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Deus existe. Nós existimos. E somos inseparavelmente ligados a Deus. Mas, sem o Cristo, não teríamos consciência de Deus e tampouco de nossa conexão com Deus, o Amor divino. Assim como eu entendo, o Cristo é o que nos torna conscientes de Deus. O Cristo é o que nos habilita saber que somos “um com” Deus, de sentir nossa unidade mental, reconciliação. O Cristo é fundamental para nossa reconciliação.

Christie Hanzlik, C.S., Boulder, CO
Posted Monday, October 9th, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

15/10/2017

A Doutrina da Reconciliação

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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;

Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB

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Introdução

Deus existe. Nós existimos. E somos inseparavelmente ligados a Deus. Mas, sem o Cristo, não teríamos consciência de Deus e tampouco de nossa conexão com Deus, o Amor divino. Assim como eu entendo, o Cristo é o que nos torna conscientes de Deus. O Cristo é o que nos habilita saber que somos “um com” Deus, de sentir nossa unidade mental, reconciliação. O Cristo é fundamental para nossa reconciliação.

A lição desta semana sobre “A doutrina da reconciliação” nos inspira com meios, pelos quais podemos compreender o papel do Cristo em nossa unidade mental com o Amor divino e sentir mais profundamente essa unidade mental. Nós já somos unidos ao Amor divino, mas deveríamos compreender essa unidade mental para podermos demonstrá-la mais eficazmente para nós e para outros.

MBEddy diz que “a reconciliação é uma questão difícil na teologia” (CS, 21, p. 23). Eis como a entendo hoje: Deus, Cristo e Jesus são inseparáveis. Nunca podem ser separados. Contudo, cada um tem um papel distinto em nossas vidas. A relação entre Deus, Cristo, Jesus e nós pode parecer confusa, e é por isso que estudamos a Doutrina da Reconciliação—a explanação de como esses conceitos atuam em nossa vida.

Deus = a fonte ilimitada de todo o bem, todo o Amor, toda a Vida, etc.

Cristo = a verdade poderosa que nos torna cientes de nossa inseparável relação com Deus, a fonte ilimitada de todo o bem, todo o Amor, toda a Vida, etc.

Jesus = o homem que, mais do que qualquer outra pessoa, compreendia o Cristo, nossa constante e inquebrantável relação com Deus. Jesus estava constantemente consciente de nossa inseparável ligação a Deus, e na verdade, nunca renunciou a essa ligação; assim pois, ele tem o título especial de Cristo Jesus. Cristo Jesus é o homem que melhor compreendeu e demonstrou o poder/verdade que nos torna cientes de nossa inseparável ligação a Deus, a fonte ilimitada de todo bem, todo amor, toda vida etc.

Assim, a Doutrina da Reconciliação explica como …

Encontramos reconciliação, nossa ligação à ilimitada fonte de todo o bem, por meio de Cristo Jesus, quem melhor compreendeu o poder/verdade que nos torna cientes do Cristo, nossa inseparável ligação a Deus, a fonte ilimitada de todo o bem.

Encontramos nossa ligação com Deus (encontramos nossa salvação, somos salvos) por meio de Cristo Jesus.

Somos salvos por meio de Cristo Jesus.

Como MBEddy explica em um dos seis fundamentos da Ciência Cristã: “Reconhecemos a obra de reconciliação realizada por Jesus como evidência do eficaz Amor divino, que desdobra a unidade do homem com Deus por meio de Cristo Jesus, aquele que mostrou o Caminho; e reconhecemos que o homem é salvo por meio do Cristo, por meio da Verdade, da Vida e do Amor, como foi demonstrado pelo Profeta da Galileia ao curar os doentes e ao vencer o pecado e a morte” (CS20, p.497, o grifo é nosso).

Vejamos como a lição desta semana examina a Doutrina da Reconciliação:

O Texto Áureo (Romanos 8:35) dá o tom da lição com a retórica pergunta de Paulo: “Quem nos separará do amor de Cristo?” Ninguém! Ninguém e nada pode separar-nos do amor de nossa consciência de Deus, o Amor divino. O corpo pode tentar queixar-se e novas teorias podem querer chocar-nos, mas quando reconhecemos a impossibilidade de nossa separação de Deus, descobrimos uma constante calma e paz que nos dá força para curar, confortar e liberar da limitação.

