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Não temos nós todos o mesmo Pai? Não nos criou o mesmo Deus? Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Deus, a causa única e o único criador.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, May 30th, 2016

Tema: Deus, a causa única e o único Criador
Lição Bíblica para 30 de maio – 05 de junho de 2016
Por que deveríamos orar a Deus? Qual o propósito da oração? A oração modifica coisas? E por que a Oração de Senhor está ligada ao tema da lição desta semana: “Deus, a causa única e único Criador”? Estas são algumas das perguntas que me faço ao estudar esta lição. Seção após seção, aprofundamos nossa compreensão da Oração do Senhor com sua interpretação espiritual do livro-texto da Ciência Cristã Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras. Podemos ter uma visão mais clara do porquê a Sra. Eddy se refere a essa oração como “aquela oração que abrange todas as necessidades humanas” (CS4, p. 16). Como sempre, abre-se para nós a oportunidade de demonstrar que tal oração atende a nossas necessidades hoje em dia.
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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“Não temos nós todos o mesmo Pai? Não nos criou o mesmo Deus?” É a pergunta de abertura que consta do Texto Áureo (Malaquias 2:10). Segue-se na Leitura Alternada (Mateus 4:23; Lucas 11: 1; Mateus 5:2; 6: 6, 9-13) a versão de Mateus da Oração do Senhor. Temos de entrar no quarto ou dispensa [ou sala do tesouro, tameion, em grego]. Este aposento é onde se guardavam os mantimentos, e era o único com porta, na casa. É um belo simbolismo de como podemos vir perante Deus, na presença de Seu infinito suprimento do bem, da saúde, da harmonia. Não estamos entrando num aposento vazio e pedindo a Deus que o encha, que nos encha de saúde, inspiração e alegria. Começamos dentro do Reino dos céus, um lugar de abundância. Uma vez dentro desse aposento, fechamos a porta do senso material e começamos a orar. Não fazemos isso em público como se fosse um show para os outros verem. Para perceber Seu bem abundante, nossas orações precisam estar cheias de humildade, com “o desejo fervoroso de crescer em graça” (CS16, p. 4) – e, mesmo assim, precisa ser demonstrada pela nossa disposição de realizar a Sua vontade. Linha por linha, veremos como a Oração do Senhor pode centralizar nosso pensamento não em nós mesmos, mas no Criador infinito, a única Causa, a origem de tudo que é bom e verdadeiro.
Seção 1: Nosso Pai divino na melhor acepção da palavra
Por que oramos? Muitas vezes, provavelmente a maioria das vezes, oramos porque estamos lutando com algo e precisamos de respostas, consolo e harmonia. Não há nada de errado nisso. Tudo o que nos faz voltar-nos a Deus provê uma preciosa oportunidade para a cura. Mas Jesus nos ensinou a orar, não com petições para que Deus nos ouça e nos dê o que precisamos, mas primeiramente reconhecendo-O como o Pai ou, como Jesus disse: “Abba” (em aramaico para “papai”). Esse termo informal mostra como Jesus percebia Deus muito próximo e como um pai, e para toda a humanidade “Nosso pai”. A maternidade de Deus é afirmada na citação B3: “Como alguém a quem sua mãe consola, assim eu vos consolarei” (Isaías 66:3). Vê-se que, embora a Sra. Eddy tenha sido considerada bastante revolucionária no seu tempo, chamando Deus de “Pai-Mãe”, seu pensamento estava sempre fundamentado na Bíblia. É natural adorar e querer agradar, obedecer e amar nossos pais. Isso é tanto mais verdadeiro em relação ao homem verdadeiro que Deus criou. Desejamos compreender, amar e obedecer a Deus por que Ele é o Amor infalível e incondicional. “Pai-Mãe é o nome da Deidade, que indica a terna relação que Ele tem com Sua criação espiritual” (CS3, p. 4).
Seção 2: A harmonia do céu é visível, presente e está dentro do homem.
Às vezes, procuramos a felicidade, a satisfação e a bondade na matéria, em vez de no Espírito. É fácil pensar que o Reino dos Céus está lá fora, esperando por nós em algum lugar. Talvez pensemos que é onde sejamos populares, mais inteligentes, mais atléticos. Mas Deus enche o céu e a terra, como consta na citação B8: “Acaso, sou Deus apenas de perto, diz o Senhor, e não também de longe?” Não há "lá fora". É por isso que Jesus nos diz para repensarmos ou "nos arrependermos" na citação B9.
