Cedar Camps

Metaphysical Ideas

Search Metaphysicals
 

Metaphysical Newsletters

The weekly Metaphysical Newsletter is provided to campers, staff, alumni, friends and the CedarS family at no charge however contributions help defray the costs of running this service.

Click here for more about how you can provide support!
 

Delivered to You FREE!

Available in five languages, get it delivered to your inbox weekly!

Subscribe Now!

Não perca oportunidades de abençoar e ser abençoado agora! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Período de experiência após a morte.

John Biggs, C.S., St. Louis, Missouri
Posted Monday, October 16th, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

[Não perca oportunidades de abençoar e ser abençoado agora!]
16 a 22 de outubro de 2017.

Período de experiência após a morte.
__________________________________________________
Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
__________________________________________________
Pelo que estamos ansiando, nos preparando, ou contra o que estamos nos precavendo? Estamos nos preparando para a morte, entrando numa competição insana para termos alguns anos confortáveis de aposentadoria? Será que estamos tão focados no bem e no mal previstos para o futuro, que perdemos a oportunidade de abençoar e sermos abençoados hoje? Gosto desta frase de Hebreus (12:1): “Corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta.” A carreira que nos ESTÁ proposta, não a carreira que pensamos existir. Não temos de entrar numa competição insana, ou sair em busca da escalada social, nem correr enlouquecidos em busca do consumismo e materialismo desenfreado na ‘Black Friday’. Correr com perseverança significa realmente, no original grego, correr com persistência, firmeza e coerência; não somos encorajados a ficar sentados esperando que o bem chegue a nós, mas sim engajar-nos sem reservas como manifestação de Deus.
A lição bíblica desta semana nos ajuda a considerar como podemos estar presentes intencional e conscientemente com Deus de forma mais eficaz, e o que esse discernimento correto e o reflexo ativo significam para nós, eternamente.
Estou usando bastante neste MET a palavra “francamente”. Alguns sinônimos para essa palavra são: abertamente, voluntariamente, de boa vontade, sem restrição, deliberadamente, sem forçar.

Texto Áureo (João 17:32: “…e a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”). Bastante direto, não é mesmo? Há muitas oportunidades para uma conversação e participação com este texto: concordamos, discordamos, concordamos em quase tudo, ou achamos que precisa um adendo...? Usando o TA como uma lente para ler a lição, parece claro que só encontraremos os benefícios, as oportunidades, a plenitude – de fato, a salvação – descritos na lição, quando buscarmos francamente a Deus e ao ensinamento e exemplo do Mestre, Cristo Jesus. Considerando a natureza franca de nossa devoção que o TA requer, encontro inspiração no exemplo da Sra. Eddy, que ela descreve na página 269 de Ciência e Saúde:
“O testemunho dos sentidos materiais não é nem absoluto nem divino. Por isso, eu me firmo, sem reservas, nos ensinamentos de Jesus, de seus apóstolos, dos profetas e no testemunho da Ciência da Mente. Outros fundamentos não há” .

Leitura Alternada (João 5:1,19-21,24,25; Salmos 46:1,7,10) Em suas próprias palavras Jesus nos diz a todos que, se esperarmos por uma personalidade corpórea (dele, nossa, algum modelo) não alcançaremos o objetivo. Precisamos esperar em, ser informados por, ser completamente devotados a, Deus, o bem. Eis um belo exemplo do tesouro que a Ciência Cristã oferece: quando pensamos sobre como podemos esperar em Deus, de como todo poder vem dEle, não estamos esperando por algo que só tentamos imaginar, alguma grande personalidade no céu ou algo abstrato, ou alguma emoção glorificada. Estamos esperando pelo que o Amor está fazendo, o que a Mente sabe e como podemos saber o mesmo, como o Princípio está acima de pessoa ou lugar e é supremo.

