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Saiba que a Ciência Cristã é nova, bem como “a mesma ontem, e hoje e para sempre”. Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: A Ciência Cristã.

Christie Hanzlik, C.S., Boulder, CO
Posted Monday, December 25th, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA

Saiba que a Ciência Cristã é nova, bem como “a mesma ontem, e hoje e para sempre”.

25 a 31 de dezembro de 2017
A Ciência Cristã

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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Para avançarmos em nossa compreensão da Ciência do Cristo, precisamos estar dispostos a abandonar velhas ideias insistentes, e permitir que a novidade do C nos transforme, revele nossa verdadeira natureza. Nós precisamos “tornar-nos como uma criança e de deixar o velho pelo novo” (CS6, p. 372).
A lição desta semana sobre “A Ciência Cristã” enfatiza as ideias do Cristo e a novidade. Quão apropriada para uma Lição Bíblica que lemos tanto no dia de Natal como na véspera do Ano Novo! A lição inclui temas de novidade, descoberta e frescor enquanto enfatiza o conforto eterno do Cristo, que sempre esteve e sempre estará presente. Gosto de ponderar o fato de que o Cristo é simultaneamente novo e atual: “o mesmo ontem, e hoje e para sempre.”
Mas antes de mergulhar no MET, eis 5 termos-chaves definidos com citações da lição:
Cristo / Espírito Santo / Consolador:
O Cristo é … “tudo o que mantém o pensamento humano em linha com o amor despojado de ego” (CS12, p…192).
O Cristo é ... “a ideia verdadeira que proclama o bem, a mensagem divina de Deus aos homens, a qual fala a consciência humana” (CS24, p. 332).
O Cristo é ... “a ideia espiritual—o reflexo de Deus” (CS1, p. 332).
O Cristo é ... “inseparável do Princípio divino” (CS1, idem).
O Cristo é ... “o mesmo ontem e hoje e para sempre” (B3, Hebr. 13:8; CS3, p. 112).
O Cristo é ... “a santidade que o animava [e a nós]”.
O Cristo é ... “a ideia espiritual ... que te habilita a demonstrar, com certeza científica, a regra da cura, baseada em seu Princípio divino, o Amor, que está por baixo, por cima e em volta de todo o verdadeiro existir” (CS16, p. 496).
O Cristo é ... “o Consolador, o Espírito Santo, a quem o pai enviará em meu nome, ... ele vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” (B16, João 14: 15-18, 25, 26).
O Cristo é … “a divina ideia de Deus—o Espírito Santo, ou Consolador—que revela o Princípio divino, o Amor, e que conduz a toda a verdade” (CS24, p. 332).
O Cristo é ... “novas perspectivas do bem e do Amor divino (CS25, p. 66).

Cristo Jesus:
Cristo Jesus é … “o caminho, a verdade e a vida”.
Cristo Jesus é ... “o mais elevado conceito humano de homem perfeito. Ele era inseparável do Cristo, o Messias—a ideia divina de Deus fora da carne” (CeS, p. 482).

Ciência Cristã:
A CC é a “… a natureza exata do ensinamento e da demonstração de Deus, da Mente divina, com Seus desígnios mais infinitos” (CS1 p. 276).
A CC é “…regras e leis espirituais e sua demonstração,…” (CS p. 112).
A CC é “ ...prova do Cristianismo ... que traz à luz a harmonia da Vida e do Amor” (CS4, p. 26).
A CC não é “…uma forma ou um sistema de religião e de adoração” (CS4, idem).
“A CC e o Cristianismo são uma só e a mesma coisa (CS5, p. 372).
A CC é a ... “regra definida para demonstrar esse Principio de cura e prevenção da doença (CS7, p. 147).
A CC é ... “leis divinas da Vida, da Verdade e do Amor (CS8, p. 107).
A CC é a ... “revelação final do Princípio divino absoluto da cura mental científica” (CS8, idem).

Cristianismo:
“A CC e o Cristianismo são uma e a mesma coisa” (CS5, idem).
O Cristianismo é “… a base da verdadeira cura” (CS12, p. 192).
Deus:
Deus é o “Princípio de toda ação harmoniosa da Mente” (CS10, p. 109).
Texto Áureo (TA) e Leitura Alternada (LA) – a revelação que faz novas todas as coisas
Olhando a toda a citação em torno do TA (2 Cor. 5:17: “... eis que todas as coisas se fizeram novas”) percebe-se que se refere a encontrar a nossa identidade em Cristo. Pela NTLH, a citação diz: “Quem está unido com Cristo é uma nova pessoa; acabou-se o que era velho, e já chegou o que é novo”.
É por meio do exemplo de Cristo Jesus—suas palavras e obras—que melhor podemos descobrir o Cristo. Quando chegamos a compreender plenamente a Ciência do Cristo (comer o ‘livrinho’) encontramos o “novo céu e nova terra” (LA). Somos capazes de olhar para além das “formas finitas e desvanecentes” e ter a visão completa da criação. Podemos descobrir que não há nenhum começo, nem fim, nem limitação. É o Cristo—“a divina mensagem de Deus aos homens”—que faz “todas as coisas novas”.
O autor do Apocalipse teve uma nova visão da verdade-Cristo, o que tornou claro que o Cristo sempre esteve presente e sempre estará. Semelhantemente, a descoberta de MBEddy da Ciência do Cristo lhe mostrou que “as leis divinas da Vida, da Verdade e do Amor” eram tanto novas como sempre verdadeiras—o novo céu e a nova terra que sempre existiram.

