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Recebei Cada Boa Dádiva (da Mente) que vem do Alto! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Mente.

Christie Hanzlik, C.S., Boulder, CO
Posted Monday, August 15th, 2016

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
A MENTE
Recebei Cada Boa Dádiva (da Mente) que vem do Alto!
15 a 21 de agosto de 2016

Cada um encontrará sua própria inspiração nessa lição sobre A Mente. Um meio de compreendê-la é que cada seção mostra meios diferenciados da Mente divina nos dar o dom e a dádiva da sabedoria. (Notem que as palavras referentes a “dádiva” e “dom” estão em negrito.) Como o Texto Áureo (2 Timóteo 2:7) esclarece: “O Senhor te dará compreensão em todas as coisas.” Essa dádiva não vem na forma limitada de um QI especial. Ele inclui “tudo”. Inclui uma variedade de qualidades de pensamento, que seguem se expandindo e atendendo a cada necessidade.
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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De acordo com a Ciência do Cristo – a Ciência de como Cristo Jesus fez o que fez –, o homem não tem livre arbítrio. Isso significa que o homem – homens e mulheres genericamente –, em verdade, não tem a habilidade de pensar seus próprios pensamentos em separado da Mente Divina. A Mente é nossa única fonte de pensamento e de ação. Não podemos optar por ficarmos separados de Deus, separados da Mente, ou separados da vontade de Deus. A frase que vemos na Oração do Senhor: “Venha o Teu reino”, não é uma opção para nós, pois ela afirma o que é absoluto e prontamente verdadeiro.
Jesus disse: “De mim mesmo eu não posso fazer nada”, o que inclui o pensar. Também nós não podemos fazer nada, nem mesmo pensar, por nós mesmos. Deus/a Mente é nossa única fonte de pensamento e de ação. Podemos parafrasear essa ideia: “De mim mesmo não posso fazer ou pensar nada”. (Pule para a Seção 4 para ver como essas ideias sobre a Mente são uma oração eficiente a respeito da política, o Estado Islâmico, o clima e outros eventos.)
Embora algumas pessoas possam achar que não ter livre arbítrio e não ser capaz de pensar em separado da Mente divina seja uma limitação, encarar a Mente infinita com nossa fonte de ideias, em verdade, nos dá liberdade ilimitada. A Mente Divina é todo poderosa e todo sábia, de modo que, na proporção em que reconhecemos nossa inseparabilidade da Mente infinita, nossas capacidades se ampliam. Em outras palavras, podemos infinitamente fazer mais quando aprendemos que nossa sabedoria, poder, compreensão, etc, vêm da Mente, não de uma porção limitada de matéria cinzenta no crânio.
Enquanto o limitado pensamento humano está direcionado a um lugar específico num tempo específico, o conhecimento de que somos parte da Mente infinita e onisciente nos dá o maior dom/dádiva.
A última linha da Leitura Alternada dá um resumo da ideia de que a Mente é a fonte de toda ação e todo pensamento: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança” (Tiago 1: 17).
Vejamos agora como cada seção da lição oferece exemplos das dádivas de sabedoria de Deus/a Mente, e nos diz algo mais sobre a qualidade dessas dádivas.

Seção 1: Lista de dádivas
A primeira seção oferece uma visão geral das qualidades da Mente. Notem na primeira citação: “A sabedoria [boa dádiva] que desce lá do alto é, primeiramente, pura, depois pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimentos” (B2, Tiago 3: 15, 17).
Esta é uma ótima lista de dádivas que a Mente nos dá:

• pura
• tratável
• pacífica .
• indulgente (compassiva)
• plena de bons frutos (útil)
• imparcial (sem preconceitos)
• livre de hipocrisia (fingimento)


Numa passagem correlativa de Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, Mary Baker Eddy nos lembra que essas dádivas lá do alto não são apenas boas, mas que são as únicas verdadeiras dádivas. Ela escreve: “Nenhuma sabedoria é sábia, senão a sabedoria dEle; nenhuma verdade é verdadeira, a não ser a divina; nenhum amor é amoroso, a não ser o divino; nenhuma vida é Vida, a não ser a divina; nenhum bem existe, a não ser o bem que Deus outorga” (CS2, p. 275). Isto significa que se uma ideia não vem da Mente, ela não tem origem verdadeira e é vã e falsa.
Esta é uma boa maneira de orar sobre nossa isenção do pecado (pecado é a crença de separação de Deus/a Mente). Com a lista de dádivas da Mente desta seção, vemos que tudo o que a Mente dá é puro, pacífico, tratável, etc., e que o homem não pode ser enganado a seguir um caminho falso, ou um caminho separado de Deus/a Mente. Não podemos ser distraídos por falsas dádivas que sugerem prazer, mas que nunca satisfazem. Não há caminho separado de Deus/a Mente. Não há separação. “Nenhuma sabedoria é sábia, senão a sabedoria dEle”, significa que nada exceto a Mente pode atrair a nossa atenção.

