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Mantenha seu estandarte erguido – Faça de cada dia uma Páscoa! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Realidade.

Kathy Fitzer, St. Louis, MO & Park City, UT
Posted Monday, March 21st, 2016

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
“Bem-vindo às Lições Bíblicas da Ciência Cristã!
Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda Sua criação. Esse fato e nosso amor por Ele, por nosso próximo e por nós mesmos, constituem a essência das Lições Bíblicas. Elas proporcionam um mergulho profundo nesse amor, e isso tem trazido cura, conforto, reforma e regeneração às pessoas há várias gerações. Portanto, mergulhe profundamente você mesmo [no estudo] das Lições Bíblicas e no amor de Deus! À medida que o fizer e, especialmente, na proporção em que viver esse amor, dia após dia, até mesmo, momento a momento, você verá a cura e os benefícios que dela resultam, ajudando não só a você mesmo, mas a todos que cruzarem seu caminho” (Livrete Trimestral da Ciência Cristã, p1).
O Acampamento dos Cedros preparou este Estudo Metafísico para auxiliar na sua compreensão do estudo da Lição Bíblica que é estudada diariamente em 18 línguas, incluindo o chinês, em todo o globo.
O tema para a semana de 21 a 27 de março 2016 é
A realidade
Mantenha seu estandarte erguido – Faça de cada dia uma Páscoa!
Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Nesta semana estaremos celebrando a Páscoa ao redor do mundo. É uma gloriosa ocasião para lembrarnos de como olhar profundamente no realismo, e obter introspecções mais profundas da vida e do amor de Cristo Jesus! Esta lição nos ajuda a compreender como podemos seguir melhor o maravilhoso exemplo de Jesus ...abençoando, libertando, elevando e curando... para revelar a eterna natureza semelhante a Deus de cada um de nós, presente aqui e agora. Há um hino muito conhecido “Exultemos eis a Páscoa” (Hinário, n. 413) cujas palavras, para mim, incorporam a essência da Lição. E deveriam ser vividas ao longo do ano!

Texto Áureo: “…arvorai bandeira aos povos” (Isaías 62: 10)
A palavra hebreia traduzida como “estandarte” significa um sinal, uma bandeira, um sinalizador ou flâmula—algo a se tornar facilmente visível. É importante que Deus seja visto—e que as pessoas que conhecem a Deus deixem sua luz brilhar tão fortemente que seus exemplos sejam vistos por todos. Daí a instrução: “...levantem uma bandeira como sinal para que todos os povos saibam” ( NTLH). Jesus era a melhor “bandeira”—o melhor exemplo—que jamais houve, ao deixar a natureza de Deus resplandecer através dele. No entanto, também nós precisamos dar acolhida a essa ordem, e deixar a luz do Cristo resplandecer em tudo o que fazemos—para que todos vejam!

Leitura Alternada: Deus erguendo um estandarte/bandeira contra o inimigo - Isaías 59: 19; Salmos 57: 2, 3, 5, 7, 8; Isaías 62: 1, 2, 11, 12.
Agora temos um sentido diferente da palavra “estandarte”: “Quando o inimigo vier como uma torrente, o espírito do Senhor levantará bandeira contra ele”. Assim como foi usado aqui, levantar bandeira é “fazer sumir” ou causar a fuga ou desvanecimento. A mentira do mal se desvanece ante a verdade de Deus. Deus é o poder que faz o mal recuar/fugir. Nossa tarefa é buscar (ou reconhecer) a presença de Deus. “Clamarei ao Deus Altíssimo, ao Deus que por mim tudo executa.” Continuando com Isaías 62, vemos que nossa tarefa é dar testemunho do que Deus faz para que todos possam buscar a Deus e serem por Ele abençoados. A vida de Jesus era toda dedicada a revelar seu Pai e demonstrar o poder do Pai—curando o pecado e a doença e vencendo a crença na morte. Como discípulos de Cristo Jesus, é nosso privilégio seguir seu exemplo e continuar a difundir as boas novas e demonstrar as obras de libertação! Lembrem-se ... que Deus é o poder que cura. Não precisamos provar a Ciência Cristã para ninguém. Ela se comprova sozinha! Os ensinamentos de Cristo Jesus e a Ciência do Cristo revelam a realidade!! Nós só precisamos pôr o peso de nossos pensamentos e atos no prato da Verdade—o lado da realidade—“para estarmos na balança com nosso criador” (Ver Escritos Miscelaneos, p. 46).

