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Tenham sede do que é Real. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Vida.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, January 9th, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
Tenham sede do que é Real
9 a 15 de janeiro de 2017.

A VIDA
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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No Texto Áureo (Salmo 4:2 – A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo) o Salmista declara que sua alma tem sede do Deus vivo. Ter sede não é luxúria. É uma necessidade de sustento da vida — um forte desejo natural. Logicamente, alguns tipos de sede são mal orientados quando buscam meios materiais de satisfação. A satisfação vem da fonte real de todas as coisas — Deus. Vê-se, pois, o salmista não buscando por símbolos e representações. Ele tem sede do que é real — do Deus ‘vivo’ e verdadeiro. A idolatria se satisfaz com símbolos e sinais que só aparentam ter poder, mas que, em verdade, não têm nenhum poder.
O teólogo John Calvin (1509-1564) faz uma observação bem perspicaz: “[…] quando imaginamos que Deus está presente em outra coisa além daquilo que revelou em sua palavra […] ou quando formamos um conceito grosseiro e terreno de Sua majestade celestial, só estamos inventando para nós representações visionárias, que desfiguram a glória de Deus e fazem de Sua verdade uma mentira.”.
Ao estudarmos a Lição nesta semana, lembremo-nos de que não podemos achar vida em uma mera leitura casual, ou através de símbolos, meios e métodos materiais. Busquemos a compreensão de Deus como a Vida, e incorporemos esse entendimento à nossa experiência diária.
A Leitura Alternada (Jeremias 10:10,12; Salmos 116:11-5,8,9) segue no tema do reconhecimento de Deus como o único verdadeiro Deus vivo, que estabeleceu o mundo, estendeu os céus. Todos os outros supostos deuses não são nada mais do que símbolos vazios de uma crença humana limitada e vacilante. Mas o verdadeiro Deus não é um símbolo. Ele é a própria Vida, imutável e eterna.
O salmista está louvando a Deus após ser livrado de uma situação que ameaçava sua vida. Ele promete invocá-lo enquanto viver. A expressão “laços de morte me cercaram” diz que ele foi achado, mesmo escondido. Ele foi perseguido e apanhado. Quando clamou por socorro, Deus estava lá para salvá-lo. Ele disse: “Tu livraste da morte a minha alma, das lágrimas, os meus olhos, da queda, os meus pés.” Alguém que tenha alguma vez passado por um desafio de morte, sabe exatamente como o salmista se sentiu.
Eu enfrentei esse desafio há alguns anos. A história é muito longa para relatar aqui, mas foi um período de provação que durou cinco meses e incluiu o colapso de um pulmão, a perda de 20 quilos em uma semana, e uma porção de outras coisas. Durante esse desafio, eu me apeguei ao fato de que Deus não só me deu vida, mas que Ele é a minha Vida. Também percebi que Deus é a minha saúde, que eu existo nEle e por causa dEle. O que sei ou não sei intelectualmente não faz diferença nenhuma. Mas o que realmente sei em meu coração só pode estar baseado no que Deus sabe. É isso o que importa, a plena confiança no fato de que Ele me conhece. O Salmo 116 descreve perfeitamente o que senti quando a cura se realizou.
Notem que a última linha: “Andarei na presença do Senhor, na terra dos viventes”, é uma consciente opção de Vida. É extremamente importante que nunca cedamos ao mal. Escolhemos a vida e o que ela significa. Foi o que fiz, e é por isso que estou aqui relatando sobre o caso.

Seção 1: Saiba de onde você veio.
Jó e Eliú tinham o mesmo valor. Ambos eram produtos do mandato criador de Deus. Conquanto essas palavras (B1, Jó: 33:4) sejam atribuídas a Eliú como preâmbulo de sua defesa na participação da discussão, elas servem como um bom começo para nós. Deus nos cria a todos nós. Há comentaristas que veem o “dia” e a “noite” (B2, Salmos 42: 8) como metáforas de tempos prósperos e dificultosos. Mas também podemos tomar essas palavras ao pé-da-letra. Em um mundo sem eletricidade, as noites eram escuras e muitos acreditavam que o mal rondava a escuridão e que com ela vinha um exército de maus espíritos. Era fácil crer em Deus quando o sol brilhava, mas as trevas traziam medo e espalhavam superstições. Por isso o salmista é radicalmente arrojado em sua declaração de que Deus está presente em todo tempo, dia e noite. A citação B3 (Salmo 66:8,9) nos assegura que Deus mantém nossa alma em vida e nunca permite que nossos pés resvalem.
