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Eleve seu coração a Deus! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Alma e o Corpo.

Craig L. Ghislin, C.S., Glen Ellyn (Bartlett), IL
Posted Monday, November 13th, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

[Eleve seu coração a Deus!]

19/11/2017

A ALMA E O CORPO

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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;

Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB

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Qual a primeira coisa que lhe vem ao pensamento ao considerar o tema desta lição? Superficialmente, Alma e Corpo parecem dois aspectos do ser humano. Em verdade, há os que creem que o corpo físico é tudo o que existe para nós, e que a consciência não é nada mais do que caminhos sinápticos e química cerebral; mas há muitos que acham que a consciência é o aspecto primordial de nosso ser. Pessoas de mentalidade religiosa chamam essa consciência de alma.

O ponto de vista convencional é que essa consciência, ou alma, resida dentro de uma estrutura física, chamada de corpo. Está surgindo uma nova teoria, que já mencionei em METs anteriores, chamada de Biocentrismo. Li a respeito em um livro de mesmo nome de autoria de Robert Lanza, MD, e Bob Berman. Eles creem que a relação entre consciência e corpo é invertida, ou seja, que nós envolvemos nosso corpo em nossos pensamentos, em vez do corpo conter a consciência. À primeira vista, se parece com a Ciência Cristã, mas na Ciência Cristã os pensamentos não se originam numa mente humana; eles se originam na Mente divina, ou na Alma, chamada Deus.

Esta Lição explora e desafia algumas crenças sustentadas sobre a relação entre a alma e o corpo. Antes de começarmos há, contudo, uma coisa importante a considerar—como é ensinado na Ciência Cristã, Alma é um sinônimo de Deus. Então, de cara, isso introduz uma virada em como consideramos Alma e corpo.

O Texto Áureo (Isaías 60:19, “o Senhor será a tua luz perpétua, e o teu Deus, a tua glória”) refere-se à permanência da Alma versus a transitoriedade do mundo físico. Nesse caso, o profeta Isaías está dizendo que a glória de Deus sobrepuja o sol e a lua. Enquanto as estrelas e a lua surgem e desaparecem, e o sol parece ser obscurecido pelas nuvens e desaparece à noite, a luz de Deus é permanente e constante, não sofre nenhuma mudança. Deus é luz eterna. Ele sempre nos mostra a saída das trevas da crença mortal.

Um dos pontos principais que percebi nesta Lição é que há várias passagens em que o grau de oração, louvor e reconhecimento de Deus é audaz, ativo e destemido. Ao longo da Leitura Alternada (Salmo 86:4, 10, 12; 146:1, 8; 138:1-5, 8) encontramos versículos recheados de júbilo, louvor, adoração e cantoria. Essas recitações não eram falseadas e obrigatórias. Eram ativas e fortes. O salmista ergue sua alma ao Senhor e O louva de todo seu coração. O teólogo John Hill (1697-1771) o interpreta assim: o salmista vem ao Senhor com “coração leal... oferecendo ao Senhor não apenas o corpo, mas também a alma e o coração.”

Essas expressões de louvor não ocorrem em particular. São proferidas no templo para todos ouvirem, e chamam todos os reis da terra a se juntarem. As fiéis petições não são nada tímidas. O salmista grita ao Senhor, e sua oração é ouvida. O salmista sabe que Deus é o único poder, e que não há nada que não possa fazer. Deus abre os olhos aos cegos, física e espiritualmente; Ele levanta os abatidos no corpo, assim como os sobrecarregados de pecado e tentações; e “o Senhor ama os justos”. A Bíblia Ampliada interpreta esse último ponto, mais ou menos assim: “o Senhor ama os justos [não comprometidos] (os que são retos de coração e de retidão com Ele).” Exemplos de tal devoção incondicional são trazidos ao longo da lição.

Seção 1: O infinito não pode ser confinado

Como em quase todas nossas lições, começamos buscando uma compreensão mais clara de Deus. Em primeiro lugar, concordamos que há um só Deus, e que esse Deus de fato existe. Ensinamentos religiosos tradicionais tentam ligar o homem a Deus estabelecendo o templo como ponto de contato com o divino. Antigos templos eram construídos como um lugar para Deus habitar. Mas o fato é que o templo, ou tabernáculo, foram construídos para os homens como lugar adoração. Seria impossível confinar um Deus infinito num local em particular (B1, Levítico. 26:11, 12). Deus engloba tudo em si. Ele é nosso “sol e escudo” dissipando trevas, aquecendo, animando, provendo refrigério, e protegendo toda a criação (B2, Salmo 84:11). Residir na lei de Deus é um lugar seguro. Andando retamente na Sua lei, não teremos nenhum bem sonegado.

