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Abrace por inteiro a graça, o lembrete de sua conexão com o Amor! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A doutrina da reconciliação.

Christie Hanzlik, C.S., Boulder, CO
Posted Sunday, October 9th, 2016

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
A doutrina da reconciliação
Abrace por inteiro a graça, o lembrete de sua conexão com o Amor!
10 a 16 de outubro de 2016
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Vocês com certeza encontrarão suas próprias inspirações na lição desta semana sobre “A doutrina da reconciliação”. Entendo que a reconciliação do Cristo é a ideia de “que Cristo morreu pelos nossos pecados” (I Coríntios 15:3). O pecado pode ser compreendido como a crença de separação de Deus. Mas qual o significado de “Cristo morreu pelos nossos pecados?” Eis aqui uma resposta publicada no CS Journal:
“Há muitas opiniões sobre o sangue da cruz. E é muito fácil ficar paralisado ante a crucificação, considerando-a tão horrível, cruel e pública. Mas temos de nos lembrar de que a crucificação de Jesus foi apenas um capítulo da história. O versículo seguinte diz: “Ele foi sepultado e […] ressuscitou no terceiro dia.”
O ponto-chave aqui não é a morte de Jesus, mas seu triunfo sobre a morte. A mensagem do evangelho na superação do pecado não é vista no Jesus morto na cruz, mas no Cristo imortal. É a mensagem da salvação vivida, testemunhada e proclamada a toda a humanidade, que pode, por sua vez, viver o exemplo de Jesus e elaborar sua própria libertação do pecado. A ressurreição mostra, assim, que sua vitória sobre a morte é também a nossa vitória.
A crucificação, que pretendia interromper a carreira de Cristo Jesus, acabou servindo de plataforma. A ressurreição foi a prova final da validade do seu ministério, sua identidade e a mensagem de destruição do mal a qual ele proclamou e viveu diante do povo. Paulo afirmou: ‘A ressurreição de Cristo dentre os mortos é o cerne de nossa mensagem’ (1 Coríntios 15:12, Phillips). Ela lançou a celebração da mensagem de salvação que ainda é a luz do mundo.”
R. RYDER STEVENS, AUBURN, WASHINGTON, EUA.
“Suas Perguntas e Respostas”, do CS Journal, edição Dezembro de 2005. http://journal.christianscience.com/issues/2005/12/123-12/your-questions-answers
Em resumo, a reconciliação do Cristo é a crucificação e a ressurreição que demonstram que não podemos ser separados de Deus, a Vida eterna. Não podemos esquecer-nos da ressurreição.
“Ressurreição. Espiritualização do pensamento; uma ideia nova e mais elevada da imortalidade, ou seja, da existência espiritual; a crença material rendendo-se à compreensão espiritual” (CeS, p. 593).
Os inimigos de Jesus tentaram matar o Cristo – nossa consciência e conexão com Deus – mas a ressurreição prova que o Cristo não pode morrer ou ser separado de Deus. Muitas pessoas focam sua atenção na crucificação e sentem-se penalizadas pela dor e sofrimento na cruz, sem reconhecer a total importância da ressurreição. Mas nós não podemos permitir isso. Foi por meio da ressurreição que Cristo Jesus demonstrou que ele esteve e sempre está consciente e conectado a Deus, a Vida eterna. O Cristo, nossa consciência de Deus, não pode ser morta. Quando celebramos a ressurreição, estamos recusando-nos a encerrar a história de Cristo Jesus com a crucificação. Na verdade, visamos seguir o caminho de Cristo Jesus e descobrir que sempre fomos e sempre seremos unidos a Deus. Para mim, a ideia de nossa permanente unificação com Deus é o tema da lição desta semana. E, essa lição forma uma trilogia com as duas lições subsequentes:
A doutrina da reconciliação: estamos sempre e agora unificados com Deus.
Período de experiência após a morte: estamos sempre e agora unificados com Deus; não há um processo de morte para que possamos nos unir a Deus
O castigo eterno: estamos sempre e agora unos a Deus; não há um castigo eterno/separação do Amor.
