Cedar Camps

Metaphysical Ideas

Search Metaphysicals
 

Metaphysical Newsletters

The weekly Metaphysical Newsletter is provided to campers, staff, alumni, friends and the CedarS family at no charge however contributions help defray the costs of running this service.

Click here for more about how you can provide support!
 

Delivered to You FREE!

Available in five languages, get it delivered to your inbox weekly!

Subscribe Now!

A misericórdia do Senhor dura para sempre. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O castigo eterno.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, April 25th, 2016

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
“Bem-vindo às Lições Bíblicas da Ciência Cristã!
Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda Sua criação. Esse fato e nosso amor por Ele, por nosso próximo e por nós mesmos, constituem a essência das Lições Bíblicas. Elas proporcionam um mergulho profundo nesse amor, e isso tem trazido cura, conforto, reforma e regeneração às pessoas há várias gerações. Portanto, mergulhe profundamente você mesmo [no estudo] das Lições Bíblicas e no amor de Deus! À medida que o fizer e, especialmente, na proporção em que viver esse amor, dia após dia, até mesmo, momento a momento, você verá a cura e os benefícios que dela resultam, ajudando não só a você mesmo, mas a todos que cruzarem seu caminho” (Livrete Trimestral da Ciência Cristã, p1).
O Acampamento dos Cedros preparou este Estudo Metafísico para auxiliar na sua compreensão do estudo da Lição Bíblica que é estudada diariamente em 18 línguas, incluindo o chinês, em todo o globo.
O tema para a semana de 25 de abril a 1º de maio de 2016 é:
O castigo eterno
MISERICÓRDIA ETERNA É A PROMESSA DE DEUS
Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
-----------------------------------------------------------------------------------
Penso que toda vez que esse tema é abordado na lição, constam na mesma algumas referências que invertem esse conceito teológico, que não é divino. Em vários livros na Bíblia há referências ao “amor eterno” (B4, Jeremias 31: 3) e “misericórdia”, como no Texto Áureo - Salmo 118: 29: “Rendei graças ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre”. As coisas que vêm de Deus, que são duradouras e eternas, também têm de ser boas. Enquanto a antiga escola da teologia escolástica prega a respeito de temas como expiação, provação e castigo dentro de um senso de medo, a Ciência Cristã encara esses assuntos sob uma nova luz mas que já é antiga pois vem da Bíblia, sem ignorar a questão de punição, neste caso, dos nossos pecados. A questão, realmente, é de onde vem a punição. “O erro se exclui por si mesmo da harmonia” (CS8, p.537) diz Mary Baker Eddy. E em outra página, ela declara: “ ‘Deus é Amor.’ Mais do que isso não podemos pedir, mais alto não podemos olhar, mais longe não podemos ir” (CS1, p.6). É nossa tarefa reformarmo-nos, arrependermo-nos e repensar nossas ações e visões sobre Deus e o homem. Agindo desse modo obtemos uma compreensão renovada de um Deus que é, segundo a Bíblia, o próprio Amor. Este Amor é tão profundo que Sua criação não pode deixar de ser amorosa, pura, totalmente boa, e nunca merecedora de punição, pelo menos não da mão “divina”. “Por uma questão de lógica, temos de admitir que Deus não castigaria o homem por fazer aquilo que Ele o criou capaz de fazer, e que Ele desde o início sabia que o homem faria” (CS2, p.356). Tomemos por base esta afirmação, rejubilemo-nos em pesquisar nessa lição sobre os meios em que a misericórdia abundante e o amor ativo de Deus são mostrados ao homem em todas as eras até o dia de hoje.
Nossa Leitura Alternada - Salmos 5: 3, 4, 7, 8, 11, 12; 1: 1-3, 6; [e] Isaías 54: 8) inclui a passagem do Salmo 1:1, a respeito do homem que segue a lei de Deus e é como uma árvore plantada junto a um rio. Essa imagem é muito forte, especialmente numa época de mudanças climáticas. A passagem sugere um senso de suprimento duradouro. Quando tudo ao redor pode virar terra seca, o rio continua umedecendo as raízes da árvore. De igual modo, o homem que lança suas raízes nas leis de Deus e depende da orientação de Deus, se apoia em leis como os Dez Mandamentos e o Sermão do Monte, ver-se-á demonstrando a harmonia de modo mais consistente, com alegria permanente, estabilidade, paz, saúde e assim por diante. Por permitirmos que a Verdade nos irrigue as raízes do pensamento, que nos supra com uma compreensão da realidade, verificaremos que não estamos facilmente sujeitos aos constantes gritos de escassez da matéria. Em vez de castigo eterno, estaremos vicejando numa torrente de água viva, supridos com inspiração renovada, pureza duradoura, fluindo livre do Amor inesgotável.