Seção 2: Com Deus podemos saber o incognoscível
A segunda seção explica que a sintonia com a Mente Divina habilita-nos a ter o dom de saber o incognoscível e ver além das “fábulas da mente mortal” (CS8, p. 103). A primeira citação da Seção 2 vem do livro de Daniel (o profeta). A passagem é sobre Deus ser uma luz que ilumina as trevas, o desconhecido, e assim por diante. Diz: “[A Mente] revela o profundo e o escondido, conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz” (B4, Daniel 2: 20).
O restante da seção explica que a sabedoria é mais desejável do que as riquezas. Como diz em Eclesiastes, ser rei e ter todas as riquezas do mundo pode parecer, em princípio, ter poder, mas sem sabedoria um reino está fadado ao colapso. Ao passo que ter um suave senso de sabedoria, ou seja, voltar-se em tudo à Mente que tudo sabe, nos sustenta e fortalece. Lemos em Eclesiastes: “Melhor é a sabedoria (o dom/dádiva) do que as armas de guerra” (B7, Eclesiastes 9: 18).
Que belo lembrete de que temos tudo o que necessitamos! Podemos usar as ideias dessa seção para afirmar que temos abundância, riquezas, força, graça, e que essas dádivas de Deus, da Mente, são as mais fortes e as mais recompensadoras. Aliás, essas são nossas únicas verdadeiras dádivas, como vimos na Seção 1.

Seção 3: A Mente dá o dom da profecia, sabedoria e misericórdia.
A terceira seção ilustra o dom da Mente Divina da profecia em uma história bíblica sobre Eliseu. A história enfatiza a profecia, a Mente livre de amarras, a unidade, o poder espiritual e a misericórdia. Eliseu usa a profecia espiritual para ajudar seu rei a capturar seus inimigos e, depois, convence o rei a não vingar-se, mas a ser compassivo com estes inimigos. A história mostra que 1) a sabedoria é melhor do que as armas de guerra; e 2) a sabedoria é gentil. [B6, B8]
A história sobre o "poder espiritual" de Eliseu mostra que Deus/a Mente "dará a sabedoria e a ocasião para teres a vitória sobre o mal" (CS14). A força de Deus que ajudou Eliseu a levar o rei a demonstrar misericórdia para com seus inimigos mostra que "O cimento de uma humanidade mais elevada unirá todos os interesses na natureza divina, que é una e única" (CS14)

