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Tenham um Feliz Ano Novo com uma Compreensão mais Profunda de Deus—o Grandioso Eu sou! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Deus.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, December 26th, 2016

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

[Tenham um Feliz Ano Novo com uma Compreensão mais Profunda de Deus—o Grandioso Eu sou!]
26 de dezembro de 2016 a 1º de janeiro de 2017.
Deus
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Compreender Deus é a chave para compreender a realidade Científica e, portanto, a cura. Temos muitos tópicos em nossa Lição Bíblica da virada do ano que focam no compreender melhor Deus. Esse é apenas um de tantos outros temas sobre “sinônimos” de Deus. Esse é um grande começo do calendário anual, em que nos colocamos como melhores sanadores por meio da compreensão de Deus como a Fonte divina de tudo o que é real, tudo o que é bom, verdadeiro, poderoso, harmonioso, substancial, amoroso, e assim por diante. Quanto mais aprofundarmos nossa fé para se transformar em compreensão, mais permanente será nossa saúde, alegria, gratidão, vivacidade.
Em nosso Texto Áureo (Salmos 50:1,7) da semana, Deus chama “a terra desde o Levante até o Poente”. Em muitos casos onde vejo o termo “terra” usado na Bíblia, vejo uma oportunidade de afirmar o fato de que Deus nos encontra ali onde estamos, em nossa compreensão e pensamento. Deus não está “lá em cima” em algum lugar, ou é “espiritual demais” para nós “meros humanos” podermos compreender ou conhecer. Nessa frase, em particular, há a referência ao sol circundando a terra. Para mim isso representa o círculo ou símbolo da infinidade. Deus está constantemente falando a nós por toda a eternidade, sem tempo.
Quando respondemos a esse Texto Áureo com nossa Leitura Alternada sentimos Deus nos fortalecendo, ajudando e sustentando em retidão. Como criação de Deus vemos que Ele naturalmente “chamaria” ou falaria conosco, e certamente nos conheceria (chamaria pelo nome). Ele nos resguarda em tempos de lutas (águas profundas e rios), em tempos de crise (fogo). E nosso Pai-Mãe-Deus nos recolhe, não importa o quanto nos distanciamos dEle, se raramente vamos à igreja, oramos, lemos a Lição Bíblica (“trazei meus filhos de longe e minhas filhas, das extremidades da terra”). Contei umas sete vezes ao longo do TA e da LA onde Deus diz: “Eu sou”. Embora isso não seja usado aqui de modo explicito, como no caso em que fala com Moisés (B2, Êxodo 3:2,14), chama a atenção onde quer que ocorra na Lição. Pode provocar o pensamento para contemplar o que são o fogo ou águas/rios em que estivemos e de que estamos sendo preservados devido à nossa compreensão de Deus. Se você está passando, no momento, por tal experiência [literal ou figuradamente], aqui tem uma correlação em que vale a pena pensar e afirmar: na proporção em que sabe que o “Amor divino sempre satisfez e sempre satisfará a toda necessidade humana” (CeS, p.494) sua compreensão dessa circunstância está sendo elevada a um nível onde você pode ver o tempo todo que esses desafios “água/fogo” já foram ‘drenados’ e ‘apagados’ na harmonia do controle de Deus. Quando escrevemos nossas experiências de vida podemos escrevê-las mais clara, harmoniosa e vividamente quando vemos que Deus é Tudo o que realmente existe. Somos Seus reflexos, sempre expressando Sua harmoniosa atividade e inteligência.

