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Dance diariamente como o reflexo/reflexão de Deus! Lave todos os vestígios de pó do homem! Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros - Tema: O Homem.

Kerry Jenkins, C.S., House Springs, MO
Posted Monday, February 27th, 2017

CIÊNCIA CRISTÃ - LIÇÃO BÍBLICA
Dance diariamente como o reflexo/reflexão de Deus! Lave todos os vestígios de pó do homem!
O Homem
De 27-2 a 05-03-2017

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Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH;
Bíblia Mensagem - MSG; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde – CS; Lição Bíblica – LB
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Nossa lição desta semana começa e termina com parte do versículo final do Salmo 23: “... habitarei na Casa do Senhor para todo o sempre” (Texto Áureo). Esse destaque transmite a mensagem de que o homem, em seu estado verdadeiro e único, tem seu lar no céu, a casa de Deus. Nós nunca abandonamos essa casa, nunca mudamos de endereço, nunca voltamos a ela. Nossa consciência/identidade está firme e segura nessa morada espiritual e sagrada. Em certo sentido, cada seção da lição ilustra como o homem/a mulher pode encontrar seu lar no Amor. Verificamos que nossa morada é na Mente, no Espírito, como uma ideia, em vez de uma derivação de paternidade material, herdando tudo do Espírito e não do erro. Nosso lar é um lugar de eterna e infinita pureza a partir da qual somos constantemente regenerados e renascidos, e é um lugar do qual nunca podemos nos separar nem a ele voltar!
Leitura Alternada (Salmo 119:89, 90, 97, 111,142, 152; 90:1, 2,14; 84:1, 4, 10, 12). Aqui há inúmeras referências sobre onde estamos vivendo. Estamos “firmados no céu” com a “palavra” de Deus, com Seu Cristo. Há tanto regozijo nesse lar que, com certeza, gostaríamos de ter consciência de viver ali. Lá tem justiça (“justiça eterna”), leis eternas (as de Deus): “Quanto às tuas prescrições, há muito sei que as estabeleceste para sempre.” “Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que cantemos de júbilo e nos regozijemos todos os nossos dias”. Em A Mensagem lemos assim: “Surpreende-nos no amanhecer com amor. Então cantaremos e dançaremos todo o dia”. Eis uma declaração maravilhosa e lírica de como podemos encontrar o governo de nossa consciência quando repousamos nossos pensamentos em nosso verdadeiro lar espiritual, a cada dia. Eu vos desafio a não esboçar um sorriso ao relerem o versículo 14 do Salmo 90! A NTLH diz nos versículos 10 e 12 do Salmo 84: “É melhor passar um dia no teu templo do que mil dias em qualquer outro lugar... Ó Senhor Todo-poderoso, como são felizes aqueles que confiam em Ti.” Bom para nós, “um simples dia” é a eternidade, sem tempo, tudo é o desdobramento do bem ao homem criado por Deus!
Seção 1: Como o homem é verdadeiramente criado?
A Sra. Eddy nos diz em ( CS2, 502) que "... a criação consiste no desdobramento das idéias espirituais e suas identidades ..." A criação não é um processo material, físico ou artístico. As idéias espirituais estão em casa na Mente, e a Sra. Eddy nos diz que essas idéias são "abraçadas" nessa Mente! Você já pensou em si mesmo como "abraçado" na Mente infinita? A Mente ou a inteligência são muitas vezes descritas como luz e a Bíblia na NLH nos dá outro senso encantador desse lar iluminado em (B2, Salmos 36:7,9) "Como é precioso o teu amor! Na sombra das tuas asas, encontramos proteção. …Tu és a fonte da vida, e, por causa da tua luz, nós vemos a luz.". Nós, sendo idéias espirituais, refletimos essa iluminação da Mente. Essa bela inteligência refletida é consciente do fato de que vivemos na casa de Deus (tabernáculo - B3, Salmos 61:4). Temos de despertar essa consciência “… reconhecendo a supremacia do Espírito, que anula as afirmações da matéria ..." (CS4, p.492). Esse é o nosso trabalho como Seu reflexo, brilhar com essa luz refletida, eliminando ativamente as sugestões escuras de que o homem é criado da matéria, habita na matéria. Tivemos uma bela cura em nossa família baseada nessa idéia de reconhecer a Deus como o Criador. Um dos nossos rapazes desenvolveu uma febre muito alta uma semana ou mais depois que ele nasceu. Ele permaneceu indiferente e não respondeu muito à oração. No entanto, eu estivera estimando sua origem espiritual durante toda a gravidez, e