Nosso livro-texto afirma claramente que as únicas realidades na Ciência — na realidade — são a Vida, a Verdade e o Amor (CS1, p.298). Toda a primeira seção enfatiza o fato de que Deus é a ÚNICA Vida, que Deus não é incompreensível; e que o conhecer Deus pode ser demonstrado por meio da cura (CS2, p.471). Durante o desafio que mencionei há pouco, quando me encontrava nas horas mais negras, minha anuência ao fato de que Deus é minha Vida e que Ele me conhecia, fortaleceu minha fé e confiança, como só a compreensão de Deus pode fazer (CS3, p.487). Isso é verdade para todos. Não há nada além de Deus e Sua ideia. Não há outra sabedoria, verdade, amor, vida e bondade além do que vem de Deus (CS4, p. 275).

Seção 2: A autoridade divina preserva toda a Vida.
O salmista nos diz que a misericórdia de Deus está nos céus – Sua lei é a autoridade suprema – e que Deus provê vida para o homem e para a besta. Ele também compara Deus com "a fonte da vida" (B4, Salmos 36:5, 6, 9). Enquanto alguns comentaristas ressaltam a importância especial que as fontes representam em um clima do Oriente Médio, o teólogo Adam Clarke (cerca de 1760-1832), refere-se à "fonte da vida" como uma alusão à "veia de nossa vida". "Como o coração, por meio da grande aorta, distribui o sangue às partes mais remotas do corpo; assim, Deus […] transmite as correntes vivificantes de Sua bondade providencial a todos os mundos e seres que ele criou."
Quando eu estava fazendo uma aula de história bíblica na faculdade, todo mundo ficou chocado ao descobrir que o personagem de Daniel era mais provável ser uma lenda. Como me lembro, o argumento básico contra a autenticidade de Daniel, na época, era baseado em imprecisões históricas que tornavam impossível que um indivíduo, Daniel, servisse sob todos os reis mencionados. Eu fiz uma busca rápida para ver se alguma coisa tinha mudado desde meus primeiros dias de faculdade, e os estudiosos ainda estão discutindo sobre isso, embora em bases ligeiramente diferentes. O Pastor Robert L Deffinbaugh de Richardson, Texas, dá uma interessante análise dos problemas que podem ser encontrados on-line em https://bible.org/seriespage/1-daring-believe-daniel. Ele conclui assim:
A pessoa de Daniel fornece ao cristão um modelo de homem piedoso, forma sua juventude até o fim de sua vida. Ele demonstra como um cristão pode viver uma vida piedosa em um mundo ímpio e ter um impacto sobre a sociedade em que vive, mesmo quando em uma minoria. Ele é o exemplo de um homem que aprendeu a voltar-se somente a Deus quando era perigoso fazê-lo. Ele tem muito a nos ensinar sobre a fidelidade nos tempos de sofrimento e adversidade, sobre liderança e sobre a soberania de Deus. Daniel é um lembrete da fidelidade de Deus, mesmo quando os homens são infiéis. Daniel mostra como Deus pode trabalhar em nossa vida, mesmo através daqueles que são descrentes e que se opõem ao povo de Deus.

A situação de Daniel, embora extrema, tem semelhanças com circunstâncias que muitos de nós enfrentamos hoje. Em muitas áreas do mundo, os Cientistas Cristãos são muitas vezes poucos e estão distantes um do outro, e isso pode parecer que estamos muito superados em número. Como Daniel, a maioria dos Cientistas Cristãos esforça-se pela excelência em seu trabalho, e a maioria faz o seu melhor para levar uma vida ética e baseada em princípios. Também como Daniel muitos, por uma razão ou outra, encontraram-se como alvos de colegas de trabalho invejosos empenhados em tirá-los do caminho. Talvez não precisemos enfrentar uma cova de leões, mas pode parecer que haja bestas ferozes prontas para nos devorar.
A Sra. Eddy ensinou que quando enfrentamos o mal, devemos lidar com o "quê", não o "quem". Então, o que é que Daniel está enfrentando? Ele enfrenta o ciúme, a inveja, a injustiça, o perigo mortal, a intriga, a perfídia, a calúnia e uma série de outros desafios que parecem colocar sua vida à mercê dos outros (B5, Daniel 6:1-26). Os inimigos de Daniel, especificamente, tentaram pegá-lo em questões relativas às suas práticas religiosas. Nós também, às vezes, podemos enfrentar esses desafios. Gostaríamos de pensar que podemos argumentar com as pessoas, mas às vezes, semelhante aos leões famintos, a razão não parece ser uma opção disponível. O que fazemos? Assim como fez Daniel, nos volvemos de todo o coração a Deus, que preserva não só a nós mesmos, mas também aos que parecem ameaçar-nos.