Seção 1: Eu Sou: o único Eu, a única identidade.
Podemos olhar essa história de Moisés pastoreando o gado de seu sogro e expandir nossa própria compreensão da natureza e ser/existir de Deus. Moisés estava no “lado ocidental do deserto” – isso ilustra para mim certa solidão, isolamento, até mesmo uma privação de qualquer conforto material, de abundância ou conforto. Moisés andava num certo tipo de deserto, pelo menos mentalmente, se não literalmente. Quantas vezes na Bíblia, e nos escritos da Sra. Eddy, vemos Deus se revelando ao homem com mais clareza quando este está passando por um tempo de profunda pesquisa em seu próprio deserto? Posso pensar em Elias, em Jacó e até seu filho José, embora seu deserto fosse entre pessoas. Jesus e Paulo e muitos outros na Bíblia tiveram experiências frutuosas no deserto, onde chegaram a compreender mais claramente a verdadeira identidade e ser de Deus, exatamente onde estavam. Eddy nos diz que: “Moisés fez progredir uma nação até a adoração de Deus em Espírito, em vez de na matéria...” (CS3, p.200). Para fazer isso, ele precisou primeiramente perceber aquela oportunidade no deserto de seu pensamento – o arbusto em chamas que não se consumia. Ele precisou reconhecer a natureza santa de sua experiência e então atender a ordem de Deus: “tira as sandálias de teus pés”. Isso poderia ser pensado como uma chance de olhar com o senso espiritual e não “ficar caminhando por aí” e levando nossa compreensão material a respeito de uma oportunidade espiritual. Gosto de pensar sobre isso como estar espiritualmente consciente de cada circunstância que estejamos experimentando. Se ficamos em casa cuidando de alguém querido, qual é a terra santa em que pisamos? Que pensamentos santos estamos entretendo, vendo, cultivando, testemunhando? No MET da semana passada, Kathy mencionou que José ficou avaliando o que fazer após descobrir que Maria estava grávida antes do casamento, e ficou atento ao que Deus lhe revelaria. Assim Moisés, na sua humildade infantil, estava aberto ao que Deus lhe iria revelar e também percebeu sua natureza santa, avançando corajosamente sob comando de Deus. Quando de fato desejamos compreender a realidade, temos que começar por compreender Deus (CS2, p.275). Isso requer que ponhamos de lado um bocado de nossos próprios desejos pessoais, necessidades e temores. Assim, tiremos os pesados calçados que peregrinaram milhas e milhas no senso material de existência, e andemos em terra santa na presença de Deus.

Seção 2: Deus é indivisível, portanto, somos inseparáveis dEle.
O homem não é um “fragmento” retirado de um ser espiritual. Deus é o EU SOU, o ÚNICO. Sendo assim, Ele deve ter feito, e é inteligentemente refletido, por Sua expressão, o homem espiritual. Nós também obtemos a segurança, a individualidade e o amor desta conexão (B8, Deut. 6:4,5; CS9, p.336; CS10, p.6). Somos parte de Sua unidade, não somos seres separados com mentes separadas, não importa que as evidências sejam contrárias a isso. Muitas vezes, através dos anos, tenho tido provas disso quando esta evidência contrária estava presente. É raro conseguirmos tornar a unidade e a harmonia de Deus humanamente visíveis, quando a abordamos de uma posição de persuadir o outro a desistir de suas visões e a adotar aquelas que acreditamos serem verdadeiras. Em todo exemplo bíblico em que consigo pensar, Deus estava falando diretamente ao homem que provocara uma profunda mudança no pensamento. Raro é o exemplo de uma pessoa mudando a mente de outra a respeito de coisas importantes. Felizmente, como Deus é Um e o homem faz parte dessa unidade, podemos confiar que Deus, a Mente, comunica-se com cada um de nós. Nosso papel é apoiar esta verdade em nossa consciência, estar de ouvidos abertos a toda oportunidade de ouvir a estas mensagens sagradas em nossa existência diária. Podemos também ir direto a Deus para uma verdadeira afirmação de nossa identidade e natureza. Na verdade, esse é o único lugar onde podemos ir para encontrar a verdade da identidade do homem e de Deus. Nossa consciência e individualidade são reflexos de Deus (CS9, p.336). Sendo assim, podemos nos aproximar ainda mais de Deus quando nos sentimos cercados pela evidência de que a sociedade, a igreja ou a família está fragmentada ou dividida de alguma maneira. Na medida em que avançamos nosso pensamento, vemos a luz da unidade de Deus revelar com clareza a verdadeira natureza da igreja, da família e da sociedade. Essa ideia é apoiada pela afirmação: “‘Deus é Amor’. Mais do que isso não podemos pedir, mais alto não podemos olhar, mais longe não podemos ir” (CS10, p.6). Podemos somente nos voltar para o Amor, ao buscarmos a verdadeira realidade.

