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O caminho de Jesus é o caminho a seguir. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Irrealidade.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, September 28th, 2015

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

“Bem-vindo às Lições Bíblicas da Ciência Cristã!

Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda a Sua criação. Esse fato e nosso amor por Ele, por nosso próximo e por nós mesmos, constituem a essência das Lições bíblicas. Elas proporcionam um mergulho profundo nesse amor, e isso tem trazido cura, conforto, reforma e regeneração às pessoas há várias gerações.
Portanto, mergulhe profundamente você mesmo [no estudo] das Lições Bíblicas e no amor de Deus! À medida que o fizer e, especialmente, na proporção em que viver esse amor, dia após dia, até mesmo, momento a momento, você verá a cura e os benefícios que dela resultam, ajudando não só a você mesmo, mas a todos que cruzarem seu caminho” (Livrete Trimestral da Ciência Cristã, p1).

O Acampamento dos Cedros preparou este Estudo Metafísico da LB para auxiliar na sua compreensão do estudo bíblico para o tema: A Irrealidade -- O caminho de Jesus é o caminho a seguir.
Este tema é estudado diariamente em 17 línguas, em todo o globo, de 28/09 a 4/10 de 2015.
Abreviações: Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB; Bíblias: King James – KJV;
__ J.F.Almeida Revista e Atual. – JFA; A Mensagem – MSG; Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;_____

Texto Áureo – Isaías 45:5: “Eu sou o Senhor e não há outro; além de mim não há Deus…”
O fato de que há um só Deus—todo bem—sempre presente—sempre atuante e sabedor—dá à lição bíblica desta semana uma estrutura íntegra sobre a qual construir. “Eu sou o Senhor e não há outro; além de mim não há Deus…” é o nosso TA, e por uma boa razão. Se pudermos captar ainda que um pouco da realidade de Deus como fonte de toda vida, bondade, poder e presença, (a irrealidade perderá completamente seu aparente poder) e, então, colheremos a demonstração Científica dessa bondade/excelência em nossa própria experiência. Alcançaremos a evidência da verdade: a cura.

Leitura Alternada – Isaías 44:6, 8 – Salmos 119:107, 113, 117, 118, 142; 98:1-4
Poderíamos pensar nessa lição como um biscoito recheado ou como um sanduiche de sorvete. O TA e a LA de um lado e a seção 6 de outro. Essas “camadas externas” contêm as declarações sólidas da realidade – de que há um só Deus, de que este é o único fato – e de que podemos regozijarmo-nos (cantar, louvar, não ter medo) nesse fato agora mesmo! O recheio não é propriamente “macio” – ele contém uma variedade de exemplos de como esses fatos apagam o universo de sugestões de que a irrealidade é que seja substancial em nossa experiência, em vez da realidade espiritual.

Seção 1: Um Deus único = harmonia universal
A primeira citação da Bíblia (Deuteronômio 4:35) é similar à declaração do Texto Áureo. Se olharem para versículos precedentes a esta passagem de Deuteronômio verão que eles nos falam que devemos consultar “os tempos passados” (toda a história) e ver o que Deus tem feito (fez – no passado se usarmos passado ou história, ou devemos consultar toda a história até os dias de hoje e observarmos/vermos o que Deus tem feito). Deus nos mostrou (se usarmos “até hoje”, temos que usar aqui no presente – Deus nos mostra), por meio de muitos exemplos, que Ele é o único Deus, desde o início da história (dos tempos). Essa citação é seguida pelo próprio “princípio” em toda sua declarada excelência (B2). Não deveríamos investigar essa história também? Podemos pesquisar todos os exemplos na Bíblia, desde a libertação do cativeiro no Egito até a extraordinária obra de cura de Jesus e os apóstolos, incluindo Paulo. Mas não deveríamos pesquisar nossa própria experiência, nossa vida? Será que não temos um razoável registro de curas em nossa vida que talvez tenha “ficado para trás” no pensamento com o passar dos anos? Esse ficar para trás pode ser apenas uma questão de esquecimento de uma cura que tivemos, ou poderia vir na forma de duvidar da importância daquela cura, tal como fizeram os Filhos de Israel apenas poucas semanas após sua libertação do Egito que incluiu a separação das águas do Mar Vermelho! “Para sempre, ó Senhor, está firmada a tua palavra no céu” (B3, Salmo 119: 89), o grifo é nosso. Essa “palavra” faz parte da história da criação eterna reafirmada em João 1:1. Essa realidade é para sempre, não só num passado distante ou obscurecido pelas sombras da irrealidade. Quando louvamos e servimos a Deus estamos orientando toda nossa vida para Deus.
Vocês podem ler o Salmo 100 (B4) sob o ponto de vista de que só podemos vir à presença de Deus com um canto de louvor, que só podemos sentir e discernir Sua presença a menos que sirvamos a Deus com alegria e disposição que um hino representa, independente de suas aptidões musicais.

