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Adorai na “beleza da santidade” interna e externa! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O Sacramento.

Rick Stewart, C.S., Dresden, Germany
Posted Monday, January 2nd, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
[Adorai na “beleza da santidade” interna e externa!]
2 a 8 de janeiro de 2017.

O SACRAMENTO
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Durante a última semana, estive pesquisando na internet o termo Sacramento. Eu buscava uma compreensão mais profunda do significado deste termo e de sua origem, principalmente porque o termo não aparecia na Bíblia. O que li foi interessante e certamente me propiciou uma perspectiva da visão geral do sacramento em várias igrejas cristãs.
Em Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, Mary Baker Eddy escreve: “Na Roma antiga exigia-se que o soldado prestasse juramento de fidelidade a seu general. A palavra latina para esse juramento era sacramentum, e a nossa palavra sacramento dela deriva” (CeS, p.32). Ela explora esse tópico nas páginas 32 a 35 em Ciência e Saúde, sendo que alguns trechos delas estão incluídos em diversas seções da lição da semana.
Historicamente, a palavra “sacramento” desenvolveu-se a partir da palavra grega ‘mysterion’ e da palavra latina ‘sacramentum’. ‘Mysterion’ significa ‘algo escondido ou secreto,’ como a palavra ‘mistério’. A referência aos “sacramentos” não estava presente na igreja cristã primitiva; a questão foi se desenvolvendo. Em Atos dos Apóstolos, lemos sobre batismo e repartir o pão (ver Atos 2:38,41,42). Esses eventos eram simplesmente denominados por seus nomes. Então, parece que no terceiro século a palavra ‘mysterion’ apareceu. Nessa época, os pagãos usavam o termo mysterion para descrever ritos de iniciação, e parece que começou também a ser usado para descrever ritos cristãos. Um teólogo cristão do terceiro século, Tertuliano, começou a usar um termo latino, a palavra sacramentum, para descrever essas cerimônias, talvez para diferenciar de qualquer confusão com os ritos pagãos. Embora o termo incialmente descrevesse a iniciação de um soldado romano e promessa de fidelidade, com o tempo, o termo começou a ser associado com ritos realizados nas igrejas cristãs!
Aos católicos diz-se que um sacramento é: “Um sinal externo e visível de uma graça interna e invisível.” Esta frase remonta a Sto. Agostinho em Hippo, Norte da África, que viveu de 354 a 430. Mas há diversos “sinais externos e visíveis” de “graça interna e invisível” que não são sacramentos, como por exemplo, a bênção no final de um serviço religioso. Os debates a respeito de quais cerimônias seriam consideradas sacramentos foram estabelecidos na igreja Católica Romana no Concilio de Trento entre 1545 e 1563. A igreja católica estabeleceu: batismo, confirmação, penitência, eucaristia, ungir os doentes, santas ordens e matrimônio. Nas igrejas ortodoxas orientais há ainda mais. Após a Reforma Protestante, que iniciou em 1517, a igreja protestante estabeleceu dois sacramentos: o batismo e a eucaristia.
Como vemos, nem a Bíblia nem Cristo Jesus fazem alguma referência ao Sacramento ou a sacramentos. Depois de mergulhar na Lição Bíblica da Ciência Cristã desta semana, você terá garantida uma compreensão espiritual mais profunda do que significa o termo em nossa prática dos ensinamentos de Cristo Jesus. Quando o Primeiro Leitor convida os que desejam a ajoelhar-se em oração silenciosa e unir-se em repetição audível da Oração do Senhor, você terá uma compreensão mais sólida do que estará fazendo nesse momento.
Se você quer saber o que significa “Sacramento” na Ciência Cristã, mergulhe nesta Lição Bíblica e você terá uma visão muito boa, um sólido fundamento, uma compreensão espiritual que definitivamente se expressará em amável e poderosa manifestação exterior!
O Texto Áureo (2 Cor. 13:13) vem da segunda epístola de Paulo à igreja cristã na cidade de Corinto; um centro romano fervilhante com portos em dois diferentes mares ou baías, no que hoje é a Grécia. A igreja que Paulo ajudou a fundar era composta principalmente de gentios gregos. De modo que muitos deles vinham ao evangelho que Paulo pregava a partir de uma origem não judaica, mas do que poderíamos chamar de origem pagã. Estima-se que a igreja tivesse umas 90 a 120 pessoas. Em uma cidade de 90.000 habitantes, pode parecer pequena, mas sua influência ao longo dos séculos foi tremenda.
