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Vigiai, esperai e abraçai a vinda da Verdade à consciência—e rejubilai-vos nela! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Cristo Jesus.

Kathy Fitzer, St. Louis, MO & Park City, UT
Posted Monday, December 18th, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

[Vigiai, esperai e abraçai a vinda da Verdade à consciência—e rejubilai-vos nela!]

18 a 24 de dezembro de 2017
Cristo Jesus

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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Interessante esta lição ser compartilhada nas igrejas ao redor do mundo na manhã da véspera de Natal! Há muito a considerar nela sobre a profecia e o aparecimento do Salvador prometido—o Messias ou Cristo. Para mim ela fala claramente da natureza eterna do Cristo—mas também do significado do único e completo aparecimento desse Salvador na forma individualizada como Cristo Jesus. Há muito a ser aprendido sobre o que é realmente profecia, sua natureza contínua, e o papel que continuamos desempenhando nela. Quanto mais eu trabalhava com a lição, tanto mais reconhecia a importância de não olhar a Bíblia como uma explanação linear de eventos humanos, mas como o desdobramento de ideias espirituais que revelam o abrangente tema da supremacia do bem sobre o mal—e a revelação divina do poder salvador e cuidador de Deus.
Vejam o Texto Áureo (Apoc. 19:10- “[...] o testemunho de Jesus é o espírito da profecia”) da New Living Translation [Nova Tradução Viva]: “a essência da profecia é dar testemunho para Jesus.” Gosto da forma como ‘A Bíblia Ampliada’ expande esse versículo do Apocalipse: “[Sua vida e ensinamento são o coração da profecia.]” A palavra original em grego para profecia significava “predição de acontecimentos relativos ao reino do Cristo[...]”. A vida e os ensinamentos de Jesus revelam plenamente esse reino. Percebo a importância de ver o Cristo não apenas no senso absoluto de ser a eterna revelação da natureza de Deus à humanidade (que ele é!); mas também vejo a importância do papel de Jesus como o Messias e reconheço sua eterna natureza como uma ideia individualizada de Deus com um nicho específico e eterno a ser preenchido—assim como cada um de nós tem um papel vital e individual a preencher na totalidade do universo de Deus. Me sinto mais à vontade para falar sobre “o testemunho de Jesus” sem traduzir a “testemunho de Cristo”. A seguinte declaração em Retrospecção e Introspecção traz luz ao papel que cada tem no cumprir em testemunhar a vitória do bem sobre o mal. “Nenhuma pessoa pode tomar o lugar individual da Virgem Maria. Nenhuma pessoa abranger ou preencher a missão individual de Jesus de Nazaré. Nenhuma pessoa pode assumir o lugar da autora de CS, a Descobridora e Fundadora da CC. Cada indivíduo tem de preencher seu próprio nicho no tempo e na eternidade” (Retrospecção e Introspecção, p. 70:14).
A Leitura Alternada (Lucas 2:25-32,36-38; 1Tess. 5:16,19, 20, 28): Muito antes de Jesus iniciar seu ministério—ainda quando menino—Simeão e Ana reconheceram-no como o Messias, o Cristo, pelo qual haviam aguardado e esperado com muita expetativa. Após sua circuncisão e batismo, foi levado ao templo para se cumprir esta lei: “todo primogênito será consagrado como santo ao Senhor”. Maria também seria purificada na ocasião. Parece significativo ao ministério de Jesus que seus pais o tenham levado ao templo “para fazerem com ele o que a lei ordenava”, quando nos lembramos que Jesus mais tarde alertou seus ouvintes que ele não tinha vindo para destruir a lei, mas para cumpri-la. Também é importante que Simeão obedeceu quando “guiado pelo Espírito” para ir ao templo naquele dia, quando teve a oportunidade de abençoar a criança Cristo—vendo com isso a redenção de Israel (a restauração do povo e o preenchimento do trabalho redentor de Deus) e a vinda do Messias. A bênção de Simeão [...] se relaciona ao nascimento de Jesus como o preenchimento da promessa de salvação encontrada nas Escrituras de Israel, especialmente Isaías, e lança um olhar à inclusão dos gentios tanto quanto judeus na experiência das bênçãos de Deus” (New Interpreter’s Bible Commentary, NIB). Também foi traçado um paralelo entre a promessa do devoto Simeão não ver a morte sem testemunhar a vinda do Messias, e Jesus prometendo a seus discípulos que alguns “de maneira nenhuma, passarão pela morte até que vejam o reino de Deus” (Lucas 9:27). A profetisa Ana também estivera esperando ansiosamente pela vinda do Messias, e respondeu com louvor quando a testemunhou. Ela é um belo exemplo de personagem feminino de profeta, que também exemplifica a viúva piedosa, uma menção frequente no judaísmo e antiga igreja cristã. As qualidades de devoção, paciência, expectativa e vigilância obediente pela manifestação do Cristo redentor, as quais Simeão e Ana expressaram maravilhosamente, certamente são importantes para nós todos demonstrarmos.