Seção 1: O semelhante produz o semelhante.
A maioria das pessoas concorda que Deus é todo bom. Ele não inclui o mal. Há teologias que justapõem Deus ao diabo a fim de explicar por que parece haver o mal no mundo. O segundo capítulo do Gênesis é um exemplo da tentativa de explicar o que parece ter ficado de fora de Gênesis um, ou seja, o aparecimento do mal na criação. O segundo capítulo e toda e qualquer outra referência ao homem como pecador, seja na Bíblia, em nossa experiência ou na mídia, é nada mais do que a sugestão de que o homem seja uma mistura de matéria e Espírito (ou totalmente material). A citação B1 (Deuteronômio 32: 3, 4) nos diz: “Engrandecei o nosso Deus. Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os Seus caminhos são juízo; […] Não é ele teu pai, que te adquiriu, te fez e te estabeleceu?” Temos apoio da Bíblia para a ideia de que o homem é criado por Deus e feito “perfeito”. A perfeição não é uma característica da matéria! Embora a teologia do castigo eterno tenha sua origem em passagens bíblicas (são umas 10 em toda a Bíblia), há inumeráveis trechos do tipo citado acima, e ainda: “O Senhor é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a sua fidelidade” (B2, Salmo 100:3, 5). Ou ainda: “Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí” (B4; Jeremias 31: 3). Não pretendo discutir aqui pormenorizadamente os pontos da doutrina religiosa, mas basta afirmar que o pecado é eternamente punido, porque não tem parte em Deus, na lei de Deus, na criação de Deus, ou no Bem.
Ao pormos de lado o conceito de sermos seres pecadores materiais, e ao dar passos firmes no sentido de reformar e mudar nossas ações para que estejam em harmonia com as leis de Deus, seremos libertados da “punição” que o pecado atrai sobre si mesmo. Nós nos vemos como semelhantes a Deus, amáveis, puros, espiritualmente perfeitos e completos.
Seção 2: De assassino a escriba de Deus.
A Verdade destrói o pecado, ou a mentira sobre o homem de Deus. Em Ciência e Saúde, lemos: “O método divino de pagar o salário do pecado implica em desenrolar os nossos emaranhados e aprender, pela experiência, a distinguir entre os sentidos e a Alma” (CS 11). Aqui “os sentidos” referem-se ao pecado, à mentira, e “a Alma” se refere à Deus. À medida que aprofundamos nossa compreensão do que é verdadeiro e se originando da Verdade, nos tornamos aptos a ver a diferença entre o que os sentidos nos falam sobre os prazeres, as dores, os desejos oriundos da matéria e a satisfação poderosa que emana da Verdade, a Alma. Moisés, diante do quadro de violência e injustiça, resolveu fazer justiça por suas próprias mãos, punindo o malfeitor. Esse pecado, o pecado de matar alguém, foi remido e apagado quando Moisés descobriu um conceito mais claro de Deus no deserto de Midiã.
Durante os anos como pastor de ovelhas e outros animais, Moisés teve oportunidades para adquirir novos conceitos sobre a Verdade, sobre Deus. O conceito sobre Deus, como justiça e liberdade se tornou claro, à medida que o tempo transcorria em Midiã. Um dia, Moises viu Deus face-a-face em virtude de sua pureza adquirida por viver em meio à natureza. “Bem-aventurados os limpos/puros de coração porque verão a Deus”. Essa elevação espiritual também o habilitou a escrever, a ser “o escriba” para os Dez Mandamentos. A elevação de Moisés tornou possível ao povo se elevar a um conceito mais puro, mais espiritual, de adorar a Deus.
Seção 3: Nenhum acordo com o pecado, a não ser reformar.
