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Revista-se de imortalidade, agora e para sempre! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Os mortais e os imortais.

Rick Stewart, C.S., Dresden, Germany
Posted Monday, November 7th, 2016

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA


Revista-se de imortalidade, agora e para sempre!
7 a 13 de novembro de 2016
Os Mortais e os Imortais


Você já refletiu sobre a eternidade? Significa bem mais do que planejar a longo prazo, ou pensar no futuro. Trata-se de refletir sobre si mesmo e sobre toda a boa criação de Deus como algo muito mais do que: “hoje presente aqui, amanhã não mais, partiu”. Trata-se de viver feliz daqui por diante, ao extremo, ao infinito, para a eternidade. É isso aí, esse é o modelo de Vida que Deus instituiu, criou e espera que Seus filhos compreendam – a imortalidade. Podemos começar a pensar na vida como ela sempre foi, sempre é e sempre será. Também podemos pensar em como nos encaixamos nesse modelo de Vida. Esta Lição Bíblica nos põe a caminho para a imortalidade na vida diária.
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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O Texto Áureo nos lança nessa grande aventura de percepção da imortalidade, agora.
Texto Áureo: Eclesiastes 3: 14,15: “Sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe pode acrescentar e nada se lhe pode tirar …O que é já foi, e o que há de ser também já foi.”
Tanto o Texto Áureo como a Leitura Alternada vêm de livros da Bíblia chamados de “Literatura de Sabedoria,” que compreendem os seguintes livros: Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cantares de Salomão. As palavras desses livros propõem ensinar sobre a divindade e a virtude. E têm a clara intenção de inspirar a cada um de nós a aprender essas lições e deixar que estabeleçam um fundamento em nossa vida. E essa sabedoria tem-se provado prática e duradoura desde quando essas palavras foram escritas há milhares de anos. Sim, essa sabedoria descreve vidas que pretendem ser eternas, duradouras, para sempre, imortais.
Lembro-me de ter captado um vislumbre disso quando alguém me pediu para ler os seguintes versículos (encontrados na Leitura Alternada) e de responder às perguntas. Jó 38: “Cinge […] os lombos como homem, pois eu te perguntarei, e tu me farás saber. Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra? Díze-mo, se tens entendimento. Quem lhes pôs as medidas, se é que sabes? Ou quem estendeu sobre ela o cordel? Sobre que estão fundadas as suas bases ou quem lhes assentou a pedra angular, quando as estrelas da alva, juntas, alegremente cantavam, e rejubilavam todos os filhos de Deus?”
Meu amigo pediu-me para pensar sobre onde eu estava quando Deus criou a terra. Esse amigo também pediu para que pensasse no que a Bíblia diz: “Quando [...] se rejubilavam todos os filhos de Deus?” Que se “todos os filhos de Deus se rejubilavam”, e que eu era um filho de Deus, então eu devia ter estado lá! Então eu poderia declarar: “Eu estava lá!”. Isso tudo me fez pensar!
Desse modo, vamos descobrir como nos tornar usuários de longo percurso e não apenas de curtos trechos Aprenderemos a viver no agora que existe eternamente, como indivíduos que vivem com perspectiva da existência imortal. E isso não é como histórias de heróis extraordinários ou de criaturas horrendas surgidas das trevas, mas como filhos da Luz que é a Vida eterna, produtiva e amorosa.


