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Estai dispostos a serdes amados…MUITO amados…para uma vida despreocupada e forte! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Deus, o preservador do Homem.

Rick Stewart, C.S., Dresden, Germany
Posted Monday, December 5th, 2016

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
Estai dispostos a serdes amados…MUITO amados…para uma vida despreocupada e forte!
5 a 11 de dezembro de 2016

Deus, o preservador do homem
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Você alguma vez já recebeu uma mensagem em um momento de grande necessidade que simplesmente acalmou todos seus temores? Uma mensagem que lhe elevou, encorajou, acalmou sua dor, o guiou, e o deixou sentindo-se amado e protegido? Bem, foi assim que o Texto Áureo na lição bíblica desta semana me impactou. De forma simples, direta, animadora e encorajadora:
Texto Áureo: Daniel 10:19 “Não temas, homem muito amado!”
Enquanto lia o capítulo de Daniel onde consta a citação acima, descobri que muitos acadêmicos da Bíblia pensam que é uma mensagem do anjo Gabriel a Daniel. Nesse capítulo 10, o mensageiro não é identificado com Gabriel por nome, mas em outros capítulos anteriores, Daniel 8:15-26 e 9:21-27, Gabriel aparece ao profeta e explica a Daniel o significado de suas visões.
No capítulo 10, Daniel estivera orando e jejuando em grande anseio spiritual. O mensageiro de Deus veio-lhe nestas palavras de encorajamento: “Daniel, homem muito amado, está atento às palavras que te vou dizer; levanta-te sobre teus pés, porque eis que te sou enviado. Ao falar ele comigo esta palavra, eu me pus em pé, tremendo. Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia em que aplicaste teu coração a compreender e a humilhar-te diante de teu Deus, foram ouvidas as tuas palavras; e, por causa das tuas palavras, é que eu vim” (Daniel 10: 11,12).
Lemos a respeito de anjos tanto no Antigo como no Novo Testamento de como trouxeram mensagens inspiradoras, confortadoras e encorajadoras, não só a Daniel. Com a aproximação do Natal somos lembrados das mensagens angelicais que vieram ao pai de João Batista (Zacarias) e a Maria, a mãe de Jesus, no evangelho de Lucas, capítulo 1.
Mary Baker Eddy fala de anjos no livro texto da Ciência Cristã, Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, nas págs. 298 e 299:
“Os anjos não são seres humanos etéreos, com asas que indicam qualidades animais; eles são visitantes celestiais, que voam com asas espirituais, não materiais. Os anjos são pensamentos puros que emanam de Deus, alados com a Verdade e o Amor, seja qual for sua individualidade. A conjetura humana atribui aos anjos suas próprias formas de pensamento, marcadas com contornos supersticiosos, e faz deles criaturas pseudo-humanas, dotadas de sugestiva plumagem; mas isso não passa de fantasia. Por trás dessa conjetura não existe algo de real, assim como não há nada de real por trás do pensamento do escultor, quando cinzela a “Estátua da Liberdade”, dando corpo à sua concepção de uma qualidade ou condição que não se vê e que não existe como entidade física, a não ser na imaginação e nas “câmaras pintadas” de imagens do próprio artista.
“Meus anjos são pensamentos elevados, que aparecem à porta de algum sepulcro no qual a crença humana enterrou suas mais caras esperanças terrenas. Com alvos dedos apontam para cima, para uma confiança nova e glorificada, para ideais mais elevados da vida e de suas alegrias. Os anjos são representantes de Deus. Esses seres que se erguem para o alto jamais conduzem ao ego, ao pecado ou à materialidade, mas guiam ao Princípio divino de todo o bem, para onde aflui toda individualidade real, toda verdadeira imagem ou semelhança de Deus. Quando sinceramente prestamos atenção a esses guias espirituais, eles permanecem conosco, e acolhemos anjos ‘sem o saber’” (CS, pp. 298-299).
Acaso, não é essa uma maravilhosa mensagem de inspiração para nos atermos em todos os tempos? Deus nos dizendo que somos muito amados e que não temos nada a temer.