É inconcebível imaginar o Amor infinito estando confinado em algum espaço finito. Nem mesmo os mais elevados céus podem conter a Divindade (B3, 1Reis 87:27). Enquanto os profetas conseguiam ver a impossibilidade de confinar Deus, Paulo dá um passo além. Primeiro, ele reconhece Deus como criador e sustentador de tudo. Esse era um desafio direto ao pensamento no começo da teoria atômica. Mas, então, Paulo dá mais um passo: Deus não só enche todo o espaço. Ele é Tudo, e nós vivemos, nos movemos e existimos nEle (B4, Atos 17:24, 25, 28).

Nosso livro-texto, Ciência e Saúde, toma o bastão onde Paulo parou: “Deus é infinito, a única Vida, a única substância, o único Espírito e a única Alma, a única inteligência do universo, que inclui o homem” (CS1, p. 330). Pareceria difícil louvar a Deus de modo mais destacado do que o salmista e os profetas bíblicos. Mas Eddy estabelece um novo padrão. Ela proclama Deus como absolutamente acima e além de qualquer forma ou conceito, e declara ser inconcebível que o homem pudesse ser considerado uma inteligência separada de Deus (CS2, p. 309). De fato, ela nega completamente a existência de uma alma ou espírito finitos (CS3, p. 466).

Eddy explica claramente que o maior não estar no menor. Ela afirma que “uma diretriz importante na Ciência da Alma é que o Principio não está contido na sua ideia. O Espírito, a Alma não está confinado no homem, e nunca está na matéria” (CS4, p. 467). Esta é a chave. Como os antigos pensavam que o templo era o ponto de contato entre Deus e o homem, o pensamento moderno tenta ligar Deus e o homem, com a suposição de que Deus esteja na natureza, ou ao nosso redor, mas ainda assim “na” matéria. Nada pode estar mais longe da verdade. Deus nunca está na matéria e nada sabe dela. A matéria não é coisa nem local. Matéria é um termo que expressa a falsa crença de um universo externo e uma existência finita.

Há pouco mencionei o Biocentrismo. Um ponto principal dessa teoria é que a vida não evoluiu de condições materiais. Pelo contrário, a vida produz as condições para a vida existir. Isso não é bem como a Ciência Cristã, mas é um passo na direção dela. A diferença está em que, no Biocentrismo, a vida biológica cria suas próprias condições, enquanto que, na Ciência Cristã, a Vida é Deus, e Ele não precisa criar condições materiais para existir. Tudo é Vida, Deus, e a ideia da Vida, e toda a realidade é o Espírito e sua expressão espiritual. A matéria está fora de questão. Nosso livro texto afirma: “Nada, a não ser o Espírito, a Alma, pode originar a vida” (CS5, p. 335). A Alma é Deus, e a Alma não existe na mortalidade ou numa forma finita. Quando perdermos esse falso senso de Alma residente na matéria começaremos a ver que a Vida é imortal.

Seção 2: O verdadeiro sentido de Templo

Assim como várias tradições religiosas observam Deus como estando na natureza, a maioria também vê o corpo como um veículo temporário para a alma ou consciência. Já estabelecemos que Deus não pode estar confinado a uma forma finita. Aqui vemos que o homem tampouco está confinado a um corpo. O Salmista escreve que Deus o sonda e o conhece “tu me sondas e me conheces...” (B5, Salmo 139). O teólogo Albert Barnes (1798-1870) diz que a palavra “sonda” tem uma referência primária a perfurar ou escavar em busca de água ou metais. Em outras palavras, Deus revela o que está debaixo da superfície - para revelar do que realmente somos feitos. O Salmista canta louvores por este vislumbre da verdadeira natureza dEle.

Paulo, sabendo que a verdadeira natureza do homem é muito mais do que aparenta, nos clama a evitar nos preocuparmos com as coisas da carne (B6, Rom. 8:8). John Wesley (1703-1791), cofundador do movimento Metodista, define “coisas da carne” como “aquelas coisas gratificantes que corrompem a natureza; as coisas visíveis e temporais; coisas na terra, de prazeres, (dos sentidos ou imaginárias), elogios, ou riquezas”.

