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Desvele a harmonia vivendo os Mandamentos. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Irrealidade.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, September 26th, 2016

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
A IRREALIDADE
Desvele a harmonia vivendo os Mandamentos
26/setembro a 2/outubro/2016
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Texto Áureo (1 Samuel 16:7): “…o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém, o Senhor vê o coração.”
É útil encarar o “coração” no TA como a verdade, ou a realidade que existe em cada um de nós. O coração, aqui, é onde existe nosso mais verdadeiro senso de nós mesmos, o mais estimado âmago de nossa identidade. Embora isso possa, em alguns casos, ser visto como materialístico (se tal pessoa ama coisas materiais), mas neste caso refere-se ao melhor e mais autêntico de nosso ser, nossa natureza perfeita, santa, espiritual criada por Deus. Poderias chamá-lo de homem real. Deus não nos vê através do véu da matéria, mas nitidamente pela lente do Espírito.

Na Leitura Alternada (2 Coríntios 1:2-6, 12-16, 18) Começamos por aprender sobre um senso de nós mesmos como cartas vivas (epístolas) de Cristo. Supostamente, devemos viver a palavra de Deus (algo apresentado na lição bíblica da semana passada sobre “A Realidade”). Essa palavra é representada nesta lição pelos Dez Mandamentos, não como letra escrita, mas como leis demonstráveis, vibrantes, Cristãs, vivas e sanadoras. A habilidade que temos de demonstrar esses Mandamentos em nossa vida vem de Deus, como está posto na NTLH referente aos versículos 5 e 6 da LA: “Em nós não há nada que nos permita afirmar que somos capazes de fazer esse trabalho, pois a nossa capacidade vem de Deus. É Ele que nos torna capazes de servir à nova aliança, que tem por base não a lei escrita, mas no Espírito de Deus. A lei escrita mata, mas o Espírito de Deus dá vida.” Quando olhamos os Mandamentos através do “véu” da “letra”, isto é, como palavras a serem obedecidas literalmente como limitada compreensão espiritual de seu significado, verificamos que não são palavras vivas. Elas não nos conduzem à realidade, à vida eterna, mas nos levam à “morte”. Isso soa um tanto funesto. Mas não é o que Cristo Jesus ensinou? Ele condenou o entendimento literal, puramente escolástico, da palavra (não curarás no sábado, por exemplo). Foi por isso que os fariseus o odiavam, porque ele não prestou homenagem e respeito à educada e erudita posição de autoridade deles. Ele tratava de demonstrar o amor de Deus, como veremos mais adiante nesta lição. A LA está nos solicitando a fazer o mesmo, pois nos voltando a Deus (nossa face) vemos o véu da matéria ser queimado pelo esplendor de nossa clara visão de Deus e de nós mesmos. A irrealidade do véu da matéria aparece naturalmente sob a luz da maravilhosa e boa realidade de Deus. Lembrem-se de que uma das coisas extraordinárias e simbólicas que aconteceram em relação à crucificação de Jesus, foi o véu do templo ser rasgado ao meio. Esse véu separava a área sagrada do templo (onde presumivelmente estava Deus) da congregação em geral. Somente um sacerdote podia ir além desse véu, uma vez por ano, durante um dia de festividade religiosa (e usando um véu sobre a cabeça!). Esse símbolo da separação entre Deus e o homem foi literalmente rasgado de alto a baixo. Li certa feita a respeito de descrições desse véu; diz-se que tinha umas 4 polegadas (10cm) de espessura e cerca de 60 pés (18m) de altura. Era preciso vários homens para carregá-lo ou pendurá-lo. Agora, imaginem alguém tentar rasgar algo com tal espessura?! Mas foi assim que a vida de Jesus revelou nossa unidade com Deus: nenhuma separação simbólica ou outra coisa qualquer! Nem precisamos de clérigo ou alguém mais “santo” para falar a Deus por nós ou para revelar a realidade de Sua bondade. Esse véu se foi para sempre, e qualquer coisa que o senso material tente em reconstruí-lo, o Cristo está sempre presente para arrasar quaisquer sugestões irreais do senso material. A Ciência Cristã de fato nos ajuda nessa tarefa de “desvelo”!

