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Defina-se como Expressão de Deus! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A alma e o corpo.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, November 14th, 2016

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA


Defina-se como Expressão de Deus!
14 a 20 de novembro de 2016
A Alma e o corpo


Você se sente definido pelo seu corpo? Você se orgulha dele? Sente vergonha? Você acha que seu corpo está pré-programado para fazer o que quiser? Ou que tem a inteligência de sentir, pensar e agir sem a sua permissão? A maioria das pessoas acha que há algumas coisas que possam fazer para ajudar o corpo por meio de dietas e exercícios, que permanece o fato de que o corpo geralmente governa-se a si próprio e, então, pressupõem que tudo o que podem fazer é administrar o que quer que venha a acontecer. Nesta Lição, vamos ver como a Ciência Cristã desafia essa hipótese.
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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No Texto Áureo (1 Coríntios 3:9 – “[…] lavoura de Deus, edifício de Deus sois vós”), Paulo usa duas metáforas. A primeira é tirada da agricultura, e a segunda da arquitetura. A ideia é de que lavouras não se plantam, não se cuidam e se colhem sozinhas, assim como prédios não existem sem que primeiro haja um projeto concebido e implementado. Num contexto histórico, Paulo lembra os coríntios de que a igreja não é deles — nem foi concebida por eles, nem é sustentada por eles. A igreja é de Deus, e Deus a sustém. Mas no contexto de nossa Lição, a mensagem de Paulo não pode ser aplicada a nossos corpos. Muita atenção e esforço são aplicados no cuidado de nosso corpo. Mas, assim como Deus constrói e cuida da igreja, Ele também forma e governa a nós. Contudo, não vivemos num corpo material, nós vivemos na Alma.


A ideia continua na Leitura Alternada (1 Coríntios 6:19,20; Salmos 42;2,8,11; 68:8-10). Num contexto histórico, Paulo segue instruindo os coríntios para evitarem a promiscuidade sexual e observarem a pureza da mente e do corpo. Deveriam comportar-se de modo a glorificar a Deus e evitar a indulgência à sensualidade. Mark Dunagan, pastor da Igreja de Cristo na Quinta Avenida, em Beaverton, Oregon, EUA, observa que os coríntios pensavam erradamente de que ser “espiritual” significava não dar importância ao que se fazia com o corpo. Dunagan explica que Paulo está declarando que “ser ‘espiritual’ significa que você encara seu corpo como um santuário, e que ele não pertence a você para a satisfação de desejos pecaminosos e extravagâncias egoísticas”.
Templos religiosos são reservados a atividades seculares e adoração espiritual. Estão livres de poluentes da sensualidade e previnem o santuário de perigos. Se nossos corpos devem ser vistos como templos, como isso afeta o que fazemos ou como agimos? Dunagan sugere que nos perguntemos: “Estou glorificando ou desonrando a Deus com meu corpo? Meu modo de falar, minhas roupas e atividade corporal, por acaso honram a Deus? Quando as pessoas observam o que meu corpo diz, o que ele veste, como age e onde costuma passar o tempo, fica claro a elas que meu corpo está servindo a Deus? Ou as pessoas nunca iriam imaginar que eu sou cristão? Ele também sugere que nos perguntemos: ‘Quem cuida de meu corpo, Eu ou o Cristo?’” (Mark Dunagan, Comentário sobre a Bíblia). Essas perguntas merecem nossa atenção.
O salmista não teria nenhum problema em responder às perguntas de Dunagan. O salmista diz que sua alma tem sede por Deus. O teólogo Adam Clarke (1760-1832) escreve que só as pessoas cujos corações estejam fixados em Deus são capazes de relacionar-se a esse anseio espiritual. E o resto do povo? Gastam tempo olhando pelo corpo para seu conforto, reconhecimento e satisfação. O objeto desse comportamento muitas vezes é ilusório, ou quando muito de curta duração. E assim continua o ciclo de esperança e desapontamento. O salmista pergunta: “Por que estás abatida, ó minha alma?” (Salmo 42:11). Mas alguém que olhe por Deus para sua realização não precisa ficar abatido, pois Deus é capaz de atender plenamente todos os desejos honestos e necessidades. [Ver PS#1]. O salmista alenta a todos que louvem a Deus e reconheçam Sua bondade. Deus mantém nossa alma viva. Deus é a Alma e a única Vida.
Erguer-se acima das pretensões da carne e perceber que Deus é nossa Vida e Alma pode parecer um processo árduo. Assim como metais são refinados, e a escória cai na fornalha, nossas vidas são purificadas no cadinho da experiência humana.


