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Liberte-se da culpa e sinta o constante amor, afeição e misericórdia do nosso Pai-Mãe! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O CAstigo Eterno.

Christie Hanzlik, C.S., Boulder, CO
Posted Monday, October 24th, 2016

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
O castigo eterno
Liberte-se da culpa e sinta o constante amor, afeição e misericórdia do nosso Pai-Mãe!
24 a 30 de outubro de 2016


INTRODUÇÃO
Você certamente terá suas próprias percepções da lição desta semana "O castigo eterno". Eu poderia fazer uma piada sobre a eleição presidencial dos EUA parecendo o castigo eterno, mas não vou. Os políticos e os especialistas, assim como cada um de nós, somos dignos de misericórdia e graça, e de total salvação que são a tônica da lição desta semana.
A crença no castigo eterno é basicamente uma crença no inferno, uma separação do bem, Deus, por toda a eternidade. Mary Baker Eddy define inferno no Glossário de Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras,
“Inferno. Crença mortal; erro; luxúria; remorso; ódio; vingança; pecado; doença; morte; sofrimento e autodestruição; angústia autoimposta; os efeitos do pecado; aquilo que “pratica abominação e mentira” (588:1).
Para mim, a parte marcante desta definição de inferno é "angústia autoimposta", porque isso me deixa claro que o inferno não é uma punição forçada por um deus vingativo, é um pensamento limitado impondo emoções falsas sobre nós.
O sintoma mais comum de inferno é a crença na "culpa". A culpa é o que parece sentirmos quando pensamos que não somos dignos. A culpa faz com que nos sintamos separados de Deus. Conheço pessoas que dizem que se sentem culpadas por coisas que comem, por se exercitar muito pouco ou demais, por cometer erros, ou por procrastinar. Já ouvi alguns Cientistas Cristãos dizer que se sentem culpados quando estão doentes ou têm algum problema. Alguns de nós provavelmente nos sentimos culpados até mesmo por nos sentirmos culpados! Bem, a culpa não cura. E a culpa não é de Deus. "Deus é Amor" (B5, CS1, B8 1João 4:16). O Amor cura.
A crença no castigo eterno é uma falsificação grosseira da verdadeira afeição do Amor divino. Nosso guia, Cristo Jesus, compreendia perfeitamente nossa relação inseparável com nosso Pai misericordioso, que perdoa, ama e acalenta Sua criação. Por meio da oração, podemos compreender nossa relação com nosso Pai-Mãe tão claramente como Cristo Jesus a compreendia. Ele mostrou-nos o caminho para nos libertarmos da culpa e sentirmos o constante amor, afeição e misericórdia do nosso Pai-Mãe! Nosso desejo de segui-lo está expresso no sexto fundamento, que é o tema principal da lição dessa semana. "E solenemente prometemos ser vigilantes, e orar para haver em nós aquela Mente que havia também em Cristo Jesus; fazer aos outros o que desejamos que eles nos façam; e ser misericordiosos, justos e puros" (CS25 p.497).
Alguns de vocês talvez tenham aceitado a "tarefa opcional #1" sugerida no Estudo Metafísico da Lição "A doutrina da reconciliação". A tarefa era estudar os seis fundamentos porque cinco deles faziam parte das três Lições Bíblicas atuais, que derrotam as diversas sugestões da falsa teologia. Aqui está um resumo das três lições e seus temas:
- A doutrina da reconciliação: somos sempre um com Deus; o foco da lição era "graça", que nós podemos definir como nosso lembrete de nossa conexão com Deus/Amor. A graça nos faz sentir nossa unificação.
- Período de experiência após a morte: somos sempre um com Deus; não existe um processo de morte para nos tornarmos um com Deus. O foco da lição estava sobre nosso constante progresso, enquanto andávamos "como filhos da luz". Não estamos na escuridão lutando para encontrarmos a luz, mas já somos filhos da luz, já somos um com a luz do Amor.
- O castigo eterno: somos sempre um com Deus; não há nenhum castigo eterno/separação do Amor; e um dos temas desta lição é a "misericórdia". A misericórdia do Amor nos liberta de sentirmos culpa, vergonha ou separação.
Para aqueles que realizaram a tarefa de estudar os seis fundamentos, vocês provavelmente perceberam a postura radical que a Ciência Cristã toma contra a velha crença teológica de que estamos separados de Deus. As teorias teológicas do pecado, da doença, da morte, da culpa e do castigo eterno são nada mais do que uma noção falsa de que estamos separados de Deus/do Amor. E, quando reconhecemos nossa unificação, somos libertados dos efeitos dessa falsas crenças.
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Texto Áureo e Leitura Alternada:
Parece que o oposto da punição/culpa é a misericórdia. E não é coincidência que, em uma lição Bíblica que está desafiando a falsa crença do castigo eterno, a palavra "misericórdia" ou "misericordioso" ocorra catorze vezes.
A ideia de "misericórdia" já aparece logo no início na lição. O Texto Áureo descreve a bondade e a misericórdia eternas de Deus, nosso Redentor.
Mas o que é misericórdia? Quando precisei explicar a palavra "misericórdia" para um grupo de garotos de oito anos no Acampamento do Cedros há três verões, ocorreu-me que a misericórdia era quando algo grande e poderoso era gentil com algo muito menor, como quando um cão imenso é delicado com um bebezinho. Gosto muito das histórias de "amizades improváveis" sobre as mamães leoas cuidando de bebês cabras e de um gorila gigante afeiçoado a um gatinho. Essas relações são lampejos da misericórdia que o Amor nos mostra. O infinito e todo-poderoso Deus é terno com cada um de nós. Mary Baker Eddy captura isso mito bem nesta frase: "Esta força é como o oceano, capaz de mover navios, mas recuando ao toque de um dedo" (Miscellany, 121:9).
O conceito de misericórdia se repete por três vezes na Leitura Alternada, cada uma delas reiterando o conceito de que o Deus todo-poderoso nos ama com ternura.