Nosso livro-texto nos assegura que Deus preserva a vida de todos – até dos animais (CS5, p.550). Como acabamos de mencionar, "bestas" podem significar mais do que animais. No entanto, nossa Líder literalmente incluiu animais sob o guarda-chuva da proteção do Amor divino. Se Daniel foi real e enfrentou uma cova de leões famintos, certamente estaria profundamente empenhado na oração e na busca da alma. Poderia ter-lhe parecido que os poderes enganosos do mal poderiam algemar as pessoas boas e anular a justiça. Às vezes, as leis de saúde material podem parecer ter tal poder. Se fosse verdade, seria desanimador, como o indica nosso livro-texto (CS6, p.380). Mas, a lei de Deus anula a crença material. Quando compreendemos a Ciência divina, as leis falsas se dissolvem impotentes (CS7, p.76).
Enquanto Daniel orava, ele pode ter olhado profundamente dentro de si mesmo para ter certeza de que ele era totalmente fiel a Deus. Sendo assim, ele não poderia ser punido por servir ao seu Deus. Sabemos que temos de olhar dentro de nosso coração para medir nossa própria obediência (CS8, p.496). Daniel estava seguro porque sabia que era inocente, assim como o era o rei enganado, e os animais diante dele. A malícia e o ódio não conseguiram vencer o poder do Amor (CS9, p.514).
Quando nos deparamos com inveja, malícia, engano e conluio, podemos nos lembrar dessa lição de Daniel. Deus é o único poder acima de todos, e sobre todos (CS10, p.17).

Seção 3. A verdadeira sabedoria e compreensão conduzem à Vida.
Ao refletir sobre o caráter de Daniel, podemos perceber que sua devoção não foi um ato superficial. O amor e o serviço a Deus eram inerentes à sua natureza. A sabedoria e a compreensão estão registradas em Provérbios (B6, Provérbios 3:13,17,18) como trazendo felicidade e paz, e como sendo a "árvore da vida". Albert Barnes (1798-1870) aponta que a árvore da vida está em justaposição com a árvore do conhecimento que conduz à morte. A verdadeira sabedoria é entendimento – não teorização – e, como o conhecimento de Daniel o preservou, assim também encontraremos a vida através da compreensão.
Nicodemos se dirigiu a Jesus, acobertado pela escuridão, dizendo-lhe que os que estão na instituição religiosa "sabem" que as obras de Jesus indicam que ele está com Deus, mas Jesus responde que é necessário mais do que reconhecimento. Para realmente conhecê-lo, e para ver o reino de Deus, é preciso nascer de novo (B7, João 3:1-7). Esse renascimento implica em uma profunda mudança de pensamento. Devemos compreender que não fomos nem somos nascidos na matéria. "Quem nasce de pais humanos é um ser de natureza humana; quem nasce do Espírito é um ser de natureza espiritual" (NTLH). A primeira Epístola de João também declara corajosamente: "Sabemos que o Filho de Deus já veio e nos deu entendimento para conhecermos o Deus verdadeiro. A nossa vida está unida com o Deus verdadeiro […]" (B8, 1João 5:20, NTLH).
O pastor batista escocês e contemporâneo da Sra. Eddy, Alexander MacLaren (1826-1910), escreve: "[…] saber sobre Deus é uma coisa, mas conhecer Deus é outra coisa. […] Saber sobre Deus é teologia, conhecê-Lo é religião […] Ele não nos dá uma teologia precisa, mas uma amorosa amizade "[ênfase adicionada]. Essa amizade é demonstrada através de uma vida devota.
Jesus exemplificava a vida devota e esperava que os outros seguissem seu exemplo. Ele rejeitou completamente todas as leis físicas porque sabia, sem nenhuma dúvida, que Deus é o único Criador e Legislador (CS11, p.286). Podemos trabalhar na direção desse entendimento quando percebemos que a vida material não é uma "existência real", mesmo que temporariamente. A vida material não passa de um "conceito errôneo sobre a existência" (CS12, p.286). Quando compreendermos que vivemos numa base espiritual e não material, perceberemos o que a Vida verdadeiramente é (CS13, p.322).