Seção 1: O nascimento de Jesus em relação às profecias de Moisés e Isaías
Moisés profetizou aos israelitas: “O senhor, Deus, te suscitará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, semelhante a mim; a ele ouvirás... Suscitar-lhes-ei um profeta do meio de seus irmãos, semelhante a ti, em cuja boca porei as minhas palavras, e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar” (B3, Deut. 18:15,17,18). A ideia de alguém ser um profeta semelhante a “Moisés” tinha a “intenção de afirmar que seu ensinamento deveria concordar com as palavras e espírito de Moisés como Líder inequívoco de Israel” (NIB). Isso apoia o ensinamento de Jesus de que ele veio para “cumprir a lei”. Para mim, isso confirma a eterna natureza do Cristo, ou a Verdade, que encontramos na Bíblia, e se vê quando tomamos “a palavra inspirada da Bíblia como nosso guia suficiente para a Vida eterna” (CS, p. 497). Mais tarde Isaías foi mais específico sobre o aparecimento do Messias ao afirmar: “eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel” (B4, Isaías 7:14). Quando chegou o momento de Jesus nascer, Deus falou diretamente tanto a Maria como a José. Deus lembrou a José a profecia de Isaías, com a qual ele estava, certamente, familiarizado (B5, Mat. 1:22, 23). Com toda certeza a chave para que os profetas escutassem a voz de Deus era que seu pensamento estava “em comunicação” com a “Mente divina, sempre-presente”, e por isso estavam habilitados a “conhecer o passado, o presente e o futuro” (CS1, p. 84). Embora não ponhamos tanta ênfase na pessoa de Maria como outras religiões o fazem, nós certamente podemos aprender com seu exemplo e reconhecer seu comportamento único em sua receptividade e na “iluminação do senso espiritual de Maria [que] reduziu a silêncio a lei material e sua ordem de geração [...] demonstrando que Deus é o Pai dos homens” (CS5, p. 29). Como indica nosso livro-texto: “O Cristo esteve perpetuamente como ideia no seio de Deus, o Princípio divino do homem Jesus”, mas foi preciso que uma mulher, Maria, percebesse “essa ideia espiritual” (CS5). Jesus representava o homem ideal—não confinado a crenças de herança humana e parentesco humano. Ele nos serve de exemplo de que também podemos largar essas falsas crenças e ver nossa natureza Crística bem como da humanidade, sempre unida ao Criador, Deus! Como aprendemos na CC: “O fundamento da desarmonia mortal é o senso errôneo da origem do homem” (CS, p. 262).