Em conjunto, essas três lições baseiam-se na vida e ensinamento de Cristo Jesus para afirmar que já somos unificados com o Amor divino, Deus. Rejeitam a noção de que nascemos separados de Deus (pecadores) e de que temos de labutar por um período de experiência (provação) para nos unirmos a Deus. Elas também repudiam a teologia de que os pecadores que falham em unir-se a Deus tenham que sofrer castigo eterno (inferno).
No tempo de Mary Baker Eddy, e ainda hoje, a crença de que estamos separados de Deus (pecadores) dominava a opinião teológica. Mas sua descoberta da Ciência do Cristo levou-a a compreender a verdade radical de que não estamos separados de Deus/Amor; estamos sempre unos a Deus.
Enquanto muitas pessoas talvez orem para se conectarem a Deus, o cientista cristão ora para compreender que estamos sempre ligados a Deus, e também para vencer a crença errada de separação ou de castigo. Eis um exemplo de uma afirmação de unificação de Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras: “Assim como uma gota de água é uma com o oceano, um raio de luz um com o sol, do mesmo modo Deus e o homem, Pai e filho, são um no existir” (CeS, p. 361).
A lógica da Ciência Cristã que apoia nossa unificação é que Deus/Amor/Mente é supremo e infinito, que enche todo o espaço e que, por isso, é impossível haver uma lacuna entre Deus e nós. Em outras palavras, Deus é a Mente e nós somos a ideia da Mente. Nenhuma separação pode existir entre a Mente e a ideia da Mente.
Os "pontos importantes" da Ciência Cristã, incluindo as declarações a respeito da reconciliação e da libertação do pecado e do sofrimento estão expressos nos seis fundamentos da Ciência Cristã em Ciência e Saúde na página 497. Cinco desses seis fundamentos estão em três Lições Bíblicas atuais:
A doutrina da reconciliação
Quarto fundamento: “Reconhecemos a obra de reconciliação realizada por Jesus como evidência do eficaz Amor divino, que desdobra a unidade do homem com Deus por meio de Cristo Jesus, aquele que mostrou o Caminho; e reconhecemos que o homem é salvo por meio do Cristo, por meio da Verdade, da Vida e do Amor, como foi demonstrado pelo Profeta da Galileia ao curar os doentes e ao vencer o pecado e a morte” (CS20, p. 497).
Quinto fundamento: “Reconhecemos que a crucificação de Jesus e sua ressurreição cumpriram o propósito de elevar a fé até a compreensão da Vida eterna, ou seja, o fato de que a Alma, o Espírito, é tudo, e de que a matéria nada é” (CS24, p. 497).
Período de experiência após a morte
Primeiro fundamento: “Como adeptos da Verdade, tomamos a Palavra inspirada da Bíblia como nosso guia suficiente para a Vida eterna” (CS, p. 497).
O castigo eterno:
Sexto fundamento: “E solenemente prometemos ser vigilantes, e orar para haver em nós aquela Mente que havia também em Cristo Jesus; fazer aos outros o que desejamos que eles nos façam; e ser misericordiosos, justos e puros” (CS25, p. 497).
Terceiro fundamento: “Reconhecemos que o perdão do pecado, por parte de Deus, consiste na destruição do pecado e na compreensão espiritual que expulsa o mal por discernir que ele é irreal. Mas a crença no pecado é castigada enquanto ela perdura” (CS30, p. 497).
Para mim, o segundo fundamento, que não está incluso nestas lições, mas que é tão importante quanto os outros, é uma premissa para a lógica da reconciliação da Ciência Cristã que declara que Deus é tudo e, portanto, não pode haver separação do "tudo". Aqui está o segundo fundamento: “Reconhecemos e adoramos o Deus único, supremo e infinito. Reconhecemos Seu Filho, o Cristo único; o Espírito Santo, ou seja, o Consolador, o Confortador divino; e o homem como imagem e semelhança de Deus” (CeS 497:3).
Tarefa opcional #1: Nas próximas três semanas, estude um fundamento por dia, de segunda a sábado, até que tenha uma melhor compreensão de cada um deles e como se relacionam com nossa unificação e, desta forma, com a vida eterna e a cura fácil. Por exemplo, na segunda-feira, concentre-se no primeiro fundamento, na terça no segundo, e assim por diante. [“Crédito extra” – veja como foi a evolução de cada um dos fundamentos: http://www.marybakereddylibrary.org/research/the-evolution-of-christian-science-tenets/]