Quando aceitamos uma criação alternativa, material, onde o talento e as habilidades são desenvolvidos pela boa genética, sorte e meio ambiente, estamos em uma montanha russa de constantes altos e baixos. Nos altos, podemos nos sentir muito bem, mas, em seguida, mergulhamos nas profundezas e nos encontramos subindo lentamente de volta ao topo, só para mergulhar mais uma vez. Que tal uma alegria sustentável, uma harmonia confiável, uma paz profunda e duradoura?
Há uma passagem maravilhosa na citação CS8, onde Eddy nos diz: "O grande milagre para o senso humano é o Amor divino e, a suprema necessidade da existência é obter a verdadeira ideia do que é que constitui o reino dos céus no homem." "A suprema necessidade da existência" é uma necessidade impressionante e, mesmo assim, o nosso Pai-Mãe nunca a escondeu, nunca nos deixou fora disso. A única coisa que faz com que o reino dos céus pareça distante é o pecado que nos separa, em pensamento, do sentimento do amor de Deus. Afirmemos que este reino "já chegou", e nosso Pai-Mãe está "sempre presente"! Estes são os fatos bíblicos.
Seção 3: "Mantenha sua posição" sobre a criação perfeita com uma compreensão inabalável e não pela vontade humana.
A oração na Ciência Cristã não é a vontade humana insistindo na verdade. A oração serve a Deus, não ao homem, embora isso abençoe ao homem. "Eu sou teu servo" diz a citação B11. Se você olhar a citação CS11 vai observar que Jesus "pôs de lado" a causalidade física. Ela afirma ainda: "Ele sabia que o Princípio divino, o Amor, cria e governa tudo o que é real." Pense sobre essa afirmação por um minuto. Isso não é dizer que quando algo como um distúrbio físico (como nesta seção, um homem com lepra) apresentou-se a Jesus, ele não "olhou para" essa doença, de onde veio, o que causou, qual é a diagnóstico. Não, ele olhou diretamente para Deus, o Princípio, o Amor, sabendo que o Criador governa toda a realidade que somente inclui harmonia. Em outras palavras, a suposta origem da doença, do acidente, da depressão, ou do mau comportamento, não é relevante. Só o fato espiritual e a verdade de que Deus é a fonte de todo o bem e de tudo o que é real é o que tem importância. Esse tipo de oração deixa de lado a tendência humana de ver a nós mesmos como indivíduos separados do Espírito. É uma oração que não insiste em nosso resultado desejado, mas em uma compreensão mais profunda do nosso Pai-Mãe em primeiro lugar. Isso é o "manter tua posição" (CS13). Ao invés de uma afirmação baseada na certeza humana que Deus é bom e verdadeiro, ela é uma afirmação com base em uma verdadeira compreensão e demonstração, uma expectati-va diária, da bondade de Deus. Por que é que nessa seção há uma cura de lepra justaposta com o verso da Oração do Senhor e de sua interpretação espiritual: "Faça-se a Tua vontade, assim na terra como no céu; Faz-nos saber que – como no céu, assim também na terra – Deus é onipotente, supremo."? Qual é a vontade de Deus? Jesus nos mostra a vontade de Deus diversas vezes. Sua vontade é a harmonia, a inteligência, a alegria, o amor, expressos no homem. Vemos isso à medida que abandonamos o pensamento humano que contradiz a criação estabelecida por Deus. Isso pode soar como alguém "sem cérebro", mas de fato a todo o momento somos atingidos com uma imagem material que contradiz essa vontade divina. A chave é "Manter os fatos da Ciência Cristã" (CS13)! E essa "permanência" é sustentada por Deus, não pela persistência humana. A vontade de Deus é feita por uma prática constante (ouvindo e obedecendo) de nossa unidade com o Pai-Mãe (CS14).
Seção 4: Nosso Criador sustenta Sua criação rica e abundantemente.