Essa mensagem de que somos amados e escolhidos segue na Leitura Alternada, tirada de Deuteronômio, capítulos 7 e 8. As passagens que compõem a Leitura Alternada são algumas das mais encorajadoras da Bíblia. Esses versículos falam de Deus pondo Seu amor sobre Seu povo, escolhendo-o, libertando-o, amando-o, abençoando-o. Esses versículos falam da orientação de Deus por 40 anos no deserto, humilhando e purificando o coração de seu povo, vestindo, alimentando abastecendo-os com água e alimento. Cada necessidade humana foi satisfeita. E Deus abriu o caminho para seu povo, os filhos de Israel. Mas quando me aprofundei na leitura cheguei a um tema que sempre me “quebrou a cabeça”. Já havia tribos nessas terras, e muitas vezes tiveram de ser expulsas ou vencidas: “Quando o Senhor, teu Deus, te introduzir na terra a qual passas a possuir e tiver lançado muitas nações de diante de ti, os heteus, e os girgaseus, e os amorreus, e os cananeus, e os ferezeus, e os heveus, e os jebuseus” (Deuteronômio 7:1).
Assim, tive uma insistente questão, não realmente uma dúvida, mas uma curiosidade em saber por que Deus abençoaria um povo e expulsaria outro? Então me veio a ideia: “Leia a lição, ó amado do Senhor”. Sim, eu estava por mergulhar na Lição Bíblica em busca de respostas.
Seção 1: Adorado pelo “Adorável um e único”, nosso Pai-Mãe, Deus.
Uma disposição de considerar-nos como os filhos amados de nosso Pai-Mãe Deus é um passo poderoso. E é disto que esta seção da LB dá testemunho. Um povo ou uma pessoa começando a reconhecer uma relação, um filho ou filhos de um Pai-Mãe amoroso. A citação B1 é o começo da oração conhecida como “A Oração do Senhor”. Uma oração que Jesus compartilhou conosco: “Pai Nosso que estás no céu” (Mateus 6:9). Na citação CS4 a Sra. Eddy escreve: “O Amor, o Princípio divino, é o Pai e a Mãe do universo, que inclui o homem” (CS, p. 256).
De repente, tive um primeiro vislumbre da resposta de por que Deus escolheu amar os filhos de Israel e aparentemente deixar de lado as outras tribos. E isso tinha algo a ver com a boa e velha matemática.
Você já ouviu alguém dizer: “Odeio a matemática!” Vocês conhecem a frustração de alguém que não entende algo? Bem, eu sempre gostei de matemática e colhi bons frutos desse gosto. Na segunda série, minha professora, Ruth Urquhart, nos encorajou ainda mais, a mim e Barry Mitchum, em nosso amor pela matemática. Ela nos passava livros de exercícios, um após o outro. Assim que terminávamos um, ela nos dava outro. Enfim, já tínhamos em mãos livros com problemas da 6ª Série. Nós até nos divertimos com isso.
Quando me lembrei do episódio, pensei nos Filhos de Israel e as outras tribos. Por meio da liderança de Moisés, os Filhos de Israel foram lentamente aprendendo a seguir Deus, a confiar em Deus, a escutar Deus. Demorou até pararem de resmungar e simplesmente obedecer, mas estavam aprendendo e Deus foi paciente com eles. As outras tribos da região continuaram na sua adoração que incluía múltiplos deuses e práticas ritualistas, que às vezes eram muito más. Elas, na realidade, ainda estavam engajadas em práticas que eram contraproducentes da harmonia. Poder-se-ia dizer que não queriam obedecer aos princípios da matemática, seja por ignorância ou teimosia. Bastava aplicar a matemática, e colher os benefícios.
Quando escolhemos aprender de Deus, o Pai-Mãe, o Amor divino, o Princípio divino, nos deparamos no reino de uma compreensão espiritual. E vai parecer que somos um dos escolhidos, e os falsos temores e práticas simplesmente saem de nossa experiência. Todas as outras tribos se foram e estamos protegidos na Terra Prometida.
Seção 2: O pai Abraão em completa fidelidade.
Outro cara que escolheu seguir Deus e foi abençoado é o grande patriarca bíblico Abraão. Toda esta seção nos fala de um homem que se chamava Abrão e passou a se chamar Abraão. Ao seguir fielmente a orientação de Deus, Abraão saiu de sua terra natal em busca de um novo lar. Lemos na citação B8 (Hebreus 11:8, 10): "Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança, e partiu sem saber aonde ia […] porque aguardava a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador."