Considero um ponto muito bom o fato de que a Bíblia relata que Moisés gostou de ajudar aquelas pastoras em Midiã, as quais foram injustiçadas pelos pastores homens. Moisés ainda tirou a água do poço para dar de beber ao gado delas. Esse ato mostra que Moisés estava contente e denota a sua mentalidade humilde e um desejo espontâneo de mudar seu estilo de vida e ser uma benção em uma nova circunstância. Encarregou-se de fazer o trabalho que estava disponível e que podia fazer. Isso representa para nós, hoje, “encontrar os passos da Verdade” (CS18, p241:23-27). Vencemos o pecado por caminhar no caminho correto, e não por sentimentos de autocomiseração por não termos respondido corretamente em algum ato – “o remorso por haver feito o mal é apenas um passo rumo à regeneração” (CS14, p 5:3-7). Isso poderia parecer como que passar anos no “deserto”, onde se pode sentir profundamente a ausência do conforto que a matéria tem a nos oferecer, e ou poderia ajudar para que se chegue à regeneração mais rapidamente. Mas passar por uma experiência do tipo “deserto” é sempre uma experiência purificadora. Sempre saímos enriquecidos/purificados. O nosso conceito de Deus e homem se torna mais claro e mais profundo.
Seção 4: Levando a teologia a outro nível, ao nível Cristão.
Tanto Moisés quanto Jesus são conhecidos por sua teologia elevada. Se esta teologia não permanecia elevada depois de cada avanço, tem a ver com a falta de compreensão sobre Deus e da palavra de Deus pelo povo. "Arrependa-se" diz-nos Jesus – repense -, ou como Cobbey Crisler nos diz em seus livros: “mude o seu conceito”. Jesus anunciou que não estamos esperando pelo Reino dos céus, pois ele está próximo e acessível através da demonstração da natureza espiritual do homem sem pecado. Cobbey lança a pergunta: se são os problemas que estão "próximos" ou se é o "céu" que está "próximo". Uma boa pergunta para cada um de nós responder! Quando insistimos em um senso material do homem como sendo sujeito ao pecado e às tentações da matéria, não estamos tão conscientes do Reino dos Céus ao nosso redor, mas estamos muito inseridos "no problema". Quando permanecemos obedientes às leis que Moisés e Jesus nos revelaram, e obedecemos à sua intenção espiritual mais profunda, estamos vivendo no Reino harmonioso, onde sentimos a presença do Cristo. Não conseguimos muito progresso espiritual se virmos essas leis divinas como representando limitações em nossa liberdade ou alegria. Temos que vivenciar a revelação do propósito divino destas leis da forma como Jesus as compartilhou e Moisés certamente sentiu, quando desceu do Monte Nebo, com seu rosto literalmente brilhando com a compreensão espiritual. Esta é a experiência da verdadeira reforma.
Seção 5: O homem não é uma vítima.
A teologia escolástica pode fazer do homem uma vítima do pecado. É "tentador demais". Ou ainda, uma visão do homem como estritamente material dirá que o pecado é apenas um resultado natural das leis ou desejos fisiológicos, psicológicos ou biológicos. Jesus elevou-se acima de ambas as alegações para curar o paralítico nesta seção. De acordo com o comentário de Cobbey sobre estes versos, Jesus percebeu a necessidade de dirigir-se às objeções teológicas dos fariseus antes de curar o paralítico. Parece que a visão tradicional material ou teológica do homem é geralmente a mais confortável. Se aceitarmos que o homem é um pecador, não nos sentimos tão condenados pela bondade do outro. Se pensarmos em Deus como "Salvador corpóreo em vez de O interpretarmos como o Princípio salvador, ou seja, o Amor divino, continuaremos a buscar a salvação por meio do perdão e não por meio da reforma, e recorreremos à matéria em vez de ao Espírito, para obter a cura dos doentes" (CS23).
Se desconstruirmos essa passagem, encontramos coisas bem interessantes. O que significa a ideia de Deus como um salvador corpóreo? Talvez o senso tradicional de Jesus como Deus, bem como filho de Deus, nos dá este Salvador "corpóreo" que nos faz pensar que não haja convocação para seguir os passos de Jesus e curar (se ele fosse Deus, como poderíamos possivelmente realizar as suas obras?) Curar como Jesus curava, exige de nós reforma, arrependimento, e não um simples perdão. A Ciência Cristã é uma teologia ativa. Além disso, se virmos Deus como um salvador corpóreo e criador, devemos, então, buscar a cura na matéria, porque este Deus parece ser quixotesco em Sua intervenção nas relações humanas. Ele cura às vezes, quando solicitado, e não em outras ocasiões. Com Deus sendo indigno de confiança, devemos "fazer as coisas com nossas próprias mãos" e buscar a causa e a cura na matéria. Desta forma, somos muito mais um homem impotente do que o homem real da criação de Deus. Uma verdadeira compreensão de Deus e do homem cura tanto a doença quanto o pecado. A título de observação, é lindo ver que Eddy declara claramente que é o "erro" que é "repreendido" e não uma pessoa, quando a doença é curada.
