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Manter-se firme e Escolher a Vida. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Os mortais e os imortais.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, May 9th, 2016

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
“Bem-vindo às Lições Bíblicas da Ciência Cristã!
Deus é Tudo e Ele tem grande amor por toda Sua criação. Esse fato e nosso amor por Ele, por nosso próximo e por nós mesmos, constituem a essência das Lições Bíblicas. Elas proporcionam um mergulho profundo nesse amor, e isso tem trazido cura, conforto, reforma e regeneração às pessoas há várias gerações. Portanto, mergulhe profundamente você mesmo [no estudo] das Lições Bíblicas e no amor de Deus! À medida que o fizer e, especialmente, na proporção em que viver esse amor, dia após dia, até mesmo, momento a momento, você verá a cura e os benefícios que dela resultam, ajudando não só a você mesmo, mas a todos que cruzarem seu caminho” (Livrete Trimestral da Ciência Cristã, p1).
O Acampamento dos Cedros preparou este Estudo Metafísico para auxiliar na sua compreensão do estudo da Lição Bíblica que é estudada diariamente em 18 línguas, incluindo o chinês, em todo o globo.

O tema para a semana de 9-15 de maio de 2016 é:

Os mortais e os imortais
Manter-se firme e Escolher a Vida

Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Você fez escolhas ultimamente? Se a resposta for positiva, provavelmente tratava-se de escolher entre dois ou mais cursos de ação relativamente similares. Por exemplo, compro um carro vermelho ou um azul? Ou, aceito este ou aquele emprego? Talvez esteja escolhendo entre escolas. A lição desta semana está cheia de escolhas, mas a maioria é entre coisas diretamente opostas. Isso aumenta a dificuldade.

No Texto Áureo (Salmo 115: 16, 17): “A destra do Senhor se eleva... Não morrerei, antes, viverei e contarei as obras do Senhor”, o salmista fez sua escolha—a vida sobre a morte. Como fazer uma escolha tão corajosa? Ele escreve: “A destra do Senhor se eleva...” Num primeiro olhar a frase parece ser uma exaltação do salmista ao poder de Deus baseado em sua previa observação. Mas olhando mais a fundo vemos que de acordo com a Concordância Bíblica de Strong, a palavra hebraica traduzida como exaltada (no inglês) significa “elevar-se”. Isto indica que Deus se eleva—Ele é autoconfiante, autoexistente—a suprema autoridade que não depende de aprovação humana. Deus não é uma teoria humana flutuante. Deus é um Princípio fixo. Eis porque o salmista pôde confiar em Deus sem frustrações, ter a confiança de corajosamente declarar as obras de Deus e de decidir-se a ficar no lado de Deus e viver.

Na Leitura Alternada (João 17:3; 9:39; 6:35, 38, 47, 51, 63, 66-68): João começa com a definição de “vida eterna” dada por Jesus não como mera existência, mas como o conhecimento real da singularidade de Deus e a compreensão do Cristo. Esta declaração evidente está também baseada na certeza de Jesus de que sua mensagem vem diretamente de Deus. Jesus diz que veio “a este mundo para juízo, a fim de que os que não veem vejam” (segundo versão inglesa). Em outras palavras, podemos dizer que ele veio para ensinar-nos a tomar decisões acertadas baseadas em fatos concretos.
Os mortais costumam chegar aos fatos por um consenso de opinião humana. Até mesmo o que parece indiscutível, fatos científicos muitas vezes são superados por novas descobertas. A fixidez de opiniões mortais é muitas vezes baseada em tradições enraizadas. A introdução de nova informação pode acabar mudando a opinião geral apesar da resistência a novos pontos de vista. No entanto, os fatos espirituais são constantes— não mudam. A mente humana está condicionada a resistir aos pontos de vista que desafiam o “status quo”.
Os ensinamentos de Jesus se afastavam completamente daquilo que era familiar às massas. Sua insistência de que havia um só caminho para a vida era duro demais para alguns. Isso apresentava uma escolha que muitos não estavam dispostos a assumir. Embora nos pareça impossível imaginar, muitos de seus seguidores optaram por afastar-se dos ensinamentos de Jesus e voltar aos conceitos que lhes eram familiares. Escolheram o caminho que lhes parecia mais fácil. Quando Jesus perguntou a seus discípulos mais chegados se eles também queriam retirar-se, Pedro respondeu com algo que lhe parecia óbvio: “Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna”. Ele e os outros discípulos reconheciam que não se pode alcançar a vida espiritual por meio de teorias e métodos materiais, assim como não se pode andar para o norte e para o sul ao mesmo tempo.