Seção 1: Primeiro e Segundo Mandamentos “desvelados”
Esses Mandamentos, uma vez desvelados revelam um Deus que é bom. Isso parece coisa velha. Mas não é. Quantas vezes ao dia nós de fato nos comportamos e pensamos como se realmente soubéssemos que Deus está no controle e que é Todo bom. Acaso estamos preocupados a respeito de algo? Cansados? Zangados? Desapontados? Pois todos esses sentimentos negam o fato de que Deus é o único poder e está governando cada ação. Para sentir realmente esse fato, com certeza, precisamos de certo grau de disciplina e oração diária. Parece até que o véu da matéria se estende drasticamente em nossa experiência. Mas o estudo diário da Bíblia e de Ciência e Saúde nos levam ao longo do caminho rumo ao estabelecimento de nossos pés na realidade espiritual. A Seção 3 (p. 470) nos diz que: “A Ciência divina explica a declaração abstrata de que existe uma Mente única, pela seguinte proposição evidente por si mesma: se Deus, o bem, é real, então o mal, a dessemelhança de Deus, é irreal.”. Em outras palavras: a Ciência toma uma afirmação abstrata sobre Deus/a Mente e volta-se aos nossos corações para auxiliar-nos a abarcar o que já está em nosso interior, qual seja a compreensão de que nada pode opor-se a Deus. O senso do mal com o qual lutamos não é de Deus, mas vem do senso material que se disfarça (esconde sob o véu) como vida e inteligência na matéria. Penso que a declaração da citação CS5 (p. 489) é surpreendente: “Os sentidos corpóreos são a única fonte do mal, ou seja, do erro.” Isso confirma que sempre que vemos o mal em uma situação ou pessoa, na verdade, estamos vendo-a dentro de nosso senso corpóreo, que é o único lugar onde pode parecer “existir”. Sendo irreal, ele, em verdade, não reside numa pessoa! Essa compreensão “vivaz” dos dois primeiros Mandamentos é algo que constantemente desdobra para nós novos meios de demonstrar a verdade de que há um só Deus, e que não devemos adorar nenhum outro. Esse não é um conhecimento para ser “obtido” ou memorizado, mas para ser cumprido e demonstrado diariamente. Nosso objetivo? Ver a Deus quando olhamos no espelho divino, não reconhecendo nada em nossa natureza que seja material (B5, Salmo 17:15).

Seção 2: A obra de Deus é sagrada e frutífera.
Não seria tomar o nome do Senhor “em vão” se atribuíssemos à Sua natureza (nome) qualquer coisa que não fosse o bem? E não é Sua obra da criação uma que “descansa em ação” como diz a Sra. Eddy em CS7 (p. 519). A maioria de nós já ouviu a expressão: “É vontade de Deus” como explicação de algum golpe de azar, ou de morte ou de uma doença. A exposição bíblica da Criação em Gênesis 1 certamente deixa claro que Ele viu tudo o que fizera e eis que era muito bom. Onde está o bem no mal? A passagem de Isaías (B9) deixa claro que Deus não pensa e age com o senso material. Afirma-se que Sua palavra realiza o que Ele quer. Jesus demonstrou inequivocamente essa útil natureza da bondade de Deus. A letra da palavra realiza/cura muito pouco. Essa falta de realização pode até causar satisfação própria até ser confrontada à sincera demonstração da palavra na vida humana. A demonstração revela a realidade do Bem e a irrealidade do mal/matéria. Essa demonstração se apoia na compreensão de Deus (um empenho constante). A compreensão nos ajuda a discernir a presença do bem espiritual, a realidade, exatamente onde o erro ou a irrealidade parecem estar. Compreender a Deus nos dá a prova que procuramos, que Deus é o único real! (CS8, p. 525). Como “Ministros de uma Nova Aliança” (LA, 2 Corintios3:6) todo nosso trabalho pode ser sagrado e frutífero, nunca em vão.