Essa carta aos Coríntios precedia a Terceira visita de Paulo a eles. Uma boa parte do capítulo 13, Paulo usa para realmente sacudir a igreja. Parece que ele queria que sua mensagem corretiva de alerta chegasse a eles antes de sua visita. Embora Paulo tenha sido severo na sua epístola ele encerra com uma bênção e garantia, que é nosso.
Texto Áureo (2Coríntios 13:13): “A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós.”
Na versão de A Mensagem: “A maravilhosa graça do Senhor, Jesus Cristo, o grande amor de Deus e a amizade profunda do Espírito Santo sejam com todos vocês."
Quando relacionamos o TA com a Leitura Alternada (LA), encontramos passagens do apóstolo Paulo e do profeta Isaías. Paulo lembra os Coríntios (e também a nós) de que todos foram abençoados pelas maravilhas que ocorreram quando os israelitas peregrinaram rumo à Terra Prometida. Ele transpõe o lapso de tempo entre o Antigo e o Novo Testamento referindo-se a Cristo como estando presente quando a água brotou da rocha. 1 Coríntios 10:4: “pois todos bebiam de uma pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo.” E então, o profeta Isaías fala de um jejum que é Deus em ação, soltar as ligaduras da impiedade, desafazer as ataduras da servidão, deixar livres os oprimidos, despedaçar todo jugo, alimentar os famintos e recolher em casa os pobres!
Enquanto lia, percebi quantas vezes somos tentados a orar ao Cristo para que nos sirva ou faça algo por nós – um novo lar, um emprego, uma companhia, saúde, etc, – quando, de fato, deveríamos ser inspirados pelo Cristo atuante em nós a agir em unidade com o Cristo. Esse é o significado do sacramento que aprendemos nesta Lição, a presença do Cristo em nossas vidas que é então manifestado externamente.
Um bom exemplo de cada elemento da LA vem de um amigo em Hamburgo, GE. Primeiro ele me contou de um hóspede que ele e a mulher acolheram por quatro dias na época de Natal. O homem era um sem teto e por quatro dias teve bastante o que comer e teve suas roupas lavadas. Ao mesmo tempo, hospedavam um homem sudanês que estava aprendendo inglês com a esposa de meu amigo. Como colaboração, o sudanês ficou feliz em preparar uma refeição especial para meu amigo e a esposa. A graça do Cristo certamente manifestou-se visivelmente em sua vidas!

Seção 1: Fast food para a paz interior. Os Filhos de Israel comendo pelo caminho.
A seção 1 começa com “a beleza da sua santidade”, uma linda expressão dos Salmos que é, para mim, uma doce evidência da graça. “Adorai o Senhor na beleza da sua santidade” (B1, Salmo 96:1,9).
Lembrar-se de tudo o que Deus fez por nós não é uma grande forma de adoração? Da mesma forma como foi pedido aos Filhos de Israel que se lembrassem do que o Senhor fez por todos eles quando foram salvos da escravidão do Egito.
“O SENHOR Deus falou com Moisés e Arão no Egito. Ele disse: Diga a todo o povo israelita o seguinte: no dia dez deste mês cada pai de família escolherá um carneirinho ou um cabrito para a sua família, isto é, um animal para cada casa. Nessa noite a carne deverá ser assada na brasa e comida com pães sem fermento e com ervas amargas. Já vestidos, calçados e segurando o bastão, comam depressa o animal. Esta é a Páscoa de Deus, o SENHOR. Comemorem esse dia como festa religiosa” (B2, Êxodo 12:1-14).
O banquete pascal dos judeus é observado como uma lembrança da salvação no Egito quando os Filhos de Israel foram poupados. O pão era preparado sem fermento, assim, eles não precisavam esperar que crescesse e o cordeiro que eles comiam era cozido rapidamente no fogo. Eles deveriam comer, já vestidos, e estar prontos para sair pela porta. E eles comiam apressados.
Esse é definitivamente um caso em que a “fast food” e “ir comendo no caminho” são considerados louváveis e salvadores.
