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Confiem no Amor como vosso Pastor: sempre à mão; suprindo necessidades; unindo, confortando, governando! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O Amor.

Christie Hanzlik, C.S., Boulder, CO
Posted Monday, January 23rd, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

[Confiem no Amor como vosso Pastor: sempre à mão; suprindo necessidades; unindo, confortando, governando!]


23 a 29 de janeiro de 2017.
O Amor
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Texto Áureo: “Deus é amor” (I João 4:16).
A maioria de nós não se aproximaria de uma pessoa estranha na rua e lhe diria: “Eu te amo!”, porque usar essa frase poderia fazer alguém que não conhecemos sentir-se um tanto embaraçado. Este simples exemplo é um modo de mostrar como a palavra “amor” tem força. Nós não ficamos jogando a palavra “amor” para as pessoas ao léu, pois ela tem um significado profundo.
Ao pensarmos na força da palavra “amor” quando lemos “Deus é o Amor” podemos começar a compreender que Amor, com “A” maiúsculo, tem poder divino e eterno e ilimitado. Mas que tipo de poder tem o Amor Divino?
Um modo de compreender a Lição desta semana sobre “O Amor” que inicia com o Texto Áureo, “Deus é amor”, é que ela explora várias facetas do poder do Amor.
– O Amor é onipresente. (Seção 1)
– O Amor provê sustento a toda necessidade. (Seção 2)
– O Amor une. (Seção 3)
– O Amor expulsa o medo. (Seção 4)
– O Amor governa e guia. (Seção 5)
Notem que essas facetas do poder do Amor são necessariamente qualidades de um bom pastor. Um bom pastor está sempre presente, atende a todas as necessidades das ovelhas, une o rebanho, faz o rebanho sentir-se seguro e, certamente, o governa. O poder do Amor, tal como aquele que cuida do rebanho, é ao mesmo tempo forte e terno. O pastor tem de ser suficientemente forte para proteger seu rebanho, enquanto é suficientemente terno para remover os cardos da lã das ovelhas.
Talvez o papel mais importante do pastor seja “expulsar o medo”. As ovelhas precisam sentir-se seguras. E nenhum modo de pensar ovino (ou pensar humano) é capaz de parar o medo. Só “o perfeito Amor lança fora o medo” (B4, 1João 4:16; CS3, p.410). O poder do Amor para expulsar o medo é destacado na Seção 4 desta lição, embora seja também um tema que ecoa por toda a Lição. Talvez você queira sublinhar ou anotar cada referência a respeito do Amor expulsar o medo; quantas referências vocês serão capazes de encontrar?
Às vezes, quando oro para vencer o medo, penso que o medo é uma falsa evidência parecendo real ou um esquecimento de tudo o que é realidade. Mas após a leitura da lição desta semana, vou tentar algo como:
O Amor onipresente faz o medo:
Minguar
Evaporar, excluir, expurgar
Desaparecer, destruir, desfazer
Obliterar,
Em cada seção da lição, vamos reparar como o Amor, o Pastor, é capaz de minguar, expurgar, desfazer e obliterar o medo.

Leitura Alternada: Gratidão ao nosso Pastor – (Salmos 92:1-4; 118:1,5,6,14,1617; 69:16).
A Leitura Alternada dá o tom de nossa lição com um Salmo que lembra o louvor que uma ovelha poderia dedicar a seu pastor. É como se as ovelhas dissessem: “Obrigado Pastor, por “tua misericórdia” de manhã, e “durante as noites a tua fidelidade”. Tu me “alegraste com teus feitos”. A ovelha diz: “em meio à tribulação, invoquei o Senhor, e o Senhor me ouviu e me livrou da angústia” (NTLH). As ovelhas são confortadas e louvam o Pastor porque sabem: “O [Pastor] está comigo; não temerei”. Por fim, as ovelhas são gratas ao Pastor por suas “[ternas] misericórdias” — porque o Pastor é forte e poderoso, mas gentil e generoso com cada uma de suas necessidades.

