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Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda Sua criação. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A doutrina da reconciliação.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, April 11th, 2016

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

“Bem-vindo às Lições Bíblicas da Ciência Cristã!
Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda Sua criação. Esse fato e nosso amor por Ele, por nosso próximo e por nós mesmos, constituem a essência das Lições Bíblicas. Elas proporcionam um mergulho profundo nesse amor, e isso tem trazido cura, conforto, reforma e regeneração às pessoas há várias gerações. Portanto, mergulhe profundamente você mesmo [no estudo] das Lições Bíblicas e no amor de Deus! À medida que o fizer e, especialmente, na proporção em que viver esse amor, dia após dia, até mesmo, momento a momento, você verá a cura e os benefícios que dela resultam, ajudando não só a você mesmo, mas a todos que cruzarem seu caminho” (Livrete Trimestral da Ciência Cristã, p1).
O Acampamento dos Cedros preparou este Estudo Metafísico para auxiliar na sua compreensão do estudo da Lição Bíblica que é estudada diariamente em 18 línguas, incluindo o chinês, em todo o globo.
O tema para a semana de 11 a 17 de abril de 2016 é:

A doutrina da reconciliação

Sigam o Cristo no Caminho para a Filiação
Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Texto Áureo - Gálatas 4:7: “[…] já não és escravo, porém filho; e, sendo filho, também herdeiro por Deus”.
Compreender que somos “herdeiros por Deus” eleva nosso status no reino de Deus de servo a filho. Você já pensou alguma vez sobre a diferença entre ser servo e ser filho? O servo pode vir a visitar a casa, mas o filho mora nela. Um servo espera alguma forma de recompensa por seu serviço, mas o filho pode esperar uma herança. Os motivos de devoção do servo podem ser um tanto interesseiros e mercenários, enquanto o filho atua por devoção honesta e amor. Com tudo o que o servo faça, ele nunca é um membro da família, mas o filho é parte da família.
Leitura Alternada - Romanos 6:17, 18, 20-23; 12:1, 2
Prossegue no contraste entre servidão e filiação, mas agora associando com a servidão ao pecado, e com a filiação à justiça. Nesse caso a servidão se aproxima do trabalho forçado ou escravidão. Aqui o benefício da filiação sobre a servidão ao pecado está clara: “o salário do pecado é a morte; mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna.” Paulo roga aos cristãos que apresentem seus corpos como “sacrifico vivo” a Deus. O tradicional sacrifício hebreu muitas vezes envolvia a morte de um animal e. por isso, era um evento púnico. Mas um “sacrifico vivo” pode ser feito continuadamente. Os cristãos são chamados diariamente e a cada hora a oferecerem suas vidas a Deus—abandonando falsas buscas—e devotando todas as energias—físicas, intelectuais, espirituais e morais—a Deus somente.
A vida de Jesus fornece um modelo perfeito ao qual podemos nos adaptar. A “forma de doutrina” de Jesus não era só uma série de regras e regulamentos. Sua doutrina veio na forma de sua vida. Ao descrever o método de Jesus, o teólogo Alexander MacLaren (1826-1910) usa a analogia de um botânico. Em vez de ensinar a partir de “uma coleção de proposições cientificamente arranjadas e inertes”, o ensinamento de Jesus: “nos leva ao campo onde as flores crescem, livres e faceiras”. MacLaren conclui: “lembremo-nos de que nossa religião implica em trabalhar/atuar, que não há nada em nosso credo que não deveria estar em nosso caráter, que nosso rol de crenças deveria ser nosso rol de ação; que cada coisa acreditada seja algo realizado; e que se nos contentarmos com a mera aceitação do ensinamento sem nenhum esforço de traduzir esse ensinamento em vida, somos hipócritas e auto-enganadores”.