Seção 3: A visão espiritualmente revolucionária do nosso parentesco, ou, Sem mais uvas amargas!
Esta seção faz uso da confirmação de Efésios ao mandamento "Respeite o seu pai e a sua mãe". Ele nos diz que este "é o primeiro mandamento que tem uma promessa", indicando que isso é uma promessa do bem para aqueles que o obedecem. Por que correria tudo bem para [nós]" e viveríamos muito tempo se honrássemos nosso pai e a nossa mãe? E o que significa honrar nosso pai e nossa mãe? Isto pode parecer uma pergunta incômoda se nossos pais possam ter sido abusivos de alguma forma. Mas vamos explorar a visão revelada deste mandamento, uma visão desobstruída do senso material de nossa filiação. Você se lembra da exigência que Jesus nos fez para deixarmos a oferta junto ao altar e primeiro perdoar nosso "irmão" (se tivermos algum rancor contra ele)? Ele ressalta que, se não conseguimos amar alguém que vemos, então não podemos realmente dizer que amamos alguém que não vemos (a Deus). Por isso, precisamos demonstrar nossa capacidade de amar nosso irmão em primeiro lugar, antes que possamos honestamente oferecer nosso sincero amor a Deus e que esse seja válido. Somos a geração de Deus, do Pai-Mãe divino. Uma correta compreensão de nosso verdadeiro Pai-Mãe Deus refletida em respeito, obediência e amor por nossos pais ("a quem vemos"), ajuda a revelar que "O mutável e o imperfeito nunca tocam o imutável e o perfeito. O desarmonioso e o autodestrutivo nunca tocam o harmonioso e o autoexistente" (CS14, pág. 300). Não estamos misturando filiação material com divina, a errônea herança genética com a herança divinamente perfeita e completa. As duas experiências nunca se tocam. O nosso "senso finito" (CS14) não tem qualquer apreciação verdadeira ou clara do único Deus, do Princípio (da fonte). Lembra de um único Deus?! A verdadeira compreensão da nossa herança divina [como "Sua imagem infinita" (CS14)] nos liberta do senso velado ou material de ter uma ascendência humana limitada, ainda que esse parentesco pareça ou não amoroso e apoiador. Podemos expressar respeito e amor por nossos pais humanos através dessa compreensão mais profunda de que, qualquer coisa inferior ao bem, é apenas um senso material e velado de uma origem de natureza humana. Deixe as uvas verdes para trás em direção à liberdade e a harmonia da existência espiritual. É deste ponto que obtemos a vida longa e a harmonia que são prometidas ao honrarmos nosso pai e a nossa mãe. É na compreensão de nossa herança divina, sem mistura com a matéria, não limitada pela genética ou qualquer tipo de tormento ou de passado humano. [À medida que honramos e apreciamos nossos pais humanos e, especialmente, nossa verdadeira filiação divina "todos [irão ver] as coisas boas que vocês fazem e [louvarão] o Pai de vocês, que está no céu." NTLH (B14)]

Seção 4: Revelando ou removendo a máscara do pecado.
O rei Davi cometeu duplo golpe ao quebrar tanto o mandamento de não matar quanto o de não cometer adultério, e de uma só vez. Como é que um profeta poderia revelar isso a um rei de tal maneira que o orgulho e autoridade desse rei não resistissem à verdade? Natã magnificamente apela para o puro coração de David ao contar a história de dois homens, como vemos descrita na citação B17 (2 Samuel 12:1). Ao contar essa história, ele revela a Davi a profundidade do seu pecado contra Urias. Também nos revela que, enquanto acharmos o pecado agradável, seguro, gratificante, sábio, respeitável, ainda estaremos crendo no mal como realidade. Estaremos olhando para a vida através do véu da matéria. Natã revelou o erro de David através de uma história paralela em que David poderia impessoalmente reconhecer a injustiça e a crueldade do criminoso. Esta é uma boa lição para nós quando estamos encontrando essas leis em nossos próprios corações. É sempre mais eficaz retratar o pecado como um mal impessoal. Não somos poupados da sensação de um pesar profundo, mas encontraremos nosso caminho mais rápido em direção à realidade de nossa pureza e bondade naturais se não tomarmos também nossos pecados de forma pessoal. Podemos trazer a citação CS22 (p. 102) direto ao coração ao considerar o mal como uma "fase do nada” e realmente demonstrar isso ao vencer o que quer que se apresente como mal em nossa própria consciência. [Assim como "Moisés" do Parque das Terras Bíblicas do Acampamento dos Cedros (Cedars Bible Lands Park) nos incentiva, podemos afirmar a nós mesmos muitas vezes ao longo do dia as bênçãos de cada mandamento. Por causa do primeiro mandamento temos tudo o que precisamos e sabemos disso. Então, não há nada neste mundo que valha a pena ser lascivo (7º mandamento); E não há nada neste mundo que valha a pena para nos irritar! (6º mandamento)]

