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Esperai por mensagens suaves da Alma! Tende olhos e ouvidos atentos. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Alma.

Rick Stewart, C.S., Dresden, Germany
Posted Monday, August 8th, 2016

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

A ALMA

Esperai por mensagens suaves da Alma! Tende olhos e ouvidos atentos.

7 a 14 de agosto de 2016

Você já notou que sempre ouvimos o que queremos ouvir? Se temos fome, o chamado para o jantar é muito bem-vindo. O chamado de um amigo para irmos brincar traz um grande sorriso. Por outro lado, quando estamos ocupados com algo que gostamos de fazer, o pedido da mãe ou do pai para levar o lixo para fora, por exemplo, pode se repetir várias vezes, sem resposta.
Uma recente conversa de minha esposa Susanne com nosso filho Noah foi atentamente acompanhada por nossa filha Alma. A conversa não tinha nada a ver com a menina, mas ela escutava atentamente e, às vezes, fazia perguntas sobre os detalhes. Minha esposa riu e comentou: “Alma, acho extraordinário que você possa ouvir cada palavra dessa conversa que não se refere a você, mas quando chega o momento de alguém pedir que você faça algo, é preciso repetir 10 vezes!”
O fato é que é praticamente universal ouvirmos o que queremos ouvir e vermos o que queremos ver. O ver e o ouvir são faculdades ativas, motivadas por nosso interesse, quer gostemos ou não. E o que iremos descobrir na Lição Bíblica desta semana é que o ver e o ouvir reais são muito mais do que meras atividades físicas do olho e do ouvido. Ver e ouvir são faculdades espirituais, são habilidades que não são apenas atividades dos olhos e dos ouvidos. Nossa lição desenvolve esse tema—compreender a verdadeira profundidade da visão e da audição como faculdades da Alma, como faculdades espirituais que não podem ser destruídas nem diminuídas.
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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O Texto Áureo em Isaías 55:3, nos diz: “Inclinai os ouvidos e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá”; ou como diz a NTLH: “Escutem-me e venham a mim, prestem atenção e terão vida nova”.

