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Inicie Corretamente com a Mente. Escolha pelo despertar do sonho adâmico. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Mente.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, February 15th, 2016

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
“Bem-vindo às Lições Bíblicas da Ciência Cristã!
Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda Sua criação. Esse fato e nosso amor por Ele, por nosso próximo e por nós mesmos, constituem a essência das Lições Bíblicas. Elas proporcionam um mergulho profundo nesse amor, e isso tem trazido cura, conforto, reforma e regeneração às pessoas há várias gerações.
Portanto, mergulhe profundamente você mesmo [no estudo] das Lições Bíblicas e no amor de Deus! À medida que o fizer e, especialmente, na proporção em que viver esse amor, dia após dia, até mesmo, momento a momento, você verá a cura e os benefícios que dela resultam, ajudando não só a você mesmo, mas a todos que cruzarem seu caminho” (Livrete Trimestral da Ciência Cristã, p1).
O Acampamento dos Cedros preparou este Estudo Metafísico para auxiliar na sua compreensão do estudo da Lição Bíblica que é estudada diariamente em 18 línguas, incluindo agora o chinês, em todo o globo, cujo tema para a semana de 15 a 21 de fevereiro de 2016 é:

A MENTE

Inicie Corretamente com a Mente
Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Quando ameaçado por um desafio, você alguma vez já se perguntou: “Por onde eu começo?” Um dos temas da lição desta semana é começar corretamente. Mary Baker Eddy escreve: “Começar certo é acabar certo” (CS5, p. 262). Se nosso desafio parece prolongado, talvez tenhamos deixado escapar o momento certo de começar.
Quando nosso filho estava no pré-primário, tinha uma tosse recorrente ao longo de um ano. Isso parecia não perturbá-lo, mas para a família era algo ruim. Durante esse período, ocasionalmente chamávamos um praticista da Ciência Cristã para ajudar pela oração, e o menino melhorava um pouco, mas a tosse voltava. Nós todos nos aplicávamos a orar também, mas algumas vezes me senti perdido sem saber como eu deveria orar. Certa feita ele ficou, de repente, muito magro e apático. A pedido de minha esposa fui chamar alguém que ainda não havíamos contactado. Era domingo de manhã e o praticista disse que iria trabalhar e que eu chamasse novamente em quarenta e cinco minutos. Quando o fiz, ele me perguntou como as coisas estavam indo e eu respondi que tinha havido “alguma melhora.” Então ele perguntou: “E vocês estão agradecidos?”
Era o que me faltava! Eu não estava começando corretamente. Comecei ali mesmo a agradecer a Deus, e isso foi o ponto de inflexão (guinada) para a cura. Nosso filho melhorou rapidamente, e estava completamente curado em poucos dias.

Texto Áureo (Salmo 150: 1, 2): Aleluia! Louvai a Deus no seu santuário. Louvai-o louvai-o no firmamento, obra do seu poder. Louvai-o pelos seus poderosos feitos.
Este Salmo dá o tom para um começo correto com a ordem direta de “louvai a Deus”. O teólogo Adam Clarke (c. 1760 – 1832) observa que há vários trechos das Escrituras ordenando que louvassem a Jeová, mas o Salmo 150 especificamente manda louvar aEloín/Deus — o “Ser infinito e autoexistente...o grande Deus em pacto com a humanidade, de abençoá-la e salvá-la para a vida eterna”. A diferença parece mínima, mas para os cientistas cristãos lembra a distinção feita no Ciência e Saúde entre os dois relatos da criação no Gênesis.
No primeiro capítulo do Gênesis—no que Eddy chama de “o relato cientificamente espiritual da criação”—o criador é chamado de Eloín. A partir de Gênesis 2:4, o criador é chamado de “o Senhor Deus” ou Jeová. Na Ciência Cristã não começamos dizendo a Deus sobre o nosso problema, a fim de sermos ouvidos por Ele. Começamos com Deus—a Mente que tudo sabe e que atende todas nossas necessidades—e a louvar a Deus por Suas obras maravilhosas.