Eddy nos diz que, se esperamos ser bem-sucedidos na busca em nos elevar acima da mentira da vida na matéria, devemos abster-nos de pensar constantemente na existência como sendo material (CS14, p.550). Nicodemos teve de libertar-se de todo o quadro mortal de nascimento, crescimento, maturidade e decadência na matéria. Ele precisava renascer no Espírito. À medida que substituímos a crença de nascimento material, vida e possível morte, pelas verdades da Ciência Cristã, as nuvens de erro se desfarão e veremos que o homem nunca nasce na matéria e jamais morre dela (CS15, p.557).

Seção 4: Compreendendo a verdadeira adoração.
O que é preciso para conhecer Deus? O livro de Jó coloca a questão: "Você pensa que pode descobrir os segredos de Deus […]?" (B9, Jó 11:7). Deus não pode ser encontrado através de meios humanos ou através de raciocínio ou da vontade humana. Algumas teologias declaram que Deus é inescrutável. Alguns acham que um salto de fé é necessário. Mas apenas o sentido espiritual revela as realidades do existir/ser. Os homens de Atenas faziam o que podiam para demonstrar reverência aos deuses de seu tempo, incluindo aqueles desconhecidos. Paulo reconheceu seus esforços, mas ansiava que eles elevassem sua ideia de adoração ao verdadeiro conhecimento do Deus único (B10, Atos 17:22-25, 28). Como anteriormente mencionado, Deus não depende de estátuas ou templos para alcançar o homem. De fato, nada do que os homens possam fazer tem qualquer influência para Deus. É exatamente o contrário. O homem não pode fazer nada sem Deus. Deus é o Criador de todas as coisas; tudo existe, se move e tem seu existir/ser em Deus.
Eddy sentiu o mesmo que Paulo quando ele clamou aos homens de Atenas. Ela desejava que o mundo se elevasse acima da ignorância e da fé cega, para o pleno conhecimento de Deus como ensinado na Ciência Cristã. Esse entendimento garante muito mais do que uma vida feliz e potencial salvaguarda para o céu. É o verdadeiro caminho para a compreensão da Vida eterna (CS16, p.vii). A adoração externa não é o suficiente. O compromisso com Deus precisa ser tecido em nossos corações. À medida que nossa vida é corrigida e na proporção exata em que o bem prevalece sobre o mal em nossos corações, veremos progresso em nossa vida (CS18, p.167).
Os homens de Atenas tinham diversos monumentos para muitos deuses – mesmo para aqueles de quem não tinham certeza – porque estavam atacando por todos os lados no esforço de compreender tanto as origens quanto o destino final da existência. Hoje, pelo grande volume de livros de autoajuda, vídeos do YouTube e Ted Talks, está claro que as pessoas ainda estão procurando um significado mais profundo da vida. Mas em geral, ainda estão tentando encontrar respostas no pensamento baseado na matéria. A Sra. Eddy nos exorta a "inverter o rumo do nosso débil esvoaçar" e a olhar para Deus (CS19, p.262).
A busca pelo sentido das coisas também é vista nas ciências. Por que estamos aqui? Como chegamos aqui? Como eram nossos ancestrais? A arqueologia e a antropologia são temas fascinantes, mas cada vez mais a ênfase é colocada no DNA, a fim de descobrir nossas origens e nossa evolução. Na verdade, o homem se origina em Deus e nossa ascendência é espiritual (CS20, p.63). Não evoluímos através de mutações do DNA gerando diferentes espécies. O verdadeiro homem sempre foi o que sempre foi - uma ideia completa da Mente, Deus. Como lemos na citação 20 de Ciência e Saúde, "O Espírito é a fonte primordial e suprema do seu existir […]".

Seção 5: A Vida não pode ser perdida
Sempre ouvimos que a vida é frágil, que a doença, a violência, a poluição e o clima têm um efeito potencialmente mortal. Talvez a maior ameaça à vida seja a dos acidentes, o mal desconhecido que está à espreita na esquina. A expectativa do mal é anulada por uma fé plena na lei infalível de Deus. O salmista tem um registro comprovado de proteção divina. Com base nessa prova, ele tomou uma decisão ousada: "Andarei na presença do Senhor, na terra dos viventes." (B11, Salmos 116:7-9).