Texto Áureo e Leitura Alternada:
O Texto Áureo e a Leitura Alternada começam com a palavra "graça". Esta é uma grande dica de que a "graça" será de grande importância por toda a lição. Na verdade, "graça" tem doze ocorrências. Mas o que é "graça"? Uma maneira simples de definir é que a graça é o lembrete de nossa conexão com o Amor. Quando "damos graça" em uma refeição, estamos basicamente lembrando as pessoas à mesa de nossa conexão com o Amor e sendo gratos por essa verdade. Assim, usando substituições, lemos no Texto Áureo “[o lembrete de nossa conexão com o Amor] e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo." A reconciliação do Cristo – a crucificação e a ressurreição que nos lembram de que não podemos estar separados de Deus a Vida eterna – é a graça, o lembrete de nossa conexão com o Amor.
Tarefa opcional #2: Leia “A graça, a cura e o amor infalível de Deus,” de Bill Moody, considerando a definição de graça como o lembrete de nossa conexão com o Amor. (Do Arauto de outubro de 2006; http://pt.herald.christianscience.com/portugues/edicoes/2006/10/056-10/a-graca-a-cura-e-o-amor-infalivel-de-deus)
Alguns podem considerar Romanos 5:10 o versículo mais difícil para se compreender na Leitura Alternada. Se eu colocasse minha compreensão deste versículo em linguagem comum, ficaria algo assim:
"Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela Sua vida." Pois mesmo quando não compreendíamos Cristo – nossa conexão com Deus –, a crucificação nos fez começar a compreender. Mas agora que compreendemos cada vez mais o Cristo, nossa conexão com Deus, conseguimos perceber que a crucificação e a ressurreição demonstram nossa eterna conexão com a Vida eterna, a saúde e a harmonia, e que podemos vivenciar tudo isso quando seguimos o exemplo de Cristo Jesus.
Uma vez que tenhamos compreendido melhor este versículo e o significado da crucificação e da ressurreição, a última linha da Leitura Alternada deverá fazer bem mais sentido: "também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem recebemos, agora, a reconciliação".

Seção 1
Na seção 1, lemos mais a respeito de Deus enviando Seu filho, Cristo Jesus, para ser a propiciação por nossos pecados (a crença da separação). Gosto de pensar que Cristo Jesus mostrou-nos como compreender nossa conexão eterna com Deus. Sem Cristo Jesus, talvez não teríamos uma compreensão completa da nossa conexão.
Vamos detalhar a relação entre Deus, Cristo e Jesus.
Deus: “Deus é Amor” (B2, I João:4).
Cristo: Nossa consciência de nossa conexão com Deus.
Cristo Jesus: "Jesus é o nome do homem que, mais do que todos os outros homens, apresentou o Cristo, a verdadeira ideia de Deus, que cura os doentes e os pecadores e destrói o poder da morte" (CeS, p. 473);
Não podemos separar Deus, Cristo e Jesus. Como Eddy declara: "O Cristo [consciência de Deus] era o Espírito ao qual Jesus se referiu nas suas próprias declarações: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida”; “Eu e o Pai somos um." "Ess[a consciência de nossa conexão com Deus], o caráter divino do homem Jesus, era sua natureza divina, a santidade que o animava [dava-lhe vida]" (CS4).
Na conclusão da seção 1, vemos a palavra "graça" de novo. "O que mais necessitamos é orar com o desejo fervoroso de crescer em graça, oração que se expressa em paciência, mansidão, amor e boas obras" (CS7, p. 4). Isso faz muito sentido quando consideramos que, quando somos pacientes, mansos, amorosos e realizamos boas obras, sentimos nossa conexão com Deus, o Amor divino. Deus é Amor, portanto, quando somos amor-osos, sentimos nossa conexão com o Amor. Quando somos amorosos, sentimos a graça, o lembrete de nossa conexão com Deus.