Leitura Alternada (Salmo 150: 2-6; 106: 1, 2. Daniel 2: 20)
Continua o tema do louvor. O salmista evoca o louvor por meio de vários tipos de instrumentos. Quando pondero essas passagens, me imagino sentado num auditório ouvindo uma orquestra e sentindo a força massiva de um crescendo da orquestra inteira. O som é tão forte que parece permear todo o auditório, chegando ao ponto de estremecer todo o corpo. Comentando essas passagens, Albert Barnes (1798-1870) observa que vários dos instrumentos mencionados nos salmos foram incorporados à estrutura dos órgãos de tubos, muito usados em igrejas. Mas em vez de cada instrumento ser tocado por diversos músicos separados, o órgão combina todos os sons tocados por uma pessoa. Escreve ele: “Assim uma mente dirige a performance, assegurando perfeita unidade e harmonia, se bem interpretada”. Isso tem especial relevância para nós posto que essa lição é sobre a Mente. Deus é a Mente única a quem dirigimos nosso louvor, tanto quanto é a única Mente que dirige nosso louvor.

Seção 1: Comece certo louvando à Mente.
Dando sequência ao tema, a primeira seção começa com um louvor. O salmista diz: "Todas as tuas obras te renderão graças" (B1) e continua incluindo todos os santos e toda a humanidade. Tudo o que existe fala literalmente, ou figurativamente, da supremacia de Deus. Não há outra causa ou criador. Deus é a única fonte de tudo o que existe . Aqueles que reconhecem o poder de Deus encontram uma liberdade e um domínio insuperáveis e sentem-se espontaneamente impelidos a compartilhar deles com os outros.
A Shemá (B3), que é a declaração da fé judaica, é, ao mesmo tempo, uma diretriz, uma declaração e uma descoberta. "O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor." Nosso dever é servir a Deus vivendo de acordo com essa lei e aplicando-a em toda e qualquer situação. Todos nós devemos nos perguntar se amamos Deus com todo nosso coração, com toda a nossa alma e com toda a nossa força e se compreendermos o significado do que isso significa.
Os hebreus eram lembrados regularmente dos registros do cuidado e da proteção de Deus e de sua orientação ao Seu povo. A manifestação do cuidado de Deus era proporcional à sua fidelidade aos mandamentos (B4). Nós também podemos olhar para nossas experiência e ver a correlação direta entre nosso progresso e nossa compreensão e obediência a Deus. Quando reconhecemos a bondade de Deus, é natural que sejamos gratos (B5). Como dizemos com frequência, não podemos ser gratos e sem esperança ao mesmo tempo. O reconhecimento e a gratidão a Deus fecha a porta sobre a desesperança e impulsiona nossa habilidade de ver ainda mais o bem, independente da situação atual.
Mary Baker Eddy considerava a totalidade de Deus como uma revelação e uma lei demonstrável (CS1). Para a crença humana, tudo é um caos. Para a crença humana, ou a mente carnal e mortal, parece que a Mente, Deus, é dependente da matéria. Isso é um absurdo. A mente carnal é, entretanto, dependente da matéria, porque a mente carnal e a matéria são duas partes da mesma mentira. Deus, a Mente divina, não é dependente da matéria para nada (CS2, 3). A Mente expressa espiritualmente suas próprias ideias por todo o universo, e em perfeita harmonia (CS4). A Mente é Tudo-em-tudo. Não podemos esperar compreender a criação de Deus por meio das crenças mortais. "Começar certo é acabar certo" (CS5). Nada começa com o cérebro. Tudo começa com a Mente. Nosso livro-texto estabelece esse grande fato: "A Mente produz toda ação" (CS6).

