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Louvem a Deus, exerçam seu senso espiritual e vejam a realidade! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: É o universo, que inclui o homem, evoluído pela força Atômica?

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, December 12th, 2016

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
Louvem a Deus, exerçam seu senso espiritual e vejam a realidade!
12 a 18 de dezembro de 2016

“É o universo, que inclui o homem, evoluído pela força Atômica?”
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Outro dia, tive a oportunidade de assistir a cantata de Handel, O Messias, em Principia College. Sem dúvida, um dos pontos altos foi o coro Aleluia. Então, no domingo na igreja, foi tocado como poslúdio. A composição de Handel nos inspira com reverência à majestade e poder de Deus.
Com que frequência louvamos a Deus? Quando as coisas estão bem conosco? E quando não estão tão boas? Se olhamos para a vida com base na evidência dos sentidos materiais, muitas vezes incorremos em situações ameaçadoras, assustadoras e feias. Esses quadros do mal podem fazer parecer que haja um poder oposto a Deus, ou até que não haja um Deus. O que fazer para olhar além dessas situações?
“Aleluia”, no Texto Áureo é uma versão da palavra hebraica “Hallelujah”, que quer dizer “louvai a Deus”. Na presença de Deus, todos os habitantes dos céus dão voz a essa santa manifestação. No contexto, a batalha terminou e a vitória sobre todo o mal aconteceu. Para nós isso é significativo, pois esse louvor excelso é afirmado a partir da perfeição. Nós oramos para reconhecer que Deus está no comando – o único poder e o único legislador.
Na Leitura Alternada, o hino de louvor segue evocando cada faceta da criação, desde insetos até a mais alta montanha; desde oceanos até estrelas no céu, para que reconheçam a soberania de Deus, Seu controle total sobre tudo o que existe. O salmista também evoca cada pessoa, jovem ou adulta, peão ou rei, a que louve a Deus. Não há mais muitos reis no mundo, mas poderíamos dizer que os mandantes de hoje sejam os pesquisadores e os cientistas que autoritariamente declaram ordens e leis baseadas em suas descobertas. Mas, não importa quanta autoridade a voz pareça ter, a maioria de suas teorias acaba tornando-se obsoleta e sendo substituída. A lei de Deus é constante, incorruptível, imutável e permanente. Reconhecer Deus como a única fonte do existir nos habilita a ver a realidade espiritual através do véu da crença material.