Seção 6: Salvação agora! Castigo eterno nunca!
Novamente, encontramos em nosso estudo da LB uma teologia de vida – a salvação agora com raízes na reforma individual por dar passos rumo a Deus (CS26, p 213:12-14). Jesus pregava a destruição do pecado, e é esse o chamado que devemos ouvir, essa é nossa hora, é quando e onde achamos salvação. A matéria e a teologia dos fariseus nos dirão que é impossível destruir todo o pecado. Contudo, Eddy declara em sua “Oração Diária”: “elimina de mim todo o pecado” (adicionei o realce). Será que isso é só uma forma de falar? Não, se a bem-aventurança é verdadeira, dada por Jesus, e está citada em Ciência e Saúde: (CS29,p324:2): “Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus”. É-nos oferecido ver a Deus em Seu Reino presente. Esse Reino é o lugar de se ter uma consciência clara e alerta, e não apenas desejar ou manter pensamentos de um idealismo abstrato do tipo sonhador. Encontramos esse Reino dos Céus que está próximo, quando temos uma cura. Já tivemos muitas em nossa família em que senti a clara presença do Reino de Deus.
Esta semana que passou, um de meus filhos estava sentindo um incômodo no estômago, entre outros sintomas. Em vez de nos concentrarmos nos sintomas físicos e orar para eliminá-los, por alguma razão fomos guiados a examinar alguns problemas da escola que o estavam incomodando, que resultavam em frustração e ressentimento. Juntos, ele e eu, fizemos uma lista maravilhosa das boas qualidades que cada um de seus professores na escola pública incorporava; foi uma lista linda e verdadeira. O dia dele transcorreu calmo e, no fim da tarde, todos os sintomas agressivos tinham sumido e na manhã seguinte estava cheio da energia e do vigor que lhe são naturais. Nada de efeitos colaterais que a crença geral atribui se manifestaram.
Notei uma mudança em sua atitude muito antes dos sintomas da doença diminuírem. Ele estava deitado no sofá e estava muito acabado. Mas pouco tempo depois, naquela manhã, -- após termos terminando a nossa lista de qualidades -- ele se levantou do sofá e disse: Sabe, não me sinto bem, mas vou agir como se eu estivesse bem. Durante o dia, notei que foi várias vezes deitar um pouco, mas mantinha o seu bom humor e a expectativa alegre. E essa expectativa alegre, certamente, é o Reino de Deus, aqui e agora. Ainda tem mais. A cura rápida que ele teve estava vinculada aos passos que tomou em reformar seu pensamento, e isso é uma manifestação da presença da salvação para o homem de Deus.
Realmente é a misericórdia e o amor de Deus para cada pessoa que é eterna e duradoura. O castigo nunca vem de Deus, é apenas a dor do pecado que está pressionando que nos movamos para um conceito mais elevado e mais puro rumo ao Espírito, para vivenciarmos um senso mais verdadeiro do homem de Deus.
___________________________
Este estudo metafísico foi preparado por: Kerry Jenkins, CS, House Springs, MO, EUA
kerry.helen.jenkins@gmail.com (314) 406-0041
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinéa Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB. Visite o site www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB.
O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ª feira. Busque e leia o texto em inglês, e noutras línguas, no link abaixo http://www.cedarscamps.org/metaphysical

Metaphysical

Reason from Spirit, not matter! Let God turn all mourning into dancing! - It is undoubtedly...
Latest Lesson Application Idea

Newsletters

Get free weekly uplifting newsletters (available in English, Spanish, French, German and now in Portuguese!)
Subscribe or Update Subscription

Facebook

Find CedarS on Facebook for the latest news, heart-warming fruitage, facility upgrades and more!
Go to the CedarS' Facebook Page