Seção 1: Escolhendo uma base material ou espiritual para definir o homem.
Em comparação com a vastidão do universo, a fugaz existência humana parece bastante insignificante. "Que é o homem?", pergunta o salmista (B1). O salmista está impressionado com o fato de que o homem é ainda reconhecido por Deus, quando os próprios corpos celestes são considerados obras dos dedos de Deus. As citações B2-B4 são de Jó. Esta história tenta abordar a questão: "Por que coisas ruins acontecem a pessoas boas?" Jó está sofrendo e se sente derrotado a respeito de como Deus poderia tratá-lo tão mal. É claro que Jó, naquele momento, raciocina do ponto de vista limitado de seu sofrimento material. Seu amigo Elifaz encoraja-o a voltar-se para Deus e perguntar a Ele a causa do problema, bem como para encontrar uma solução (B2). Mas Jó está totalmente perplexo.
Sua resposta completa não está na Lição, mas se você continuar lendo, verá que Jó lamenta ainda estar vivo. Ele sente que seus assim chamados amigos o machucaram mais do que o ajudaram, e então ele se aprofunda inteiramente nas perguntas sobre a existência. Ele vê a natureza efêmera e a fragilidade da humanidade. O que é de fato o homem, no grande esquema das coisas? (B3) Após várias conversas com seus amigos, o problema ainda não está resolvido. Eliú, incapaz de conter-se mais, proclama sua sinceridade e que ele é movido por Deus para falar (B4). As palavras de Eliú servem para mudar o nosso pensamento em direção a um ponto de vista mais elevado.
Quando parece que estamos contra a parede em nossas orações, não adianta argumentar com o problema, e em seguida, tentar descobrir por que Deus está permitindo isso. Isaías nos diz para parar de tentar arrazoar do ponto de vista de ser material (B5). Para a verdadeira compreensão, precisamos ver as coisas do ponto de vista de Deus (B6), que não inclui um problema.
Isto é exatamente o que Mary Baker Eddy faz em nosso livro-texto. Para sua resposta para à pergunta: "O que é o homem?", ela olha para as Escrituras que nos dizem que o homem é feito à "imagem e semelhança de Deus" (CS1). Para ela, está claro que o Espírito não pode criar qualquer coisa diferente de si mesmo. Ela habilmente contrasta o homem mortal doentio com o homem ideal feito à imagem de Deus (CS2). Mas ela não permite que o mortal e o imortal coincidam ou se misturem de qualquer forma. Aqui temos a consistência do raciocínio divino que incentiva a nossa posição na Ciência. "O homem imortal não é e nunca foi material, mas sempre espiritual e eterno” (CS3). Este é um ponto chave. Ela continua a explicar que não podemos procurar o imutável por meio do mutável​​(CS4). Isso se compara às passagens da Bíblia onde não podemos encontrar uma solução, se arrazoarmos do ponto de vista da mortalidade. Crenças humanas flutuam, enquanto que a lei de Deus é fixa. Se esperamos encontrar respostas confiáveis, temos de olhar para Deus. Temos de olhar para além das "formas finitas que se desvanecem” para "obter o verdadeiro senso das coisas" (CS5).