Seção 1: O que está por trás de tudo isso?
Como podemos começar a descrever a magnificência de Deus? O salmista volta-se à vastidão do universo e às maravilhas da natureza. Ainda hoje, mesmo com a sofisticação dos telescópios, é impossível contar todas as estrelas do universo. Mas o salmista diz que Deus não só conhece cada objeto de Sua criação, como Ele também os conhece pelo nome (B1, Salmos 147:1-18). Toda a criação é preciosa para Deus e Sua lei reina acima de tudo.
O salmista tem a certeza de compreender que Deus estabeleceu tudo o que existe. Hoje em dia, os cientistas têm uma boa ideia de como a natureza funciona. Mas antigamente, o clima e as estações eram um mistério. A maioria das pessoas acreditava que a religião se desenvolvera como um esforço de explicar a origem das coisas. O filósofo David Hume tinha uma visão diferente. Ele achava que os ritos religiosos desenvolveram-se a partir de um esforço de acalmar os deuses para evitar os chamados desastres naturais. Quando a era científica despontou, a necessidade de explicações religiosas para os fenômenos naturais – benéficos ou perigosos – começou a perder força. Porém, o salmista está convencido de que toda a criação, assim como todo o evento que seja parte dela, está estabelecido, direcionado, mantido e sustentado por Deus, e tudo isso é maravilhoso. Ele coloca o mundo e tudo o que há nele nas mãos de Deus (B2, Salmos 89:11, 15, 17). Ele acredita que todos aqueles que reconhecem Deus recebem uma bênção especial devido a este reconhecimento. Eles estão "na luz" da presença sempre amável de Deus.
O salmista destaca que independente do tumulto que possa ocorrer, a majestade de Deus permanece inviolada. O Comentário Bíblico de Abingdon observa que em meio a todo o caos mundial, existe uma calma espiritual que é produtiva em vez de destrutiva, e que não é "inspirada pelo terror", mas sim que "traz a paz". Quando há algum tipo de perturbação ao nosso redor, a tendência é cerrar os punhos e tentar resolver o assunto por nossa conta. Mas o reconhecimento da supremacia de Deus silencia a ansiedade. Albert Barnes (1798-1870) observa que a palavra hebraica para "aquietai-vos" significa deixar cair e relaxar, "especialmente as mãos" e não colocar nenhuma força, deixar que Deus resolva. Resistir à tentação de acelerar situações desconcertantes é algo bem difícil de conseguir para algumas pessoas. Mas se realmente confiamos tudo a Deus, com a confiança de que podemos confiar nele com segurança, o alívio é palpável.
Nada pode sobrepujar o poder de Deus e, para o senso humano, isso pode parecer impossível de se compreender (B4, Salmos 145:3-5,15), mas Deus é maravilhoso e a experiência mostra um registro comprovado das boas obras de Deus. As teorias humanas e os reinos humanos vêm e vão, mas Deus está sempre ali.
A Ciência Cristã sustenta inequivocamente que Deus é o criador de tudo o que existe. Mas aqui, aqui está o afastamento da maioria das teorias religiosas – Na Ciência, Deus não criou a matéria. Deus cria ideias do infinitésimo ao infinito. Deus desenvolve o universo, mas como uma ideia, não como objeto. Tudo o que é feito deve operar eternamente sob a lei divina. O homem é o ápice da criação, a expressão total da Mente. Ele é o reflexo de Deus e, como Deus é Espírito e infinito, não existe outro poder e tudo o que é feito é, e deve ser, espiritual (CS2, p.295).
A teologia tradicional acredita que tudo na natureza é resultado do comando de Deus e que Deus está na natureza. Mas o que a crença humana chama de "natureza" é uma visão errônea da criação de Deus. Cada aspecto da criação é uma ideia na Mente. Isso é muito diferente da crença de que Deus está "em" Sua criação. O livro-texto diz: "A Ciência Cristã apresenta desdobramento, não acréscimo" (CS4, p.68). Acréscimo é definido como "o acúmulo gradual de camadas extras de matéria." Desdobramento é uma revelação do que já existe. Sendo assim, na Ciência Cristã, não há crescimento material (o nada) na Mente, mas sim uma emanação da ideia da Mente (CS 4, p. 68).
Em Ciência e Saúde encontramos a afirmação de que "A verdadeira teoria sobre o universo, que inclui o homem, não está na história material, mas no desdobramento espiritual" (CS5, p.547). Esta é uma clara declaração de que, na Ciência Cristã, precisamos nos libertar de todas as teorias materiais e aceitar somente os fatos espirituais da criação.


Seção 2: Recursos Espirituais
Qual a primeira coisa que você faz ao acordar? Você agradece? Ou fica temeroso com o dia? Você está motivado a aceitar novos desafios? Ou você tem medo deles? O salmista faz da busca por Deus sua prioridade número um (B5, Salmos 63:1-3). Ele deixa de lado todo o resto para não ser distraído pela ambição, medo, dúvida, ansiedade, ganância, luxúria, e assim por diante. Na verdade, o salmista coloca sua relação com Deus acima de todas as coisas, até mesmo da própria vida. Para ele, a vida não tem nenhuma alegria sem as bênçãos do Amor divino, e toda bênção que ele possa ter origina-se em Deus.
Houve um grande conflito entre Elias e os profetas de Baal. Havia uma crescente aceitação de que o Deus hebreu era o Deus da guerra, mas os adoradores de Baal acreditavam que a chuva era governada pelo seu próprio deus. Elias refutou esta crença tendo previsto que não haveria chuva, a não ser pela palavra do Deus de Israel. Depois de três anos e uma série de confrontos com os profetas de Baal, Elias ora pela chuva (B6, 1Reis 18:1,2,41-45). Seu servo não vê qualquer evidência de chuva em um primeiro momento, mas Elias continua a orar e pede que seu servo procure pela chuva por sete vezes. Sete é um número que significa conclusão, inteireza. A criação foi finalizada no sétimo dia e foi preciso cercar a cidade de Jericó por sete vezes para derrubar suas paredes. Para nós, isso indica que não devemos desistir quando não há resultados aparentes em nossas orações. Oramos até que os resultados sejam vistos. "Desvenda os meus olhos" quer dizer "descobre, desvela ou revela" as coisas que estão escondidas do senso material (B7, Salmos 119:12, 18). Isso está correlacionado ao conceito de desdobramento, revelando o que já existe.
Nos dias de hoje, não temos uma batalha por uma supremacia meteorológica entre os deuses tribais, mas há uma firme crença de que o tempo é governado não por Deus, mas pelas condições climáticas e ambientais. Embora seja irresponsabilidade continuar a poluir o ambiente de forma imoral sem respeitar as possíveis consequências ao clima, a Ciência Cristã leva estes assuntos para o reino da oração. "Na Ciência", ou "na realidade", a Mente divina governa o universo harmoniosamente (CS6 p.114). Mas isso não significa que Deus intervém para suprimir a chamada lei material natural. Se a lei natural fosse primária, tornaria as leis de Deus secundárias e isso está errado. Alguns filósofos dizem que a mão de Deus impedindo a "lei natural" seria uma contradição impossível; e a Ciência Cristã diz: "O milagre da graça não é milagre para o Amor" (CeS p.494). O poder de Deus não é uma alteração sobrenatural da lei natural, mas sim "uma explicação da natureza" (CS7, p.83).
O senso material sempre quer humanizar Deus (CS8, p. 257), mas o senso espiritual discerne o fato de que a lei de Deus é primeira, e única, e nada a substitui. Mais uma vez, vemos a ideia do desdobramento na explicação da Sra. Eddy sobre a compreensão espiritual. Ela define "Elias" como "profecia", e como a própria Ciência Cristã, o que nos capacita a enxergar a realidade espiritual das coisas (CS10, p. 585).
Pensar espiritualmente é exercitar nossas habilidades proféticas, nossa habilidade de ver através da imagem material o que realmente está acontecendo no Espírito. Quanto mais exercitarmos nossos "músculos proféticos", mais conseguiremos enxergar a realidade, e o desdobramento, ou revelação, das coisas ainda não vistas acontecerá. Em Ciência e Saúde lemos a afirmação: "A Mente imensurável está expressa", concluindo, "Isso é suficiente" (CS12, p.520). O que mais podemos querer? Se acordarmos preocupados, vamos substituir essa preocupação imediatamente pelo desejo de ver o que Deus está revelando e pelo firme reconhecimento de que o poder de Deus reina.