Seção 2: A bondade e unicidade de Deus frustra os esquemas do erro -- a irrealidade
Uma vez mais é reiterado tanto literalmente (B6): “só Tu és Deus” quanto indiretamente (B5 e B7), que há só um Deus, que é bom. Outra versão da citação B7 (Tiago 1:16-18) diz-nos que a expressão “primícias das suas criaturas” significa que “de toda a criação, somos Sua apreciada posse” (NLT). As obras [de Deus] são feitas “na verdade” e não há erro na verdade. Se não estamos andando nessa verdade – o “único” caminho referido na citação B6 – por acaso, devemos nos desesperar? Não, essa sugestão não vem do Amor divino, mas devemos continuar e ir além dessa sugestão que só pode vir do senso material, não de Deus. O erro e os cinco sentidos corpóreos “não dão nenhum indício dos grandiosos fatos do existir”, assim como esses chamados sentidos não recebem indicação do movimento da terra ou da ciência da astronomia, mas precisam basear-se em proposições astronômicas derivadas da autoridade da ciência natural (CS7, p.470). Em outras palavras, os cinco sentidos não nos contam nada sobre Deus.
“Uma palavra sobre os cinco sentidos pessoais, [...]” Escreve a descobridora da Ciência Cristã em seu livro A Cura Cristã. E ela continua: “A única evidência que temos do pecado, da doença e da morte é fornecida por esses sentidos; mas como podemos confiar em seu testemunho, quando os sentidos não oferecem evidência alguma da Verdade? Eles não pode saborear, cheirar, ver, ouvir nem sentir a Deus; acaso podemos considerar dignas de confiança as provas a que nos vêm daqueles sentidos que não nos permitem obter compreensão alguma da Verdade, da Vida e do Amor? Mais uma vez, acaso podemos dizer que Deus criou esses sentidos por meio dos quais é impossível aproximar-se dEle? Amigos, é da máxima importância que examinemos esses temas e obtenhamos da fonte correta nossas evidências da Vida. Jesus disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” – por meio dos passos da Verdade. Não é pelos sentidos – pela concupiscência da carne, a soberba da vida, a inveja, a hipocrisia e a maldade, os prazeres e as dores dos sentidos pessoais – que o homem chega mais perto de sua natureza divina e apresenta a imagem e semelhança de Deus. Como pode ser, então, que o homem material e os sentidos pessoais tenham sido criados por Deus? O Amor cria o homem espiritual, a luxúria cria o ser material assim chamado homem e Deus criou tudo o que foi criado; portanto, o assim chamado homem material e esses sentidos pessoais, com todas as suas evidências de pecado, doença e morte, nada mais são do que um sonho – não são as realidades da vida; e todos nós aprenderemos isso à medida que despertarmos para ver Sua semelhança” (p.16:16 até pág seguinte).
Então, o que é que os cinco sentidos “atestam”? Nada mais do que a irrealidade. Talvez sejam capazes de ver a beleza e a verdade que indica a realidade espiritual, mas não podem ver a Deus. E a verdade é que somos Suas “preciosas posses”, somos belos, inteligentes, perfeitos, completos, íntegros em tudo. Nossos sentidos nunca, jamais, apoiarão essa verdade 100%, a todo instante.

