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Sigam o exemplo de Jesus de demonstrar o imparcial e universal amor de Deus! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: Cristo Jesus.

Kathy Fitzer, St. Louis, MO & Park City, UT
Posted Monday, February 20th, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
Sigam o exemplo de Jesus de demonstrar o imparcial e universal amor de Deus!
Cristo Jesus
De 20 a 26-2-2017
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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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O Texto Áureo (Gálatas 3: 26): “Vós sois todos filhos de Deus [apartados para Seu propósito com todos os direitos e privilégios] mediante a fé em Cristo Jesus” (Versão Ampliada). A Bíblia Inglesa Revisada diz: “É por meio da fé que sois todos filhos de Deus em união com Cristo Jesus.” Paulo também disse: “todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus (Romanos 8:14). Ninguém foi mais guiado, sem reservas, pelo Espírito de Deus do que Jesus. Ele se identificou corretamente como o Filho de Deus. Usando o Aplicativo Touch Bible no meu celular, procurei pelo vocábulo hebraico referente a “Children” usado na expressão em inglês, e encontrei “filho”. Descreve alguém que depende de outro ou é seu seguidor. Também é dito que Jesus “atuou tanto como padrão do homem perfeito como também agiu em favor de toda a humanidade”. Quando seguimos fielmente os ensinamentos e o exemplo de Jesus, somos capazes de reconhecer a nós (e a outros) como detentores de uma inviolável relação com Deus como Seu filho amado—a quem Deus ama, protege e beneficia! Imaginem que diferença faria se nós sempre agíssemos a partir desse ponto.

A Leitura Alternada (Efésios 1:2-12): Graça e paz são dádivas de Deus a toda a humanidade. Paulo está falando tanto de judeus como de gentios! Como pai, Deus é responsável por todos os membros de Sua casa. Isso inclui a nós – e inclui a todos—sendo que o homem original foi criado para ser “santo e irrepreensível” (vers. 4). Isso é algo bom para se manter no pensamento quando formos tentados pela frustração, a crítica, o medo ou mesmo o ódio, ao olharmos para uma pessoa ou uma situação que nos desgoste. O Cristo, (a luz da Verdade) habilita cada um de nós a conhecer sua relação com Deus. Jesus sofreu a fim de demonstrar o amor de Deus—para mostrar a toda a humanidade que Deus nos livrou da escravidão dos pecados do mundo—aprendemos isso na proporção em que reconhecemos nossa união com Ele. O versículo 5, segundo a Nova Tradução Viva diz: “Deus decidiu antecipadamente nos adotar em sua própria família atraindo-nos a Si por meio de Jesus Cristo”. A palavra “predestinado” é usada várias vezes na versão bíblica King James. De acordo com o significado grego original, podemos substituir essa palavra pela expressão: “Deus decretou desde a eternidade.” Sem começo nem fim—o homem apenas É (sempre foi e sempre será) o filho de Deus. Diz o apóstolo que o plano de Deus é “fazer convergir nele, na dispensação da plenitude dos tempos, todas as coisas, tanto as do céu como as da terra.” E Paulo continua: “Nele ... fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho de sua vontade” (vers. 10). O Glossário de Ciência e Saúde define Cristo como “A divina manifestação de Deus, que vem à carne para destruir o erro encarnado” (CS, p. 583). Quando compreendemos que toda a humanidade é realmente mantida em união com Deus por meio do Cristo, podemos mudar de posição de uma perspectiva de país dividido, mundo em conflito, corpos em rebelião, para ver a unidade de Deus e do homem, sujeito à graça e paz que é o resultado de Deus e Sua manifestação—Seu Cristo!