Seção 2
Na seção 2, temos o exemplo de Jesus ensinando sua doutrina – a maneira de se compreender Deus. Ele ensinava pela explicação "como quem tem autoridade" e através da demonstração, curando o paralítico. Ele curou o paralítico reconhecendo que os pecados deste estavam perdoados – a crença do homem de que ele estava separado de Deus foi curada. Claramente, Cristo Jesus sabia que não precisava esperar pela crucificação e ressurreição para provar sua unificação com Deus. Ele ensinou e demonstrou isso em todo seu ministério. "Nosso Mestre não ensinou mera teoria, doutrina ou crença" – ele tornou praticável e provável ainda hoje (CS9, p. 26). "Explicando e demonstrando […] ele se tornou o caminho da salvação [saúde] para todos os que aceitaram sua palavra" (CS11, p. 315).
Como Jesus curava? Para mim, esta pergunta de "como" é o ponto central de Ciência e Saúde. A Bíblia nos fala a respeito da cura e inspiração de Cristo Jesus, e Ciência e Saúde nos ensina a como ele fez. Uma maneira de compreender como isso funciona é saber que "Jesus reconhecia na Ciência o homem perfeito, que lhe era visível ali mesmo onde os mortais veem o homem mortal e pecador. Nesse homem perfeito o Salvador via a própria semelhança de Deus, e esse modo correto de ver o homem curava os doentes" (CS10, p. 476).
Para mim, a palavra “perfeito” pode significar conectado, como em perfeitamente alinhado. Assim, eu entendi esta citação desta maneira: "Jesus reconhecia na Ciência o homem [conectado], que lhe era visível ali mesmo onde os mortais veem o homem [separado]. Nesse homem [conectado] o Salvador via a própria semelhança de Deus, e esse modo correto de ver o homem curava os doentes." Nós também podemos curar o pensamento doente e os pecados quando reconhecemos que a separação de Deus é impossível.
Na seção 2, também lemos mais a respeito de como superar o pecado, a crença da separação. Não podemos continuar acreditando em nossa separação e nos sentirmos unificados com Deus. Devemos desistir de um senso do ego que está esteja separado de Deus antes de podermos realmente sentir nossa unificação. Mary Baker Eddy escreve: "A sabedoria e o Amor talvez requeiram muitos sacrifícios do ego para nos salvar do pecado" (CeS, p. 23). Em outras palavras, talvez tenhamos de passar por muitas experiências a fim de encontrarmos a sabedoria para nos libertar do senso teimoso de um ego separado de Deus antes de finalmente "assimilarmos" – e ficarmos livres da crença da separação.

Seção 3
Na Seção 2, lemos sobre desistir de um senso de ego que é separado de Deus, para que possamos sentir nossa unificação. Na Seção 3, esse tema continua com as palavras de Jesus: "Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome sobre si a sua cruz, e siga-me.” (B10, Marcos 8:34). Uma maneira de entender "tomar a cruz" é aceitar o trabalho duro de imolar o ego, ou livrar-se do senso de ego. Nem sempre é fácil, mas é sempre gratificante.
Essa seção também descreve a oração de Jesus antes da crucificação. Apesar dele saber o que deveria aconteceu, seu tempo no Jardim do Getsêmani é um momento comovente em que ele demonstra a imolação do ego, livrando-se de qualquer sentimento persistente de ego separado de Deus. Mary Baker Eddy define Getsêmani como “Paciência no sofrimento; o humano cedendo ao que é divino; amor que não vê retorno, mas ainda assim permanece amor” (CS17, p. 586).
Muitos de nós já tivemos experiências semelhantes ao Jardim do Getsêmani, em que nos sentimos sozinhos, isolados e metaforicamente enfrentando uma crucificação. Mas, por meio da oração – o desejo de desistir de um senso de ego e de sentir a nossa unificação – podemos encontrar a cura e a harmonia na proporção em que seguimos o exemplo de Cristo Jesus na forma de saúde e salvação. “Precisamos do ‘Cristo e este crucificado’. Temos de ter provações e momentos de renúncia ao ego, como também alegrias e vitórias, até que todo o erro seja destruído” (CS19, p. 39).
A seção 3 conclui com o quarto fundamento: “Reconhecemos a obra de reconciliação realizada por Jesus como evidência do eficaz Amor divino, que desdobra a unidade do homem com Deus por meio de Cristo Jesus, aquele que mostrou o Caminho; e reconhecemos que o homem é salvo por meio do Cristo, por meio da Verdade, da Vida e do Amor, como foi demonstrado pelo Profeta da Galileia ao curar os doentes e ao vencer o pecado e a morte” (CS20, p. 497).