PS#1: Cobbey Crisler sobre Salmos 42:11 (LA) - Esperança em Deus é a cura da depressão.
Salmo 42, versículo 11 é um refrão neste salmo e no seguinte. É uma pergunta que nós temos de nos fazer: “Por que estás abatido?” A depressão, se não um fato econômico, parece ser um fato mental no presente. “Por que estás abatido?” Examine as razões: “Por que estás inquieto dentro em mim?” Está perdendo a cabeça, em certo sentido. É um desafio o que estamos aceitando sem questionar. Por que essa inquietude? Qual a razão para isso? Repare, então, no remédio. “Espera no Senhor: louva a Deus, espere em Deus. A saúde de nossa aparência está em Deus.”


Seção 1: A expressão da Alma está no Espírito e não na matéria
Para o senso humano, o homem é regido pelo corpo. O salmista é "regido por Deus" e usa os grandes elementos do ambiente como metáforas simbolizando o esplendor, a majestade e o domínio de Deus (B1, Salmos 104: 1-3). O nascer e o pôr do sol representam a majestade que a tudo envolve, supervisionando toda a ação de nossas vidas do início ao fim (B2, Salmos 50:1,2). Calvin (1509-1564) observa que Deus "chamar a terra" significa elevar a humanidade de sua segurança complacente na carne para a necessidade de dar uma atenção mais substancial a Deus. Os homens tendem a descansar no falso conforto das vidas improdutivas, "paramentadas da de aparência celestial". Em Deus encontramos a verdadeira beleza da santidade, não um simples ritual externo, mas uma santidade interna, radiante com a beleza cristã. É como se o Senhor dissesse: "Ei, acorda, presta atenção nisso!"
Davi, o salmista, sente intensamente o desejo de estar próximo a Deus. Ele está completamente exausto e anseia com todo o seu ser estar nos átrios do Senhor (B3, Salmo 84:2), que são o refúgio sagrado do tabernáculo, onde vive o Santo dos Santos. Seu único desejo é residir permanentemente com Deus em serviço constante e louvor perpétuo. Podemos muito bem nos perguntar até que ponto desejamos viver em Deus. Estamos contentes com as inseguranças da carne? Ou ansiamos pela alegria genuína e profunda que vem com a confiança em Deus como nosso sol e escudo, alertando, protegendo, estimulando, iluminando nosso caminho e defendendo-nos de todo o mal? O corpo não nos oferece nenhuma proteção, ele é, de fato, completamente vulnerável. Viver em Deus significa que estamos sempre completamente felizes. E, ao passo que o corpo está sempre precisando ser supervisionado e cuidado, se vivermos em Deus, nossa proteção está assegurada e nenhuma coisa boa nos será negada.
Mary Baker Eddy viu que a Alma, ou Espírito, é imutável, e que o homem é a imagem de Deus (CS1, p. 120). Assim como o salmista, ela também via o sol como um símbolo para Deus ou a Alma (CS2, p. 595). Mas ela leva a analogia um pouco mais a fundo. Assim como para os sentidos parece que o sol gira ao redor da terra, para os sentidos humanos, parece que a alma reside no corpo. A ciência astronômica corrige o erro de percepção com relação ao sol e a Ciência Cristã corrige o erro de percepção com relação à alma e ao corpo. Na Ciência, a Alma, a Mente, não pode ser contida (CS3, p. 119).
Quando questionada "O que são o corpo e a Alma?", ela responde "A identidade é a reflexão do Espírito […]" (CS4, p. 477). A conclusão é que a matéria ou o corpo não é o reflexo do Espírito. O homem não vive em uma forma material. Ele vive em Deus, a Alma. Na medida em que a perfeição da beleza irradia, o homem real emana da Mente, ou Alma, única, chamada Deus (CS5, p. 280). Muitos religiosos ensinam que Deus está expresso no homem, ou através do homem. Às vezes, até mesmo os Cientistas Cristãos usam uma terminologia que faz parecer que o homem está expressando Deus. Mas ela diz que "uma diretriz importante na Ciência da Alma é que o Princípio não está contido na sua ideia" (CS6, p. 467). Deus não é a expressão do homem; o homem é a expressão de Deus. "O homem é a expressão da Alma" (CS7, p. 477).