A Bíblia A Mensagem tem esta versão: Por um ato de fé, Abraão disse "sim" ao chamado de Deus e partiu para um lugar desconhecido, que se tornaria seu lar. Por um ato de fé, foi residir no país que, de acordo com a promessa, seria dele. Viveu ali como estrangeiro e morava em tendas. Isaque e Jacó fizeram o mesmo, vivendo pela mesma promessa. Abraão agiu assim, mantendo o olhar numa cidade invisível que tem fundamentos reais e eternos - a Cidade planejada e construída por Deus."
No Glossário de Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, a Sra. Eddy define "ABRAÃO. Fidelidade; fé na Vida divina e no eterno Princípio do existir. Esse patriarca exemplificou o propósito do Amor de criar confiança no bem e mostrou o poder da compreensão espiritual para preservar a vida" (CS5, p.579).
Sair com fé, é assim que começa nossa caminhada com Deus. A disposição de Abraão de lançar-se não só abençoou a ele e sua família, como também provou ser uma inspiração por milhares de anos e estabeleceu as bases para aqueles que o seguiram por muitas gerações posteriores.
Abraão confiou e aprendeu. "Passo a passo, os que confiam nEle hão de constatar que Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações" (CS8, p.444).
Seção 3: O Princípio divino, o Amor, supre todas as nossas necessidades.
Lemos na Bíblia, que os Filhos de Israel, na sua jornada de saída da escravidão à Terra Prometida, dirigiram-se ao deserto de Zim (B10, Números 20). Alguns estudiosos acreditam que esta é também uma região que Abraão percorreu em sua jornada ao Egito.
Mas ao passo que uma "Terra Prometida" poderia esperar um pouco, o deserto de Zim soava quase perfeito como uma propriedade imobiliária! Ouça a descrição na citação B10: “Por que você nos trouxe do Egito para este lugar terrível, onde não há cereais, nem figueiras, nem parreiras, nem romãs? E além de tudo não há água para beber. Então Moisés e Arão saíram dali, onde o povo estava, e foram para a porta da Tenda Sagrada. Eles se ajoelharam, encostaram o rosto no chão, e a glória do Senhor apareceu. E o Senhor disse à Moisés: - Pegue o bastão que está em frente da arca da aliança, e depois você e Arão reúnam o povo. E na frente de todos eles dêem ordens à rocha, e dela sairá água. Assim vocês tirarão água da rocha e darão de beber ao povo e também aos animais” (NTLH).
Mas, ao invés de ser lembrada como uma grande bênção ou um milagre, a água aqui serve como um lembrete da rebelião dos israelitas, lamuriando e se queixando, e também de Moisés e Arão, e como o povo tentou resolver as coisas sem a ajuda de Deus. Em vez de "provisão" ou de "água em abundância", o lugar é conhecido como Meribah (ou "rebelião"). Devem se lembrar da sua falta de fé e sua rebelião ativa contra Deus, o seu salvador, sempre que mencionarem este lugar. E isso aconteceu tão perto do fim de sua jornada, talvez após 38 anos de caminhada. É aqui que Arão morre e seu trabalho como sacerdote é passado a seu filho.
Mas poderia ter sido diferente. E também não é algo que deveríamos termos ter em mente? Podemos ouvir, seguir, regozijar-nos em dar a Deus outra oportunidade de nos suprir. Por exemplo, no meu primeiro verão como praticista principal do acampamento dos Cedros, a fundadora, a senhora Ruth Huff, compartilhou um exemplo muito simples, mas também muito poderoso em como podemos nos dispor a confiar em Deus. Numa certa ocasião, quando o acampamento estava prestes a começar, ela descobriu que a cozinheira com quem contava não poderia comparecer. Qual foi a resposta de Rute nesta emergência? Ela me disse que se volveu ao Pai e disse: "Bem, Pai, mal posso esperar para ver como você vai resolver isso!" Pouco depois, quando ela estava dirigindo de volta ao longo da estrada e já chegando notou uma vizinha que estava pendurando as roupas para secar no varal. Ela era uma desconhecida para Ruth, mas ela esta decidiu parar e cumprimentá-la. Enquanto conversavam, Ruth perguntou à nova amiga qual era o seu trabalho. A vizinha explicou: "Eu sou cozinheira de escola." Ruth, em humilde alegria, perguntou: "Você estaria interessada em cozinhar para um acampamento de verão?" Ela respondeu: "Sim." E pelos sete anos seguintes essa amável senhora, a qual o Amor havia trazido, serviu refeições deliciosas ao acampamento!