Seção 3: O EU SOU não muda; nunca é EU FUI nem EU SEREI.
Todos os estudiosos da Bíblia sobre os quais já li a respeito deste assunto concordam que a declaração do nome de Deus como “EU SOU” é um indicativo de sua atemporalidade – algo como um “presente” eterno. Isso poderia parecer humanamente chato. Mas quando compreendemos a identidade de Deus com clareza, vemos que o Bem imutável sempre se desdobra. Da mesma forma que um botão de flor se abre lentamente para revelar uma flor totalmente aberta, a natureza imutável de Deus está completa e constantemente se desdobrando para nós em detalhes infinitos. Semana passada, fiz uma visita à minha primeira neta e poderia ter sido uma tentação olhar para as quatro gerações presentes como uma contradição da realidade imutável de Deus. “Se a Vida tivesse algum ponto de partida, qualquer que fosse, então o grandioso Eu Sou não passaria de um mito” (CS14, p.550). Para o que eu estava, então, olhando naquele pacotinho adorável? Ela não está recém “começando” a vida? Não! Deus não está refletido materialmente como seres em evolução. Como mãe, tive de pensar profundamente a respeito da verdadeira natureza de meus filhos como reflexo de Deus. Cada um deles reflete o espectro da vivacidade, da alegria, da inteligência, da criatividade da Vida, e assim por diante. Mas isso não é em nada dependente do desenvolvimento material. Eles sempre foram ideias maduras e completas no tempo presente. Eu testemunho o desdobramento das qualidades divinas que eles expressam. Estas qualidades apresentam-se de muitas maneiras, mas sempre no presente e na totalidade. Verdadeiramente, vemos diferentes facetas dessas qualidades conforme a experiência se desdobra – algo como quando andamos ao redor de uma escultura e vemos suas diferentes superfícies. Mas, mais uma vez, isso demonstra não um desenvolvimento material, mas sim, um desdobramento espiritual. Às vezes, até temos vislumbres dessas qualidades desenvolvidas antes delas se manifestarem de uma maneira obviamente humana. Então, nos atemos à revelação e a nutrimos em nossos próprios pensamentos e orações, até que elas se tornem visíveis àquele em quem as vislumbramos. “A morte e a finitude são desconhecidas para a Vida. Se a Vida alguma vez tivesse tido começo, ela também teria fim“ (CS13, p.469). Da mesma forma que a luz não “conhece” a escuridão (não existe nenhuma na luz), Deus, a Vida, não pode estar ligado de nenhuma forma à morte, que não tem presença na Vida. Nossa unidade refletida com o divino é contínua e imutável em seu ser jubiloso.

Seção 4: O EU SOU expressa-se melhor no Cristo como sanador. [B14, Isaías 42:6-8; B18, Mateus 11:2-5; B19, João 5:19,20; PS#1 & PS#2]
A cura é a maneira mais vívida de ver a presença e o poder de Deus. Esta cura teve melhor expressão por meio do Cristo que Jesus viveu. Portanto, não é de se admirar que temos uma cura de dez leprosos nesta seção, na citação B17 (Lucas 17:12-19). Imagine curar dez de uma vez com sua clara compreensão de Deus. Em seguida, temos um “estranho” que volta para agradecer a Deus (e Jesus), por sua libertação. Isso pode ser uma ótima maneira de compreender o pensamento de Moisés na citação B2 (Êxodo 3:1-14), onde ele voltou-se para reconhecer que Deus estava presente na sarça ardente e, também, que ele precisava parar e tirar as sandálias –reconhecer a santidade daquele momento. Quem sabe o que os outros leprosos pensaram quando continuaram a vida? Tenho certeza de que estavam mais do que empolgados por livrarem-se desta doença terrível. Mas esse homem sozinho, de todos os dez, reconheceu a santidade do que acontecera e precisava expressar seu reconhecimento através da gratidão e do louvor. Isso enriqueceu infinitamente sua vida. Quando somos gratos a Deus pelo bem em nossa vida, estamos cientes deste bem. Não é sempre que acontece o contrário. Assim, expresse essa gratidão, vá fundo nela e, então, o poder da presença da cura do Cristo se tornará visível. Isso se encaixa bem com o conhecimento de que a bondade de Deus está sempre presente e sempre se desdobrando. Ao sabermos disso, podemos agradecer e louvar confiantemente ao nosso Bom Deus pela presença de Sua abundância e graça em nossa experiência, mesmo antes de se tornar aparente.

Seção 5: Deus circunda e protege nosso ano!
Essa é uma tradução bem tosca da linda bênção da citação B23 (Salmos 65:5-11). Esta passagem é ótima para refletirmos a respeito do ano vindouro. (A palavra “coroar” vem do hebreu “atar” que está relacionada a estar cercado de proteção.) Ao sabermos que Deus é Um e Tudo, podemos ter a confiança de que veremos este fato com mais clareza a cada dia do novo ano, enquanto nos esforçamos para aprofundar nossa compreensão a respeito dEle. Na proporção em que essa compreensão cresce, não só desdobra ainda mais Sua natureza e a nossa própria, como nos impulsiona a níveis mais elevados de demonstração e cura. Ele é o primeiro e o último, Ele nos conhece de “desde o menor até o maior”. Ele é uma individualidade onipresente e o homem tem acesso a ela devido à sua unidade com Ele. Essa compreensão traz, de forma natural, paz à nossa experiência e ao nosso pensamento, mesmo quando enfrentamos grandes desafios, porque ao sabermos que Ele é verdadeiramente Tudo, o EU SOU, podemos ter a certeza de Sua constante e imutável bondade presente em nossa vida.
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Este estudo metafísico foi preparado por Kerry Jenkins, CS, House Springs, MO, (314) 406-0041 kerry.helen.jenkins@gmail.com
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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