Seção 2: O reflexo da Alma não é limitado pela lei material
O livro de Jó declara: "eu sei que o meu redentor vive" (B4, Jó 19:25, PS#2). Um redentor é definido pela Concordância Bíblica de Strong como "o parente mais próximo… vingador, o salvador." O redentor é uma pessoa que dá proteção, preservação e libertação legal a um parente próximo. Deus é o nosso salvador. Do que precisamos nos libertar? Neste caso, precisamos nos libertar da crença de viver em um corpo humano. O corpo humano é temporal. Temporal não significa temporário. Temporal refere-se a algo medido ou limitado pelo tempo. Embora a decadência do corpo com o passar do tempo pareça inevitável, Deus é o nosso socorro, que se mantém firme – "inabalável e vitorioso com poder e autoridade total" (Matthew Poole’s English Annotations on the Holy Bible [Anotações em inglês de Matthew Poole sobre a Bíblia]).
A maior parte das pessoas acham que o corpo foi programado pela genética e que estamos sujeitos a qualquer coisa que o programa imponha. Mas Deus dita nossa herança, não o corpo, nem o genoma humano. "O Senhor é a porção da minha herança", escreve o salmista (B5, Salmo 16:5, PS#3). Temos, portanto, uma "bela herança". Você já se sentiu irremediavelmente enredado pelas limitações do corpo? Este salmo nos dá esperança e felicidade. Deus nunca deixaria Sua ideia em uma casca mortal sem esperança. Nem estamos condenados a uma vida de ficar mimando e servindo ao corpo para conseguir que ele faça o que quisermos. Nosso caminho para a vida é através da busca alegre do Amor divino.
O homem não é definido pelas imposições do corpo. "O homem é o reflexo da Alma" (CS8, p. 249). Compreender este fato nos liberta das restrições das crenças corpóreas. O corpo não age por si próprio. Não estamos presos em um corpo. O corpo não é mais do que um estado objetivo do pensamento e só reflete o que o governa (CS9, p. 324). Portanto, podemos ver como é importante ter certeza de que é a Verdade que está governando nossos pensamentos e não a genética.
Em Ciência e Saúde, a Sra. Eddy destaca que a maior parte dos teólogos de seu tempo interpretavam erroneamente Jó como estando "em perfeição celestial […] ainda envolto na carne material" (CS10, p. 320). Vale observar que pelo menos um teólogo moderno conseguiu finalmente perceber esta passagem similarmente à Sra. Eddy. Mark Dunagan, mencionado anteriormente, escreve "A expressão 'em minha carne' não significa 'em vantagem por ser no corpo'; ele está falando sobre ver Deus separado do corpo" (ênfase minha). Isso realmente significa um grande passo na teologia. Mas a Ciência Cristã ainda está guiando o caminho "à harmonia eterna" mediante a compreensão que destrói tanto a crença de que o homem viva na matéria, ou devido à ela, e a crença de que a alma viva no corpo (CS11, p. 338). Esta compreensão, de que o homem vive na Alma, elimina totalmente a crença na mortalidade (CS12, p. 72).


PS#2- CC sobre Jó 19:25-27 (B4) – Meu Redentor vive.
Lendo na sua tradução predileta, veja a bela mensagem por trás dessas palavras.
“Porque eu sei que o meu redentor vive e por fim se levantará sobre a terra. Depois revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus. Vê-lo-ei por mim mesmo...”
Isso marca um genuíno pico de domínio mental, me parece. Essas são palavras para serem gravadas na rocha. Elas têm que ser práticas. Esta religião prática devia estar emergindo no pensamento de Jó como o Consolador, o parakletos. Quando ele diz: “Eu sei que meu redentor vive”, não está ele dizendo também que não encontrou remédio no pensamento humano ao perceber seu redentor bem elevado, (em Jó 16:19) “nas alturas [onde] está quem advoga minha causa”?