Esta celebração da lembrança e da salvação é ainda mais explorada no restante das citações, à medida que nos encaminhamos para a celebração e prática cristãs. Em Ciência e Saúde, lemos sobre como esta celebração dos Filhos de Israel leva à lembrança do que Cristo Jesus enfrentou, enquanto nos tirava do cativeiro e nos guiava para a liberdade da graça de Deus.
“Quando vos aproximardes cada vez mais desse Princípio divino, quando comerdes o corpo divino desse Princípio — participando assim da natureza, ou seja, dos elementos fundamentais da Verdade e do Amor — não vos surpreendais nem fiqueis descontentes por terdes de beber do cálice de cicuta e comer as ervas amargas; pois foi assim que os israelitas de outrora prefiguraram, na ceia pascal, essa arriscada passagem da escravidão para o Eldorado da fé e da esperança” (CS p.559).
Por acaso a verdadeira adoração não nos faz geralmente lembrar da “beleza da santidade” que se manifesta naquilo que Deus fez por todos os seus filhos?
O estudioso bíblico Cobbey Crisler nos traz estas percepções sobre a citação B4: João 4:23 “Vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores.” Considere a definição de adoração. A “verdadeira adoração” é espiritual, não é estrutural, geográfica, nem ritualística. Por quê? Porque só podemos adorar Deus de forma adequada ao participarmos da própria natureza de Deus. João, o discípulo amado de B. Cobbey Crisler.

Seção 2: João Batista prepara-se para receber a mensagem do Cristo.
A pessoa que hoje conhecemos como João Batista era primo de Jesus. Ele nasceu apenas alguns meses antes. E João tinha um ministério público que atraía muitas pessoas à medida que ele pregava o arrependimento e o batismo. Quando lhe perguntavam se ele seria o Cristo, ele humildemente reconhecia que não; ele estava apenas preparando o pensamento para receber aquele que viria até ele.
“João Batista profetizou a vinda do imaculado Jesus, e João viu, em sua época, que a ideia espiritual era o Messias que batizaria com o Espírito Santo — isto é, com a Ciência divina” (CS7, p.561).
Poderíamos dizer que João percebeu a importância de preparar o pensamento para receber o Cristo. E que essa era a missão que ele aceitou: convocar a todos aqueles que estivessem dispostos a se arrepender a mudarem o pensamento para o pensamento aberto da pureza do Cristo.
As observações de Cobbey Crisler a seguir mostram-nos como João buscava purificar e preparar o pensamento para receber o Cristo salvador, o Messias.
“Em Lucas 3, versículo 8, ele (Lucas) disse que algo estava faltando: frutos, “frutos dignos de arrependimento”. ​ No original grego, a palavra “arrependimento” significa “mudar o conceito”. Observe que os frutos são o resultado deste estado mental modificado. Tudo o que precisamos é um estado mental modificado e frutos, os resultados são consequência.
“Um dos elementos chaves do judaísmo era a reverência dada à descendência de Abraão, como se a genealogia fosse a chave para a salvação. João Batista vendo isso diz: “não comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos afirmo que destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão.” E, olhando diretamente para os fariseus, ele diz: (versículo 9) “já está posto o machado à raiz das árvores”. Vocês sabem que o próximo passo é: “Toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada.” Essa é a mensagem de João Batista às religiões que não são práticas. O machado já está ali. Ao mencionar a raiz, ele tinha em mente também a definição de raízes biológicas que os judeus tinham ao traçar sua linhagem como descendentes de Abraão. Essa não é a base para a salvação.
“Versículo 10, as multidões o interrogavam, dizendo: Que haveremos, pois, de fazer? 11 há um conselho bem interessante que João Batista dá: Quem tiver duas túnicas, reparta; E quem tiver comida a mais, esteja também disposto a sentir compaixão pelo seu próximo e compartilhe sua abundância. 12 Os publicanos perguntaram-lhe: Mestre, o que devemos fazer? 13 Ele disse: Não cobreis mais do que o estipulado. 14, Os soldados perguntaram o mesmo. João Batista disse: Não maltratem ninguém, nem acusem ninguém falsamente, contentem-se com seu soldo. 15 João estava falando com tanto senso comum e autoridade que lhe perguntaram se ele mesmo seria o Cristo ou o Messias. João deixa isso bem claro no versículo 16: Não. Ele diz: não posso nem mesmo ser o servo do Messias. Somente um escravo pode desatar as sandálias dos pés de alguém. Nem mesmo os estudantes rabínicos desatavam as sandálias de seu mestre ou rabino. João Batista disse que ele não era digno de realizar o trabalho de um escravo.