Seção 2: Egoísmo ou Fraternidade?
Ao considerar o contraste entre mortais e imortais não se pode deixar de reconhecer a tendência mortal, para o egoísmo. As Escrituras, no entanto, ensinam-nos a importância de fazer o bem aos outros sempre que temos a oportunidade (B7). O teólogo Albert Barnes (1798-1870) aponta, "Devemos fazer isso [o bem] quando for conveniente; ou quando promover o interesse de uma das partes; ou quando ele pode contribuir para a nossa fama; a regra é que estamos fazendo quando temos a oportunidade."O padrão para o altruísmo é a obediência à Regra Aurea” (B8). Isso pode ser um desafio para o senso humano. Adam Clarke (ca. 1760-1832) escreve: "Nada além de um coração cheio de amor a Deus e a toda a humanidade pode manter esse preceito, seja em seu espírito ou a letra. O amor-próprio sentir-se-á, infelizmente, limitado quando trazido para dentro dos limites deste preceito".
Mas ajudar aos outros também pode beneficiar a si mesmo, no entanto esse não deve ser o motivo. John Gill (1697-1771) aponta que a presença dos cananeus e perizeus nesta história (B9) indica que, se a dissensão entre os pastores de Ló e os pastores de Abraão continuasse, haveria forças potencialmente agressivas que poderiam atingir os dois. Portanto, a aliança entre Ló e Abraão era uma proteção para ambos. O salmista promete que confiar em Deus e estar ativamente envolvido em boas obras, sempre nos abençoará (B10).
O livro Ciência e Saúde , mais uma vez, chama a atenção para a distinção entre pontos de vista imortais que trazem harmonia, e pontos de vista mortais que fomentam a discórdia (CS6). Observe todos os termos contrastantes na citação B7. Fora da Ciência há: mutabilidade, o pecado, o sofrimento, a morte e a finitude. Na Ciência (o verdadeiro caminho) há: vida, capacidades infinitas, e domínio.
A definição de "Abraão”, de Eddy inclui a fidelidade, a fé e a confiança (CS8). Ter esta confiança em Deus nos permite abandonar o egoísmo e tomar o caminho imortal demonstrando amor e preocupação para com nossos semelhantes. Quando confiamos plenamente em Deus, não temos medo de perder alguma coisa boa, porque sabemos que Deus é a única fonte para o bem que temos. Se todos aderissem à lei de Deus, estaríamos todos do mesmo lado e a verdadeira fraternidade seria constituída (CS9, CS10).

Seção 3: O Joio e o Trigo.
O início da Lição dispõe que Deus é o poder supremo, autoexistente e autossuficiente. Aqui, o livro de Hebreus relembra quando Deus fez a promessa à Abraão. Ele “jurou pelo Seu próprio nome” indicando mais uma vez a importância de basear nossa confiança em um poder imutável (B11). Não há nenhum benefício em apoiar-se em qualquer coisa variável e finita. Volver-se a Deus, isto é o mais alto que se pode alcançar. Deus é infinito e não pode falhar – e nunca falhará –, pois Ele é imutável. Comentaristas apontam que Abrão esperou trinta anos para o cumprimento dessa promessa. Aqui se vê a prova de sua fidelidade e uma lição para nós. Não importa quanto tempo possa parecer levar, colocar nossa fé total no Deus imutável nunca falha. A exortação de nosso Mestre para servir a Deus começa com o arrependimento (B12). O arrependimento ilustra nossa vontade de realmente abandonar o mortal em favor da imortalidade.
Assim como a história de Jó aborda a questão de por que coisas ruins acontecem a pessoas boas, a parábola do joio e do trigo (B13) aborda a questão da origem do mal. Adam Clarke observa que não importa quantos volumes tenham sido escritos sobre o tema, a parábola de Jesus é suficiente. É claro que Deus não teve, nem poderia, ter nada a ver com a má plantação, e que "Foi um inimigo que fez isso." Note que o inimigo se aproxima secretamente enquanto todo mundo está dormindo. O joio e trigo enfatiza o contraste do útil e do inútil. Os joios (o que é mortal) parecem bons enquanto estão crescendo, mas à medida que amadurecem tornam-se escuros e são recolhidos e incinerados. O trigo (o imortal) é recolhido e guardado. O texto da primeira epístola de Pedro lembra-nos mais uma vez de que toda a carne é mortal desaparecendo como a erva, enquanto que a palavra imortal do Senhor permanece para sempre (B14).
Nosso livro-texto é claro em fazer a distinção entre o que é real e o que não é - o que vêm de Deus e o que não se origina n’Ele. “Deus não cria nem pensamento que erra, nem vida mortal, nem verdade mutável, nem amor variável” (CS11). Além do mais, o "mutável e o imperfeito nunca tocam o imutável e o perfeito" (CS12). Este é outro ponto chave. O senso humano vê esses opostos como misturados, assim como o joio e trigo parecem estar no mesmo campo. Mas eles nunca se tocam, nem se transformam um no outro. Eles são totalmente separados. Esse fato nos dá coragem para abandonar o mal. Não é e nunca foi parte de nós.
A teologia tradicional aceitou a crença de que o bem e o mal se misturam. Mas na Ciência Cristã isso é impossível. Se não tivermos esse ponto, não estamos praticando a Ciência Cristã. O imortal, o verdadeiro, o senso espiritual das coisas, destrói o mortal senso material porque este é irreal (CS14). Não podemos ter sucesso se pensarmos que os mortais são filhos de Deus. Eles não são neste momento, nunca foram, e nunca se tornarão. Jesus sabia dessa diferença e baseou sua prática nesta convicção (CS15). As palavras de Eddy são bem claras: "Na Ciência, a imortalidade do homem depende da de Deus, o bem, e é uma consequência inevitável da imortalidade do bem" (CS16). Nada mais precisa ser dito.