Seção 1: Vivenciando nossa Unidade com Deus
Traduzir “aquele ensinamento em vida” é exatamente o que o salmista declara gostar de fazer (B1, Salmo 40:8). Para ele a lei não é uma mera lista de obrigações. A lei mora em seu coração—é uma parte integrante de seu ser. Em vez de ser condenatória, a lei de Deus é redentora. O salmista urge a todos os que percebem/sentem o poder salvador de Deus que o digam (B2,Salmo 107:2). Por que não faríamos? A mídia e a imprensa regularmente espalham propaganda que semeia medo e dúvida, quando não oposição direta às leis de Deus. Se nós não reconhecermos o poder sanador de Deus, quem o fará, então?
O autor da epístola a Tito nos adverte de que, ao falarmos a favor da verdade, falamos “a sã doutrina”, e então deixamos que nossas vidas sejam o “padrão de boas obras” (B3, Tito 2:7). Este é um chamado à coerência. Queremos ficar fieis aos ensinamentos de Jesus no que dizemos, e reforçar nossas palavras vivendo-as pelo exemplo—mantendo um enfoque sóbrio, justo e bom. Há uma tendência moderna de tratar o evangelho de modo superficial, num esforço de torná-lo mais palatável, mas o autor de Tito nos instrui a confiar totalmente no ensinamento puro, sempre demonstrando reverência à mensagem. Nossas obras têm de estar em consonância com nossas palavras, dando clareza à mensagem para ser compreendida. Jesus “entregou-se” a esta causa; de igual modo, somos solicitados a entregar nosso senso pessoal de como as coisas deveriam ser feitas, em favor da palavra pura do evangelho.
Paulo nos diz que recebemos a expiação por meio de Cristo (B4, Tito 3). A palavra traduzida como “reconciliação” (atonement) é usada apenas uma vez no Novo Testamento. O teólogo Albert Barnes (1798-1870) observa que a expiação não é apenas um meio de efetuar a reconciliação com Deus, mas que pela expiação de Jesus, nossa reconciliação com Deus já ocorreu. Barnes descreve o antigo significado da palavra “atonement” (reconciliação) como “at-one-ment” (em-uma-mente—ser uno, ou reconciliado). É exatamente como Eddy usa o termo no inglês, em Ciência e Saúde, nas citações CS10, 20 e 24 na lição desta semana. Mary Baker Eddy define reconciliação como “a exemplificação da unidade do homem com Deus, segundo a qual o homem reflete a Verdade, a Vida e o Amor” (CS1, p.18). O exemplo prático de Jesus é o que torna o Cristianismo autêntico. Ele não nos deu uma filosofia apenas; ele viveu o que ensinou para benefício de todos. Eddy entendia que Jesus não fez o trabalho por nós. Antes, ele nos mostrou como fazer o nosso próprio trabalho. Este é um ponto chave, completamente diferente do ponto de vista comum. Não somos passivos em nossa redenção. Temos um papel atuante. Não somos convocados a ser obedientes por obrigação, como se servos fôssemos, mas somos chamados a sermos totalmente investidos como filhos, e desejosos e ansiosos de seguir a lei por ser uma parte de nós.
Acho interessante Eddy ter escrito: “A Verdade, a Vida e o Amor são as únicas exigências legítimas e eternas feitas ao homem” (CS2, p.184). Como ela usou maiúsculas nessas palavras, ela queria dizer—ser a expressão de Deus é uma exigência. Vemos aqui que não estamos separados de Deus, com apenas nossa concordância aos Seus estatutos, mas somos unos com Ele—a Vida, a Verdade e o Amor estão incorporados ao nosso existir. Assim sendo, não temos escolha senão obedecer e trazer essa unidade à tona na “vida prática” (CS, 3 e 4).