O Espírito de Deus nos isenta das crenças da carne. Nosso verdadeiro corpo não é uma forma carnal, mas um templo espiritual. “Estar na carne” também pode ser interpretado como estar permitindo que a natureza humana domine sua vida (B6). Numa carta para os Coríntios, Paulo também nos lembra de que nosso corpo não é, propriamente falando, nosso. É o templo do Espírito Santo (B7, 1Cor 6:19) . Deus é nosso dono, e proprietário da nossa morada, logo devemos cuidar e manter esse templo apropriadamente. A ideia de que tudo o que fazemos deve ser para a glória de Deus não serve à carne. Isto é mais um exemplo das fortes declarações em relação a nossa ousada relação com Deus.

Nosso livro-texto define templo como “corpo” (CS6, p. 595). Mas, essa referência é a uma forma finita temporária habitada por uma alma? Não. A definição de “templo” no Glossário continua: “A ideia da Vida, substância e inteligência.” O templo no qual vivemos é a ideia da Vida, Deus. A Sra. Eddy diz que o homem não é uma “habitação material para a Alma; ele mesmo é espiritual” (CS7, p.477). Notem que Alma está em letra maiúscula. Só existe uma Alma. Nossa líder escreve, “incorremos em erro quando dividimos Alma em almas…” (CeS 249:32). Visto que Deus é a única Alma, não existe uma pequena alma que habite um corpo em primeiro lugar. Já que tudo é Espírito, não existe nem um corpo material para conter uma alma. Nossa verdadeira identidade é reflexo - não um corpo. Deus, Alma, nunca reflete “algo inferior ao Espírito” (S7).

Em realidade temos um corpo sem sensações (S8, p. 280). A citação CS9 é um ponto importante a ser lembrado: “O corpo material, a que chamamos eu, é mente mortal…” (CS9, p., 416). Por isso é que nunca “tratamos” ou oramos para um corpo. O corpo é simplesmente a mente mortal reivindicando ser nós. Nossa verdadeira individualidade é espiritual, mas é tão tangível e substancial quanto a matéria parece ser (CS10, p. 317), e em realidade ainda mais.

Seção 3: O tempo não tem efeito sobre o nosso verdadeiro ser

Muito esforço é dedicado a manter a beleza e o vigor do corpo humano. Mas esse “eu” que parece se chamar corpo é na verdade a mente mortal, e os esforços para atrasar a deterioração e o enfraquecimento de uma forma física decadente nunca ganharão a batalha. Não há nada de errado em resistir às reivindicações de declínio associadas à idade, mas o único meio seguro de ganhar a vitória é reivindicar e entender que nossa verdadeira força e beleza estão enraizadas no nosso ser espiritual. Godfrey John, um bem conhecido praticista e professor de Ciência Cristã, que foi um ex-boxeador da Golden-Glove (Luva de Ouro), me disse certa vez: "Não nos exercitamos para ficar saudáveis e fortes, mas para provar que de fato já somos".

À medida Quando esta seção começa, o salmista mostra estar buscando a Deus como a fonte da força (B8, Salmos 71:16,23) e da beleza (B9, Salmos 90:17). Deus nunca se desgasta e nós também tampouco (B10, Isaías 49:28-31). A força humana falha, mas a força do Senhor é o poder que nunca se deteriora. Uma pessoa jovem e naturalmente forte pode querer se vangloriar de sua habilidade pessoal, mas isso é nada em comparação com o poder divino. A identidade espiritual nunca se deteriora ou desaparece. Calebe manteve sua força e vitalidade independentemente da idade (B11, Josué 14:6,7,8,10,11).

A parte da Bíblia desta seção conclui com outra declaração arrojada sobre graça. O salmista menciona o "som festivo" (B12, Salmos 89:15,17). De acordo com Adam Clarke (c. 1760 - 1832), isso se refere a gritos de alegria e trombetas feitos na manhã do jubileu, "que proclama libertação aos cativos e a restauração de todas as suas propriedades perdidas". E eles são verdadeiramente abençoados, pois andam na luz de Deus, e conhecem a fonte da força que possuem.

Nosso Líder adota a visão bíblica do homem de Deus como eternamente forte e reto. O sol radiante da masculinidade brilha para sempre no meio-dia eterno (CS12, p.246). Ela adverte que medir a vida pelos anos solares é um erro. A passagem do tempo não tem nada a ver com nossas habilidades. O tempo é uma ilusão mortal - uma estrutura inventada pela crença mortal. A experiência nos torna mais fortes não mais fracos (CS13, p.248). A mente imortal nos fornece "frescor e beleza". Lembre-se que o corpo que chamamos de "eu" é mente mortal. Isso é ecoado quando lemos: "Um corpo material expressa apenas uma mente mortal e material" (CS14, p. 208). O que quer que pensemos, aparece no corpo. Temos que lembrar que não existe uma substância material objetiva. Tudo é subjetivo. Está tudo pensado. É por isso que precisamos ter certeza de que é a mente divina, não a mente mortal que nos influencia. Nós compreendemos o corpo como crença no pensamento, e por isso devemos apenas acalentar pensamentos de saúde. Todo o resto precisa desaparecer. Para nos ajudar a ganhar domínio sobre as reivindicações de tempo e idade, a nossa Líder nos dá o que ela chama de "receita para a beleza". É "ter menos ilusão e mais Alma" (CS15, p. 247). Você não consegue isso na academia ou no setor de cosméticos.

