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Responda e Rejubile na Santidade do Cristo Sempre-presente! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Ciência Cristã.

Kathy Fitzer, Lake St. Louis, MO
Posted Monday, December 19th, 2016

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
Responda e Rejubile na Santidade do Cristo Sempre-presente!
19 a 25 de dezembro de 2016

Ciência Cristã
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Quando consideramos que esta lição sobre a Ciência Cristã será lida na manhã de Natal nas igrejas ao redor do mundo, temos a oportunidade de exaltar a história do Natal e ver as qualidades de pensamento que vemos representadas nos “atores” e como podemos nutrir tais qualidades em nós mesmos, a fim de recebermos o grandioso presente de Deus – o Cristo –, que vem a nós diariamente e que é revelado integralmente hoje em dia como uma Ciência viva e demonstrável. Busquemos mensagens que liberem o pensamento do senso pessoal e das armadilhas (ornamentos) materiais, que às vezes podem ofuscar a essência espiritual do Natal. E deixemos nosso pensamento elevar-se para dar as boas-vindas ao Cristo sempre presente. Gosto da última estrofe do Hino 222: “Pequena estrela de Belém.” Diz o seguinte: “Quão silencioso vem-nos já, O inaudito dom. Assim ao coração Deus dá, A graça celestial. Ninguém ouvi-lo pode, Mas entre nós está. E onde humildade houver, O Cristo reinará”. Abordar a lição com um senso de humildade, pode trazer grande inspiração!

Texto Áureo (Atos 7:33) – Ao dirigir-se à infante igreja cristã, Estêvão usou a frase que era familiar aos judeus – uma que Moisés usou (e que constitui o Texto Áureo da lição desta semana): “[…] o lugar em que estás é terra santa”. Quando as coisas ficam pesadas ou quando acabamos ficando confortáveis demais, como é importante lembrar-nos com humildade e doçura de que não estamos apoiados em nossos dois pés para traçar nosso caminho no mundo, nem controlamos nossos próprios planos. Nosso fundamento é a sagrada presença de Deus, sustentando-nos e levando-nos adiante. Aquilo que é santo é sagrado, ou seja, separado daquilo que é comum ou poluído. Tanto no grego como no hebraico, a palavra ‘santo’ tem a conotação de limpo, inocente, perfeito e puro. E ‘estar’ é permanecer, continuar estabelecido, assim como “estancar” (um sangramento, por exemplo, parar todas as sugestões errôneas que estejam a caminho). Como é importante compreender claramente que TODOS estão sustentados pela salutar e desimpedida presença do Pai e Seu Cristo, a luz que revela essa ‘terra santa’ do bem eterno e imutável. A palavra traduzida por ‘terra’ pode significar um território ou o mundo. Elevemos o senso humano do clima político no mundo a partir de um nível de contínuas mudanças e desordens para aquele que é salutar – unido em Deus – e governado pelo Cristo salvador. E, estando nessa terra santa, asseguremo-nos de interromper nossas rotinas o suficiente para ouvir os anjos que nos levam ao Cristo – como os ‘atores’ (pastores) fizeram na história do Natal.