Seção 4
Esta seção concentra-se na ressurreição. "Com grande poder os apóstolos davam, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça [o lembrete de nossa conexão com o Amor]" (B13, Atos 4).
Em Ciência e Saúde, lemos: “A obra de Jesus [a crucificação e ressurreição] foi para o esclarecimento dos homens e para que o mundo inteiro fosse salvo [unificação] do pecado [separação], da doença [desarmonia] e da morte [a falsa crença em um fim].” E, em seguida, Mary Baker Eddy cita o versículo da LA, "Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida" C(S21, p. 45).
Mary Baker Eddy escreve: “A eficácia da crucificação consistiu no afeto e no bem que foram demonstrados de forma prática para a humanidade” [CS25, p. 24]. Esta afirmação não é sobre a dor e o sofrimento na cruz, mas sobre a recompensa assegurada por compreender a história completa—a crucificação e a ressurreição—que demonstra a vida eterna. A ressurreição, como vocês vão se lembrar é: “Espiritualização do pensamento; uma ideia nova e mais elevada da imortalidade, ou seja, da existência espiritual; a crença material rendendo-se à compreensão espiritual” (CS, p. 593).
A seção quatro contém outro dos seis fundamentos. O quinto fundamento é:“Reconhecemos que a crucificação de Jesus e sua ressurreição cumpriram o propósito de elevar a fé até a compreensão da Vida eterna, ou seja, o fato de que a Alma, o Espírito, é tudo, e de que a matéria nada é [limitações]" (CS24, p. 497).

Seção 5
A seção 5 assegura-nos que sabemos que a unificação com Deus / o Amor é universal, não apenas para uns poucos escolhidos em um tempo escolhido. Isso corrige a falsa teologia de que apenas algumas pessoas em determinados momentos são escolhidas e que há alguns que são pecadores [separados] e alguns que são salvos [unificados]. Aqui estão alguns exemplos das declarações de universalidade nesta seção:
· "Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus.[…] Dessarte não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus" (B16, Gálatas 3).
·" […] fostes chamados em um só corpo […] " (B17, Coloss. 3).
·" Com um único Pai, isto é Deus, toda a família humana consistiria de irmãos" (CS27, p. 469).
·" […] a vontade de Deus tem de ser universalmente feita" (CS28, p. 202).
·" “Em todas as gerações, tanto antes como depois da era cristã, [consciência de Deus], como a ideia espiritual — o reflexo de Deus — vem com certa medida de poder e [lembrete de nossa conexão com o amor] e de graça a todos os que estejam preparados para receber [a consciência de Deus], a Verdade” (CS29, p. 333).
Essa seção também contém instruções maravilhosas sobre a forma como podemos sentir a universalidade da união. Em Colossenses, lemos: “Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão em vosso coração” (B17, Coloss. 3:16). Para mim, este verso significa: deixe a boa notícia da nossa consciência de Deus habitar em nós, na proporção em que nos elevamos uns aos outros, cantando hinos e canções que nos lembrem de nossa união com o Amor.
Em Ciência e Saúde, recebemos mais instruções nos dizendo como seguir a Jesus Cristo e nos sentir unidos a Deus (e encontrar a cura). Aqui está uma lista das ideias da citação CS30 de Ciência e Saúde, que nos dizem diretamente como seguir os mandamentos de Cristo Jesus – amar a Deus e amar ao próximo como a si mesmo – para segui-lo no caminho da união e ressurreição:
· "Guardar os mandamentos de nosso Mestre e seguir seu exemplo ..."
· "...ele disse: ‘Se me amais, guardareis os meus mandamentos’.”
·"O esforço habitual para sermos sempre bons é oração incessante.”
·“Simplesmente pedir que possamos amar a Deus nunca nos fará amá-Lo; mas o anseio por sermos melhores e mais santos, expresso na vigilância diária e no esforço de assimilar mais do caráter divino, há de nos moldar e formar de novo, até que despertemos na Sua semelhança” (CS30, p. 4).
E, finalmente, a Lição Bíblica termina com uma declaração de nossa união: "Deus, o Princípio divino do homem, e o homem à semelhança de Deus são inseparáveis, harmoniosos e eternos" (CS31, p. 336).
Descobrimos essa união, que é bem descrita em toda essa lição, quando: “Reconhecemos e adoramos o Deus único, supremo e infinito. Reconhecemos Seu Filho, o Cristo único; o Espírito Santo, ou seja, o Consolador, o Confortador divino; e o homem como imagem e semelhança de Deus” (CS, p. 497).
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Este estudo metafísico foi preparado por Christie C. Hanzlik, CS, Boulder, Colorado, EUA, 720.331.9356 ccern@mac.com.
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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JSH-Online


REFLEXÃO
A graça, a cura e o amor infalível de Deus

Bill Moody

Da edição de Outubro de 2006 dO Arauto da Ciência Cristã

Você alguma vez sentiu que talvez houvesse alguma coisa a mais que precisasse fazer para merecer o amor de Deus? Ou que a maneira como você viveu no passado tenha lhe valido um lugar fora do amor de Deus? Para essas perguntas, a graça divina traz uma resposta de conforto e paz.