Em Atos, temos a história de Êutico caindo de uma janela do terceiro andar. Como interessante destaque, muitos comentaristas dizem que a razão pela qual as janelas estavam abertas, em primeiro lugar, era assegurar aos detratores que nada de desagradável estava acontecendo em reuniões cristãs – uma espécie de política de portas abertas. Por algum motivo, as janelas estavam abertas, e um jovem chamado Êutico caiu de uma janela do terceiro andar, morrendo da queda. Paulo foi até ele. Desconsiderando completamente o quadro físico de um acidente mortal, Paulo disse, "Não vos perturbeis, que a vida nele está" (B12, Atos 20:7-12). Paulo nunca aceitou a possibilidade de um acidente. Sem dúvida, esta forte posição permitiu que Paulo realizasse a cura.
Aceitar a "inevitabilidade", ou mesmo a possibilidade de acidentes abre a porta para problemas. Ciência e Saúde nos diz que as crenças que entretemos são manifestadas em nossa experiência (CS21, p.402). No entanto, para superar a crença de que os acidentes possam destruir a vida, a Sra. Eddy permanece com sua premissa básica de que a Vida é Deus. Ela argumenta que se a Vida fosse dependente da matéria, significaria que Deus era dependente da matéria, e isso tornaria Deus mortal – uma impossibilidade evidente em si mesma (CS22, p.543). A matéria não tem nada a ver com a Vida, e “Aquilo que é denominado matéria é desconhecido para o Espírito,” (CS23, p.469).
Da mesma forma, nossa Líder está certa de que Deus não tem nada a ver com acidentes (CS24, p.424). Ele não os conhece, não os permite, nem os planeja. Simplesmente não pode haver acidentes sob a direção de Deus. Mesmo que um acidente pareça ser real, não há “nenhum desvio da harmonia nem retorno à harmonia" no reino de Deus (CS25, p.470). Como dissemos, a Sra. Eddy mantém sua premissa. "A Vida é eterna" (CS26, p.246). Isso é tudo que há para ela. Esta convicção inabalável permitiu-lhe curar todos os tipos de doença, incluindo aqueles que pareciam fatais. Ela chega a dizer que é um pecado acreditar que qualquer coisa possa dominar Deus. Ela sugere que perceber o controle de Deus sobre a crença de acidente é um trampolim para a capacidade de curar a doença (CS27, p.428). Então, vamos ter certeza de não pensar que qualquer forma de mal tenha poder. Deus é Todo e o único Poder. Isso nos protege de todo perigo.

Seção 6: Jesus nos mostra o caminho.
As teorias humanas vêm e vão, mas a lei da Vida como demonstrada por Cristo Jesus nunca muda ou vacila (B13, Hebreus 13:8). Jesus claramente declarou que seus ensinamentos e exemplos são a única maneira de entender a Vida eterna (B14, João 14:6). Sua missão era nos mostrar o que é a vida real. Nada pode destruir a vida do homem porque Deus é nossa Vida (B15, João 10:10). É muito simples! Nenhuma outra figura na história ofereceu um caminho para a compreensão da vida eterna como o fez Jesus. Outros podem ter falado sobre uma vida após a morte ou algum tipo de iluminação. Mas Cristo Jesus, não só nos ensinou como chegar lá, ele provou isso ressuscitando os mortos e vencendo sua própria morte (B16, João 17:3).
Os ensinamentos de Jesus não eram um produto de suas descobertas pessoais. Eles são a evidência do Cristo que ele encarnou (CS28, p. 288). O cristianismo que Jesus ensinou não foi um pensamento ilusório sobre um paraíso teórico. Era um caminho sólido para realmente perceber a Vida eterna. Jesus ensinou que Deus é a nossa Vida (CS29, p. 410). A Sra. Eddy percebeu que compreender esse ensinamento nos dá o poder de superar qualquer crença material contrária à lei de Deus (CS30, p. 428).
Tudo ao nosso redor nos mostra que há desafios à vida. Mas se permitimos que o verdadeiro entendimento da Vida eterna nos informe e substitua o medo e a dúvida que atendem às crenças mortais, podemos superar esses desafios (CS31, p.495). Como mencionamos antes, a existência material é uma crença – não um estado de existência. Não é mais do que um sonho. Esse sonho é "inteiramente separado da realidade" (CS32, p. 14). A crença material é um sistema fechado. É uma mentira contando uma mentira a si mesma, e que acredita em sua própria mentira. A Vida não é material. Deus é a nossa Vida e, na proporção em que entendemos isso, e permitimos que a verdade seja aceita em nossos corações, deixando-a guiar nossos pensamentos e ações, nossa sede pela realidade – pelo Deus vivo – é extinguida e demonstramos nosso "domínio sobre toda a terra".
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Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S. Glen Ellyn, Illinois (Bartlett) craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683.
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini..
Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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