Seção 1: TODOS são filhos de Deus!
Fala-se muito hoje em dia sobre diferenças! Tendemos a definir as pessoas de acordo com o gênero, tendências políticas, situação econômica, raça, religião, nacionalidade, e sabe-se lá o que mais. Como Cientistas Cristãos temos a responsabilidade de ver as coisas de uma perspectiva de Deus e corrigir mentalmente a falsa evidência das sugestões divisionárias e temerosas da mente mortal. Temos que parar de dar falso testemunho! Precisamos realmente compreender e atuar a partir do ponto de vista das palavras de Paulo aos Gálatas: “... todos vós sois um em Cristo Jesus” (B2, Gálatas 3:28). Uma parte da missão de Jesus era derrubar (redimir o povo de) as barreiras estabelecidas pela lei mosaica. Quantas vezes vimos Jesus dirigir-se a (ajudar) homens e mulheres, judeus e samaritanos, ricos e pobres, pecadores e justos de modo igual. Cristo Jesus forneceu o padrão do homem perfeito. Ele apareceu em forma humana, mas expressou plenamente a natureza divina. E ele elevou a vida da humanidade bem acima “do que lhes permitiam seus pobres modelos de pensamento” (CS5, p. 459, e CS6, p. 32). Por meio de seus ensinamentos e seu exemplo todos receberam a oportunidade de descobrir sua verdadeira natureza como filhos de Deus. Seus filhos—unos com Ele—estimados, amados, protegidos, corrigidos e beneficiados por Ele (B3, Gálatas 4:4-7; CS1, p. 18; CS3, p. 515). Assim, asseguremo-nos de pensar como descendente de Deus e reconhecer a todos e a tudo como parte de uma família—governados por um só Pai-Mãe Deus, todo harmonioso! O manter consistentemente tal visão no pensamento—e o rejeitar toda divisão—irá longe no caminho de trazer o quadro humano em linha com o divino, inclusive a revelação dos passos humanos corretos que precisam ser tomados! Nas palavras de Isaías: “... toda a carne a verá (a glória do Senhor)” (B1, Isaías 40:5).

Seção 2: O poder divino demonstrado
Compreendendo sua união com o Pai, Jesus demonstrou o poder sanador e salvador de Deus. João Batista veio para preparar o povo para a recepção do ministério de Jesus. Ele ecoou a promessa de Isaías: “toda carne verá a salvação de Deus” (B5, Isa 3:6). Contudo ele questionou se Jesus era ou não o Messias. Como resposta à pergunta de João, Jesus citou suas obras. Mary Baker Eddy pôs a mensagem de Jesus nos seguintes termos: “Dizei a João no que consiste a demonstração do poder divino” (B6, Mat 4:23 e CS8, p-.26). E Jesus acrescentou: “E bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço.” O alerta de não se escandalizar nele refere-se à tentação de desviar-se ou tropeçar no fato de que a vida de Jesus não correspondesse às expectativas messiânicas, inclusive da escandalosa crucificação do Messias (B6, Mat. 4:24). Os judeus se perturbaram porque pensavam que Jesus estava fazendo-se igual a Deus. A explicação de Jesus traça uma significativa diferença que mesmo sendo o Pai e o filho indivisos, o Filho nada pode fazer se não vir fazer o Pai. É o Pai quem faz a cura! O Pai é o único agente. É o amor do Pai pelo filho, de quem o Filho dá testemunho, que resulta nas obras de cura (B8, João 5:19, 20). Gosto da referência da Sra. Eddy à espiritualidade de Jesus como “a boa terra na qual a semente da Verdade germina e dá muito fruto” (CS6, p. 270). Nós podemos emular essa espiritualidade. Podemos, como Jesus, compreender o “Princípio divino e o espírito-Cristo que governavam o Jesus corpóreo” (CS9, p. 141) e que, em verdade, governam a TODOS nós. Eddy nos assegura que não há dinastia ou monopólio eclesiástico nesse Principio que cura. Quando deixarmos esse espírito-Cristo nos governar a todos, veremos sinais seguindo. Um sacerdote é definido no dicionário Webster de 1828 como uma “pessoa separada ou consagrada ao ministério do evangelho.” TODOS nós podemos—e deveríamos—nos identificar com tal propósito! Não deveríamos deixar que nada interfira com o objetivo de continuamente espiritualizar o pensamento! Como filhos de Deus, também podemos ser transparências para o trabalho de cura de Deus, tal como Jesus! Nada pode impedir-nos de participar da aventura de ver tudo em que participamos sob um ponto-de-vista espiritual—de momento a momento—ao longo do dia!