Seção 4: O amado do Senhor, Josué e vocês não têm idade!
Seguir fielmente nosso Pai-Mãe, sem medo, nos leva passo a passo a um reino onde a mortalidade, a idade e o tempo não governam. Nesta seção, temos um exemplo específico de como Calebe lembra Josué sobre o seu seguimento fiel às orientações de Moisés. Eles foram fiéis quando chamados pela primeira vez aos 40 anos de idade, e, 45 anos mais tarde, Calebe se ergueu diante de Josué aos 85 anos declarando: "me sinto tão forte hoje como no dia em que Moisés me mandou espionar a terra" (B14, Josué 14:11).
No Livro de Jó (B15, Jó 11:7,13-15,17), temos uma espécie de declaração individual de como entrar na Terra Prometida como o amado do Senhor, e também como o derradeiro "ita" - o Adamita - pode ser expulso de diante de você! Por acaso você é definido por um conceito de homem o qual é descendente de Adão, ou um Adamita? Então você está limitado por aquilo que esse conceito de homem inclui. Jó nos dá a promessa do que podemos encontrar numa Terra Prometida do Espírito: "Abandone o pecado que mancha as suas mãos e não deixe que a maldade more na sua casa. Então você andará de cabeça erguida, puro, firme e sem medo. A sua vida brilhará mais do que o sol do meio dia, e as suas horas mais escuras serão claras como o amanhecer" (B15).
As citações de Ciência e Saúde nesta seção são como um roteiro para a Terra Prometida de vida viva, sem dores, e com "vigor, frescor e o potencial, […] sabedoria, beleza e santidade" (CS19, p. 246).
A citação CS17 me fez lembrar de um maravilhoso exemplo de como "Uma mulher de oitenta e cinco anos, que eu conheci, recuperou a vista" (p. 247:4). Nossa família pegava ovos frescos semanalmente de um membro da igreja, a qual dirigia 16 km para igreja, toda semana. A Sra. Ryder tinha cerca de 90 anos. Lembro-me dela como uma pequena e encantadora senhora. Tudo indicava que ela havia quase perdido a visão, a qual a fez parar de dirigir, tendo contatado minha mãe em busca de ajuda em oração. Pouco tempo depois me lembro dela dirigindo até a nossa casa. Contou à minha mãe que estava sentada com uma cópia do Journal da Ciência Cristã em suas mãos, incapaz de ver qualquer coisa. De repente, disse que o texto impresso da página saltou na sua frente, muito ampliado. Naquele momento, enquanto chorava em grande alegria, o texto se reduziu ao seu tamanho normal, mas estava totalmente evidente e era preto. Ela percebeu que estava vendo perfeitamente.
Seção 5: O filho eterno e amado da Criação de Deus.
Mary Baker Eddy pergunta em Ciência e Saúde: "Será que Deus envia a doença, dando à mãe um filho por curto espaço de tempo, levando-o embora depois por meio da morte? Acaso pode haver nascimento ou morte para o homem, a imagem e semelhança espiritual de Deus? Em vez de mandar a doença e a morte, Deus as destrói e traz à luz a imortalidade" (CS19, p.206).
Como Mary Baker Eddy ousou escrever tal afirmação? Onde ela buscou provas para esses fatos? Era uma terra de sonhos ou uma Terra Prometida que ela visualizava? O que a inspirou para fazer essa afirmação? Seria o claro ensinamento e exemplo de nosso Salvador, nosso Mestre, Cristo Jesus?
Na citação B18 (Mateus 9:18-26), lemos: 18 "eis que um chefe, aproximando-se, o adorou e disse: Minha filha faleceu agora mesmo; mas vem, impõe a mão sobre ela, e viverá. 19 E Jesus, levantando-se, o seguia, e também os seus discípulos. 23 Tendo jesus chegado à casa do chefe e vendo os tocadores de flauta e o povo em alvoroço, disse: 24 Retirai-vos, porque não está morta a menina, mas dorme. E riam-se dele. 25 Mas, afastado o povo, entrou Jesus, tomou a menina pela mão, e ela se levantou. 26 E a fama deste acontecimento correu por toda aquela terra."