Seção 3: Deus é o único poder de reprodução
Estas palavras de Albert Barnes explicam muito bem a citação B8 (Salmos 100:3):
"A ideia mais elevada que podemos ter sobre o conceito de poder é aquela que é evidenciada num ato de criação, isto é, em fazer qualquer coisa existir onde não havia nada antes. Toda coisa criada, portanto, é uma prova da existência de Deus; A imensidão do universo é uma ilustração da grandeza de Seu poder. [...] Não somos autocriados, mas nosso ser é derivado dEle. Tudo o que temos e somos devemos a Ele ".
Muitas vezes, ao considerar este versículo do Salmo 100, temos a tendência a pensar sobre a criação do homem no "princípio" dos tempos ou sobre a humanidade em geral. Mas essas palavras também são verdadeiras para cada pessoa e em todos os tempos. O homem não cria o homem. Deus é quem o faz. E, como mencionado anteriormente, Deus não faz homens materiais assim como não cria uma terra material. Deus cria o homem como ideia e assim esse homem permanece. Para o senso humano, parece que isso é produto de processos biológicos, mas à medida que exploramos a ideia do desdobramento nesta lição, vemos que a propagação de cada ideia é um desdobramento do que já está lá e não uma camada de matéria.
Adam Clarke (1760-1832) aponta que Zacarias e Isabel, embora "muito velhos", eram "corretos, obedecendo fielmente a todas as leis e mandamentos do Senhor" (B10, Lucas 1: 5-7). Este é um fato importante. Devido à sua idade todos acreditavam que era impossível para ela conceber um filho. Portanto, a concepção e o nascimento de João foi o resultado da visão profética, ou a visão de um fato revelado que já existia. Para exercer essa capacidade espiritual tinham que estar espiritual e moralmente em harmonia com Deus. Clarke escreve que eles eram "retos e santos em todas as suas condutas e na vida pública [...] Possuindo o espírito da religião que professavam; na prática diária e constante na presença de seu Criador [...]". Essa retidão permitiu que Zacarias percebesse a visão angelical e contemplasse a fruição da ideia de Deus revelada.
Também não é apenas coincidência que o nascimento de João fez aqueles que viviam ao redor de Isabel regozijar com ela em louvor. Este é outro tema existente nesta lição. Reconhecemos Deus como o único poder criador, e regozijamo-nos nEle. O livro Ciência e Saúde afirma que os fatos espirituais são tão evidentes que é difícil passarem despercebidos. O processo reprodutivo não é definido por, ou confinado a condições biológicas. Deus é o único poder criador. "O Espírito, Deus, reúne em canais apropriados os pensamentos ainda não formados e desdobra esses pensamentos, assim como Ele faz abrir as pétalas de um propósito sagrado, para que esse propósito possa aparecer" (CS13, p. 506). Aqui, novamente, vemos o conceito de desdobramento. O Amor divino faz com que Suas ideias se multipliquem (CS14, p. 517). A reprodução "é somente o reflexo do poder criador do Princípio divino daquelas ideias" (CS15, p. 302).
No pensamento de Eddy, não há dúvida quanto à verdade da criação: "Tudo o que reflete a Mente [...] é concebido e dado à luz espiritualmente" (CS16, p. 303). Não há outra maneira de dizer isso de forma tão clara. Pensar que o homem é ao mesmo tempo feito de forma espiritual e material é uma falsidade, e essa mentira nunca pode se tornar verdadeira.
Essas verdades foram provadas em minha própria família com a concepção e nascimento de nosso filho. Você pode ler o testemunho de minha esposa no Sentinel de 5 de dezembro de 2016. Os fatos científicos da criação são permanentes. As palavras de Eddy são verdadeiras de que "nunca poderão compreender a criação de Deus enquanto crerem que o homem seja um criador" (CS17, p. 69). Os filhos de Deus – todos e cada um deles – estão "já criados". Eles serão vistos somente quando acharmos "a verdade do existir". Esta é a atividade de ver espiritualmente e contemplar o que sempre esteve lá – este é o desdobramento. E sim, não há nada a fazer, mas sim regozijar (CS18, p. 249).