Seção 1: Compreender a nossa origem divina - como fez Jesus.
Esta lição bíblica tem vários exemplos de como a profecia foi cumprida por Jesus. Profetas como Isaías e Jeremias abriram o caminho. Eles asseguraram aos judeus (que estavam no exílio na época) que não tinham sido esquecidos/abandonados por Deus, e os mesmos ensinamentos mais tarde serviram para validar que Jesus era o Messias. Isaías falou de uma virgem que daria à luz um filho que seria chamado Emanuel (B2). Acaz era o rei de Judá na época e era incrédulo, adorava deuses pagãos. Mas o profeta assegurou ao povo que não importava o quanto as coiras eram ruins, Deus lhes daria um Salvador. Eu estava interessada em descobrir o que a palavra hebraica virgem, como usada em Isaías. 07:14, significava. Ela transmite uma sensação de “velada” ou “privada” - algo mantido fora da visão -, bem como simplesmente uma jovem donzela.
O Messias seria revelado ao coração receptivo. Jesus cresceu como um garoto "normal" até os 12 anos. Seu nascimento não foi saudado como algo especial, exceto por muito poucos. E, então, quando Jesus estava com 12 anos, ele sabia que era hora de começar a “estar na casa de meu Pai”. Os líderes religiosos “os mestres da lei” com quem ele se havia reunido ficaram extremamente impressionados com “a sua inteligência e as respostas que dava”, embora eles não o reconhecessem como o Messias por quem eles estavam esperando. (B5) Deve ter sido muito difícil para Maria entender o que seria de seu filho. O versículo 50 esclarece que Jesus continuou a ser obediente à sua mãe e ao José. "E sua mãe guardava tudo isso no coração" (V. 51).
Ela estava disposta a ouvir e a responder a orientação de Deus. Portanto, este foi o primeiro exemplo de estar se cumprindo a profecia sobre Jesus. Sua mãe era uma virgem, e Jesus jamais reconheceu ninguém, a não ser Deus, como seu pai. Como é importante para nós entendermos que Deus é verdadeiramente o Pai de cada um nós – “o único Criador”, e portanto, o Pai de todos” (CS3). Esta é a base da Ciência Cristã - “A Ciência revela as gloriosas possibilidades do homem imortal, que jamais é limitado pelos sentidos mortais” (CS6). Será que às vezes esquecemos de começar com esse princípio mais básico? Há apenas um Criador e é Deus. Assim, mesmo que o senso mortal tente nos convencer sobre limitações (especialmente as baseadas na hereditariedade ou nos processos de nascimento, maturidade e decadência) não tem qualquer base na realidade. Podemos - e devemos - rejeitar todas e cada uma dessas sugestões. Então, descobrimos a nossa "natureza divina, a santidade que o animava" - como fez Jesus. (CS4) E encontramos nossa liberdade!