Enquanto ponderava toda essa questão sobre graça, senti que Deus simplesmente ama a todos nós, independentemente do que fizermos. Do ponto de vista da Christian Science, se Deus é Amor, se Ele é o Amor divino, infinito, eterno, onipresente, então tudo o que Deus pode fazer é ser esse Amor. Ele nos ama o tempo todo e em toda parte, de forma ilimitada e infinita. Esse amor existe para cada um de nós, não importa o que façamos no atual estado de existência.

Não podemos conquistar o amor de Deus e certamente não podemos perdê-lo, da mesma forma que nossas ações não nos fazem ganhar ou perder a luz do sol em um dia de verão ensolarado e sem nuvens. A mesma luz do sol está presente para todos, sem limite ou restrição pessoal, porque brilha sempre, universal e imparcialmente, e não apenas ao meio dia, quando nenhuma nuvem está presente. Da mesma forma, vivemos cada momento na luz do amor de Deus. Retiramos nosso sustento desse amor. Obtemos dele o significado e o propósito de nossa vida. O amor de Deus, vivenciado pela Sua graça, é a própria razão para a existência e a maior coisa para a qual nossa vida foi destinada. Vivemos para o Amor e vivemos para amar.

Será que esse conceito parece inviável ou sem aplicação direta para obtermos sucesso na vida? Considere isto: O que aconteceria se um empresário, um professor, um operário, uma dona de casa e o presidente da nação mais poderosa da terra, percebessem que o próprio significado e propósito da vida fossem a expressão do Amor divino? Isso teria um impacto direto nos negócios humanos? Mais exatamente, o que não sofreria impacto? O que não seria mudado? Para mim, esse é o potencial da graça divina, ou seja, que tudo é transformado pelo Amor e sua expressão.

A graça de Deus tem sido fundamental para a teologia Cristã, desde a época de Jesus e seus discípulos. Por exemplo, no Novo Testamento, a carta aos Hebreus declara: “...porquanto o que vale é estar o coração confirmado com graça...” (Hebreus 13:9).

Paulo aprendeu muito sobre a graça de Deus e sentiu o toque corretivo de Deus, quando se dirigia para Damasco. Naquele dia, foi salvo pela graça. Quem mereceu menos do que esse perseguidor dos seguidores de Jesus? O efeito da graça foi literalmente a transformação de Saulo em Paulo, elevando-o da posição daquele que julgava e condenava os cristãos para a de um professor, pregador e sanador nomeado por Deus. Paulo agora seguia os passos do Mestre, Cristo Jesus. Ele sabia que sua missão recém-revelada era o resultado direto da graça transformadora de Deus. “Porque eu sou o menor dos apóstolos”, escreveria ele mais tarde, “...não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus. Mas, pela graça de Deus, sou o que sou...” (1 Coríntios 15:9,10).

As palavras de Paulo oferecem uma promessa poderosa para cada um de nós, ou seja, que não importam os erros que possamos ter cometido ou pensado, a graça pode nos transformar agora mesmo, até mesmo em nossa própria estrada para Damasco. Portanto, a graça de Deus nos dá aquilo de que necessitamos para viver com motivos e afetos mais puros, a fim de realizar todo o bem do qual somos capazes.

A palavra graça em grego no Novo Testamento é charis. Um estudioso da Bíblia observa que o significado da raiz dessa palavra inclui: “alegrar, trazer alegria”, e que os gregos comumente saudavam uns aos outros com “Regozijai-vos!” (os cristãos viriam a saudar uns aos outros com “Sejas favorecido com graça!”). A mesma referência continua: “existe muito pouco na fraseologia antiga [antes da era Cristã] que explique a supremacia desse termo específico no Novo Testamento; uma nova experiência requer um novo nome. ´Graça´ indica o princípio da salvação do homem em Deus por intermédio de Jesus Cristo. É o amor de Deus espontâneo ... revelado e ativo em Cristo” (ver James Hastings, Dictionary of the Bible [New York: Charles Scribner´s Sons, 1948], p. 313). Outra referência na Bíblia amplia a definição de charis (graça), como “a influência divina no coração, e seu reflexo na vida” (James Strong, “Greek Dictionary of the New Testament,” Strong´s Exhaustive Concordance of the Bible, p. 77).