Seção 4: Dependemos de um Princípio imutável.
Seguindo o tema sobre mutável versus imutável, encontramos a declaração ousada de que a individualidade, o propósito, a missão e a mensagem de Jesus nunca mudam (B15). Como Barnes escreve: "Se ele fosse inconstante, vacilante, mudando seu caráter e planos; se hoje ele ajudasse o seu povo e amanhã os abandonasse, ou se tivesse sido diferente do que é conhecido hoje, não haveria nenhum incentivo para o esforço. Quem saberia no que se basear? Quem poderia saber como moldar sua conduta, se os princípios da administração divina nem sempre fossem os mesmos?"
Jesus exorta seus seguidores a também serem persistentes na obediência ao seu ensinamento. Nossa obediência promete libertar-nos de todo mal e livrar-nos da morte (B16). Não precisamos esperar indefinidamente para aplicar estas verdades. Podemos começar agora a experimentar o poder da Verdade sobre o erro por meio da cura. Jesus não pregou apenas sobre uma salvação futura além do túmulo, ele provou a utilidade do seu ensinamento por meio da cura da doença e do pecado no presente. O estabelecimento religioso estava esperando o Messias para efetuar uma mudança no regime material, mas ele trouxe uma mudança interior (B17).
A passagem de Romanos (B18) toca em um ponto interessante. O texto completo no contexto é: “Pois o salário do pecado é a morte, mas o presente gratuito de Deus é a vida eterna, que temos em união com Cristo Jesus, nosso Senhor.” Adam Clarke expõe sobre esta passagem: "Um homem pode merecer o inferno, mas ele não pode merecer o céu. O apóstolo não diz que os salários da justiça são a vida eterna: não, mas que esta vida eterna, mesmo para os justos, é o dom da graça de Deus." Em outras palavras, a morte é o resultado do pecado, mas a vida é uma coisa que se origina somente de Deus.
Essa mesma ideia é encontrada na citação CS20 em que Eddy destaca que Jesus “nunca orava para saber se era da vontade de Deus que um homem vivesse.” Em outras palavras, ele não curou com base no mérito. Ele sabia e “compreendia que o homem, cuja Vida é Deus, é imortal”. Jesus curou com base na lei divina - nos fatos espirituais do ser divino. Esta é a luz que a Ciência Cristã traz para o nosso entendimento - a luz “que revigora e purifica” (CS17). Essa luz inverte todos os males físicos e "consiste em sacudir a mente humana,levando-a a uma mudança de base,sobre a qual possa ceder à harmonia da Mente divina" [CS17, p 162].
Jesus realmente foi "o caminho" para a vida eterna. Ele viveu como um imortal e demonstrou o verdadeiro aspecto da imagem de Deus (CS18, CS19).
Podemos perceber que se Deus fosse mutável, o homem não teria nada em que se apoiar. Da mesma forma, se o homem fosse um produto do senso material, ele estaria à mercê das crenças mortais, sem um Princípio para orientar e protegê-lo (CS21). Eddy salienta que, se a doença é real, ela é imortal e não haveria nenhuma forma de mudar isso. Mas se Deus é real, a doença é uma ilusão, e à medida que abrirmos nossos olhos para a realidade da imortalidade, a ilusão desaparece (CS22).