Seção 4: Mantenha sua visão focada

É amplamente aceito que o servo referido em Isaías 42 é o Messias (B13-Isaías 42: 1). Mas também podemos vê-lo figurativamente como alguém que se esforça para imitar o Mestre Cristão. Deus nos mantém ativos e nos apoia em tudo o que fazemos. Nós somos escolhidos dele, e Ele se deleita em nós (B13). Jesus realizou sua missão através do poder que lhe foi dado por Deus. Este é também outro exemplo de reconhecimento corajoso da glória de Deus. Jesus não manteve as boas novas para si mesmo. Ele pregava corajosamente a boa notícia de que "está próximo o reino dos céus" (B14, Mateus 4: 17).

Jesus exemplificou a visão singular em devoção a Deus. Os olhos trazem luz para o corpo como o sol faz para o sistema solar, ou uma vela acesa faz para um quarto escuro (B15, Mateus 6: 22,23). Simples olhos significam visão simples e pura. Simples olhos veem a visão celestial intocada e não tratada pelos desejos mundanos, ambição e medo.

É importante atentar para onde estamos. Eu costumava pensar que a orientação de um cavalo com as rédeas e virar a cabeça na direção certa era uma boa analogia para manter os olhos bons, ou estar focado no destino. Mas durante meu passeio a cavalo no Acampamento do Cedros, aprendi que o que o cavaleiro está procurando é o mais importante. Ao atravessar um obstáculo, como uma ponte, a cavalo, nos ensinaram a manter nosso olhar muito além do obstáculo ou então o cavalo não atravessaria a ponte. O cavalo sabe onde o cavaleiro está olhando. Nossa experiência também vai para onde estamos olhando, então, se queremos manter o nosso progresso na direção certa, nosso olhar mental deve permanecer focado onde queremos chegar.

Às vezes, não conseguimos ver o caminho facilmente, mas Deus ilumina nosso caminho e nos cinge com força. "Revestir" é como compor as vestes e dobrá-las para que seu movimento seja desimpedido (B16 Salmo18). Aqui novamente, estamos a falar de estar pronto para a ação, não para a passividade.

À medida que a luz destrói a escuridão, a luz de Deus dissipa o erro (CS16, 72:10-13). Outro significado de um olho bom é um olho que não possui defeito. A visão de Jesus e seu coração eram puros, e isso permitiu que ele visse Deus (CS18, 337: 15). Nosso livro texto nos instrui a seguir o exemplo e o ensino de Jesus para nos elevar acima do pecado e permanecer focado no bem (CS19, 266: 24-30). Permanecer acima de todo prazer e dor corporais estabelece nossa verdadeira identidade espiritual na Alma (CS20, 6: 23-27).

Seção 5: Os sentidos espirituais são eternos

O salmista sabia manter seu foco em Deus. Ele confiou plenamente em Deus e sabia que essa confiança não seria em vão (B17, Salmos 141: 8). Barnes contrasta o foco do salmista com o dos seus exércitos que eram "fracos, desalentados, dispersos como lascas e cavacos em uma pilha de lenha". A citação B18 (Salmos 119: 130) afirma: "A revelação das tuas palavras esclarece e dá entendimento aos simples." Como uma questão de interesse, alguns comentaristas veem isso como referência aos frutos imediatos da abertura das escrituras. Mas também podemos ver este versículo como um reconhecimento do poder de cura que vem quando expomos os desafios à luz da verdade.

Jesus manteve claramente essa luz espiritual e seu foco em Deus. Ele foi movido pelo Espírito em tudo o que fez (B19, Lucas 4:14). Na cura do cego (B20, Lucas 18:35-43), encontramos outro exemplo de um indivíduo que não era nada tímido ao expressar seu desejo de recorrer a Deus. O homem "clamou" pela ajuda de Jesus. Quando outros ao seu redor estavam tentando mantê-lo em silêncio, ele gritou mais, e a resposta de Jesus foi curá-lo.