A Leitura Alternada (Romanos 8:16, 17, 38, 39; 2 Coríntios 6:1, 2, 16; 5:18) segue com a bela descrição de Paulo sobre nossa inseparabilidade do Amor Divino. Sempre aprecio os conceitos de Paulo sobre o tema porque ele experimentou um despertar dramático quando viu o Cristo—sua consciência do Amor Divino—no caminho para Damasco. Toda sua vida, até então, estava impregnada da teologia judaica de que ele era separado de Deus e que precisava obedecer centenas de rígidas leis antes que pudesse reconciliar-se (ligar-se) a Deus. Mas sua visão do Cristo (a consciência de sua ligação ao Amor) a caminho de Damasco transformou-lhe o coração fazendo-o sentir, imediatamente, sua união mental, que já era verdadeira, mas que ele parecia não ter tomado conhecimento até então. Agora Paulo compreendia o papel de Cristo em nossa unidade mental, e sua missão tornou-se compartilhar as boas novas a respeito de nossa unidade mental com outras pessoas, como escreveu nas epístolas aos Romanos e aos Coríntios, as quais podemos ler na LA desta semana. Paulo explica sua missão de ajudar os outros a verem sua presente unidade mental com Deus: “Tudo isso é feito por Deus, o qual, por meio de Cristo, nos transforma de inimigos em amigos dele. E Deus nos deu a tarefa de fazer com os outros também sejam amigos dele” (LA, NTLH).

Paulo nos viu como filhos de Deus, inseparáveis de nosso amoroso pai. Ele escreve: “Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo.” Como já temos a versão de João F. de Almeida em nossa lição, ofereço uma outra perspectiva dos mesmos versículos da NTLH:

“Pois eu tenho certeza de que nada pode nos separar do amor de Deus: nem a morte, nem a vida; nem os anjos nem outras autoridades ou poderes celestiais; nem o presente, nem o futuro; nem o mundo lá de cima, nem o mundo lá de baixo. Em todo o universo não há nada que possa nos separar do amor de Deus, que é nosso por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor” (LA, Rom. 8:38,39).

Seção 1: Maneiras em que estamos conectados (como um) a Deus

A primeira seção abre descrevendo a onipresença do Amor: “Para onde me ausentarei do teu Espirito? Para onde fugirei da tua face?” (B1, Salmo 139:7). A seção descreve nossa união e as maneiras, nas quais podemos entender nossa conexão com Deus. “A reconciliação exemplifica a unidade do homem com Deus” (CS3, p.18). De fato, em toda a lição dessa semana, encontramos metáforas que descrevem nossa conexão (reconciliação) com Deus. Listarei as metáforas que encontrar, e vocês provavelmente encontrarão ainda mais do que eu.
Contei três na Leitura Alternada:

1. Filhos de Deus; relação filho/filha-pai/mãe

2. Herdeiros de Deus; relação herdeiro-benfeitor

3. Somos o “Templo do Deus Vivo”; Deus vive e caminha dentro de nós como templos

E a primeira seção contém ainda mais desses exemplos:

4. Mãe com criança amamentando; uma mãe nunca conseguiria esquecer-se de uma criança amamentando em seus seios (B2, Isa 49:15).

5. Estamos escritos nas palmas das mãos de Deus (gosto dessa frase, pois para mim, quando realmente quero lembrar-me de algo que tenho de fazer, escrevo na palma da minha mão!) (B2)

Também nessa seção, somos lembrados de que não precisamos sacrificar animais inocentes para nos unirmos com Deus (B3, Miqueias 6:6). Pensar que Deus não nos amará se não matarmos animais inocentes pode parecer um tanto exagerado agora, mas eu imagino como nossas desculpas para não estarmos nos sentindo amados por Deus soariam para alguém que vivesse nos tempos bíblicos.

No entanto, se a reconciliação não requer sacrifício de animais inocentes, então o que ela requer? O que o Senhor “requer de você”? (B3)

Praticar a justiça

Amar a misericórdia

Andar com humildade

Uau! Três passos simples. E adivinha? As três histórias bíblicas na lição dessa semana oferecem percepções sobre esses três passos, para que possamos ter instruções e modelos a seguir. Esses passos são os passos da Verdade (não os passos para a Verdade, como alguém me apontou no final de semana passado). E, a “compreensão da Verdade proporciona plena fé na Verdade, e a compreensão espiritual é melhor do que todos os sacrifícios de ofertas queimadas” (CS5, p.286).