Leitura Alternada: (Isaías 6:3; 9:2, 6, 7; 11: 1, 2, 4, 6 9) - “[…] toda a terra está CHEIA da sua glória”— cheia do esplendor e da abundância de Deus (abundância de suprimento ou de quantidade). Isso não deixa lugar para qualquer limitação – não há razão para receio! Na época em que essas palavras foram escritas, os judeus sofriam sob a obscura opressão da Assíria, subtraídos de sua liberdade. Hoje em dia, as coisas que nos oprimem podem ser mais sutis. Elas surgem de várias maneiras. Imaginem se um opressor qualquer viria com uma sugestão de estarmos sujeitos a outra coisa que não o bem de Deus, abundante e constante – quer viesse sob o disfarce de doença, teorias e predições médicas, medo, escassez, insegurança, confusão, inquietude política, etc, etc. Esta seção de Isaías também é repleta de promessas. E essas promessas permanecem hoje como no tempo de Isaías. Há certo desacordo entre judeus e cristãos sobre como esses versículos devem ser interpretados. Comentários judaicos sugerem que se referem ao nascimento de um rei (talvez Ezequias) no passado e que trouxe libertação ao povo. Os cristãos citam esses versículos como profecia do nascimento de Jesus. Para mim, os ensinamentos da Ciência Cristã colocam essas discrepâncias de lado ao reconhecer o Cristo, a Verdade, como independente de pessoa. Nesse caso, falamos sobre a luz eterna, o Filho eterno ou expressão de Deus, o Espírito, que está eternamente presente. Essa luz aparece sempre que a obscuridade e a opressão pareçam existir. Ela está perpetuamente disponível a todos os que se voltam a ela ou a reconhecem. Na verdade, ela é uma força irresistível que no final das contas se fará visível e sensível a todos. O efeito da luz do Cristo é paz – uma terra “cheia do conhecimento do Senhor” que corrige qualquer mal ou limitação (erro de crença) que tenha confrontado o pensamento humano ao longo do tempo, e que continue a fazê-lo. As promessas apresentadas na Leitura Alternada ESTÃO sendo preenchidas! Nós as trazemos às nossas experiências individuais (e as tornamos sensíveis em todo o mundo) quando reconhecemos e acolhemos a presença do Cristo.

Seção 1: O Cristo revelado e reconhecido
A lição começa introduzindo um dos dois grupos que primeiro reconheceram o sinal que indicava o nascimento de Jesus. Os Magos eram astrólogos ou astrônomos – especialistas em observar as estrelas. O que me impressionou é que eles imediatamente reconheceram e responderam ao sinal da luz que anunciava a eles a chegada do Messias (ou rei) que os judeus estavam esperando (B5, Mateus 2:1,2,10 & CS3, p.vii). O fato de que este sinal tenha sido recebido pelos gentios sugere a natureza atemporal e universal da Verdade, que fala a toda a consciência humana e que é reconhecida por aqueles que nós menos esperamos que sejam receptivos (CS4, p. 166). No ministério de Jesus, obviamente, ele continuou a estender a mão a alguns dos mais improváveis "suspeitos". Não devemos nunca limitar a força com que a luz do Cristo rompe a consciência; não devemos nunca limitar a receptividade do outro (nem a nossa própria). É tão natural que o pensamento de hoje responda à luz da Verdade que chegou a esta era como Ciência Cristã, como foi para os Magos responderem à vinda do Cristo naqueles dias. Naquela época, o Cristo foi personificado em Jesus. Isaías profetizou que um dia todos os filhos de Deus seriam "ensinados do Senhor" (B3, Isaías 54:13,14). A Ciência Cristã torna isso possível com o Princípio apodítico (indiscutível) que revela "Emanuel, ´Deus conosco´” como "a constante presença soberana que livra os filhos dos homens de todos os males ´de que a carne é herdeira´” (CS5, p.238). Eu desafio a cada um de nós a reconhecer, e abraçar, verdadeiramente esta Ciência como a presença do Cristo e a evidência do amor do Deus onisciente que dá poder a toda a humanidade, principalmente quando humildemente percebemos que não temos poder próprio. Quando paramos de depender de nós mesmos, estamos prontos a nos inclinar (e a responder) a Deus e ao Seu Cristo (B1, Isaías 40:28,29).

