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Como vencer as mentiras de que o homem seja vulnerável aos engodos da personalidade, aos males da genética e à casualidade de acidentes! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O Homem.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, August 31st, 2015

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

“Bem-vindo às Lições Bíblicas da Ciência Cristã!

Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda a Sua criação. Esse fato e nosso amor por Ele, por nosso próximo e por nós mesmos, constituem a essência das Lições bíblicas. Elas proporcionam um mergulho profundo nesse amor, e isso tem trazido cura, conforto, reforma e regeneração às pessoas há várias gerações.
Portanto, mergulhe profundamente você mesmo [no estudo] das Lições Bíblicas e no amor de Deus! À medida que o fizer e, especialmente, na proporção em que viver esse amor, dia após dia, até mesmo, momento a momento, você verá a cura e os benefícios que dela resultam, ajudando não só a você mesmo, mas a todos que cruzarem seu caminho.” (Livrete Trimestral da Ciência Cristã, p1).
O Acampamento dos Cedros preparou este Estudo Metafísico da LB para auxiliar na sua compreensão do estudo bíblico para o tema: O Homem

Como vencer as mentiras de que o homem seja vulnerável aos engodos da personalidade, aos males da genética e à casualidade de acidentes!

Este tema é estudado diariamente em 17 línguas, em todo o globo,
de 31 de agosto a 6 de setembro de 2015.
Abreviações: Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB; Bíblias: King James – KJV; J.F.Almeida Revista e Atual – JFA; A Mensagem – MSG; Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
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A Bíblia abre com a história da criação, incluindo o homem. É uma história de uma criação espiritual, pois eis que há luz que apareceu antes da fonte material, plantas e animais são criados sem semente ou predecessor, e o homem é criado à semelhança do próprio Espírito.
Texto Áureo: Gênesis 1:26 – [...] Disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; [...].
A lição apresenta uma clara visão do homem. Em alguns casos essa visão é tornada mais clara por contrastar o senso material do homem com a visão espiritual e verdadeira. A maioria de nós já passou uma ou mais vezes pela condição em que um ponto-de-vista não-espiritual nos tenha levado a optar por um caminho que acabou por levar à infelicidade ou desapontamento. Nestes casos, essas frustrações geram oportunidades de abrirmos os olhos, figuradamente. Elas podem ajudar-nos a ver mais prontamente a realidade espiritual por causa do contraste. Por isso, as histórias de Absalão, do homem que nasceu cego e do naufrágio de Paulo podem ajudar-nos a compreender o domínio produzido por uma visão espiritual da fonte do existir do homem.

Leitura Alternada: Gênesis 1:26;
Salmos 67:1; 119:17,18,37,69,73; 145:1,3,13.
Vamos ler a lição com a hipótese de estarmos a par da contrastante história da criação do segundo capítulo de Gênesis. A frase: “Desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua lei” é uma invocação para ver claramente com nosso senso espiritual volvendo-nos às leis infalíveis de Deus, o Bem, para nosso apoio. Segue-se imediatamente: “Desvia os meus olhos, para que não vejam a vaidade, e vivifica-me no teu caminho”. Pensando aqui nessa versão da criação material de Gênesis 2, podemos encarar isso como uma invocação para que Deus nos ajude a desviar os olhos, para não ficar pensando em coisas sem valor das falsas promessas do senso material, onde quer que sejam apresentadas. A “serpente” do senso material parece sempre estar presente etentar as pessoas a acreditarem que a vida esteja na matéria e deva ser usufruida na matéria.
Encontramos a única vida verdadeiramente satisfatória, como se lê na citação B8, quando contemplamos a face do Espírito para ver a criação do Espírito; isso é ser “vivificado no teu caminho”. Temos um pequeno percalso no versículo 69 onde lemos: “os orgulhosos dizem mentiras contra mim” (NTLH). Será que esse orgulho não poderia ser uma forma de pensar que também sejamos criadores, aos nossos próprios olhos—que temos o poder de agir separadamente de Deus, o Bem? Isso é o que Absalão deve ter passado. Ele sentia orgulho pessoal e um desejo de ser reconhecido como um homem acima dos demais até mesmo o rei Davi. Interessante que ele se apresentava falsamente ao povo como um líder sábio, mas usava de fraudes e orgulho; era um contraste a seu irmão Salomão, que acabou herdando o trono que Absalão cobiçou. Salomão ficou conhecido por sua humilde oração por sabedoria para julgar seu povo quando começou seu reinado.
A Leitura Alternada fecha com a declaração de que o reino de Deus subsiste por todas as gerações. Seu reino não é temporário. Deus não submete Seu governo a uma serpente falante que desobedientemente engana a criação humana e a conduz à desobediência. O reino de Deus é inseparável e coexistente (CS1, p. 516) com Sua criação. Deus nunca expulsaria suas ideias, ou as lançaria a uma existência onde não teriam nenhum domínio. Em vez disso, Deus faz refletir Seu domínio de modo glorioso por meio de Suas amáveis ideias espirituais, diversificadas, individuais e espirituais.