Seção 1: A criação de Deus nunca é mortal.
Quando lemos esta primeira seção, projetamos a base de por que a vida é imortal, espiritual, não é feita de matéria e nunca é mortal! Se você estiver enfrentando qualquer sugestão ou crença de que sua existência esteja sendo encurtada, ameaçada, governada pela matéria, ouça a estas traduções das citações bíblicas B3 e B4.
B3 | Hebreus 4:12 – AMP Porque a Palavra que Deus fala está viva e cheia de poder [tornando-a ativa, operante, energizante, e eficaz]; é mais afiada do que qualquer espada de dois gumes, penetrando a linha divisora do fôlego da vida (alma) e o espírito [o imortal], e das juntas e das medulas [das artes mais profundas de nossa natureza], expondo, peneirando, analisando e julgando os pensamentos e os propósitos do coração (Tradução livre).
PHIL Porque a palavra que Deus fala está viva e ativa; ela corta mais incisivamente do que qualquer espada de dois gumes: ela atravessa o lugar onde a alma e o espírito se encontram, no mais íntimo do ser de um homem: ela examina todos os pensamentos e os motivos do coração do homem (Tradução livre).
NTLH Pois a palavra de Deus é viva e poderosa e corta mais do que qualquer espada afiada de dois lados. Ela vai até o lugar mais fundo da alma e do espírito, vai até o íntimo da pessoa e julga os desejos e pensamentos do coração dela.
NVI Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração.
VOICE A palavra de Deus, veja só, está viva e em movimento; mais afiada do que uma espada de dois gumes; abrindo caminho pela linha divisória entre a alma e o espírito; capaz de julgar os pensamentos e o desejo do coração (Tradução livre).
MSG Tudo o que Deus diz é sério. O que ele diz acontece. Sua poderosa Palavra é aguda como o bisturi e capaz de cortar tudo, seja dúvida, seja desculpa, mantendo-nos abertos para ouvir e obedecer.
B4 | João 6:63 – NVI O Espírito dá vida; a carne não produz nada que se aproveite.
Em Ciência e Saúde, na citação 1, lemos: “O espírito é o que vivifica; a carne para nada aproveita'. Não existe associação, nem presente nem eterna, entre o erro e a Verdade, entre a carne e o Espírito" (356:15–18).
Qual a eficácia e a rapidez desta "Palavra de Deus"? Quando eu era adolescente, aconteceu o seguinte. Um amigo de um de nossos alunos da Escola Dominical em Ocala, Flórida, veio visitar a Escola Dominical. Ele veio apenas uma vez. Logo em seguida, ele foi mordido por um macaco de estimação. Seu polegar ficou infectado e os cirurgiões estavam a poucas horas de amputá-lo. Sua mãe, que não era Cientista Cristã, nunca tendo visitado a nossa igreja, ligou para a minha mãe, Glatha Stewart, com uma pergunta: "Você pode fazer algo?" Minha mãe aceitou orar pelo garoto. Quando os cirurgiões examinaram o dedo antes de operar, descobriram que estava bom. Não havia mais infecção e o polegar já estava a caminho de estar perfeito.


Seção 2: Davi e Golias, nenhuma história de azarão!
Nesta seção, temos a história de Davi e Golias em 1Samuel 17. É provável que você conheça a história deles de cor. Golias ameaça os exércitos de Israel e provoca um homem para que lute com ele. Todos os soldados estão amedrontados, mas o jovem Davi acaba sendo voluntário. Davi mata Golias com sua funda! Esta história é geralmente retratada como o exemplo do azarão vencedor. O gigante Golias contra o pequeno Davi. Mas não tenho certeza de que seja um retrato preciso! Golias é muito grande e tem uma bela armadura e armas, mas Davi, um azarão? Alguém equipado com a compreensão do poder e da defesa espirituais pode ser considerado um azarão? O poder material e o armamento opressor são mesmo a melhor defesa?
Em 2Samuel, lemos: "Deus é a minha fortaleza e a minha força e ele perfeitamente desembaraça o meu caminho" (B7, 2Samuel 22:33).
A Sra. Eddy escreve: "Algum dia, aqui ou no além, todo mortal terá de lutar contra a crença mortal em um poder oposto a Deus, e vencê-la" (CS7, 569:3).
Não estará na hora de deixarmos de nos impressionar tanto com o poder da matéria ou da força mortal e começarmos a adotar a força moral que vem com uma fé demonstrada em Deus, o Espírito?
Mary Baker Eddy começou um movimento que realmente desafia a aparente superioridade da força mortal. Através da razão, da inspiração e da demonstração, ela geralmente duplicava o feito de Davi, calando o rosnado de uma suposta gigante chamada matéria.
Ela escreve: "A crença em uma base material, da qual se possa deduzir toda a racionalidade, está lentamente cedendo à ideia de uma base metafísica, está desviando sua atenção da matéria como causa, e vendo que a Mente é a causa de todo efeito. As hipóteses materialistas desafiam a metafísica para um combate decisivo. Neste período revolucionário, tal como o jovem pastor com sua funda, a mulher avança para lutar com Golias" (CS9, 268:6).
O que realmente torna um homem poderoso: matéria, físico, músculos, força mortal? Ou a presença do Senhor em seu coração? A fé corajosa e a determinação geralmente provam uma força além de algo material. Não raro eu me refiro à história inspiradora de Nic Vujicic quando quero ter certeza de que minhas prioridades estão corretas. Nic tem 33 anos e é um evangelista australiano, palestrante motivacional, marido amoroso e pai de dois filhos. Nick viaja o mundo todo falando para inúmeras escolas e, há alguns anos, falou para 10.000 pessoas em um estádio em Manila. Acho que já esteve em 65 países. Ele é muito eficaz em sua mensagem. Os pais dele são sérvios, ele nasceu na Austrália, mas se considera um cidadão do Reino dos Céus.
Seus pontos principais: 1. A fé em ação transforma sua vida. 2. Não deixe que as circunstâncias impeçam que você viva deliberadamente. 3. Não menospreze as coisas. 4. Você não pode fazer tudo sozinho.
Ah, não mencionei, mas Nic não tem braços nem pernas. Ele está armado com o Amor e a força de Deus e caminha pelo mundo com uma meta, compartilhar uma mensagem de que "todos nós somos importantes e somos belos!"
https://www.youtube.com/watch?v=pSRsw5qJ18A (com legenda em português)
https://www.youtube.com/watch?v=M8Qfe2lYrWA (em inglês)
Mary Baker Eddy escreve: "O homem é ideia, a imagem, do Amor; ele não é físico" (CS 475:13-14).