Hoje em dia, em todo o mundo, é amplamente reconhecido que existe uma lacuna assustadoramente crescente entre ricos e pobres. Na época de Jesus, isso provavelmente era ainda mais verdadeiro. Os mais pobres, que era a maioria da população, muitas vezes tinham de pedir dinheiro emprestado aos ricos só para pagar seus impostos. Nós lemos várias histórias da Bíblia (como na citação B20, que é uma parábola, mas não menos ilustrativa) daqueles que quase foram presos, muitas vezes com seus filhos, pela incapacidade de pagar essa dívida. Então, a ideia de obter o pão de cada dia teve um grande significado. Também os ouvintes dessa oração deveriam estar muito familiarizados com a história do maná que os filhos de Israel receberam diariamente de Deus durante quarenta anos. É fácil avançar com confiança ao longo da vida, se formos ricos e sem preocupações de onde a próxima refeição virá, nem de que forma a próxima conta será paga. Podemos ser levados a pensar que somos responsáveis pela nossa própria existência, que somos cidadãos bem sucedidos e até mesmo exemplares por causa de nosso sucesso. Mas quando estamos contando o nosso último centavo, ou quando, talvez, nossos filhos estejam a ponto de passar fome, tendemos a ficar menos deslumbrados com nossa própria capacidade de fornecer o suprimento. Podemos até ficar mais humildes e fervorosamente prontos a contar com o Criador divino. Quando estamos realmente famintos e sedentos pela provisão da harmonia de Deus, ou pelo verdadeiro vislumbre do Seu amor e governo, nada poderá se interpor entre nós e a resposta.
A oração pelo pão de cada dia é uma oração de petição – pedindo algo a Deus. A citação CS17 diz-nos que tal oração nos beneficia se estivermos famintos e sedentos por justiça. Talvez seja por isso que Jesus não tenha concedido imediatamente à petição da mulher pela cura nesta seção (B16). Talvez ele tenha percebido que o desejo dela precisava ser elevado de um pedido por cura até uma fome de justiça, a qual Deus concede à toda a humanidade. O desejo dela era profundo o suficiente a ponto de ser considerado um insulto, ou pelo fato de que Jesus era um homem de uma nação inimiga; até mesmo o fato de ter sido mandada embora não a impediu. Ela ansiava pela cura de sua filha acima de qualquer coisa; ela sabia que Jesus tinha a capacidade de fazer a perfeição aparecer (o Cristo reconhecido). Também é importante notar que Eddy deixa claro na citação CS17 que "A oração não pode modificar a Ciência do existir, mas tende a nos pôr em harmonia com essa Ciência." Então, quando pedimos algo a Deus, não é melhor pedir por uma compreensão mais clara de Deus como a fonte de toda a abundância, ao invés de orar para que uma falta que estamos vivendo seja eliminada? Ao entrar nesse armazém (da Leitura Alternada) podemos sentir a presença da abundância divina que o Pai-Mãe tem dado a toda a humanidade.
Seção 5: Deus não cria nem causa uma ideia que não tenha amor nem perdão.
O farto suprimento benevolente do Amor em Sua criação abençoa a todos "que nos maldizem". Ressentimentos, inveja e vingança não têm nada a ver com a criação de Deus. Essas qualidades não têm fonte. O perdão é infinito, inesgotável, como indica Jesus quando diz que devemos perdoar "setenta vezes sete" (B20). Talvez na prática, isso pareça difícil, mas quando vemos que nós também somos perdoados quando perdoamos, nutrimos mais uma vez essa humildade que encontramos em toda a Oração do Senhor. Como na citação CS17, Eddy deixa claro que a oração para o perdão (outra petição) não é concedida apenas porque pedimos! O perdão vem por meio da renúncia da vontade humana, nosso desejo profundo de obedecer a Deus, um amor que reconhece Deus como o Pai e a Mãe de todos, sendo nós todos, portanto, irmãos e irmãs, dignos de perdão, porque somos de Deus. Se estivermos lutando com esse problema, poderemos olhar para as palavras de Eddy na citação CS23 e buscar uma compreensão mais profunda de Deus como o Amor, de modo que desejemos "obedecer e adorar", "sem mais contender quanto à corporalidade", "regozijando-nos na Sua abundância." O perdão e o amor são a raiz do Cristianismo. Se quisermos ser chamados de cristãos, devemos perdoar e, quando compreendermos Deus na Sua totalidade, percebermos que não pode haver nada mais para perdoar, porque compreenderemos que somos todos parte da criação harmoniosa de Deus.
Seção 6: Nenhum tentador no Reino.