Assim como a força espiritual supera todo o esforço humano, a "iluminação da compreensão espiritual" supera o sentido material (CS21, 210: 10-16). Deus é o único vidente. A habilidade do homem para ver nada tem a ver com um órgão visual corporal. A visão é uma capacidade da Alma e a consciência de Jesus sobre isso o capacitou a curar outros (CS22, 486: 25-28). Os órgãos sensoriais do corpo não possuem habilidade inata para executar tais tarefas. Os sentidos do homem são espirituais e intactos, independentes da construção orgânica (CS23, 487: 7). Como a força e a beleza só podem ser encontradas no Espírito, os sentidos espirituais do homem também são ilimitados por restrições físicas.

Seção 6: "Religião verdadeira" significa verdadeira liberdade

A citação B21(Salmos 86:4,11) é uma repetição da primeira citação na Leitura Alternada. É outra lembrança da eficácia de efetivas expressões de louvor. O salmista olha para Deus apenas para iluminar sua mente, e para fornecer instruções e orientação (B21).

Paulo nos diz que buscar Deus traz a liberdade (B22, 2Cor. 3:17). John Gill, em sua Exposition on the Whole Bible, vê essa liberdade chegar a várias áreas da vida: trazendo iluminação, regeneração, santificação, conforto e liberdade do pecado e do medo, permitindo "liberdade de acesso a Deus com ousadia". Este é mais um exemplo de glorificação intensa em ação.

Paulo, exibindo seu fervor característico, pede aos irmãos que lhe prestem atenção. Como com todas as orações, elogios e petições nesta Lição, não é um pedido passivo. É um apelo urgente para que possamos sacrificar nosso sentido mortal em si mesmo em um ato de devoção contínuo a Deus. Este não é um sacrifício "único" de um animal morto; É um sacrifício vivo que continuamos ao longo de nossas vidas (B23, Romanos 12: 1,2). É puro, e sem defeito (B23). E Paulo nos diz para não reter nada, mas colocar tudo no altar. Barnes ressalta que tal sacrifício, intelectual, moral, físico, voluntariamente, dedicando todas as energias do dia a dia é "verdadeira religião". A vida de Jesus exemplificou essa "verdadeira religião" e seu sacrifício permitiu-lhe curar todos os males. Como os que viram esse trabalho de cura não podem fazer nada além de glorificar a Deus? (B24-Mateus 15: 29-31).

O exemplo supremo de Jesus de uma vida dedicada a Deus continuamente demonstrou a diferença entre "o progênito da Alma e do senso material" (CS26, 30:20). O trabalho de Jesus tirou o homem da escravidão do corpo. Ciência e Saúde nos diz: "Foi a ilusão do senso material, não a lei divina, que vos atou, que amarrou vossos membros livres, mutilou vossas capacidades e desfigurou o quadro da vossa existência" (CS27, 227: 14-17). Então, quem não gostaria de estar livre de tais grilhões?

Para encontrar essa liberdade, precisamos "Não [olhar] para o corpo, olha para a Verdade e o Amor" (CS28, 261: 2,24). Ao mantermos nosso pensamento firmemente no real, estamos mantendo o nosso olho único. Experimentaremos onde "fixamos nosso olhar". Nunca podemos perder nada real ou bom, pois seguimos esse processo. Nosso livro-texto nos diz que a negação de reivindicações materiais é um passo importante em nosso triunfo sobre o corpo (CS29, 242: 6). A definição de "negação" é uma afirmação ao contrário. Se pensarmos sobre isso dessa forma, podemos manter essa posição ousada, positiva e afirmativa exemplificada ao longo desta Lição.

Nós vimos que o que pensamos determina nossa experiência e vimos que a Alma não está no corpo. Nós também vimos que esse homem vive em Deus e esses fatos nos libertam da prisão do pensamento material (CS30, 114: 23-28). É tempo para realmente viver isso.

Seção 7: Uma vez mais: Erguei vossa Alma e louvai a Deus!

A citação final da Bíblia (B25, Salmo 108:5) é mais uma exclamação forte de louvor incondicional. Soltai a voz!

A realidade spiritual do ser é um fato inegável—a Alma é Deus, não uma etérea consciência confinada a um corpo. O homem é imagem de Deus e nós coexistimos com Ele para sempre (CS31, p. 120). Assim, como foi mencionado no início da lição, pratiquemos a “retidão incondicional”. Elevai a vossa alma—de todo o coração—a Deus, e encontrem vosso verdadeiro ser na Alma.

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Este estudo metafísico foi preparado por Craig L. Ghislin, C.S. Glen Ellyn, Illinois (Bartlett), craig.ghislincs@icloud.com / (630) 830-8683

A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Igor Souza, Leila Kommers, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.

Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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