Seção 3: Não há preocupação na imortalidade, observem os Corvos!
Esta seção nos dá o exemplo que Jesus compartilhou no Sermão do Monte sobre não se preocupar! Observem os corvos e os lírios. Isso mesmo, Deus está cuidando deles e Ele certamente tomará conta de você, para sempre.
"Observai os corvos, os quais não semeiam, nem ceifam, não têm despensa nem celeiros; todavia, Deus os sustenta. Quanto mais valeis do que as aves! Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida? Se, portanto, nada podeis fazer quanto às coisas mínimas, por que andais ansiosos pelas outras? Observai os lírios; eles não fiam, nem tecem. Eu, contudo, vos afirmo que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. […] Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino" (B10, Lucas 12:24-27, 32).
Assim eu faço, eu considero os corvos. Quando levo nosso cachorro, Theo, para caminhar pelos prados do Rio Elba, aqui em Dresden, nós raramente ficamos sozinhos. Principalmente no outono. Somos acompanhados por alguns corvos alertas e, às vezes, por gralhas. Eles observam todos os nossos passos. É possível perceber esses pássaros refletirem a inteligência da Mente Divina Imortal. Eles aprenderam que muitos tutores de cães passeiam pela orla do Elba com uma sacolinha de guloseimas caninas. Esses tutores não só recompensam seus bichinhos de estimação com um petisco, como um corvo alerta também acaba ganhando um ou dois.
E outra adorável descoberta foi quando vi alguns desses mesmos pássaros voando alto sobre a estrada que percorre o rio e, em seguida, deixando cair uma noz para que ela se partisse. Era uma alegria observá-los em seus esforços; apanhar uma noz de uma árvore, voar alto, deixá-la cair e devorá-la quando se partisse.
Descobri na Internet algumas gralhas que encontraram uma maneira de derrotar até mesmo o que parecia ser uma noz difícil de quebrar. Elas derrubam a noz na estrada, deixam os carros passar por cima e voam baixo para comer. https://www.youtube.com/watch?v=BGPGknpq3e0
A lição que tive foi que se você ouvir, se você não se preocupar, se você não duvidar, você poderá confiar que a Mente Imortal vai mostrar o caminho. Mas temos de nos afastar da preocupação e estar dispostos a confiar e a ouvir.
"Para sermos imortais, temos de abandonar o senso mortal das coisas, volver-nos da mentira da crença errônea para a Verdade, e colher da Mente divina os fatos sobre o existir" (CS16, 370:2–5).