Seção 2: Feche a porta para as reclamações e volte-se à Mente.
Não só a Mente é a causa de toda a existência como Deus também mantém e sustenta toda a criação. Isaías promete que Deus ouvirá todo o pedido de ajuda (B6). De acordo com a concordância bíblica de Strong, a palavra "ouvir" em Isaías 41:17, não tem o mesmo significado da maioria dos outros casos. Na maior parte dos casos, a palavra "ouvir" vem da hebraica "shema", neste caso, a palavra hebraica é "anah", que significa prestar atenção ou responder. Não precisamos pedir nada a Deus, pois ele já presta atenção em nós. Nossa tarefa é reconhecer isso.
Quando as coisas são desafiadoras, parecemos ter uma memória curta. Quando esquecemos o bem que Deus nos supriu no passado, ficamos focados apenas no problema, lamentando nossa condição. Os filhos de Israel são um exemplo desta falha. Não está nesta LB, mas quando o povo reclamava, Moisés e Arão não repassavam a reclamação a Deus. Eles simplesmente se afastavam do povo e voltavam-se à tenda da oração. Assim, quando estavam receptivos, "Deus falava com eles". Eles recebem direções precisas sobre como prover água para o povo. Houve água suficiente para o povo e os animais.
Samuel usa Moisés e Arão como exemplos de buscar a Deus e servi-Lo de todo o coração (B9). Nós também podemos resistir à tentação de lamentar ou reclamar e, em vez disso, fazermos uma pausa e nos mantermos em contato atento com Deus.
Ciência e Saúde lembra-nos de que a Mente está sempre presente para nos salvar (CS7). Todo o bem vem de Deus. A citação CS8 diz: "A desarmonia faria da matéria tanto a causa como o efeito da inteligência”. Se isso fosse verdade, a Mente, Deus não faria parte da equação. Mas a matéria não é nem a causa nem o efeito da inteligência. A Mente é a única causa e toda a inteligência e sabedoria se originam da Mente. A matéria não tem habilidade de produzir nada nem é produzida. A matéria é um sistema fechado, um mentiroso mentindo para si mesmo, sem nunca tocar a Mente nem sua ideia. A Mente, por outro lado, não pode ser separada da sabedoria nem da inteligência que Deus proporciona (CS9). Toda a sabedoria é Sua sabedoria.
Eddy nos lembra de que não precisamos insistir com Deus para conseguirmos Sua atenção. Ele já conhece as nossas necesidades. Lembre-se de que a palavra hebraica para "ouvir" significa "responder". A partir do nosso ponto de vista humano, nossas necessidades são satisfeitas quando nos voltamos a Deus com compreensão. Mas a partir da perspectiva divina, Ele está fazendo o que sempre fez - suprindo todo o bem e mantendo Sua ideia. Somente a perspectiva humana é que faz parecer que Deus "nos ouve" (CS11). Deus não pode fazer menos do que manter "Sua própria imagem e semelhança" (CS11).