Seção 2: Deus é o único autor do homem.
Maria vislumbrou o fato de que o homem é fruto unicamente de Deus. Ela aceitou a mensagem do anjo de que "algo sagrado" (absolutamente puro, perfeito, imaculado e completo) nasceria dela e seria chamado de "Filho do Altíssimo" (B6, Lucas 1:26-38). A Ciência Cristã revela que esta origem sagrada não só vale para Jesus, como é o fato do existir para todos. Deus é o único autor de toda a ideia correta, inclusive a ideia do homem (CS8, p.29). Devemos nos ater a este fato. Lemos em Ciência e Saúde: "O fundamento da desarmonia mortal é o senso errôneo da origem do homem" (C&S 262:27). Portanto, nesta época de Natal, vamos dedicar nosso pensamento a compreender que "o Princípio espiritual e divino do homem desponta no pensamento humano" e abandona os falsos conceitos relacionados à origem do homem e de qualquer história mortal (CS10, p.191). Sabemos que o nascimento de Jesus não foi um milagre; foi uma verdadeira demonstração da aparição natural do homem de Deus, independente da matéria. Esta afirmação me acompanha há bastante tempo: "Para dar assistência adequada ao nascimento de uma nova criatura, ou seja, de uma ideia divina, deverias desprender o pensamento mortal de suas concepções materiais, de tal maneira que o parto ocorra com naturalidade e segurança" (C&S 463:6-10). Porém, eu nunca a conectara à história do Natal. Quando algo novo (projeto, relacionamento, design criativo, etc.) está se desdobrando em nossa experiência, podemos praticar reduzir "a silêncio a lei material e sua ordem de geração" como Maria demonstrou completamente (CS8, p.29). Não é NOSSO filho, nem NOSSO trabalho, NOSSO projeto, NOSSA ideia que está se desenvolvendo. É de Deus, é fruto do Espírito. Nossa responsabilidade é de estarmos totalmente conscientes de que a unidade com Deus é verdadeira para todos nós. Quando comungamos humildemente com Deus e vemos o desdobramento da Mente, do Princípio divino (ou origem) que avança de forma sagrada (completa e perfeita, sem interferência da opinião humana ou da crença de uma autoria humana), o desdobramento se dá de forma tão natural, completa e indolor quanto o desabrochar de uma flor.

Seção 3: Ouvir e responder aos anjos
José era um participante desavisado do plano que Deus tinha para trazer Seu Filho na forma de Jesus. Que choque deve ter sido ao descobrir que Maria estava esperando um bebê! Ele sabia que não era o pai da criança. A primeira reação de José foi a esperada por qualquer ser humano: o relacionamento deveria acabar. Mas, ele não agiu de forma precipitada, ao contrário, respondeu quando Deus lhe falou por meio da mensagem de um anjo, a qual explicava que aquela criança tinha uma missão muito especial, e que José fazia parte dela. Assim, o que podemos aprender com isso, além de pensar nela como apenas como uma história inspiradora? Como lidamos com alterações inesperadas em nossa vida? Será que nos lembramos de estar atentos a responder aos anjos, os quais continuamente nos dizem e revelam as bênçãos invisíveis que Deus está concedendo a cada um de nós? E reconhecemos que a Ciência Cristã é o mensageiro no mundo de hoje (tal qual Jesus foi em seu tempo) trazendo luz a situações que se apresentariam escuras de outra forma? A cada momento em que nos volvemos à Ciência Cristã para ver a realidade em lugar da ilusão, estamos entretendo os anjos e ouvindo "[...] a ideia verdadeira que proclama o bem, a mensagem divina de Deus aos homens, a qual fala à consciência humana" (CS11, p.174; CS13, p. 332; e CS14, p.224). José foi obediente às instruções de Deus e o resultado foram bênçãos a toda a humanidade. Deus está falando conosco, revelando Seu Cristo. Na medida em que confiarmos nisso, poderemos ouvir os anjos (sentir a calma influência nos conduzindo para fora de nós mesmos, do pecado e da materialidade), sentir a presença do Princípio divino – o Tudo-em-tudo – e estaremos "presentes com o Senhor". José era um homem comum que testemunhou um evento extraordinário. Podemos certamente também seguir seu exemplo e confiar nos anjos para revelar-nos a realidade!