Parte do contraste que ele faz está no batismo: ele é quem batiza com água. Aqui, mais uma vez, a sétima menção do termo Espírito Santo por Lucas. Ele, Jesus, batizará com o Espírito Santo e com fogo.
Aqueles de vocês que talvez tenham lido os comentários sobre Mateus se lembrarão do Espírito Santo, ou o vento. Acrescente vento ao fogo e o que você tem? Eles agem juntos. Que tipo de batismo é esse? O vento e o fogo são literais? A água é literal. Mas João Batista diz que Jesus vai batizar, limpar, purificar em um nível mais elevado.
Isso acontecerá no nível mental e o espírito, obviamente, é um termo que se refere ao que é mental. O Espírito Santo e com fogo. pense nisso em termos mentais.
No versículo 17, a “pá” é parte desta atividade mental. A pá não era para cavar. Era uma espécie de forquilha. O que você fez com o joio e o trigo que estavam misturados na eira? Você teve que jogar para o ar. O vento fez a separação. O que faz a separação no batismo de Jesus, então?
O Espírito Santo separa a verdade do que é falso. Mais uma vez, temos uma ideia sobre a natureza da missão e do ofício do Espírito Santo. É para distinguir entre o certo e o errado, interpretar para nós.
Percebemos que João Batista vê com bastante clareza que o batismo de Jesus será mental. O Espírito Santo separará o bem do mal se estivermos em nossa eira mental usando a forquilha. A responsabilidade é nossa. Assim, o papel do Espírito Santo é separar o pensamento humano de tudo aquilo que não pertence nem reflete a natureza divina. [Lucas, o pesquisador, de B. Cobbey Crisler, PS#1]

Seção 3. Participar da vida de Cristo Jesus, tomar a cruz e compartilhar sua missão.
Esta seção está centrada em eventos significativos da vida de nosso Mestre e em sua importância para cada um de nós. À medida que refletimos no que atualmente é conhecida como A Última Ceia, no julgamento e na crucificação de Jesus, as palavras de Paulo aos Coríntios também ressoam em nossos ouvidos:
“Pensem no cálice pelo qual damos graças a Deus na Ceia do Senhor. Será que, quando bebemos desse cálice, não estamos tomando parte do sangue de Cristo? E, quando partimos e comemos o pão, não estamos tomando parte do corpo de Cristo?” (B13, 1Coríntios 10:16, NTLH)
“[…] que cada um examine a sua consciência e então coma do pão e beba do cálice” (B14, 1Coríntios 11:28, NTLH).
Eugene Peterson na sua tradução da Bíblia A Mensagem nos mostra esta versão: "Reconheço que estou me dirigindo a cristãos maduros. Tirem suas conclusões: quando bebemos o cálice da bênção, não estamos participando do sangue, da própria vida do Cristo? E não ocorre o mesmo com o pão que partimos e comemos? Não estamos participando do corpo, da própria vida de Cristo? Por haver um pão é que, apesar de muitos, nos tornamos um. Cristo não está dividido em nós. Em vez disso, nós nos tornamos um nele. Não reduzimos Cristo ao que somos: ele nos eleva ao que ele é. É o que aconteceu no antigo Israel – os que comeram sacrifícios oferecidos no altar de Deus participaram da ação de Deus no altar" (1 Cor. 10:15-18, MSG)
"Quem come o pão ou bebe do cálice do Senhor de modo desrespeitoso é como a multidão que zombou do Senhor e cuspiu nele no momento de sua morte. Vocês querem tomar parte nessa “lembrança”? Examinem suas motivações, testem seus corações e venham para a ceia com santo temor" (B14, 1Coríntios 11:28, MSG).
Na citação CS13 (p.33), Eddy pergunta: “Cristãos, estais bebendo o cálice dele? […] Estarão todos os que comem pão e bebem vinho em memória de Jesus realmente dispostos a beber seu cálice, a tomar sua cruz e a deixar tudo pelo princípio-Cristo? Por que então atribuir essa inspiração a um rito morto, em vez de mostrar, com expulsar o erro e tornar o corpo “santo e agradável a Deus”, que a Verdade veio à compreensão?”