Seção 3: Começar por ver o controle da Mente.
Não é incomum ouvir a população em geral falar sobre Deus como algo misterioso e desconhecido. Ao contrário, o salmista nos convida para que "venham e vejam" (B10). Isso indica que não há o mistério. Todos nós temos que abrir nossos olhos e ouvidos para reconhecer isso.
Jesus Cristo fez tudo o que era possível para tornar as "obras de Deus" disponíveis e reconhecíveis a todos quantos ele poderia alcançar (B11). Seu motivo não era aplauso, riqueza ou reconhecimento. Sua única motivação era mostrar quem é Deus e o que Ele faz para o homem. Muitos dos que ouviram Jesus ensinar ficaram maravilhados e surpreendidos com o que ele dizia, mas isso nem sempre era suficiente para fazê-los seguir seus ensinamentos (B12).
Os judeus estavam acostumados a ser ensinados por rabinos cujos ensinamentos eram fundados em séculos de escola erudita. Jesus, em comparação, era um homem simples. Ele não cursara nenhuma escola formal, mas falava com autoridade. Sua autoridade não se limitava a palavras. Ele provava o que dizia através da cura. Na cura do paralítico (B13) ele não só desafiou a crença da doença, mas também enfrentou uma grande crença teológica da época. Comentaristas apontam que os judeus perceberam que a doença não poderia ser curada a menos que o pecado fosse primeiro destruído. Alguns comentaristas da Bíblia acreditam que o paralítico poderia estar sofrendo porque pensava que tinha pecado e estava trabalhando em superá-lo. Presumem que o homem poderia estar apreensivo porque seus amigos estavam trazendo-o para ser curado sem tratar, em primeiro lugar, de seu pecado. Admito que essa história pode estar aumentada um pouco, mas mostra que Jesus desafiou a preocupação com confiança e fé: "Coragem, filho! Os seus pecados estão perdoados".
Essa declaração de Jesus enfureceu aqueles que eram incrédulos à ideia de que Cristo Jesus tinha o poder de perdoar pecados. Jesus enfrentou suas objeções provando, não somente o seu poder de curar a doença, como também sua autoridade para curar o pecado. É curioso para mim que, naqueles dias, seus caluniadores se opunham muito mais sobre sua autoridade para curar o pecado, do que sobre a habilidade de Jesus para curar a doença. Hoje exatamente o oposto prevalece.
Para Eddy, o controle de Jesus sobre a doença, o pecado e a morte são ainda demonstráveis hoje através da compreensão do poder da Mente divina (CS12). Ela compreendeu que Jesus fundou sua Igreja sobre o poder de cura da Mente e que ele "não atribuía a si mesmo inteligência, ação, nem a vida separada de Deus" (CS13).
Nosso livro-texto (Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras) nos dá uma ilustração de como podemos curar a crença de paralisia (CS14). Uma abordagem semelhante pode ser feita com qualquer desafio de doença ou enfermidade. Agindo a partir da compreensão de que a Mente é o único poder, olhamos para além dos sintomas para ver a alegação - o que a mente mortal está tentando fazer - então destruímos esta reivindicação do mal invertendo-a, despojando a mente mortal de poder através da Mente onipotente.
A citação CS15 aborda especificamente a crença de que os músculos agem por conta própria. De novo, os fatos espirituais refutam diretamente as reivindicações dos sentidos. Os músculos não têem movimento próprio e não têem poder a menos que a mente humana os movimente. Em outras palavras, mesmo que a ação pareça ser involuntária, os músculos não agem, a menos que sejam comunicados a fazê-lo. Na verdade, Eddy define músculos como "forças-pensamento" (CS p. 199: 27-29). Em outra parte do livro (p. 399) ela usa a analogia de uma roda d´água. Essa roda não se move a menos que a água a faça mover-se. Da mesma forma, os músculos e órgãos não fazem nada a não ser que sejam direcionados a fazê-lo. Mesmo que a mente mortal afirme ter o poder de mover ambos músculos e órgãos, o ponto principal é que todo o poder pertence a Mente divina (CS16).