Seção 1: Há só uma Alma, Deus, não há inúmeras.
Uma crença comumente aceita é a de que a “alma” seja uma pequena parte do espírito residente no corpo humano, uma espécie de porção espiritual de nossa identidade. Ensinamentos religiosos têm promovido essa crença, de que haja uma alma morando no homem e que, por ocasião da morte, vá para o céu ou para o inferno. É basicamente um conceito católico. Há também elementos do animismo, da filosofia platônica e outros sistemas de pensamentos que sustentam a ideia de uma “alma” separada no homem, com várias origens e diferentes tempos de existência, do eterno ao temporal.
Num debate na Escola Dominial, meu filho Johann contou o que um professor de religião falou em aula. Esse professor disse aos alunos que a “alma” tem certo peso que foi medido ao desprender-se do corpo moribundo. Não preciso dizer que me senti surpreso ao ouvir a declaração de Johann. Fizemos então uma pesquisa no “Google” sobre a origem de tal teoria e encontramos muitas referências, ainda atuais, de uma experiência conduzida em Haverhill, Massachusetts, em 1901 e publicada em 1907. Ao que parece o Dr. Duncan MadDougall conduziu a experiência em seis pessoas na hora da morte, mostrando uma perda de peso de 21 gramas em um dos corpos observados. De fato, os resultados estavam baseados numa só observação. Este experimento foi publicado no New York Times e teve aceitação generalizada. Propagou-se desde então, sendo algumas vezes discutida. Embora não fosse baseada em método científico real, essa teoria continuou a vir à tona, até chegar finalmente a uma aula de religião numa escola de Dresden, Alemanha, em 2016! Um bom exemplo de teorias, sem nenhuma base em fatos, sendo aceitas no domínio público.
Por acaso, a predisposição do pensamento humano em aceitar até hoje esse tolo resultado como algo verídico e a ser divulgado não nos mostra que devemos persistir de dizer a verdade? Vê-se que há necessidade de compartilhar as esclarecedoras introspecções da Bíblia e de nosso livro-texto que trazem à luz a palavra inspirada da Bíblia! A lição desta semana é um bom ponto de partida para isso!
Mary Baker Eddy combateu por toda a sua vida conceitos que pareciam condenar a humanidade ao sofrimento. Quando ainda menina, protestou contra os conceitos tradicionais de condenação e salvação predominantes em seus dias. Desde cedo, havia nela um espírito de protestar ao que parecia um tratamento ilegítimo e desleal de seus irmãos e irmãs na teologia da época. Você pode ler um desses episódios na sua autobiografia: Retrospecção e Introspecção, página 13.
“Aos doze anos de idade fui admitida à Igreja Congregacional (Trinitária), da qual meus pais eram membros havia meio século. Em conexão com esse acontecimento, algumas circunstâncias há, que são dignas de nota. Antes de dar esse passo, sentia-me muito perturbada devido à doutrina da eleição incondicional ou predestinação, pois eu não estava disposta a ser salva se meus irmãos devessem ser contados entre aqueles que fossem condenados a ser banidos para sempre da presença de Deus. Tão aflita me sentia pelos pensamentos que essa doutrina errônea suscitava, que tiveram de chamar o médico da família, o qual declarou estar eu atacada de febre.
“A inexorável teologia de meu pai dava ênfase à crença num dia de juízo final, no perigo do castigo eterno, e num Jeová impiedoso para com os incrédulos; e agora ele falava dessas coisas esperando salvar-me da temida heresia.
“Minha mãe, enquanto molhava minhas têmporas ardentes, aconselhou-me que me apoiasse no amor de Deus, o qual me daria descanso se em oração fosse a Ele, como eu estava acostumada a fazer, para procurar Sua orientação. Orei; e um suave clarão de inefável alegria me invadiu. A febre desapareceu, e eu me levantei e me vesti—em estado normal de saúde. Minha mãe viu isso e decreto" da predestinação—como João Calvino corretamente denominara seu próprio artigo de fé—perdeu para sempre seu poder sobre mim.”
Como é afirmado nesta seção da lição: “O Senhor resgata a alma de seus servos, e dos que nele confiam nenhum será condenado” (B1, Salmo34: 3, 4, 8, 15, 22).
“A Alma, o Espírito, significa uma Mente só, e esses termos não podem ser empregados no plural.” (CS1, p. 466).
“Como é usada na Ciência Cristã, a palavra Alma é propriamente um sinônimo do Espírito, Deus; mas fora da Ciência, alma equivale a senso, sensação matéria” (CS2, p. 482).