Seção 2: "Porque um menino nos nasceu [...]"
Embora o "porque um menino nos nasceu”, os versículos de Isaías são freqüentemente tomados como especificamente profetizando o nascimento de Jesus, a pesquisa bíblica revela que eles devem ser considerados mais precisamente um anúncio do nascimento de um príncipe herdeiro. Uma leitura mais precisa seria: "pois uma criança nasceu; um filho nos foi dado". O entusiasmo surge do nascimento de um novo descendente de Davi - tomado como um sinal da libertação de Deus. Como a Nova Interpretação da Bíblia diz: "Do ponto de vista de Isaías, o nascimento anunciado no v. 6 é um sinal de esperança. A antiga promessa de um filho de Davi no trono é reafirmada. Ambos os nomes da criança (Maravilhoso, Conselheiro, O Deus Forte, O Pai da Eternidade, Príncipe da Paz) e as linhas finais do poema “para que se aumente o seu governo, e venha paz sem fim [...]” promessa perpétua de paz com “a justiça e o direito”(B7, Isaías 9:6,7). Para mim, esta celebração de esperança significa a continuidade da graça salvadora de Deus. Neste caso, a celebração se referiu ao nascimento de um rei humano. Mas, lembre-se, a expectativa era que a salvação para Israel viesse por um certo rei. Ainda havia muita preparação de pensamento necessária antes que o mundo estivesse pronto para a vinda de Jesus, que revelaria a natureza da verdadeira salvação. E essa eterna revelação continua até hoje. A mensagem de Deus de salvação e justiça é sempre enviada de uma forma que possa ser entendida que seja necessária em um momento específico. E, portanto, a celebração de uma criança que nasceu não é confinada ao tempo e às circunstâncias. Para mim, isso é apoiado pela declaração da Sra. Eddy: "Quando uma nova idéia espiritual nasce para o mundo, cumpre-se novamente a profecia Bíblica de Isaías: ‘Um menino nos nasceu … e o seu nome será: Maravilhoso” (CS10, p. 109). Acreditava-se muito que o Messias seria parte da linhagem do rei Davi, cumprindo a promessa feita a Davi, "a tua casa e o teu reino serão estabelecidos para sempre diante de ti; o teu trono será estabelecido para sempre" (IISamuel 7:16). Mesmo durante os tempos mais sombrios, esperava que Deus não rompesse a promessa de que um filho de Davi sempre se sentaria no trono. A profecia de Miquéias de um "governante em Israel" que vem da pequena cidade de Belém - a cidade natal de Davi - encorajou os judeus a continuar a procurar esse Messias (B6, Miquéias 5:2,3). Este verso foi citado pelos sábios quando o rei Herodes os questionou sobre o nascimento do Messias (B12, Mateus 2:1-7,11,15). A vida de Jesus encarnou integralmente a "natureza eterna e espiritual de Deus" - ou Cristo (um termo sinônimo de Messias) (CS8, p. 333). Nunca haverá alguém como ele. Ele "foi dotado com o Cristo, o Espírito divino, sem medida". Tanto que ele é conhecido como Cristo Jesus. Mas ele ensinou à humanidade que o Cristo não se limitou a ele [...] mas vive como uma idéia espiritual para sempre! Devemos continuar a esperar ver este Cristo quando nossa vida parece estar na escuridão, e esperar a presença do Cristo, a Verdade, ser sentida e governar o nosso mundo hoje!

Seção 3: O homem sábio responde à luz do Cristo
Essa seção está intimamente relacionada com a anterior. De fato, o verso do capítulo 9 de Isaías precede o que acabamos de comentar. Durante um tempo sombrio, provavelmente após uma guerra difícil, as pessoas receberam um raio de esperança no nascimento de um novo rei (B9, Isaías 9:2). Os versículos do capítulo 60 de Isaías descrevem um momento em que a luz retornou a Sião (ou a área em Jerusalém onde o rei Davi estabeleceu seu reino). A prosperidade reina (B10, Isaías 60:3,6). Esta luz da prosperidade é tão brilhante que pessoas de todas as partes são atraídas por ela. Mas, claro, está bem documentado que a prosperidade humana vai e vêm. Assim, esses mesmos versos são referenciados como profetizando a vinda do Cristo - a luz que Jesus tão frequentemente se identificou como sendo parte. Acredita-se que os versos em Salmos sejam uma oração não apenas para um rei dominate, mas para "a promulgação do reinado de Deus e a vontade de Deus ao mundo" (NIB) (B11, Salmos 72:10,11,15). Visto dessa maneira, é fácil ver como é natural aplicar esses versículos como profetizando o nascimento de Jesus, em que a luz da estrela guiou os sábios ao "rei dos judeus" e a quem trouxeram presentes de "ouro e incenso" (B12, Mateus 2:1-7,9-11). Porque podemos ver quão proféticos versos podem ser aplicados às situações humanas que ocorrem em épocas diferentes, podemos então dar um salto para aplicá-los ao despertar do pensamento - independente das circunstâncias materiais. Assim, vemos que, nesta era, a luz assume a forma da Ciência Cristã - revelando o Cristo eterno e presente ("os grandiosos fatos espirituais de existir") que novamente iluminam a escuridão dessa "era material" (CS11, p. 546). Jesus será para sempre "o mais elevado conceito humano do homem perfeito [...] inseparável do Cristo, o Messias". Mas, assim como os anjos anunciaram a aparição do recém-nascido Jesus aos sábios de outrora, assim também os anjos falam "ao coração faminto em todas as épocas" e "o sábio de hoje" reconhece o eterno brilho da luz do Cristo, disponibilizado através da descoberta da Ciência Cristã (CS12 e CS13, p. 95 e p. 482). Que privilégio é contemplar essa luz e testemunhar que ela brilha de tal forma que outros serão atraídos para ela também. Vejo isso como cumprindo nosso papel na eterna profecia. A Sra. Eddy define um profeta como: “Aquele que vê espiritualmente; desaparecimento do senso material ante os fatos conscientes da Verdade espiritual” (p. 593). Sempre novas perspectivas!