Seção 4: Deixe entrar a Luz da imortalidade: o Monte da Transfiguração
Gosto muito da história de Mateus 17, onde Jesus leva três dos seus discípulos a uma montanha e começa a transfigurar-se bem diante dos olhos deles. Suas vestes tornaram-se brancas como a luz e então apareceram Moisés e Elias conversando com Jesus.
Pensem nisso, milhares de anos parece separar essas pessoas e, no entanto, nem o tempo, nem a geografia puderam limitar a real individualidade, sua identidade imortal, de transparecer e ser testemunhada. Algo mais a ser pensado: relata-se que Elias ascendeu ao céu e que o corpo de Moisés nunca foi achado.
Em um belo artigo: “O modelo dado na montanha”, a autora, Julia M. Johnston escreve: Lemos em Êxodo que, quando Aarão e os filhos de Israel viram Moisés depois da sua experiência no monte Sinaí, “a pele do seu rosto resplandecia” (34:30); e lemos em Mateus (17:2) que, no monte da transfiguração, o rosto de Jesus “resplandeceu como o sol”. Os três discípulos viram e ouviram Jesus e Moisés e Elias conversarem. O sentido mortal sobre esses homens foi silenciado, e os fatos eternos em relação a eles tornaram-se claramente visíveis. Nenhum parecia estar preso à matéria, estar sujeito à velhice ou à morte ou estar ausente. A identidade individual de cada um foi reconhecida como sendo divina e eterna.
“O modelo dado na montanha” de Julia M. Johston, publicado no Arauto da Ciência Cristã em janeiro de 1954. http://pt.herald.christianscience.com/portugues/edicoes/1954/1/004-01/o-modelo-dado-na-montanha A citação 21 de Ciência e Saúde expõe: “Um simples momento de consciência divina, de compreensão espiritual da Vida e do Amor, é um vislumbre antecipado da eternidade. Esse panorama sublime, que se obtém e retém quando se compreende a Ciência do existir, estenderia, com a vida discernida espiritualmente, uma ponte sobre o intervalo da morte, e o homem estaria na plena consciência de sua imortalidade e eterna harmonia, onde o pecado, a doença e a morte são desconhecidos” (p. 598:22-29).
Na edição Agosto de 2012 do CS Journal, o praticista e professor de Ciência Cristã, Allison Phinney, CSB, respondeu a pergunta:
“P: O que representou Moisés e Elias, especificamente, terem sido escolhidos a aparecer com Jesus na transfiguração? – Um leitor do Journal.
“R: Esses personagens de destaque do Antigo Testamento, mais do que outros, deram a arrancada a mudanças de longo alcance no pensamento humano. Moisés havia estabelecido praticamente sozinho os Mandamentos e a lei moral. O papel profético de Elias conduziu à contínua percepção da necessidade de uma visão espiritual para além do poder secular para guiar e dar respostas. Por isso não é de surpreender que fossem Moisés e Elias os que apareceram com Jesus durante sua transfiguração.
“Mary Baker Eddy falou da presença de Moisés na transfiguração como representando, ou manifestando, a ideia da lei moral, e Elias como representando a profecia (ver Advice to Healers (Conselho aos Sanadores), p. 33, A Biblioteca Mary Baker Eddy, e We Knew Mary Baker Eddy, edição ampliada, p. 310). Mas para ela a transfiguração não permaneceu como um acontecimento do passado. O evento tinha enormes lições práticas para os Cientistas Cristãos imediatamente aqui e agora. Foi um relato maravilhoso, mas ilustrou o fato básico do Cristianismo científico de que a realidade divina vence e desloca uma mentalidade humana material.
“De certo modo, a transfiguração é o que está acontecendo a todos que estejam esforçando-se a viver mais intimamente em obediência a Deus. Não podemos deixar de perceber que a vida humana não é a realidade inescapável que parece ser. Ela é um estado do pensamento que aceitou desapercebidamente a vida tal como percebida pelo senso material
“A obediência a Deus e a compreensão espiritual resultante disso, por outro lado, leva a uma nova e persuasiva consciência da vida no e do Espírito. Nessa consciência desperta, a realidade espiritual deixa de ser obscura.
“Os discípulos viram a verdadeira natureza eterna de Jesus como filho de Deus. Também viram que Moisés e Elias não tinham morrido, mas continuado a viver e a aprender sua natureza inteiramente espiritual e imortal –como todos nós iremos fazer.”
Allison Phinney
Jamaica Plain, Masschusetts, EUA.


Seção 5: Os grilhões de Pedro foram removidos, progredindo na imortalidade.
Nos Atos dos Apóstolos, lemos na citação B15 que um homem, Enéias, estivera de cama por oito anos com paralisia, e Pedro o curou (Atos 9: 32-34). Apenas alguns capítulos mais tarde em Atos 12, nos é dito que Herodes , o rei, prendeu Pedro e o colocou na prisão porque "agradou os judeus" (B16).
Bem, essa seria certamente uma boa razão para parar de curar, afinal depois de tudo você pode ser jogado na prisão! A ameaça de perseguição é suficiente para deter uma verdadeira testemunha? Ao longo da história, quantas ações justas e ações de indivíduos corajosos resultaram em prisão e perseguição? Mas não é interessante ver que a própria Verdade que traz cura, também traz a liberdade?
Alguns de vocês alvez conheçam o conferencista e professor de Ciência Cristã, John Wyndham. Quando adolescente, assisti à sua palestra: "Pensamos de verdade ou apenas pensamos que pensamos?" Nessa palestra, ele fala de estar preso durante a Segunda Guerra Mundial e de como, por meio das suas orações na Ciência Cristã, foi libertado e salvo da execução. Uma coisa de que me lembro de sua palestra foi de ele ter escrito as letras, "CT", “Controle o pensamento”, em sua cela da prisão.
Este link leva aos registros históricos das conferências da Ciência Cristã (em inglês) http://christiansciencect.org/historical-christian-science-lectures/
Como o apóstolo Pedro e John Wyndham, também podemos nos elevar acima das crenças de encarceramento inevitável e em vez disso ouvir as mensagens de anjos que removem todos os grilhões e limites. Elevamo-nos acima de desafios e limites mortais e crescemos até uma compreensão de nossa verdadeira natureza como a ideia imortal da criação de Deus.
Podemos nos rebelar contra todas as crenças de aprisionamento tais como o pecado, a doença e até mesmo a prisão física, por meio dessa compreensão de nossa natureza imortal como filhos de Deus.
Como a Sra. Eddy escreve em Ciência e Saúde: “Por consenso universal, a crença mortal se autoinstituiu como lei, para atar os mortais à doença, ao pecado e à morte. […] A chamada lei da mente mortal, conjetural e especulativa, é anulada pela lei da Mente imortal, e a falsa lei deveria ser calcada com os pés” (CS23, 229: 15-16, 19).
(Lembre-se do CT! - Controle o pensamento!)