Seção 4: Preste atenção ao que o cicio tranquilo e suave tem a dizer.
Eu adoro pensar em como os pastores responderam à luz brilhante no céu e à mensagem do Salvador que tinha vindo à terra. Eles pararam tudo o que estavam fazendo e prestaram atenção. Eles responderam e compartilharam a mensagem que haviam recebido. E glorificaram e louvaram a Deus. Eu também fiz uma pausa quando li: "Maria guardava todas estas coisas no seu coração e pensava muito nelas" (B10, Lucas 2:8-20,40, NTLH). Ela havia aceitado o que Deus lhe tinha revelado: que estava carregando o Seu filho. No entanto, Maria foi surpreendida pela mensagem dos humildes pastores – como se uma nova luz tivesse sido lançada na forma de como ela pensava sobre seu filho. Isso foi o que compreendi daquele momento, parece que todos nós precisamos ser lembrados de vez em quando daquilo que é o verdadeiro, e nunca devemos ficar apreensivos em compartilhar a inspiração que vêm a nós. Às vezes, é tentador pensar que os outros sabem ou entendem muito mais do que nós e que isso nos deixa hesitantes para partilhar. Ou talvez, pensamos que algo é óbvio demais e, portanto, não há necessidade de ser compartilhado. Tenho pensado sobre a questão da dúvida em compartilhar uma inspiração através de um testemunho ou do envio de um artigo para publicação, ou até mesmo em mencionar algo a um amigo ou alguém que está precisando de ajuda. A Sr. Eddy diz: "A Ciência Cristã e o cristianismo são uma só e a mesma coisa" (CS22, p.372). A Ciência Cristã não é uma denominação cristã, mas é o cristianismo demonstrado cientificamente. A receptividade à voz de Cristo é requisito para a prática do cristianismo e da Ciência Cristã! "A disposição de tornar-se como uma criança e de deixar o velho pelo novo faz com que o pensamento seja receptivo à ideia avançada" (CS18, p.323). Pense sobre como uma criança fica maravilhada ao exaltar uma novidade (uma luz brilhante no céu, por exemplo) e como fica ansiosa para aprender mais a respeito e para contar aos outros sobre o que descobriu! Ao fazê-lo, ela aprende cada vez mais e está pronta a novas descobertas. Algo que acho que possa acontecer caso eu não esteja alerta, é que posso ter uma grande revelação (ou um pensamento iluminado) que me abra os olhos e a tendência humana pode tentar me impedir de explorar plenamente essa nova ideia – impedindo-me de colocá-la em prática e de realmente fazê-la parte da minha compreensão para poder demonstrá-la, compartilhá-la e verdadeiramente testemunhá-la! E se os pastores, ou a Sra. Eddy, tivessem se rendido a tentações semelhantes! Vamos, então, sair do carrossel da mente mortal a fim de perceber "[...] ‘o cicio tranquilo e suave’, a voz da Verdade a se manifestar" e, então, prosseguir em responder e compartilhar, pondo em prática e regozijando – louvando a Deus continuamente por Sua incrível bondade (CS18, p.323). Será que esse movimento de pensamento teria também dificuldade de resolver problemas físicos aparentemente entrincheirados (que são de fato apenas sugestões mentais) que parecem nos cercar? Desperte, esteja alerta, acordado, receptivo! Esse é o homem de Deus!

Seção 5: A autoridade de Cristo
Até agora, vimos como os Magos, Maria, José e os Pastores respondiam, à medida que o Cristo lhes era revelado. Agora é o momento de João Batista desempenhar seu papel para que a plenitude da missão de Jesus seja reconhecida. Lemos na lição da semana passada sobre como os pais de João Batista, Izabel e Zacarias, responderam ao anjo que lhes revelou seu nascimento. João continuou a cumprir sua missão, que era preparar o pensamento do povo para que estivessem prontos a reconhecer Jesus como o Messias prometido, e receber sua mensagem da Verdade, e a responder à Verdade salvadora que Jesus veio para pregar e praticar. João afrouxou o solo, por assim dizer, para torná-lo pronto para a semente a ser semeada. Jesus veio humildemente a João para ser batizado e foi apresentado naquele tempo ao mundo como o Filho amado de Deus (B11, Mateus 3:1-3, 13, 16, 17). Embora os judeus tivessem esperado por um rei que os salvaria da dominação política, Jesus identificou sua missão como algo maior: salvar a humanidade do pecado – trazer a salvação completa do pecado, da doença e da morte. A partir daí, a autoridade do Cristo foi reconhecida e sentida por todos aqueles que vieram a Jesus para serem curados de "toda sorte de doença" (B12, Mateus 4:23). Essa autoridade de Cristo é eterna. Foi exercida pelos profetas que vieram antes de Jesus e continua a ser demonstrada hoje na prática da cura por meio da Ciência Cristã. O livro-texto da Ciência Cristã explica que
“A cura física pela Ciência Cristã resulta hoje, como no tempo de Jesus, da operação do Princípio divino, ante a qual o pecado e a doença deixam de ter realidade na consciência humana e desaparecem tão natural e tão necessariamente como a escuridão dá lugar à luz, e o pecado cede à reforma. Hoje, como outrora, essas obras poderosas não são sobrenaturais, mas supremamente naturais. São o sinal de Emanuel, ou seja, ‘Deus conosco’ — uma influência divina sempre presente na consciência humana […]” (CS23, p.xi).
Assim, ninguém tem um canto no mercado de cura! Ela está disponível para toda a humanidade! Todos nós podemos aprender a desistir de um falso senso de responsabilidade e reconhecer a presença e a autoridade da cura pelo Cristo (a luz e a Verdade de Deus chegando à consciência humana) e o Espírito Santo (o Consolador eterno que revela a atividade do Cristo), o agente da cura, sempre presente. Devemos nos volver a este Cristo com tanta humildade, expectativa, fé e confiança como aqueles que se volveram a Jesus. O mesmo poder está aqui hoje, como quando Jesus colocou as mãos (representando o poder espiritual) sobre os enfermos que vieram a ele – e eles foram curados! A regra de cura, “baseada em seu Princípio divino, o Amor, que está por baixo, por cima e em volta de todo o verdadeiro existir” (CS27, p.496). Nada pode resistir a isso!