Seção 4: O Pastor e os pastores
Jesus identificou-se como o bom Pastor e falou sobre as pessoas que ele ensinava como sendo ovelhas sem pastor. Os profetas antigos - tanto Isaías quanto Ezequiel - falaram sobre Deus reunindo Seu povo devastado pela guerra e trazendo-os para casa. Ezequiel vai um passo além prometendo que o povo será vigiado e guiado por um pastor identificado como Davi (ou descendente de Davi) (B13 e 14, Isaías 40:1,11 e Ezequiel 34:11,23). Quão apropriado foi para os pastores nos campos que cercavam Belém ouvir com atenção a mensagem dos anjos, dizendo-lhes que este grande Pastor - o Cristo - estava vindo para ensinar a Sião e poderia ser encontrado na cidade de Davi (Belém) (B15, Lucas 2:8-16, 20, 52). Mesmo depois que Jesus foi crucificado, os discípulos o reconheceram como o "Pastor em chefe". Mas eles também reconheceram seu próprio dever de continuar seu ministério de revelar a mensagem que ele havia entregue e seguindo seu exemplo. Ao fazê-lo, eles seriam capazes de orientar os outros, ou cuidar do rebanho de Deus, por assim dizer e permitir que eles também permaneçam seguros no aprisco (B16, 1Pedro 5:4). É agradável pensar sobre as qualidades que um bom pastor expressa - vigilância, amor, coragem, engenhosidade, obediência, confiabilidade, etc - e ao observarmos como praticar essas qualidades nos permite ouvir os anjos que nos orientam para encontrar Cristo e compartilhar as boas novas da redenção e da salvação, da revelação e do progresso, que estar atento à luz que a verdade traz (CS14 e CS15, p. vii e p. 591). Nosso trabalho é permanecer focado na luz da Verdade e não nos permitir ser capturados pelas sombras do senso material que escurecem nossa experiência (CS16, p. 510). Lembrem-se, não pode haver uma sombra sem luz. Então, nos concentremos na luz - e quando estarmos perfeitamente alinhados com a luz, as sombras desaparecem (são colocadas sob nossos pés). Cristo é a luz e o Pastor!

Seção 5: Jesus profetiza de si mesmo
Você pode imaginar estar em uma sinagoga - como era seu costume estar - e tendo Jesus se identificado como aquele sobre quem Isaías falou como vindo para quebrar os laços do cativeiro, abrir os olhos dos cegos, curar os quebrantados de coração, etc. (CS18, p. 131)? Eu duvido que todos aceitaram suas palavras de primeira, mas ele continuou a ensinar, a pregar e a curar - demonstrando que o que ele havia dito era verdade. O que foram considerados milagres estão registrados em toda a Bíblia, mas Jesus mostrou que esses não eram realmente milagres, mas "demonstrações naturais do poder divino" (B19, Mateus 9:35 e CS18, p. 131). Embora Jesus não esteja mais conosco pessoalmente, tudo o que ele encarnou é revelado para sempre nos ensinamentos da Ciência Cristã. "A metafísica divina é agora reduzida a um sistema, a uma forma compreensível e adaptada ao pensamento da época em que vivemos" (CS21, p. 146). Esse sistema de cura está disponível para todos, para praticar e restaurar o poder de cura que Jesus demonstrou - e que existia antes da aparição de Jesus. Emmanuel, ou "Deus conosco" nunca foi uma pessoa. Em vez disso, a Ciência Cristã ensina que é uma "influência divina sempre presente na consciência humana, e que se repete" (CS19, p. xi). Que dom maravilhoso foi dado à humanidade. Quão privilegiados somos, como estudantes da Ciência Cristã, para entender que esse sistema cumpre a profecia de Isaías - "Para proclamar libertação aos cativos [dos sentidos] E restauração da vista aos cegos; para pôr em liberdade os oprimidos".
A questão é: “estamos nutrindo essa Ciência, praticando o que conhecemos e deixando que a luz de Cristo brilhe através de nós”? Não tomemos isso por garantia nem sejamos tentados a pensar que não sabemos o suficiente para aplicá-lo. Assim como Deus trabalhou por meio de Jesus - e aqueles que vieram antes dele - Deus está trabalhando por meio de nós, nos mostrando o caminho e revelando a totalidade de Seu poder. Nós apenas temos de estar dispostos a segui-lo [O Cristo] e nos alegrarmos e nos recusarmos a deixá-lo ir!