Seção 4: O Cristo ressuscitado, da triste lembrança às possibilidades presentes.
Deve ter sido realmente um triste momento para os seguidores de Jesus refletir sobre a partida de seu Mestre. Temos algumas referências sobre aquelas ações, mas não podemos deixar de imaginar que alguns deles podem ter chorado em silêncio, se questionado, ficado perplexos, ou buscado por respostas. Talvez outros possam ter retornado aos seus velhos modos de vida, de ocupações, para caminhos que deveriam ser esquecidos ou, tal como os discípulos, apenas tenham ido pescar. Mas talvez por terem esquecido momentaneamente o chamado de seu mestre, que aconteceu?, acabaram por não pegar nada. Isso não é nenhuma surpresa.
No início dos anos 80 eu tinha acabado de ser listado como praticista da Ciência Cristã no Christian Science Journal. Morava em uma cabana de madeira, em um rancho na Flórida Central, perto da cidade de Ocala nos EUA. Meu pai, meu irmão mais velho, Gary, e um amigo próximo, H.B. Howell tinha passado a noite na minha cabana planejando uma pescaria para o dia seguinte. Quando nos levantamos para o café da manhã, nos reunimos para lermos juntos a Lição Bíblica da Ciência Cristã. Embora eu tivesse dado ao meu amigo H.B. uma cópia do livro Ciência e Saúde, esta foi a primeira vez que ele leu a Lição Bíblica. Foi uma atmosfera muito especial com todos nós quatro juntos, do lado de fora da minha cabana, recebendo os primeiros raios de luz da manhã.
Quando terminamos, fomos para o rio que era alimentado por uma nascente que ficava a aproximadamente 800 metros da minha cabana. Meu pai e eu estávamos em uma canoa e Gary e H.B. em outra. Nós não nos vimos até o final da tarde, quando voltamos para a cabana. Meu amigo H.B. sorria de orelha a orelha quando me viu e disse orgulhosamente: "Esse é de fato o melhor método de pescar: leia primeiro a Lição Bíblica. Veja Rick, nós pegamos 26 robalos! Eu nunca tive uma pescaria como essa na minha vida."
Bem, eu acredito no sucesso de todas as coisas e que esse sucesso aumenta quando começamos cada atividade com o Cristo. Podemos fazer de cada atividade uma santa atividade de comunhão com o Cristo. É uma forma de comunhão com o nosso Mestre na vida diária. E deixa uma impressão duradoura àqueles que são tocados por esta forma de atividade cristã na experiência diária.
Lembram-se de que eu já havia mencionado que meu amigo H.B. tinha sua própria cópia de Ciência e Saúde, obtida quando visitou nossa igreja em Ocala? Então, quando recebeu um diagnóstico de uma doença que ameaçaria sua vida, estava pronto para elevar a visão em direção à sua salvação. Ele me contatou com um pedido bem simples: "Rick, você poderia orar por mim?" Eu concordei; ele leu sua cópia do livro CS e eu orei. E adivinha? Do mesmo jeito que na pescaria, comece com Cristo e seu sucesso está garantido! Meu amigo H.B. foi curado. Pode realmente ter acontecido que seu testemunho de colocar Deus em primeiro lugar em todas as coisas tenha levado não só à sua destreza para uma pescaria bem sucedida, mas também a uma bem sucedida aventura de cura.

Seção 5: O Cristo que cura, um sacramento que cura hoje.
Tiago e Paulo escrevem a respeito de uma igreja que está viva e ativa em seus ministérios práticos. O amor de Deus sem limites, unindo-nos com o Cristo. O tempo não é barreira quando estamos abertos e receptivos para mudar nossos conceitos como João Batista incentivou.
“Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja […] E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados” (B19, Tiago 5:14,15).
“Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo” (B20, Romanos 14:17).
“Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém!” (B21, Efésios 3:20, 21).
Esta comunhão prática com o Cristo conecta cada página da Bíblia e do nosso livro de texto, Ciência e Saúde. Como a Sra. Eddy escreve: “É o Cristo vivo, a Verdade posta em prática, que faz de Jesus “a ressurreição e a vida” para todos os que o seguem em seus atos. Obedecendo a seus preciosos preceitos — seguindo sua demonstração até onde podemos apreendê-la — bebemos de seu cálice, participamos de seu pão, somos batizados com sua pureza; e por fim descansaremos, nos assentaremos com ele na plena compreensão do Princípio divino que triunfa sobre a morte” (CS24 p.31).