Seção 2: A Alma é pura e santa.
Com esta seção, começamos a colher os benefícios da verdadeira compreensão da Alma como Deus, o Espírito. A Sra. Eddy explica que a Alma é impecável, que de fato é Deus, e que somos a expressão dessa Alma. Vemos, assim, que as vias de pensamento e ação a que chamamos de pecado, são, na realidade, nada mais do que uma falsa crença, um falso senso que nos permitimos crer a nosso respeito e dos demais. O que soubermos sobre a crença falsa pode ser dispensado quando descobrimos a verdade. Alguma vez a terra foi chata? Não. Mas enquanto persistiu a crença, o falso senso afetou a experiência humana. Talvez nunca pensemos nisso!
Como é afirmado em Ciência e Saúde: “A Alma é imortal por ser o Espírito, que não tem elemento algum de autodestruição. Pode o homem perder-se espiritualmente? Não, ele só pode perder um senso material. É o senso de pecado, e não uma alma pecadora, o que se perde. O mal é destruído pelo senso do bem. Devido ao pensamento errôneo de que a alma resida nos sentidos e de que a mente resida na matéria, a crença se extravia em um senso de perda temporária ou de ausência da alma, ou seja, da verdade espiritual. Esse estado de erro é o sonho mortal de que haja vida e substância na matéria e está diretamente oposto à realidade imortal do existir. Enquanto acreditarmos que a alma possa pecar ou que a Alma imortal esteja no corpo mortal, jamais poderemos compreender a Ciência do Existir. Quando a humanidade de fato compreender essa Ciência, esta se tornará a lei da Vida para o homem—isto é, a lei superior da Alma, que prevalece sobre o senso material pela harmonia e pela imortalidade” (CS8, p. 311).
A natureza prática disso foi-me demonstrada numa experiência que já relatei anteriormente. Um estudante novato da CC estava ocupado estudando um exemplar de Ciência e Saúde que recebera de um instrutor na faculdade. Tanto ele como a esposa estavam entusiasmados em seu estudo. Esse jovem havia sido um membro ativo na sua igreja pentecostal, quando foi enviado como marinheiro à guerra do Vietnã. Suas ações como esquadrão de elite, incomodavam-no muito. Quando voltou, buscou seu exemplar de Ciência e Saúde, mas viu-se então atacado por algum sofrimento. Os remédios da medicina pareciam não ter efeito; foram colhidas amostras de sangue e enviadas ao Centro de Controle de Doenças (CCD), em Atlanta, Geórgia. Os resultados voltaram com uma condenação à morte. Os testes revelaram uma condição tóxica no sangue para a qual não havia remédio. Recebi uma chamada telefônica, no meio da noite, de sua esposa: “Rick, você poderia orar pela alma do Dick?” Senti que como a morte rondava meu novo amigo, ele tinha grande receio por sua alma. (Seu conceito era de que sua alma estava condenada por causa de suas ações na guerra.) Orei com uma só ideia: “O homem não está condenado a sofrer. O homem é a ideia pura, santa e amada de Deus; a expressão da Alma, não dos sentidos.”
Como diz o livro-texto: “O existir é santidade, harmonia, imortalidade. Já está provado que um conhecimento disso, ainda que em pequeno grau, elevará o padrão físico e moral dos mortais, aumentará a longevidade, purificará e elevará o caráter. Assim o progresso destruirá finalmente todo o erro e trará a imortalidade à luz” (CS9, p. 492).
E foi o que aconteceu: “a imortalidade foi trazida à luz”. Às 8h30 da manhã Dick entrou no meu jardim com o maior sorriso. Testes posteriores revelaram que a condição tóxica havia sido revertida completamente; o CCD não acreditou que as amostras fossem da mesma pessoa, mas eram.

