Cedar Camps

Metaphysical Ideas

Search Metaphysicals
 

Metaphysical Newsletters

The weekly Metaphysical Newsletter is provided to campers, staff, alumni, friends and the CedarS family at no charge however contributions help defray the costs of running this service.

Click here for more about how you can provide support!
 

Delivered to You FREE!

Available in five languages, get it delivered to your inbox weekly!

Subscribe Now!

Reivindique sua herança “pura como ouro”! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O castigo eterno.

Christie Hanzlik, C.S., Boulder, CO
Posted Monday, October 23rd, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

[Reivindique sua herança “pura como ouro”!]

29/10/2017

O CASTIGO ETERNO

__________________________________________________

Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;

Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB

__________________________________________________

INTRODUÇÃO: Definições

Estamos no meio daquilo que seria a série “refutar o pecado” das Lições Bíblicas. É engraçado como cada uma das lições ensina exatamente o oposto do que título sugere.


1) A doutrina da Reconciliação -> já somos unos com o Amor divino

2) Período de experiência após a morte -> nós só temos a Vida eterna

3) O castigo eterno -> Deus não castiga

4) Adão e a queda do homem -> O homem não é decaído

5) Os mortais e os imortais -> não somos mortais e imortais ao mesmo tempo

Cada lição corrige uma falsa ideia, especificamente:

a falsa ideia de que possamos ser separados de Deus

a falsa ideia de que o Amor divino julgue as pessoas ao morrerem

a falsa ideia de que o Amor divino propositadamente nos tente e depois puna

a falsa ideia de que tenhamos “caído” longe do Amor divino

a falsa ideia de que exista uma versão limitada (pecaminosa) e uma ilimitada (que não peca) de nossa existência.

Todos esses cinco conceitos podem ser resumidos na ideia de “pecado”. As pessoas às vezes conceituam o pecado como “errar o alvo”, o que no contexto aqui apresentado, significaria errar o alvo na compreensão de nossa absoluta Unidade com o Amor Divino. O pecado é uma crença de separação do Espírito infinito e sempre-presente, e de dualidade, de que haja mais do que uma substância, quando, de fato, Deus é Tudo. Como Mary Baker Eddy afirma: “O pecado era, e é, a suposição mentirosa de que a vida, a substância e a inteligência sejam ao mesmo tempo materiais espirituais, e contudo, independentes de Deus” (Retrospecção e Introspecção, 67:7-10).

Talvez nos perguntemos por que Eddy dedicou tantas Lições Bíblicas à correção do pecado. Mas faz sentido quando nos damos conta de como é crucial corrigir a falsa crença da dualidade, enquanto tentamos descobrir nossa Unidade. Tenho percebido que corrigir a falsa crença de dualidade resulta na cura de questões físicas e que os dois tipos de cura se sobrepõem. No entanto, Eddy afirma claramente a hierarquia da cura física: “A cura da doença física é a menor parte da Ciência Cristã. É apenas o chamado inicial ao pensamento e à ação, dentro do alcance mais elevado do bem infinito. O objetivo predominante da Ciência Cristã é a cura do pecado […]” (Rudimentos da Ciência Divina. 2:23 [2007], o sublinhado é nosso).

Muitos de nós não gostamos da palavra pecado. Contudo, aqueles que desejam sentir mais profundamente nossa ligação ao Amor e ter uma maior consciência de nossa saúde inata, precisam compreendê-la. Uma vez ultrapassada a obstinada ideia de que o pecado nos faça sentir culpados, faremos rápido progresso na correção dele. O sentimento de culpa é a astúcia da serpente, que tenta fazer-nos crer que estejamos separados de Deus. A culpa, a astúcia da serpente, tenta fazer com que nos sintamos mal, quando em verdade, só existe o bem. Deus é o bem e o bem é Tudo. Por isso podemos dizer um ‘cala-te’ à culpa que tente nos fazer sentir mal. Não há mal a sentir. Deus é bom e o bem é Tudo. Serpentes que falam não existem!

Acho útil definir em minhas palavras alguns termos que ocorrem seguidamente nas Lições. Nós os lemos tantas vezes que talvez nem paremos para pensar o que significam. Minha solução para a tendência de pular palavras é introduzir a definição enquanto leio. Eis uma maneira de definir alguns termos importantes nesta lição (por favor, sintam-se livres de introduzir suas próprias definições!).