Seção 6: Cristo revela nossa vida imortal, aqui e sempre! Basta perguntar a Paulo.
A citação bíblica B20 vem de 2Timóteo. Segundo a carta, Paulo está encorajando Timóteo a não ter um espírito de timidez e não ter medo. Alguns estudiosos questionam a autoria de Paulo dessa carta, mas não todos. E aqueles que pensam que seja realmente de Paulo sentem que é de quando ele esteve preso e prestes a ser morto. Paulo adverte a Timóteo, seu filho em Cristo, para ser diligente e firme e estar ciente dos falsos ensinamentos. Mas ele também incentiva maravilhosamente que Timóteo se lembre de que "nosso Salvador Jesus Cristo" aboliu a morte e trouxe a "imortalidade" à luz.
"Não te envergonhes, portanto, do testemunho de nosso Senhor, nem do seu encarcerado, que sou eu; pelo contrário, participa comigo dos sofrimentos, a favor do evangelho, segundo o poder de Deus, que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos, e manifestada, agora, pelo aparecimento de nosso Salvador Cristo Jesus, o qual não só destruiu a morte, como trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o evangelho” (B20, 2Timóteo 1: 8-10).
Através do Evangelho!!! Através da Palavra ou da Verdade manifestada. Agora, a boa notícia é que nós somos de fato mais do que uma pilha de ossos e carne, somos de fato, em nossa verdadeira identidade, a manifestação gloriosa da ideia imortal da criação de Deus, espiritual. E isso é o que Mary Baker Eddy como Descobridora e Fundadora da Ciência Cristã revela em seu trabalho principal, Ciência e Saúde com a Chave para as Escrituras. Em afirmação exata e precisa do Evangelho.
“Na ilusão pela qual a vida está aqui hoje e desaparecerá amanhã, o homem seria inteiramente mortal, se não fosse pelo fato de que o Amor, o Princípio divino encontrado na Ciência divina, destrói todo o erro e traz a imortalidade à luz” (CS29, 305: 22-27).
“Não podemos sondar a natureza e a qualidade da criação de Deus, mergulhando nas águas rasas das crenças mortais. Temos de inverter o rumo do nosso débil esvoaçar — dos nossos esforços para encontrar vida e verdade na matéria — e elevar-nos acima do testemunho dos sentidos materiais, acima do mortal, para a ideia imortal de Deus. Essa perspectiva mais clara, mais elevada, inspira o homem, que é a semelhança de Deus, a alcançar o centro e a circunferência absolutos do seu existir” (CS30, p. 262: 9).
Bem, acaso temos de esperar até sermos a plena manifestação da luz ou completamente espiritual? Foi-me explicado certa feita que o eterno não começa de repente e depois continua a existir. Eterno é algo como um anel (aro) que não tem começo nem fim. Tal como nosso Texto Áureo e nossa Leitura Alternada nos revelam: “O que é já foi e o que há de ser também já foi”. Por isso sempre fomos e sempre seremos como Deus nos criou: imortais. E como estamos em meio à nossa existência eterna e imortal, por que não agir como tal? Como nosso maravilhoso exemplo, Nic Vujiicic, nos mostra em sua vida vibrante, devíamos viver não por causa de certa imagem ou para uma imagem corporal, mas porque amamos o Cristo e gostamos de compartilhar o Cristo em nossa vida diária. As ideias imortais da criação de Deus estão ao nosso redor, podemos reconhecê-las e regozijar-nos nelas.
O seguinte intercâmbio entre um estudante de Ciência Cristã e a Sra. Eddy sempre foi de grande ajuda para mim:
A instrução da Sra. Eddy.
"Estamos felizes em ter o privilégio de publicar um extrato de uma carta para a Sra. Eddy, de um Cientista Cristão no Ocidente, e a resposta da Sra. Eddy. A questão levantada é importante e sobre a qual deve haver ensino absoluto e correto. Os Cientistas Cristãos têm a sorte de receber instrução de sua Líder sobre este ponto. Seguem a pergunta e a resposta da Sra. Eddy.
"Na noite passada, eu fui corrigido por um praticista da Ciência Cristã porque me referi a mim mesmo como uma ideia imortal da Mente divina. O praticista disse que minha declaração estava errada, porque eu ainda vivia na minha carne. Eu respondi que não vivia na minha carne, que minha carne vivia ou morria de acordo com as crenças que eu entretinha sobre ela; mas que, depois de chegar à luz da Verdade, eu havia descoberto que vivia, me movia e tinha meu ser/existir em Deus, e que obedecer a Cristo era saber como irreais as crenças de um mortal terrestre. Por favor, ponha a verdade no Sentinel, para que todos saibam disso’.
Resposta da Sra. Eddy.
"Você está cientificamente correto em sua declaração sobre si mesmo. Você nunca pode demonstrar espiritualidade até que você declare ser imortal e entenda que você é assim. A Ciência Cristã é absoluta; não está aquém do ponto de perfeição nem avançando para ele; está neste ponto e deve ser praticada a partir daí. A menos que perceba plenamente que você é o filho de Deus, portanto, perfeito, você não tem nenhum Princípio para demonstrar e nenhuma regra para sua demonstração. Com isso, não quero dizer que os mortais são filhos de Deus, - longe disso. Na prática da Ciência Cristã, você deve declarar seu Princípio corretamente, ou perderá sua capacidade de demonstrá-lo” (Miscelânea [Miscellany]: 241: 10-14 (np)
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Este estudo metafísico foi preparado por Rick Stewart, C.S. Dresden, Alemanha, rickstewartcs@aol.com +49 351 3124736
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.


