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Siga o Cristo seguindo o exemplo de Jesus e testemunhe a Verdade! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Cristo Jesus.

Kathy Fitzer, Lake St. Louis, MO
Posted Monday, August 22nd, 2016

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
CRISTO JESUS
Siga o Cristo seguindo o exemplo de Jesus e testemunhe a Verdade!
22 a 28 de agosto de 2016

A lição desta semana nos encoraja a realmente conhecer Jesus – e a esforçar-nos a seguir seu exemplo, cada vez mais! Quando chegamos a conhecê-lo, começamos a compreender o Cristo e todas as suas variadas atividades. O Cristo é a natureza divina do homem, plenamente expressa por Jesus, mas não restrita a ele. Cristo, como o ideal de Deus, sempre existiu e foi expresso antes de Jesus, continua a ser expresso hoje, e é eterno em sua natureza. Aprendamos algo mais sobre a natureza do Cristo nessa semana e de como nos identificar como possuidores dessa natureza. Quando aprendemos a modelar nossa vida pela de Jesus – e olhar pelas qualidades do Cristo em cada um com quem temos contato (pessoal ou virtualmente) – podemos esperar ver o esplendor da Verdade plenamente expresso! Busquemos em cada seção encontrar o modo especial de como Jesus descreve a si mesmo! E depois, procuremos agir de acordo. As sete afirmações “Eu sou” feitas por Jesus só aparecem no evangelho de João. Servem de mapa para poder seguir o exemplo de Jesus, discernir a unidade do homem com Deus, dar testemunho do Cristo e demonstrar a Vida eterna.
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Texto Áureo (João 18:37, “Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade).
Este versículo do TA é a resposta de Jesus à pergunta de Pilatos, se Jesus era ou não um rei. Segundo a Nova Tradução Viva (inglês): “Na realidade, eu nasci e vim ao mundo para dar testemunho da verdade. Todo aquele que ama a verdade reconhece que o que digo é a verdade.” Jesus não via como seu trabalho convencer alguém da “verdade”. O que sabia era que aquele que ama a verdade a reconheceria e seria receptivo a ela. Se quisermos emular Jesus em tudo o que fez, a nossa razão de existir deve, também, ser dar testemunho da verdade. Quando damos testemunho da verdade, vemos a verdade exatamente onde as falsas imagens (medo, pecado, doença e morte) parecem estar! Era assim que Jesus curava e é assim que nós devemos curar e vivenciar a cura. “Dar testemunho da verdade” é nossa razão de existir – tal como foi a de Jesus.

Leitura Alternada (Mateus 16: 11-17; I João 5: 1, 11, 12, 20):
Jesus sabia claramente quem era e qual seu propósito, e queria que seus discípulos o soubessem também. Ele queria ter certeza de que eles compreendiam sua unicidade. Ele não era um profeta regresso. Ele era o Messias prometido – o Filho do Deus vivo. Deus apresentou Seu Filho diretamente aos discípulos – refutando o que outros diziam. Pedro foi o primeiro a identificar Jesus como o Messias prometido – o Cristo – o homem ideal (ou Filho) da Criação divina e Salvador do mundo. Achei interessante ler este relato em conjunto com o que segue em I João porque, para mim, isso aponta para a importância de estarmos seguros de ver Jesus em sua verdadeira luz, de apreciar realmente os sacrifícios que ele fez para revelar a Natureza de Deus de um modo que todos pudessem compreender e emular. Jesus era humanamente capaz de demonstrar a Vida eterna porque ele compreendia que Cristo era sua verdadeira e única natureza. Esse mesmo Cristo é a nossa natureza. Jesus o demonstrou e nos ensinou tudo o que precisamos saber a fim de vivê-lo. Assim como somos um com Deus, somos todos um em Cristo – o homem constituindo a divina imagem e semelhança de Deus! A Vida eterna nos foi revelada pelo Filho de Deus. Podemos reconhecer a presença do Cristo tão certamente como Pedro fez — e seguir no caminho da Vida!