Seção 4: O dom da cura é a utilização do poder da Mente infinita.
Trabalhamos por um longo tempo na cura mencionada com o nosso filho, mas, quando meu pensamento mudou, e passei a expressae gratidão e louvor a Deus, a cura veio rapidamente. O salmista também descreve um grande despertar e mudança em seu pensamento (B14). Adam Clarke explana sobre o "poço de lama" - "quanto mais tempo fiquei, mais profundo mergulhei e fui totalmente incapaz de me salvar". A previsão do salmista muda completamente quando ele começa a louvar a Deus.
Cristo Jesus sempre começou com Deus pois sabia que nenhuma mente pode estar separada dEle. Jesus estava sempre pronto a curar e também ensinou seus discípulos a fazer o mesmo (B16). Os discípulos colocaram sua nova compreensão em prática.
O homem coxo na porta do templo é um exemplo disso (B17). O homem estava no templo como parte de sua rotina diária. Ele estava simbolicamente em um "poço de lama" e provavelmente sem esperar ser curado, mas apenas buscando a caridade de outras pessoas como seu único recurso na condição em que se encontrava naquele momento. Pedro e João deviam estar praticando o que Jesus lhes ensinara porque não aceitaram a imagem de deficiência. Eles viram o que a Mente estava vendo. Poderiam ter feito apenas um pronunciamento e se afastado, mas esperavam resultados imediatos, de modo que estenderam a mão para ajudá-lo a se levantar.
O homem foi completamente transformado através da compreensão dos discípulos sobre as leis de Deus. Assim como o salmista e o paralítico foram completamente transformados, as verdades da Ciência Cristã trazem a cura aos dias de hoje. O livro Ciência e Saúde declara: "O efeito desta Ciência consiste em sacudir a mente humana, levando-a a uma mudança de base, sobre a qual possa ceder à harmonia da Mente divina" (CS17). A cura não é um dom especial. Jesus ensinou a seus discípulos como curar - começar corretamente e permanecer até que a cura seja realizada (CS18). A base da cura é o Deus perfeito e o homem perfeito e isso é comecar corretamente (CS19).
Começar com o Deus perfeito e o homem perfeito é um ponto de partida radical com respeito ao que os sentidos nos dizem e esta clara inspiração vem de Deus. Quanto mais nossos pensamentos estão focados no "que é duradouro, no que é bom e no que é verdadeiro" tanto mais encontraremos a cura em nossa experiência (CS20). Lembre-se, a cura não é uma função da mente humana. A Mente, Deus, é a única que cura. Essa é a nossa autoridade. Eddy convida-nos a exercer "essa autoridade outorgada por Deus". Não estamos à mercê da matéria e o corpo não dá ordens. Temos a capacidade e autoridade para assumir o controle do corpo e "Elevar-nos na força do Espírito" (CS21). Eddy nos diz para sermos firmes em nossa compreensão disso. Quando percebemos esse poder onipotente da Mente sobre cada função do nosso existirr, então o mal e a doença não têm vez e nenhuma capacidade de nos prejudicar (CS22).

Seção 5: Sabemos a quem adoramos.
Será que é esperar muito poder alcançar uma compreensão tangível e prática de Deus? Para muitos, Deus é incognoscível. Mais uma vez, o salmista precisa mudar seu pensamento de um problema para a consciência do poder de Deus. Ele colocaria sua completa confiança em Deus por toda a sua vida e ora para que não "se meta em confusão" (B18, Bíblia King James). Outras traduções usam "não seja eu jamais envergonhado". Portanto, o salmista está pedindo que sua confiança não seja em vão. O autor de Eclesiastes descobriu, por meio de experiências árduas, que os caminhos humanas são becos sem saída, incapazes de dar-nos as respostas que estamos procurando (B19).
Uma enciclopedia descreve a Atenas da época de Paulo como um "grande centro de filosofia, arquitetura e arte" (A International Standard Bible Encyclopedia). Entretanto, a cidade também estava crivada de ídolos que Paulo não podia deixar de notar. No Areópago, Paulo não estava simplesmente batendo papo. Ele está se encontrando com um "corpo aristocrático da antiguidade mais venerável" (F.F. Bruce, Commentary on the Book of Acts (Grand Rapids: Eerdmans, 1984), 351-2). Havia uma grande variedade de interesses presente - algumas pessoas que acreditavam em um ou mais deuses e outras que não acreditavam em deus nenhum. Os dois maiores grupos eram os estoicos e os epicuristas. Não temos espaço suficiente aqui para explicar de forma adequada estas filosofias, mas assim por cima, os epicuristas acreditavam que não havia realidades espirituais fora do mundo material e tudo era feito de átomos; que não havia vida após a morte; e que a função da mente humana é evitar a dor e buscar pelo prazer. Os estoicos eram panteístas que voltavam-se para o discernimento racional, adotavam uma visão materialista e determinista, ou fatalista do mundo, aceitando qualquer coisa que surgisse como sendo "desejo de Deus". Parece que o público de Paulo não era tão diferente do público em geral de hoje.
Paulo não estava querendo comprar briga com eles, nem censurá-los. Ele começou educadamente, procurando por um terreno em comum, para mostrar que ele tinha percebido seus esforços de adoração. A raiz da palavra "desconhecido" em inglês "unknown" - agnew" - significa "ignorância". Paulo cuidadosamente usava o que eles confessavam não saber como uma abertura para dizer-lhes o que eles queriam saber, ou seja, "o Deus vivo", poderia ser realmente conhecido.
Em seu discurso, Paulo ainda citou poetas gregos. Da maneira como é colocado na versão King James sempre me pareceu que Paulo estava se referindo à citação "Porque dele também somos geração"; mas a frase anterior - nele vivemos, e nos movemos e existimos - também é parte da citação de um poema ao deus Zeus (F.F. Bruce, Paul, Apostle of the Heart Set Free, 242). Porém aqui, Paulo não está falando de Zeus. Ele está usando a oportunidade de transmitir uma nova visão do Deus único, o criador de todas as coisas no céu e na terra - o Deus que não precisa de templos, mas que dá vida a tudo e a todos. Nada de ficar "mergulhando nas águas rasas das crenças mortais" (CS 262:11). Paulo está mergulhando na "profundidade […] do conhecimento de Deus" (B21).
Mary Baker Eddy traz as palavras de Paulo para os tempos modernos em nosso livro-texto (CS23). Aceitar Deus cegamente e com ignorância sem qualquer expectativa de compreendê-lo não ajuda em nada a nossa fé (CS24). A ignorância nos aprisiona em nossas próprias crenças (CS25). Nosso Deus pode ser conhecido e visto por toda a criação, Ele é toda a criação. Mas aqui, precisamos ter cuidado. Não aceitamos a visão pagã e panteísta de que Deus está "em" Sua criação - na verdade é exatamente o oposto. Na Ciência Cristã, aprendemos que tudo está "nEle". Somos a imagem de Deus - Sua ideia - o homem, a "expressão infinita da Mente" (CS27). Lembre-se, também, que não somos humanos que pensam em Deus. Nós somos a expressão da Mente única. Deus está pensando em nós. Deus é a Mente única, a origem e o governador de todas as coisas. A Mente divina governa toda a consciência e ação (CS28).