Seção 3: Ao lidar com a depressão/doença mental olhe para Deus ("espera em Deus") B8, não procure uma causa material
A depressão e as doenças mentais parecem ser atualmente muito agressivas, especialmente no "primeiro mundo". É tentador, quando nos sentimos para baixo, procurar alguma causa na matéria. Aqui, a Bíblia aponta para o único caminho para sair do atoleiro de qualquer sugestão de que tenhamos uma mente separada de Deus – olhar para Deus (o único Deus!), nosso Criador, nosso querido e amado Pai e Mãe.
Suas mensagens para nós são a única maneira de sair de uma "depressão" ou experiência de qualquer tipo. Se você já assistiu a um cachorro perseguir sua própria cauda, ​​então você viu exatamente como é improdutivo olhar para uma solução material que alivie qualquer agitação ou depressão mental profundamente arraigada. Eu posso ter compartilhado essa minha experiência antes, mas houve uma época em que eu me sentia perseguida pela depressão.
Havia uma abundância de causas humanas que faziam sentido, mas nenhuma delas eu poderia mudar no momento, e nenhuma ponderação sobre elas me ajudou a sair para fora deste sentimento de desespero. Eu, entretanto, orava sobre isso todos os dias e levantava e fazia todas as tarefas que precisava fazer. (O fato que ajudou foi que estávamos vivendo num celeiro gigante, uma casa de madeira inacabada, com dois pequenos fogões que queimavam lenha. Era minha tarefa diária, que durava cerca de 6 horas por dia, cuidar da lenha para manter o fogo aceso nos 2 fogões. Essa tarefa incluia rachar os tocos de troncos de árvore, carregar e empilhar a lenha no trenó e arrastar o trenó, então, descarregar a lenha e empilhar ela perto dos fogões. E, essa lenha tinha de ser posta nos fogoes para continuar a gerar calor. Era o calor que irradiava desses dois fogões a nossa única fonte de calor em um clima muito frio).
O inverno era escuro, frio e longo e nós não tínhamos eletricidade. Vários lampeões de querosene no meio da grande sala, sobre uma pequena mesa, produziam luz para a casa. Eu tenho certeza que vários tipos de diagnósticos tentariam explicar o meu desafio como consequência do clima, condições pós-parto, e outros mais, mas é tudo blá blá blá. Mas nenhum deles quebraria a mentira de sentir-me terrivelmente mal naquela época. O que finalmente rompeu o ciclo foi o meu querido marido e sua compreensão da Ciência divina, a presença sem palavras do poder do Amor, Deus.
Ele colocou o braço em volta de mim uma manhã quando estávamos assistindo o nascer do sol sobre as montanhas do Alaska, da nossa janela da frente, provavelmente por volta das 10h30 ou 11h da manhã. Não foi o que ele falou mas, foi o amor que emanou dele e que me envolveu. Ele apontou uma região específica do mundo que precisava de minhas orações e amor. Eu havia me debruçado sobre o egoísmo de estar deprimida, e acreditem, eu sabia que devia mudar, mas isso não alterava o curso dos meus sentimentos.
Eu sabia que o que ele dissera era verdadeiro que havia uma região do mundo que precisava de minhas orações e amor, mas por si só, não teria me elevado para fora do abatimento. O que me ajudou foi o amor de Deus que eu sei que ele sentia por mim, a compaixão de que não estava "cansado" por eu me sentir assim (o que tornava miserável viver ao meu lado). Foi uma sensação sem palavras de estar unida com o Amor infinito, por um momento, que rompeu a irrealidade da nuvem de tristeza e depressão. "Por meio da Ciência divina, o Espírito, Deus, une a compreensão à harmonia eterna. O pensamento calmo e elevado, isto é, a percepção espiritual está em paz" (CS18). Não se pode lutar e lutar contra a depressão ou outras doenças mentais. Não é uma realidade contra a qual lutar bravamente, "puxando a si mesmo de dentro de si mesmo". Volver-se diariamente somente para Deus, um dia, veremos que a luz está acesa, que nesta luz não há trevas, nunca houve. A escuridão – medo, depressão, ansiedade -- não pode "discutir" com esta luz, deve sucumbir sem palavras à realidade poderosa da música do Amor divino. Nenhum vale de depressão é tão profundo e nenhuma montanha de erro pode obscurecer este Amor, esta "glória do Senhor" (B11). Cada verso do poema precioso escrito por Mary Baker Eddy, "Cristo Meu Refúgio" fala sobre este assunto. Confira em nosso hinário, Hino n.253.