Seção 5: Escolha corretamente e guarde firme.
Por mais maravilhosa que seja a cura trazida pela luz do Cristo, estas experiências são apenas uma alusão à total realidade do ser. A citação B19, segundo a Bíblia A Mensagem, nos diz: "quando o que é Completo [total] chegar, tudo o que é incompleto em nós deixará de existir [se tornará antiquado, nulo e desatualizado]." Observe que o perfeito e completo não espera que o imperfeito e incompleto recue, ele força-o a recuar. O real não é afetado pela visão limitada. Quando Paulo diz que agora "vemos como em espelho, obscuramente", "obscuramente" quer dizer um enigma ou uma visão turva. Usando a analogia do espelho de Paulo, nunca é o original que está distorcido ou obscurecido, mas sim, uma imagem falsa.
Da mesma forma, o mundano é sempre mundano e o divino é sempre divino. Um não se transforma no outro, nem a "corrupção" se transforma em "incorrupção". A imortalidade já existe e nós precisamos nos "revestir" dela. Assim, a morte será "tragada pela vitória". Isso pode também parecer uma boa distinção, mas é importante porque nossa esperança como cristãos para a vida eterna não é um processo evolutivo. Nossa imortalidade é um fato presente e constante. É a "substância duradoura" que alimenta nossa confiança. "Guardar firme" (B20) é uma alusão a um soldado agarrado ao seu escudo. Clarke nos fala sobre a tradição lacedemônia em que as mães presenteavam seus filhos com escudos antes da batalha, dizendo: "Este é o seu escudo; guarde-o e ele será sua defesa para sempre; pois pelo uso dele você reprimirá toda a lança do perverso. "John Gill também observa que a expressão "guardar firme" é uma alusão ao comando grego para segurar firme o escudo. Para um soldado grego, largar seu escudo era um crime capital. A imortalidade não é uma esperança vaga. É fato que podemos nos agarrar a ela agora e sempre. Não estamos nunca sozinhos. Deus está sempre conosco, nos apoiando completamente (B22).
Ciência e Saúde nos diz: "A realidade é espiritual, harmoniosa. imutável, imortal, divina, eterna” (CS23). Essas palavras descrevem claramente o espiritual - não o material. A única maneira pela qual podemos conhecer a realidade é por meio do ensinamento do Cristo, mantendo-nos firmes apenas aos meios metafísicos e espirituais (CS24).
Como observamos desde o início, essa Lição está cheia de contrastes. Não há nenhuma ambiguidade em nenhuma das ideias demonstradas em nosso livro-texto. Eddy claramente pergunta qual o caminho que queremos tomar. O que tem substância e valor para nós - a visão mortal transitória, instável e falível? Ou o Princípio constante e imortal? (CS25) Não há motivos para achar que podemos misturar os dois. Mortais e imortais não são semelhantes. Juntamente com Paulo, Eddy nos assegura que o sentido real das coisas suplantará a imagem mortal (CS26). Ela raciocina a partir de Deus, o Princípio, e nos ensina que só podemos achar nosso status verdadeiro fora da imagem material (CS27).
Em concordância com as Escrituras, nosso livro-texto declara, "A harmonia e a imortalidade do homem estão intactos" (CS28). A palavra "intacto" quer dizer "intocado". Assim como o joio e trigo não se misturam, o mortal e o imortal são opostos e o imortal nunca é tocado pela mortalidade – nem mesmo por um milissegundo. O homem imortal é a verdade da criação (CS29). Essa é uma posição ousada a que podemos nos agarrar com a segurança de que nos guiará para a vida imortal.
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Este estudo metafísico foi preparado por: por Craig L. Ghislin, C.S. Glen Ellyn, Illinois (Bartlett), EUA
craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinéa Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB. Visite o site www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB.
O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ª feira. Busque e leia o texto em inglês, e noutras línguas, no link abaixo http://www.cedarscamps.org/metaphysical

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