Seção 4: O poder sobre o pecado e a doença
Jesus praticou muito bem o exercício de seus "músculos" proféticos. Sabendo que Deus governa tudo e que é o único poder, Jesus facilmente viu através das tentações do falsário no deserto e retornou à Galileia "no poder do Espírito" (B11, Lucas 4:14). Ele não estava impressionado com qualquer evidência de maldade, não importava qual fosse sua forma. A população em geral está amplamente desamparada ao enfrentar desafios na busca da plenitude de Deus. Mas, como vimos, quando nos volvemos a Ele podemos ver através das mentiras para o que de fato está acontecendo. Quando trouxeram a Jesus um homem sofrendo de paralisia, ele imediatamente mudou o curso do pensamento daquele homem (B12, Mateus 9:2-8). Embora seus amigos estivessem fazendo tudo o que era possível para ajudá-lo a encontrar a cura, o homem estava provavelmente bastante desanimado. Os judeus acreditavam firmemente que "nenhuma pessoa doente poderia ser curada até que todos os seus pecados fossem apagados" (Clarke). Seria natural para os presentes assumir que a condição física do homem era principalmente devido a seus pecados.
Isso é algo que também os cientistas cristãos às vezes acreditam. Quando estão lutando com algum problema físico, e suas orações não foram tão eficazes como esperavam, quase sempre começam a "atiçar na brasa" tentando descobrir o que é que está errado em seu pensamento. Jesus nunca se impressionou com qualquer crença de haver uma causa material. Ele se dispôs imediatamente a tirar o homem daquele buraco: "Coragem, meu filho! Os seus pecados estão perdoados." O quê? Poderia tal coisa ser possível? Aqueles que estavam observando a situação jamais pensaram sobre isso. Acreditavam que Deus estava castigando aquele homem, e que ele merecia seu sofrimento. Também ficaram indignados por Jesus ter tido a audácia de fazer o que se pensava que somente Deus tinha autoridade de fazer.
Jesus percebeu isso imediatamente e chamou a atenção deles. Os escribas estavam trabalhando sob uma crença ultrapassada que precisava ser corrigida, e Jesus não apenas libertou o homem de sua crença de que o pecado teria poder e, consequentemente, poderia deixar o homem incapaz de dominar seu próprio corpo, mas também libertou os escribas de uma falsa crença teológica que restringia sua fé. A multidão se maravilhou e, de acordo com um dos temas desta lição, glorificou a Deus com louvor.
O livro Ciência e Saúde declara aqui novamente que Deus é "onipresente e onipotente" (CS19, p. 473). Não há outro poder, e Jesus é aquele que melhor provou isso acima de qualquer outra pessoa. Eddy também era uma profetisa espiritual. Ela compreendeu como Jesus exercia o poder que no passado se pensava estar além do alcance humano. Ela viu, assim como fez Jesus, que o homem real é "incapaz de pecar, adoecer e morrer" (CS20, p. 475). Deus simplesmente não permite que sua criação se desvie. Esta é a compreensão que um "Cientista Cristão genuíno" aplica em seu tratamento. Este ponto de vista espiritualmente científico anula o pecado e a doença através da destruição das falsas crenças que erroneamente dão ao corpo poder de agir por conta própria (CS21, p. 375). Não há necessidade de continuar acreditando que o homem é servo do pecado e vítima da doença. O pecado e a doença são impossíveis na Ciência (CS22, p. 39). Ver "a verdadeira ideia" – deixar o senso espiritual revelar o que já existe – nos capacita a quebrar o "fascínio terrenal". A verdade destrói o que "parecemos ter aprendido do erro, e a existência real do homem, como filho de Deus, vem à luz" (CS23, p. 288).