Seção 1: O Pastor está sempre presente.
O poder do Amor alcança todos os cantos do universo e também está presente aqui conosco. Os bons pastores estão sempre presentes quando as ovelhas precisam. E o Pastor Divino, o Amor, é onipresente, sempre presente, a todo o momento e em todo o lugar. O Amor é onipresente, portanto, não podemos ir além e nem estarmos fora dos cuidados do Amor. Aqui estão alguns exemplos da onipresença do Pastor Divino/o Amor destacados nesta seção:
“[…] Ocultar-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? - diz o Senhor” (B2, Jeremias 23:23,24).
“[…] o Senhor, teu Deus, é contigo por onde quer que andares” (B3, Josué 1:9).
“[…] aquele que permanece no Amor permanece em Deus, e Deus, nele” (B4, 1João 4:16).
“‘Deus é Amor’ […] mais longe não podemos ir” (CS1, p. 6).
“[…] tudo o que realmente existe está em Deus, é de Deus, e manifesta o Seu amor" (CS4, p.340).
"A profundidade, a largura, a altura, a força, a majestade e a glória do Amor infinito enchem todo o espaço. Isso é suficiente!" (CS5, p.520).
A primeira seção também enfatiza nosso medo, repetindo a ideia tanto na Bíblia quanto em Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras. “No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo” (B4, 1João 4:18; CS3, p.410). A onipresença do Pastor Divino significa que não há lugar em que possa existir medo. O Amor onipresente faz o medo mirrar, evaporar, destruir-se, e deixar de operar.

Seção 2: O Pastor satisfaz a toda a necessidade.
A segunda seção explica que o Amor divino, o Pastor, satisfaz a toda a necessidade. Na Bíblia, lemos que podemos “fartar[-nos] da abundância”, “beber na torrente das delícias” de Deus (B5, Salmos 36:7,8). E aprendemos na parábola dos corvos e dos lírios de Jesus que o nosso “Pai se agradou em dar-[nos] o seu reino” (B7, Lucas 12:22-32; CS10, p.442). E podemos “orar a [nosso] Pai, que está em secreto, e [nosso Pai], que vê em secreto [nos] recompensará” (B8, Mateus 6:6). O Pastor é o Pai onisciente, que cuida de toda a nossa necessidade.
Podemos ter a confiança de que o nosso Pastor nos mantêm fartamente abundantes e que nos dá de beber das torrentes de Suas delícias (B5 Salmos 36:7,8). Nos trechos correlativos de Ciência e Saúde, lemos que o Amor supre todo o bem (CS6, p.2; CS7, p.256; CS8, p.530; CS9, p.494; CS10, p.442). Esta ideia é afirmada sucintamente na frase bem conhecida: “O Amor divino sempre satisfez e sempre satisfará a toda a necessidade humana” (CS9, p.494). Colocando um Pastor de ovelhas no contexto, esta ideia corresponde diretamente a outro versículo conhecido: “[O Amor divino] é o meu pastor: nada me faltará” (CS29, p. 578).
O Amor supre toda a necessidade. O Amor provê. O Amor é um super Pastor.