Seção 1—Novo , sempre conhecido e também crescendo em sabedoria e estatura
Podemos encontrar no mínimo 24 referências a “novo” ao longo da lição desta semana. Nesta primeira seção, a citação nos encoraja a abandonar meios obstinados—“as coisas passadas...e as antigas”—e estar dispostos a aceitar o novo. Vemos também o conceito recorrente da nova-eternal ideia—“um menino nos nasceu...um filho se nos deu”—e contudo, “Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre”. Ademais, Cristo Jesus era simultaneamente novo e bem conhecido, e ele também “crescia em sabedoria, estatura e graça, diante de deus e dos homens” (B4, Lucas 2:52). Ele sempre era novidade, e progressivo.
Cristo Jesus é nosso guia. Ele mostra o caminho. Quando seguimos seu exemplo, começamos a ver que nós também podemos ser 1) novos, 2) sempre conhecidos e 3) crescendo em sabedoria. Somente no Espírito podemos ser tanto completos como desenvolventes, sempre-existentes e novos. Não seria a vida algo aborrecido se não progredíssemos, crescêssemos e aumentássemos “em sabedoria”? E ainda assim somos íntegros. Os dois aspectos podem ser verdadeiros. Podemos ser íntegros e descobrir nossa inteireza. Podemos sempre ser perfeitos, e descobrir nossa perene perfeição.
Como explica MBEddy: “o Cristo não tem começo de anos nem, fim de dias” (CS1, p.333). Os “profetas de outrora” buscaram o pleno significado do Cristo, e, certamente, captaram vislumbres dele, mas foi Cristo Jesus quem revelou o Cristo pleno e levou à descoberta da Ciência do Cristo. A Ciência do Cristo é a “natureza exata do ensinamento e da demonstração de Deus, a Mente divina, com seus desígnios infinitos” (CS2, p.270).
O que Cristo Jesus nos mostrou foi que as “regras e leis espirituais e sua demonstração”, sempre haviam sido verdadeiras mas não plenamente demonstradas até o seu ministério (CS3, p.112). Cristo Jesus nos mostrou “o caminho, e a verdade e a vida” (CS4, p. 26). Ele revelou a Ciência do Cristo para o mundo. A CC—“a natureza exata do ensinamento e da demonstração de Deus”—não era nova em 1866 quando Eddy a descobriu. A “natureza exata do ensinamento e da demonstração de Deus” sempre foram verdadeiras (CS2, idem). Ainda assim a “natureza exata do ensinamento e da demonstração de Deus” foi revelada a MBEddy, e pode agora ser novidade diária para nós enquanto crescemos e a compreendemos mais e mais diariamente (CS2, idem).
Para avançarmos em nossa compreensão da Ciência do Cristo, precisamos estar dispostos a abandonar velhas ideias insistentes, e permitir a novidade do Cristo nos transformar, revelar nossa verdadeira natureza. Precisamos tornar-nos “como uma criança e de deixar o velho pelo novo” (CS6, p.323).