Seção 4: A Mente dá o dom do poder, do amor e de uma mente sadia.
A seção 4 anuncia: "Pois o Espírito que Deus nos deu não nos torna medrosos; pelo contrário, o Espírito nos enche de poder e de amor e nos torna prudentes" (B9). Esta ideia é reiterada na próxima citação, que explica, "para nos trazer a luz do conhecimento da glória de Deus, que brilha no rosto de Jesus Cristo" (B10). Cristo é a nossa consciência de Deus, ou a nossa consciência da Mente Divina. Então, estar ciente de nossa conexão com a Mente divina nos dá a "luz do conhecimento" e a capacidade de ver a glória de Deus ao nosso redor.
Cristo Jesus demonstra essas ideias quando cura um menino que parece estar mentalmente perturbado (B11). Em outras palavras, "Jesus demonstrou o poder da Ciência Cristã para curar mentes e corpos mortais". Ele mostrou como "o poder mental" neutraliza os "equívocos humanos" e uma compreensão de "Deus perfeito e homem perfeito," leva à "harmonia da Mente divina” (CS16, CS19, CS21).
Cristo Jesus percebeu (viu) o menino como sendo governado apenas pela Mente divina, enquanto que todo mundo via-o como estando separado dessa Mente, como um demente. A visão pura de Jesus e seu poder espiritual ("tendo aquela Mente") trouxe o garoto à consciência da Mente, em seu juízo perfeito e, assim, ele sentiu sua inseparabilidade da Mente divina.
Esta verdade tem implicações óbvias quando estamos orando para uma só pessoa, mas também tem grande valor quando oramos para grupos de pessoas. A “identidade de grupo” é a noção de que um conjunto de ideias – muitas vezes negativas – possa controlar um grupo de pessoas e fazer com que os indivíduos dentro desse grupo passem a agir de uma forma sem amor. Uma maneira de ver isso no mundo de hoje é a forma com que os partidos políticos parecem levar as pessoas a agir de forma odienta, quando elas se tornam infladas ao sucumbirem à identidade de grupo das massas. Indivíduos amorosos parecem vir a se envolver em discussões com suas famílias sobre questões políticas. Como despertamos disso e continuamos a ver esses indivíduos de uma forma amorosa e compassiva? Bem, em vez de vermos uma pessoa como estando governada por suas opiniões políticas, que podem ser uma forma de identidade de grupo, podemos vê-las como governadas pela Mente divina, como tendo essa harmonia de pensamento que é correta e normal. A oração devota que separa o indivíduo do falso pensamento de grupo é a mais elevada forma de amor – vendo-os como governados apenas pela Mente divina. E isso é verdade para nós também.
Esta oração também nos permite abordar questões globais, como a ameaça do Estado Islâmico. Não é possível amar o EI. O EI tem uma identidade de grupo negativa. Parecem ter arrebatado um grupo de pessoas, fazendo com que pensassem e agissem de forma terrível. Mas podemos fazer a separação entre o EI e as pessoas. Podemos recusar-nos a ver que estes indivíduos possam ter uma mente separada da Mente. Podemos estar alertas para a tentação de vê-los como controlados por um poder além da Mente. É somente a Mente divina que governa o homem. Não podemos amar o EI, mas de uma forma semelhante à de Cristo, podemos amar as pessoas que parecem estar hipnotizadas pelo seu poder e vê-los como livres para ter a mente que houve também em Cristo Jesus. E podemos orar para saber que não podemos ser hipnotizados e acreditar que há um poder além da Mente divina que governa o homem.
À medida que conseguimos ver aqueles que parecem ser controlados pela identidade de grupo como indivíduos regidos pela Mente divina, então nós também somos, naturalmente, libertados. Estamos libertando-nos da terrível ameaça de sermos mesmerizados pelo falso poder. Não há poder separado de Deus, a Mente. Não podemos ser mesmerizados a ficarmos perturbados, assim como o menino que Jesus curou. Somos livres para "ter aquela mente que havia também em Cristo Jesus" e somos livres para ver a toda humanidade livre de forças ilusórias.
Curiosamente, esta linha de raciocínio também se aplica ao clima. Relatórios de intempéries e de mau tempo parecem prender a atenção das pessoas – todo mundo parece gostar de falar sobre o clima. Às vezes, imagens de tempestades parecem cativar e fascinar, e criar uma espécie de histeria. Esta é apenas outra forma de pensamento de grupo que parece governar falsamente e de forma contrária a harmonia do indivíduo. Nós podemos fazer a separação e afirmar em oração que a Mente divina é a única que governa o homem. Assim, o mesmo princípio ou lei espiritual que Cristo Jesus usou para curar o menino perturbado torna-se uma oração eficaz contra a histeria aparente das massas que parece vir durante os eventos climáticos. Tente aplicar esta oração quando você ouvir sobre notícias sobre o tempo e fique alerta para a influência aparentemente mesmérica de boletins meteorológicos ao saber que você somente "tem aquela Mente que havia em Cristo Jesus." Esta é a mesma Mente que governava Cristo Jesus quando ele viu a calma sobre mar – "Acalma-te, emudece!" – quando todos pareciam hipnotizados pelo vento e pelas ondas.

Seção 5: A Mente nos liberta do pecado (separação)
A quinta seção assegura-nos que Deus/a Mente nos liberta da tentação e nos purifica dos sentimentos de pecado. O pecado é o sentimento de separação do bem, o sentimento de separação de Deus/o Amor/o Princípio.
Esta seção esclarece que o Senhor conhece e conduz nossos pensamentos. Não temos o livre arbítrio para nos afastarmos do bem, somos confortados pelas ternas misericórdias que nos aproximam de Deus. A dádiva aqui é que ganhamos a liberdade do pecado, a separação.
Deus/a Mente "de longe penetra os [nossos] pensamentos" e "apaga as [nossas] transgressões" (B13, 14). Esta seção nos incentiva a aceitar a dádiva da Mente, que nos purifica e nos ajuda a ver nossa inseparabilidade do Amor Divino.