Seção 2: Praticar a justiça

Na segunda seção, vemos referências sobre lei e justiça que me faz pensar sobre o primeiro dos três “passos da Verdade”: o que Deus requer de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com teu Deus?” (B3, Miqueias 6:8, meu sublinhado)

Essa seção introduz a ideia do pacto com o Senhor - acordo ou contrato - e amplia a nossa lista de metáforas:

6. Deus põe Sua lei em nosso interior, e a escreve em nossos corações (B4, Jer 31:33).

As palavras de Deus “na mente lhes imprimirei as minhas leis” devia ter alta significância para o povo Judeu, cujas vidas foram centradas em questões de lei. Para mim, essa frase é uma oração e proteção quando penso sobre o corpo. Como poderia o corpo dizer que tem uma dor de barriga, por exemplo, quando a lei de Deus está escrita em nosso interior. A lei de Deus só poderia resultar em paz, não em problemas no estômago. Creio que poderíamos até dizer que Deus escreve Sua lei no interior da nação, o que nos ajudaria a enxergar melhor que Sua lei é a lei máxima governando nossos corpos e nossos países.

Na história da mulher cujo filho Eliseu ressuscitou, vemos como sua obediência em seguir as instruções levou-a a ser reconhecida por Geazi e o rei. Eliseu a instruiu que saísse de casa, e “levantou-se a mulher e fez segundo a palavra do homem de Deus: saiu com os de sua casa e habitou por sete anos na terra dos filisteus ” (B5, 2.Reis 8:1-6). Não é mera coincidência a mulher ter caminhado até o Geazi e a conversa do rei bem quando Geazi falava sobre Eliseu ter restaurado a vida de seu filho. Isto chamou a atenção do rei e ele foi justo. Ele restaurou à mulher tudo o que era dela (B5).

É improvável que uma mulher naquele tempo tivesse tantos direitos de reclamar as terras que o rei lhe dera. Mas a lei de Deus revoga a lei humana sempre. Deus escreve suas leis em nosso interior, e no interior da nação (B4, Jeremias 31:33). Como escreve Mary Baker Eddy fala, “Deus construiu uma plataforma mais elevada de direitos humanos, e a construiu sobre declarações mais divinas. Essas declarações não são feitas por meio de códigos ou dogmas, mas em demonstração de ‘paz na terra entre os homens’ e de boa vontade para com eles” (CS9, p. 226). Essa mulher definitivamente demonstrou paz e benevolência e estava certa por seu amor ter sido recompensado com justiça. Conforme demonstrado nessa história sobre a mulher que Eliseu ajudou, a lei de Deus corrigiu e corrige aquilo que estiver errado “em códigos sociais, civis, criminais, políticos, e religiosos; estabelece a igualdade dos sexos; anula a maldição sobre o homem, e não deixa nada que possa pecar, sofrer, ser punido ou destruído” (CS10, p. 340).

Seção 3: “Amar a misericórdia”

A ênfase da terceira seção ao amor e perdão parece destacar a segunda das exigências de Deus: “o que o Senhor pede de ti: que pratiques a justiça, que ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (B3, Miqueias 6:6, 8).

A parábola que Jesus compartilhou é perfeita para explicar que o amor é a lei mais importante de todas. Jesus explica que sua mensagem não é para destruir a lei e os profetas, mas antes para “preencher”, ou ensinar-nos o pleno e inspirado significado da lei e dos profetas. Com a história sobre o altar Jesus nos está ensinando que nossas ações de aproximação a Deus não têm sentido se não amarmos primeiro nosso irmão (ou irmã). “Porque toda a lei se cumpre em num só, preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (B8, Gálatas 5:14).

Jesus chamou Pedro e André para a missão de ajudar os outros a encontrarem unidade presente, para serem “pescadores de homens” (B6, Mateus 4:19). De igual modo, Paulo nos chama a todos, em o nome de Cristo, para nos juntarmos a ele na missão de difundir as boas novas de nossa unidade. Paulo escreve: “Tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação [...] De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus” (B9, 2 Coríntios 5:18).

Esta seção parece sugerir que para amar plenamente nosso próximo como a nós mesmos, temos que ativamente tornar nossa missão, a de afirmar a verdade da unidade a toda a humanidade. A reconciliação não é só verdadeira para você e para mim; ela é verdadeira para todos, e pode ser nossa missão compartilhar essas boas novas. Eddy explica como uma compreensão de nossa unidade a Deus une toda a humanidade. Ela escreve: “Deve-se compreender plenamente que todos os homens têm uma Mente única, um único Deus e Pai, uma única Vida e Verdade e um único Amor. O gênero humano se tornará perfeito à proporção que esse fato ficar evidente, as guerras cessarão e a verdadeira fraternidade do homem será estabelecida. Não tendo outros deuses, não recorrendo a nenhuma outra mente para o guiar, a não ser à Mente perfeita em única, o homem é a semelhança de Deus, puro e eterno, e tem aquela Mente que havia também em Cristo” (CS12, p.467).