Seção 2 - novo, sempre conhecido e encontrável
Cristo Jesus disse a seus discípulos que ele não queria destruir a Ideia-Cristo que os profetas antes dele tinham visto, mas sim que ele queria “cumprir” - demonstra-la. E por isso ele usou a “lei” de Deus escrita no seu “interior” e no seu “coração” para curar “todo tipo de doença entre as pessoas” (B5, B6,Mat. 4:23 B7, Mat. 5:17).
Cristo Jesus demonstrou que a lei de Deus - o Amor - cura absolutamente, e ensinou a seus estudantes as “generalidades deste Principio divino, mas a “regra definitiva” para curar parecia estar ausente. Essa “regra definitiva” é a Ciência Cristã. Cristo Jesus usou a Ciência Cristã - “a lei divina da Vida, Verdade e Amor” - para curar, mas ele não chamou ela assim e nem ensinou a seus discípulos nesses termos (CS7, p.147).
Quase 2000 anos depois, Mary Baker Eddy descobriu a “regra definitiva” da cura que era ambas “nova” e “constante” e “crescendo em sabedoria e estatura”. Somente em Espirito, podem esses três conceitos serem simultaneamente verdadeiros.
Aqui estão as verdades que ela descobriu:
1) “Todo o verdadeiro existir está em Deus, a Mente divina e
2) a Vida, a Verdade, e o Amor são todo-poderosos e sempre-presentes;
3) o oposto da Verdade, — denominado erro, pecado, enfermidade, morte, - são o testemunho errôneo do errôneo senso material de que haja mente na matéria;
4) que esse senso errôneo gera, como crença, um estado subjetivo da mente mortal, o qual essa mesma mente, assim chamada, denomina matéria, excluindo assim o verdadeiro senso do Espirito” (B9, p. 108).
A sua descoberta era nova mas, no entanto, foi a descoberta da verdade que sempre foi verdadeira - o nascimento de uma nova eterna ideia.
Tenho uma amiga que está aprendendo sobre a Ciência do Cristo. Quando conversamos, ela frequentemente diz coisas como, “sim!” Isso é o que eu sempre soube, mas não tinha palavras para descrever. É como se sempre fosse verdade e eu sempre soube mas estou descobrindo. Assim imagino que Mary Baker Eddy deve ter se sentido quando escrevia CeS. Foi uma descoberta que ela sabia que não inventou. Sentiu que era algo novo, mas também que sempre foi verdadeiro e disponível. Acredito que houve dias em que ela não conseguia mover a caneta rápido o suficiente. E assim é como imagino que o autor do Apocalypse se sentiu também quando a nova eterna verdade do Cristo chegava claramente à sua visão.

Seção 3 - O novo, o sempre conhecido e o demonstrável
Esta seção apresenta a citação completa do Texto Áureo, "quem está unido com o Cristo é uma nova pessoa; acabou-se o que era velho, e já chegou o que é novo" (B10, 2Coríntios 5:17). Ela explica que podemos seguir o exemplo de Cristo Jesus e demonstrar "o poder da Ciência cristã para curar mentes e corpos mortais" (CS11 e CS12, p. 110 e 192). Como prova disso, Mary Baker Eddy usou a Ciência do Cristo para curar sempre e a todo momento. Essa seção inclui um exemplo de sua obra de cura que ocorreu com Sr. Clark, o qual estava morrendo. Ela viu além da visão limitada sobre ele como em um estado de espírito enfermo e moribundo, e sua clara visão do ser/existir eterno dele o curou. Ela o amou puramente ao vê-lo de forma correta. Ela amava o próximo como a ela mesma (CS26, p. 55). Ela provou que a Ciência do Cristo, a qual sabia que era a verdade para Cristo Jesus, também era a verdade para ela, e também é verdade para nós hoje (CS12 e CS13, p. 192 e p. 193). Ela é a mesma "ontem e hoje... e... para sempre", e ainda mais, nós também estamos constantemente descobrindo-a de novo e compreendendo-a com cada vez mais "sabedoria e estatura”.
É a Ciência do Cristo - não uma pessoa ou personalidade - que cura. Como Mary Baker Eddy explica: "A Ciência Cristã traz ao corpo a luz solar da Verdade, que revigora e purifica. A Ciência Cristã age como um alterante, neutralizando o erro com a Verdade. Modifica secreções, elimina fluidos nocivos, dissolve tumores, relaxa músculos enrijecidos e restaura a saúde dos ossos. O efeito desta Ciência consiste em sacudir a mente humana, levando-a a mudança de base, sobre a qual possa ceder à harmonia da Mente divina" (CS14, p.162). Não é a pessoa que cura; é o Consolador.
Novamente, não é uma pessoa que cura, nem alguém precisa ter muita força mental ou concentração para se curar espiritualmente. É o Cristo - a idéia espiritual - que cura. É a Lei do Cristo, a verdade do Cristo, a Ciência do Cristo que cura. Não é uma pessoa. “Mantém perpetuamente este pensamento — de que é a ideia espiritual, o Espírito Santo e o Cristo, que te habilita a demonstrar, com certeza científica, a regra da cura baseada em seu Princípio divino, o Amor, que está por baixo, por cima e em volta de todo o verdadeiro existir” (CS16, p. 496)”.