Seção 1: Se desejamos ser francos em nossa devoção a Deus, para vermos a totalidade de Sua glória, hoje e sempre, devemos, então, ser obedientes. O senso humano, o egotismo pessoal, o desejo humano, rebelam-se contra o chamado à obediência, porque querem ser o centro do sucesso e não sabem, de fato, como olhar para fora de si mesmo. Portanto, não temos de nos preocupar com o que parece ser uma resistência, para humildemente seguir a Palavra de Deus, aprender a buscar nEle o senso de saúde, completude, sucesso, etc. Nós simplesmente seguimos em frente com paciência, como disse o autor de Hebreus (como descrevi acima, na introdução). As tentações egocêntricas não são verdadeiramente nosso pensamento, portanto, não precisamos ficar frustrados caso esses pensamentos surjam (e eles provavelmente surgirão – lembrem-se de que até mesmo Jesus foi tentado, como descrito em Mateus 4). Só precisamos discernir o que é de fato nosso – aquilo que vem de Deus e nos leva a Deus – e o que não é nosso.
Seção 2: Um aspecto específico de obediência nos mostra um alívio mais nítido nesta seção: a devoção. Ativamente, com intenção e proatividade (sinônimos próximos a essa falta de preservação de nos plantar no testemunho da Mente, como a Sra. Eddy falou), nos voltamos a Deus para saber o que está acontecendo e de onde o nosso sustento e saúde vêm. Gostamos muito de usar toda oportunidade de nutrir nosso senso espiritual, de modo que consigamos ver além da evidência dos sentidos materiais. Nossa saúde e nosso suprimento nunca são definidos pela evidência dos sentidos materiais. Pelo contrário, ver aquilo que (e como) Deus vê é participar do frescor e da vida inerente que Deus eternamente é. Isso faz com que nosso pensamento, e assim nossa experiência, sejam transformadas. Essa transformação inclui a cura. Como Deus é eternamente presente, faz todo sentido dizer que a devoção a Ele nos permitirá vê-Lo e à Sua manifestação – incluindo saúde e suprimento – com mais clareza, hoje, e não sentir que temos de esperar até alguma data futura para ver o bem.

Seção 3: Gosto da força da citação final da Bíblia nesta seção (B11, Salmo133:3). Volto a repetir, podemos sentir-nos livres em entrar numa conversação sobre a questão, e durante o debate, lembrarmo-nos de orar para sentir realmente que a Palavra de Deus nos informa e motiva; não estamos interessados em meras ilações acadêmicas ou teóricas. Esta seção também dá continuidade a um tema da seção anterior. A morte não é uma amiga, e nós não precisamos sentir que estamos inexoravelmente indo – ou já tenhamos chegado – a alguma cessação de nossa saúde ou bem-estar. Deus está aqui, ao todo, e nós podemos perceber isso ao nos devotarmos ao nosso Pai-Mãe.
Voltando à imagem de participar de uma corrida, de Hebreus 12: quando um corredor compete, por acaso ele se prepara para parar? Será que pensa: “OK, estou a meio caminho, é melhor eu me preparar para parar no final”. Mesmo na linha de chegada, eles param ou cruzam a linha final? Assim, em nossas vidas, em nossa prática da Ciência Cristã, somos dedicados à excelência espiritual presente aqui e agora, ou estamos olhando para o futuro e determinando nosso presente por essas imaginações? Fazendo-se presente e disposto de confiar em seu senso espiritual foi o que possibilitou a Elizeu ver a transição de Elias, e todo seu senso do existir e capacidade foi transformado. Nós podemos fazer o mesmo.