Seção 1: O pão da vida
Jesus fazia muitas vezes afirmações que eram difíceis para seus ouvintes entenderem. Ainda bem que temos o Ciência e Saúde que serve como uma chave das escrituras para nos ajudar a olhar mais profundamente para sua mensagem. Para ter um melhor entendimento do que Jesus estava dizendo na primeira seção, é bom dar uma olhada no contexto do capítulo 6 do evangelho de João. Jesus havia provido alimento para a multidão que o seguira porque ela testemunhara suas obras de cura. Percebendo que as pessoas queriam ungi-lo como rei, Jesus deu um jeito de escapar e ir para o outro lado do lago (andando sobre as águas para encontrar seus discípulos e, então, chegando rapidamente à margem oposta). O povo o seguiu, mas Jesus os acusou de só procurá-lo para ganhar mais pão. Eles estavam completamente confusos pelo que ele queria dizer quando se identificou como o “pão da vida”. O que era esse “pão vivo que desceu do céu” e que “se alguém dele comer, viverá eternamente”? (B2, João 6). Logicamente não podiam comer sua carne! E eles conheciam seus pais, de modo que ele não podia ter vindo do céu. O registro diz que muitos de seus “discípulos” (não os doze) pararam de segui-lo. Agora, o que isso tem a ver conosco? Temos que nos perguntar: estamos realmente buscando o “pão da vida” – uma genuína compreensão de Deus e Seu Filho – “o conhecimento do Amor, da Verdade e da Vida?” (CS3, p. 410). Certamente seremos abençoados com cada migalha da Verdade que ingerirmos (CS5, p. 234). Mas tenhamos o cuidado de não cair na armadilha de buscar o Cristo pelos pães e peixes – de não apenas buscar uma solução rápida para certo problema ou usar a Ciência Cristã por um mero senso de familiaridade, obrigação ou rotina.
Comer o pão da Vida leva ao despertar espiritual e um apoiar-se genuíno em Deus. Esse despertar é a Vida eterna e é expresso em saúde permanente. É o que todos nós queremos! Tudo o que Jesus fez era o resultado de seu conhecimento de sua inseparabilidade com o Cristo – “a ideia divina de Deus fora da carne” (CS1, p. 482). Quando absorvemos seu ensinamento e seguimos seu exemplo, somos saciados pelo “pão da Vida” e prosperamos como resultado! “Com amor o saciar, o Amor é Vida o bem” (Hino n. 30); a natureza espiritual e eterna de Deus – o Cristo, a Verdade – de fato constitui nossa Vida (CS3, p.410). Deixemos que a inspiração do Cristo – o pão da Vida – nos alimente. Sejamos saciados e alimentados. E qualquer apetite que se oponha à Verdade ficará para trás!

Seção 2: A luz do mundo
Jesus não só identificou-se como a luz do mundo, mas prometeu que ao seguirmos essa luz toda a escuridão desaparece (B3). Sempre observei que ao andar à luz do dia, percorria o mesmo terreno mais rapidamente do que andando à noite – mesmo quando o caminho é muito familiar e não estou conscientemente preocupado em tropeçar. Vemos as coisas sob iluminação (as boas para apreciar e e as más para estarmos alerta e evitar), mas que tendem a sumir quando está escuro. E depois, há as sombras misteriosas que aparecem no escuro, que podem ser muito assustadoras – até ligarmos a luz e descobrirmos que elas são realmente nada! O maravilhoso é que a luz do Cristo não depende do sol ou de uma lâmpada. Essa luz está sempre brilhando. Essa luz, do Jesus personificado, revela a imortalidade como o estado natural, perpétuo e eterno do homem (CS6). O autor de Efésios convida os discípulos de Cristo (que somos nós) a se identificarem (nós mesmos) como luz e "andai como filhos da luz" (B6). Esse comando vai para o coração do Cristianismo, definido na Ciência Cristã como "a demonstração do Amor divino que expulsava o erro e curava os doentes […] em demonstração da Verdade" (CS8). Sempre que a luz é derramada sobre uma situação, esta é vista com mais clareza e os equívocos são eliminados. A Verdade põe a descoberto as sugestões erradas (não importa quão sutis) e as corrige. O Amor é a luz que permite que a Verdade seja demonstrada. E essa luz está sempre brilhando porque "os ciclos de luz divina" são perpétuos – sem escuridão misturada (CS9). A natureza de cada indivíduo é a luz, porque somos todos filhos de Deus. À medida que realmente desejarmos ver essa luz e andar nessa luz, veremos que a escuridão (confusão, dúvida e medo) cede à plenitude da Vida!