Seção 6: Aceitar o dom do Consolador - o defensor que confronta e destrói o adversário ou acusador
Agora é a nossa vez de ouvir os anjos e receber o dom da Ciência Cristã! Jesus falou a seus ouvintes sobre o poder por trás de suas obras – a santidade de Deus, o Pai de todos nós (B14, Isaías 6:3 e B15, João 12:4)! Certamente Mary Baker Eddy respondeu e aceitou a responsabilidade dada a ela de descobrir, demonstrar e registrar a Ciência que é o Consolador (ou defensor, de acordo com o grego original) que Jesus prometeu que Deus enviaria (B16, João 14:16). O segundo fundamento estabelece a base bíblica para esta ciência salvadora que cura com a mesma autoridade com a qual Jesus curou. Começa com "um Deus supremo e infinito", reconhece a autoridade de Cristo e do Espírito Santo (o Consolador divino) que vem revelar o homem feito à imagem e semelhança de Deus (S28, p.497). Podemos fazer um esforço diário para eliminar cada vez mais nossas falsas opiniões, sacrificar as imposições da crença errônea e nos entregar inteiramente a Deus – estar dispostos a beber do mesmo cálice que Jesus bebeu (lutar contra os mesmos falsos quadros limitadores que o desafiaram) para que também possamos nos elevar mais alto como resultado da inspiração advinda do "vinho" no copo. Ao desistir de todas as falsas crenças e bebidas do "copo de Cristo", temos a promessa de que recebemos "o espírito e o poder da cura cristã" (CS29, p.55). Não fazemos a cura. Mas, buscamos a santidade em cada pensamento e ação e damos a Deus TODA a glória – como Jesus fez (CS31, p.262)! Que presente glorioso nos foi dado! E, como com os presentes de Natal sendo recebidos e dados a entes queridos este ano, agora é nossa responsabilidade, privilégio e alegria acalentar o presente, abri-lo, explorá-lo e usá-lo ao seu máximo potencial. As palavras do hino 392 resumem esta mensagem lindamente:

Com alegria, paz e amor
A nova luz saudamos.
Desfeita a treva material,
Refúgio divisamos.

Com dons de cura e redenção
O Cristo a todos guia,
E quem lhe abre o coração,
Exulta cada dia.

Da Vida a porta descerrou,
A entrar já nos convida,
O céu dos céus nos revelou
O Amor é essa Vida.

É tudo o nosso Deus e Pai,
E Cristo nos defende,
Passada a noite, é manhã,
E o dia em luz esplende.

Feliz Natal e desejos felizes por um ano novo cheio de novas ideias e uma demonstração prática do poder e da graça de cura de nosso Deus Pai-Mãe e Seu Filho e Salvador!
_________________
Este estudo metafísico foi preparado por Kathy Fitzer, CS314-323-4083 kathyfitzer@gmail.com
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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