Seção 3: O Pastor unifica.
A terceira seção destaca o poder do Pastor de nos unir. Unidade e amor fraterno não são conceitos do “complexo de Poliana”. Unidade é o estado legítimo dos filhos do Amor. A unidade é o oposto da polaridade ou da separação por forças opostas ou tendências contraditórias. A unidade confere uniformidade a partir de uma única força. A palavra "política" refere-se à polaridade, com a crença geralmente aceita de que várias forças políticas causam desunião. Mas, e se virmos a política global e nacional sob um “guarda-chuva” unificador do Amor? Não há forças múltiplas. Há uma Força criadora, que governa e conforta a tudo e a todos. Imagine a população do mundo inteiro como um rebanho gigante governado por um Pastor que une a todos nós como "irmãos" como "uma só família humana" (CS13, p.469).
A seção 3 abre com uma pergunta retórica sobre a unidade: "Não é verdade que todos temos o mesmo Pai? Não fomos todos criados pelo mesmo Deus?" (B9, Malaquias 2:10). Esta questão é, naturalmente, respondida positivamente no restante da seção. Por exemplo, a parábola do bom samaritano para nos inspirar com um renovado apreço pela bondade e a unidade fraternal. Jesus usa estrategicamente um samaritano na parábola como aquele que mostra bondade e compaixão, uma vez que os samaritanos não eram conhecidos por sua bondade. Assim, Jesus mostra que é possível para cada um de nós sermos compassivos, mesmo quando possa parecer difícil (B12, Lucas 10:25-37). E, para mostrar que o amor e a unidade fraternal são mais do que mera sugestão, o livro de Tiago declara: "Se vocês obedecerem à lei do Reino, estarão fazendo o que devem, pois nas Escrituras Sagradas está escrito: ‘Ame os outros como você ama a você mesmo’" (B13, Tiago 2:8, NTLH).
As citações no livro Ciência e Saúde elucidam ainda mais o conceito de unidade, descrevendo a universalidade do poder do Amor - "O Amor universal é o caminho divino na Ciência Cristã" (CS11, p.266). Somos lembrados novamente da necessidade de "amar o [nosso] próximo como a [nós] mesmo[s]” e do fato de que um Deus, uma Força, um Pai, uma Mente governa a todos nós (CS12, p.467).
Eis um excelente tratamento para os conflitos políticos de todos os tipos; esta é uma oração que une todo o rebanho: "Com um único Pai, isto é, Deus, toda a família humana consistiria de irmãos; e com uma Mente única, sendo esta Deus, o bem, a fraternidade dos homens consistiria do Amor e da Verdade, e teria unidade de Princípio e poder espiritual que constituem a Ciência divina" (CS13, p.469).
Nós, as ovelhas, podemos ser gratos pelo poder do "carinho e do amor do Pai querido", para guiar os "ricos em espírito" a "ajudar os pobres em uma grande fraternidade, na qual todos têm o mesmo Princípio, o mesmo Pai" (CS15, p.365 e CS14, p.55). Em outras palavras, como ovelhas boas, podemos seguir o Pastor em unidade como um rebanho perfeito.