Seção 3: Você está escutando?
Nesta seção, você vai ler a bela história de Samuel e seu guia espiritual, Eli. Deus estava chamando Samuel: "Então o Senhor Deus chamou: e ele respondeu: Estou aqui!" Samuel não estava certo sobre o que fazer e continuou correndo em direção a Eli. “O que você quer?” Finalmente, Eli deu instrução a Samuel, que quando ouvisse a voz chamar outra vez, dissesse: "Fala, pois o teu servo está escutando!" (B11) E Samuel continuou a serviço de Deus.
A similar event is recorded in the life of Mary Baker Eddy. Mrs. Eddy describes this in her book, Retrospection and Introspection, the chapter is entitled, “Voices not our own.” Pages 8 and 9.
Um evento semelhante é registrado na vida de Mary Baker Eddy. Eddy descreve isso em seu livro, Retrospecção e Introspecção, o capítulo é intitulado, "Vozes que não são nossas." (pág. 8 e 9).
“Vozes que não São Nossas
Muitas recordações de circunstâncias e acontecimentos estranhos ligados à minha família comprimem-se nas câmaras de minha memória. Durante uns doze meses, quando eu tinha cerca de oito anos de idade, ouvia com frequência uma voz que me chamava distintamente pelo nome, três vezes, em escala ascendente. Eu pensava que fosse a voz de minha mãe, e algumas vezes fui ter com ela, pedindo-lhe dizer-me o que desejava. Sua resposta era sempre: "Nada, filha! Que queres dizer?" Então eu dizia: "Mamãe, quem foi, então, que me chamou? Ouvi alguém chamar Mary, três vezes!" Isso continuou até eu me sentir desalentada, e minha mãe ficar perplexa e preocupada.
Um dia, quando minha prima, Mehitable Huntoon, nos visitava, e eu estava sentada numa pequena cadeira ao seu lado, no mesmo quarto em que minha avó se achava — o chamado veio outra vez, tão alto que Mehitable o ouviu, embora eu já não ligasse a ele. Com grande surpresa, minha prima se voltou para mim e disse: "Tua mãe te está chamando!" mas eu não respondi até que novamente o mesmo chamado se repetiu três vezes. Mehitable disse, então, irritada: "Por que não vais? tua mãe te está chamando." Saí, pois, do quarto, fui ter com minha mãe e uma vez mais perguntei-lhe se me havia chamado. Respondeu-me como sempre o fizera. Então declarei seriamente que minha prima tinha ouvido a voz levou minha prima a um aposento contíguo. A porta ficou entreaberta e eu escutava, contendo a respiração. Minha mãe contou a Mehitable tudo o que se referia a essa voz misteriosa e perguntou-lhe se tinha de fato ouvido o nome de Mary pronunciado em voz audível. Minha prima respondeu imediatamente com ênfase e de maneira afirmativa.
Naquela noite, antes de ir para a cama, minha mãe leu-me a narrativa bíblica do pequeno Samuel e pediu-me que, quando a voz me chamasse outra vez, respondesse como ele: "Fala, [Senhor], porque o teu servo ouve!" A voz veio; mas tive medo e não respondi. Depois chorei e orei a Deus para que me perdoasse, resolvida a fazer, da próxima vez, como minha mãe me havia pedido. Quando o chamado veio novamente, respondi com as palavras de Samuel, mas, para os sentidos materiais, esse chamado misterioso nunca mais se repetiu.”
A Sra. Eddy escreve no parágrafo com nota marginal “Receptividade como das crianças CS13 (pág. 323:28–2), “Os efeitos da Ciência Cristã se fazem sentir, mais do que ver. É o ‘cicio tranquilo e suave’, a voz da Verdade a se manifestar. Ou estamos dando as costas a essa manifestação, ou lhe estamos dando atenção e nos elevando. A disposição de tornar-se como uma criança e de deixar o velho pelo novo faz com que o pensamento seja receptivo à ideia avançada.”

Seção 4: A Alma é expressada pelo homem ao ouvir e ver espiritualmente.
B14 | Mateus 9:35 “Jesus andava visitando todas as cidades e povoados. Ele ensinava nas sinagogas, anunciava a boa notícia sobre o Reino e curava todo tipo de enfermidades e doenças graves das pessoas.” (NTLH)
B15 | Mateus 15:30, 31 “E foram até Jesus grandes multidões levando coxos, aleijados, cegos, mudos e muitos outros doentes, que eram colocados aos seus pés. E ele curou todos. O povo ficou admirado quando viu que os mudos falavam, os aleijados estavam curados, os coxos andavam e os cegos enxergavam. E todo o povo louvou ao Deus de Israel.” (NTLH)
CS15 | 210:11 “Por saber que a Alma e seus atributos são eternamente manifestados por meio do homem, o Mestre curava os doentes, restabelecia a vista aos cegos, a audição aos surdos, o uso dos pés aos coxos, trazendo assim à luz a ação científica da Mente divina sobre mentes e corpos humanos, e proporcionando melhor compreensão a respeito da Alma e da salvação. Jesus curava a doença e o pecado pelo mesmo e único sistema metafísico.”
CS17 | 586:3 “OLHOS: Discernimento espiritual – não material, mas mental.”
Minha família pode atestar o fato de que, através da revelação da Ciência Cristã, os dias de cura cristã não foram apenas relegados ao tempo de Jesus, ou há algumas centenas de anos após sua vinda. Com a descoberta da Ciência Cristã por Mary Baker Eddy e a subsequente publicação de seu livro, Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, o poder de cura através de Cristo está sempre presente. Em 1919, meus avós notaram que seu segundo filho, a minha mãe, parecia estar prestes a morrer. A minha mãe era um bebê de 18 meses e sofria de uma febre que a deixava incapaz de se mover. O médico tinha feito o seu melhor, mas havia dado pouca esperança dela sobreviver. Neste ponto, minha avó, filha de imigrantes tchecos, pediu a outra imigrante tcheca para orar por eles. Esta senhora tinha obtido recentemente uma cópia de Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, de Mary Baker Eddy, e esse livro guiou suas orações. O simples fato de eu estar aqui, contando o resultado dessas orações, atesta que minha mãe foi curada. E meus avós volveram-se ao estudo da Ciência Cristã.
Esta Ciência abriu uma nova era para a minha família. Naquela época, meu bisavô e sua irmã eram ambos cegos. E ambos foram curados pela Ciência Cristã. Não, o tempo da cura cristã não ficou nas eras passadas. Ele é para hoje e para sempre, graças ao nosso amado Mestre, Jesus Cristo, à sua moderna discípula da atualidade, Mary Baker Eddy, e a todos aqueles que ouviram o chamado do Cristo e responderam com a cura. O poder de cura nas páginas de Ciência e Saúde está disponível para todos os de ouvido atento e a cada coração faminto. Mas temos de ser receptivos, assim como uma criancinha, ansiosos, atentos, olhando para além do testemunho dos sensos materiais, com o sentido espiritual.