Seção 4: A citação B12 (Marcos 1:14,15) se refere ao conhecido chamado de Jesus ao arrependimento.
Muitas pessoas estão familiarizadas com a palavra grega metanoia que significa mais ou menos arrepender-se, de acordo com o Novo Testamento. A palavra significa volver-se, reconsiderar a posição que se está e avançar a partir deste novo ponto de vista. Isso também implica uma noção singular e mais individual desse movimento e transformação do pensamento e da vida. No entanto, também devemos considerar a palavra hebraica para se arrepender, shuv, que considera o arrependimento como uma participação ativa em justiça, o que implica necessariamente um envolvimento muito mais coletivo. Jesus provavelmente teria falado em aramaico, mas também estaria muito confortável falando em hebraico, por isso é perfeitamente razoável considerar o hebraico aqui e não apenas o grego, no qual o texto foi escrito. Em qualquer caso, a palavra metanoia não exclui shuv, mas se ignorarmos as implicações mais coletivas e ativas de shuv, corremos o risco de perder a profundidade de um arrependimento vivo.
Não devemos simplesmente pedir para vermos com mais clareza - para praticarmos o nosso sentido espiritual e se apoiar de forma irrestrita em Deus - para que nossas próprias vidas possam ser melhoradas, mas sim, devemos viver de tal forma, tal que todos possamos ver o sustento do pão da vida. Isto é o que a citação B13 (João 6:1,2,35,40,45) está querendo dizer quando Jesus afirma: "Todos serão ensinados por Deus". Não temos responsabilidade pessoal pela salvação dos outros, mas temos a responsabilidade de demonstrar com as nossas vidas o que é comer do pão da vida. A velha parábola de que "você pode levar um cavalo até a água, mas você não pode fazê-lo beber" é certamente verdade, mas se esquecermos do efeito coletivo do arrependimento verdadeiro, corremos o risco de perder a profunda importância de beber tão fortemente no poço de vida, e de que os outros podem ver claramente como isso é maravilhoso e como são realmente abençoados através do envolvimento que você tem com a Palavra. A Sra. Eddy insinua essa ideia de comunidade quando conclui seu breve artigo intitulado "O que a nossa Líder diz", com,
"Os bons pensamentos são uma armadura impenetrável, vestido com ela você está completamente protegido contra os ataques do erro de qualquer espécie. E não é só vocês que estão seguros, mas todos aqueles a quem seus pensamentos repousam são assim beneficiados". (My. 210: 7)
Se estivermos verdadeiramente presentes, realmente comprometidos com o arrependimento e nos apoiando cada vez mais e sem reservas em Deus, ficaremos mais unidos e próximos com um senso verdadeiro e elevado de comunidade - não importa o número de pessoas que estejam à nossa volta, sejam poucas ou muitas.
A fim de trazer um ponto específico dessa Lição bem em evidência, vemos que a crença na morte é algo que parece ser a separação final. A crucificação de Jesus parecia ser a separação derradeira, a separação da missão, da família e dos amigos. Mas, como a Sra. Eddy expõe no quinto ponto teológico, ou fundamento da Ciência Cristã (CS16, p. 497), em vez de ser a anunciação da morte da esperança de salvação, a crucificação e a ressurreição nos libertam da crença da morte e do governo da mortalidade. Não devemos ignorar a crucificação; da mesma forma que é inútil ignorar situações em nossas vidas que são desafiadoras, devemos buscar mais fundo e orar sem reservas a fim de sentir essa transformação, esse momento de ressurreição. Isto, em parte, é o que o quinto princípio nos assegura: que a crucificação (ou aqueles momentos em nossas vidas que parecem a tragédia final) não é o fim da história. O sacrifício de Jesus e seu exemplo de que nada está perdido e tudo o que ele recebeu com essa humilde confiança no cuidado de Deus foi um presente para todos nós, e devemos deixar esse exemplo ser para nós uma luz.