À medida que damos as boasvindas a essa influência divina em nossa existência, percebemos que toda nossa vida pode realmente ser uma oração repleta de graça divina. Orar não quer dizer apenas parar com as mãos postas para esse fim. Nossa vida é prova de nossas orações. Portanto, uma pergunta fundamental que poderíamos fazer a nós mesmos é: “Que tipo de oração estou vivendo?”. A Descobridora da Christian Science, Mary Baker Eddy, observou: “Viver de maneira a manter a consciência humana em constante relação com o divino, o espiritual e o eterno, é individualizar o poder infinito; e isso é Christian Science” (The First Church of Christ, Scientist, and Miscellany [A Primeira Igreja de Cristo, Cientista e Vários Escritos], p. 160).

Para mim, essa explicação é uma oração viva. Não era isso o que Jesus fazia também? Ele não “vivia de maneira a manter a consciência humana em constante relação com o divino?”. Lembremo-nos da ocasião em que ele foi ressuscitar Lázaro da morte. Antes de chamar Lázaro para fora do túmulo, Jesus disse: “Pai, graças te dou porque me ouviste. Aliás, eu sabia que sempre me ouves...” (João 11:41, 42). Sempre, disse Jesus. O Mestre certamente vivia com “a consciência em constante relação com o divino” e assim Deus o ouvia sempre. O poder da graça divina foi testemunhado de forma comovente, quando Lázaro saiu da tumba ainda envolto na mortalha com a qual fora enterrado. Você pode imaginar o que isso deve ter significado para aqueles que testemunharam esse momento supremo da graça de Deus em ação?

Creio que é somente pela graça de Deus que podemos ter a esperança de viver como Jesus viveu, sabendo que Deus nos ouve. Também, ter a certeza da resposta sempre-presente de Deus às nossas orações é vital para a prática da cura Cristã.
Graça e cura

À medida que sentimos a graça de Deus, a influência do Seu amor em nosso coração, ela se expressa naturalmente em nossa experiência pela prática da cura cristã científica. A cura, em seu sentido mais amplo, aponta para a eliminação final de qualquer vestígio de mortalidade e limitações. Tal cura significa vencer a doença e a dor, o desespero, a imoralidade, a pobreza, o desânimo, o medo, a violência, enfim, todas as mentiras deibilitantes com as quais a humanidade se defronta. Cada falsidade e seus aprentes efeitos na vida humana, podem ser eliminados pela compreensão da verdadeira natureza de Deus e do homem como Sua manifestação pura e espiritual. Isso inclui a cura do que talvez seja classificado como doença incurável ou pecado renitente. Sobre tal cura, a Sra. Eddy explicou: “Tudo isso é realizado pela graça de Deus, o efeito de Deus compreendido” (Christian Science versus Pantheism [Christian Science versus Panteísmo], p. 10).

Não podemos conquistar o amor de Deus e certamente não podemos perdê-lo, da mesma forma que nossas ações não nos fazem ganhar ou perder a luz do sol em um dia de verão ensolarado e sem nuvens.

Mary Baker Eddy associava claramente a graça com a cura. Em uma de suas cartas a um estudante, Frank Gale, ela o aconselhou sobre seu próprio ministério de cura. Em síntese, disse: “A cura passará a ser mais fácil e mais imediata à medida que compreenderes que Deus, o Bem, é tudo e o Bem é Amor. Deves obter o Amor e perder o falso sentido chamado amor. Deves sentir o Amor que nunca falha, aquele senso perfeito de poder divino que torna a cura não mais poder e sim, graça. Terás, então, o Amor que lança fora o medo e, uma vez eliminado o medo, desaparece a dúvida e teu trabalho está feito. Por quê? Porque nunca deixou de estar feito” (L08565, Mary Baker Eddy a Frank Gale, 9 de junho de 1891, The Mary Baker Eddy Collection, A Biblioteca Mary Baker Eddy para o Progresso da Humanidade).