Seção 3: A porta das ovelhas
Os trechos bíblicos desta seção incluem três referências diferentes a portas. Para compreender a descrição de Jesus de si mesmo como "a porta das ovelhas", é válido ter algum conhecimento sobre como as ovelhas eram cuidadas (e como ainda são geralmente) em Israel (B7). Quando o tempo está bom, os pastores levavam suas ovelhas para o campo para pastarem. À noite, o aprisco das ovelhas não era nada além de um círculo de pedras empilhadas, formando uma parede com um pequeno espaço para entrarem. O pastor guiava suas ovelhas pela abertura e mantinha as ovelhas ali dentro e os animais selvagens do lado de fora deitando-se na abertura, tornando-se literalmente a porta para as ovelhas. Nesse caso, vemos a proteção e a segurança fornecidas pelo sempre vigilante Cristo (a ideia divina de Deus). Portanto, podemos pensar em Cristo como a porta, como sendo a influência protetora do Amor que sempre nos cerca. Em Apocalipse, lemos sobre a "porta aberta a qual ninguém pode fechar". Essa porta aberta é uma indicação do domínio completo do Amor sendo livremente dado a todos. (Dos Estudos no Apocalipse de João de Patmos de Edyth Armstrong Hoyt). E, por fim, temos a referência ao Cristo parado "à porta" e batendo, pronto para entrar na consciência de qualquer um que deseje abrir a porta e aceitar a inspiração divina que está sempre disponível (B8). É vital que respondamos à Verdade, batendo à porta do pensamento. Essa resposta "reabrirá as portas do Paraíso, que as crenças humanas fecharam". E, quando respondermos, descobriremos quem realmente somos - aquele "que não caiu em pecado, mas é reto, puro e livre" (CS12). Gosto muito da promessa de que o Cristo (definido na página 332 do livro-texto como "a ideia verdadeira que proclama o bem, a mensagem divina de Deus aos homens, a qual fala à consciência humana") nos protege e nos defende, está sempre aberto a nós e sempre bem ali, onde estamos. Só precisamos dar nosso consentimento e responder. Imagine um caminhão estacionando à porta de sua casa cheio de tudo aquilo que você poderia precisar. Você abriria a porta e aceitaria a entrega, certo? O Cristo é assim. Jesus demonstrou como este Cristo - esta unidade com Deus - nos supre com as ideias corretas que satisfazem a toda necessidade - segurança, suprimento, saúde, estabilidade, satisfação, propósito e a própria vida. Tudo o que temos de fazer é aceitar nossa unidade com Deus como Jesus fez e responder à batida na porta (CS11).

Seção 4: O bom pastor
Jesus identificou-se como "o bom pastor" - talvez em contraste com a má reputação que alguns pastores tinham naquela época. Ele falava sobre conhecer suas ovelhas (aqueles que o seguiam) como Deus (o Pai dele e nosso) o conhecia (B9). As ovelhas reconhecem e respondem à voz de seu pastor (aquele que as supre, guia, protege e acompanha), mesmo quando estão no meio de rebanhos e muitas vozes estão chamando. Gosto muito deste pensamento. Não importa quantas vozes estejam disputando a nossa atenção (chamados de distração, destruição ou medo); nós (como cordeiros inocentes de Deus) reconhecemos e estamos inclinados a seguir a voz do Cristo (nosso pastor). Na parábola da "ovelha perdida", Jesus falou principalmente sobre o amor e a devoção de um pastor por suas ovelhas - buscando aquela perdida até que fosse encontrada e trazendo-a de volta à segurança do aprisco. Da mesma forma, Jesus buscou aqueles que estavam perdidos espiritualmente (os pecadores) e fisicamente (os doentes e moribundos) e restaurou-os amorosamente ao seu estado de totalidade. Vejo a mensagem de Jesus como duas partes: PRIMEIRA, a garantia de que, quando nos sentimos perdidos, o Cristo (a Verdade divina) nos busca, revelando-se a nós que somos "a ideia de Deus, ideia que não pode se perder nem se separar de seu Princípio divino". Somente o "senso material" é que pode ser perdido. Desta forma, sabemos que estamos sempre em segurança e sendo buscados. SEGUNDA, sabemos que precisamos seguir o exemplo do nosso Mestre, deixando nosso pensamento alinhado com o amor isento de ego, recebendo o poder divino e respondendo com o mesmo tipo de amor - curando os necessitados da cura (CS19). As ações de um bom pastor são sempre impelidas pelo amor. O amor que cura está alinhado com o Amor que é Deus. É este Amor que "inspira, ilumina, designa o caminho e nele nos guia" (CS20). Só precisamos seguir e responder.