Seção 5: Um dos desafios da comunidade é que pode ser fácil ser tentado a se sentir avaliado, julgado ou mesmo excluído por outros. Pode ser um olhar estranho que alguém te dirigiu, enquanto passava no corredor, uma discussão on-line que fugiu do controle ou simplesmente comparações com a vida de outras pessoas, julgando seu valor e sucesso com base nessas comparações, todos lidamos com as tentações de buscarmos nossas próprias avaliações nos outros..
Conforme considerado na última seção com a crucificação de Jesus, e aqui na citação B19 (Atos 14:1-7,19,20), vemos como às vezes as outras pessoas reagem com desaprovação, ou mesmo com violência, contra o nosso testemunho destemido da Verdade divina. Mas a consistência da oração, aqui demonstrada por Paulo e seus companheiros apóstolos, trouxe cura e a continuação de sua missão. Se estivermos orando pela paz na situação dos Rohingya, dos refugiados globais, um desafio que enfrentamos, ou quaisquer situações comuns ou individuais em que somos movidos a orar, também podemos persistir em nosso testemunho fiel, assim como Paulo e o os apóstolos fizeram. Não precisamos deixar que as ações ou reações dos outros sejam um fator decisivo na continuidade ou não da firmeza da nossa fé vivida. Em vez disso, como vemos ao longo do Livro de Atos, essa persistência dá frutos na cura, restauração da comunidade e transformação individual. Nunca desista!

Seção 6: Nossas vidas, nosso senso inteiro de nós mesmos, serão transformadas. Isso não depende de quaisquer avaliações materiais - pobreza, localização ou mesmo vida orgânica -, mas no fato surpreendente de que o Amor divino é tão consistente, tão confiável e presente que é o Princípio do universo. A Vida, sendo Deus, é eterna; a Fonte é eterna, a sua reflexão e manifestação simplesmente refletem essa natureza divina. Embora este bonito artigo, "Sempre em casa", de Michelle Nanouche, seja especificamente sobre lar, tem grande relevância e ilustração sobre o nosso senso de nossas próprias vidas também. Um parágrafo afirma, “Afinal, no que se constitui realmente um lar? Embora talvez o consideremos o lugar físico onde vivemos, ou seja, uma casa, um apartamento, um barco, uma tenda, uma cabana, um trailer, um abrigo temporário ou mesmo uma caverna, em realidade, todos habitamos no Espírito, o reino da Mente, em Deus, onde a consciência do bem divino reside. De uma forma mais simplificada, nosso lar consiste das ideias espirituais substanciais do bem, as quais nos acompanham e com as quais vivemos. Essas ideias, na verdade, produzem uma atmosfera de bem-estar. O lar, portanto, não é nenhum local. Não é limitado por um determinado endereço. O lar está centrado na consciência, em nossa consciência individual do bem. Cada um de nós sente-se em casa em qualquer parte, porque, na verdade, nós estamos sempre na presença da consciência de Deus, onde quer que estejamos.” Nosso senso sobre nossas vidas pode ser aprofundado e ampliado - mesmo completamente transformado - ao aplicar essas ideias sobre o que realmente constitui o lar, para o que pensamos constituir a nós mesmos. A transformação do Espírito não é realmente algo sobre o qual possamos formular hipóteses e a citação B22 (1 Cor. 15: 51,52,54) é muito honesta na recusa de Paulo em usar a imaginação para tentar convencer seus leitores sobre o que acontecerá. Em vez disso, ele convida a todos a dedicar-se a afastar a corrupção do sentido material, e Pedro conclui com uma benção que eleva nossos corações e encoraja-nos a praticar realmente essa inclinação sem reservas a Deus. Este é um excelente dia para aceitar esses convites atemporais.

_________________
Este estudo metafísico foi preparado por John Biggs, CS de Maryland Heights, MO, EUA, (541.418.1176 / JohnBiggsCS@gmail.com / JohnBiggsCS.com)
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Zir Friedrichs, Igor Souza, Leila Kommers, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.


Metaphysical

This is the day the Lord hath made! - ... examples in the third, fourth, and fifth sections...
Latest Lesson Application Idea

Newsletters

Get free weekly uplifting newsletters (available in English, Spanish, French, German and now in Portuguese!)
Subscribe or Update Subscription

Facebook

Find CedarS on Facebook for the latest news, heart-warming fruitage, facility upgrades and more!
Go to the CedarS' Facebook Page