Seção 3: Deixar o velho pelo novo homem
Um convite é estendido ao final do livro de Apocalipse a qualquer pessoa que esteja sedenta pela Verdade a "receber de graça a água da vida" - como um verdadeiro dom! (B9, Apocalipse 22:17) A história do encontro de Jesus com a mulher samaritana no poço é uma ilustração clássica dessa oferta e um exemplo da importância de deixar de lado preconceitos e costumes sociais. Imagine a surpresa da mulher quando Jesus se aproximou dela pedindo algo para beber. Os homens judeus não puxavam conversa com mulheres desconhecidas, e um mestre judeu jamais falaria com uma mulher em público. Além disso, os judeus não mantinham contato com samaritanos. Mas aqui estava Jesus ignorando tudo o que foi dito acima. A mulher samaritana não entendia como um homem sem um balde poderia se oferecer para lhe dar uma fonte de água que nunca iria se esgotar. Ainda assim gostava da idéia de não precisar ter de buscar água diariamente no poço. Então ela aceitou sua oferta. Mesmo que por razões erradas, sua disposição de aceitar lhe abriu o caminho para receber as bênçãos do Cristo. Mesmo se não entendemos completamente a mensagem da Ciência Cristã, nossa disposição para aceitar o dom da compreensão espiritual nos permite colher os benefícios disso. No caso da mulher, ela reconheceu Jesus como um profeta quando percebeu que ele sabia que ela não tinha um marido antes mesmo que tivesse lhe dito.
Os samaritanos, assim como os judeus, esperavam a vinda do Messias e que ele seria um mestre. Quando a mulher samaritana vislumbrou que Jesus era um profeta – e após terem conversado sobre as diferenças entre como os judeus e os samaritanos consideravam o lugar de adoração, ela está aberta à idéia de que ele poderia ser o Messias – embora não sendo exatamente como havia esperado. Sem hesitar, entretanto, ela vai e chama o povo de sua vila, conta-lhes a sua história e convida-os a vir e ver por si mesmos. (B10, João 4:7-10,14-19,25,26,28-30) A mulher estava disposta a "tornar-se como uma criança e deixar o velho pelo novo" (CS12, p.323). Ela era uma daquelas "abençoadas" ao não tropeçar (ficar ofendida) por seus preconceitos. E se Jesus tivesse ficado preso em preconceitos e não tivesse se aproximado dela? Uma grande oportunidade teria sido perdida! Eu adoro esta declaração ... "Explicando e demonstrando o caminho da Ciência divina, ele [Jesus] se tornou o caminho da salvação para todos os que aceitaram a sua palavra" (CS10, p.315). A missão de Jesus “foi revelar a Ciência do existir celestial, provar o que Deus é, e o que Ele faz pelo homem.” O Cristo nele é o que o capacitou a fazer tudo isso (CS11, p.26). A mim me parece que temos a oportunidade de experimentar tanto o papel da mulher – estar prontos a receber o Cristo (a mensagem divina que vem de Deus à consciência humana) – e o papel de Jesus ... estar prontos a compartilhar a inspiração e a compreensão, as quais o Cristo já nos revelou. Não devemos ter medo de compartilhar com aqueles que conhecemos – e com aqueles que não conhecemos também. Não cabe a nós julgar a receptividade do outro. Nosso trabalho é apenas compartilhar – "e nunca receies as conseqüências" (CS14, p.570). A chave é estar disposto a receber a luz, a caminhar na luz e afastar-se das trevas do julgamento e de preconceitos, de deixar nossa luz resplandecer, abraçando toda a criação de Deus! (CS13, p.510) Que alegria!