Seções 1 e 2: O homem já possui o domínio
Essas seções lançam as bases da verdade espiritual sobre o homem, para que possamos entender como este único homem tem domínio sobre as falsas sugestões de personalidade, hereditariedade e situações perigosas. Afirma-se que é o "sopro do Todo-Poderoso que me dá vida" (B3). Não é certo tipo de matéria, de genética, ou de fonte física, nem "carne e sangue" (B4), que me dá a vida. Ao invés de correr em círculos estudando e procurando “ganhar” o domínio", "O homem, feito à semelhança de Deus, [já] possui e reflete o domínio de Deus sobre toda a terra” (CS1).
Ciência e Saúde faz uma referência direta à maldição sobre o homem precisar lavrar a terra, ficar preso a matéria, trabalhar nela e ser enterrado nela, sujeitando-se aos limites e caprichos da terra. Quando, na verdade, o direito inato do homem, afirma a descobridora Mary Baker Eddy, "... é domínio, não servidão ... sendo que ele mesmo está subordinado unicamente a seu Criador" (CS2,p 517:29). Podemos entender melhor essa individualidade espiritual do homem através do senso espiritual. Quando nos dirigimos a Deus pedindo (B5 "Quereis dar ordens acerca dos meus filhos..."), ao invés de olhar para a matéria, provavelmente desejamos ver manifestada a justiça, a integridade, a honestidade, a inteligência e bondade que Deus está expressando no homem.
A fim de ver essas qualidades espirituais expressas devemos conhecer melhor a Deus. Cada dia tem de nos trazer uma imagem mais clara de Deus como Espírito, Verdade, Amor e assim por diante. "Sendo o homem a verdadeira imagem e semelhança divina, só sabemos a respeito dele o que sabemos a respeito de Deus" (CS6). É interessante notar aqui que a serpente ofereceu para Adão e Eva maior esclarecimento do que Deus lhes daria, como parte de seu "negócio". Sua tentação incluiu a sugestão de que de alguma forma o homem é melhor se ele adquire a sua independência de Deus, faz suas “próprias” escolhas e torna-se mais "indivídual". A consequência desse mito é ridícula.
Ao invés de uma maior individualidade e liberdade, Adão e Eva são deixados presos em uma falsa sensação material de suas limitações. A matéria limita a sua alegria, seu suprimento e sua libertação da morte; ela (a matéria) dá início a conflitos -- uns com os outros e com os seus descendentes. Através de uma crença material de separação de Deus, é que vemos a guerra, fome, doença, compreensão limitada, e todos os tipos de miséria. Considerando que, a compreensão da individualidade do homem como decorrente do infinito Eu Sou, "[...] proporciona ao homem uma individualidade mais ampla, uma esfera mais extensa de pensamento e de ação, um amor de maior alcance, uma paz mais elevada e mais permanente." (CS7)