Seção 1: Deus É misericordioso
A seção 1 nos lembra do "amor eterno" de Deus (B1, Jeremias 31: 3). Com mais três referências à misericórdia nessa seção, podemos encontrar conforto no fato de que "Deus é Amor" e não é um repressor (B5, 1 João 4:8; CS1 p. 6).
Não é que temos de buscar a misericórdia de Deus, mas sim que Deus É misericordioso. Não precisamos pedir perdão, mas em vez disso podemos sentir as misericórdias de Deus como uma fonte aberta que está constantemente fluindo (CS5, p. 13).
O fato de Deus mostrar Sua constante misericórdia não significa que podemos nos afastar dEle e sentir conforto e segurança. À medida que nos afastamos, Deus ainda está nos amando, mas podemos nos sentir como que separados [pecadores] e este sentimento de separação é desagradável. Estar separado do bem é uma sensação ruim. Mary Baker Eddy explica: "Se no presente estamos satisfeitos em fazer o mal [afastados do bem], temos de aprender a ter-lhe repugnância. Se no presente estamos satisfeitos com a ociosidade [desinteressados], temos de ficar insatisfeitos com ela. Lembra-te de que, mais cedo ou mais tarde, seja pelo sofrimento, seja pela Ciência, a humanidade tem de se convencer do erro a ser superado" (CS3, p. 240). [termos em itálico nos colchetes foram adicionados]). Faz sentido, pois, que o Amor Divino esteja constantemente derramando ternura e carinho, mas se nos afastamos e ficamos reticentes em receber essas bênçãos, precisaremos, em algum momento, aprender a nos volver e sentir o amor completo que esteve lá o tempo todo.


Seção 2: A crença mítica da falta de misericórdia
Esta seção abre com a história de Caim e Abel em Gênesis, e, com certeza, me deixa grato pelo primeiro ponto teológico: "Como adeptos da Verdade, tomamos a Palavra inspirada da Bíblia como nosso guia suficiente para a Vida eterna" (CS, p. 497). Não sei como poderia compreender a história de Caim e Abel sem inspiração.


Sem inspiração: Caim mata seu irmão e enfrenta o castigo eterno.


Com inspiração: "Esse relato não se refere ao homem imortal [totalmente espiritual], mas sim ao homem mortal [limitado], e se refere ao pecado [a separação de Deus], ​​que é temporal [e não é de fato possível]" (CS6, p. 538). O mito no Gênesis sobre Caim e Abel como descendentes de pais mortais é, nas palavras de Mary Baker Eddy, "fratricida." Aniquila com a fraternidade do homem. Rejeita Deus, o Amor, como o Criador.
Fundamentalmente, a falsa crença no castigo eterno mina a autoridade de Deus como Amor onipotente e infinito. "A crença de que haja vida na matéria peca [separa o homem de Deus] a cada passo" (CS9, p. 542). Mary Baker Eddy não tem palavras gentis para o mito que tenta separar o homem de Deus. "A Verdade, por meio de suas leis eternas, põe o erro a descoberto. A Verdade, leva o pecado [a crença na separação de Deus] a se trair..."(CS9, p. 542). Ela repreende a sugestão mítica de um deus limitado que não conhece sua criação e refuta a ideia de que a falsidade (a mentira de Cain) poderia ser ocultada.
Sejamos claros! Caim e Abel são um mito. Se esta história confunde você, e ela deve ... saiba que é um mito enevoado sem rima ou razão. A serpente tem o objetivo de nos confundir.

O mais importante? Deus não castiga. "O pecado [a crença na separação do bem] é seu próprio castigo" (CS11, p. 537).
Então, como é que progredimos quando precisamos de correção? "O Amor divino corrige e governa o homem. Os homens podem perdoar, mas somente esse Princípio divino reforma o pecador [a falsa crença de que podemos estar separados do Amor]"(CS12, p. 6).


