisava mudar o seu curso.
Ele precisava ser purificado, e o fato de que deveria mergulhar sete vezes simbolizava que ele precisava de uma transformação completa. Cada um desses personagens tinha uma pureza de pensamento que lhes permitiu transmitir a cura, e Naamã encontrou a humildade sendo obediente. Verdadeiramente, os puros de coração verão a Deus (B9).
Obviamente, não foi a água do rio Jordão que curou Naamã. Foi a influência purificadora da Verdade, a Vida e o Amor que o transformou (CS11). Todos os envolvidos nesta história foram obedientes à direção de Deus. Cada um deles, de alguma maneira, se arriscou ao fazê-lo.
Mesmo Naamã arriscou parecer tolo ou fraco por sua obediência. Como poderia ele ter certeza de que as instruções de Eliseu seriam bem sucedidas? A obediência a Deus sempre nos abençoa (CS12). Muitas curas foram realizadas através do efeito purificador do batismo espiritual. Não só nossos corpos, mas também nossos pensamentos necessitam de purificação (CS13, 14).
Naamã relutou um pouco, mas cedeu rapidamente. Estamos dispostos a nos desfazer de falsos traços de caráter? Podemos ter a tendência a nos apegarmos a eles porque pensamos que eles nos definem. Mas quanto mais rápido desistirmos dos erros, mais cedo veremos o progresso espiritual (CS15).
Não deveria ser difícil desistir de falsas crenças. É preciso coragem e humildade, mas é uma coisa natural a ser feita. Eddy nos diz que "quando subordinamos o falso testemunho dos sentidos corpóreos aos fatos da Ciência, vemos essa verdadeira semelhança e reflexo em toda parte" (CS16). Fazer isso leva a muitas bênçãos, e encontraremos uma liberdade que não pode ser alcançada de nenhuma outra maneira.

Seção 4: Um encontro inesperado
Nesta seção, encontramos outra história muito familiar: a história de Jesus no poço de Jacó (B11). Sedento e cansado da longa caminhada, Jesus se aproxima do poço e logo surge uma mulher Samaritana. Curiosamente, a localização do poço, e a mulher que Jesus encontra lá, têm atraído muito interesse dos comentaristas.
Eles investem muito tempo discutindo se a mulher era ou não uma prostituta, e por que Jesus iria escolher despender seu tempo revelando-se a ela quando ele desviou de outros que pareciam mais merecedores. O fato de ela ser uma Samaritana atrai atenção especial. Adam Clarke caracteriza a relação entre os Samaritanos e os Judeus como um "ódio mortal ... conhecido de todos."
O que podemos aprender com essa troca? A mulher estava indo para o poço como parte de sua rotina diária. Aparentemente, ela discerniu a nacionalidade de Jesus e provavelmente não esperava que ele falasse com ela. Ele a pegou desprevenida quebrando uma regra social e no início, a mulher pensou que sabia o que estava se passando.
Logo, ela descobriu que havia algo mais sobre esse desconhecido do que a princípio aparecia. Ele virou o jogo e ofereceu-lhe refrigério muito além do que somente a água.
Sobre essa água viva Clarke também escreve: "Como a água sacia a sede, refresca e revigora o corpo, purifica as coisas impuras, e torna fecunda a terra, por isso é um ato simbólico do dom do Espírito Santo que satisfaz as almas que o recebem para que não mais sintam sede de bens terrenais..." Essa água da vida fluía de uma fonte inesgotável e tinha poder de sustentação.
A conversa também revelou alguns aspectos de sua vida que precisavam de cura. Ao invés de contestar ao ser exposta, ela reconheceu a importância da oportunidade de estar falando com Jesus, e abraçou-a. Ela deixou seus afazeres mundanos para trás e procurou partilhar com outros sobre sua experiência.