Seção 4: O Pastor lança fora o medo.
As seções anteriores mostraram que o Amor Divino, o Pastor, está sempre presente, atende a todas as necessidades e traz a união. A quarta seção destaca o poder do Pastor em expulsar o medo. A citação de abertura nesta seção é "não tenha medo" (B14, Sofonias 3:16). Mas como podemos superar o medo quando uma questão parece esmagadora ou quando a vida parece assustadora? A resposta é que de fato não podemos. Não podemos superar o medo por nós mesmos. Somente o Amor divino remove o medo. É o poder do Amor que mina, extermina, dissipa e oblitera o medo. As ovelhas não são responsáveis ​​por se consolarem; o Pastor acalma-as e remove-lhes o medo.
A cura acontece quando o medo é removido. Quando Jairo chegou a Jesus em busca de cura, as primeiras palavras de Jesus foram "Não tenha medo". Mais tarde, quando Jesus entrou no quarto onde estava a filha de Jairo, disse a todos: "Não chorem, a menina não morreu; ela está dormindo." Aqueles que estavam na sala com Jesus riram dele, mas ele "colocou todos para fora." Sua ação de "colocá-los todos para fora" é simbólica no sentido de nossa necessidade de expulsar, lançar fora todos os pensamentos e influências que nos fazem ter medo. Foi a compreensão clara de Jesus sobre o Cristo, a consciência da presença do Amor, que permitiu que mantivesse a calma e estivesse sem medo, enquanto testemunhava a cura da filha de Jairo. Cristo, e não uma pessoa, removeu o medo. Do mesmo modo, podemos rejeitar pensamentos temerosos e voltar-nos ao Cristo – a nossa consciência da presença do Amor - para testemunharmos o poder do Amor para minguar, expulsar, dissolver e obliterar o medo, curando assim a doença, o pecado e a morte.
Não foi um toque mágico, místico ou milagroso de Jesus que curou a filha de Jairo, mas sim a autoridade do Amor Divino em remover o medo da morte, o medo de um começo e de um fim da vida. Dessa forma, Jesus compreendeu a autoridade do Amor Divino, a qual ele foi capaz de vivenciar para aplicar consistentemente. Nas palavras de Mary Baker Eddy: “A Verdade, a Vida e o Amor divinos deram a Jesus autoridade sobre o pecado, a doença e a morte. Sua missão foi revelar a Ciência do existir celestial, provar o que Deus é, e o que Ele faz pelo homem" (CS17, p. 26).
O exemplo de Jesus ao reconhecer o poder do Pastor para expulsar o medo é o mesmo que aprendemos a praticar na Ciência Cristã. Livrar-se do medo é o nosso ponto de partida para a cura:
“A prática científica cristã começa com a nota tônica da harmonia apresentada por Cristo: “Não temais!” (CS18, p.410).
“Sempre começa teu tratamento acalmando o medo dos pacientes. Assegura-lhes, silenciosamente, que não estão sujeitos a doenças e perigos. Observa o resultado dessa regra simples da Ciência Cristã e verás que ela alivia os sintomas de toda a doença. Se consegues eliminar inteiramente o medo, teu paciente é curado” (CS19, p.411).
Aqui novamente, não é nosso poder humano ou a elegância mental que remove o medo. Somente o Amor divino remove o medo. Para "aliviar o medo dos pacientes", é preciso reconhecer o poder do Amor de expulsar o medo. Podemos perceber a presença de Cristo - nossa consciência da presença do Amor - e testemunhar a Lei de que "O poder da Ciência Cristã e do Amor divino é onipotente" (CS20, p.412).
Quando oramos, talvez nos sintamos às vezes perdidos em argumentos mentais. Mas, nesses momentos, podemos nos lembrar de voltar (de nos arrepender) em direção à simples verdade de que o Amor está presente, ao nosso redor. Nosso Pastor está sempre presente. O Amor divino, não o raciocínio humano, é o verdadeiro poder por trás da cura. Nossa consciência da presença do Amor, a presença do Pastor, é o que cura. Cristo é a nossa consciência da presença do Amor. Assim, cada vez que testemunhamos a cura, estamos reconhecendo o Cristo, assim como Jairo também o fez. Não é o raciocínio humano, mas o voltar-se para Cristo, a consciência da presença do Amor, que cura.
Mary Baker Eddy afirma: "Se o Cientista alcança o paciente por meio do Amor divino, o trabalho de cura se realiza em uma só visita; e a doença desaparece, voltando ao seu nada original, como desaparece o orvalho sob o sol da manhã” (CS22, p. 365). Então, como amamos verdadeiramente um paciente? Nós amamos ainda mais um paciente à medida que: "Mentalmente insist[imos] em afirmar que a harmonia é a realidade e que a doença é um sonho temporal. Dá-te conta da presença da saúde e do fato de que o existir é harmonioso, até que o corpo corresponda às condições normais de saúde e harmonia" (CS20, p.412).
Podemos saber que, ao reconhecermos que "a harmonia é o fato" por causa da onipresença do Cristo-Amor, seremos testemunhas da cura, da expulsão do medo.
O raciocínio humano pode nos ajudar a tornar-nos mais receptivos ao reconhecimento da presença de Cristo-Amor, mas não é o raciocínio humano que cura. A cura provém do nosso reconhecimento da e confiança na infinita presença constante do Amor Divino que lança fora o medo. Podemos confiar em nosso Pastor para expulsar o medo.