Seção 3: Jesus demonstra misericórdia
Na seção 3 temos a clara ilustração da misericórdia de Jesus. Quando lhe foi perguntado como punir uma mulher que cometera adultério, ele respondeu: "Quem de vocês estiver sem pecado, que seja o primeiro a atirar uma pedra nesta mulher" (B10, João 8, NTLH). Cristo Jesus demonstrou como a misericórdia do Amor pode superar a crença de que poderíamos estar sempre separados do bem. "O pecado só é perdoado quando destruído pelo Cristo [a nossa consciência de Deus] ​​- A Verdade e a Vida" (CS15, p. 5).
Cristo Jesus tinha um sentido tão perfeito da nossa impecabilidade. "Pelo arrependimento, pelo batismo espiritual e pela regeneração, os mortais [aqueles que pensam que estão separados de Deus] se despem de suas crenças materiais [limitadas] e de sua falsa individualidade [culpa]" (CS17, p. 242).

Seção 4 - Jesus mostra misericórdia ao lavar os pés dos discípulos com torrentes de Amor
Na Seção 4 Jesus mostra outro exemplo de misericórdia quando lavou os pés dos discípulos. Aqui, o grande Mestre serviu seus alunos com tanta ternura e humildade, demonstrando sua bela misericórdia. Jesus era forte e poderoso e ainda mostrou sua bela misericórdia aos seus discípulos. Ele expressou o poder de Deus: "Esta força é como o oceano, capaz de mover navios, mas recuando ao toque de um dedo" (Miscellany, 121:9).
Com a sua grandiosa força, Jesus mostrou misericórdia absoluta aos seus discípulos. Ele estava simbolicamente lavando-os de sua crença de que eles poderiam ser separados do Amor.
A purificação inspirada pelo Cristo que os discípulos sentiram naquele dia está disponível a todos nós a cada momento. Ser "lavados" a cada dia é nosso batismo, que Mary Baker Eddy define como "purificação pelo Espírito; submersão no Espírito” (CS20, p.581). Ela explica: "Nosso batismo é a purificação de todo o erro. ... O desígnio do Amor é reformar o pecador [aqueles que creem estarem separados do Amor] " (CS21, p.35).
Podemos sentir diariamente o batismo e a purificação das “torrentes do Amor” misericordioso. “A perfeição cristã não se alcança sobre nenhuma outra base”(CS22, p.201).
Outra maneira que podemos nos batizar a cada dia é praticar o 6º Fundamento: “E solenemente prometemos ser vigilantes, e orar para haver em nós aquela Mente que havia também em Cristo Jesus; fazer aos outros o que desejamos que eles nos façam; e ser misericordiosos, justos e puros” (CS25, p.497).


Seção 5: Pedro com misericórdia ressuscita Tabita
Na Seção 5 lemos sobre Pedro ressuscitando Tabita (Dorcas). Para mim, o significado desta história no contexto de uma lição focada em misericórdia é que Tabita era uma mulher que fez todos os tipos de boas ações para todos. Foi injusto e desleal que ela fosse "punida" por ser boa.
Existe um mito de que as pessoas que fazem o maior bem são punidas. Mas isso é uma mentira. Aqui estão algumas das leis divinas que corrigem esse mito estúpido:


. “Para os que [como Tabita] se apoiam no infinito sustentador, o dia de hoje está repleto de bênçãos” (CS26, p.vii).


· “Deus jamais castiga o homem [ou mulheres como Tabita] por agir corretamente, por um esforço honesto ou por atos de bondade, embora isso o exponha à fadiga, ao frio, ao calor, ao contágio” [CS27, p.384).


· "Aquele que faz o maior bem, não recebe por isso a penalidade mais severa" [CS28, p.387].


Em suma, todos nós podemos declarar: "Nunca estou mais seguro do que quando estou fazendo a obra de Deus.”


Seção 6: O Senhor é Deus compassivo e grande em misericórdia
Somos lembrados na sexta seção que Deus é cheio de compaixão, piedoso, paciente, e grande em misericórdia. (B19 Salmos 86:15) Deus perdoa. Deus não castiga. Não há castigo eterno.
E esta seção inclui o terceiro fundamento: “Reconhecemos que o perdão do pecado, por parte de Deus, [nossa crença de que poderíamos ser separados] consiste na destruição do pecado [essa falsa crença] e na compreensão espiritual que expulsa o mal por discernir que ele é irreal. Mas a crença no pecado [de separação] é castigada enquanto ela perdura” (CS30, p.497). Esse fundamento torna tão claro que a crença na separação só pode nos afetar, enquanto permanecemos agarrados a ela, mas que não podemos realmente ser separados de Deus. A crença na separação, como exemplificada no mito de Caim, é uma mentira. Não há separação.
Enquanto estamos aprendendo a grande lição de que não podemos ser separados do bem, não estamos sozinhos. O Amor está nos guiando e nos ajudando ao longo do caminho. Como Mary Baker Eddy declara: “O Amor inspira, ilumina, designa o caminho e nele nos guia" (CS31, p.454). E o Amor nunca fica sem energia ou tempo para cuidar de cada um de nós. “O Amor divino é infinito. Portanto, tudo o que realmente existe está em Deus, é de Deus, e manifesta o Seu amor” (CS32, p.340).
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Este estudo metafísico foi preparado por Christie C. Hanzlik, CS, Boulder, Colorado 720.331.9356 ccern@mac.com
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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