Isso indica que mesmo que estejamos lidando com nossas atividades diárias e mesmo que não estejamos procurando por uma mudança total, o Cristo pode sempre nos encontrar e fornecer as ideias vivificantes que são exatamente aquilo de que precisamos. Será que estamos tão dispostos como a mulher samaritana a aceitar uma mudança completa de rumo para o nosso dia? Estaríamos dispostos a largar tudo o que estávamos fazendo para seguir a ideia Cristo – de admitir quais partes de nossa vida que precisam de mudança?
Nosso livro-texto mantém a porta aberta para todos os tipos e formas em que as águas vivas do Cristo possam fluir em nossas vidas (CS18). Como alguns comentaristas têm dito sobre a mulher junto ao poço de Jacó, aparentemente ela parecia uma fraca candidata para um encontro com o Cristo.
Será que alguma vez sentimos que o Amor nos considerou como um candidato indigno? Nossa Líder lembra-nos de que o Amor é "imparcial e universal na sua adaptação e nas suas dádivas" (CS19). Como observado acima, a mulher poderia ter continuado seu dia conforme planejado, mas ela pôs de lado seus planos para ir atrás de uma oportunidade mais gratificante.
Estamos tentados a sentir que são poucos e distantes entre si os que estão interessados ​​em tomar um tempo de suas vidas ocupadas para aprender sobre as águas vivificantes do Cristo? Aqui, novamente, Ciência e Saúde nos assegura que há milhões que "aguardam, atentos, o repouso e o refrigério" (CS20).
Seja qual for o obstáculo – pode ser um sentimento de nossa própria indignidade, ou um preconceito que poucos estão interessados ​​em investir tempo para aprender sobre a Ciência Cristã, as águas curativas da vida ​​estão sempre fluindo e podem chegar a todos. Essas águas rejuvenescedoras revelam a nós o que realmente somos. Falam de nossa verdadeira natureza, semelhante à natureza de Cristo.
Muitas pessoas dizem coisas como "a música é minha vida" ou "meus filhos são minha vida." O cristão reconhece que Cristo é sua vida. Esta vida indestrutível (CS21) é encontrada apenas quando deixamos nossos objetivos materiais de lado e permitimos que o Cristo seja manifestado em nossa vida.

Seção 5: Águas Vivas
Originalmente, a expressão "águas vivas" refere-se às águas que se moviam, ou que vieram de uma fonte ativa em oposição a uma poça de água estagnada. Tais águas fluem continuamente e não secam. Essas águas vivas representam a vida em Deus, que nunca termina, nem não pode jamais ser interrompida.
Nesta seção, Jesus encontra um homem cuja única filha está à beira da morte (B13). Pode-se facilmente imaginar a profundidade da preocupação que este homem tinha para com sua filha. Quando a notícia de sua morte chega até ele, parece que tudo está perdido, mas Jesus garante que ele não precisa ter medo, somente acreditar. Quando eles chegam à casa, curiosos e carpideiras zombam do pronunciamento aparentemente ingênuo e absurdo de Jesus, de que ela só está dormindo.
É muito claro que Jesus não estava sugerindo que eles tinham erroneamente pensado que ela havia morrido, mas em vez disso, que mesmo que se para o senso humano ela tivesse morrido, Jesus sabia que uma vez que Deus é Vida, a morte estava fora de questão. Como Tiago diz, "Acaso pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso?" (B14).
O mundo geralmente aceita e espera que a morte seja inevitável. Jesus enfrentou a crença de morte com autoridade e “expulsou todos", sabendo que Deus nunca deseja ou permite a morte (B15). João nos diz que Deus enviou seu filho para vencer a morte e para nos mostrar o caminho para a vida eterna (B16).
Mary Baker Eddy assumiu as palavras de Jesus. Se Deus é Vida, é impossível conceber que a vida poderia ser embotada/manchada pela doença, pecado ou morte (CS22). Esta lógica decorre da premissa de que Deus é a fonte de todo o bem e portanto não pode criar, tolerar ou permitir que qualquer coisa contrária a Ele exista. Qualquer evidência em contrário é ilusão. Eddy escreve que o entendimento de que Deus é a única Vida permitiu-lhe curar doenças consideradas incuráveis e "levantar moribundos para a vida" (CS23). Ela expande sua ideia a ponto de chamar de pecado a crença de que alguma coisa possa subjugar a vida eterna.