PS#3: Comentários de Cobbey Crisler sobre Salmos 16:5: a fonte de nossas heranças
O Salmo (16:5) é a hereditariedade sendo tratada nessa farmácia dos Salmos. O SENHOR é o que? A porção da minha herança! Às vezes, temos orgulho de nossas heranças. Outras vezes, temos vergonha. Ancorar a a herança e a hereditariedade em Deus, é, em primeiro lugar, um conceito radicalmente diferente de origem, de onde viemos. Em segundo lugar, ela só permite a expressão da natureza de onde está fluindo, que é divina. As únicas heranças, pois, só podem ser divinas, se tal lógica prevalece. No versículo 6, notarão a preocupação (profunda) do salmista quanto às limitações hereditárias em sua capacidade. Aparentemente, ele chega à conclusão pela aceitação do fato divino, das ordens cumpridas, de que “É mui linda a minha herança”.


Seção 3: Você é governado pelo alimento?
Para o Salmista, apenas uma coisa é importante - que a consciência de sua unidade com Deus preencha cada pensamento e ação em todos os dias de sua vida (B6, Salmos 27:4). Este é um objetivo louvável, e que deve ser seguido por todos que nutrem o pensamento espiritualizado. Preencher os pensamentos com a consciência de Deus parece bom, mas para muitos, isso não é tarefa fácil. Não apenas somos inundados com constantes imagens de sensualidade e temores a doença, mas também uma desmedida quantidade de tempo, de pensamento e de esforço é dedicada à quantidade e tipo de alimento que consumimos. A indústria da dieta está crescendo. Até mesmo misturas caseiras e receitas vêm enchendo a Internet com promessas de que os alguns quilos e centímetros desaparecerão se você seguir o seu plano.
Existe uma forma de sair deste atoleiro? Sim, existe. Atenha-se à palavra de Deus para nos alimentar e nos satisfazer. A história de Daniel e seus três companheiros (B9, Daniel 1:1-17) é um excelente exemplo de superação da crença de que a comida em qualidade ou quantidade determina nossa saúde e beleza. Vale a pena notar que os significados dos nomes dos quatro jovens nos dão orientação sobre como podemos orar para superar a dependência da dieta na disposição de nossa saúde e felicidade. John Gill (1697-1771) acha que esses nomes são significativos ao decifrar as lições espirituais nesta história.
Gill escreve, Daniel significa "Deus é o meu juiz". Muitas vezes, o que comemos é influenciado por como pensamos que as pessoas deverão nos julgar. Mas não devemos ser motivados pelo medo do que os outros possam pensar. Quando sabemos que Deus é nosso juiz, nossas preocupações com comida diminuem. Portanto, não nos cansaremos, nem morreremos de fome, mas vamos comer o suficiente para sobreviver, buscando pensar menos sobre isso - estando mais preocupados em agradar a Deus.
Gill diz que Ananias pode ser interpretado como "Deus é misericordioso para comigo". Conhecer a Deus é gracioso, nunca podemos ser privados de qualquer coisa boa. Estaremos sempre satisfeitos e supridos com o que precisamos. Consequentemente, estaremos livres da gula e da ansiedade sobre o que estaremos comendo.
Misael tem alguns significados. Alguns acham que significa "aquele que é Deus, ou como Deus" e outros preferem o significado "questionado sobre Deus". De qualquer maneira, podemos reconhecer que somos de Deus, não uma genética material ou uma porção de hormônios. Somos a expressão de Deus e, como tal, somos sempre bonitos e formosos.
Finalmente, Azarias significa "Deus é minha ajuda" ou "Deus me ajuda". Isso é importante principalmente porque, muitas vezes, as pessoas sentem que não têm controle sobre seu peso ou capacidade de regular o que comem. Eles sentem que não têm força de vontade suficiente, ou disciplina, para ter domínio sobre o apetite. A força de vontade humana é ineficaz. Mas Deus é nossa ajuda. Podemos fazer tudo quando nos volvemos a Deus.
Em última análise, não é são nem as quantidades nem as qualidades dos alimentos que nos ajudam ou nos causam problemas. São as crenças que lhes atribuímos. "[…] toda causa e todo o efeito são mentais, não físicos" (CS13, p. 114). Eddy é muito clara sobre isso – a comida tem apenas o poder que lhe damos. "O fato é que a comida não afeta a Vida absoluta do homem" (CS14, p. 388). A mente nos alimenta com belas imagens que anulam as crenças materiais de deformidade e de decadência (CS15, p. 248).
Além da preocupação sobre o efeito do alimento sobre nosso peso, há também a questão de definição da própria beleza. A mídia promove uma visão muito estreita da beleza e muitas vezes distorcida. Padrões de moda humana estão em constante transformação. Mas a beleza espiritual nunca muda, nem sai de moda. "A receita para a beleza é ter menos ilusão e mais Alma" (CS16, p. 247). Não é um alívio? A beleza não tem nada a ver com comida e a comida não pode nos satisfazer. A Alma nos alimenta e a Alma sozinha é capaz de atender aos nossos anseios (CS17, p. 60).