minha consciência dele como uma idéia espiritual, segura “... no esconderijo das tuas asas, eu me abrigo." (B3, Salmos 61:4) não estava longe de meu pensamento. Quando a Sra. Eddy nos diz que devemos reconhecer a supremacia de Deus, esta é uma exigência em nossa consciência de negar vigorosamente qualquer outro poder sobre nossa vida. Isso foi exatamente o que eu estivera fazendo durante esse tempo. Era um momento de refutar qualquer pensamento que sugerisse vulnerabilidade baseada em um modelo de "recém-nascido" mortal indefeso. Essa criança era nada menos do que uma criação de domínio, de luz alegre, (não de febre!). A febre rapidamente se dissipou, mas mais do que isso, essa cura reforçou para mim a verdade de que não somos criações mortalmente baseadas, desamparadas, mas divinas reflexões.
Seção 2: Nossa origem divina nos torna "sacerdotes e reis"!
Não há vergonha na criação espiritual, somente em uma origem material. Quando reivindicamos a matéria como nosso ponto de origem, então encontramos discórdia, tristeza, doença e pecado. É aqui que o segundo capítulo do mito do Gênesis tenta explicar o que o sentido material vê. Eu amo (B4, Jeremias 2: 4, 26, 27) “Como se envergonha o ladrão quando o apanham, assim se envergonham os da casa de Israel; eles, os seus reis, os seus príncipes, os seus sacerdotes e os seus profetas, que dizem a um pedaço de madeira: Tu és meu pai; e à pedra: Tu me geraste. Pois me viraram as costas e não o rosto; mas, em vindo a angústia, dizem: Levanta-te e livra-nos." Esse versículo refere-se à aqueles que olham para os ídolos como seus deuses, mas você pode dizer que hoje, nós olhamos para a nossa filiação material com o mesmo tipo de reverência, como a nossa fonte de vida. A matéria e a origem humana nos decepcionam. Embora pareça haver vantagens para alguns, essas vantagens eventualmente acabam em lesão, doença e / ou morte. Esse é o chamado "círculo da vida" na matéria. Quando vivemos a vida em Cristo, discernindo o Espírito como nosso Pai-Mãe, vemos o alcance ilimitado da vida como eterna, desdobrando-se na contínua inteligência, alegria, curiosidade, entusiasmo e vigor. Podemos demonstrar isso em qualquer idade (na verdade devemos!). De muitas pequenas maneiras, cada dia, podemos superar as sugestões de que estamos limitados pela matéria, ou origem material. Eu testemunhei curas de varizes, supostamente relacionadas com a gravidez (origem material), vários sintomas de envelhecimento e distúrbios hereditários. Todas essas provas apontam para a verdadeira natureza do homem como "reis e sacerdotes" para Deus, e não como seres materiais independentes de um Deus espiritual. Isso reafirma nossa morada no existir divino, ali mesmo com o Espírito.
Seção 3: Pare de culpar a matéria e veja o que Deus pode fazer!
A hereditariedade é um daqueles assuntos que procura pôr faltas ou culpas em alguém. Pode não ser o tipo de culpa dolorosa, mas, no entanto, procura por uma fonte de criação que seja diferente de Deus, o Bem. A história aqui se refere ao homem que havia nascido cego e que apresenta essa questão de culpa. "[…] por que este homem nasceu cego? Foi por causa dos pecados dele ou por causa dos pecados dos pais dele?" Perguntaram seus discípulos. Hoje, talvez não pensemos nisso em termos de pecado, diríamos que pode ter havido algum tipo de transtorno hereditário, mas isto é outra forma do mesmo jogo de culpa. A Mensagem exprime a resposta de Jesus da seguinte forma: "Você está fazendo a pergunta errada, está procurando por alguém a quem culpar, não há causa e efeito aqui, mas procure o que Deus pode fazer". E se fôssemos fazer essa pergunta toda vez que enfrentássemos um desafio? "O que Deus pode fazer aqui?" Em vez de tentar descobrir uma fonte de criação diferente da de Deus (como "um pedaço de madeira" ou "uma pedra" na seção 2), podemos frear nossos pensamentos, volver-nos a Deus e pensar sobre nossa descendência espiritual. Podemos lembrar que a hereditariedade é realmente "[…] o que parece[mos] ter aprendido do erro […]" (CS18, p. 288). Se o problema que enfrentamos é considerado "hereditário" ou causado pela crueldade de alguém sobre nós, a resposta vem do mesmo lugar. Não há outra causa que tenha poder. "O que Deus pode fazer?" O que o Bem pode fazer? Na verdade, a Sra. Eddy pergunta em CS, p. 135: "Existe alguma coisa que Deus não possa fazer?