Seção 4 – Abandonemos as velhas ideias limitadas para acelerarmos nosso progresso para compreender a nova e sempre conhecida verdade
Esta seção inclui a parábola de Jesus de não colocar vinho novo em odres velhos – o vinho novo deve ser colocado em odres novos para que ambos se conservem. Essa parábola explica porque precisamos da Ciência Cristã, uma nova “inspiração; compreensão” que não pode ser colocada em um sistema de ideias antigo (CS18, p. 598). A Ciência Cristã traz o novo vinho (a inspiração; a compreensão) e não podemos pegar essa inspiração e misturá-la com o pensamento já existente, se quisermos progredir. Quando absorvemos a Ciência do Cristo, nós renascemos. Somos os odres novos. Devemos abandonar os odres velhos. Quando absorvemos a Ciência do Cristo, não devemos colocar “vinho novo em odres velhos, […] a Alma na matéria, nem o infinito dentro do finito” (CS19, p. 281).
Precisamos expulsar as crenças antigas – o senso limitado de tempo, espaço e realidade – incluir a inspiração, que nos transforma e “muda nosso ponto de vista” (CS19, p. 281).
Absorver o vinho (“a inspiração; a compreensão”) não é algo fácil. Mary Baker Eddy alerta: “jamais acredites que seja possível absorver todo o significado da Ciência pela simples leitura [de Ciência e Saúde]. O livro precisa ser estudado, e a demonstração das regras da cura científica te firmará solidamente nos alicerces espirituais da Ciência Cristã” (CS20, p. 147).
Crescemos mais rapidamente em “sabedoria e estatura” na proporção em que “[estudamos] a fundo a letra” e absorvemos o vinho (“a inspiração; a compreensão”), enquanto, obviamente, abandonamos rapidamente os modos antigos e limitados de ver e conhecer (CS21, p. 29). Podemos todos absorver “o espírito do Cristo” e, assim, “demonstrar a Ciência Cristã, expulsar o erro, curar os doentes e aumentar continuamente seu patrimônio de compreensão espiritual, força, iluminação e êxito” (CS 22, p. 462).

Seção 5 – O Consolador está aqui agora, e é tanto novo como “ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre”.
Nós estamos sempre despertando para o consolo/conforto do Cristo que é está sempre se desdobrando para nós – ontem, hoje e sempre. “Agora, foi glorificado o Filho do homem e, Deus foi glorificado nele (B15, João 14). Cristo Jesus amou com pureza, sem ver personalidade nem limitação, mas sim, vendo a verdade de nosso ser/existir como novo, eterno e contínuo. Somos sempre novos, sempre perfeitos e contínuos.
Temos o Consolador, a verdade, a Ciência do Cristo conosco sempre. Uma vez que o vemos, não o perdemos mais. Embora o mundo—em termos de anos—tenha visto Cristo Jesus apenas por pouco tempo e numa pequena área do globo, o consolo/conforto-do-Cristo que ele demonstrou não pode ser perdido. Cristo Jesus disse a seus discípulos: “O Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” (B16, João 14). As bênçãos que Cristo Jesus ensinou seriam inúteis, se apenas verdadeiras há 2.000 anos e para um número seleto de pessoas. Mas a Verdade-Cristo não parou com Cristo Jesus. O Cristo não é um homem. “Cristo é a ideia verdadeira que proclama o bem, a divina mensagem de Deus aos homens, a qual fala à consciência humana” (CS24, p. 332).
O papel de Jesus era demonstrar o Cristo, para provar que “o Cristo é a divina ideia de Deus—o Espírito Santo, o Consolador, o Confortador, que revela o Principio divino, o Amor, e que conduz a toda a verdade” (CS24, idem). E o Espírito Santo ainda está aí, consolando-nos, trazendo compreensão, sabedoria e paz. Talvez não compreendamos essa nova ideia eternal inteiramente agora, mas “cada fase sucessiva de experiência desdobra novas perspectivas do bem e do amor divino” (CS25, p. 66). Cada experiência desenvolve novas perspectivas do Cristo.
A verdade que Jesus demonstrou é imortal—“a [mesma] ontem, e hoje e para sempre”. E mesmo assim é constantemente ‘descobrível’ ... e provável. A Verdade já é verdadeira e nova. “A ideia imortal da Verdade vem varrendo os séculos” (CS26, p.55). O Espírito Santo abençoa cada tempo em cada espaço (CS26, idem).
“A hora para o reaparecimento da cura divina se estende por todos os tempos” (CS26, idem). A hora para o reaparecimento é agora e sempre e eternamente. A hora do reaparecimento do que já é verdadeiro é agora e sempre. A Ciência divina—a Ciência de como Deus age, como o Cristo consola, como o amor ama—é o nosso Consolador, e ele está aqui agora—“o mesmo ontem, e hoje e para-sempre”.
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Este estudo metafísico foi preparado por Christie C. Hanzlik, C.S., Boulder, Colorado, ccern@mac.com, +1(720)331-9356
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Leila Kommers, Ovídio Trentini e William Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali você encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, podendo baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.


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