Seção 5: O Pastor governa e lidera o caminho.
Até agora, vimos como o Pastor é onipresente, atende a todas as nossas necessidades, nos une e elimina o medo. E agora, esta seção nos mostra que o Divino Pastor governa absolutamente. "O Amor está entronizado" (CS27, p.454). Temos apenas uma Lei e um Legislador que regem o nosso bom rebanho, que inclui todas as ideias do Amor. A governança unificadora do Amor, como a governança de um rebanho de ovelhas, ajuda-nos numa época em que as pessoas podem parecer particularmente alarmadas com a política. Não estamos divididos, mas reunidos sob um único e infinito Pastor. O Divino Pastor é o único governo. Sempre houve, existe agora, e sempre haverá um bom Pastor onipotente, governando e guiando e protegendo a todos nós.
Como exemplo de Lei Divina que substitui a lei limitada / material, esta seção inclui a história de Jesus caminhando sobre a água. Segundo as leis limitadas da gravidade e o modo de como a água funciona, Jesus deveria ter submergido na água, mas em vez disso, ele caminhou diretamente sobre ela. Sua compreensão da Lei Divina permitiu-lhe desafiar as limitações da lei física. E, nos gestos mais amorosos, demonstrou para seus discípulos que a Lei Divina também os governa. Pedro, seguindo o exemplo de Jesus, começou a caminhar sobre a água, mas foi rapidamente superado pelo "vento turbulento" - os pensamentos sugestivos de que o Amor não estava no controle. Mas Pedro ainda estava a salvo. "Imediatamente", Cristo Jesus o apanhou e lembrou-lhe de que precisava confiar e ter fé. Não é interessante que Pedro nunca esteve em perigo? Ele nunca esteve, nem por um momento, fora do cuidado de Cristo-Amor. Jesus imediatamente apanhou Pedro, mesmo que Jesus precisasse mover-se rapidamente a alguma distância para alcançar seu discípulo, demonstrando assim outra Lei Divina - a presença constante do cuidado do Amor (B18, Mateus 14: 22, 25-32).
Conquanto a lei física limite nossa capacidade, "com Deus todas as coisas são possíveis" (B19, Mateus 19:26). Jesus demonstrou a verdade de que todas as coisas são possíveis a Deus. Ele superou as leis físicas porque "Ele sabia que o Princípio divino, o Amor, cria e governa tudo o que é real" (CS23, p.286 ).
Em vez de nos concentrarmos no momento em que Pedro perde o equilíbrio, podemos reconhecer a presença imediata de Cristo para apanhá-lo e mantê-lo ereto. Pedro, a rocha, não afundou. (Haha-isto é para ser engraçado!) Pedro estava sempre seguro, nunca em perigo. Do mesmo modo, à medida que avançamos, não precisamos temer. Nunca estamos fazendo o trabalho pesado. É sempre o Cristo, nossa consciência da presença constante do Amor, que é o nosso governo e proteção, e nossa balsa da vida.
Nós, como Pedro, podemos seguir os passos da Verdade e do Amor e seguir o exemplo de nosso Mestre. Não precisamos temer em cair na água metafórica porque, mesmo se o fizéssemos, o Cristo - a presença do Amor Divino - está "imediatamente" presente para nos pegar. A garantia do conforto constante de Cristo nos dá confiança para reprimir as forças. Nas palavras de Mary Baker Eddy: "Caminhamos nos passos da Verdade e do Amor quando seguimos o exemplo do nosso Mestre na compreensão da metafísica divina" (CS24, p.192). Com esta confiança cristã, “[n]enhuma hipótese quanto à existência de outro poder deveria interpor alguma dúvida ou temor e assim estorvar a demonstração da Ciência Cristã” (CS25, p.445). Não há lugar para dúvida. A confiança de Cristo que nos sustenta e nos apanha é a mão que "mantém o pensamento humano em linha com o amor despojado de ego", e assim "recebe diretamente o poder divino" (CS24, p.192). Essa confiança de Cristo é o que o Pastor dá a nós, Seu rebanho.
No capítulo sobre Ensino da Ciência Cristã, Mary Baker Eddy explica que devemos seguir o exemplo do Mestre, Cristo Jesus, enquanto estamos ajudando os outros a aprender sobre o conforto de Cristo. Ela aconselha aqueles que compartilham a Ciência do Cristo com os outros a fazer como Jesus: "Com tua terna solicitude e conselho, apoia todos os seus passos incipientes, até que teus alunos andem com firmeza no caminho reto e estreito” (CS27, p.454). Podemos confiar que aqueles que estão aprendendo sobre o caminho do Amor, serão consolados e governados pelo Amor. E, quando ouvimos o nosso Pastor e seguimos o caminho do Amor, outros verão o nosso exemplo, assim como Pedro viu o exemplo de Jesus e sentiu o conforto de Cristo quando precisou dele. Mas não somos o Pastor que governa o pensamento dos outros. Nós somos cada um o rebanho do bom Pastor. O Amor governa todo o nosso progresso porque, "O Amor inspira, ilumina, designa o caminho e nele nos guia" (CS27, p.454).
Essa seção me lembra do Hino “Mostra Pastor como andar”; (Hino 304)
Mostra Pastor como andar
Sobre a escarpa além,
Teu rebanho pastorear, e cuidá-lo bem.
Tua voz escutarei, para não errar,
Pela senda rude irei, sempre a cantar.