Seção 5: A ressurreição e a vida
Jesus não ficou nem um pouco intimidado pelos relatos de que a filha de Jairo havia falecido. Sua resposta foi encorajar Jairo a ter fé, a tirar as carpideiras e os descrentes do quarto e despertar a menina (B13). Como ele conseguia ser assim tão confiante? Acho que era porque ele compreendia absolutamente o que constitui a Vida. Mary Baker Eddy diz: "A Verdade será para nós ´a ressurreição e a vida´ apenas à medida que ela for destruindo todo o erro, for destruindo a crença de que a Mente, a única imortalidade do homem, possa estar acorrentada pelo corpo, e de que a Vida possa ser controlada pela morte" (CS23). Jesus demonstrou esta declaração. Como com todas as declarações de "Eu sou…" do Cristo, quando ele se referia a si mesmo como a ressurreição e a vida, ele não estava falando de si mesmo como uma personalidade humana, mas sobre "sua natureza divina, a santidade que o animava" - o Cristo (CS24). Este Cristo é o homem ideal que constitui verdadeiramente a natureza de cada um de nós. O Cristo - de quem Jesus era o completo representante - eleva a consciência humana acima da crença da mortalidade. Quando o pensamento é elevado - ressurrecto - o corpo deve responder (CS22). A Sra. Eddy diz que "É o Cristo vivo, a Verdade posta em prática, que faz de Jesus ´a ressurreição e a vida´ para todos os que o seguem em seus atos" (CS21). Assim, nosso trabalho é tentar seguir seu exemplo. Toda vez que o menor dos erros for destruído pela Verdade, chegamos mais perto da destruição de todo o erro e da demonstração da vida indestrutível! Procuremos pelas evidências do poder ressurrecto do Cristo, a Verdade, por todo lugar - e nos submetamos a ele.

Seção 6 - O caminho, a Verdade e a Vida
Há apenas uma maneira de conhecer o nosso Pai/Mãe Deus, isto é, conhecer o Seu Cristo - a imagem do Ser de Deus (Veja CS, p. 313). Jesus foi o melhor exemplo de que essa imagem sempre existiu. À medida que seguimos o exemplo de Jesus, temos a certeza de que estamos seguindo o caminho para a "Verdade Viva”, que cura o doente" que foi "ensinado e demonstrado por Cristo Jesus" (S28). Fiquei impressionada com a história do "cego Bartimeu”, pois Bartimeu mudou da situação de viver sentado à beira da estrada pedindo ajuda e passou a seguir Jesus no "caminho". Mesmo quando ele estava sentado e implorando, ele chamou Jesus (na verdade chamou o Cristo, a Verdade), na expectativa de cura. Aqueles em torno dele tentaram silenciá-lo, mas ele persistiu. Quando Jesus o chamou, Bartimeu deixou para trás a capa que o identificava como pobre. Confiante de receber sua visão, ele sabia que seria capaz de passar para uma vida mais produtiva. Bartimeu não tinha medo de pedir o que ele precisava - a visão. Jesus atribuiu sua cura à fé que ele tinha demonstrado. Mas, o mais importante é que depois de receber a visão, ele não partiu, ele seguiu a Jesus em Jerusalém - onde Jesus estava prestes a ser acusado e crucificado (B15). Alguma lição para nós? Será o falso senso de identidade que precisamos jogar fora - confiantes de que Cristo irá responder às nossas necessidades? Estamos sinceramente pedindo a cura - esperando o Amor responder - ou poderíamos estar abrigando uma pequena dúvida de que talvez tenhamos de fazer alguma coisa para ganhar uma cura? E, estamos gratos por todas as provas do cuidado de Deus e duplicando nossos esforços para seguir verdadeiramente a liderança do Cristo (mantendo o pensamento em sintonia com a Verdade? Isaías promete que ouviremos a Deus nos dizendo que caminho tomar (B16). Não tenha medo de confiar no que você está ouvindo. Se for preciso haver um ajuste, nesse sentido, isso virá através de alto e bom som, também. Essa seção tem algumas descrições maravilhosas do Cristo. Ao compreender que o Cristo é "a mensagem divina de Deus aos homens, falando à consciência humana", podemos ter certeza de que a mensagem está disponível para todos e a cada um (S26). Quanto mais praticamos o escutar a mensagem, mais confiantes podemos estar de que vamos ouvi-la. E quanto mais identificamos a todos como sendo a geração de Deus, incorporando a natureza de Deus, mais podemos confiar que todos vão ouvir a Cristo em uma linguagem que eles possam entender, e ser compelidos a seguir o único caminho - o caminho da Verdade e da Vida ! Às vezes é tentador olhar para o nosso mundo e levantar nossas mãos em desespero. Mas, podemos encontrar a confiança no fato de que o homem é governado por Deus (a realidade das coisas) e quando (e porque) o homem é governado por Deus ", a Mente sempre presente que entende todas as coisas, sabemos que "com Deus todas as coisas são possíveis" (S28).