Seção 6: A estrela da manhã
Penso que é útil abordar esta seção começando com a última citação. A Sra. Eddy escreve: "A natureza divina do Cristo se manifestou na natureza humana de Jesus". Jesus demonstrou plenamente a superioridade do bem sobre o mal (poder espiritual sobre a resistência material). Essa vitória do bem sobre o mal é realmente o tema de toda a Bíblia. Jesus apresentou ao pensamento humano o "ideal de Deus" - ou Cristo - melhor do que qualquer outra pessoa, porque ele estava livre das crenças da filiação humana (CS23, p. 25). O que realmente estamos celebrando no "nascimento" de Jesus é "o nascimento de uma nova e antiga ideia", revelando o Espírito como a fonte e a base de tudo! O livro-texto da Ciência Cristã fala de "toda a Terra" sendo "transformada pela Verdade alada de luz, que dispersa as trevas do erro" (CS22, p. 191). A Bíblia se refere a essa luz da Verdade como a "estrela da manhã" (a luz confortadora do Cristo trazendo a salvação de todo o mal) (B21 e B22, Apoc. 2:26,28 e 2Pedro 1:19). Essa estrela da manhã, é claro, vem ao amanhecer - o surgimento da Verdade na consciência humana. Todas as profecias da Bíblia apontam para a fonte da Verdade, Cristo. Quando Cristo é recebido, a Estrela da Manhã (ou Daystar) - a luz da Verdade - começa a surgir e brilha com tanta força que nada além da luz (nada além da verdade da supremacia de Deus) pode ser visto. Essa revelação não é linear. Não veio por meio de uma linhagem humana começando com o rei Davi. Jesus identificou-se como a Raiz e a Geração de Davi (B20, Apoc. 22:16). Para mim, isso é um reconhecimento da natureza eterna do homem ideal - ou do Cristo - que é revelado à consciência humana de uma maneira que a humanidade pode concebê-la e recebê-la. Mas, para que essa luz reine em pensamento e experiência, há uma demanda feita a nós. Espera-se que sigamos o exemplo de Jesus, desafiemos o mal e "saiamos vitoriosos, mantendo [as] práticas [demonstradas por Jesus] até o fim" (B21, Apoc. 2:26,28). A vitória do bem sobre o mal é um tema consistente das Escrituras. O primeiro capítulo - Gênesis - começa com a luz e o último capítulo - Revelação ou Apocalipse - termina com ela. Jesus incorporou completamente a luz da Verdade - o Cristo - e nos mostrou como seguir seu exemplo. Temos a oportunidade de a cada momento de cada dia observar e ver a luz da Estrela da Manhã e demonstrar a Verdade que é a Vida. Esse comentário reflete o sentimento compartilhado por alguns cristãos em relação à volta de Cristo ... "As verdades na Bíblia continuarão a apontar a fonte de toda a verdade, Cristo, até Ele retornar na glória" (B22, 2Pedro 1:19 - Thomas Nelson Study Bible). A Ciência Cristã ensina que não estamos esperando o retorno de uma pessoa. Mas, como Mary Baker Eddy escreve: "O segundo aparecimento de Jesus é, sem dúvida, o advento espiritual da ideia de Deus, como na Ciência Cristã" (Ret., p. 70:20). Observe, espere e abrace essa vinda da Verdade à consciência - e regozije-se com ela!!! "O Cristo rasga o denso véu do erro e vem abrir as portas da prisão" (Hino 412). O poema de Mary Baker Eddy, Manhã de Natal (Hino 23), adquiriu novo significado depois de trabalhar com essa Lição. Talvez seja para você, também. Feliz Natal!

“Manhã bendita de Natal em luz raiou
nem nuvem má, nem temporal,
teu céu toldou.

Amado Cristo eternal,
em teu surgir
nem dor nem canto maternal,
se fez sentir.

O que em Belém se viu nascer
e amamos nós,
da ideia viva, vero ser,
foi sombra só.

Suave luz de paz, Amor,
não és mortal.
Verdade, Vida, teu valor desfaz o mal,

o credo atroz, a corrupção.
Vem nos guiar, perene apoio, proteção,
aqui nos dar.”
_________________
Este estudo metafísico foi preparado por Kathy Fitzer, Lake St. Louis, MO, kathyfitzer@gmail.com, +1(314-323-4083).
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinéa Torres, Elizabeth Friedrichs, Leila Kommers, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.


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