Reconciliação = unidade, uma só substância, Amor

Cristo = o poder que nos capacita a ser conscientes de nossa unidade com o Amor

Cristo Jesus = o guia, aquele que melhor compreendeu o Cristo, e foi mais consciente de nossa unidade com o Amor

Cura = despertar para nossa perfeição inata e unidade com o Amor

Redimido = ser resgatado, recuperado, refinado ou libertado da falsa crença de separação

Pecado = crença na dualidade, ou crença de separação do Amor, da Verdade, da Vida …

Pecar = ações que parecem fazer-nos sentir separados do Amor, da Verdade, da Vida. Por exemplo: mentir pode fazer-nos sentir separados da Verdade, mas, de fato, não podemos ser separados da Verdade sempre operante.

Pecadores = aqueles que creem estarem separados do Amor, Verdade, Vida, ...

Impecabilidade = pureza, o estado de absoluta consciência de nossa unidade com o Amor.

TEXTO ÁUREO (TA) E LEITURA ATERNADA (LA)

A lição desta semana nos ajuda a perceber o “objetivo predominante” da CC. Para mim o tema desta lição é que o Amor Divino conhece nossa pureza, e o poder do Amor Divino, o Cristo, nos ajuda a descobrir essa pureza inata. O TA afirma: “Pela misericórdia e pela verdade, se expia a culpa.” Em outras palavras: o Amor de Deus (misericórdia) e a verdadeira visão de nós (verdade) obliteram nossa crença de separação.

Na LA (Jer 31:3; Isa 1:16-19, 25; 44:22, 23; 51:11, 13) aprendemos, em primeiro lugar, que Deus nos ama: “Com amor eterno te amei; por isso com benignidade te atraí.” E aprendemos sobre a visão pura de Deus a nosso respeito, a qual nos habilita a abandonar falsas ideias de separação. A LA tem 3 claras metáforas de como a misericórdia e a verdade nos purificam:

1) ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.

2) ...purificar-te-ei como com potassa das tuas escórias e tirarei de ti todo metal impuro.

3) Desfaço as tuas transgressões como a névoa e os teus pecados, como a nuvem.

Essas metáforas de purificação se repetem ao longo da lição. Por meio do processo purificador do Amor, cada uma de nossas falsas crenças é purificada como a lã, refinada como ouro, e desfeita, e somos redimidos. A misericórdia e a verdade são nossos resgatadores, recuperadores e libertadores. Deus diz: “Eu, eu sou aquele que vos consola” (LA).


Seção 1: O Amor Divino não causa a falsa crença da separação de Deus

A primeira seção explica que assim como o crisol é para refinar a prata, e a fornalha para o ouro, assim o Senhor “prova os corações” (B1, Prov. 17:3). À medida que desejamos esse processo de purificação, nos dispomos a abandonar a falsa crença de dualidade, ou da separação de Deus. Estamos dispostos a largar de uma mentira e ceder à Verdade. Estamos pedindo a Deus que examine nossos corações, e nos ajude a ver se estamos apegados a falsas ideias (B2, Salmos 139:23, 24).

Quanto mais estamos dispostos a ser purificados, mais sintonizados estaremos em nossa união com Deus, e encontraremos direcionamento (nossos passos são “ordenados pelo Senhor”) e encontraremos domínio e autoridade (“a lei do Senhor está em seu coração”) e veremos que erraremos e tomaremos menos passos em falso (“nenhum de seus passos deve vacilar”) (B3, Salmos 37:23, 31).

O Amor Divino não tenta nos fazer pensar ou agir incorretamente. Deus não nos engana. Deus não nos coloca em tentação. Somos filhos do Amor, e o Amor nunca nos trataria mal. Isto é explicado claramente em 1 João, “Aqueles que nascem na família de Deus não praticam o pecado, pois a vida de Deus está neles. Então eles não podem continuar pecando, porque eles são filhos de Deus” (B5, 1João 3:7 NLT)

Se livrar da falsa crença de separação do Amor acontece conforme entendemos nossa “relação indestrutível” com o Amor (CS1, indice marginal, p. 470). Em verdade, viemos de uma fonte, e essa fonte é boa. Não temos nenhuma “base para fazer o mal” ou pensar o mal (CS2, p. 539).

Segue um exemplo de como eu definiria algumas palavras na seção de Citações no CeS:

• “O homem real não pode se apartar da santidade, e nem pode Deus de quem o homem provém, engendrar a capacidade ou liberdade para [acreditar que somos separados de Deus]” (CS4, p. 475).

• “O homem perfeito—governado por Deus, seu princípio perfeito—é [livre de falsas crenças de separação do Amor] e é eterno (CS6, p. 304).