Seção 5: Buscar e expressar a Alma traz cura.
Nosso Mestre chamou os doze para si e os capacitou a compartilhar sua compreensão do Cristo (B18, Lucas 9:1, 2): “Tendo Jesus convocado os doze, deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demônios, e para efetuarem curas. Também os enviou a pregar o reino dos Deus e a curar os enfermos.”
Depois ele chamou outros: “Depois disto, o Senhor designou outros setenta; e os enviou de dois em dois, para que o precedessem em cada cidade e lugar aonde ele estava para ir. E lhes fez a seguinte advertência: A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para sua seara. Bem-aventurados os olhos que veem as coisas que vós vedes” (B19, Lucas 10: 1, 2, 23).
Está claro que os séculos desde que nosso Mestre andou, ensinou e compartilhou seu Evangelho, permitiram que sua mensagem de boas novas fosse espalhada por muitos lugares. E a coisa mais incrível desse Evangelho do Amor é que ele brota no coração receptivo de cada ouvinte. É impossível limitar o poder do Evangelho a um só grupo, uma igreja, um país, uma cultura; ele simplesmente se multiplica com cada ouvinte atento.
Como escreve Mary Baker Eddy: “Deus é universal; não confinado a nenhum lugar, não definido por nenhum dogma, não apropriado por nenhuma seita. Não a um, mas a todos, Deus é demonstrável como Vida, Verdade e Amor divinos; e Seu povo é quem O reflete—que reflete o Amor. Repito, esse Principio infinito, com sua infinita manifestação, é tudo o que realmente existe ou possa existir; por isso Deus é nosso Pastor. Ele guarda, guia, alimenta e junta as ovelhas de Seu aprisco; e seus ouvidos estão atentos ao Seu chamado. Nas palavras do discípulo amado: ‘Minhas ovelhas ouvem a minha voz, ...e me seguem; ... e ninguém as pode arrancar de minha mão’” (Mis 150).
Neste final de semana, participei de um dos exemplos mais tocantes de “ouvir” o Evangelho que já vivenciei. Fui com meus filhos e mais duas crianças vizinhas a um show de música country ao ar livre. Estávamos ali, principalmente, para prestigiar um prezado amigo, Nils Tuxen. Alguns talvez conheçam-no pela sua participação da Assembleia Anual dA Igreja Mãe em Berlim 2003. Nils é um músico internacional. Como ele vive a cinco horas de distância, aproveitamos a oportunidade de ouvi-lo nessa audição ao ar livre que ficava a uma hora e meia de distância. Nils estava ali participando da banda-base do cantor Charlie Mccoy. Charlie é um antigo músico, compositor e cantor de Nashville. Seu estilo de tocar gaita de boca é considerado o melhor de todos os tempos. Pouco antes da participação de Charlie, Nils me chamou para conversar com Charlie. Foi uma alegria a conversa sobre coisas de nossa terra e suas experiências. Quando falávamos, Martina, esposa de Nils, trouxe minha filha Alma. Ela chorava aos prantos, pois havia caído. Eu a confortei e orei em silencio, sussurrando algumas verdades ao seu ouvido. Então Charlie lhe disse: “Querida, se deixar, eu gostaria de tocar uma musiquinha pra você” Tirou a gaita de boca do bolso e começou a tocar. Eu nunca tinha ouvido Amazing Grace tocada com tanto sentimento em toda minha vida. Enquanto ouvíamos parecia não haver lugar para sofrimento, dor ou preocupação. Quando terminou disse: “Deus vai tirar o dodói daí.” Ele tinha razão. Alma já havia parado de chorar e começado a rir, ao mesmo tempo em que seu pai estava achando difícil de segurar as lágrimas. Aquele momento, como vou dizer?, foi de pura cristandade expressada; fiquei pensando no autor de Amazing Grace, John Newton, um ex-capitão de navio negreiro, e aqui estava esse querido amigo, Charlie, deixando a Graça do Cristo , nos abraçar a todos e curar minha filha.
Não me surpreendi quando, depois disso, Charlie pediu se podíamos orar juntos em favor de uma estimada amiga, Laney Smallwood, no dia de seu casamento. Charlie não pôde estar lá, mas orou sinceramente para que aquele dia fosse de muita felicidade, e junto afirmamos: “onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, aí estarei no meio deles”.
A Alma expressada nos cura, salva, redime e eleva.