Seção 4: A autoridade divina e o Amor imparcial
Esta seção continua o tema sobre não julgar, de acordo com a aparência externa, mas para simplesmente responder ao impulso do amor de Deus. Em Miquéias, três coisas nos são exigidas: (1) faça o que é certo; (2) ame a misericórdia e a bondade; (3) ande humildemente com Deus (B12, Miquéias 6:8). O Centurião é um belo exemplo dessas qualidades. E a história também continua a ilustrar o tema de Deus sendo o Pai de TODOS - o amor é "imparcial e universal na sua adaptação e nas suas dádivas" (CS15, p.13). O Centurião mostra o verdadeiro amor (a misericórdia) para com seu servo e anseia em fazer o bem para ele. Deve ter sido um grande exemplo de humildade para este grande oficial romano ao se aproximar de um pregador judeu itinerante para pedir ajuda. Mas, parece que o centurião reconheceu a autoridade dada por Deus através das palavras e obras de Jesus. Ele não pretendia convidar Jesus para entrar em sua casa (algo que teria sido desconfortável, na melhor das hipóteses). E ele não estava se comparando a Jesus quando falava de si mesmo como quem estava sob autoridade de alguns e tinha autoridade sobre outros. Essa compreensão sobre autoridade é o que Jesus reconheceu como a fé do Centurião – não necessariamente a fé em Deus, como poderíamos pensar, mas a fé na autoridade da Verdade encarnada em Jesus.
Isso foi suficiente para o efeito curativo de Cristo, a Verdade, ser sentido pelo servo dele. Quando estamos envolvidos em um problema, quão importante é "caminhar humildemente" com nosso Deus - reconhecer a autoridade de Deus expressa "na superioridade do poder espiritual sobre a resistência material" (CS17, p.134). A Sra. Eddy explica que a chave é "ter mais fé na verdade do existir do que no erro, mais fé no Espírito do que na matéria, mais fé em viver do que em morrer, mais fé em Deus do que no homem, então nenhuma SUPOSIÇÃO material pode nos impedir de curar os doentes e destruir o erro" (CS18, p.368). Há duas semanas, nossa Lição falou sobre o "fruto do Espírito". A fé foi incluída nessa lista de frutos, e foi acrescentada "contra essas coisas não existe lei" (Gálatas 5:22). Portanto, a fé é algo que cada um de nós temos – é inerente ao Espírito, do qual somos todos descendentes. Não deixe nada que o impeça de falar com autoridade e ter a convicção de que nada pode resistir à autoridade de Cristo – a manifestação divina de Deus! Saiba que "Nenhuma evidência diante dos sentidos materiais pode fechar meus olhos à prova científica de que Deus, o bem, é supremo". Todos têm autoridade divina para aceitar isso – sem reservas – independentemente da situação!