Tanto o Cristo quanto Paulo nos dizem para fazermos nossa a missão de compartilhar as boas novas de nossa reconciliação. Como fazer isso? Podemos começar fazendo da Verdade nossa reconciliação permanente, o motivo de “nossa conduta e conversa diárias”, nossas ações e nossas palavras. Eddy explica: “Se a Verdade está vencendo o erro na tua conduta e conversa diárias, podes finalmente dizer: ‘Combati o bom combate [...] guardei a fé’, porque és um homem melhor. Isso é participar da unificação com a Verdade e o Amor” (CS13, p.211).

Seção 4: “Andar humildemente”

A história bíblica desta seção trata do homem nobre, que teve humildade suficiente para pedir a Jesus que curasse seu filho, embora pouco acreditasse que isso fosse possível. Jesus lhe disse: “Se, por ventura, não virdes sinais e prodígios, de modo nenhum crereis” (B10, João 4:46-53). Mas quando Jesus lhe disse que seu filho vivia, o homem humildemente creu e foi para sua casa, e no caminho ficou sabendo que seu filho estava vivo e bem.

A humildade do homem nobre de crer que a cura havia ocorrido antes de vê-la ilustra a exigência de Deus para que “andemos humildemente”. O nobre homem confiou em Cristo Jesus, confiou na mensagem do Cristo antes de ver o resultado. Quanta humildade e fé! “o que o Senhor pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (B3, Miqueias 6:6, 8).

Podemos cultivar a humildade de confiar na Verdade do Cristo em vez das limitadas sugestões do corpo ou da mídia, quando a evidência do mal parecer sobreposta à saúde e à paz. Essa humildade—“andar humildemente”—resulta em cura. A cura pelo Cristo no tempo de Jesus, tal como a cura pelo Cristo hoje, “não são sobrenaturais, mas supremamente naturais” (CS14, p. xi) e eram/são evidência de “Deus conosco”, nossa unidade com Deus. Temos de aprender a confiar nos fatos da Ciência, os fatos de nossa reconciliação, acima de pretensas teorias, a fim de testemunhar a Cura-pelo-Cristo. MBEddy escreve: “Pela compreensão, tens de encontrar a saída do emaranhado das teorias humanas, pois do contrário jamais acreditarás que estás inteiramente livre de alguma doença” (CS17, p. 381). Essa ideia de ”crença” não é mera palavra de contrapeso sobre nossas preferências pessoais. “O verbo hebraico crer significa também ser firme ou ser constante” (CS18, p. 23). Assim, podemos aprender a ser “firmes” e “constantes” em nosso senso da mensagem de Cristo. Podemos fazer isso quando seguimos o modo como Cristo Jesus curava e estudando nosso livro-texto, fazendo da Bíblia o “mapa náutico da vida”. Não estamos à deriva. Somos “firmes e constantes”.

Quando somos “firmes” e “constantes” a respeito do relato da Verdade do Cristo sobre o falso relato do corpo ou da mídia, “isso é participar da expiação; essa é a compreensão na qual Jesus sofreu e triunfou” (CS18, p. 23).

Penso que essa também conte como metáfora de nossa inquebrantável relação com Deus (concordam?):

7. Somos tecidos no manto de justiça do Cristo. “A Ciência divina do homem é tecida em uma só peça consistente, sem costura nem rasgão. A mera especulação ou superstição não se apropria de nenhuma parte da túnica divina, ao passo que a inspiração restaura todas as partes da vestimenta de retidão do Cristo” (CS15, p.242).

Seção 5: Cristo Jesus nos mostra o caminho da reconciliação por meio da crucificação e da ressurreição.

A quinta seção explica o papel de Cristo Jesus em nossa reconciliação. Cristo Jesus é o nosso guia, que demonstrou nossa unidade com Deus. Podemos seguir o exemplo de Cristo Jesus ao nos esforçarmos a “praticar a justiça, amar a misericórdia e andar humildemente com Deus” (B3, Miqueias, 6: 8). MBEddy oferece o seguinte fundamento da Ciência Cristã para explicar como seguir Cristo Jesus como guia na compreensão de nossa reconciliação: “Reconhecemos a obra de reconciliação realizada por Jesus como evidência do eficaz Amor divino, que desdobra a unidade do homem com Deus por meio de Cristo Jesus, aquele que mostra o Caminho; e reconhecemos que o homem é salvo por meio do Cristo, por meio da Verdade, da Vida e do Amor, como foi demonstrado pelo Profeta da Galileia ao curar os doentes e ao vencer o pecado e a morte” (CS20, p. 497).