Eu amo a forma como muitos indivíduos encontraram seu caminho para o poder de cura do Cristo através da Ciência Cristã e nosso livro didático. Um amigo meu é um dos melhores engenheiros de som do mundo. Seus talentos lhe renderam empregos no mundo todo e ele é sempre a primeira escolha da banda Coldplay quando saem em turnê. Mas pouco sabe a banda que sem a prática de cura da Ciência Cristã, seu engenheiro de som, Ali, não estaria por perto para trabalhar sua magia de áudio.
A mãe de Ali, Glenda me disse que, quando Ali tinha cerca de quatro anos, ele teve um caso grave de pneumonia. Ele estava em uma tenda de oxigênio no hospital e mostrava poucos sinais de despertar. Glenda, chamou uma querida amiga e praticista da Ciência Cristã, Doris Henty. Imediatamente após o pedido de ajuda por meio da oração, a mãe e o pai de Ali viram, junto com o médico, quando Ali se sentou na cama e perguntou: "O que vocês estão fazendo?" Ele estava curado.
Por que eu pensei nesta cura? Começa com o primeiro verso de nossa lição bíblica nesta semana. "Cantai ao Senhor um cântico novo […] Adorai ao Senhor na beleza da santidade" (B1 | Salmos 96: 1,9).
É por causa da vida de Doris Dufour Henty. Doris era praticista da Ciência Cristã na Inglaterra. Quando sua família primeiramente conheceu a Ciência Cristã, muitos deles estavam extremamente doentes e não se esperava que Doris vivesse por muito tempo. Quando o livro Ciência e Saúde encontrou sua família, ele mudou a vida deles para sempre. Após esta transformação, Doris dedicou-se ao ministério de cura por meio da Ciência Cristã. Eu aqui compartilho um trecho do prefácio do livro que compilou muitas das conversas e artigos de Doris. O livro da Sra. Henty é publicado pela Mulberry Press, Carmel, Califórnia.

De Palestras e Outros Escritos sobre a Ciência Cristã de Doris Dufour Henty, C.S: Prefácio do livro, escrito pela irmã de Doris Henty.
"Deve ter sido no ano de 1910 que a Ciência Cristã foi apresentada pela primeira vez para a nossa família; sei que mamãe estava desapontada pois tinha acabado de perder a oportunidade ver a Sra. Eddy. Certamente, nenhuma família poderia ter tido mais necessidade da Verdade. Nossa casa era um "navio-hospital". Nunca vimos nossa mãe bem. Ela não tinha forças, passava seus dias deitada em um sofá e nenhum remédio a ajudava. Meu irmão Ronald tinha tuberculose – era hereditário – e considerava-se um milagre ele ter atingido a idade de catorze anos, embora ele nunca tivesse sido capaz de frequentar a escola. Meu pai sofria de queixa hepática e ataques periódicos de enxaqueca. E minha irmã Doris – Doll, como a chamávamos – era uma visão chocante, tinha múltiplas cirurgias no rosto e cabeça devido a ossos cariados. Seu rosto estava constantemente enfaixado e uma enfermeira a atendia: um lado do rosto dela estava paralisado, sua boca era torta e um olho ficava fechado. Os cirurgiões disseram que não podiam fazer mais nada por ela, pois o nervo facial fora cortado, mas eles ofereceram o conforto escasso de que, em pouco tempo, ela não saberia de nada mais, pois a doença chegaria ao seu cérebro.