Seção 5: A imparcialidade do Espírito Santo concede a todos a autoridade divina para curar.
Jesus deixou orientações bem claras aos seus discípulos: "Curai enfermos, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demônios; de graça recebestes, de graça dai" (B15, Mateus 10:8). Para ser cristão – quanto mais um Cientista Cristão – é preciso estar disposto a participar no ministério do Cristo Jesus e seguir o modelo da imparcialidade. A princípio, os discípulos limitaram seu ministério “às ovelhas perdidas da casa de Israel”. Mas, por fim, eles (e principalmente Pedro e Paulo), levaram seus ministérios aos gentios (ou não judeus). Acaso não é importante crermos que todos nós podemos ouvir a Palavra de Deus e receber a bênção da cura? Como diz nossa Líder: “Cada dia exige de nós provas mais elevadas, em vez de declarações do poder cristão. Essas provas consistem unicamente na destruição do pecado, da doença e da morte, pelo poder do Espírito, como Jesus os destruiu” (CS24, p.233). Não pelo próprio poder, mas pela autoridade do Espírito Santo, nós podemos esperar confiantes de levar a cura a todos os que buscam por ela. Foi esse Espírito Santo que transitou pela consciência daqueles que se reuniram no dia de Pentecostes, de modo que ouviram as palavras de Pedro “em sua própria língua” (Atos 2:6). E foi esse Espírito Santo que falou com Cornélio e com Pedro para reuni-los. Cornélio era um centurião do exército romano, mas também orava a Deus e era conhecido e respeitado pela comunidade judaica. Certo dia, enquanto Cornélio orava, ele ouviu uma mensagem de Deus para chamar Pedro. Deus estava preparando Pedro para se encontrar com os gentios. Pedro vira Jesus alcançando os samaritanos, mas ele não estava preparado para arriscar-se no mundo dos gentios. Deus mostrou a Pedro (por meio de uma visão) dizendo: ‘o que Deus purificou, não consideres incomum (Atos 10). Isso incluía não julgar as pessoas de acordo com seu histórico. Depois de Cornélio e Pedro terem sido reunidos, Pedro pôde dizer com honestidade: “Agora eu sei que, de fato, Deus trata a todos de modo igual, pois ele aceita todos os que o temem e fazem o que é direito, seja qual for a sua raça” (B17, Atos 10, 34-38, NTLH). Parte da compreensão da natureza universal da salvação é compreender que a cura resulta “da operação do Princípio divino” (CS21, p.xi). O Princípio divino não é influenciado por seu “público” mais do que o princípio da matemática está limitado na aplicação de determinados números. Quando nos retirarmos e nos recusarmos a julgar de acordo com a aparência externa, veremos o pecado, a doença e a morte destruídos “pelo poder do Espírito, como Jesus os destruiu” (CS24, p.233). Aceite o desafio. Nós somos todos sanadores!

Seção 6: Aceite sua posição como filho de Deus, e ore para ter a Mente do Cristo
Um Deus. Um Cristo. O mesmo para sempre … e para sempre envolvendo a humanidade (B18 &20, 1 Corintios 8:6 e Hebreus 13:8). Ouvimos todos os domingos a passagem de 1João 3: 1-3 para fechar o culto na igreja. Será que realmente aceitamos, assumimos e vivemos isto de coração? Somos, cada um de nós, o filho precioso (o que inclui homens e mulheres) de um Pai-Mãe que Se revela a toda a humanidade por meio do Seu Cristo (B19, 1João 3: 1-3). “… na Ciência, o homem real está ligado ao seu Criador”, (CS p. 316) ou seja todos nós – toda a raça humana. Encontramos o Cristo e reconhecemos a filiação divina (“quando ele se manifestar”) e na proporção em que nos “ [nos] desprender-se [mos] do ego mortal para encontrar [mos] o Cristo, o homem real e sua relação com Deus, e para reconhecer [mos] a filiação divina” (CS28, p.316).

Jesus nos mostrou o que significa ser o Filho de Deus. É agora, o nosso “dever e privilégio” seguir seu exemplo o melhor que pudermos para “reconhecer[mos] a filiação divina” (CS27, p.37). Uma definição de reconhecer é “perceber como existindo ou verdadeiro.” Assim, começamos por aceitar o relacionamento do Pai com o Filho – Deus e Seu Cristo – e a nos identificar como tendo a mesma Mente que havia em Cristo Jesus.

Deste ponto de partida podemos orar para expressar aquela Mente na proporção que praticamos a “Regra Aurea” e somos constantemente misericordiosos, justos e puros (CS 30, p.497).

Demanda prática! Demanda checar o pensamento momento a momento. Demanda um GRANDE amor que inclui todos os filhos de Deus – na proporção em que reconhecemos o amor imparcial e universal do amor de Deus, e sabemos que refletimos esse Amor, e desejamos mais do que qualquer coisa, ver isto demonstrado na cura de todos os males “de que a carne é herdeira” (Ver CS 107: 7). Cristo Jesus verdadeiramente é nosso modelo! ‘“Jesus foi “o caminho”, isto é, ele traçou o caminho para todos os homens”’(CS26, p. 46). E todos somos capazes de seguir — com alegria e domínio!
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Este estudo metafísico foi preparado por Kathy Fitzer, CSB kathyfitzercs@gmail.com (new email) +1.314-323-4083
A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ª feira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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