Seção 3: Temos domínio sobre personalidade
"Não há personalidade é mais importante saber isso, do que saber que não há nenhuma doença." Isto é o que Eddy escreveu a Ann Otis em 1893 (p. 229, de Mary Baker Eddy Christian Healer, Amplified edition). Isso não está entre suas outras obras publicadas e foi compartilhada como parte de sua comunicação privada com Ann Otis, portanto, devemos ver dentro daquele contexto. No entanto, achei muito útil em minha prática como um lembrete da importância de se considerar a sugestão de personalidade como uma influência negativa. (Como um ponto de interesse, esta citação é seguida por várias referências feitas por Eddy à personalidade em outras cartas)
Absalão foi enredado na sugestão da personalidade como poder. Ajudado por sua boa aparência física, e sentindo-se menosprezado por seu pai, o Rei Davi, ele montou seu "escritório" no portão da cidade, por onde o povo entrava na cidade. Quando uma pessoa com uma queixa vinha a ele e se curvava em deferência, ele se levantava e abraçava a pessoa. Esse abraço aparentemente caloroso, ao cumprimentar as pessoas levava o povo a pensar que Absalão tinha os interesses do povo no seu coração, quando na verdade ele só pensava em obter o reconhecimento pessoal e o poder para si.
Quanto mais fundo buscarmos em nossa compreensão a Deus como a fonte infinita de identidade satisfatória do homem, seremos menos propensos a ficar impressionados com o fascínio da fama ou reconhecimento pessoal. Nós também seremos menos propensos a sermos influenciados erroneamente por aqueles que desfilam o "vestuário" de uma personalidade atraente e encantadora. Em Colossenses (3:4) lemos: "Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória". O que mais podemos pedir do que compartilhar a glória de Cristo?
Aqui temos um sinal de alerta de que estamos agindo pessoalmente ou de que nos estamos deixando desviar pela personalidade: Há muita conversa “bonita” e nenhuma ação? A citação CS14 diz: "A mente mortal tem de romper com o erro, tem de se despojar de si mesma e de seus feitos, e então a plenitude imortal do homem, o ideal Cristo, aparecerá." Essas obras são pistas para a verdade sobre se estamos lidando com identidade espiritual, ou personalidade humana. "Observa o homem íntegro e atenta no que é reto; porquanto o homem de paz terá posteridade" (B11).
Absalão é o garoto-propaganda para um fim que era decididamente o oposto da paz! Quase toda a discussão, dentro da nossa experiência pessoal ou em todo o mundo, é baseada na sugestão de que o homem tem uma personalidade independente e voluntariosa, separada de Deus. À medida que corrigimos essa imposição do homem como falho, pecaminoso, imperfeito e mortal, nós experimentamos mais paz em nossa própria vida e percebemos isso em todo o mundo.

Seção 4: O poder de Deus nos dá domínio sobre a genética
Jesus trouxe-nos mais perto da compreensão de que nosso ser se origina apenas de Deus – que somos Seus únicos herdeiros. Na cura do homem cego de nascença, Jesus irradia a luz espiritual que remove não somente a cegueira, mas também ilumina a compreensão daqueles ao seu entorno, os quais estão lutando contra as sugestões de hereditariedade. Naquela época um defeito físico hereditario era considerado como sendo um pecado do sofredor ou de seus pais, muito mais que a genética, mas a crença é a mesma em sua essência. É baseada na sugestão de que o homem é composto de matéria e seu senso nela reside. Isto se estabelece ao pressupor que Deus ponha vida na matéria e não governe com constante justiça, amor ou inteligência. Jesus sabia que esse não era o caso, curou o homem e demonstrou o domínio de Deus dado ao homem para se libertar das chamadas leis da matéria.
A citação B15 de fato fala sobre isso ao incluir, não apenas a autoridade das leis do Espírito, mas também o modo como podemos testemunhar esta lei ao empregar o senso espiritual. Este senso é de fato “…o discernimento do bem espiritual” (CS 505:20-21), e também “…a capacidade consciente e constante de compreender a Deus” (CS 209:31-32). Não precisamos cometer o erro de pensar que o senso espiritual é algo que somente as outras pessoas têm. Podemos manter “a devoção sincera e pura a Cristo” (2 Coríntios 11:3), em primeiro lugar nos nossos pensamentos; e podemos conscientemente ver Deus no discernimento de todo o bem espiritual que nos rodeia. Todos nós temos esta habilidade! Herdamos isto de Deus.