Seção 4: O resplendor da cura
Assim como a mídia se concentra em dieta e imagem corporal, isso também vende a própria doença. É bem conhecido na Madison Avenue [uma famosa avenida da cidade de Nova Iorque/EUA] que, para se vender uma cura, você primeiro tem que de vender uma doença. A melhor maneira de vender uma doença é fazer as pessoas ficarem com medo dela. É, portanto, notável que John Calvin [teólogo e comentarista da Bíblia] interprete os ossos como sendo "atormentados" como um estado extremo de medo. A única maneira real de abandonar esse medo é voltar-se para Deus como o único meio de salvação (B10, Salmos 3:8). O salmista sempre se volve a Deus para cura e força (B11, Salmos 6:2,4). O pensamento conduz o corpo. Quando nossa alma - nossa consciência - está fixa em Deus, nossa saúde está assegurada (B12, 3João 1:2).
O homem no tanque de “Betesda” (B13, João 5:2-18, NTLH) passou muitos anos procurando sua saúde no lugar errado. Como mencionei anteriormente, ele fez sua cama em cinco entradas, que representam para mim os cinco sentidos. Aqui ele fez o seu leito esperando que alguém o ajudasse em vez de se decidir, de confiar em Deus. O comando de Jesus: "Levanta-te, toma o teu leito e anda” quebrou o mesmerismo do homem. Ele não precisou de tempo para se curar, mas respondeu imediatamente.
Eddy atribui o poder de cura de Jesus a seu conhecimento de que "A Alma e seus atributos são eternamente manifestados por meio do homem" (CS18, p. 210). Jesus não esperou que os sentidos materiais dessem consentimento. Ele ordenou que a Verdade fosse vista porque sabia que não havia outro poder (CS19, CS20, p. 316, 317). Nosso livro-texto, Ciência e Saúde, ensina que crer que a Alma esteja no corpo e a Mente na matéria, oculta a realidade espiritual e faz com que o homem confie na matéria em vez de Deus para sua saúde (CS21, p. 204:31). Lemos essas palavras tantas vezes, mas realmente temos que entender e aceitar que "O homem não é matéria; não é constituído de cérebro, sangue, ossos e outros elementos materiais" (CS22, p. 475). Isso é um conceito fundamental para a Ciência Cristã. No entanto, quantas vezes agimos como se o exato oposto fosse verdade? Não há absolutamente nenhuma verdade ou uso em qualquer meio material. Não vivemos na matéria e nunca nascemos na matéria. O quadro material é uma mentira, e sempre foi. A única salvação dessas mentiras é o brilho curativo da "luz solar da Verdade" (CS23, p. 162) que surge através da compreensão da Ciência Cristã.