Seção 5: Poder sobre os elementos
Na Seção 2, abordamos o domínio de Deus sobre os fenômenos meteorológicos. Nesta seção, Jesus também demonstra o poder da autoridade espiritual sobre condições atmosféricas desfavoráveis. Por todas as Escrituras é louvado o glorioso poder de Deus (B13, Êxodo 15:6; e B14, Salmos 107:29). Por mais inspiradoras que possam ser as histórias bíblicas, muitos ainda acham que nada pode deter as leis da natureza. É onde a Ciência Cristã difere dos demais. Nós entendemos que até o clima é subordinado à lei de Deus. Jesus o provou por diversas vezes, assim como o fez também nossa Líder.
Inúmeras vezes vivenciei condições ameaçadoras de clima que também foram acalmadas pela oração. Certa feita, minha esposa e eu estávamos na autoestrada sob um forte temporal em que não se via nada. A chuva vinha na horizontal, ora numa direção, ora em outra. O céu estava negro em pleno dia. Seguimos lentamente declarando continuamente que Deus era a única presença e poder. De repente a chuva parou e o céu se iluminou. Mais tarde ficamos sabendo nas notícias de que estivéramos em meio a uma região de “alerta vermelho” para tornados. Não vimos nenhum tornado, mas os ventos com certeza giravam ao nosso redor. Estávamos muito gratos pela proteção do Amor divino. Para mim, essa experiência, e outras parecidas, indica que certamente é possível o domínio dado por Deus hoje como foi nos tempos bíblicos.
A Sra. Eddy atribuía o domínio de Jesus sobre o clima à sua "origem divina" (CS25, p.539). Para o senso humano, são as propriedades da física que governam as manifestações meteorológicas. Mas as forças materiais não governam nada. Tudo é governado por Deus (CS26, p.124). Ventos, ondas, terremotos, raios, fogo e assim por diante não têm inteligência. Eles são a nulidade do mal (CS27, p. 293). As condições extremas parecem que não podem ser estancadas, mas nós podemos permanecer solidamente postados na rocha Cristo. A Sra. Eddy prevê que a mente mortal inevitavelmente conduz à autodestruição. Isso é verdade até para o senso humano. Em minha classe de geologia na universidade, o professor acentuou que todos os fenômenos geológicos eram produtos de entropia. Entropia é a ausência da ordem e previsibilidade, e um gradual declínio rumo à desordem. A crença é de que seja necessária uma enorme quantidade de energia para manter as coisas ligadas, e eventualmente tudo vem a se romper, daí os tremores de terra e outros eventos similares
Como Cientistas Cristãos, podemos orar para vencer essas catástrofes ditas naturais. Deus mantém “os ventos nos Seus punhos" e nenhum poder pode se opor a Deus (CS28, p.192). Se condições adversas surgirem, podemos permanecer imperturbados em meio à adversidade sabendo que, em realidade, Deus é sempre presente e onipotente (CS29, p. 306).


Seção 6: O Poder de Deus sobre homens e nações
Esta seção abre com outro dos textos usados ​​no Messias de Handel – "Glória a Deus nas maiores alturas" (B17, Lucas 2:14). Essa canção angelical trombeteia a magnificência, o poder e a glória de Deus. O poder de Deus governa tudo, incluindo as relações dos homens e das nações. Somente Deus pode inspirar paz na terra. O homem de Deus é sempre pacífico, mas como é verificável na lição, é necessária a visão espiritual para nos revelar o que Deus já fez. Todo o humano em teorias, reinos e regimes vem e vai, mas Deus é imutável, eterno (B18, Apocalipse 11:17).
Essa onipotência e glória imutáveis ​​são reveladas na Ciência. A Mente divina não se apoia em nenhum poder exceto o seu próprio (CS30, p.510). Essa é uma ideia muito simples. Deus é o único Criador, e não há outro poder que não o Seu (CS31, p.143). Nossa Líder o diz da melhor forma: “Se a Mente foi a primeira na cronologia, se é a primeira pelo seu potencial e tem de ser a primeira na eternidade, então dá à Mente a glória, a honra, o domínio e o poder para sempre devidos ao seu santo nome”. Assim, vamos Louvar a Deus, e exercitar nosso senso espiritual para contemplar o que Ele já fez.
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Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S. Glen Ellyn, Illinois (Bartlett) craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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