Seção 4: Não há trevas na luz, mas a luz brilhante lança fora toda a escuridão
Fiquei impressionada com esta analogia da luz e das trevas como se vê na citação B13, cuja passagem todos nós conhecemos tão bem: “No amor não há medo; o amor que é totalmente verdadeiro afasta o medo.” Podemos governar nossa consciência, ou nossa “casa mental” (B14) e mantê-la preenchida apenas com luz, com o amor. Isso impede que sugestões irreais tentem governar nossa experiência. O Amor divino, sendo o Tudo e o Único, não deixa espaço em nossa consciência para o medo, a menos que sejamos cegos à Sua presença. Jesus demonstrou isso com as duas curas compartilhados nesta seção. A febre representa o medo (como definido por Eddy em CeS, p.376: 26-27), e a lepra era uma das doenças mais temidas naquele tempo. Pelo imenso desejo de Jesus de amar e servir a Deus, o medo nunca entrou em consideração. Sua consciência somente permitiu a presença do Amor, Deus. Não se tratava de libertar a mulher da febre ou o homem da lepra, mas muito mais sobre preenchê-los com a presença consciente do Amor, uma consciência que é tão completa, em que não há espaço para o medo ou para a irrealidade da doença. A luz da verdade faz com que a mentira do erro desapareça. Vamos elevar nossa própria experiência ao nível dos ensinamentos de Jesus, que guia nosso ser em direção a Deus, tal que nosso maior desejo torne-se o desejo de servir ao Amor, Deus. Então, as irrealidades da doença ou de qualquer sugestão de temor cairão devido à nossa plena consciência da presença e da luz de Deus.

Seção 5: A realidade e a irrealidade “nunca se misturam” (CS27)
O sentido material grita-nos que somos mortais, ou, no máximo, mortais com um componente espiritual. A parábola do joio e do trigo de Jesus explica que isto é um mito do sentido material. É um sonho do qual podemos despertar. Alguma vez você já se perguntou por que a história do joio e do trigo é análoga à história do reino dos céus? Tente talvez olhar para ela dessa forma: esta é uma história de um bom, pioneiro e único criador. Ele planta apenas boas e frutíferas culturas. Chega, então, uma sugestão de que existem ervas venenosas e profundamente enraizadas enredando-se entre suas boas plantas, mas a realidade – a maturidade espiritual – distingue entre o irreal e o real, revelando a regra harmoniosa de Deus em Seu reino. Será que o trigo se "importa" com o joio? Será que o agricultor na parábola também se importa? E por que não se importar? Porque a irrealidade não tem relação com a realidade. O joio é colhido em nosso pensamento para ser "queimado", destruído de uma vez por todas, de modo que ele nunca possa voltar a apresentar-se como "fato" em nosso pensamento. As ervas daninhas não precisam ser arrancadas pelo bem, porque podemos esperar até que nosso pensamento esteja consciente da totalidade de Deus, a Verdade ou a realidade. É então, que a mentira ou irrealidade é recolhida/removida do lugar de onde não tinha capacidade de alterar o poder e a realidade da boa "cultura" em nossa consciência. Vivemos no reino, nossa consciência é uma parte da realidade e nunca é contaminada pela mentira de uma "outra" existência material. Deus "extermina" (CS26) toda a aparente oposição, tudo o que é irreal na nossa consciência, até que a nossa safra de feijão e trigo cresça livre; e nós vemos isso na nossa experiência humana e colhemos muitos frutos bons.

Seção 6: [A última parte deste biscoito recheado, todo o bem, da lição da realidade!]
O que o TA e a LA começaram – gritando suas sólidas declarações da harmonia da realidade – esta seção finaliza [com um exultante crescendo! Podemos todos nos juntar nessa música das esferas porque todos a conhecemos de cor! Que possamos todos “voltar […] com cânticos de júbilo” (B22, Isaías 35:10). Eddy proclamou: “O dia de hoje é preenchido com a profecia de Isaías: ‘Os resgatados do Senhor voltarão e virão a Sião com cânticos de júbilo; alegria eterna coroará sua cabeça; gozo e alegria alcançarão e deles fugirá a tristeza e o gemido’” (Mensagem para 1901).
Podemos também nos regozijar (cantar, louvar, não ter medo) neste momento [com uma alegria irrepreensível que nenhuma irrealidade pode aniquilar/acabar. Essa lição ajuda a “romper esse fascínio terreno” (CS29) das falsas premissas e falsos pronunciamentos da IRREALIDADE, ao nos mostrar que todas essas ilusões são divinamente banidas – e desaparecerão para sempre – graças a REALIDADE toda-harmoniosa de nosso todo-poderoso e sempre-presente Deus, o Bem!] _ X X X X X X X X X X X X X X X_
Este estudo metafísico foi preparado por Kerry Jenkins, CS, House Springs, MO (314) 406-0041 kerry.helen.jenkins@gmail.com A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB. Visite o saite www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos. Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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