SEÇÃO 2: Podemos sentir conforto e tranquilidade na remoção da falsa crença de separação

Novamente, na Seção 2, encontramos a metáfora em que Deus nos refina assim como a prata. (B6, Salmos 66). É uma linda metáfora porque a prata já é pura, e o processo de refinação elimina elementos que não pertencem a prata.

Não precisamos temer o processo de refinação do Amor porque o Amor é um pai/mãe gentil. O autor de Provérbios nos encoraja a aceitar a refinação do Amor e nos tranquiliza e conforta: “Minha criança, não rejeite a disciplina do Senhor, e não fique chateado que Ele te corrige. Pois o Senhor corrige aqueles que Ele ama, assim como um pai corrige um filho que ele adora” (B7, Prov. 3:11, 12, NLT).

O processo de refinação e purificação não é castigo. Não é duro ou doloroso. O processo de refinação descobre a verdade sobre nossa perfeição e pureza inata, e é uma experiência alegre cheia de liberdade. Limpar uma janela e ver a linda vista não é dolorido. Somos todos puros e perfeitos. E o Amor Divino se deleita conosco. O processo de refinação nos faz enxergar essa verdade claramente.

Novamente, não é a autoridade cruel e dura que nos livra do pecado. Mas, “o Amor Divino corrige e governa o homem. Os homens podem perdoar, mas somente o Principio Divino que reforma [a pessoa que acredita que está separada de Deus]” (CS7, p. 6).

Na proporção em que aprendemos abandonar a falsa crença de separação, podemos a qualquer ponto nos jogar “como crianças cansadas aos braços do Amor Divino” (CS8, p. 322). Que tranquilizador! E, “as salutares correções por parte do Amor nos ajudam a prosseguir na marcha rumo à retidão, à paz e à pureza, que os pontos de referência na ciência” (CS8, p.322). Perceba o constante encorajamento da correção gentil.

Aqui, pela terceira semana seguida, nossa lição bíblica inclui um principio básico da Ciência Cristã conforme encontrado no final do capitulo “Recapitulação”. O fato de que tantos princípios básicos da Ciência Cristã falam sobre a correção do pecado não é surpreendente quando lembramos que “o objetivo predominante da Ciência Cristã é a cura do pecado…” (Rud 2:23, meu sublinhado)

Aqui está o terceiro princípio básico, com algumas palavras substituídas.

Reconhecemos que o perdão da [falsa crença de separação de Deus], por parte de Deus, consiste na destruição da [falsa crença de separação de Deus] e na compreensão espiritual que expulsa o mal por discernir que ele é irreal. Mas a crença na [falsa crença de separação de Deus] é castigada enquanto ela perdura (B9, p. 497).


SEÇÃO 3: Cristo—nossa consciência de nossa unidade com o Amor—remove a falsa crença de separação do Amor

A terceira seção introduz a ideia de que o Cristo cura o pecado. Em outras palavras, Cristo, o poder que nos torna conscientes de nossa unidade com o Amor Divino, cura a falsa crença de não estarmos ligados ao Amor. Ou, como Eddy resume: “Cristo veio para destruir a crença no pecado” (CS11, p.473).

O poder de Cristo de remover falsas crenças e revelar nossa pureza foi profetizado com precisão no livro de Malaquias: “Eis que eu envio o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim; de repente, virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais, o Anjo da Aliança, a quem vós desejais; eis que ele vem, diz o Senhor dos Exércitos. ...ele é como fogo do ourives e como a potassa dois lavandeiros. Assentar-se-á como derretedor e purificador de prata; purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata; eles trarão ao Senhor justas ofertas” (B11, Malaq. 3:1-3).

Tal como prometido por Malaquias, temos a manifestação do Cristo, que remove o pecado, com o ministério de Cristo Jesus, o guia. Cristo Jesus foi quem melhor compreendeu o Cristo e quem mais estava consciente de nossa unidade com o Amor. Nesta seção somos lembrados que Cristo Jesus ensinou que a religiosidade por si só não é suficiente para nos fazer sentir nossa pureza e unidade com Deus. Precisamos é esforçar-nos para nos purificar constantemente de qualquer coisa que possa desviar-nos da verdade de que, de fato, somos unos ao Amor Divino. Temos de resistir a qualquer ação que pareça fazer-nos sentir separados do Amor, da Verdade, da Vida (B13, Mat. 5; B14, Mat. 15:19, 20).

Como Paulo escreveu aos Romanos: “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões; ... porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da [limitada lei humana] e sim da graça [de Deus] (B15, Romanos 6:12, 14, e mais um pouco).