Não fez o nosso Mestre o que Eddy descreve na citação CS23 (p.557): "A Ciência divina dispersa as nuvens do erro com a luz da Verdade, levanta o véu e mostra que o homem nunca nasce e nunca morre, mas coexiste com seu Criador"?
Seção 6: O Mestre mostra que ele (nós) e o Pai são (somos) um.
Gosto muito de imaginar Jesus falando a um grupo de pessoas, compartilhando ideias, alguns prestando atenção, outros apenas se preocupando com suas objeções às palavras dele. Como nesta ocasião em que ele falou no Monte das Oliveiras. Ele havia corajosamente dito: "Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida" (B21, João 8). Uau! Isso é uma promessa! Mas suas palavras foram desafiadas pelos fariseus. Eram homens conhecidos por seguir rigidamente as leis dadas por Moisés, e também por dar instruções incompreensíveis sobre como as pessoas tinham de seguir aquela lei. Provavelmente acharam que as ideias de Jesus violavam suas interpretações. Mas a profunda compreensão de Jesus, de sua relação com "seu Pai", era um fato - um fato em que podemos aceitar para todos. O Mestre explicou a respeito de seu (e nosso) Pai onipresente: "e aquele que me enviou está comigo, não me deixou só, porque eu faço sempre o que lhe agrada […] quem me glorifica é meu pai […] Abraão, vosso pai, alegrou-se por ver o meu dia, viu-o e regozijou-se. Perguntaram-lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinquenta anos e viste Abraão? Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU" (B21, João:8).
As citações bíblicas desta seção concluem com a maravilhosa declaração de Jesus que indica a razão por traz trás das curas e da perfeição em tudo o que ele fez: "Eu e o Pai somos um" (B22, João:10:30).
As citações de Ciência e Saúde explicam claramente essa unidade que Jesus compreendia e demonstrava. Eddy escreve: "As palavras de nosso Mestre: “Eu e o Pai somos um”, o separavam da teologia escolástica dos rabinos. A compreensão que Jesus tinha de Deus, por ser mais clara do que a deles, era uma repreensão para os rabinos. Ele reconhecia uma Mente única e não aceitava nenhuma outra" (CS27, p.315).
Seção 7: Amados, abençoados, e para sempre unidos com nosso Pai-Mãe
Achei este grupo das citações da Bíblia B23 a B25 de acordo com a tradução dA Mensagem, uma versão muito doce da Sua mensagem a nós:
Salmos 121: “O Eterno é seu Guardião, ao seu lado ele dará proteção. O Eterno guarda você de todo o mal, ele protege a sua vida”(B23).
1 João 3: “Que amor maravilhoso o Pai nos concedeu. Vejam só: somos chamados “filhos de Deus”! É o que realmente somos. Mas é por isso também que o mundo não nos reconhece, nem nos leva a sério, porque não tem ideia de quem ele é, ou do que pode fazer.”
Quando sentimos que não somos suficientemente bons para sermos amados por Deus, devemos lembrar que o amor de Deus é maior do que nossas dúvidas. Devemos silenciar os sons da condenação para que possamos ouvir a voz da certeza amorosa de Deus e lembrar que Ele nos selecionou para fazer parte de Sua família (B24). [a versão do “texto correlativo” que a Sra. Eddy selecionou para ser lida depois da “Declaração cientifica do existir” no final de todo culto aos domingos].
Daniel 10: 19 "Não temas, homem muito amado! Paz seja contigo! Sê forte, sê forte. Ao falar ele comigo, fiquei fortalecido e disse: fala, meu senhor, pois me fortaleceste."
Mary Baker Eddy confirma o amor e a unidade que nos mantém a todos: “Assim como uma gota de água é uma com o oceano, um raio de luz é um com o sol, do mesmo modo Deus e o homem, Pai e filho, são um no existir. A Bíblia diz: “Pois nEle vivemos, e nos movemos, e existimos” (CS31, p.361).
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Este estudo metafísico foi preparado por Rick Stewart, C.S. Dresden, Alemanha rickstewartcs@aol.com
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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