Seção 2: Jesus curou e deu a seus discípulos o poder de curar.
Uma versão expandida do Texto Áureo é repetida aqui. (B6) Os portões da Babilônia serão abertos e cada obstrução removida para que os judeus possam voltar para Israel. Cada pedra de tropeço deve ser removida para que o caminho fique limpo. E uma bandeira deve ser levantada para permitir que todas as pessoas saibam que o caminho foi preparado para passar para fora do cativeiro. Quando Jesus viu a multidão mantida no cativeiro da doença, e sem um pastor para guiá-la, ele a conduziu para fora do cativeiro da escuridão para a luz da saúde e salvação (B7).
E, Jesus deu aos seus discípulos poder para fazerem o mesmo. (B8) O povo deu glória a Deus! Jesus ensinou e praticou o “Princípio divino de todo o verdadeiro existir” (CS7) O Princípio pode ser pensado como "a causa, a fonte ou origem de qualquer coisa" o Princípio divino de todo o ser real; a partir do qual tudo prossegue" (Webster 1828). Assim, a cura como Jesus ensinou e demonstrou resultou da compreensão da origem e causa de todas as coisas reais como sendo divinas. Jesus provou que a Ciência do Cristianismo é baseada na lei divina (outra definição para Princípio). Esta lei consiste em um Princípio perfeito (origem) e ideia perfeita. - Deus perfeito e homem perfeito. (Ver CS8 e CS9.)
A forma como Jesus curou tinha por base um Princípio divino que pode ser praticado por qualquer pessoa. Jesus não deu a seus discípulos poderes especiais. Mas, todos os que reconhecem "a supremacia do Espírito, que anula as alegações da matéria" “podem se desfazer da mortalidade (em si mesmos e em outros) e "encontrar o vínculo espiritual indissolúvel, que estabelece o homem para sempre na semelhança divina, inseparável de seu Criador" (CS11). Essa ideia de estarmos ligados a Deus se manifestou em vários estudos bíblicos recentes. Eu simplesmente amo este conceito. Não existe andar errante - não existe cair, nem perda, nem falha - quando percebemos que estamos ligados a Deus.
Onde Deus está, nós estamos. E como o Espírito se eleva acima da crença mortal, somos elevados direto para cima e para fora da escuridão também. Aceitar verdadeiramente a unicidade do homem com Deus é a chave para o cumprimento dos comandos de nosso Mestre ... para pregar as boas novas e curar os doentes! Deus é a fonte de toda a boa obra, e a cura vem ao testemunharmos a perfeição de Deus - e, portanto, a perfeição do homem. Você é perfeito ... completo, sem defeitos, e plenamente inteligente... porque Deus é perfeito e criou você para ser como Ele é!

Seção 3: Jesus cumpriu seu chamado sem medo.
Outro exemplo de Jesus cumprindo a profecia aparece nesta seção. Jesus sabia que seria crucificado e disse aos seus discípulos que medidas tinham de ser tomadas nesta preparação. Para mim, a parte inspiradora desta história é como Jesus estava confiante, indepedente do que o esperava, ele poderia proceder de acordo com a mensagem do salmista: "Ele não deve tem medo de receber más notícias; a sua fé é forte, pois ele confia no Senhor"(B10). Jesus poderia ter evitado todo o calvário da crucificação se simplesmente tivesse ficado fora da cidade de Jerusalém. Ao invéz disso, instruiu seus discípulos a ir à frente dele e encontrar um burro que sabia estar lhe esperando (porque isso havia sido escrito pelos profetas). Ele entrou em Jerusalém montado neste animal sabendo que estava perante uma inevitável série de eventos, as quais culminaram na sua crucificação e, finalmente, na sua ressurreição e ascensão. Pelas ruas estavam "multidões" de pessoas mostrando-lhe seu respeito e reconhecendo-o como o Messias prometido(B12). [Nos tempos modernos este trajeto é celebrado e conhecido como Domingo de Ramos].
Embora muitos saíram para mostrar seu apoio a Jesus em seu destemido enfrentamento daquele momento tão difícil, muito poucos permaneceram com ele na cruz (CS14). Jesus sempre confiou em Deus - independentemente da evidências físicas. Ele foi capaz de fazer isso porque realmente havia compreendido a natureza de Deus de ser sempre amoroso, e de que ele era inseparável desse Amor. Esta foi a mensagem que trabalhou tão fielmente para ser transmitida a toda humanidade. Então, qual é nossa resposta? Pode algo nos fazer parar de confiar no grande amor de Deus? Nada, se nos mativermos na "verdadeira idéia do bem" - "a verdadeira idéia de ser" - como ensinado e demonstrado por Jesus (CS15 e 16). Não importa em que circunstâncias humana nos encontremos, nunca precisamos abandonar o Cristo, o qual revela quem somos em nossa relação com Deus - Sua amada ideia espiritual imortal!