ANEXO:

“O modêlo dado na montanha”


Por JULIA M. JOHNSTON


Da edição de Janeiro de 1954 dO Arauto da Ciência Cristã


Graças à revelação recebida por Mary Baker Eddy, os Cientistas Cristãos podem compreender espiritualmente as lições do Mestre e daí obedecer os seus mandamentos, curando as molçstias, o pecado, e rompendo as garras da morte. Mostrando-se fiéis ao cumprimento dessa obrigação, são êles ao mesmo tempo os servidores do gênero humano e os dirigentes das nações. São como que cidades construidas nas montanhas do pensamento, onde as provas da cura cristã podem ser vistas por todos. Nenhum profeta do passado recebeu maior autoridade e poder de Deus que os sinceros Cientistas Cristãos de nossos dias. E nenhum Cientista Cristão tem menos obrigação de se consagrar à sua missão na terra do que antigamente os enviados de Deus.


A cura na Christian Science* segue o modêlo dado pela Bíblia, que nos mostra os homens libertados do mal graças ao poder divino; sua fonte é a mesma que inspirava os profetas e os apóstolos. Sua função hoje é a de alertar a humanidade contra os êrros hostis, guardar as portas do pensamento, reforçar as muralhas da coragem, e permitir, da maneira mais constante, o reino da justiça. Nas altas torres da observação mental em tôda a parte, ela anuncia a presença da paz de Deus.


Em muitas nações, sem dúvida, as pessoas pertencentes aos meios mais diversos, gostariam de constatar maiores provas do poder de Deus que cura. Humildemente, e com sinceridade, os Cientistas Cristãos estão se esforçando para êsse fim no seu procedimento consigo mesmo e com o próximo. Êles aprenderam até certo grau que a cura se efetua quando a energia da santidade é reconhecida pela consciência humana que a ela se submete. Constatam que os efeitos dessa energia se fazem mais aparentes quando o pensamento se desvia do materialismo e contempla a realidade espiritual. À medida que os homens se dirigem sem reserva e perseverante a Deus a fim de serem socorridos em tôdas as circunstâncias, a cura divina deixa de ser uma ocorrência casual; ela se torna a prova ininterrupta da harmonia suprema, onipresente. É isso um mandamento do Cristo mais que uma exigência da mortalidade. Uma inspirada análise do exemplo de Cristo Jesus revela a essência mesmo da sua eficácia curativa e indica como podem hoje os homens seguir com êxito o método do seu Modelo, ou seja, o seu irmão mais velho.


O que Jesus conhecia de sua origem espiritual era de uma importância vital para as curas que êle efetuava. Cada um de nós tem a sua origem espiritual. O Mestre sabia que o homem é sempre o filho de Deus, o descendente do Espírito, que habita a Mente eterna. Diante do testemunho em contrário dos sentidos físicos, êle se mantinha na realização espiritual, o seu único ponto de vista. A sua atividade humana no momento da cura não tinha senão uma importância secundária. Êle se mantinha fiel às verdades do ser que sempre conheceu e que pôs em prática; era êsse o fator essencial. Como a sua consciência era divinamente preparada, êle podia livrar os homens de falsas crenças. Não o que êle sabia da situação humana, mas o que era sempre real na existência eterna é que constituia o seu instrumento eficaz.


Dessa altura de uma santa consciência, o Mestre enfrentava e vencia todo o testemunho mortal. Sua consciência não se submetia jamais aos quadros apresentados pelo mal. A lepra, as deformidades congênitas, a hipocrisia, a injustiça, a fome, o crime, as pretensas leis mortais, a própria morte, cediam à compreensão espiritual do homem como filho de Deus. Jesus não se punha a vencer o êrro quando êste se lhe apresentava. No que lhe dizia respeito, o êrro jamais havia existido, pois êle conhecia a preexistência e o ser eterno do homem como descendente perfeito de Deus.