Podemos seguir o Pastor pela “senda rude”, porque sabemos que o Pastor está sempre presente para nos apanhar e confortar quando precisamos dEle.

Seção 6: O Amor Divino é nosso Pastor.
Esta lição explica que o poder do Amor é como o poder de um pastor perfeito - sempre presente, atendendo a cada necessidade, unindo, governando e nos conduzindo a cada passo do caminho. A seção 6 conclui estas ideias com o lembrete de "não ter medo" (B20, Isaias 40: 9,11). Estamos confortados pela verdade de que "Como pastor, apascentará o seu rebanho; entre os seus braços recolherá os cordeirinhos e os levará no seio; as que amamentam ele guiará mansamente” (B20,Isaias 40: 9,11).
Quando lemos que Deus / o Amor é "como um pastor", podemos expandir isso para significar que Deus / o Amor está sempre presente, satisfaz a todas as necessidades, une, governa e nos guia a cada passo do caminho.
Depois de ler essa lição detalhando as maneiras em que o Amor é o nosso Pastor, não é de estranhar que o final é o Salmo 23. Eu acho útil ver que as qualidades do bom Pastor descritas tão bem nessa Lição Bíblica também são descritas neste Salmo, que tem confortado milhões de pessoas ao longo de milhares de anos:
“SALMO 23
[ O AMOR DIVINO] é o meu pastor: nada me faltará.
[ O AMOR] me faz repousar em pastos verdejantes. [ O AMOR] leva-me para junto das águas de descanso;
[ O AMOR] revigora-me* a alma [o senso espiritual]. [ O AMOR] guia-me pelas veredas da retidão* por amor do Seu nome.
Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque [ O AMOR] está comigo: o bordão [ DO AMOR] e o cajado [ DO AMOR] me confortam*.
[ O AMOR] prepara-me uma mesa na presença dos meus adversários, [ O AMOR] unge-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda.
Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa [a consciência] do [ AMOR] para todo o sempre”. (CS, p.577:32–18).

_________________
Este estudo metafísico foi preparado por Christie C. Hanzlik, CS, Boulder, Colorado, EUA,
720.331.9356 ccern@mac.com
.
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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