A crucificação e ressurreição nos provam que, como Paulo disse: “Nada pode separar-nos do amor de Cristo” (LA). Jesus demonstrou que nada, nem mesmo a zombaria e a crucificação, podia separá-lo do Amor Divino. E, mentalmente, não deixamos Jesus na cruz. Não podemos ficar arrazoando sobre os porquês de tão horrível acontecimento. Em vez disso, celebramos a ressurreição. É nela que vemos claramente que nada podia separar Jesus da Vida Divina.

Os inimigos de Cristo Jesus agiram como se tentassem mostrar que ele não estava ligado a Deus, que poderia ser lançado fora da Vida Divina. Mas Cristo Jesus mostrou que tal não era possível. Nada poderia separar Cristo, Jesus e Deus. Eles são unos. E a demonstração de Cristo Jesus deste fato é a evidência de que nós também não podemos ser separados de Cristo ou Deus.

Eu acho a seguinte citação de Romanos um pouco capciosa de se compreender: “Se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida; e não apenas isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem recebemos, agora, a reconciliação” (B14, Rom. R5:10, 11). Para mim, isto significa que se ainda não compreendemos plenamente a crucificação de Cristo Jesus, mas temos fé na sua mensagem, estamos ligados a Deus. Mas quando compreendemos plenamente a ressurreição, somos verdadeiramente salvos por estarmos ativamente cônscios de nossa reconciliação, e, de fato, sabemos que já estamos unos a Deus.

MBEddy explica que: “A expiação é uma questão difícil na teologia, mas sua explicação científica está em que o sofrimento é um erro do senso pecaminoso que a Verdade destrói, e que tanto o pecado como o sofrimento finalmente cairão aos pés do Amor eterno” (CS21, p. 23). O pecado pode ser entendido como uma falsa crença de que podemos estar separados de Deus. Então, inserimos essa definição na afirmação: “sua explicação científica está em que o sofrimento é um erro [uma falsa crença de que possamos ser separados de Deus] que a Verdade destrói, e que tanto [a falsa crença em separação] como o sofrimento cairão aos pés do Amor eterno”.

Seção 6: Nosso Deus único e Pai está acima de todos através de nós, e em nós.

A Seção seis conclui com confortantes afirmações sobre nossa ligação ao Amor divino, nossa unidade com o Espírito infinito. Eis as palavras de Paulo aos Efésios, de acordo com tradução de J.B. Phillips:

“Como prisioneiro de Deus, pois, peço que viveis uma vida digna de vosso alto chamado. Aceitai a vida com humildade e paciência, tolerando-vos mutuamente porque vos amais uns aos outros. Tenhais por objetivo serdes um no Espírito, e assim estareis inevitavelmente em paz um com o outro. Pertencereis a um só corpo, do qual há um só Espírito, assim como todos experimentaram um chamado para a paz única. Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus, um só Pai de todos nós, que está acima de todos, agindo em todos e vivendo em todos” (B16, Efésios 4:1-6).

E, para acrescentar algumas metáforas finais à nossa lista:

8. Somos prisioneiros de Deus (na verdade, essa condição é de libertação, pois somos mantidos salvos e seguros e sempre com Deus) [B16];

9. Nós todos pertencemos a um só “corpo, e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperançada vossa vocação” [B16];

10. Somos um com Deus como uma gota de água é uma com o oceano [CS25, p. 361];

11. Somos um com Deus como um raio de luz é um com o sol [CS25].

Ao olhar essa lista de pelo menos onze maneiras de descrever nossa unidade com o Amor, fico imaginando quantas dessas metáforas existem no nosso livro-texto. Talvez vocês queiram juntar-se a mim na tentativa de fazer uma lista de descrições metafóricas de nossa unidade. Suspeito que seja uma lista muito grande, pois nossa unidade com o Amor divino é, de fato, a mensagem primordial da Bíblia.

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Este estudo metafísico foi preparado por Christie C. Hanzlik, C.S., Boulder, Colorado, 
ccern@mac.com / 720.331.9356

A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Igor Souza, Leila Kommers, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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