À página 427 do seu livro-texto, Science and Health with Key to the Scriptures (Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras), Mrs. Eddy declara: “A Mente imortal, que tudo governa, deve ser reconhecida como suprema, tanto no pretenso reino físico como no reino espiritual.” Eis justamente o que fazia Jesus. Êle sabia sempre que o fato espiritual reina, e não em luta com a mortalidade. O pretenso reino físico não é senão o falso senso de vida, e portanto não existe. Para Jesus jamais o poder da Mente imortal trabalhava contra a carne no tocar o reino imaginário das crenças físicas. Êle jamais achava que queria o poder divino estabelecer o seu reino em face de oposição. Êle sabia que alí onde Deus está, Êle é Tudo-em-tudo, e que Deus está em tôda a parte.


Quando, com tôda a sinceridade, reconhecemos que a Mente imortal, Espírito, Princípio, é supremo no pretenso reino físico, a consciência humana não mais se prende à corporeidade, às moléstias, ao sentido pessoal, ao mal. Êle se livra do mesmerismo que representa a crença de vida na matéria, a luta contra o mal, e encontra a paz e o domínio da compreensão espiritual. Não mais reconhece a sensação enfermiça como sendo uma informação sôbre o estado do homem, e a consciência divina é aceita como a informante verídica. É desta maneira que a aparente servidão à carne tem o seu fim, foi desta forma que o nosso Mestre chegou até à ressureição e finalmente à ascenção.


A cura divina nos faz subir a montanha da revelação; ela nos purifica como que pelo fogo; a consciência se eleva irresistìvelmente para a presença de um corpo “como o parecer do céu na sua claridade” (Êxodo 24:10), a identidade espiritual do homem. Sôbre a montanha da revelação e da transfiguração, a eternidade e a divindade do homem foram reveladas a Pedro, Tiago e João de maneira concreta. Tiveram de repente a consciência de coisas que sempre foram evidentes a Cristo Jesus, depois as perderam temporàriamente de vista. Jesus jamais deixava as alturas da percepção espiritual onde as ideias de Deus são a realidade tangível. A montanha da revelação vem a ser aquela da transfiguração quando se produz a cura divina.


Lemos em Êxodo que, quando Aarão e os filhos de Israel viram Moisés depois da sua experiência no monte Sinaí, “a pele do seu rosto resplandecia” (34:30); e lemos em Mateus (17:2) que, no monte da transfiguração, o rosto de Jesus “resplandeceu como o sol”. Os três discípulos viram e ouviram Jesus e Moisés e Elias conversarem. O sentido mortal sôbre êsses homens foi silenciado, e os fatos eternos em relação a êles tornaram-se claramente visíveis. Nenhum parecia estar preso à matéria, estar sujeito à velhice ou à morte ou estar ausente. A identidade individual de cada um foi reconhecida como sendo divina e eterna.


No monte da revelação e da transfiguraçao, em outras palavras, no momento da cura divina, o pensamento se divorcia de doutrinas humanas, de credos, de terapia, de experimentação e de medo. Êle está conscientemente unido à realidade e à lei divinas. Êle pode ver a obra do Espírito. Êle pode ouvir a voz de Deus declarando que o homem é o Seu filho amado. O pensamento deixa de ser escravo e a vítima do sentido material e conhece a liberdade da realidade divina. Os contornos da matéria desaparecem, e as formas do Espírito se tornam visíveis. O pensamento purificado pode compreender o que S. Paulo entendia pela afirmação de que o corpo e o espírito pertencem a Deus.


A criança curiosa e sensível, receptível, ignorante do medo, se mantem com naturalidade sôbre a montanha da cura divina. Para subí-la, tem o adulto muitas vezes que passar pelos obstáculos de suas opiniões, de educação errada, ou de resistência mental. Mas um e outro serão transfigurados pelo poder de Deus. Em sua Mensagem para a Igreja-Mãe para 1901, Mrs. Eddy assegura que (pág. 10): “Sôbre a oscura passagem do pecado, das moléstias e da morte, o Amor divino lança uma ponte, a da justiça do Cristo,— a reconciliação do Cristo, pela qual o bem destroi o mal,— e a vitória sôbre o eu, o pecado, a moléstia e a morte, é conseguida segundo o modêlo dado na montanha.”


“O modêlo dado na montanha”, ou o da cura divina, como vemos nessa experiência de Jesus, é uma contemplação muda, não uma argumentação humana. O modêlo é mais o controle divino do que um debate pessoal; é o silêncio humano diante da onipotência. É mais um ideal da audácia espiritual do que conservatismo eclesiástico. Êste método de cura implica a abnegação, a pureza, a inocência, o sacrifício. É uma vereda inteiramente espiritual que não procura as aclamações humanas, o poder humano e os proveitos pessoais. Êle nada tem de comum com a fraqueza, o ascetismo, a timidez. O “modêlo dado na montanha” é caracterizado pela nobreza espiritual que põe em fuga as falsas crenças da mortalidade. Tôda a verdadeira cura cristã deve se conformar com êsse ideal.