Seção 2: Uma plataforma sólida
A leitura tradicional da citação B6 implica que todos os homens são pecadores, e ninguém escapará se Deus for nos julgar por cada pecado. Mas não é isso que essa LB tem como foco. Se Deus observasse os pecados, significaria que Ele conhece as iniquidades e nós não teríamos uma plataforma firme na qual buscar apoio. Em Habacuque, lemos que Deus tem olhos tão puros que Ele não vê o mal. Deus é Tudo e Ele só conhece o bem. Portanto, se Deus conhecesse o mal a premissa da onipotência do bem ficaria comprometida.
Na citação B9 os fariseus acusam a Jesus de expulsar o mal por meio de Belzebu, mas Jesus sabiamente mostra a eles que se Satanás expele a Satanás ele é uma casa dividida contra si mesmo, como pode permanecer o seu reino? Um argumento paralelo ao do Salmista de que Deus conhece iniquidades. Tal como se Deus conhecesse o mal significaria que Ele estava dividido contra Si mesmo, por isso, Satanás expelindo Satanás é uma casa dividida que não subsiste.
Toda a crença ou iniquidade é mortal e não tem nada em Deus. O salmista desejava ser governado completamente pela lei de Deus sem nenhuma mistura com crença humana, - inclusive confiando em Deus e não em seu próprio entendimento (B7). O Salmista confiava somente em Deus. De igual modo, Cristo Jesus deixava claro que a sua doutrina não era sua, nem havia ele sido ensinado pelos doutores da lei. A doutrina que Jesus ensinava vinha direta de Deus (B8).
Ao orar será que estamos seguindo somente o método de Jesus? Estamos confiando totalmente em Deus e vendo só o homem completo feito por Deus? O bem e o mal, a Verdade e a mentira, não se misturam. Ao confiarmos plenamente na Verdade, vendo apenas o homem de Deus, o mal se dissolverá.

Seção 3: O chamado ao arrependimento e a Oração por União
Nem todos querem seguir o exemplo de Jesus. Os humanos, é de conhecimento geral, querem seguir seu próprio caminho, opiniões e desejos, e muitos se rebelam e não querem seguir quando se trata de sacrificar seus interesses e paixões. Até mesmo entre os que creem há pontos de divergência. O profeta Isaías já previa o tempo em que todos estariam unidos na compreensão. Mesmo aqueles que se extraviam por seguir seus próprios desejos acham o caminho de volta à obediência (B9).
A pregação de Jesus começou com o chamado ao arrependimento (B11). Esse chamado para se arrepender não era perfunctório/superficial. Jesus trabalhou e orou sinceramente durante toda a sua carreira, para que a humanidade saísse da escravidão ao pecado para a liberdade da filiação e da unidade com Deus. O discípulo João registrou a oração de Jesus quando este estava para ser traído e depois crucificado (B12). Nessa oração, Jesus orou para si mesmo, para os discípulos e para a sua futura igreja, para que cada um encontrasse união com o Pai, assim como ele teve.
O tema da unidade continua em Efésios (B13). Essa união não é meramente concordar com os outros. É um reconhecimento de que cada um tem direitos e responsabilidades, não importa sua posição hierárquica. Segundo o teólogo Barnes, “a esperança de nosso chamamento” é o chamado à unidade que se eleva acima de rivalidades e produz harmonia. Barnes também descreve “o homem perfeito” como alcançando a maturidade espiritual – a estatura de caráter moral que identifica a todos os cristãos sinceros.
Eddy também adverte sobre a necessidade de cada indivíduo de seguir o exemplo do Mestre e crescer em graça (CS9). Na expressão “um sacrifício vivo”, o arrependimento não é um evento esporádico, mas um processo contínuo de purificação. E aprendemos que “cada esforço de reforma” nos ajuda a compreender a expiação de Jesus (CS10). Para Eddy, seguir Jesus era mais do que concordar com suas palavras ou de aceitá-lo como “meu salvador”. Significava, para ela, seguir seu exemplo e viver em completa obediência (CS11). Ela ensina que diferente do que ensina a teologia tradicional, Jesus não reconciliou Deus com os homens; mas Jesus nos reconciliou com o Pai, Deus (CS12). Só podemos compreender plenamente o significado à medida que crescemos espiritualmente e incorporamos completamente o compromisso com a santidade. Novamente somos alertados de que nossa compreensão está em proporção à nossa mobilidade rumo ao Espírito, e afastando-nos do pecado e da mortalidade (CS13).