Seção 5: O sabor da perfeição espiritual
Como Cientistas Cristãos, falamos muito sobre perfeição. Mas precisamos lembrar que ao falar sobre a perfeição, estamos falando sobre o homem em sua verdadeira natureza espiritual, não seres humanos perfeitos. O salmista não está nem preocupado nem satisfeito com a perfeição humana, ou qualquer das conquistas que ele possa ter alcançado por conta própria. Sua única alegria é na maravilhosa realidade de que Deus é Tudo (B14, Salmos 34:2,3,8). Ele magnifica apenas o que é semelhante a Deus, e convida o mundo a experimentá-los. O salmista também sabe que Deus é a força irresistível que lhe proporciona tudo o que é necessário para cumprir sua missão (B15, Salmos 138:3,8).
A palavra "perfeito" geralmente significa "completo" - algumas vezes, como em uma árvore totalmente madura, e outras vezes, como uma máquina completamente montada. O ponto é: trata-se de um produto acabado. Assim como as searas precisam ser plantadas e os edifícios precisam ser planejados, nossa perfeição não acontece sozinha, ou através de qualquer processo material. Somos perfeitos por uma razão - porque nosso Pai nos céus é perfeito (B16, Mateus 5:48).
Por que podemos dizer isso? Podemos porque o homem é a imagem de Deus. "Deus perfeito e homem perfeito" é "a base do pensamento e da demonstração" (CS24, p. 259). Mas para que não comecemos a nos gabar disso, precisamos nos lembrar da humildade do salmista e fazer nossa "glória no Senhor" (B14, Salmos 34:2). Deus é o primeiro, e Deus não se expressa na matéria, ou num corpo material. "O homem não é uma habitação material para a Alma; Ele mesmo é espiritual" (CS25, p. 477). A Lição tem falado sobre isso muitas vezes. É vital entender que um corpo mortal não é a habitação para a Alma. O corpo mortal é a mente mortal (CS26, p. 177). O corpo material não é real: é apenas um conceito falso. Nossa perfeição não está, portanto, no corpo mortal, mas em nosso verdadeiro ser/existir como a imagem de Deus.
Nossa Líder nos diz: "O corpo e a mente materiais são temporais, mas o homem real é espiritual e eterno" (CS27, p. 301). Lembre-se de que "temporal" significa "medido ou limitado pelo tempo". O homem real não vive em um cronograma linear. O homem real é ideia, e é eterno - sem começo nem fim. O homem real é perfeito "porque a Alma, a Mente, do homem espiritual é Deus" (CS28, p. 302). Isso é tão claro. Se começarmos com essa premissa tudo o mais estará no lugar. Tente pensar dessa maneira - experimente isso – e veja que diferença faz em sua oração e em sua vida.


Seção 6: O que você está vestindo?
Muitos de nós decidimos o que vestir antes de começar o dia. Nossas atividades desempenham um papel importante na determinação do que vestimos, mas, além de nossa roupa, não deveríamos estar mais preocupados com qual ponto de vista vamos "usar"? Eu ouvi o ditado, "Sua atitude, determina sua altitude." Como Dunagan perguntou, serão nossas ações e palavras durante todo o dia claramente o reflexo de Deus e da santidade? Ou os espectadores ficariam totalmente surpresos se soubessem que somos cristãos?
Paulo nos encoraja a focar nossos pensamentos nas coisas celestiais, e a substituir o velho homem (mortal) pelo novo homem (espiritual) (B17, Col. 3:2,9,10). Aceitar o novo homem abre a porta do pensamento ao poder de Deus para "santificar", ou purificar nossa vida. Essa santificação serve para preservar nossa verdadeira natureza (B18, 1Tess. 5:23).
Na Ciência Cristã, está claro que o homem não se fez a si mesmo. À medida que nos despojamos das crenças mortais, o imortal é visto, compreendido e demonstrado (CS29, p. 262). Ao reconhecer quão entrincheirada está a crença humana de que o corpo governa em vez de a Alma, a Sra. Eddy nos pede que lembremos de que Jesus provou há muito tempo que a Alma, Deus, controla e cura a crença de um corpo material (CS30, p. 92). Jesus nos diz que por ter ele feito isso, nós também podemos fazê-lo. Nossa Líder nos diz que não há necessidade de esperar por nada. Agora é o momento de abandonar as concepções finitas de Deus e da crença de que o corpo material dite nossa saúde e felicidade (CS31, p. 285).
Não há alma humana em um corpo material. Deus é a nossa Alma, e nós vivemos em Deus. O corpo não é o mestre, Deus é. Essa simples afirmação em Ciência e Saúde estabelece claramente o seguinte: "A Mente divina é a Alma do homem e dá ao homem domínio sobre todas as coisas" (CS32, p. 307). Então é isso. Vivemos na Alma e somos a expressão de Deus. Por que nos definiríamos de outra maneira?
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Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn, Illinois (Bartlett), EUA, craig.ghislincs@icloud.com / +1(630) 830-8683
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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