O pensamento popular aceita a inevitabilidade da morte e a teologia afirma que a morte leva a uma vida após a morte. Aqui, a Ciência Cristã mantém sua premissa original de que Deus é Vida e a morte não pode desempenhar nenhum papel para ajudar-nos a compreender a Vida (CS24). Mary Baker Eddy nos instrui a manter a ideia espiritual do homem em primeiro lugar em nossos pensamentos, nunca admitindo a morte. Fazendo assim, encheremos nossa consciência com a realidade da Vida (CS25).
A crença da morte é um inimigo e deve ser combatido constantemente. Nunca consinta essa crença. Rejeite a crença de que a vida é finita, e a substitua pela a certeza de que a Vida é Deus, para sempre ativa e eternamente em desdobramento. Feche a porta ao medo e à dúvida, “sustente tua compreensão do existir, e essa compreensão suplantará o erro pela Verdade, substituirá a mortalidade pela imortalidade e imporá silêncio à desarmonia mediante a harmonia.” (CS26).

Seção 6: Nascer de novo
É claro que não podemos encontrar o verdadeiro senso da Vida através de uma crença na morte. Então, como podemos encontrá-lo? Jesus disse a Nicodemos que devemos nascer de novo – nascer da água e do Espírito (B17). Isso é razoavelmente autoexplicativo. Não podemos continuar em nossa antiga forma de pensar. Temos de ver as coisas de forma diferente. Nascer da água simboliza uma limpeza de pensamentos mundanos – uma lavagem de todas as impurezas da carne. Livre das falsas conclusões de pensamentos baseados na mortalidade, abrimos a porta à compreensão espiritual. Uma forma completamente nova de pensar revela a abundância infinita da Vida em Deus (B18). Jeremias compara esse novo entendimento com uma árvore plantada junto a um ribeiro (B19), cujas raízes estão sempre a uma profundidade abaixo da superfície, extraindo de uma contínua fonte de suprimento, independente das condições acima do solo.
Nascer novamente – mudar nosso ponto de vista “de uma base material para uma base espiritual”- permite-nos ver a Vida como ela é em realidade. Isso não acontece por si só. Assim como a mulher que deixou seu pote de água no poço, também nós precisamos nos livrar de todos os nossos medos e superstições terrenas. Nossa Líder diz que esse é um passo necessário se esperamos obter uma compreensão completa da Ciência (CS27). Podemos pensar que largar tudo seria uma coisa difícil de fazer. E seria mesmo se não tivéssemos nada com que substituir. Mas, aqui é onde o poder purificador da água vem a nós. O livro-texto diz que a maneira de livrar-se do erro “consiste em inundá-la com a verdade mediante torrentes de Amor” (CS28). Uma vez que a ideia espiritual da Vida começa a despertar no pensamento, nada pode impedi-la. Assim como é impossível impedir o sol de nascer. Gradativamente, cada um de nós reconhecerá o verdadeiro senso da Vida e o erro será expulso, assim como as trevas dão lugar à luz (CS29).
Como medimos nosso progresso? Ciência e Saúde nos anima examinar nossa vida, e nos avaliarmos por meio de nossa proximidade a Deus e, quanto do poder de cura estamos demonstrando (CS30). A prova do que sabemos está em nossa demonstração. Deixemos de lado todo o pensamento material e busquemos as águas vivas. Deixem que elas nos lavem, nos limpem e nos preencham com tudo que é saudável e santo. Então, vamos colocar nossa teoria em prática e mostrar ao mundo o poder curativo de saber que Deus é nossa Vida.
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Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn, Illinois (Bartlett) craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB.
Visite o saite www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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