Seção 4: “Eu e o Pai somos um”
A base de tudo o que Jesus fez era a sua unidade com Deus. Ele não tinha outra mente, e não tinha outro propósito a não ser viver nesse estado de contínua unidade com Deus. A mentalidade humana se rebela contra esse fato, porque acredita ser uma mente separada de Deus com suas próprias ambições e metas. Ela se agarra de modo ferrenho ao que deseja conseguir, consequentemente, atua de modo contrário à unidade com a Mente divina por meio de vontade própria e malícia intencional.
Jesus não somente pregava a sua mensagem, mas ele vivia essa mensagem. Os judeus sabiam muito bem das muitas obras boas que Jesus fez, mas eles fingiam ignorá-las com o objetivo de armar algum laço para tentarem Jesus a cometer uma blasfêmia. Jesus não se afastou e disse: “Desculpem, mas isso é um engano”(B14, João 10: Ver 23-42). Mas ouvir isto foi demasiado para os judeus aguentar e assim se preparam para lhe atirar pedras. Novamente, Jesus falou de suas obras boas e “nesse ponto, procuravam, outra vez, prendê-lo; mas ele se livrou de suas mãos”, e foi para outras pessoas mais receptivas.
Eddy alerta para o fato de que a declaração de Jesus sobre sua unidade com o Pai era uma repreensão aos judeus (CS15). Eles levavam uma vida de pecados, o que os tornava cegos à bondade e boa natureza de Jesus. Embora possamos pensar nessa história como sendo de eventos acontecidos há muito tempo, eles são o tipo de argumentos que hoje tentam bloquear ou descarrilar as curas espirituais.
As explicações de Eddy para os métodos e motivos de Jesus descrevem a altitude de pensamento que torna possível a cura para nós. “Ele reconhecia uma Mente única e não aceitava nenhuma outra” (CS15,p.315:327). A compreensão de Jesus o habilitara a demonstrar os fatos do existir. Em contraste, os pontos de vista opostos das pessoas estavam impregnados de conceitos mortais. Esse pecado lhes impedia de perceberem o homem real. Ao examinarmos nosso próprio pensamento, será que detectaremos alguma percentagem dessa qualidade de pensamento alojado em nós?
Eddy provê um remédio para nos ajudar a nos volver para o lado correto – só precisamos nos volver para fora do pecado e perder de vista a identidade mortal para encontrar o Cristo. Parece ser bem simples e fácil. O que estamos esperando?

Seção 5: A unidade é indestrutível
Por fim, a trama para eliminar Jesus foi colocada em ação. Cegos pelo ódio, pela inveja e o ciúme, os inimigos de Jesus estavam absorvidos pelo mesmerismo de seus próprios pecados. Eles estavam em tal estado que até mesmo Pilatos não conseguiu fazê-los raciocinar (B15). O objetivo da mente mortal é sempre silenciar o Cristo, mas nada pode parar ou impedir o Cristo de ser expressado. Na manhã do terceiro dia após a crucificação, quando as mulheres foram ao sepulcro, a pedra havia sido removida e o túmulo estava vazio (B16). A carta de Paulo para os Coríntios declara: “agora o Cristo está ressuscitado dos mortos” (B17). Este é um fato indiscutível para Paulo. O Cristo está ressuscitado de verdade, da crença da morte, e sempre esteve ressuscitado dela. O Cristo sempre esteve unido a Deus e completamente fora do alcance do ódio mortal. Paulo também se refere à ressurreição de Jesus como sendo as “primícias dos que dormen” (B18). Sua ressurreição implica também a nossa ressurreição.
Todos os sermões e explanações do mundo não poderiam ter tido o impacto da ressurreição – a prova final de tudo o que Jesus ensinou. Todo o ódio do mundo não conseguiu impedir o poder do Cristo vivo (CS16).
A absoluta aderência de Jesus à sua unidade com Deus tornou possível a ele vencer a crença de que Deus e o homem pudessem em algum momento estar/ser separados. O homem real é perfeito assim como seu Pai é perfeito. Nunca pode haver uma interrupção nesse relacionamento sagrado (CS17). O homem nunca pode estar perdido ou separado de Deus, porque o homem é a expressão de Deus. Podemos falar da unidade do homem com Deus, mas a ressurreição provou isso. A demonstração de Jesus ao vencer o túmulo provou aquela “união com Deus” que dá domínio sobre todos os obstáculos (CS18). A vitória de Jesus sobre todos os obstáculos materiais mostrou que é possível a toda a humanidade ressuscitar para a compreensão de nossa unidade com Deus (CS20).