Você sabe, este verso sobre a tentação revela um Deus que não apenas nos impede de sucumbir à tentação, mas nos liberta do mal, do pecado, da doença e da morte. Ele nunca nos tenta, Ele é o nosso Criador bom, por que ele colocaria uma serpente lá para nos enganar? Ok, eu percebo que isso vai contra o que a maioria de nós sente em uma base diária. Mas acho que a história da serpente tentando Adão e Eva, a serpente (que é totalmente uma obra de ficção), falou a Eva e disse-lhe que, na verdade o armazém (o paraíso, o reino dos céus), não estava completa. Que nem ela, nem seu lar estavam completos, e que realmente faltava um elemento importante: o mal. Ao reconhecer esse conto de ficção simbolizando como os sentidos podem ser enganados por uma sugestão falsa, nos descobrimos capazes de inverter sintomas, reconhecendo a nossa presente plenitude e abundância divina. Pense no homem leproso nesta lição, para onde foi a lepra? Pense na mulher no Antigo Testamento que tinha apenas um punhado de farinha e um pouco de óleo, mas comeu dele por dias e dias e nunca teve carência, ou à que foi dito para pedir vasilhas vazias para que despejasse sua pequena quantia de azeite em todas as vasilhas vazias e vendesse o azeite e pagasse suas dívidas. Há milhares de exemplos, bíblicos e atuais, que defendem a verdade sobre Deus, sobre o nosso Pai-Mãe como tendo criado um universo inteiro e harmonioso. “Quando a ilusão da doença ou do pecado te tentar, agarra-te firmemente a Deus e Sua ideia. Não permitas que coisa alguma, a não ser Sua semelhança, permaneça no teu pensamento. Não deixes que o medo ou a dúvida obscureçam tua clara compreensão e tua calma confi-ança de que o reconhecer a vida harmoniosa — como a Vida é, eternamente — pode destruir toda sensação dolorosa daquilo que a Vida não é ou toda crença naquilo que ela não é. Deixa que a Ciência Cristã, em vez de o senso corpóreo, sustente tua compreensão do existir, e essa compreensão suplantará o erro pela Verdade, substituirá a mortalidade pela imortalidade e imporá silêncio à desarmonia mediante a harmonia". (S29). Como podem acontecer coisas boas? Isso acontece porque Deus é a única causa e o único Criador, e Ele é todo o bem. A matéria é apenas uma imitação ruim de criação perfeita de Deus.
Seção 7: Não há nada além de Deus, e isso é bom porque o infinito Bem abrange todas as coisas.
A declaração final da Oração do Senhor é um regozijo do poder infinito e da bondade do Criador. Podemos nos alegrar com o poder daquele que é todo o Bem. Aquele Ser que apenas abençoa, apenas cria o que O expressa. Portanto, temos tudo sobre o que nos regozijarmos! Olhando com novos olhos para esta grande oração que "abrange todas as necessidades humanas" (CS4), podemos ver como ela sustenta/mantém a compreensão de Deus como a única causa e Criador.
Ela começa por estabelecer Deus como o Pai e Mãe do homem. Esse Criador abraça sua criação em Seu reino de harmonia. Como filhos de Deus, envolvidos em Seu amor, não nos vemos num caminho que é separado, não temos uma vontade separada do nosso Pai-Mãe. Nós naturalmente gostamos de servir a Deus. Alegramo-nos com as bênçãos das inspirações diárias, a satisfação de todas as necessidades humanas – o pão nosso de cada dia. Somos filhos de Deus, uma família. Temos o Amor infinito para refletir e, portanto, uma fonte infinita de ternura e de perdão.
Nunca tentados por Ele que nos fez, mas libertos de todo o mal, por natureza – e regozijando no poder infinito de Deus e no Seu governo glorioso sobre tudo. Toda a oração pode ser vista como que conectada por um humilde reconhecimento de que Deus é nosso Pai-Mãe, a causa e o Criador de tudo o que é real.
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Este estudo metafísico foi preparado por: Kerry Jenkins, CS, House Springs, MO ker-ry.helen.jenkins@gmail.com (314) 406-0041
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinéa Torres, Eli-sabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB. Visite o site www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB.
O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ª feira. Busque e leia o texto em inglês, e noutras línguas, no link abaixo http://www.cedarscamps.org/metaphysical

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