"Um dia um amigo veio ver meu pai no moinho que ele tinha. À pergunta "Como você está?" Meu pai respondeu como de costume: “Mais ou menos." Ao ouvir isso, o amigo perguntou se ele poderia dizer a meu pai sobre sua "fé", que tinha mudado sua vida. Meu pai concordou com alguma relutância, pois ocupava um cargo na igreja Wesleyana, e aprendera que a fé de seu amigo era a Ciência Cristã. O amigo emprestou a meu pai uma cópia do livro da Sra. Eddy, Ciência e Saúde com a chave para as Escrituras, fixando um prazo de duas semanas para o seu retorno. No entanto, quando meu pai chegou em casa, a mamãe disse: "Não queremos nenhuma dessas ideias recém-inventadas", e o livro foi posto no piano, onde permaneceu fechado até que fosse devolvido quinze dias depois. Posso vê-lo lá como se fosse hoje! Pouco depois, meu pai foi a Manchester e, sentindo que talvez tivesse sido um pouco descortês sobre o livro, foi a uma Sala de Leitura da Ciência Cristã e comprou uma cópia de Ciência e Saúde. Um dia, pouco depois, a mamãe estava se sentindo particularmente fraca. Ela estava lendo a Bíblia e depois se voltou para o Ciência e Saúde, e seus olhos caíram nas seguintes palavras (pág. 135): “Existe hoje o perigo de se repetir a ofensa dos judeus, limitando o Santo de Israel e perguntando: ‘Pode, acaso, Deus preparar-nos mesa no deserto?’ Existe alguma coisa que Deus não possa fazer?” Ela deu um salto, entrou na cozinha e começou a dar ordens. Meu pai voltou para casa para o almoço, viu que a mãe estava em pé e perguntou o que tinha acontecido. Minha mãe respondeu, usando uma expressão de Yorkshire: "Estive lendo o livro: sinto-me como se tivesse sido criada novamente". Pai disse: "Tenha cuidado." Mas a mãe respondeu: "Eu sei o que estou fazendo. Eu estou bem."
Pouco depois, mamãe entrou na sala de aula e disse a Ronald e Doll: "Não há mais necessidade de estarmos doente. Encontrei um livro que nos diz que a Vida é escrita com um V maiúsculo e que aquilo que pensávamos ser a vida era apenas um erro. Eu gostaria de ter sabido sobre isso antes." Ronald começou a melhorar de imediato e logo passou a frequentar a escola. Ele teve uma vida longa e ativa antes de falecer com a idade de noventa anos. Minha mãe disse a Doll: "Agora que ouvimos falar de Ciência Cristã, não vamos mais levá-la a Manchester (onde estava o especialista)." Nem havia mais bandagens.
Meus pais começaram a frequentar os cultos religiosos a alguns quilômetros de distância. Um dia, meu pai teve um sério ataque de enxaqueca e se retirou para a cama. Minha mãe leu Ciência e Saúde por um curto período de tempo e então foi até ele e disse: "Levante-se: você está curado!" Ele estava. Doris também começou a melhorar, embora não houvesse naquele momento nenhum praticista local. Ela logo começou a frequentar a escola, o que foi um grande passo, e um dia, não muito tempo depois, ela disse de repente para a professora: "Eu posso sentir meu rosto!" A sensação tinha chegado ao seu rosto pela primeira vez. O pai levou a Doll ao especialista em Manchester, que a olhou e disse: "A era dos milagres não terminou. O nervo está unido novamente.”
Foi nessa época que, como Doll lembrou, aconteceram duas coisas. Ela fez contato com James Neal em Boston. Ele estivera na última turma da Sra. Eddy e era a pessoa a quem a Sra. Eddy se referia como o "praticista perfeito". Ela lhe perguntou a que horas ele trabalhava para ela todos os dias para que ela pudesse estar trabalhando também! Então um dia, ela leu em um jornal local que uma prima tinha ganhado um concurso de beleza. Um pouco triste, ela disse: "Eu nunca poderia fazer isso", mas então ela acrescentou: "Mas eu tenho a beleza da santidade". Ela foi para a sala de aula e pensou durante toda a manhã na beleza da santidade. Na hora do almoço, quando ela desceu, a Mãe exclamou: "Doll, você viu o seu rosto?" Doris respondeu: "Deus não pode ver um rosto mortal: Ele só pode ver a beleza da santidade". À noite, seu rosto inteiro tinha se movido em um ângulo normal. "O resultado, Doris dedicou-se ao estudo da Ciência Cristã e compartilhou sua mensagem de cura. Milhares de pessoas, como meu amigo, Ali, se beneficiaram. Isso é uma igreja viva, uma santa comunhão que cura. Faz você querer ficar de joelhos, não é?
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Este estudo metafísico foi preparado por Rick Stewart, CS, Dresden, Alemanha - rickstewartcs@aol.com
(+49 351 312 4736)

A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini.. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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