Seção 4: Resista à tentação de perder de vista Deus e a realidade.
Através de tudo o que Jesus suportou, ele nunca perdeu de vista sua relação com Deus. Ele conhecia Deus! E estava confiante de que as pessoas mais próximas a ele compreenderam que tinha sido enviado por Deus para revelar ao mundo a relação inquebrável de Deus e do homem! (B13) Jesus procurou refúgio em um jardim tranquilo onde podia orar. Ele era humano .... não gostava da idéia de ser crucificado. Mas, ao mesmo tempo, estava disposto - confiante de que Deus iria conduzí-lo através de qualquer desafio a ser enfrentado. Exortou a seus discípulos para também ficarem acordados e orarem - para eles mesmos! Sabia que eles logo estariam enfrentando muitas provas sozinhos. Aparentemente ainda não tinham aprendido a defender seu pensamento e cederam à tentação e adormeceram. Pouco tempo depois veio Judas e o traiu, o entregou a seus captores. Os discípulos reagiram à prisão de uma maneira muito humana ... eles atacaram os captores! Mas Jesus respondeu da maneira que lhe era natural ... espalhou o amor e curou o servo cuja orelha havia sido cortada! (B15) Jesus voluntariamente cedeu ao que sabia que deveria fazer. Ele novamente rendeu-se ao fato de que a profecia deveria ser cumprida e sua crucificação era necessária, a fim da humanidade ganhar a salvação de todo o mal (incluindo a crença na morte) por meio de um reconhecimento do Cristo. (B16 & CS17) Jesus não tinha medo da morte. Mas, ele também não a acolheu (pedindo para que este calvário passasse dele, mas disposto a suportar a cruz, se necessário). Nós, também, estaremos em face a desafios. Adormeceremos como os discípulos inexperientes? Não. Mas vamos nos erguer e enfrentar os desafios com um entendimento de que a vontade divina (que é sempre o bem) é mais forte do que o humano e mortal - e o imortal é superior ao mortal? Temos de abandonar a crença de que a morte é algo a ser esperado ou temido ao mesmo tempo.
Escolhendo mantermos firmes na nossa compreensão da Vida eterna nos permite manter nossa fé na bondade consistente de Deus, confiar em Seu cuidado e levantar o "estandarte do Cristianismo" (CS19). Em outras palavras, podemos nos apoiar no fato que Deus nunca nos abandonará – da mesma forma que nunca abandonou a Jesus - porque Deus fez todo o bem e nada pode mudar essa criação. "A única realidade do pecado, da doença ou da morte é o horrível fato de que as irrealidades parecem reais à crença humana errada, até que Deus lhes arranque o disfarce" (CS20). Deus está trabalhando em arrancar o disfarce e revelar a Verdade a toda humanidade! A missão de Jesus foi destruir tudo o que se opõe a Deus. É nosso privilégio continuar os seus passos - totalmente apoiados em Deus!

Seção 5: Lance a âncora de sua esperança para além do véu da matéria.
A definição de “véu”, em Ciência e Saúde, por Eddy, é muito útil para compreendermos o significado do véu do templo sendo rasgado (de cima a baixo), quando Jesus exalou o último suspiro. Esse véu simbolizava a separação de Deus de Seu povo. Separava o lugar sagrado (onde Deus supostamente habitava) do resto do templo. E apenas o sumo-sacerdote poderia entrar na sala que era o Santo dos Santos - e apenas uma vez ao ano. Jesus apresentou Deus como sempre presente com toda a humanidade. Além disso, quando o centurião e tantos outros testemunharam o terremoto e os acontecimentos dramáticos que envolveram a crucificação, ficou ainda mais consolidado que Jesus era o Messias (B18). Alguns podem ver isso como um precursor aos muitos gentios que posteriormente se converteriam e que seguiriam os ensinamentos de Cristo Jesus. Mas o que isso significa para nós?
Eddy define o véu como “aquilo que cobre; aquilo que dissimula; aquilo que oculta, hipocrisia” (CS21). Portanto, esse é o tipo de coisa que tentaria nos separar de Deus. Mas não fazem parte do exemplo de Jesus. A hipocrisia era algo em excesso entre os fariseus. E para os dias de hoje? Será que ficamos às vezes tão envolvidos em defender o que percebemos como a letra da Ciência Cristã que deixamos de praticar o amor incondicional que constitui a essência do espírito do Cristianismo? A ênfase na matéria em nosso cotidiano ou o medo da evidência material tentam esconder, encobrir ou ocultar a verdade espiritual absoluta do ser? Não podemos cair na armadilha de pensar que podemos estar separados da totalidade do amor de Deus - seja por algo que pensamos que estamos fazendo de errado ou pelo medo da evidência material que tentaria nos oprimir. É a verdade que “para entrar no reino, a âncora da esperança tem de ser lançada para além do véu da matéria, no lugar sagrado, o Santo dos Santos” (a glória - ou luz - da presença divina) “no qual Jesus entrou antes de nós” (CS24). Essa glória da presença divina é um estado de consciência e não um lugar. Jesus habitava perpetuamente nessa consciência do Espírito. Nunca colocou sua esperança, fé ou compreensão em um histórico de matéria. Ele estava ancorado no Espírito - compreendendo sua relação espiritual com Deus. E, ancorar nossos pensamentos na presença de Deus - na realidade do Espírito - nos capacitará para qualquer tempestade e não nos deixará sermos enganados nem ser desviados pelo “véu da matéria”.