Seção 6: Jesus é o nosso exemplo
A menos que pensemos ou aceitemos que podemos conseguir a reconciliação com Deus por nossos próprios esforços, as Escrituras nos lembram de que, sem o exemplo de Jesus, não teríamos um modelo a seguir (B18) – seríamos ainda servos do pecado, perdidos na crença de que estamos separados de Deus. Na verdade, sem os ensinamentos e o exemplo de Jesus, talvez pudéssemos estar inconscientes de que a liberdade é possível, ou talvez nem mesmo reconhecer nossa condição. A aderência à doutrina de Jesus abre as portas dos céus e nos mostra o caminho da filiação (B19). A reconciliação de Jesus incluiu o sacrifício supremo. Embora ninguém espere que sejamos crucificados, espera-se que sacrifiquemos a crença do senso pessoal e dos prazeres, e que nos devotemos totalmente ao Espírito (B20). Comentando sobre essa passagem de Gálatas, o Líder Protestante e Reformador, Martin Luther (1483-1546) mostra que os que creem verdadeiramente estão ainda “sob a probabilidade de serem provocados à raiva, à inveja, à impaciência, à luxuria carnal, e outras emoções. Mas eles não farão as coisas para as quais a carne os incita/tenta. Eles crucificam a carne com seus desejos do mal. Resistir à carne dessa maneira é pregá-la na Cruz”. Isso é reminiscência ao chamado de Paulo aos Coríntios para apresentarem seus corpos como “sacrifício vivo”. Os Cristãos genuínos permanecem nos ensinamentos e exemplo de Jesus. Eles “agem de acordo com o que falam”. Ao fazer isso, nos tornamos “co-herdeiros com Cristo” (B21).
A vitória de Jesus sobre o túmulo provou que nenhuma condição material nos separa de Deus, e mostra que nossa habitação em nossa unidade com Deus é o lugar mais seguro que podemos estar (CS21). A inseparabilidade do homem com Deus é o ponto principal da Ciência Cristã (CS22). Uma coisa seria basear a esperança da inseparabilidade na necessidade do homem por Deus. Mas a Ciência Cristã raciocina a partir do ponto da lei infalível de Deus: “que o Amor divino [Deus] não pode ser privado de sua manifestação [o homem] (CS23). Isso coloca Deus primeiro. Não há como a lei de Deus possa ser evitada. A alegria, a bondade, e a vida governam/têm poder sobre a tristeza, o mal e a morte. O homem é perfeito porque Deus é perfeito.
Nosso trabalho é externar a perfeição em nossa vida diária (CS24). Como vimos, Jesus reconciliou o homem com Deus, não Deus com o homem. Da mesma maneira, precisamos compreender que estamos em Deus, ao invés de pensarmos que Deus está em nós. Vale a pena repetir: somos um com Deus porque estamos nEle - somos Sua manifestação. As escrituras dizem: “Pois nele vivemos, nos movemos, e existimos” CS25). É por isso que Jesus podia dizer “Eu e meu Pai somos um”. Uma gota de água é uma/una com o oceano porque ela está no oceano. Assim também somos um com Deus porque existimos/estamos nEle. Jesus demonstrou que o filho é sempre um com o Pai, e essa unidade nos protege de qualquer desafio que possamos ter de enfrentar. Ao sacrificar o senso pessoal, conformando nossa vida com o modelo que Jesus apresentou, nós também podemos reivindicar a segurança da filiação com Deus, e nos regozijar em nossa herança espiritual.
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Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn, Illinois (Bartlett) EUA craig.ghislincs@icloud.com / Tele: (630) 830-8683
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinéa Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB. Visite o site www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB.
O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ª feira. Busque e leia o texto em inglês, e noutras línguas, no link abaixo Lesson Applications & Possible Sunday School Ideas - CedarS Camps

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