“Deus generoso em amor, preciso da tua graça!
Deus imenso em misericórdia, apaga meu passado sujo.
Lava minha culpa
e purifica-me dos meus pecados.
O que desejas é a verdade, de dentro para fora.
Entra em mim, então, e concede uma vida nova e verdadeira.”
(B14, A Mensagem)

Quando cedemos ao fato absoluto de que há uma Mente, somos libertados da crença em um suposto poder oposto à Mente e, assim, nos libertamos do medo do pecado. "Temer o pecado”, explica Mary Baker Eddy, "significa compreender mal o poder do Amor e a Ciência divina do existir, na relação do homem com Deus – significa duvidar de Seu governo e não confiar no Seu cuidado onipotente" (CS23).
Na Verdade, não há livre arbítrio nem capacidade de nossos pensamentos se afastarem de Deus/a Mente. "Só pode existir uma Mente única, porque só existe um único Deus; e se os mortais não acreditassem na existência de outra Mente e não aceitassem nenhuma outra, o pecado seria desconhecido" (CS24). Podemos orar para compreender esta verdade não apenas por nós mesmos, mas por toda a humanidade.

Seção 6: Louve as dádivas do Senhor, as dádivas da Mente
As citações da seção 6 celebram as dádivas da Mente Divina. Vejam estas afirmações da Bíblia:
• “[…] o Senhor dá a sabedoria; e da sua boca vem a inteligência e o entendimento.” Provérbios 2:6 [B18]
• “Que preciosos para mim, ó Deus, são os teus pensamentos! E como é grande a soma deles! Se os contasse, excedem os grãos de areia; contaria, contaria sem jamais chegar ao fim” Salmos 139:17,18 [B19]
• “nós temos a mente de Cristo 1 Coríntios 2:16” [B20]
• No Messias, em Cristo, Deus nos leva de lugar em lugar num desfile de vitória perpétua. Por meio de nós, ele traz o conhecimento de Cristo. Aonde quer que vamos, o povo aspira o excelente perfume desse conhecimento. Por causa de Cristo, exalamos uma doce fragrância que sobe até Deus e é reconhecida pelos que trilham o caminho da salvação – um aroma com agradável cheiro de vida. Coríntios 2:14 [B21,MSG]

E, em Ciência e Saúde, lemos afirmações paralelas atestando o fato de que não podemos ter uma mente separada da Mente, que é única Fonte de nossos pensamentos Aqui estão as ideias relacionadas de Ciência e Saúde:

• “A Mente é a grande criadora, (fonte das dádivas) e não pode existir nenhum poder a não ser aquele que é derivado da Mente.” [CS26]
• “A Mente divina é a causa única, o Princípio único, da existência.” [CS27]
• “Não tendo outros deuses, não recorrendo a nenhuma outra mente para o guiar, a não ser à Mente perfeita e única, o homem é a semelhança de Deus, puro e eterno, e tem aquela Mente que havia também em Cristo.” [CS28]

O fato de que não podermos desviar-nos da Mente e de que não temos o livre arbítrio é um dom incrível. Termos "a Mente que havia também em Cristo" dá-nos sabedoria e misericórdia, concede-nos o dom da profecia, assegura que temos uma "mente sã" e nos liberta do sofrimento do pecado.
Podemos nos esforçar para aceitar o governo de Mente e aceitar os grandes dons de poder espiritual, a sabedoria, a misericórdia, a solidez e a impecabilidade. Podemos "ter aquela Mente que havia também em Cristo". Ao fazermos isso, estamos provando que só a Mente Divina governa o homem. Inevitavelmente não temos escolha, senão descobrir: "A compreensão divina reina, é tudo, e não há nenhuma outra consciência" [S30]. Podemos ser verdadeiramente gratos por essa dádiva maravilhosa. Como lemos na Leitura Alternada, os dons da Mente não são variáveis e não têm nenhuma sombra de mudança para eles. Podemos lembrar: "Toda boa dádiva e todo dom perfeito é lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação há mudança ou sombra de mudança."
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Este estudo metafísico foi preparado por Christie Hanzlik, C.S., Boulder, Colorado, EUA, ccern@mac.com / 720.331.9356.
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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