Seção 5: Sentir o poder de Deus nos dá domínio sobre o perigo
Eu adoro desmontar uma história da Bíblia que já li dezenas de vezes para ver o que ela tem de novidade para me dizer. Desta vez é a história de Paulo e o naufrágio. Estive pensando sobre a “abstinência” de Paulo como um jejum do senso material, tal que o senso espiritual mencionado anteriormente tornou-se tão palpável que ele sabia, com a calma certeza, de qual seria o resultado. Foi a teimosia humana, o desejo material (um senso do homem como separado de Deus), que “encalhou” o barco nos bancos de areia. (O capitão não escutou a advertência de Paulo para adiar a jornada enavegarem com segurança).
Sem a compreensão espiritual que poderia discernir e dar atenção a mensagem de Deus, a nossa vida pode se parecer como uma embarcação presa em um senso de vida material, algumas vezes violento e sendo atacado pelo agressivo senso material. Mas a partir dessas experiências, sobre os destroços desta falsa crença, podemos encontrar-nos sendo levados para a costa, para algum porto. Somos retirados da tempestade e guiados em segurança a uma visão mais elevada do homem e de nós mesmos. A medida que rejeitamos, por vezes, terríveis (e sempre falsas) sugestões da mente mortal, podemos praticar este seguro e “imperturbável” senso do existir ao qual Eddy refere-se na citação CS23. Isso exige persistência. (Paulo suportou a tempestade por mais de 14 dias.) Mas, podemos fazer isso com a autoridade e o domínio que vem da compreensão de que somos uma ideia espiritual, governada e mantida por Deus.

Seção 6: Deus nos deu domínio para sermos perfeitos e completos
Agora, a partir do que aprendemos através de todas as seções – do relato do senso espiritual do homem e das falsas sugestões sobre ele – podemos finalizar esta lição como um verdadeiro tratamento metafísico da Ciência Cristã sobre a sugestão de que o homem é mortal. Temos do começo ao fim das escrituras bíblicas o relato da perfeição do homem espiritual. Temos tratado as mentiras da vulnerabilidade do homem como uma falsa personalidade (Absalão), com os males da genética (o homem que nasceu cego) e com o naufrágio do navio em que estava Paulo.
E agora nos deleitamos com a demonstração “A gradiosa verdade na Ciência do existir, de que o homem real era, é, e sempre será perfeito…” Eddy fala que esta verdade é “incontrovertível”, inegável, indiscutível! Que cada um pode reivindicar a autoridade que é divinamente concedida a este homem espiritual, este homem que é cada um de nós. Afinal, a Lição Bíblica começa com o domínio dado por Deus ao homem, o qual Jesus tão bem nos demonstrou, também os discípulos de Jesus e muitos outros também fizeram curas maravilhosas. Este domínio não é mera promessa, mas é DOMÍNIO que Deus nos deu; é um presente que você também pode demonstrar.
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Este estudo metafísico foi preparado por Kerry Jenkins, CS, House Springs, MO - EUA
(314) 406-0041 kerry.helen.jenkins@gmail.com
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A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB.
Visite o site www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB.
O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.


Uma Bênção

“Que o Senhor os abençoe e os guarde;
que o Senhor os trate com bondade e misericórdia;
que o Senhor olhe para vocês com amor e lhes dê a paz.”
(Números 6:24-26)

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