Encontramos nossa verdadeira felicidade quando reconhecemos e sentimos nossa harmonia e unidade com o Principio Divino e o Amor, e para isso podemos seguir o exemplo e a instrução de Cristo Jesus (CS14, p.337).

SEÇÃO 4: “Cristo Jesus veio ao mundo para salvar [os que creem estarem separados do Amor, da Verdade, da Vida,...]”

A quarta seção reitera o fato de que “Cristo Jesus veio ao mundo para salvar [os que creem estarem separados do Amor, da Verdade, da Vida, ...]” (B16, 1Tim.1:15).

A história de Maria Madalena na casa do fariseu mostra como Cristo Jesus removia o pecado. Ele não castigou Maria Madalena por causa de suas leviandades passadas. Não a fez sentir-se culpada. Ele bendisse sua afeição, e viu sua pureza de modo pleno. CJ não estava impressionado com a religiosidade de Simão, o fariseu, que não demonstrou respeito ou adoração por Cristo; mas CJ viu a penitência e amor de MM, e reconheceu que seus “pecados estavam perdoados” (B17, Lucas 7:47).

Como eu vejo o incidente, quando CJ perdoou os pecados de MM, ele estava reconhecendo a remoção de sua falsa crença de estar separada do Amor e do Princípio divino. Ao curvar-se diante do Cristo, seu pecado foi curado. Em outras palavras, ao inclinar-se ante o poder que nos habilita tomar consciência de nossa unidade com o Amor, ela descobriu sua união com o Amor.

Vimos quanta ênfase Eddy colocou na cura do pecado, “o objetivo predominante da CC,” não é de admirar nem surpreender que as sete primeiras páginas do capítulo ‘A prática da CC’ são uma exegese do significado de Cristo Jesus curar Maria Madalena da crença no pecado. As poucas páginas iniciais de ‘A Prática da CC’ são chave para compreender como curar o pecado, e assim curar a doença também. Ler essas 4-5 páginas é um grande complemento para a lição desta semana. O que mais se me destaca esta semana é a gentileza de Jesus quando removeu o pecado de modo perfeitamente amoroso: “Acaso tratou Jesus a mulher com desprezo? Repeliu ele sua adoração? Não! Ele a tratou com compaixão” (CS15, p.363).

Repetindo, Cristo Jesus não curou o pecado dessa mulher fazendo-a sentir-se culpada. Só a serpente mentirosa usa a astúcia ou culpa. Cristo Jesus curou-a por meio de “torrentes de Amor”.

Vocês devem ter visto o vídeo que preparei há alguns anos sobre “torrentes de Amor” no qual coloquei um copo de água suja sob uma torneira até ficar limpo. Minha motivação para fazer tal vídeo foi que notei que muitos de nós ficamos mordiscando em si e sentindo-nos culpados por não sermos “bons o suficiente”, o que não nos ajuda em nada quando estramos tentando sentir-nos puros. Quando nos ocupamos com o sentimento de culpa, essa crença acrescenta mais sujeira ao copo, o que torna ainda mais difícil sentir-se puro. É muito importante sentir-se livre de culpa—a astúcia da serpente—quando expulsamos falsas crenças de separação do Amor. Esse é o caminho para encontrar a “perfeição cristã” (CS17, p. 201). Aqui está um link sobre o vídeo “torrentes de Amor”: :http://www.godtube.com/watch/?v=00F9CMNU

Gosto da última citação desta seção: “O desígnio do Amor é reformar o pecador” (C&S18, p.35).

SEÇÃO 5: Ao remover as impurezas do pecado, estamos prontos para a cura física

Eu mencionei anteriormente que descobri que corrigir a falsa crença no pecado, resulta na cura da doença física e os dois tipos de cura se sobrepõem. A quinta seção deixa claro que eu não sou a única que viu essa sobreposição entre a cura do pecado e a cura da doença.

Nesta seção, vemos novamente o tema do refino da prata: "Retire as impurezas da prata e a esterlina estará pronta para o ourives." (B18, Prov.25:4 NLT) A maneira como esta referência ao refino da prata é formulada me faz considerar isso como nós, ao removemos as impurezas do pecado, agora estamos prontos para a cura física. Em outras palavras, quando removemos a crença de separação do Amor Divino, estamos prontos para despertar para nossa perfeição inata com uma só mente com o Amor.

A cura do homem no tanque de Betesda ilustra a ideia de que ao remover o pecado, estamos prontos para a cura física. Cristo Jesus viu o homem que parecia estar em um estado de pensamento em que ele acreditava que não tinha quem o amasse e ninguém para o ajudar. Este homem se viu separado da cura, separado do Amor. Mas Jesus Cristo teve compaixão do homem e sabia que o homem não estava separado do amor. "Jesus reconhecia na Ciência o homem perfeito, que lhe era visível ali mesmo onde os mortais veem o homem mortal e pecador" (CS, 476). A visão pura de Cristo Jesus do homem como inseparável do Amor Divino o curou.