Seção 4: A vida eterna do homem encontrada no renascimento espiritual.
Aqui vemos duas coisas interessantes sobre a história envolvendo Nicodemus (B13, João 3:1-7, 13-15). Primeiro, Nicodemos encontra Jesus "a noite". Ele parece reconhecer parte da importância do Mestre. Mas está se precavendo, jogando com segurança, convidando Jesus na calada da noite para que possa reconhecer a sua possível messianidade sem que ninguém na igreja veja e talvez o critique por "confraternizar" com Jesus. Quando Nicodemos admite imediatamente reconhecer a importância de Jesus, já que ele realiza "milagres", Jesus responde que o único caminho para o reino é por meio desse renascimento espiritual (e não por meio de um convite especial para uma cerimônia secreta). Como sempre, Jesus afirma que temos de ser ativos e engajados na cura para experimentar o sentido de lar que encontramos no reino dos céus.
Uma segunda coisa interessante nessa história é encontrada na ideia de que Jesus está compartilhando conosco o fato de que sua própria origem espiritual está disponível a todos nós por meio desse tipo de renascimento espiritual. Que até mesmo Nicodemos pode realizar um trabalho de cura incrível à medida que compreenda que não se originou da matéria, mas sim do Espírito. Esse nascimento espiritual não é medido por calendários (CS20, p. 246), mas pela demonstração da Vida eterna por meio da cura. Somente no reconhecimento de nosso status espiritual é que podemos superar as sugestões de uma origem material. A Sra. Eddy coloca esse renascimento espiritual de forma bastante refinada: "Modelemos, então, nossa perspectiva da existência em beleza, frescor e continuidade, em vez de velhice e decrepitude" (CS20, p. 246). Não seria "molda[r] nossos pontos de vista" dessa maneira o mesmo que estar constantemente renascendo em nossa consciência?

Seção 5: Cristo Jesus nos mostrou a lei da vida.
À medida que nos afastamos da idéia de que começamos e terminamos na matéria, abrimos espaço em nossa consciência para a verdade que vivemos continuamente no Espírito. Jesus provou isto em várias ocasiões, mesmo em sua própria ressurreição. Em (B16, Lucas 7:11-16), ele interrompe uma procissão de choros, talvez para ser pensado como uma procissão compreendida da idéia de que nós nascemos, vivemos, morremos - às vezes cedo, às vezes mais tarde. Você poderia dizer que ele trouxe essa procissão humana de crenças para um deslumbramento quando ele lhes disse para "não chorar" e disse ao jovem "Levanta-te". O jovem fez exatamente isso para a alegria de sua mãe viúva! Jesus pôde ressuscitar os mortos entendendo a verdadeira origem do homem no Espírito. Se estamos verdadeiramente vivendo / habitando na casa de Deus, estamos sempre lá com Deus. Não podemos ser interrompidos e expulsos, ou recebidos de volta em uma data posterior depois de "morrer". (S30, p. 266). Permanecemos para sempre nesse reino, refletindo a Vida e a Mente, vigorosos e inteligentes. Por meio do reconhecimento de nossa filiação divina, estamos isentos das reivindicações de mortalidade. Demonstramos isso hoje, de muitas maneiras pequenas, para que possamos vir a reconhecer gradualmente a presença do Amor, e nosso lar hoje no reino.
Seção 6: No palco do Espírito, o véu da matéria é levantado, e o homem é visto à luz da Verdade.
Eu sei que isso não é provavelmente o que a Sra. Eddy pretendia nesta declaração (S31, p. 557). Mas eu amo o duplo sentido do véu aqui, não apenas como uma obscura barreira de matéria que esconde a natureza espiritual do homem, mas como uma cortina de palco que, quando levantada,“mostra que o homem nunca nasce e nunca morre, mas coexiste com seu Criador.” “Ta Da!" Aqui estamos! Em casa, na consciência do Amor que tem nos revelado como demonstramos passo a passo, a nossa origem espiritual como filhos de Deus!
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Este estudo metafísico foi preparado por Kerry Jenkins A equipe de tradução para o português é composta por Ana Paula Wagner, Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini. Visite o site Associação dos Alunos de Ciência Cristã do Professor Orlando Trentini, CSB. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB.
Os Cedros são um suplemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 4ª feira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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