Seção 6: Terminando corretamente.
Nós começamos corretamente louvando a Deus e Suas obras gloriosas e terminamos corretamente da mesma forma. O salmista reconhece que a língua humana não é suficiente para expressar a profundidade da gratidão (B22). Em Jó, temos uma direção que diz "para e considera as maravilhas de Deus" (B24). Essa é uma postura bem forte. Como anteriormente observado, começar louvando abre nossos pensamentos à receptividade da bondade de Deus. Não precisamos nos lançar em uma busca frenética. Precisamos ficar parados e esperar. Pare o que estiver fazendo e fixe seu pensamento no que é duradouro, no que é bom e no que é verdadeiro". Reconheça Suas obras maravilhosas e dê graças (B25, 26).
Na Ciência Cristã, começamos e terminamos com Deus. A matéria não é nem causa nem efeito. Toda ação (tudo o que é feito) e vontade (o desejo de realizar) vem da Mente (CS29). Portanto, Deus, a Mente, determina tudo o que fazemos e nos dá nosso propósito. "A Mente é a fonte de todo o movimento" (CS 30). Tudo o que acontece, acontece na Mente. A matéria não tem nenhuma participação. A frase "Tudo é a Mente infinita" (CS31), não quer dizer que a Mente está em tudo o que vemos. Quer dizer que a única coisa que realmente está acontecendo é o que a Mente está fazendo. Lembre-se de que Deus não está separado da sabedoria que Ele dá. Sua sabedoria é a única sabedoria que existe.
É um grande alívio saber que Deus está no comando e que tudo podemos nEle (CS32). A Mente governa tudo e todos. Que ótimo! Vamos louvar a Ele.
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Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S. Glen Ellyn, Illinois (Bartlett), EUA
craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB. Visite o site www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.
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Ó Mente pura, mostra-nos teu ser,
À Tua imagem vamos nós viver;
Domínio, graça, o Amor nos deu.
ALELUIA ! ALELUIA! Hino 66 e 421

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