Quando Jesus encontrou o homem curado no templo mais tarde, ele disse "não peques mais" (B20, João 5:1-9, 14,15). Em outras palavras, ele lembrou ao homem de não esquecer que ele é amado pelo Amor.

A cura física recebe nossa atenção e nos inclina a aceitar a cura do pecado. A maioria dos pecadores reluta em abandonar o pecado. A maioria dos falsos crentes é relutante em abandonar suas falsas crenças. Mas a cura física é o "toque de clarim ao pensamento e à ação" (Rud 3: 9) A cura física nos abre para a cura do pecado. Mary Baker Eddy explica: "Agora, com na cura metafísica da doença física; mas esses sinais servem apenas para demonstrar a origem divina dessa cura - para atestar a realidade da missão mais elevada do poder-Cristo, a missão de tirar os pecados do mundo."(CS20, 150:12).

A cura do pecado e a cura física estão entrelaçadas. "Ensina aos doentes que eles não são vítimas indefesas, pois, se apenas aceitarem a Verdade, poderão resistir à doença e afastá-la, tão certamente como podem resistir à doença e afastá-la, tão certamente como podem resistir à tentação de pecar. ...O fato de que a Verdade vence tanto a doença como o pecado reanima a esperança deprimida.”(CS24, 420:2-5, 10-13, 17-18)

As citações de Ciência e Saúde na quinta seção exploram a conexão entre a cura do pecado e a cura física, e vale a pena estudar. Mas, novamente, precisamos abandonar qualquer sentimento de culpa, ouvindo a astúcia da serpente sobre estarmos separados, se queremos curar pecado ou doença. O homem no tanque de Betesda não precisava se sentir culpado por "perder o alvo", mas, em vez disso, conseguiu ouvir claramente a mensagem de Cristo Jesus, sem culpa. Da mesma forma, podemos estar livres de culpa quando lemos essas passagens de Ciência e Saúde sobre a cura do pecado. Não somos pecadores. Somos unidos com o Amor. Nós somos amados do Amor e não precisamos ouvir a serpente sorrateira tentando usar artifícios para nos fazer sentir culpados e assim continuar a nos sentir separados. É apenas a astúcia da serpente que nos faz sentir mal por ser amado. Não existe uma serpente faladora.


SEÇÃO 6: Celebremos cada vitória sobre a falsa crença de que estamos separados do Amor Divino!

A sexta seção conclui a lição com um ponto de exclamação sobre o fato de sermos puros e perfeitos aos olhos do Amor Divino. E como o Amor Divino nos conhece melhor, podemos confiar nessa verdade. Nós somos "puros como o ouro". (B23, Jó 23:10 NLT) E, "A fornalha separa o ouro da escória, para que o metal precioso possa ser gravado com a imagem de Deus". (CS27, 66:32-1) Não precisamos temer que o processo de refino revele que somos impuros. Não. Somos "puros como o ouro".

Sempre que superamos a falsa crença de que somos separados do Amor Divino, podemos nos alegrar. Devemos aplaudir e animar e comemorar! Quando superamos o pecado, ganhamos e provamos nossa pureza. Somos "puros como o ouro". Como Mary Baker Eddy escreve: "Pela vitória sobre um único pecado, damos graças e enaltecemos o Senhor dos Exércitos. Que diremos da portentosa vitória sobre todo o pecado? Um cântico mais alto, o mais doce que já tenha alcançado o céu, agora se eleva mais claro e chega mais perto do grande coração do Cristo; porque o acusador não está lá, e o Amor faz ressoar sua melodia primordial e eterna."(S28, 568:23-29). Que vitória maravilhosa.

_________________

Este estudo metafísico foi preparado por Christie C. Hanzlik, C.S., Boulder, Colorado, ccern@mac.com / 720.331.9356

A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Igor Souza, Leila Kommers, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

Metaphysical

Reason from Spirit, not matter! Let God turn mourning into dancing! - It is undoubtedly true...
Latest Lesson Application Idea

Newsletters

Get free weekly uplifting newsletters (available in English, Spanish, French, German and now in Portuguese!)
Subscribe or Update Subscription

Facebook

Find CedarS on Facebook for the latest news, heart-warming fruitage, facility upgrades and more!
Go to the CedarS' Facebook Page