Seção 6: Rejubilai-vos nas alegrias da Alma.
O mundo necessita muitíssimo que cada um de nós veja e escute espiritualmente, agora mesmo. Estamos escutando o que Deus nos diz? Estamos vendo o que Deus faz? O cenário mundial parece mostrar um quadro esmagador de tumulto e aflição; vamos olhar para o alto! Parem, olhem e ouçam o que a Alma nos está dizendo e mostrando. Deus, a Alma, é supremo e está a todo o momento revelando o Seu Amor para todo o mundo, todo o universo. Estamos escutando? Estamos olhando para Ele?
B21, 3 João 1:2: “Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma”.
B25, Jeremias 32: 41: “Alegrar-me-ei por causa deles e lhes farei bem; plantá-los-ei firmemente nesta terá, de todo o meu coração e de toda a minha alma”.
CS28, p. 60: 2, 29-31; “A Ciência inevitavelmente eleva o nosso existir ao alto na escala da harmonia e da felicidade. A Alma tem recursos infinitos para abençoar a humanidade, e seria mais fácil alcançar a felicidade e conservá-la em nosso poder, se a buscássemos na Alma.”
Hoje meus pensamentos se voltam para o Acampamento dos Cedros onde está ocorrendo a última sessão do verão: “Acampamento de Belas Artes da Família”. Rejubilo-me na expressão cheia de Alma que será parte de cada atividade nesta semana. Fico pensando nas diversas experiências maravilhosas que meus filhos tiveram nesse verão. Fico pensando com profunda gratidão em cada Conselheiro por terem escolhido dedicar seu tempo no verão para acompanhar dia e noite os pequeninos de Deus. Fico pensando na equipe de trabalho que escuta e segue a inspiração da Alma enquanto trata de seus deveres com graça e amor.
Fico pensando nos especialistas e voluntários paternos que optaram por dar seu amor e tempo para tornar o Acampamento dos Cedros num lugar ainda mais sagrado (nobre) de ser usufruído. Nas duas semanas em que atuei como praticista residente, pude testemunhar cerca de 75 curas, profundas e simples. E sou grato por todas as outras sessões e aos praticistas, e pelas incontáveis curas que ocorreram ao longo de todo o verão.
Juntos abordamos o tema do verão: “Encontrem plenitude no ‘caminho santo’ ” (Isaías 35: 8).
Talvez tudo fique resumido nas palavras de minha filha Alma, proferidas quando enfrentamos um pequeno desafio em nossas viagens no verão. “Papa: ‘O Amor divino sempre satisfez e sempre satisfará a toda necessidade humana’”. Esta foi uma nova frase que ela aprendeu no acampamento! Pode-se pedir por algo mais poderoso? Obrigado, Pai.
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Este estudo metafísico foi preparado por Rick Stewart, C.S. Dresden, Alemanha +49 351 312 4736, rickstewartcs@aol.com.
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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