Seção 6: Nossa resposta à vitória de Jesus sobre o túmulo.
Imagino quantos de nós teríamos acreditado na notícia de Maria Madalena de que Jesus ressuscitara do túmulo. Ele havia dito aos discípulos de que isso iria acontecer, mas…! A Páscoa é a celebração Cristã da ressurreição de Jesus. Mas parece razoável que Jesus teria preferido que os Cristãos celebrassem de maneira continua ao seguir seu comando aos seus discípulos …. “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” Mar16:15. E ele prometeu que estes “sinais” seguirão aos que crerem (Mar 16:17). A segurança contra o mal e alcançar a cura vão resultar do grau de aderência aos ensinamentos de Jesus (B19). Existe melhor maneira de “levantar o estandarte” do que pregar o evangelho (as boas novas do relacionamento do Pai com o Filho) e trazer a cura para toda a humanidade? Paulo mais tarde encoraja os Hebreus a correr a corrida que estava preparada para eles – como Jesus havia corrido a dele. E a andar no caminho reto, curando tudo o que cruzasse seu caminho - ao invés de ignorar ou tentar evitar aquilo que é desconfortável ou assustador (B20). Hoje estaríamos fazendo certo se agíssemos como se Jesus estivesse falando diretamente a cada um de nós!
Eddy define a ressurreição: como “a crença material cedendo à compreensão espiritual”. Em sua ressurreição Jesus mostrou que a imortalidade representa o homem real. Em sua ascensão Jesus mostrou como esse senso mortal do homem desaparece totalmente na realidade (CS26). A chave para nós é focar cada pensamento na realidade (CS28). A matéria não forma uma base para o homem. Ao invés disso, Deus está expressando em nós “a ideia infinita”. “Deus expressa no homem a ideia infinita que perpetuamente se revela, se expande e se eleva cada vez mais, procedendo de uma base sem limites” (CS29). A Páscoa é realmente a celebração da Vida sem limites como demonstrada por Cristo Jesus. E deveríamos nos empenhar para ver mais dessa realidade todos os dias e demonstrar mais dela, seguindo o exemplo de nosso Mestre e elevar o estandarte de tal maneira que todos possam ver a gloria de Deus! Há uma realidade e ela é “espiritual, imutável, imortal, divina, eterna (CS30). Na página 60 do Manual dA Igreja Mãe, Eddy dá as diretrizes para a celebração da Páscoa. Claramente a Páscoa não é algo a ser celebrado uma vez ao ano…mas deveríamos nos empenhar para exemplificar a vida de “nosso Senhor ressuscitado” em tudo o que fazemos – vendo através da neblina da matéria e captando a realidade! Feliz Páscoa – hoje e todos os dias!
“Exultemos eis a Páscoa, doce luz alvoreceu; nova fé o Amor nos trouxe.
Eis o ser que Deus [mandou], coroado com a glória que a Páscoa consagrou!”(Hino 413)
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Este estudo metafísico foi preparado por Kathy Fitzer, C.S. of Lake St. Louis, MO and Park City, UT –EUA 314-323-4083 kathyfitzer@gmail.com
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinéa Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB. Visite o site www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB.
O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês no link abaixo
http://www.cedarscamps.org/metaphysical

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