Na cura pela Christian Science, precisamos abandonar qualquer sugestão de que a cura seja um “poder” pessoal que possuímos mediante um talento especial ou que possamos adquiri-la meramente por intermédio de meios e esforços humanos. Ao contrário, precisamos estar dispostos a nos render incondicionalmente à graça do Amor divino em nosso trabalho de cura. Grande parte da cura genuína é a simples evidência exteriorizada da graça divina.

Não seria todo exemplo de cura pela oração, a manifestação exteriorizada da graça de Deus, uma demonstração da Verdade que destrói aqueles elementos materiais do pensamento que obscurecem nossa harmonia inata? O fundamental para a cura cristã é vencer a ignorência e o medo, abandonar a vontade humana, aquilo em que falsamente se confia e os conceitos limitados, e se afastar do pecado e erradicá-lo sempre que necessário. Tal transformação do pensamento resulta no ajuste apropriado de qualquer situação que necessite ser corrigida e o resultado é a cura.

Isso é o que a graça do Amor efetua em nós. A ação do amor de Deus nos purifica da doença, do pecado e das concepções errôneas limitadas. O Amor divino, que extrai o erro e aniquila o mal, é o Amor poderoso; ele pode remover do nosso pensamento montanhas de falsas crenças. O abraço do Amor, por meio da atividade do Cristo (a influência divina no pensamento humano), nos tira da escuridão e nos traz para a luz da Verdade. A graça de Deus nos liberta para manifestarmos o que verdadeiramente somos: puros, completos, alegres filhos de Deus, o reflexo espiritual da Vida, da Verdade e do Amor. Não existe alegria maior do que a de descobrir como o Amor cuida constantemente de cada um de nós e como sua graça embeleza nossa vida.

No Velho Testamento, existe o relato da mulher sunamita, cujo filho falecera, a qual foi até o profeta Eliseu pedir ajuda. A resposta dela foi fundamental para a cura. Quando o servo de Eliseu a encontra no caminho, ele pergunta: “Vai tudo bem contigo, com teu marido, com o menino?” Sua resposta imediata, muito embora seu filho tivesse falecido, permanece como um testemunho notável da graça divina: “Tudo bem” (2 Reis 4:26). Quando, em meio a algum tremendo desafio, surge a pergunta: “Vai tudo bem conosco?” é somente por meio da graça que nós também podemos humilde e honestamente responder: “Vai tudo bem”.

Esse ponto de vista pode ser a chave para nossa prática de cura na Christian Science. As insistentes sugestões do que Paulo chama de mente carnal, de que algo não está bem, de que algo está longe de estar bem ou pode não estar bem, podem ser contestadas com firmeza. As sugestões insistentes que questionam nosso bem-estar, nossa saúde, nossa relação com Deus, que impõem crenças doentias e sintomas de dor, que negam a presença de Deus e que declaram que somos mortais limitados, fracos e frágeis, predispostos a doenças, tudo isso pode ser enfrentado com a afirmação cheia de expectativa: “Vai tudo bem!”.

Na verdade, qualquer que seja o desafio, tudo sempre vai bem, porque somos a semelhança pura e perfeita de nosso Criador, que está sempre bem. A perfeita bondade e saúde de Deus são refletidas para sempre em Seus bons e saudáveis filhos, ou seja, você, eu e toda a humanidade. Somos os filhos amados em quem Deus se compraz (ver Mateus 3:17).

Todo o bem que recebemos por meio da graça, assim como a cura e o progresso espirituais, dão testemunho não apenas do fato de que o amor de Deus por nós é abundante, mas também da realidade de que o poder de Seu Cristo salvador é insuperável. Em Ciência e Saúde, a Sra. Eddy escreveu extensamente sobre as obras de Jesus e como ele as realizou. Ela concluiu um parágrafo afirmando: “A graça e a Verdade são muito mais potentes do que todos os outros meios e métodos” (Ciência e Saúde, p. 67). Podemos ter grandes esperanças com essa compreensão e nos regozijar nela. Podemos confiar no poder supremo e na influência contínua da graça divina em nossa vida, agora mesmo.

Bill Moody é Praticista e Professor de Christian Science. Vive em West Tisbury, Massachusetts, EUA.


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