Quando os dez leprosos de que fala a Bíblia foram curados, Jesus estava espiritualmente sôbre a montanha, pois êle pôde fazê-los entrever a sua verdadeira identidade. Quando ressuscitou a filha de Jairo e quando esteve no sepulcro, êle estava na realidade sôbre a montanha da transfiguração, revelando à consciência humana o homem eterno criado por Deus. É sòmente sôbre a montanha da revelação que a transfiguração pode se produzir — a mortalidade cede à imortalidade e vê-se aparecer as provas da Vida eterna, da identidade perfeita. Sòmente sôbre os cimos da cognição espiritual, podemos perder de vista o eu mortal e perceber o homem tal qual Deus o conhece. A cura divina é de certa forma uma transfiguração; é o apogeu de uma revelação pela qual a consciência humana toma conhecimento da preexistência do homem e sua identidade eterna como filho de Deus.


E onde é essa montanha da revelação, da transfiguração? Para o senso metafísico é muito mais que uma elevação de terra na Palestina, muito mais que um lugar geográfico onde se realizou um milagre como jamais houve outro igual. Tôdas as vezes que a consciência humana tira as sandálias dos pés e percebe que ela se acha sôbre uma terra santa, essa montanha está presente. Jesus tinha disso consciência quando percorria os campos galileus, quando estava em uma sinagoga ou comparecia diante das autoridades. Pedro, Paulo e João viam essa montanha quando estavam na prisão ou talvez no exílio. Mrs. Eddy a encontrou entre as colinas de New England. Essa montanha sempre existiu, ela se projeta no horizonte do futuro. A visão celeste não é percebida senão quando subimos a montanha em companhia de Cristo — a verdadeira ideia de Deus que salva os homens com perfeição. Sôbre a montanha da revelação e da transfiguração, certamente tôdas as coisas são possíveis a Deus.


A cura espiritual é exigida por Cristo; êle quer que todos os cristãos pratiquem o que êles pregam, sejam o que êles pretendem ser, façam o que êles admiram, tornem-se humanamente humildes e espiritualmente fortes. Ela sonda as profundezas da sinceridade cristã, e permite medir os progressos conseguidos no domínio religioso. Eis um assunto tão grande, tão vasto e tão alto que o senso humano não pode ainda abrangê-lo. A ação de Cristo se exerce por tôda a parte; ela faz penetrar em tôdas as esferas do conhecimento o poder de ressureição sôbre tôdas as crenças materialistas. É mais do que universal; é infinito como o pensamento.


Sôbre êste assunto, Mrs. Eddy escreve terminantemente no Miscellaneous Writings (Escritos Miscelâneos), página 174: “Vamos acabar com abstrações. Coloquemo-nos diante d'Êle que remove tôdas as iniquidades, e cura tôdas as nossas enfermidades. Liguemos a nossa compreensão da Ciência àquilo que concerne ao sentimento religioso do homem. Mostremos as nossas afeições ao Princípio que tudo faz mover em harmonia — desde a queda de um pardal até o girar do mundo. A Ciência da cura mental está acima de Ursa con seus filhos, é mais amplo do que o sistema solar e mais elevada do que a atmosfera do nosso planeta.”


O Mestre incluiu sòmente três de seus discípulos na sua experiência na montanha da transfiguração. Hoje Cristo, a Verdade, está levando multidões às alturas da percepção e transformação divinas. A cura divina ocorre na altitude e atitude espirituais onde a comunhão com Deus se manifesta em ser concreto. Esta ocorrência não requer ensenação religiosa; indica pelo contrário fugir de ritual. Nenhuma pseuda perícia da mente humana em medicina, cirurgia, ou manipulação mental jamais poderia iniciá-la. Sòmente elevando-se acima do nível da crença mortal é que a consciência humana vê as maravilhas produzidas pelas mãos de Deus. A cura divina, exercida em qualquer época, é o cumprimento da lei e da profecia divinas para os homens.


No mundo atual, onde quer que se sinta a liberação divina, ela une os corações dos homens, revela a presença da ordem celeste, estabelece a justiça e oferece possibilidades de pesquisas e descobertas além do pseudo reino da matéria. O seu domínio sobre moléstias, embora exerça grande influência, é ainda a parte menos importante da sua capacidade, pois que ela veio trocar no pensamento humano todo o conceito material de existência pela realidade espiritual do universo e do homem. A apreciação da cura divina nesses termos leva-a longe, onde atenderá aos problemas das nações, tanto como aos dos indivíduos nos domínios da física, economia, governo, educação, religião e medicina. É o fator mais poderoso para a promoção do bem que pode haver no mundo, porque é o poder de Deus com os homens, novamente revelado na Christian Science, de acordo com o “modelo dado na montanha”.
* Nome dado por Mary Baker Eddy à sua descoberta (pronunciado: Crístien Çá’iens). A tradução literal destas palavras é: Ciência Cristã.↑


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