Seção 7: A videira verdadeira
A videira é considerada um símbolo do Messias. Assim, como no início da Lição, Jesus está novamente identificando-se claramente como o Messias prometido - o Cristo e Filho de Deus. Jesus novamente reconhece Deus como a fonte que governa tudo o que Jesus faz (o agricultor ou jardineiro responsável pela videira frutífera e seus ramos). E, Jesus deixa claro que, assim como o ramo não pode dar fruto se não estiver ligado à videira, os seguidores de Jesus não podem seguir o exemplo, a menos que fiquem ligados à videira - a menos que reconheçam a autoridade de Cristo como o poder de cura (B21). A percepção da nossa unidade com o Cristo e a unidade de Cristo com Deus nos fornece tudo o que precisamos para seguir os mandamentos de Jesus - incluindo a cura como ele curou. É a seiva que percorre a videira e cada ramo o que permite que a fruta apareça no final dos ramos. Da mesma forma, é a inspiração que vem de Deus por meio de Seu Cristo o que permite que o fruto da cura resulte de nossas orações. Uma compreensão de Deus (tal como Jesus tinha) permite que o fruto da cura seja visto (S31). Nosso trabalho é seguir o exemplo de Jesus e obedecer aos seus mandamentos - principalmente o de ter um só Deus, dando todo o poder ao divino todo-poder! Isto, não só é a única maneira de expressar nossa gratidão a Jesus, mas é a única maneira de continuar seu ministério de cura. Que alegria é fazer exatamente isso! Na verdade, “é até mesmo dever e privilégio de cada criança, homem e mulher — seguir em certo grau o exemplo do Mestre, pela demonstração da Verdade e da Vida, da saúde e da santidade” (S32). Então, vamos apenas concordar em fazer o melhor que pudermos para seguir o exemplo de Jesus e acolher todas as oportunidades que temos que "dar testemunho da Verdade" (TA). Não há necessidade de focalizar no que pensamos que deveríamos fazer melhor. Basta fazer o que podemos e trabalhar para fazer um pouco mais - reconhecer mais o poder de Deus e de forma mais consistente - a cada dia. Em seguida, ser gratos que o Pai / Mãe, o Amor, está nos guiando como Ele guiou a Jesus por causa da nossa união com Deus. Se prestarmos atenção, veremos exemplos do Cristo, a Verdade, (a luz do Amor) ativo em toda parte para onde olhamos. Ampliemos esses exemplos e continuemos a dar testemunho da Verdade. As trevas do erro devem finalmente ser destruídas pela luz da Verdade. E nós podemos fazer parte dessa manifestação ao seguirmos a Cristo Jesus pelo Caminho!
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Este estudo metafísico foi preparado por Kathy Fitzer, CS of Lake St. Louis, MO, EUA, 314-323-4083 kathyfitzer@gmail.com
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini. Visite o site www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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