Seção 5: Revelando três em um.
Que seção magistral temos aqui com três Mandamentos incluídos e cobertos por uma história da Bíblia! Mais uma vez temos uma declaração do Novo Testamento destes três Mandamentos em B19, prefaciado por "A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros” (Romanos 12:8). É especialmente interessante para mim que o primeiro Mandamento, ter um Deus, revela o direito de amar nosso próximo. Se temos apenas uma Mente, não há estranhos, não há inimigos. CS24 (p. 205) articula esse pensamento de forma clara, e salienta que o egoísmo reina onde pensamos que devemos lutar por nossos próprios interesses como separados de outros. A parábola do bom samaritano é brilhante, pois está ensinando ao advogado que tentou pegar Jesus em algum tipo de armadilha intelectual. Em vez disso, o advogado é deixado, assim como Davi, com uma história que revela a sua própria falta de demonstração do coração desses Mandamentos, que todo bom judeu teria conhecido. O advogado é obrigado a reconhecer que o homem da história que parou para ajudar aquele que fora atacado, e estava sangrando a beira da estrada, é o verdadeiro próximo, embora ele não fosse judeu. Assim, é ilustrado o fato de que são aqueles que estão vivendo a palavra, a escolha de não roubar, neste caso, não ver ninguém como indigno (falso testemunho), nem cobiçar, e isso o advogado estava provavelmente fazendo quando ele tentou enredar Jesus; são esses que estão revelando a harmonia de Deus no universo. Esses três Mandamentos referem-se à forma como encaramos um ao outro, quer seja ver o outro como um próximo, ou vê-lo como algo completamente separado de nossos interesses e de nossa vida. Nós somos um, unificados pela Mente única. Esse fato remove o véu do medo que poderíamos abrigar em relação a alguém que não conheçamos, e nos liberta para expressar e viver o amor de Deus em abundância.

Seção 6: O amor de Deus pelo o homem é revelado ao vivermos os Mandamentos.
A citação B25 (I João 5:3, 4)) diz tudo: o amor de Deus por nós é revelado ao obedecermos aos Mandamentos. Essa passagem termina com "todo o que é nascido de Deus vence o mundo:" – viver os Mandamentos, supera a sugestão do mal e mostra a irrealidade dele. E Eddy nos conforta com este pensamento de CS28 (p. 368) “Quando chegamos a ter mais fé na verdade do existir do que no erro, mais fé no Espírito do que na matéria, mais fé em viver do que em morrer, mais fé em Deus do que no homem, então nenhuma suposição material pode nos impedir de curar os doentes e destruir o erro.” Isto pode ser parafraseado assim: mesmo quando vemos erros, não estamos impedidos de superar essa sugestão e demonstrar o poder vivificante da Palavra de Deus. Fazemos isso a cada vez que curamos. Estes mandamentos estão realmente em nosso coração, eles existem para ser vividos e os seres vivos crescem e se desenvolvem. Eles não são palavras de estagnação do passado antigo, mas as leis vibrantes da cura pela qual o véu da matéria é arrancado, e nossa vida como uma “com o Espírito” é revelada.
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Este estudo metafísico foi preparado por Kerry Jenkins, kerry.helen.jenkins@gmail.com
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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